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domingo, abril 19, 2026
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Famílias mais pobres ou sem renda são mais da metade dos lares no Brasil

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São Paulo — Aumentou a proporção de lares brasileiros sem qualquer renda proveniente do trabalho, de acordo com levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado nesta quarta-feira (18).

As famílias mais pobres ou simplesmente sem renda de trabalho representam mais da metade (52%) dos lares brasileiros.

No segundo trimestre de 2019, 22,4% dos domicílios do país não possuíam renda do trabalho. No segundo trimestre de 2014, quando começou a crise econômica, essa fatia era de 19,0%.

A maioria das novas vagas formais de trabalho que têm sido geradas no país oferece remuneração máxima de até dois salários mínimos, de acordo com o Instituto.

Aumentou a proporção de lares brasileiros sem qualquer renda proveniente do trabalho, de acordo com levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado nesta quarta-feira (18).

As famílias mais pobres ou simplesmente sem renda de trabalho representam mais da metade (52%) dos lares brasileiros.

No segundo trimestre de 2019, 22,4% dos domicílios do país não possuíam renda do trabalho. No segundo trimestre de 2014, quando começou a crise econômica, essa fatia era de 19,0%.

Desigualdade

O estudo mostra que a desigualdade entre os rendimentos médios do brasileiro aumentou no segundo trimestre.

De acordo com o documento, as famílias de renda muito baixa tiveram queda de 1,4% nos seus rendimentos médios reais no período, mas o segmento mais rico da população registrou elevação salarial de 1,5%.

A técnica de Planejamento e Pesquisa do Ipea Maria Andreia Parente disse que essa desigualdade ocorreu pela composição de dois movimentos distintos. O primeiro é que, de fato, os indivíduos lotados nos domicílios de renda mais alta tiveram ganhos nominais de salários maiores e, segundo, a inflação no período foi maior para as famílias de mais baixa renda.

No segundo trimestre de 2019 houve impacto maior dos reajustes de energia elétrica, das tarifas de ônibus e dos medicamentos para as pessoas de renda mais baixa. “Em 2019, a gente teve alta de preços em itens que pesam muito na cesta de consumo dos mais pobres, e isso ajuda a explicar porque essas famílias tiveram queda de salário”, explicou.

A informalidade também fez aumentar a desigualdade. De acordo com a técnica, o trabalhador na faixa que remunera até menos de um salário mínimo, em geral, é o informal e está no que se chama de bico e, por isso, tem os menores ganhos salariais.

A maioria das novas vagas formais de trabalho que têm sido geradas no país oferece remuneração máxima de até dois salários mínimos, de acordo com o Instituto.

Outros dados mostram que os empregos com remuneração de até um salário mínimo e de um a dois salários mínimos são aqueles que vêm mantendo saldos positivos desde 2017.

Para os demais níveis salariais, a dispensa de trabalhadores é maior que o total de admissões.

Adicionalmente, nota-se que os efeitos da crise econômica sobre o mercado de trabalho, sobretudo em 2015 e 2016, geraram não apenas uma expressiva dispensa de trabalhadores como também uma queda dos salários de contratação, dado que a única faixa de emprego com saldo positivo no período era a que remunerava até um salário mínimo, ressaltam os autores do estudo: Maria Andreia Lameiras, Carlos Henrique Corseuil, Lauro Ramos e Sandro Carvalho, do Ipea.

“A partir de 2017, o país voltou a gerar vagas com salários entre 1,01 e 2,0 salários mínimos, no entanto em proporções mais modestas”, notaram os autores.

Jovens

Também no segundo trimestre de 2019, na comparação com o mesmo período do ano anterior, apesar de ainda em patamar elevado, o desemprego registrou recuo, em termos absolutos, na faixa de trabalhadores mais jovens, passando de 26,6% para 25,8%.

O estudo mostra que diferentemente de trimestres anteriores, quando a queda da desocupação entre os jovens decorria, em especial, da contração da força de trabalho, no segundo trimestre de 2019 ocorreu por causa da expansão de 1,7% da ocupação, o que provocou a melhora de desempenho da população ocupada com idade de 18 a 24 anos.

Andreia Parente disse que o mercado de trabalho melhora como um todo para todas as faixas, mas teve reflexo mais positivo entre os mais jovens. Para a técnica do IPEA, é um crescimento forte que não era registrado em vários trimestres.

“Isso acontece porque esse trabalhador como foi mais penalizado na crise tinha um contingente muito grande de desocupados, com essa melhora do mercado de trabalho, essa população têm conseguido retornar ao mercado de trabalho. A gente ainda tem um contingente grande de jovens desocupados, mas a situação no segundo trimestre para esse grupo foi mais favorável. Eles conseguiram voltar para o mercado de trabalho com uma força maior”, disse.

O segmento dos trabalhadores com mais de 60 anos foi o único que não apresentou recuo na taxa de desocupação, quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Mesmo tendo alta de 5,3%, essa faixa da população ocupada ainda apresentou avanço de 0,4 ponto percentual na taxa de desemprego. Subiu de 4,4% para 4,8%. Na comparação interanual, a desocupação dos trabalhadores com idade entre 25 e 39 anos e entre 40 e 59 anos passou de 11,5% e 7,5%, respectivamente, em 2018, para 11,1% e 7,2%, em 2019.

Escolaridade

Nos dados referentes ao grau de escolaridade, os subgrupos tiveram queda na desocupação no 2º trimestre de 2019, com exceção para o dos trabalhadores com o ensino fundamental completo. Em termos relativos, os recuos mais expressivos foram entre as pessoas com instrução fundamental incompleta e superior, ambos tiveram queda de 4% na desocupação.

Patamar semelhante, no entanto, foi causado por movimentos diferentes. Entre os menos escolarizados foi resultado da retração de 3,4% da força de trabalho diante de queda de 2,9% na ocupação. Já nos que têm escolaridade mais elevada, a melhora da desocupação foi consequência da expansão de 6,3% da população ocupada e do ritmo superior à expansão de 5,9% da população economicamente ativa. A maior retração absoluta (0,6 p.p.) ocorreu entre os trabalhadores com ensino médio incompleto.

“Os trabalhadores com maior nível de escolaridade conseguem se manter por mais tempo no emprego. São sempre os últimos a serem demitidos, e uma vez demitidos, são aqueles com mais facilidade de conseguir uma colocação no mercado de trabalho. O inverso vale para os menos qualificados. Quanto menor a qualificação desse trabalhador é sempre mais fácil ele ser demitido, e dado que ele está no desemprego, é mais difícil voltar ao mercado de trabalho”, explicou Andreia Parente.

Empregos

A técnica destacou que embora ainda tenha um cenário desfavorável, o emprego no Brasil está reagindo. Segundo ela, há um momento forte da ocupação que cresce mais firmemente nos setores informais, apesar de já ser notada nos empregos com carteira assinada.

De acordo Andreia Parente, a taxa de desemprego só não tem caído mais porque aumenta junto o número de trabalhadores que estão chegando no mercado de trabalho para conseguir uma colocação. Além disso, a taxa de inatividade na economia brasileira tem caído. “Mais indivíduos com idade de trabalhar estão no mercado, ou trabalhando ou à procura de uma colocação”, completou a técnica.

O desalento, mesmo ainda alto, também começou a ceder. “No segundo trimestre de 2019 a gente tem uma queda no contingente de desalentados e a gente consegue ver também que pelos dados de transição tem caído o número de pessoas que vão para a inatividade por conta do desalento. Também tem aumentado o número de pessoas que até então eram desalentadas e estão, pelo menos, se sentindo aptas a voltar ao mercado de trabalho para conseguir uma colocação. É um reflexo não só da melhora que, de fato, está acontecendo, mas também da percepção”, avaliou.

A técnica disse que os trabalhadores demitidos são os que têm menos tempo de permanência no emprego. O documento indica, que, na média dos últimos 12 meses, na indústria, no comércio e nos serviços quase a metade dos demitidos tinham menos de um ano, mas na construção civil o total chega a 62%. Já a menor parcela dos trabalhadores dispensados se refere aos que tinham mais de cinco anos de permanência no emprego. Na indústria de transformação, eles corresponderam a 14%, mas na construção civil não chegaram a 5%.

Na visão de Andreia Parente, diante da expectativa de melhora da atividade econômica do Brasil a partir do segundo semestre do ano, o mercado de trabalho deve continuar desempenho mais positivo, principalmente ao que já tem sido visto com relação à ocupação.

De acordo com ela, a taxa de desemprego ainda pode cair de forma lenta, dado que ainda tem muita gente desocupada e desalentada e que precisa ser incorporada ao mercado de trabalho, mas a ocupação deve continuar se expandindo a taxas próximas às atuais que já são significativas. “A expectativa é de melhora do nível de ocupação da economia brasileira em relação ao mercado de trabalho”, disse.

(Informações da Agência Brasil e da Agência Estado)

Pequenos agricultores de Rondônia recebem apoio na comercialização da produção em Rondônia

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Para fomentar e gerar renda para a agricultura família, na próxima terça-feira (24), o 5º Batalhão de Engenharia de Construção (5º BEC) realizará um chamamento público, em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri) e Emater, para compra de produção da agricultura familiar por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Serão investidos quase R$ 1 milhão em compras de produtos como frutas, legumes, verduras, doces, polpa, queijo, entre outros, que abastecerão o 5º BEC e o Hospital de Guarnição de Porto Velho.

De acordo com o comandante do 5° BEC, coronel Moraes, o programa é importante por se tratar de pequenos agricultores. “A ideia é incentivá-los e beneficiar aqueles que não têm acesso as processos maiores de venda. Além disso, existem diversas vantagens, compramos produtos saudáveis, com menos agrotóxicos e que são consumidos aqui no 5°BEC por cerca 900 pessoas”.

O PAA tem duas finalidades básica, promover o acesso à alimentação e incentivar a agricultura familiar, para facilitar o acesso desses produtores ao programa de compra de alimentos com a dispensa de licitação. “Esta é uma forma de ajudar os nosso agricultores e incentivá-los no cultivo saudável dos alimentos. Além de permitir que os pequenos participem individualmente, ou por meio de suas cooperativas ou órgãos constituídos, como pessoas jurídica direto privado”, afirma o secretário adjunto da Seagri, Bruno Scheid.

Para participar individualmente, os beneficiários fornecedores têm que apresentar a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), emitida pela Seagri. Assim, o produtor é reconhecido como agricultor familiar, tendo acesso aos programas do Governo Federal. “Eles estão prontos para fornecerem os produtos”, declarou Scheid.

O capitão Anderson Meira explicou que após a conclusão do processo de compras, os produtores começam a fazer as entregas, que são semanal ou quinzenal.  Cada agricultor pode vender até 20 mil reais.

Governo de Rondônia lança o Pacto do Desenvolvimento do Turismo e anuncia participação no maior congresso do setor

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Com investimentos financeiros e tecnológicos, a Superintendência Estadual de Turismo de Rondônia (Setur) deu início esta semana ao Pacto do Desenvolvimento do Turismo, que expõe ao Brasil e ao mundo as potencialidades do estado.

 

“Não é preciso sair daqui para conhecer maravilhas: temos artes, cachoeiras, esportes radicais, artes marciais, pesca, hotéis e outros atrativos a quem possa se interessar”, disse o governador Marcos Rocha na solenidade de lançamento do plano, na tarde de terça-feira (17), no auditório Rosilda  Shockness, 11º andar do prédio Rio Pacaás do Palácio Rio Madeira, em Porto Velho.

Coquetel e espetáculo musical marcaram a apresentação do portal rondoniatemtudo.ro.gov.br, que já pode ser acessado na internet. “O mapeamento dos pontos turísticos nos valoriza sobremaneira”, destacou o governador, ao mencionar os três programas idealizados pela Setur, visando à qualificação profissional de funcionários de empresas do setor e a promover o turismo interno entre 52 mil servidores estaduais.

“Eles terão hospedagem mais barata no programa Viaja Mais Servidor e, além disso, pessoas das próprias comunidades. bem treinadas, terão condições de trabalhar, podendo contar histórias de seus lugares” , disse Marcos Rocha.

O portal foi apresentado por Raaby Liandry de Souza Teixeira, da Superintendência do Estado para Resultados (EpR), na presença do superintendente da EpR, coronel Delner Freire.

Integrantes da equipe Guardiões foram elogiados pelo governador, que comemorou “mil novos serviços de prestação digital” até 2020.

Uma das novas plataformas a serem produzidas na EpR será o painel econômico do estado, com base nas informações da Superintendência Estadual do Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi)

“Hoje é o dia de celebração de resultados”, disse o superintendente da Setur, Gilvan Pereira. “São resultados das intenções do governador que, hoje, promove a força econômica motivada pelo turismo de cada região”.

Ele destacou os “parceiros gigantes”: Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Associação Brasileira de Agências de Viagem (ABAV), Federação do Comércio do Estado de Rondônia, entre outros.

“Com a participação de cada um e o esforço de nossa equipe, nos aproximamos de empresários e prefeituras que, há anos, trabalham o turismo e, agora, de mãos dadas, temos a chance de abrir novos horizontes”, reconheceu.

Durante seis meses, 25 municípios rondonienses trabalharam intensamente para ingressar na prateleira do Ministério do Turismo. Até o final do ano, pela primeira vez, o governo colocará seiscentas placas oficiais de sinalização turística.

Para promover seus produtos, Rondônia investirá R$ 50 mil na próxima feira da Abav, de 25 a 27 de setembro, em São Paulo. Trata-se da 47ª ABAV Expo Internacional de Turismo e 52º Encontro Comercial Braztoa, consolidada como uma das maiores e mais importantes feiras de negócios e turismo do Brasil.

Com o superintendente do Senac, Hilton Gomes, Gilvan assinou ato de entrega de R$ 732,47 mil para 580 cursos de capacitação da rede hoteleira e qualidade de atendimento.

CADASTRO DE PESSOAS FÍSICAS

A Setur distribuiu diversos fôlderes com informações impressas diversas. Uma delas, o Cadastur, do Ministério do Turismo, o sistema de cadastro de pessoas físicas que atuam no setor de turismo.

O cadastro garante diversas vantagens e oportunidades de negócios e é também uma importante fonte de consulta para o turista. Incentiva a participação em programas de qualificação promovidos e apoiados pelo ministério; acesso a financiamento por meio de bancos oficiais; apoio em eventos, feiras e ações ministeriais; e visibilidade nos sites do Cadastur e do Programa Viaje Legal.

Criado pelas Leis números 11.771/08 e 8.623/93, explica a obrigatoriedade para as seguintes atividades:

  • Acampamento turístico, agência de turismo, guia de turismo, parque turístico, organizadora de eventos, meio de hospedagem e transportadora turística.

E opcional para outras atividades:

  • Restaurante, cafeteria, bar e similares, parque aquático e empreendimento de lazer, locadora de veículos para turistas, prestador especializado em segmentos turísticos, casa de espetáculos e equipamentos de animação turística, empreendimentos de apoio ao turismo náutico ou à pesca desportiva, prestadora de infraestrutura para eventos e centro de convenções.

INSPIRAÇÃO PERUANA

O gestor da Setur mencionou o crescimento econômico de Nobres (MT), que dobrou para R$ 65 milhões o seu orçamento, graças à exploração do turismo.

“O Viaja mais servidor incentivará funcionários públicos a conhecer o estado.  Portal Rondônia Tem Tudo será a alavanca para impulsionar o turismo”, opina o superintendente.

Uma vez mais, ele lembrou que Rondônia inspirou-se no exemplo peruano, cujo escritório em São Paulo ajudou a ampliar o número de visitantes ao país vizinho. “A representante, Milagros Ochoa Koepke, viajou o Brasil”, disse.

“Em 2018, o Peru recebeu seis milhões de turistas internacionais enquanto o Brasil, com todas as suas potencialidades, recebeu 4,5 milhões; é como se escondêssemos um diamante”, acrescentou.

Milagros foi autora de uma frase histórica para a Setur: “Mostre o que Rondônia tem de mais rico em sua cultura”.

Essa dica seguida à risca multiplicou-se por cem ou mais itens versejados por Márcio Poeta, ao ser aplaudido juntamente com a dança do boi-bumbá da Companhia de Dança Yaporanga.

Além de representantes de empresas do setor, o ato de terça-feira foi prestigiado por secretários estaduais, pela embaixadora de Barbados (América Central), Resa Layne,  pelo presidente da Associação Rondoniense de Municípios (Arom),Claudiomiro Alves dos Santos, e pela prefeita de Cerejeiras, Lisete Marth. 

POTENCIALIDADES

Inicialmente, a Setur alinha as seguintes potencialidades:

  • Trinta e cinco cachoeiras, uma delas com 50m de altura, na Zona da Mata de Rondônia.
  • Comunidades indígenas, algumas se destacando pelo artesanato, rios, pedras, produção de café e frutas, e uma (Paíter-Suruí) pela floresta em pé que motivou o primeiro convênio de povos indígenas brasileiros com o Google Earth.
  • Pesca esportiva, que já visualizada no mundo, graças ao canal de pesca Baca, no Youtube. Fábio Fregona é o produtor, e já obteve mais de dez mil comentários. 

Semasf e Semusa firmam parceria para combater violência doméstica

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A secretária municipal adjunta de Assistência Social e da Família (Semasf), Ana Maria Negreiros, e a equipe do Centro de Referência Especializado da Assistência Social no Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência Doméstica e Familiar (Creas – Mulher), reuniram-se na sexta-feira (13) com o secretário adjunto municipal da Saúde (Semusa), Marcus Vinicius e sua equipe técnica, para apresentar o projeto “Orientando e Emponderando”; quand firmaram uma parceria como primeiro passo para colocá-lo em prática no âmbito do município de Porto Velho.

O objetivo do projeto é divulgar, informar e orientar os agentes comunitários de saúde a identificar mulheres vítimas de violência doméstica durante sua atuação profissional, bem como, alertá-las sobre a violência doméstica e familiar e, como se manifestar conforme a Lei nº 11. 340/2006(Lei Maria da Penha) além de divulgar e encaminhá-las aos serviços oferecidos pela Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família de Porto Velho por meio do Centro de Referência Especializado da Assistência Social no Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência Doméstica e Familiar (Creas – Mulher).

O projeto “Orientando e Emponderando” foi elaborado pela equipe do Centro de Referência Especializado da Assistência Social no Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência Doméstica e Familiar (Creas – Mulher) da Semasf, sob a orientação da coordenadora Vânia Tomaz.

“A reunião com a Semusa foi para articular projetos que visam fortalecer e ampliar a divulgação dos serviços, sobretudo intensificar o trabalho de prevenção e conscientização e combate à violência doméstica e familiar contra a mulher, tendo como perspectiva integrar ainda mais as ações de saúde e assistência social. Intensificar o trabalho de combate à violência contra a mulher tem sido uma recomendação constante do prefeito Hildon Chaves a Semasf”, disse a secretária adjunta, Ana Negreiros.

Comdecom

Sancionada lei que garante às mães o direito de amamentar durante concurso

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Mães terão direito de amamentar seus filhos durante a realização de concursos públicos de órgãos da administração direta e indireta da União. É o que estabelece a Lei 13.872 de 2019, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira (17) e publicada na edição desta quarta-feira (18) do Diário Oficial da União. A norma é oriunda do Projeto de Lei do Senado (PLS) 156/2015, do ex-senador e atual deputado federal José Medeiros (Podemos-MT).

O texto assegura a amamentação de filhos de até 6 meses de idade durante as provas e outras etapas do certame. A proposta estabelece que a mãe indicará um acompanhante responsável pela guarda da criança durante a realização do concurso. O acompanhante, que deverá chegar ao local até o horário estabelecido para o fechamento dos portões, ficará com a criança em local próximo, reservado à amamentação.

A mãe terá o direito de amamentar cada filho, se tiver mais de um, em intervalos de duas horas, por até 30 minutos cada um. O tempo despendido será compensado na realização da prova. Durante a amamentação, a mãe deverá ser acompanhada por um fiscal.

Só será garantido esse direito às mães que o solicitarem previamente aos organizadores do concurso, mediante um prazo a ser determinado em edital.

O projeto que deu origem à lei foi aprovado pelo Senado em setembro de 2015. Na Câmara dos Deputados, o texto teve sua tramitação encerrada em agosto deste ano. A lei entra em vigor após 30 dias a partir da publicação.

Fonte: Agência Senado

História de Suzane Von Richthofen será contada em dois filmes com versões diferentes

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A história de Suzane von Richthofen, jovem que planejou o assassinato dos pais em outubro de 2002, será contada em dois filmes, conforme anunciou a Galeria Distribuidora.

Antes previsto para ser lançado em 2019, o filme “A menina que matou os pais” ficou para 2020 e chegará aos cinemas acompanhado de “O menino que matou meus pais”. O segundo longa vai relatar a mesma história, mas contada sob um ponto de vista diferente.

Ambos chegarão aos cinemas em 2020, serão lançados no mesmo dia e terão suas sessões alternadas nas mesmas salas.

“É um caso único no cinema mundial essa produção exatamente da mesma história, porém com olhares diferentes. É uma oportunidade para o público analisar e chegar à sua própria conclusão sobre os fatos”.

“O público brasileiro tem se mostrado engajado com conteúdos como este, especialmente os baseados em histórias reais. Temos que ocupar esse espaço e oferecer ao espectador obras com qualidade e respeito”, afirma Gabriel Gurman, CEO da Galeria Distribuidora.

A distribuidora destaca ainda que a produção não tem relação com nenhum dos autores do crime e tem como fonte os autos do processo.

“Temos discutido muito internamente o que é verdade. O que ela fala e o que ele fala. É verdade? Se eles estão falando coisas diferentes, qual é a verdade?”.

” Um filme será a versão da Suzane e o outro, a do Daniel. São coisas que a gente descobriu na leitura do processo, versões, às vezes do mesmo fato, mas diferentes”, cita o diretor Maurício Eça.

Elenco

Suzane Von Richthofen será interpretada por Carla Diaz. Já o papel de Daniel Cravinhos ficou com o ator Leonardo Bittencourt.

“Fui educada amando meus pais. Então não entra na minha cabeça uma filha fazer isso com os próprios pais. Olhando para a história por esse ponto de vista, assumir esse papel é um grande desafio pra mim como atriz. É uma história tão trágica e tão chocante para todo mundo. Realmente acredito que histórias assim não podem ser esquecidas”, afirma Carla, que tinha 12 anos quando o crime aconteceu.

“A primeira coisa que me veio à cabeça é uma frase que a gente escuta desde a escola: ‘Você aprende História para não cometer os mesmos erros’, diz Leonardo ao relembrar o momento que recebeu o convite para estrelar o filme.

O ator também fala sobre o apoio de amigos e familiares para representar Daniel no longa. “Eles entenderam a grandiosidade do projeto e ficaram felizes por eu ter esse desafio pela frente”.

O crime

Manfred e Marísia foram mortos a pauladas enquanto dormiam. O crime foi cometido pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, à época namorado e cunhado de Suzane. Ela foi condenada a 39 anos de prisão por ter sido considerada mentora da ação.

Daniel Cravinhos já cumpre pena no regime aberto. Cristian estava no mesmo regime, mas foi preso em 2018 por posse ilegal de munição após se envolver em uma confusão em um bar de Sorocaba (SP).

#GenomicDay: Estudantes do Ensino Médio na mira da divulgação científica

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No dia 4 de outubro Porto Velho realizará mais uma edição do evento #GenomicDay, uma iniciativa que busca aproximar estudantes do Ensino Médio ao universo da pesquisa. Pesquisadores da Fiocruz Rondônia, em parceria com o Programa de Pós-graduação em Biologia Experimental (PGBIOEXP/Unir/Fiocruz RO), e Instituto Nacional de Epidemiologia na Amazônia Ocidental (INCT – EpiAmO), irão desenvolver palestras e oficinas sobre temáticas variadas, valorizando apresentações criativas e divertidas. Nesta edição, serão atendidos alunos do Instituto Carmela Dutra.

A primeira edição do projeto foi realizada em 2016, exclusivamente, no Instituto Oswaldo Cruz na Fiocruz – RJ. No ano seguinte, o evento foi organizado em três unidades: Fiocruz – RJ, Instituto Leônidas & Maria Deane (Fiocruz – Amazônia), e Instituto René Rachou (Fiocruz – Minas Gerais) além do Escritório Técnico Fiocruz – Mato Grosso do Sul. Em 2018, o evento foi mais abrangente, envolvendo unidades do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Brasília e o Escritório Técnico da Fiocruz Rondônia.

Para esta edição, o #GenomicDay irá extrapolar os muros da Fiocruz, visto que diferentes Instituições de Ensino Superior (IES) públicas também irão participar, em especial, Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), EMBRAPA – Gado de Corte e Instituto Federal do Acre (IFAC).

Veja a programação do #GenomicDay RO

ONGs brasileiras denunciam portaria 666 de Moro em reunião da ONU

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ONG Conectas Direitos Humanos, em parceria com a ONG Missão Paz, denunciou a portaria 666 do ministro Sergio Moro na 19ª reunião do Conselho dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) nesta quarta-feira, 18. A entidade afirmou que o documento publicado pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) “viola” alguns princípios constitucionais, como a presunção de inocência.

portaria 666 do Moro prevê a “deportação sumária de pessoa perigosa ou que tenha praticado ato contrário aos princípios e objetivos dispostos na Constituição Federal”. O texto considera como suspeitas as pessoas que tenham envolvimento com terrorismo, grupo criminoso organizado ou associação criminosa armada, tráfico de drogas, pessoas ou armas de fogo, pornografia ou exploração sexual infanto juvenil.

Para a Conectas, a portaria viola nova Lei de Imigração brasileira, aprovada em 2017. “O decreto [portaria] em questão viola a Nova Lei de Migração, o direito internacional e muitos princípios constitucionais, incluindo o princípio da dignidade humana, a presunção de inocência e o devido processo legal”, afirmou o porta-voz da entidade durante a reunião.

A ONG pediu que o Conselho de Direitos Humanos da ONU acompanhasse “os retrocessos relativos à proteção dos direitos humanos de migrantes, refugiados e requerentes de asilo no Brasil”. Ainda, a Conectas solicitou que o governo federal revogasse a portaria e que respeitasse “as disposições da Constituição brasileira, bem como a Nova Lei da Migração”.

O governo brasileiro rejeita os argumentos apresentados. Em pronunciamento durante a reunião, a delegação brasileira afirmou que a portaria é dirigida para pessoas envolvidas em terrorismo, crime organizado, tráfico de drogas ou armas e pornografia infanto juvenil. “Essas pessoas não seriam bem-vindas na maioria dos estados-membros da ONU”. O governo reiterou, ainda, que isso não seria aplicado a pessoas perseguidas no exterior por crimes puramente políticos ou de opinião.

“Desde abril de 2017, mais de 100 mil venezuelanos solicitaram o status de refugiado e mais de 70 mil solicitaram residência temporária em nosso país. Nós os recebemos com portas abertas e braços abertos. Antes deles, o Brasil recebeu milhares de sírios afetados pelo conflito em curso naquele país, bem como dezenas de milhares de haitianos afetados pelo terremoto de 2010 ”, concluiu.

A portaria em questão foi publicada no dia 26 de julho deste ano e foi questionada por diversas entidades brasileiras. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, na última sexta-feira, 13, afirmou que o dispositivo ofende o princípio da “dignidade humana”. Para ela, o documento viola os direitos à ampla defesa, fragiliza o direito ao acolhimento; e ofende os princípios da liberdade de informação e do acesso à Justiça.

Entre outras medias, a portaria 666 também prevê um rito de deportação menor do que a regra anterior estabelecida. A pessoa notificada terá 48 horas para apresentar sua defesa ou deixar o país. O suspeito pode apresentar recurso contra a deportação, mas a medida deve ser protocolada em até 24 horas. Anteriormente, era estabelecido um prazo não inferior a sessenta dias para o deportando tentar regularizar a sua situação no país.

Fim das curtidas pode reduzir vício e aumentar lucro de redes sociais

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São Paulo – O fim das curtidas pode reduzir o vício de acessar redes sociais e também aumentar os lucros das empresas por trás delas. O Facebook já testa o fim das curtidas em publicações no Instagram e, agora, novos indícios na imprensa internacional indicam que o mesmo pode acontecer com a rede social do Facebook.

Desde o começo deste ano, o Instagram começou a diminuir o alcance das publicações de usuários e marcas.

Um estudo feito pela consultoria de marketing Trust Insights analisou 1,4 milhão de publicações de mais de 3.600 marcas no primeiro semestre de 2019. A descoberta foi que houve queda de 18% no número de interações em publicações e que a taxa de engajamento caiu de 1,54% em abril para 0,9% em junho.

A consultoria InfuencerDB, que estuda o mercado de influenciadores, também constatou resultados semelhantes em um levantamento feito neste ano. A empresa analisou os conteúdos publicados com a hashtag #sponcon, relacionada com a publicação de conteúdos patrocinados. A descoberta foi de que o nível de engajamento caiu de 4% em 2016 para 2,4% em 2019, uma redução de 40%.

Yuval Ben-Itzhak, presidente da consultoria especializada em mídias sociais SocialBakers, diz a EXAME que tanto o Facebook quanto as empresas que anunciam nas suas redes sociais podem sair ganhando com o fim das curtidas.

“O Facebook testa a ocultação de curtidas com o objetivo de gerar engajamento mais autêntico com conteúdos, e não com o número de curtidas. Sobretudo, isso irá resultar em métricas de maior nível de confiança, tanto no caso de publicações orgânicas, quanto no caso daquelas que são pagas. Esse aumento pode fazer marcas gastarem mais em publicações na rede social. É um cenário em que todos ganham”, afirmou Ben-Itzhak.

“Esperamos que o teste remova a pressão do número de curtidas que cada publicação irá receber, de modo que seja possível dar atenção apenas às coisas que você ama”, afirmou Mia Garlick, diretora de política para o Facebook na Austrália e na Nova Zelândia, sobre o teste do fim das curtidas no Instagram, que acontecem em diversos país, inclusive no Brasil.

Fora isso, outros analistas veem na mudança uma iniciativa de combate ao vício. Robson Del Fiol, sócio da consultoria KPMG, afirma que a medida é parte de um freio que as plataformas digitais tentam impor ao uso compulsivo de redes sociais.

“Com as notificações, os aplicativos nos tornaram dependentes químicos da dopamina que é liberada no nosso corpo quando alguma novidade chega ao nosso celular. É por isso que os celulares ganharam até mesmo recursos podem limitar o tempo que passamos usando aplicativos”, disse Del Fiol a EXAME.

Vale notar que as curtidas não acabaram de vez. Ainda trata-se de um teste no Instagram e de reportagens não confirmadas oficialmente sobre testes semelhantes no Facebook. Por isso, quem ainda desejar ver os números de curtidas em publicações no Instagram pode visualizá-los na versão web do aplicativo.

Dos atendimentos mensais do Samu em Porto Velho, 45% são de acidentes de trânsito

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Com uma média de 1.600 ocorrências atendidas por mês pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), cerca de 45% são de traumas causados no trânsito. A afirmação é do médico cirurgião que faz parte da equipe de atendimento, Marcos Berti.

Segundo a responsável técnica do Serviço, Martha Cavalcante, em 2018 foram registrados 20.300 atendimentos. Destes, 2.200 foram acidentes de trânsito, e os horários de pico são quando mais acontecem, sendo a maioria pela manhã, entre 7h e 8h30. “É o horário que as pessoas estão atrasadas ou apressadas para chegarem no trabalho, e acabam causando o acidentes”.

A faixa etária das vítimas registradas pelo Samu é maioria de 26 a 40 anos de idade e, delas, a maior parte é do sexo masculino. À frente dos casos, estão os acidentes entre carro e moto, que em agosto foram 132. Já entre motocicletas o número foi de 29 acidentes. Entre carros o total registrado foi de 15 acidentes, e o total de atropelamentos no mesmo mês foi de 32.

“Há dias que em uma hora atendemos de 8 a 10 acidentes. Em dias de menos ocorrências a média é de 5 a 6 no mesmo espaço de tempo”, revela o médico do Samu, Marcos Berti.

Com sete ambulâncias disponíveis para o serviço, o Samu registra de 75 a 80 atendimentos em cada plantão de 24 horas. Durante o dia, também incluindo todos os serviços realizados, o número é de 40 a 60 atendimentos. Para acionar uma ambulância, a população deve ligar para o 192, e a chamada cairá diretamente na Central de Regulação Médica do próprio Samu.

Segundo Marcos Berti, ao ligar para a Central é preciso ter calma. “O técnico auxiliar de Regulação Médica atende e pega todos os dados do acontecimento, o que houve e o local. O técnico vai passar a ligação para o médico fazer o feed back com a pessoa para entender que tipo de ambulância vai deslocar, se uma de suporte avançado – que acompanha um médico, ou básico. Aí é acionado o regulador de frota que vai enviar a ambulância que estiver na vez da ocorrência”, explica.

O atendimento no local do acidente é medicina de trauma. “A maioria dos nossos médicos tem uma especialidade. Temos todo um aparato que favorece o atendimento. Quando se tem treinamento, tudo flui mais fácil. A maior dificuldade é querer vencer a morte e não conseguir, não pela falta de atributo profissional, mas pela gravidade da situação do paciente. Isso aí que nos deixa tristes por querer vencer e a vítima acabar morrendo. No mais, nossa equipe é bem preparada, não só na parte clínica como intensiva”, conta o médico.

No deslocamento, Berti diz que os condutores no trânsito já tem mais consciência quanto à abertura necessária para a passagem da ambulância, respeitando os sinais sonoros e luminosos. “Antes era mais difícil. Com a informação chegando mais facilmente para as pessoas, o observatório de mídia e a imprensa sempre reportando sobre esse tema, as pessoas começaram a mudar esse comportamento”.

RESGATE DOS BOMBEIROS 

Segundo o tenente Bombeiro Militar Héliton Buratti, com o período de seca e muitas ocorrências de queimadas e incêndios, apenas uma ambulância Resgate do Corpo de Bombeiros está atendendo na capital, já que a maior parte do efetivo está voltado para atender a esses chamados.

A corporação conta com mais duas viaturas, sendo uma reserva para atender Candeias do Jamari e Guajará Mirim. “Se quebra uma ambulâncias em uma dessas duas cidades nós enviamos a nossa reserva para eles usarem até que a deles seja consertada”.

O tenente diz que a média por dia de atendimento é de três a quatro acidentes, que são chamados via rádio pelo Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop), 190 ou 193.

“Nos horários de pico com o trânsito caótico, nosso tempo de deslocamento pode chegar até seis minutos em perímetro urbano, mas a média fora desses picos é de três a quatro minutos. Em casos mais graves, que precisam de um médico ou enfermeiro no local, os nossos socorristas fazem os primeiros socorros e acionam o Samu para esse tipo de atendimento”.

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