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segunda-feira, maio 18, 2026
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Prefeito Hildon Chaves assina a ordem de serviço para reforma da Unidade de Saúde Pedacinho de Chão

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A Prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), assinou ordem de serviço para reforma e ampliação da Unidade de Saúde da Família (USF) Pedacinho de Chão, localizada no bairro Embratel. O valor da contratação ultrapassa R$ 3 milhões, sendo que R$ 2,9 milhões são recursos viabilizados pelo deputado federal Coronel Chrisóstomo.

Secretária municipal de saúde, Eliana Pasini explicou que o projeto de construção abrange uma área de 758 metros quadrados e foi idealizado pela equipe de atenção básica da Semusa. Já o projeto arquitetônico foi totalmente desenvolvido pela equipe de engenharia e arquitetura da Secretaria Municipal de Resolução Estratégica de Convênios e Contratos (Semesc).

“A obra vai acontecer por etapa, sem afetar o atendimento diário dos pacientes da unidade. Nesse primeiro momento, o atendimento continua normalizado, sem alterações. No segundo momento, a unidade vai precisar mudar de local para o bom andamento das obras. Para tanto, a locação de outro imóvel já está em processo de contratação para viabilizar o andamento do projeto e não prejudicar os serviços de saúde ofertados à população”, enfatiza a secretária.

Secretário adjunto da Semesc, Eronildo Gomes do Santos explicou que a unidade vai ser totalmente reformada, seguindo o padrão adotado nos projetos da prefeitura, que inclui modernidade e acessibilidade. “Todas as nossas unidades da rede municipal de saúde estão sendo construídas com rede lógica mediante fibra óptica. Estamos substituindo todo o método antigo para o moderno, com inclusive circuito fechado de TV”, explicou o secretário.

Hildon Chaves explicou que melhorar as estruturas da rede municipal de saúde sempre foi prioridade em sua gestão, porém também foi o setor que mais sofreu com a pandemia.

“Graças a Deus retomamos e o sonho está se tornando realidade. Já inauguramos muitas unidades e até o final do ano teremos, pelo menos, mais seis novas unidades que serão entregues à população”, declarou.

O prefeito também destacou a modernidade das novas construções dos prédios públicos em Porto Velho. “Um projeto com padrão moderno, como tem sido as obras da prefeitura na atualidade. Os avanços são visíveis, estou satisfeito e feliz por assinar essa ordem de serviço hoje, dando start a essa obra numa região tão importante. Tenho certeza que vai proporcionar mais dignidade e respeito aos usuários desta tão importante unidade de saúde”, declarou o prefeito.

Presente na solenidade, o aposentado Flávio Luiz dos Santos é usuário antigo dos serviços da unidade e fez questão de estar presente na importante data. “Há anos a gente vem solicitando melhorias aqui na unidade. Estou muito feliz com a obra que vai beneficiar toda a comunidade com mais acomodações, serviços novos e nós merecemos. O bairro é muito grande e muita gente depende do posto de saúde”.

A licitação para a reforma e ampliação da USF Pedacinho de Chão aconteceu na modalidade de concorrência pública, tendo a empresa Engeral Construções Ltda como vencedora do certame.

A USF Pedacinho de Chão é responsável pelo atendimento da população dos bairros Embratel, Industrial, Rio Madeira, Nova Esperança e Pedacinho de Chão. Anualmente, a unidade realiza cerca de 16 mil atendimentos.

Rondônia supera número de participantes no Encceja para Pessoas Privadas de Liberdade

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Com 3.183 internos participando do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos para Pessoas Privadas de Liberdade (Encceja Nacional PPL), nos dias 29 e 30 de outubro, em todo o estado, Rondônia supera número de edições anteriores, e vem em uma crescente anual de participantes no Encceja PPL, que objetiva certificar os internos que alcançam nota mínima nos ensinos fundamental e médio.

Esse resultado é reflexo das ações de reinserção social por meio da educação, promovidas pelo governo do estado, por meio da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), executadas pela Gerência de Reinserção Social (Geres) através do Núcleo de Educação à Pessoa Privada de Liberdade (Nuedu).

OPORTUNIDADE DE AVANÇOS

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, alcançar a certificação no exame garante a oportunidade de avançar para as próximas etapas de ensino, como inserção em cursos profissionalizantes e graduação superior, possibilitando, além da remição de pena por meio do estudo, como garante a Lei de Execução Penal (LEP), o aprendizado e prática de uma profissão para ser desenvolvida durante e após o cumprimento de pena.

PLANEJAMENTO ANUAL

O secretário da Sejus, Marcus Rito ressaltou que, a cada ano o número de participantes aumenta devido ao planejamento anual do estado referente à educação no Sistema Prisional. “Nosso objetivo é que essa quantidade siga aumentando, e para que isso aconteça, todos os anos intensificamos os projetos de estudo e leitura, fomentando a prática dentro das unidades, a fim de que os reintegrandos consigam entender a importância da educação para viver uma vida economicamente estável.”

Os números são contabilizados desde 2017, e durante a aplicação conseguimos visualizar o crescimento do Sistema Prisional no que diz respeito à educação:

Edição 2017 – 549 inscritos;
Edição 2018 – 1.054 inscritos;
Edição 2019 – 1.232 inscritos;
Edição 2020 – 1.404 inscritos;
Edição 2021 – suspensa devido à pandemia da covid-19;
Edição 2022 – 2.169 inscritos;
Edição 2023 – 3.006 inscritos;
Edição 2024 – 3.183 inscritos.

Entenda as novas regras de financiamento imobiliário da Caixa

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A partir desta sexta-feira (1º), os mutuários que financiarem imóveis pela Caixa Econômica Federal terão de pagar entrada maior e financiar um percentual mais baixo do imóvel. O banco aumentou as restrições para a concessão de crédito para imóveis pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que financia imóveis com recursos da caderneta de poupança.

Para quem financiar imóvel pelo sistema de amortização constante (SAC), em que a prestação cai ao longo do tempo, a entrada subirá de 20% para 30% do valor do imóvel. Pelo sistema Price, com parcelas fixas, o valor aumentará de 30% para 50%. A Caixa só liberará o crédito a quem não tiver outro financiamento habitacional ativo com o banco.

O valor máximo de avaliação dos imóveis pelo SBPE será limitado a R$ 1,5 milhão em todas as modalidades do sistema. Atualmente, o crédito pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), com juros mais baixos, é restrito a imóveis de R$ 1,5 milhão, mas as linhas do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) não têm teto de valor do imóvel.

Segundo a Caixa, as mudanças se aplicam a futuros financiamentos e não afetarão as unidades habitacionais de empreendimentos financiados pelo banco. Nesse caso, em que o banco financia diretamente a construção, as condições atuais serão mantidas. A instituição financeira concentra 70% do financiamento imobiliário brasileiro e 48,3% das contratações do SBPE.

Em nota emitida há duas semanas, o banco justificou as restrições porque a carteira de crédito habitacional do banco deve superar o orçamento aprovado para 2024. Até setembro, a Caixa concedeu R$ 175 bilhões de crédito imobiliário, alta de 28,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Ao todo, foram 627 mil financiamentos de imóveis. No SBPE, o banco concedeu R$ 63,5 bilhões nos nove primeiros meses do ano.

“A Caixa estuda constantemente medidas que visam ampliar o atendimento da demanda excedente de financiamentos habitacionais, inclusive participando de discussões junto ao mercado e ao Governo, com o objetivo de buscar novas soluções que permitam expansão do crédito imobiliário no país, não somente pela Caixa, mas também pelos demais agentes do mercado”, explicou o banco em nota oficial.

Falta de recursos

O aperto na concessão de crédito habitacional decorre do maior volume de saques na caderneta de poupança e das maiores restrições para as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), aprovado no início do ano. Caso não limitasse o crédito, a Caixa teria de aumentar os juros.

Segundo o Banco Central (BC), a caderneta de poupança registrou o maior volume de saques líquidos do ano em setembro, com os correntistas retirando R$ 7,1 bilhões a mais do que depositaram. Esse também foi o terceiro mês seguido de retiradas. Outro fator que contribuiu para a limitação do crédito foi o aumento da demanda pelas linhas da Caixa, em meio à elevação das taxas nos bancos privados. Ainda não está claro se as mudanças serão revertidas em 2025, quando o banco tiver novo orçamento para crédito habitacional, ou se parte das medidas se tornarão definitivas no próximo ano.

Acusados de matar Marielle vão a júri popular hoje

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O julgamento dos ex-sargentos da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Ronnie Lessa e Élcio de Queiróz, acusados pelos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, acontece nesta quarta-feira (30), às 9h, no 4º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro.

Os réus serão ouvidos por videochamada. Atualmente, Ronnie Lessa está preso no Complexo Penitenciário de Tremembé, em São Paulo; e Élcio Queiroz, está detido no Complexo da Papuda, em Brasília.

O processo que levou à prisão Lessa e Queiroz tem 13.680 folhas, 68 volumes e 58 anexos.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) explicou que os jurados estarão incomunicáveis e dormirão nas dependências restritas do Tribunal de Justiça do Rio durante todo o período do processo.

Durante o julgamento, sete testemunhas devem ser ouvidas.

A acusação contará com o depoimento da única sobrevivente do atentado, a jornalista e assessora de Marielle, Fernanda Chaves, que acompanhava a vereadora e o motorista, além de familiares das vítimas e dois policiais civis.

O júri popular é composto pelo presidente do júri (Juiz de direito) e mais um grupo de jurados (cidadãos sem antecedentes criminais e que não possuem graduação em direito, sorteados para estar no dia do julgamento).

Deste grupo, sete integrantes compõem o conselho de sentença que irá definir a responsabilidade do acusado pelo crime.

Os acusados

Ronnie Lessa é um ex-sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro acusado de ser o executor do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes.

Lessa está preso desde 2019. Em 2023, ele foi expulso da corporação em decorrência do seu envolvimento no crime e, em 2024, o ex-militar firmou um acordo de delação premiada no inquérito que investigou a morte da vereadora.

Élcio de Queiroz é um ex-sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro acusado de ser o cúmplice de Ronnie Lessa na execução que resultou no assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes.

Ele era o motorista do carro usado para perseguir e matar a vereadora.

O ex-militar foi expulso da corporação em 2015, antes dos eventos pelo qual será julgado. Preso desde 2019, Queiroz aceitou um acordo de delação premiada em 2024 e nele confirmou que os tiros que alvejaram a vereadora e o motorista foram disparados por Ronnie Lessa.

Os réus respondem pelo crime de duplo homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, emboscada e dificuldade em garantir a defesa da vítima), além da tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves, única sobrevivente do atentado.

A expectativa da defesa dos acusados é por um julgamento rápido e com uma pena “justa”, devido ao acordo de delação premiada feito pelo MPRJ com os dois réus.

Mega-Sena acumula e prêmio sobe para R$ 105 milhões; veja números sorteados

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Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas hoje no concurso 2791 da Mega-Sena.

O que aconteceu:

  • Os números sorteados foram 02-03-11-25-37-43.
  • O próximo concurso será realizado na sexta, com prêmio estimado de R$ 105 milhões.
  • 127 apostas acertaram cinco dezenas e ganharam R$ 40.720,36.
  • Houve 9.900 jogos vencedores com quatro números; cada um deles fatura R$ 746,24.

Como faço para participar do próximo sorteio da Mega-Sena?

Você precisa fazer uma aposta de seis a 20 números nas lotéricas credenciais pela Caixa, ou no site especial de loterias do banco. Participam do próximo concurso todas as apostas registradas até 19h do dia do sorteio.

Quanto custa apostar na Mega-Sena?

Depende de quantos números você pretende colocar no jogo. A aposta mínima custa R$ 5, e você tem direito de escolher seis dezenas de 1 a 60. Se quiser colocar um número a mais para aumentar as chances de acerto, o preço do jogo sobe para R$ 35.

Quais foram os maiores prêmios dos concursos regulares da Mega-Sena?

  • 2.525, 01/10/2022, 2 apostas vencedoras; premiação total: R$ 317,8 mi
  • 2.237, 27/2/2020; 2 apostas vencedoras; premiação total: R$ 211,6 mi
  • 2.696, 05/3/2024; 1 aposta vencedora; premiação total: R$ 206,4 mi
  • 1.764, 25/11/2015; 1 aposta vencedora; premiação total: R$ 205,3 mi
  • 1.772, 22/12/2015; 2 apostas vencedoras; premiação total: R$ 197,4 mi
  • 2.463, 19/03/2022; 2 apostas vencedoras; premiação total: R$ 189,3 mi
  • 2.745, 04/07/2024; 3 apostas vencedoras; premiação total: 162,7 mi
  • 2.562, 08/02/2023; 2 apostas vencedoras; premiação total: 152,8 mi
  • 1.655, 22/11/2014; 2 apostas vencedoras; premiação total: R$ 135,3 mi
  • 2.548, 14/12/2022; 1 aposta vencedora; premiação total: R$ 134,8 mi
  • 2.161, 19/6/2019; 1 aposta vencedora; premiação total: R$ 124,2 mi
  • 2.189, 18/9/2019: 1 aposta vencedora; premiação total: R$ 120 mi
  • 1.220, 6/10/2010; 1 aposta vencedora; premiação total: R$ 119,1 mi

E quais são as minhas chances de ganhar na Mega-Sena?

Isso também varia de acordo com a quantidade de dezenas na sua aposta. Com a menor (R$ 5), com seis números, a chance de acertar todas as bolinhas sorteadas e faturar o prêmio maior é de uma em 50.063.860. Jogando uma dezena a mais (R$ 35), a probabilidade aumenta. Passa a ser de uma em 7.151.980. Quem estiver disposto a pagar mais de R$ 25 mil na aposta com 15 dezenas terá uma chance em 10.003 de cravar tudo e ficar milionário.

Se você desembolsar R$ 40 mil e jogar 16 números, terá uma chance em 6.252; com 17 números e R$ 61,8 mil investidos, você tem uma chance em 4.045; com 18 números você paga mais de R$ 92,8 mil e tem uma chance em 2.697; com 19 números desembolsa mais de R$ 135 mil e sua chance será uma em 1.845; e com 20 números você paga o valor máximo de R$ 193,8 mil e tem uma chance em 1.292.

Como funciona o bolão que a Caixa vende nas lotéricas?

Esses bolões são organizados pelas próprias lotéricas credenciadas pela Caixa. São apostas em grupo com preço mínimo estipulado em R$ 15 no caso da Mega-Sena. A cota mínima obrigatória por participante é de R$ 6. Nessa modalidade, pode existir uma taxa de serviço adicional de 35% do valor da cota. O bolão da Mega-Sena permite de duas a 100 cotas. Em cada bolão, é possível fazer dez apostas diferentes.

Governo publica MP que mantém imposto zero para pessoa física importar remédios

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Publicada em edição extra do Diário Oficial da União de sexta-feira (25/10) a Medida Provisória 1.271/2024 garante até 31 de março de 2025 a redução a zero da alíquota do Imposto de Importação incidente sobre medicamentos importados por pessoas físicas no âmbito do Regime de Tributação Simplificada (RTS). O limite é de US$ 10 mil.

A MP também promove uma série de ajustes formais nas importações realizadas por intermédio de empresas de comércio eletrônico no âmbito do RTS, visando facilitar e agilizar a liberação das mercadorias importadas. As medidas não ocasionam renúncia de receitas tributárias.

A Receita Federal esclarece que não há nenhuma alteração na alíquota de 20% incidente nas importações de até US$ 50 no âmbito do Programa do Remessa Conforme.

Conta de luz: medida do governo beneficiou bancos e só deve reduzir tarifas em 0,02%, diz Aneel

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Anunciada sob a promessa de reduzir as contas de luz em 3,5%, a medida do governo federal para aliviar as contas das distribuidoras de energia deve gerar um benefício global de apenas 0,02% aos consumidores.

A informação consta no voto do diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) Fernando Mosna. A agência se reuniu para debater a medida nesta terça-feira (29).

Segundo Mosna, os principais beneficiados não foram os consumidores, mas sim os bancos (leia abaixo).

A medida foi anunciada em abril deste ano. O Ministério de Minas e Energia esperava abater as contas em 3,5% ao antecipar verbas para as distribuidoras pagarem dois empréstimos tomados em anos anteriores:

  • a chamada “Conta Covid”, que cobriu custos extras durante a pandemia;
  • e a chamada “Conta Escassez Hídrica”, criada para enfrentar os custos da crise hídrica de 2021.

Nos dois casos, os encargos desses empréstimos vinham sendo repassados às contas de luz dos brasileiros.

Para pagar os valores, o governo antecipou depósitos feitos pela Eletrobras na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) – um encargo pago por todos os consumidores, e que tem crescido nos últimos anos.

O Ministério de Minas e Energia conseguiu antecipar R$ 7,8 bilhões, o suficiente para pagar a maior parte dos cerca de R$ 9 bilhões devidos pelas distribuidoras.

O benefício esperado para os consumidores, no entanto, não se concretizou.

Nas projeções da equipe de Alexandre Silveira, essa operação geraria uma economia de R$ 510 milhões – que seria revertida para as contas de luz dos brasileiros.

Contudo, depois de ir ao mercado financeiro para antecipar os valores da Eletrobras, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) calculou que o benefício seria de R$ 46,5 milhões — o que representa um desconto de 0,02% na conta de luz.

A CCEE chegou a reduzir ainda mais o benefício ao consumidor, para R$ 2,8 milhões – mas depois voltou atrás, relata a Aneel.

O cálculo final da economia para os consumidores seria então de R$ 46,5 milhões: quase 91% menor que o anunciado pelo governo.

Em nota, o Ministério de Minas e Energia disse que a medida estabeleceu como critério a comprovação do benefício ao consumidor e que o negócio levou à redução dos juros dos empréstimos.

“Nesse sentido, por naturalmente envolver incertezas inerentes a qualquer projeção, o resultado do benefício aos consumidores foi sendo atualizado ao longo do processo”, disse a pasta.

Além disso, segundo o ministério, “o critério objetivo estabelecido para a celebração da operação de antecipação não mensura os benefícios macroeconômicos decorrentes da redução tarifária, nem mesmo os benefícios sociais decorrentes do aumento da disponibilidade de renda das famílias brasileiras” (leia a nota na íntegra no fim desta reportagem).

Bancos são beneficiados

O voto do diretor Fernando Mosna revela ainda que a operação para antecipar os depósitos da Eletrobras prevê uma taxa de “waiver” [adicional] de 3% do total do saldo devido pelas distribuidoras.

Essa taxa foi negociada com os credores das contas Covid e Escassez Hídrica para que eles aceitassem o pagamento antecipado dos empréstimos.

O valor da taxa soma R$ 285,1 milhões – seis vezes maior que o benefício ao consumidor calculado pela CCEE.

“Em outras palavras, o protagonista do setor elétrico – o consumidor – foi utilizado como justificativa para uma operação financeira da qual não foi o maior beneficiário, enquanto os bancos se posicionaram como principais ganhadores”, diz Mosna, em seu voto.
Medida ‘seletiva’
A medida provisória que possibilitou o adiantamento dos valores e pagamento das dívidas teve um efeito positivo para consumidores de 50 distribuidoras – mas “retirou” dinheiro de outras 53 empresas.

“Quando a participação de uma distribuidora nas Contas Covid e Escassez é menor do que o valor que lhe cabe do aporte da CDE Eletrobras [depósito da Eletrobras na CDE], o resultado da operação de antecipação […] não se mostra benéfico, gerando, ao contrário, um prejuízo aos consumidores”, escreve Mosna.

Ou seja: na prática, enquanto beneficiou algumas distribuidoras – aquelas que tomaram empréstimos na pandemia e na crise hídrica de 2021 –, a medida acabou prejudicando as empresas que não fizeram essas operações crédito.

Na média, essa diferença também anulou as vantagens que seriam recebidas pelos consumidores.

Entre as distribuidoras mais “prejudicadas” estão Cemig, Coelba e Light.

Fiscalização

A diretoria da Aneel aprovou nesta terça-feira (29) a abertura de uma consulta pública sobre a regulamentação do benefício aos consumidores.

Além disso, a agência vai fiscalizar a atuação da CCEE na elaboração dos cálculos e no processo de antecipação dos depósitos da Eletrobras.

A fiscalização vai abordar “desde a análise cláusulas contratuais até a verificação das metodologias e premissas de cálculo do benefício ao consumidor”. Em seu voto, Mosna levanta a possibilidade de a CCEE ter atuado para inflar os dados de benefício.

O diretor também propôs encaminhar o processo ao Congresso Nacional, à Controladoria-Geral da União (CGU) e ao Tribunal de Contas da União (TCU) para apurar a atuação do secretário de Energia Elétrica, Gentil Nogueira.

Mosna foi seguido pelo diretor Ricardo Tili, mas os diretores Agnes Costa e Sandoval Feitosa — que comanda o colegiado — discordaram. O envio do processo, portanto, ficou pendente de decisão.

Leia a nota do Ministério de Minas e Energia:

Diferentemente dos empréstimos contratados no passado, a MPv nº 1.212/2024 estabeleceu como condição para a realização da operação de antecipação de recebíveis a caracterização de benefício aos consumidores.

As diretrizes para aferição desse benefício foram estabelecidas pela Portaria Interministerial MME/MF nº 1/2024, a qual estabeleceu que a operação deveria ser realizada quando as projeções indicassem que o cenário de realização da operação de antecipação resultasse, sob a ótica dos consumidores, em um valor presente líquido superior ao do cenário de não realização.

Nesse sentido, por naturalmente envolver incertezas inerentes a qualquer projeção, o resultado do benefício aos consumidores foi sendo atualizado ao longo do processo, considerando-se, dentre outros aspectos, a data de quitação dos empréstimos, as expectativas relativas à evolução da taxa DI e à inflação, a atualização dos saldos devedores das Contas Covid e Escassez Hídrica, bem como os demais custos administrativos, financeiros e tributários envolvidos.

Em termos práticos, as condicionantes estabelecidas a partir da MPv nº 1.212/2024 garantiram a negociação de taxas de juros significativamente menores que as anteriormente pactuadas. Enquanto os empréstimos das Contas Covid e Escassez Hídrica tiveram uma taxa de juros efetiva equivalente a CDI+3,6% ao ano, a operação de antecipação de recebíveis foi negociada com uma taxa efetiva equivalente a CDI+2,2% ao ano.

Em relação aos impactos tarifários, a ANEEL divulgou comunicado, em 19 de agosto de 2024, indicando os benefícios da medida. Em termos específicos, a Agência relatou que a medida implicaria uma redução tarifária média de 1,8%. Destaca-se que essa redução, conforme explicado pela Agência em seu comunicado, já considerava o não recebimento dos recursos da Eletrobras, em 2025, os quais serão destinados ao pagamento dos credores da operação de antecipação.

Dando continuidade ao processo, nesta terça-feira, 29/10, a ANEEL decidiu pela abertura de consulta pública para discutir proposta de regulamentação dos efeitos para cada distribuidora da quitação antecipada das Contas Covid e Escassez, nos termos da Medida Provisória nº 1.212/2024 e da Portaria Interministerial MME/MF nº 1/2024.

Por fim, deve-se destacar que os impactos da quitação antecipada extrapolam o benefício mensurado na forma proposta pela referida Portaria Interministerial. Afinal, o critério objetivo estabelecido para a celebração da operação de antecipação não mensura os benefícios macroeconômicos decorrentes da redução tarifária, nem mesmo os benefícios sociais decorrentes do aumento da disponibilidade de renda das famílias brasileiras.

Produtores de café de Rondônia recebem premiação no 9º Concafé, em Cacoal

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O governo de Rondônia realizou a premiação dos vencedores do 9º Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia (Concafé) em evento realizado no município de Cacoal, no sábado (26). O concurso, que visa reconhecer e promover a produção sustentável do café robusta, contou com a participação de cerca de 20 municípios, divididos em 5 regionais, destacando a crescente valorização da qualidade do café produzido no estado.

A Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) tem se empenhado em organizar o concurso anualmente, onde as amostras de café passam por rigorosas etapas de análise. A seleção inclui testes de umidade e análises sensoriais conduzidas por profissionais certificados pelo Coffee Quality Institute (CQI). A premiação deste ano totalizou mais R$ 153 mil, reafirmando o engajamento do governo de Rondônia com o desenvolvimento do setor.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, enfatizou a relevância da qualidade do café do estado, que vem ganhando reconhecimento em várias partes do Brasil. “Estamos investindo em tecnologias e incentivos para que nossos produtores possam alcançar novos patamares de qualidade. O Concafé é uma vitrine para o mundo, mostrando a excelência dos cafés robustas de Rondônia. Este prêmio é uma forma de valorizar o esforço e trabalho dedicado ao cultivo, desde os cuidados na colheita até o processamento.”

VENCEDORES DO CONCAFÉ 2024

O grande vencedor do 9º Concafé foi o produtor, Altivo Eduardo Berdes, de Rolim de Moura. O 2º lugar ficou para a cidade de Cujubim, com Rosany Cristina da Silva Sigoli. E em 3º lugar, o produtor, Everton da Silva Xavier do município de Novo Horizonte d’Oeste.

Durante o evento, o vice-governador, Sérgio Gonçalves destacou que, a cadeia produtiva do café é uma verdadeira vencedora. “Estamos comprometidos em incentivar a criação de um ambiente para impulsionar esse setor. Este evento representa uma oportunidade para expor tudo o que foi produzido, valorizando nossos cafeicultores. É um investimento que reflete o avanço da nossa cultura cafeeira.”

Com a realização do Concafé, o governo de Rondônia reafirma seu compromisso em promover a excelência na produção, fortalecendo a identidade e o mercado do café robusta do estado.

O secretário da Agricultura, Luiz Paulo, parabenizou todos os envolvidos no evento, evidenciando que, cada conquista dos cafeicultores representa um avanço significativo à cadeia produtiva do estado. “Nossos agricultores estão se destacando, e essas vitórias são a soma de muito trabalho e dedicação. Cada participação no Concafé é um passo em direção ao fortalecimento do agronegócio”, enfatizou.

PREMIAÇÃO DO 9º CONCAFÉ

CATEGORIA DE PREMIAÇÃO: SUSTENTABILIDADE

1º lugar: Ronaldo da Silva Bento, de Cacoal;

2º lugar: João da Luz, de Cacoal;

3º lugar: Altivo Eduarto Berdes, de Rolim de Moura.

CATEGORIA DE PREMIAÇÃO: REGIONAL CENTRAL

1º lugar: Sirlene Paixão Eleotério, de Jaru;

2º lugar: Aurélio da Luz Lopes, do Vale do Anari;

3º lugar: Sérgio da Silva Pereira, de Tarilândia.

MADEIRA MAMORÉ

1º lugar: Mateus Maia de Oliveira Vieira, de Nova Mamoré;

2º lugar: Rogênia Scheila Schutz, de Candeias do Jamari;

3º lugar: Maria Santana de Oliveira Costa, de Itapuã do Oeste.

VALE DO JAMARI

1º lugar: Rosany Cristina da Silva Sigoli, de Cujubim;

2º lugar: Maria Aparecida Barbosa da Silva, de Monte Negro;

3º lugar: Janete Almeida da Silva, de Ariquemes.

VALE DO GUAPORÉ

1º lugar: Sebastião Raimundo dos Santos, de Alvorada do Oeste;

2º lugar: Angela Maria Coutinho Pessoa, de Seringueiras;

3º lugar: Jaqueline Silva Barboza, de São Miguel do Guaporé.

RIO MACHADO

1º lugar: Magaíver Pezzin, de Cacoal;

2º lugar: Loriane Perted Bento, de Cacoal;

3º lugar: João Alves da Luz, de Cacoal.

ZONA DA MATA

1º lugar: Altivo Eduardo Berdes, de Rolim de Moura;

2º lugar: Everton da Silva Xavier, de Novo Horizonte d’Oeste;

3º lugar: Maria Auxiliadora da Silva, de Novo Horizonte d’Oeste.

CATEGORIA DE PREMIAÇÃO: GERAL

1º lugar: Altivo Eduardo Berdes, de Rolim de Moura;

2º lugar: Rosany Cristina da Silva Sigoli, de Cujubim;

3º lugar: Everton da Silva Xavier, de Novo Horizonte d’Oeste;

4º lugar: Magaíver Pezzin, de Cacoal;

5º lugar: Maria Auxiliadora da Silva, de Santa Luzia d’Oeste.

Homem fica um mês preso em parque nos EUA e sobrevive à base de frutas vermelhas e água

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Um homem sobreviveu à base de cogumelos, frutas vermelhas e água após ficar preso por mais de um mês no parque nacional North Cascades, em Washington, nos Estados Unidos.

Robert Schock relatou à revista People que se sentiu ‘perto da morte’ durante o tempo que ficou preso. Ele disse, ainda, que a experiência o ‘envelheceu vários anos’ e jurou nunca mais retornar ao parque.

Schock contou que foi até o parque para realizar a trilha Hannegan Pass no dia 31 de julho com seu cachorro, planejando correr cerca de 32 km. Mas ele não ia ao local há muito tempo e, com os incêndios florestais em 2021, a trilha foi destruída.

O homem foi à trilha com um mapa antigo, mas logo se perdeu na trilha, e o telefone acabou a bateria no segundo dia de desaparecimento. No terceiro dia, Robert mandou o cachorro encontrar o caminho de casa. Pouco tempo depois, o carro de Robert e o cão foram vistos pelas autoridades, que já sabiam do desaparecimento.

Robert não tinha equipamentos para passar a noite e se sustentava com frutas vermelhas, água e cogumelos. Ao ver um helicóptero passando próximo ao local, gritou por socorro. Dias depois, já no dia 30 de agosto, ele estava na margem de um rio quando começou a passar mal e pensou que não sobreviveria a noite.

Nessa hora, ele decidiu gritar pela última vez e foi ouvido por membros da Pacific Northwest Trail Association, que o resgataram. Ele foi encontrado, segundo a associação, “vivo, mas não bem” e conseguiu sobreviver “contra probabilidades improváveis e com grande custo psicológico.

Robert foi levado às pressas de helicóptero para um hospital, onde ficou dias recebendo alimentação intravenosa. Poucos dias depois, recebeu alta e viajou para Ohio, local onde cresceu, para continuar a recuperação.

Estudo do Ipea aponta injustiça tributária no Brasil

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Diagnóstico publicado nesta terça-feira (29) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela distorções do sistema tributário brasileiro que permitem que os contribuintes mais ricos paguem proporcionalmente menos impostos do que pessoas com rendimentos menores, como os trabalhadores assalariados.

De acordo com estudo assinado pelo economista Sérgio Wulff Gobetti, pesquisador de carreira do Ipea, “os rendimentos do capital são, em geral, menos tributados que os do trabalho”, e “os mais ricos têm uma maior proporção de suas rendas relacionadas à remuneração do capital, disto resulta uma incidência do imposto de renda pouco progressiva ou até regressiva no topo da pirâmide.”

A análise considera o Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas (IRPF), o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social do Lucro Líquido (CSLL). Os dados são da Receita Federal do Brasil.

Aproximadamente 800 mil contribuintes com renda média de R$ 449 mil por ano pagam no máximo 14,2% de alíquota, o mesmo percentual usado para calcular o Imposto de Renda devido por uma pessoa assalariada que receba R$ 6 mil de vencimentos.

A alíquota de 14,2% é o ponto máximo de tributação entre os contribuintes mais ricos. A partir daí, cessa a progressividade da cobrança de impostos e contribuições, e as alíquotas diminuem paulatinamente à medida que os rendimentos dos declarantes aumentam.

Quando a renda média anual é de R$ 1,053 milhão, valor obtido por 1% dos contribuintes mais ricos (1,536 milhão de pessoas), a alíquota cai para 13,6%. Se a renda média anual sobe para R$ 5,295 milhões (obtida por 153 mil pessoas, 0,1% dos declarantes), a proporção de Imposto de Renda a pagar desce para 13,2%. Se a renda média anual alcança R$ 26,036 milhões (obtida pouco mais de 15 mil pessoas, 0,01% dos declarantes) a alíquota chega a 12,9%.

Renda concentrada

Na parcela de 0,01% dos declarantes mais ricos, 81% da renda procedem de ganhos de capital, lucro e juros ou de atividade rural. Entre os declarantes que foram o estrato de 0,1% mais rico, 77% da renda advêm dessas fontes. Entre os 1% mais ricos, 66% da renda são obtidos por esses meios.

“A renda acumulada pelo 1% mais rico também é um bom indicador de concentração e, no caso brasileiro, atingiu aproximadamente 23,6% da renda disponível bruta das famílias em 2022”, assinala o estudo.

A regressividade na proporção de imposto a ser recolhido pelos estratos mais ricos da sociedade brasileira “é reflexo de inúmeras distorções e privilégios perpetuados no sistema tributário brasileiro”, descreve Gobetti nas conclusões de sua análise.

Benefícios e privilégios

Para o economista, entre as disfunções do sistema tributário nacional “destacam-se não só a isenção sobre lucros e dividendos distribuídos a pessoas físicas (caso raro no mundo atual) como também os benefícios inerentes aos regimes especiais de tributação e as brechas existentes no regime de lucro real, que tornam a tributação do lucro das empresas brasileiras tão díspar entre diferentes corporações e setores econômicos.”

Sérgio Gobetti avalia que o país tem um sistema tributário “que premia os empresários que adotem mais estratagemas de planejamento tributário ou simplesmente restrinjam a escala de seus negócios aos limites dos regimes especiais, como no caso brasileiro, [o que] gera vantagens comparativas que nada têm a ver com a atividade econômica em si.”

Os benefícios concedidos às empresas têm efeitos fiscais e oneram as contas públicas. A estimativa do Ipea é que cerca de R$ 180 bilhões deixaram de ser recolhidos entre 2015 e 2019 pelas empresas que optaram pelos regimes de tributação Simples e de Lucro Presumido.

Considerada a inflação, o valor atualizado seria de R$ 300 bilhões. As empresas que pagam imposto por aqueles regimes especiais arrecadaram apenas 25% do que pagariam caso fossem recolher tributos conforme o lucro real.

O estudo Progressividade Tributária: Diagnóstico para uma Proposta de Reforma foi publicado como nota técnica da Carta de Conjuntura disponível no site do Ipea.

Para o autor, “é fundamental”, no debate público, “mostrar que a falta de equidade com que a renda em geral (e o lucro das empresas, em particular) é tributada tem consequências negativas não só sobre a justiça fiscal, mas também sobre a eficiência econômica.”

A regulamentação da reforma tributária em discussão no Congresso Nacional poderá reverter a regressividade de impostos e contribuições. Na semana passada, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprovou um plano de trabalho para avaliar o projeto de lei que regulamenta a reforma tributária, conforme noticiou a Agência Brasil.

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