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segunda-feira, maio 18, 2026
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CFM: a cada três horas, um médico é vítima de violência no Brasil

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Dados do Conselho Federal de Medicina (CFM) indicam que, a cada três horas, um médico é vítima de violência enquanto trabalha em um estabelecimento de saúde público ou privado no Brasil.

O levantamento, divulgado nesta terça-feira (22), foi feito com base em boletins de ocorrência registrados em delegacias de polícia civil de todos os estados brasileiros entre 2013 e 2024.

Atualmente, o país registra média de nove casos de violência contra médicos em ambiente de trabalho por dia, de acordo com a entidade.

“Os dados mostram que a situação fica cada vez mais fora de controle, uma vez que o volume de queixas vem aumentando ano após ano. O recorde foi batido em 2023, mas os dados completos de 2024 somente serão conhecidos ano que vem”, avaliou o CFM em nota.

Ocorrências

Foram contabilizados, ao todo, 38 mil boletins de ocorrência em que médicos aparecem como vítimas de ameaça, injúria, desacato, lesão corporal e difamação dentro de unidades de saúde, hospitais, consultórios, clínicas, prontos-socorros e laboratórios. Segundo o levantamento, 47% desses registros são contra mulheres. Há, inclusive, registros de mortes suspeitas de médicos dentro de estabelecimentos de saúde.

Recorde

Em 2013, foram registrados pouco mais de 2,7 mil boletins de ocorrência desse tipo no país. Dez anos depois, em 2023, o número alcançou a marca de 3,9 mil casos, a maior da série histórica.

“Isso significa dizer que, em média, apenas no ano passado, foram contabilizados 11 boletins de ocorrência por dia no país por conta de situações de violência contra médicos no local onde atuam”, destacou o CFM.

Autores

Os números mostram ainda que 66% dos casos ocorrem em municípios do interior do Brasil. Os autores dos atos violentos são, em grande parte, pacientes, familiares de pessoas atendidas e desconhecidos. Há ainda casos minoritários de ameaça, injúria e até lesão corporal cometidos por colegas de trabalho, incluindo enfermeiros, técnicos, servidores e outros profissionais da saúde.

Estados

São Paulo, que responde atualmente como a unidade federativa com o maior número de registros médicos do país (26% do total), registrou quase a metade dos casos de violência em termos absolutos – 18 mil dos 38 mil contabilizados no Brasil. No estado, a média de idade dos médicos que sofrem algum tipo de violência é 42 anos e cerca de 45% dos registros foram contra médicas.

De acordo com os dados, 45% dos ataques a médicos em São Paulo (8,4 mil casos) ocorreram dentro de hospitais (pronto-socorro, unidade de terapia intensiva, centro cirúrgico e consultório). Em seguida, entre as maiores ocorrências, estão postos de saúde (18%), clínicas (17%) e consultório (9%). O restante ocorreu em laboratórios, casas de repousos e outros tipos de estabelecimentos.

Já o Paraná, que aparece como o quinto estado com a maior quantidade de médicos, figura em segundo lugar no ranking de violência contra profissionais em estabelecimentos de saúde. A unidade federativa responde por, pelo menos, 3,9 mil casos de ameaça, assédio, lesão corporal, vias de fato, injúria, calúnia, difamação, desacato e perturbação do trabalho contra médicos registrados entre 2013 e 2024. Curitiba concentra 12% dos registros.

Em terceiro lugar está Minas Gerais, segundo estado com o maior número de médicos do Brasil. A Polícia Civil do estado registrou 3.617 boletins de ocorrência envolvendo esse tipo de violência, sendo 22% deles na capital Belo Horizonte.

De acordo com o CFM, o Rio Grande do Norte não encaminhou as informações solicitadas a tempo e o Acre informou não ter os dados em sua base. Já Mato Grosso e Paraná informaram dados relativos à violência em hospitais e clínicas médicas contra qualquer profissão – a partir daí, o conselho elaborou uma estimativa mínima de 10% que envolveria apenas médicos.

Estimativa semelhante foi feita com o Rio de Janeiro, onde a maioria das ocorrências não tem a profissão da vítima; e com as informações prestadas pelo Rio Grande do Sul, que forneceu apenas dados de violência contra médicos sem definir o local onde ocorreu o fato.

Orientações

Em casos de ameaça, o CFM orienta que o médico:

  • Registre ocorrência na delegacia mais próxima ou online;
  • Informe, por escrito, às diretorias clínica e técnica da unidade hospitalar sobre o ocorrido;
  • Apresente dados dos envolvidos e testemunhas;
  • Encaminhe o paciente a outro colega, se não for caso de urgência e/ou emergência.

Se a ocorrência envolver agressão física, a entidade indica que o profissional:

  • Compareça à delegacia mais próxima e registre boletim de ocorrência (haverá necessidade de exame do corpo de delito);
  • Apresente dados dos envolvidos na agressão e de testemunhas;
  • Comunique o fato imediatamente às diretorias clínica e técnica da unidade hospitalar para que seja providenciado outro médico para assumir suas atividades.

Lira: limitar decisões monocráticas garante mais previsibilidade e transparência à atuação judicial

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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 8/21, que limita as decisões monocráticas (individuais) dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de outros tribunais superiores. Segundo Lira, a proposta não visa suprimir função jurisdicional do STF nem significa uma interferência na autonomia de um Poder.

Em manifestação à Suprema Corte, Lira afirmou que a proposta não fere cláusulas pétreas e respeita a autonomia dos poderes constitucionais.

O presidente encaminhou o documento ao ministro do STF Nunes Marques, que é relator do pedido de suspensão de tramitação da proposta.

As ações para interromper a tramitação da PEC foram apresentadas pelos deputados Paulo Pereira da Silva (Solidariedade-SP), o Paulinho da Força; e Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ). Eles afirmam que a proposta é inconstitucional, pois tendem a abolir cláusulas pétreas da Constituição.

“A proposta mantém intactas as garantias de independência e harmonia entre os Poderes, de modo que as alegações de violação a cláusulas pétreas não se sustentam”, rebateu o presidente da Câmara.

Aprimoramento

“O objetivo primordial da PEC é a racionalização do exercício de medidas cautelares e de decisões monocráticas, conferindo maior previsibilidade e transparência à atuação judicial”, afirmou Lira.

“Trata-se, portanto, de um aprimoramento da dinâmica jurisdicional, respeitando os limites constitucionais e preservando a independência funcional do Judiciário.”

Segundo Lira, a PEC 8/21 promove o equilíbrio entre os Poderes sem prejudicar o controle de constitucionalidade do STF.

O presidente afirmou que a medida reforça o princípio da colegialidade, ao assegurar que decisões de grande impacto político ou social sejam apreciadas pelo plenário da Corte.

Decisão legítima

“A deliberação pelo Congresso Nacional deve ser considerada legítima, sem que se precipite um controle prematuro de constitucionalidade, uma vez que não há manifesta ofensa às cláusulas pétreas da Constituição”, insistiu Lira.

“Importa salientar que o controle de constitucionalidade preventivo é uma medida excepcional, destinada apenas a situações nas quais ocorra clara e incontestável violação dos preceitos constitucionais”, acrescentou.

Lira defendeu que o Congresso decida sobre a proposta e que o texto siga a tramitação regimental no processo legislativo. Segundo o presidente, o respeito à tramitação é um reflexo do equilíbrio institucional entre os poderes e do respeito ao processo legislativo autônomo e livre de interferências.

Parâmetros para o STF

Arthur Lira afirmou a proposta estabelece parâmetros para que o STF se manifeste de forma ágil e eficaz sobre questões de grande relevância, sem comprometer a qualidade ou o alcance de suas decisões.

“Ao fixar o prazo de seis meses para o julgamento do mérito de decisões cautelares, com a inclusão automática na pauta após esse período, a proposta visa a combater a perpetuação de decisões provisórias que muitas vezes se arrastam indefinidamente, gerando insegurança jurídica”, argumentou o presidente da Câmara.

CAE aprova garantia de alimentos a mulheres vítimas de violência

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A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (22) o projeto de lei (PL) 996/2023, que prevê a garantia de alimentos a mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. O texto da senadora Teresa Leitão (PT-PE) recebeu parecer favorável da senadora Augusta Brito (PT-CE) e segue para a Câmara dos Deputados — a não ser que haja recurso para votação no Plenário do Senado.

O projeto insere um dispositivo na Lei 11.346, de 2006, para incluir, entre os destinatários do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), os locais de acolhida e apoio à mulher vítima de violência doméstica e familiar e seus dependentes.

— Como há grande proporção de vítimas de violência doméstica em condições de vulnerabilidade social, é fundamental que o Estado ofereça o suporte necessário a essas mulheres na busca de um mínimo de dignidade e a chance de reconstruir as suas vidas. O PL 996/2023 permite a integração de uma importante política de amparo social, o Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional, com a Lei Maria da Penha — disse Augusta Brito, que foi a relatora da matéria.

Para a autora do projeto, senadora Teresa Leitão, é preciso assegurar o funcionamento da rede de atendimento à mulher em situação de violência e doméstica.

— É mais uma forma de garantir apoio e acolhimento às mulheres vítimas de violência. Essa é uma luta grande, que precisar ser gravada em todas as frentes — afirmou.

Brasil usa “regra de consenso” para tentar barrar Venezuela nos Brics

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Diplomatas brasileiros envolvidos nas negociações na Cúpula dos Brics relataram que o Brasil usa o argumento de que é necessário haver consenso entre os países do grupo para barrar novos integrantes.

A “regra do consenso” está sendo usada nos bastidores especialmente como justificativa para impedir a entrada da Venezuela.

“Não creio que haja veto à Venezuela no sentido formal, mas as decisões são normalmente por consenso”, disse à CNN o assessor internacional da Presidência da República, Celso Amorim.

Na segunda-feira (21), ele já havia dito à CNN ser contrário à entrada do país no grupo.

O país vizinho, porém, tem apoio de China, Rússia e Irã.

O problema para o Brasil é que a “regra de consenso” não existe formalmente. As entradas acabam ocorrendo a partir de um processo muito mais político do que jurídico.

Isso significa que, a despeito de o Brasil ou qualquer outro país colocar objeções à entrada de um novo país, isso vai sendo arbitrado dentro de uma negociação política.

Originalmente, os Brics são formados por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Recentemente, houve a ampliação e entrada de Irã, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Egito.

Avião da FAB cai na Grande Natal; piloto ejetou antes do acidente

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Um caça da Força Aérea Brasileira (FAB) caiu no início da tarde desta terça-feira (22) em Parnamirim (RN)na região metropolitana de Natal (RN). Ainda não há informação sobre mortos ou feridos.

Segundo a FAB, o avião, modelo F-5M, fazia um voo de treinamento. A corporação diz que, após perceber problemas no caça, o piloto voou para uma “região desabitada” e ejetou da “aeronave com sucesso”. Ele foi resgatado com vida.

Não há informação sobre vítimas em solo.

O Corpo de Bombeiros informou que, após a queda, foi iniciado um incêndio, que está sendo combatido por agentes da corporação.

A ocorrência será apurada pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão que é vinculado à Força Aérea Brasileira.

A cidade de Parnamirim possui uma base aérea da FAB.

Ministério da Agricultura divulga nova lista de marcas de azeite fraudadas e impróprias para consumo

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) emitiu um novo alerta de risco aos consumidores sobre a comercialização de 12 marcas de azeite de oliva desclassificadas por fraude.

São elas: Grego Santorini, La Ventosa, Alonso, Quintas D’Oliveira, Olivas Del Tango, Vila Real, Quinta de Aveiro, Vincenzo, Don Alejandro, Almazara, Escarpas das Oliveiras e Garcia Torres.

As fiscalizações e coletas de amostras são conduzidas pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal da Secretaria de Defesa Agropecuária, com análises realizadas no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA). Com base nos testes físico-químicos, os produtos foram desclassificados por não atenderem aos padrões de identidade e qualidade, sendo considerados impróprios para consumo.

As análises detectaram a presença de outros óleos vegetais, não identificados, na composição dos azeites, comprometendo a qualidade e a segurança dos produtos. Os produtos também representam risco à saúde dos consumidores, dada a falta de clareza sobre a procedência desses óleos.

Algumas das empresas responsáveis por essas marcas estão com CNPJs suspensos ou baixados pela Receita Federal, o que reforça a suspeita de fraude. A comercialização desses produtos configura uma infração grave, e os estabelecimentos que continuarem a vendê-los poderão ser responsabilizados.

Veja abaixo a lista com marcas e lotes:

Consumidor

Consumidores que adquiriram essas marcas devem interromper o uso imediatamente e buscar a substituição conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor. Já as denúncias sobre a venda de produtos fraudulentos podem ser feitas por meio do canal oficial Fala.BR, com a indicação do local de compra.
Esta operação faz parte de uma série de ações do Mapa para combater fraudes no mercado de azeites, que é apontado como o segundo produto alimentar mais fraudado no mundo.

Dicas

Para evitar ser enganado, alguns cuidados devem ser tomados na hora de escolher os produtos:

– Desconfie sempre de preços abaixo da média;

– Se possível verifique se a empresa está registrada no Mapa;

– Confira a lista de produtos irregulares já apreendidos em ações do Mapa;

– Não compre azeite a granel;

– Esteja atento à data de validade e aos ingredientes contidos;

– Opte por produtos com a data de envase mais recente.

Estudo coloca Brasil como 8º país mais assustador para dirigir

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Um estudo do site britânico Scrap Car Comparison identificou os países onde os turistas se sentem mais nervosos ao dirigir. Na lista, a Índia se destaca como o destino mais intimidante, com pontuação média de 7,15, seguida pela Venezuela e Zimbábue. O Brasil ocupa o oitavo lugar, com pontuação de 6,71.

A pesquisa, que envolveu dois mil motoristas de dez países, pediu que classificassem seu nível de nervosismo ao dirigir em escala de um a dez. Os motoristas expressaram preocupações, como dirigir no lado oposto da estrada e os hábitos de condução locais, que aumentam a ansiedade.

Entre os países que geram mais nervosismo, a Índia é citada devido ao seu tráfego caótico e imprevisível, com ruas repletas de carros, motocicletas e até animais.

No ranking, países da Ásia, África e América do Sul dominam as primeiras posições, enquanto nenhum país europeu aparece entre os dez primeiros, embora Hungria, Itália e Grécia sejam mencionados como locais onde os motoristas se sentem mais apreensivos.

Os dez países que mais causam medo para se dirigir:

1.Índia – 7,15;
2.Venezuela – 6,97;
3.Zimbábue – 6,90;
4.Marrocos – 6,87;
5.Tailândia – 6,86;
6.China – 6,84;
7.Tunísia – 6,79;
8.Brasil – 6,71;
9.Colômbia – 6,71;
10.Malásia – 6,70.

Índia foi considerado o país mais intimidador para se dirigir (Imagem: Kitikun Koson/Shutterstock)

Por outro lado, a Holanda é considerada o país mais tranquilo para dirigir, com pontuação de 4,41, devido a suas estradas bem conservadas. O Reino Unido aparece em 26º lugar, com média de 5,71, refletindo desafios, como tráfego em mão única.

Os principais motivos para o nervosismo ao dirigir no exterior incluem a preocupação com o lado da estrada, a direção imprudente de outros motoristas e a possibilidade de infringir leis de trânsito.

David Kottaun, gerente de operações da Scrap Car Comparison, enfatizou a importância da preparação antes de dirigir em um novo país.

Ele sugeriu que os motoristas pesquisem as leis de trânsito locais e usem aplicativos de navegação para reduzir a ansiedade. Para aqueles que se sentirem sobrecarregados, o transporte público é alternativa recomendada, priorizando sempre a segurança.

Produtores de Rondônia avançam para fase final do Concurso Nacional do Cacau Especial

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Mais uma vez, Rondônia é destaque na produção de cacau com sustentabilidade e qualidade, apoiada pelo governo de Rondônia, e irá em busca de manter o título de melhor cacau do Brasil. Quatro produtores do estado são finalistas no Concurso Nacional do Cacau Especial 2024, que nesta sexta edição, acontecerá em novembro, em Belém (PA), reunindo produtores de todo o país, para premiar as melhores amêndoas.

Em 2023, foi de Rondônia o título de Melhor Cacau do Brasil no concurso, com o primeiro lugar nas categorias Varietal e Mistura (Blend), e todos os esforços concentram-se para manter esse destaque nacional. Este ano, irão representar a produção de Rondônia no concurso, os seguintes produtores:

  • Luiz Carlos Pereira, de Ouro Preto do Oeste (RO);
  • Mauro Celso Tauffer, de Buritis (RO);
  • Gilmar Lúcio da Silva, de Jaru (RO);
  • Robson Tomaz de Castro Calandrelli, de Nova União (RO).

FORTALECIMENTO

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destaca que o governo do estado está promovendo incentivo contínuo para fortalecer a produção de cacau. ‘‘As ações do governo de Rondônia valorizam a dedicação dos produtores em trabalhar com sustentabilidade e alta qualidade; e as premiações mostram Rondônia colhendo bons resultados desses investimentos, e em evidência no Brasil. Isso é muito importante para fortalecer a vocação do nosso estado como produtor de alimentos, e gerar desenvolvimento’’, afirma.

O secretário de Estado da Agricultura (Seagri), Luiz Paulo, acrescentou que a produção de cacau em Rondônia é tão relevante no estado, que o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) concedeu, em novembro de 2023, o selo de Indicação Geográfica, sinalizando para o Brasil, que o estado é referência nesta cadeia produtiva. ‘‘Rondônia está vivendo uma jornada muito feliz na produção de cacau, com estímulo às melhorias práticas de produção, que tem resultado em reconhecimentos e premiações’’, assegura.

Rondônia é o 4º maior produtor de cacau do Brasil, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na região Norte, ocupa o 2º lugar. Segundo a Seagri, o cacau é cultivado em mais de 2,3 mil propriedades no estado. Uma cultura, que para o secretário, tem prosperado com o trabalho conjunto entre órgãos governamentais, instituições de pesquisa, empresas privadas e agricultores.

Entre as ações do governo de RO em prol da cacauicultura, destaca-se:

  • Lei nº 5.729, de 5 de janeiro de 2024, que institui a Política Estadual de Incentivo à Produção de Cacau de Qualidade estabelecendo diretrizes e metas para o desenvolvimento da cadeia, com vista aos mercados exigentes de chocolates finos;
  • Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Cacau de Rondônia (ConCacau), com valorização e premiação das melhores amêndoas;
  • Programa Plante Mais, com a distribuição mudas de cacau clonal, de alta tecnologia e geneticamente melhorada, de fácil adaptabilidade ao solo e clima rondoniense;
  • Promoção do cacau no mercado global, destacando para o comércio nacional e internacional o potencial do produto rondoniense.

Eleitores não podem ser presos a partir desta terça

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Os eleitores não poderão ser presos a partir desta terça-feira (22). A proibição está na legislação eleitoral e é aplicada cinco dias antes do segundo turno das eleições, que será realizado no próximo domingo (27).

A regra exclui prisões em flagrante ou casos de prisões determinadas a partir de sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou desrespeito a salvo-conduto.

A restrição seguirá válida até 29 de outubro, dois dias após a votação.

No próximo domingo, 33,9 milhões de eleitores de 15 capitais e 36 municípios voltam às urnas para eleger os prefeitos que disputam os cargos. Não há segundo turno para a disputa ao cargo de vereador.

Justificativa

Os eleitores que não puderem comparecer ao pleito deverão fazer a justificativa de ausência na votação. Assim como ocorreu no primeiro turno, não há possibilidade de voto em trânsito no segundo.

No dia da eleição, o cidadão pode fazer sua justificativa de ausência por meio do aplicativo E-título, da Justiça Eleitoral, ou por meio de pontos físicos montados pelos tribunais regionais eleitorais (TREs) no dia do pleito.

O app pode ser baixado gratuitamente nas lojas virtuais Apple e Android até sábado (26), véspera da eleição.

Mulheres de baixa renda terão exames gratuitos de câncer de mama

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Como parte do Outubro Rosa, mês de conscientização sobre o câncer de mama, o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) lançou nesta segunda-feira (21) a campanha Radiologia Solidária. A proposta é ofertar exames gratuitos para mulheres de baixa renda em todo o país.

De acordo com o CBR, a previsão é que mais de 50 clínicas de imagem e instituições de saúde ofereçam esse tipo de atendimento até dezembro. Cada clínica aderiu a uma das três modalidades disponíveis na campanha: ouro, prata e bronze, conforme o tipo e o volume de exames a serem disponibilizados:

– 21 na categoria ouro, onde serão disponibilizadas mais de 50 mamografias e/ou tomossínteses (equipamento semelhante ao mamógrafo) e mais de 20 ultrassonografias e/ou biópsias de mama);

– sete na categoria prata, onde serão disponibilizadas de 20 a 50 mamografias e/ou de 10 a 20 ultrassonografias;

– 22 na categoria bronze, onde serão disponibilizadas até 20 mamografias e/ou tomossínteses e 10 ultrassonografias.

A maior parte das clínicas fica na Região Sudeste (28 instituições participantes), seguida pelo Sul, com sete clínicas participantes; pelas regiões Centro-Oeste e Nordeste, ambas com seis clínicas participantes; e pelo Norte, com três instituições participantes. Minas Gerais e São Paulo se destacam entre os estados, com 14 e nove clínicas, respectivamente.

A coordenação da realização dos exames, de acordo com o CBR, ficará a cargo de instituições não governamentais (ONGs), fundações sem fins lucrativos e instituições de saúde pública, que devem direcionar os atendimentos para mulheres de baixa renda e dentro da faixa etária recomendada para o rastreamento (a partir dos 40 anos).

Fake news

Em meio à disseminação das chamadas fake news (informações falsas) na área da saúde, o CBR informou que a campanha também contará com ações para conscientizar a população sobre a importância da detecção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, “valorizando a promoção de informações confiáveis e baseada em evidências científicas”.

Em nota técnica publicada anteriormente, a entidade já havia reforçado a importância da mamografia como método essencial para identificar o câncer de mama em estágios iniciais. O documento também desmente mitos como o de que o exame causa câncer ou poderia ser substituído por outros métodos de imagem.

Números

O CBR alerta que a incidência de câncer de mama tem aumentado em todo o mundo – a cada ano, mais de 2 milhões de mulheres são diagnosticadas com a doença. Somente no Brasil, ao longo de 2024, a estimativa é que quase 74 mil novos casos sejam registrados, com maior prevalência entre mulheres jovens, com menos de 50 anos.

“Apesar de todos os esforços, o câncer de mama ainda é o tumor que mais mata mulheres no Brasil e no mundo. No entanto, quando detectado precocemente, é uma doença tratável, com altas chances de cura (chegando a 95% se o diagnóstico ocorrer antes que o tumor atinja 10 milímetros)”.

“A Comissão Nacional de Mamografia reforça a recomendação de rastreamento mamográfico anual para mulheres a partir dos 40 anos e repudia todas as formas de fake news e disseminação de informações falsas, que podem levar algumas mulheres a não realizarem a mamografia, com desfecho em diagnósticos tardios e tumores avançados.”

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