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quarta-feira, julho 15, 2026
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Estabelecimentos podem proibir uso de notebooks sem infringir a lei

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Os comerciantes têm o direito de estabelecer normas que permitam ou proíbam o uso de equipamentos como notebooks e tablets em seus estabelecimentos. No entanto, é necessário que as restrições sejam comunicadas, de forma clara, antes de os clientes ocuparem mesas ou fazerem pedidos.

Ao comunicar previamente que o estabelecimento se destina exclusivamente à prestação de serviços alimentícios e não pode ser utilizado para finalidades distintas, o comerciante está em conformidade com sua obrigação, conforme estipulado no Código de Defesa do Consumidor, artigo 6, inciso III, que trata do direito à informação do consumidor.

A advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Carolina Vesentini, esclarece que o consumidor consciente da informação poderá escolher se permanece no estabelecimento ou se procura outro que atenda às suas necessidades.

“Caso a informação esteja nitidamente disponível para todos os consumidores que optarem por utilizar o estabelecimento, o consumidor estará consciente e, consequentemente, deverá aderir às normas estabelecidas pelo local, mantendo assim sua liberdade de escolha quanto a permanecer ou deixar o estabelecimento e procurar outro que atenda às suas necessidades.”

A discussão surge após viralizar, no início deste mês, nas redes sociais, a filmagem do dono de uma padaria em Barueri (SP), na Grande São Paulo, se irritar, ameaçar e tentar agredir com um pedaço de madeira um cliente que usava um notebook no local, onde consumia alguns alimentos do estabelecimento.

Estabelecimentos comerciais

Sobre o caso, em nota pública, a Federação de Hotéis, Bares e Restaurantes do Estado de São Paulo (Fhoresp) alertou para o que considera como uso inadequado de notebooks, de tablets ou de smartphones em ambientes gastronômicos. “Com o objetivo de evitar novos conflitos, a principal orientação da entidade é que as partes adotem bom senso na utilização dos equipamentos, bem como na aplicação de restrições por parte dos estabelecimentos.”

O diretor-executivo da Fhoresp, Edson Pinto, afirma que, mesmo não tendo essa finalidade, bares, restaurantes, cafés e padarias, frequentemente, oferecem estrutura que comporta trabalho remoto, como acesso gratuito à internet, energia elétrica para carregar as baterias de eletrônicos, além de estacionamento e sanitários.

“A realização de longas reuniões online e a maior permanência nos ambientes gastronômicos, por força do trabalho remoto, estão indo além do consumo in loco e em alguns casos, têm gerado problemas, como o ocorrido há poucos dias em Barueri.”

“Muitos dos clientes querem transformar os locais em verdadeiros escritórios particulares. A prática acaba por reter as mesas por tempo excessivo, e, muitas das vezes, sem consumo equivalente. Trata-se de conduta que impede a rotatividade de outros consumidores que desejam se alimentar”, esclarece o diretor-executivo da Fhoresp, Edson Pinto.

Caso não haja bom senso entre as partes, o diretor sugere que os estabelecimentos adotem restrições, como impedir o acesso de wi-fi, não permitir o carregamento de baterias ou até cobrar valores adicionais, majorar os preços do cardápio ou consumo mínimo pelo uso da estrutura para fins comerciais. “Para reuniões e ações relacionadas ao trabalho administrativo ou criativo, entendemos que os coworkings (espaço e recursos de escritório compartilhados), e os espaços públicos são os ambientes mais propícios.”

A advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Carolina Vesentini, considera que a questão, realmente, envolve princípios de boa-fé. “Não parece justo que um consumidor ocupe espaço significativo e utilize as instalações e energia do estabelecimento sem fazer consumo, especialmente considerando que o propósito do local é fornecer comida e não oferecer acesso à internet, havendo outros lugares mais adequados para isso”.

Em Brasília, a idealizadora e CEO (Chief Executive Officer) do Betina Cat Café, Mariana Eduarda Brod, entende que a cobrança de taxa pode ser uma saída. “Atualmente, com esse crescimento do home office, foi criado o coworking e você aluga o espaço, onde paga pela internet, por um espaço confortável para fazer reunião, para estudar e tudo mais. Claro que uma cafeteria tem o diferencial do ambiente. Mas, hoje, para mim, não faz sentido cobrar uma taxa.”

Relação com clientes

A reportagem da Agência Brasil entrevistou empresárias do ramo no Distrito Federal sobre o assunto. Alguns estabelecimentos até incentivam os consumidores a utilizar suas instalações como parte de uma estratégia de marketing, visando aumentar as oportunidades de consumo, como descreve a proprietária do Sophie Café Bistrô, Fernanda Iglesias de Lima Xavier. “Nosso conceito é realmente ser esse local aconchegante, com atendimento diferenciado e estrutura para eventos, reuniões e coworking, em um espaço mais reservado, com estrutura projetada para tal”.

O Constantina Café e Quitutes também disponibiliza wi-fi aos clientes. A sócia do estabelecimento, Carolina Maia Moreira, propõe, durante a semana, um ambiente agradável para as pessoas que procuram lugares para trabalhar, seja online ou para fazer reuniões que necessitam de internet.

“Inclusive, disponibilizamos um cardápio especial chamado coffee office, com preço diferenciado, para o cliente aproveitar melhor seu tempo em nosso estabelecimento.” E mesmo diante de clientes que apenas usufruem dos benefícios, mas não consomem, Carolina Moreira enxerga uma oportunidade. “Só do cliente ir e conhecer nosso local, já achamos válido. pois pode ser uma futura visita!”

O entendimento é semelhante ao da proprietária de duas unidades do Vert Café, Ligia Braga. Ela confirma que as pessoas que frequentam o estabelecimento para usar wi-fi e estudar, normalmente, consomem itens do cardápio e que a relação é vantajosa. “Para nós, é vantagem sim, até porque eles ocupam um horário mais ocioso, como às 14h, que ainda não é mais de almoço, nem de lanche da tarde”.

Porém, Lígia revela que há pessoas que vão ao local, não consomem nada, apenas pedem a chamada água da casa, garantida pela Lei Distrital nº 1954 de 08/06/1998, que determina aos estabelecimentos de gêneros alimentícios, hotéis e, mais recentemente, casas noturnas do Distrito Federal a obrigatoriedade de fornecer gratuitamente água potável a seus clientes e frequentadores.

Ainda assim, a empresária Lígia Braga aposta em vendas futuras. “Achamos que se essas pessoas vêm trabalhar, eventualmente, virão também consumir, jantar, lanchar, trarão a família. Este é um jeito de eles conhecerem o café e trazerem mais público em outras vindas.”

A CEO do Betina Cat Café, Mariana Eduarda Brod, mantém no espaço da cafeteria um projeto de adoção de felinos resgatados, que possibilita aos clientes brincar com os bichanos mediante o pagamento. Ela comunica ao público que quer trabalhar ou estudar no local, com vista para os animais, que dispõe de internet rápida, oito tomadas e senha de wi-fi.

No entanto, a proprietária admite abertamente que precisa de faturamento médio diário para custear as despesas do estabelecimento.

“Tenho doze mesas para um espaço de 40 metros quadrados. Então, cada mesa tem que ter um giro a cada uma hora, uma hora e meia, no mínimo, para que as contas fechem no fim do mês. Eu nunca tive nenhum cliente, por exemplo, que veio ao café, usou internet e energia elétrica e, no fim, não consumiu nada. Porém, há quem consuma menos. Esse pessoal acaba indo ao café mais no início da semana. Sexta, sábado e domingo são dias de mais movimento.”

Clientes

Muitos frequentadores de cafeterias gostam da possibilidade de expandir o local de trabalho para além das paredes da própria casa ou de um escritório tradicional.

Bares, restaurantes e padarias podem proibir clientes de usarem computador na mesa? Foto: Anna Zielinska/Gpoint studio/FreepikA estudante de farmácia Aline Oliveira é uma dessas consumidoras. “Acho ótimo poder sair de casa, do meu ambiente para estudar. Faz toda a diferença ter um lugar para se conectar ao meu celular, sair com os amigos. Lá em casa, não usamos celular à mesa, mas quando saio com amigos acho que isso é impossível.”

Em viagem a trabalho, o profissional do ramo de vendas de Ribeirão Preto (SP) Antônio Oliveira afirmou que acha conveniente trabalhar em cafés quando está fora de sua cidade. “Eles fornecem internet, a partir da consumação. Então, para mim é muito bom. O ambiente é diferente e bem aconchegante. Eu precisei, por exemplo, de internet e de um ponto de apoio para parar e resolver algumas coisas. Então, este café foi o lugar ideal que eu achei para isso.”

Outra cliente de uma loja de Brasília que integra uma cadeia multinacional de cafeterias, a bancária Amanda Mendes, disse à Agência Brasil que não costuma usar a internet do local e prefere consumir a franquia da própria rede móvel de dados. O que a influencia a buscar um ambiente de cafeteria é se sentir produtiva e mais estimulada a estudar. “Quando estou em casa, me distraio. Em um lugar assim, me concentro mais. Embora tenha mais fluxo de gente, eu consigo me concentrar mais do que se eu estiver em casa sozinha.”

Ameaças

No que diz respeito a comportamentos agressivos de proprietários ou empregados, como a intenção de agredir o cliente, proferir ameaças ou realizar agressões físicas, por qualquer razão, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor informa que a situação transcende a relação padrão entre fornecedor e consumidor e deve ser tratada no âmbito criminal.

“Compreendemos que, se efetivamente ocorreram ameaças ou agressões, os responsáveis podem ser passíveis de responder criminalmente pelos delitos de ameaça ou lesão corporal”, afirma a advogada Carolina Vesentini.

Governo realiza mobilização estadual para vacinação contra vírus Influenza no sábado, 24

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A partir desta semana, o Governo de Rondônia vai intensificar em todo o Estado, a vacinação contra o vírus influenza (vírus da gripe), para reverter a baixa cobertura vacinal que tem alcançado até momento, com apenas 13% do público-alvo imunizado no Estado. O Ministério da Saúde (MS) preconiza como meta, a vacinação de 90% do público prioritário.

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) está organizando uma Mobilização Estadual de Vacinação para o dia 24 de fevereiro, o Dia “D”, e conta a participação dos 52 municípios. A campanha de vacinação se estende até o dia 29 de fevereiro.

De acordo com a gerente técnica de Vigilância Epidemiológica da Agevisa, Arlete Baldez, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou para esta campanha a composição de uma vacina contra três tipos do vírus influenza. “O vírus se adapta e sofre mutações. Então, para uma melhor eficácia da vacina, são analisados todos os subtipos do vírus da gripe que circulam com maior frequência. A composição da vacina contra influenza, que está sendo utilizada neste ano, é a trivalente contra o vírus influenza A H1N1, influenza A H3N2 e influenza B”, explicou.

Como nenhum dos 52 municípios alcançou a meta mínima da campanha de vacinar 90% do público-alvo prioritário, a Agevisa está propondo algumas medidas, como ampliar divulgação nos municípios, abrir todas as salas de vacinação no dia 24, no horário das 8h às 17h e ainda, se possível abrir novos postos de vacinação e oferecer, além da vacina contra a gripe, as demais do calendário básico de crianças, adolescentes, adultos e idosos.

As crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas, povos indígenas, trabalhadores da saúde, idosos com 60 anos e mais, professores das escolas públicas e privadas e pessoas com doenças crônicas não transmissíveis são o público-alvo prioritário.

Segundo o diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório de Lima, a vacina não é obrigatória, no entanto, quem não se vacinar tem mais risco de adquirir a gripe e sofrer com suas complicações. “Quanto mais pessoas forem vacinadas, menor será a circulação do vírus e, como consequência,  diminuirá a incidência da doença”, explicou.

Após a aplicação, a vacina da gripe leva de duas a três semanas para surtir efeito. Esse é o tempo que o corpo precisa para, a partir da vacinação, produzir uma boa dose de anticorpos contra o vírus Influenza.

Mapa suspende importações de tilápia do Vietnã

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou o despacho decisório que determina a suspensão imediata das importações de tilápia do Vietnã, para que possa ser revisto o protocolo sanitário vigente, quanto aos riscos associados à introdução do vírus TiLV. A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (14).

O documento também determina que a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) adote os procedimentos necessários para realizar a revisão do protocolo sanitário em questão.

A decisão foi tomada após reuniões com o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), a Câmara Setorial da Produção e Indústria de Pescados e representantes dos tilapicultores, com o objetivo de entender a realidade do setor.

“É ter prudência, garantir qualidade e sanidade à produção brasileira”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. “O Brasil é esse grande produtor e exportador de alimentos porque tem na sua defesa agropecuária a régua no limite máximo, garantindo a qualidades dos nossos produtos. Nós não podemos e nunca iremos precarizar com esse assunto. Isso é muito importante”, completou.

Está em vigor a decisão até que seja concluída a revisão protocolo sanitário.

Barco Saúde inicia primeira viagem do ano para atendimento aos ribeirinhos

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Em sua primeira viagem de 2024, o Barco Saúde Dr. Floriano Riva Filho partiu no domingo (18) rumo ao baixo Madeira para uma jornada de nove dias. O objetivo da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) é ampliar e facilitar o atendimento médico básico e especializado para os distritos de Calama, Nazaré, São Carlos e mais 12 comunidades adjacentes.

Serão realizados atendimento médicos com clínico geral, ortopedista, ginecologista e pediatras, além de serviços de enfermagem, vacinação, educação em saúde, dispensação de medicações, puericultura, exames laboratoriais básicos e atendimento psicológico.

A embarcação deixou Porto Velho com uma equipe de 30 profissionais, e seguiu direto para Calama, onde permanece dois dias atracada para os atendimentos, que iniciam nesta segunda-feira (19).

PROJETO

O projeto do Barco Saúde foi criado pela Semusa para reforçar os trabalhos das unidades de saúde das localidades e das vilas que se encontram às margens do rio Madeira. Sempre que o barco se desloca, leva consigo médicos especialistas para suprir as necessidades locais, já que as unidades contam com médicos generalistas.

Embarcação deixou Porto Velho com uma equipe de 30 profissionais

Originalmente inaugurada em 2004, a embarcação permaneceu inativa por muitos anos, resultando em vários danos. A revitalização foi uma das principais prioridades durante o primeiro mandato do prefeito Hildon Chaves. Cerca de R$ 1,2 milhão foi investido, com aproximadamente R$ 900 mil provenientes dos cofres municipais.

Atualmente, a embarcação está equipada com uma farmácia, laboratório e cinco consultórios médicos, odontológicos e de enfermagem, além de uma enfermaria para a observação de pacientes. Desde a sua reativação, mais de 40 mil atendimentos já foram realizados nas comunidades às margens do rio Madeira.

Durante a saída da embarcação, o prefeito destacou a importância do equipamento para assegurar serviços de saúde de qualidade à população ribeirinha de Porto Velho. “Essa missão vai durar aproximadamente sete dias. A expectativa, tomando como base as missões anteriores, é de atendermos aproximadamente de 8 a 10 mil pessoas nas diversas comunidades do rio Madeira. Este barco ficou paralisado por muitos e muitos anos, e em 2021, foi completamente revitalizado. A partir daí foi possível entregar este barco para a população, e não é só saúde que nós estamos levando, nós estamos levando dignidade e respeito para todos os habitantes do baixo Madeira”, enfatizou.

Barco Saúde é equipado com cinco consultórios médicos

Eliana Pasini, secretária municipal de Saúde, aponta que “a Semusa tem investido muito para que o barco tenha condições de navegabilidade, pois a população ribeirinha conta com ele e precisa dos atendimentos mais especializados. É uma grande estrutura de pessoal mobilizada para esse suporte”.

A diretora do Departamento de Atenção Básica (DAB), Fabíola Barros, reforça que a presença da embarcação encurta a distância dos moradores a alguns serviços de saúde.

“O Barco Saúde possibilita que os moradores das comunidades ribeirinhas recebam cuidados médicos, incluindo consultas e tratamentos especializados, que muitas vezes não seriam possíveis por dificuldades de distância e deslocamento. Assim, garantimos um tratamento mais eficaz, reduzindo a incidência de complicações”, afirma.

CRONOGRAMA DE ATENDIMENTOS
19 e 20 de fevereiro, a partir das 8h – atendimento em Calama
22 e 23 de fevereiro, a partir das 8h – atendimento em Nazaré
24 e 25 de fevereiro, a partir das 8h – atendimento em São Carlos

Texto: Luciane Gonçalves/Taís Botelho
Foto: Wesley Pontes

Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

O cacau brasileiro é premiado no Cocoa of Excellence Awards

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Produtores de cacau do Pará e da Bahia foram destaque no Cocoa of Excellence Awards, que aconteceu na última semana em Amsterdã, na Holanda. Foram premiadas as três amostras de amêndoas enviadas, sendo ouro para a produtora Míriam Federicci Vieira, de Medicilândia (PA), que dividiu a premiação com o produtor Luciano Ramos, de Ilhéus (BA), e prata para o produtor Robson Brogni, também de Medicilândia.

Por ter sido a melhor entre 50 concorrentes, a amêndoa de cacau produzida no Pará foi reconhecida como uma das melhores do mundo. Com quase 150 mil toneladas produzidas em 2023, o estado é líder no Brasil.

O evento é realizado a cada dois anos e tem por objetivo promover a sustentabilidade das cadeias de valor do cacau, criar oportunidades de negócios e compartilhar inovações. Nessa edição (2023), o prêmio reuniu 222 amostras de grãos de cacau, de 52 países. A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) atuou na seleção das amêndoas brasileiras vencedoras.

De acordo com o coordenador Regional da Ceplac nos estados do Pará e Amazonas e representante do Mapa no evento de premiação, Fernando Mendes, a cacauicultura brasileira é vista como uma das mais avançadas no uso de tecnologias sustentáveis. Para ele, o prêmio é a coroação desse trabalho. “Estamos orgulhosos em ver que os esforços feitos pelos produtores e pela Ceplac para que sejam produzidas amêndoas de qualidade resultaram num prêmio tão importante quanto esse, que coloca o Brasil numa posição relevante no mundo do cacau”, completou.

A produtora Míriam Federicci Vieira conta que a amêndoa vencedora, batizada de ‘Alvorada’, vem de uma muda de cacau doada anos atrás pela Ceplac ao seu pai. “Tivemos a felicidade (eu e meu marido Leomar) de sermos orientados pelos técnicos da Ceplac e da Emater a inovar na produção do cacau. Graças a tecnologia e assistência técnica, conseguimos produzir frutos de qualidade, que nos permitiu ter alta produtividade e chegar a esse resultado vitorioso. Estamos muito satisfeitos com o prêmio, porque nos dá a certeza de que esse é o caminho certo”, comentou.

Geração Emprego oferece opções de cursos online gratuitos à população de Rondônia

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A busca por capacitação profissional é essencial para conquistar uma boa colocação no mercado de trabalho. Pensando nisso, o Governo de Rondônia está oferecendo 36 cursos online e gratuitos para a população do Estado, pelo serviço do Geração Emprego. As opções abrangem diversas áreas de conhecimento e podem ser acessadas facilmente.

Conforme destacado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), para ter acesso aos cursos, não é necessário estar cadastrado na plataforma. Basta acessar o site https://geracaoemprego.ro.gov.br/ e clicar na aba “cursos”. É possível encontrar uma variedade de categorias disponíveis, como Administração, Saúde, Tecnologia da Informação, entre outras. Hoje, o Geração Emprego possui 4.070 empresas cadastradas e 1.361 vagas disponíveis.

Ao acessar o site, a pessoa pode escolher o curso de interesse. Com essa iniciativa, o Governo de Rondônia visa promover a qualificação dos trabalhadores, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Estado.

Confira as categorias dos cursos oferecidos pelo Geração Emprego:

  • Agricultura e Cuidado Animal
  • Atendimento e Vendas
  • Atendimento, Gestão e Venda
  • Beleza, Saúde e Bem Estar
  • Capacitação
  • Casa e Construção
  • Cozinha e Gastronomia
  • Desenvolvimento Pessoal e Capacitação
  • Educação
  • Empreendedorismo
  • Indústria
  • Marketing e Comunicação
  • Mecânica e Veículos
  • Meio Ambiente, Sustentabilidade e Cidades
  • Produção Cultural, Arte e Design
  • Recursos Humanos
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Tecnologia e Comunicação
  • Têxtil e Moda
  • Turismo, Hospitalidade e Lazer

Confira a lista dos cursos disponíveis:

  • Conquiste seu Emprego dos Sonhos: Guia Passo a Passo;
  • Líder que Faz Diferença: Desperte seu Potencial Escondido;
  • Excelência em Atendimento: Conquiste Clientes para Vida Inteira;
  • Transforme Sua Paixão em Lucro: 5 Estratégias Comprovadas;
  • Currículo Invencível: Segredos para Conseguir Qualquer Emprego;
  • Economize como um Milionário: Dicas de Sucesso Financeiro!;
  • Domine o PowerPoint: Crie Apresentações que Impressionam!;
  • Roteiro para o Sucesso: Encontre o Emprego dos seus Sonhos;
  • Quero entrar no mercado de tecnologia, como fazer?;
  • Atendimento ao Cliente;
  • Aula de Excel;
  • processo seletivo para os cursos de Capacitação profissional do Governo do Estado de Rondônia;
  • Introdução ao Marketing Digital;
  • Introdução à Programação;
  • Curso lógica de programação – Algoritmo;
  • Inteligência emocional para reestruturação do negócio;
  • Organização financeira para profissionais da beleza;
  • Maquiagem para pele madura: conceito e técnicas;
  • Como conhecer e fidelizar clientes;
  • Como ampliar a sua rede de contatos a favor do seu negócio;
  • Como Vender Sua Marca Pessoal;
  • Comida para eventos: receitas práticas para delivery;
  • Técnicas de Cozinha I;
  • Estética facial: a máscara ideal para cada tipo de pele;
  • Protocolos de segurança e cuidados nos serviços de beleza;
  • Seleção por competências: contrate a pessoa certa;
  • Virada Financeira: crie novos hábitos e mude a sua vida;
  • Técnicas de memorização e aprendizagem acelerada;
  • Como se recolocar no mercado de trabalho;
  • Como se diferenciar da concorrência;
  • Bolsa blindada – técnicas de economia pessoal;
  • Excel básico;
  • Como planejar as tarefas do seu dia a dia;
  • Atendimento ao cliente: entender para atender;
  • Como se preparar para uma entrevista e conquistar o emprego dos sonhos;
  • Prestação de serviços: habilidades e competências;

Clique aqui para conferir vagas e cursos.

Brasil e Egito fortalecem relações comerciais para exportação de carnes com “pre-listing”

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Com a confirmação da missão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Egito nesta semana, o Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil (Mapa) conquistou mais um importante avanço nas relações comerciais com o país norte-africano. Na última terça-feira (13), o governo brasileiro obteve o “Protocolo de Equivalência dos Sistemas de Inspeção de Carnes”, também conhecido como “pre-listing”, uma medida que promete facilitar as exportações brasileiras de carnes bovina, suína e de aves para o Egito.

Na última missão ao Cairo da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI), do Mapa, em novembro do ano passado, foi possível avançar na conquista deste protocolo, após reunião do secretário-adjunto da SCRI, Julio Ramos, com o vice-ministro de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura do Egito, Saad Moussa. Na ocasião, também foi anunciada a abertura do mercado de pescados e derivados.

“O ‘pre-listing’ reflete o alto grau de confiança no controle sanitário brasileiro, especialmente no Serviço de Inspeção Federal (SIF), cuja excelência é reconhecida por mais de 150 países importadores. O Egito, um dos seis maiores importadores mundiais de carne bovina do Brasil, e líder na importação de carne de aves do nosso país, demonstra a força e o potencial de crescimento das relações comerciais estabelecidas. Somente no ano passado conquistamos quatro novos mercados no Egito, entre eles o de algodão”, afirmou Roberto Perosa, secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa.

Antes deste acordo, a renovação da habilitação de estabelecimentos brasileiros para exportação, bem como a aprovação de novas unidades de processamento, exigia auditorias presenciais por parte das autoridades egípcias. O procedimento não apenas implicava altos custos para os exportadores brasileiros, mas também sobrecarregava os Auditores Fiscais Federais Agropecuários do Mapa e limitava o número de estabelecimentos autorizados a exportar para o Egito. Desde 2019, cerca de 30 estabelecimentos brasileiros estavam na “fila de espera” para obterem a habilitação.

A formalização da pré-listagem vem sendo realizada pelo embaixador do Brasil no Cairo, Paulino Franco de Carvalho Neto, pelo adido agrícola Rafael Mohana e pelo ministro de Estado da Agricultura e Recuperação de Terras do Egito, Mohamed Sayed El-Quseir.

Em 2023, o Brasil exportou para o Egito mais de US$ 1,7 bilhão em produtos, dos quais US$ 384 milhões, correspondentes a 22%, foram em carnes, totalizando mais de 130 mil toneladas exportadas. Esse resultado é mais um fruto da estreita coordenação entre o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o Mapa.

Agronegócio bate recorde de exportações em janeiro, com US$ 11,72 bilhões

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As exportações brasileiras de produtos do agronegócio foram de US$ 11,72 bilhões em janeiro de 2024, um valor recorde para os meses de janeiro, com alta de 14,8% ou equivalente ao incremento de US$ 1,51 bilhão em relação aos US$ 10,21 bilhões exportados em janeiro de 2023.

Segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (SCRI/Mapa), esse recorde é explicado pelo aumento do volume exportado, tanto de grãos (+19,7%) quanto de açúcar (+58,1%). Por outro lado, o índice de preço dos produtos exportados declinou 5,8% na comparação entre janeiro de 2023 e o mesmo mês de 2024.

Soja em grãos

As vendas externas dos produtos de soja superaram os outros anos, atingindo recorde de US$ 2,50 bilhões. Esta cifra foi obtida, principalmente, por causa do forte volume exportado de soja em grãos. Foram 2,85 milhões de toneladas exportadas em janeiro de 2024, volume 240,0% superior quando comparado com 839,59 mil toneladas exportadas em 2023. A maior importadora de soja em grãos do Brasil é a China, tendo adquirido US$ 1,00 bilhão (69% do valor exportado).

Açúcar

Também sendo o destaque das vendas externas, o complexo sucroalcooleiro teve uma alta de exportação de US$ 1,84 bilhão (+69,9%), se estabelecendo como o segundo principal setor exportador do agronegócio brasileiro em janeiro de 2024.

O volume exportado de açúcar pelo Brasil bateu recorde para os meses de janeiro, chegando a 3,2 milhões de toneladas. Uma quantidade recorde, com um dos preços mais altos dos últimos sete anos, resultou num valor também recorde de vendas externas de US$ 1,69 bilhão (+88,6%). A Índia, segunda maior produtora de cana-de-açúcar, foi a maior importadora do açúcar brasileiro em janeiro de 2024, tendo comprado US$ 157,24 milhões.

Acumulado de 12 meses

Entre fevereiro de 2023 e janeiro de 2024, as vendas externas do agronegócio brasileiro somaram US$ 168 bilhões, que representa um crescimento de 4,8% na comparação com os doze meses anteriores (US$ 160,29 bilhões). Soja em grãos e carnes foram os produtos que mais contribuíram para o desempenho favorável no acumulado do ano.

Dia Mundial do Gato: veja como garantir o bem-estar do seu felino

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O gato é um dos animais mais amados pelos brasileiros. O felino é conhecido pelos sentidos aguçados, pela visão noturna exepcional e uma audição muito sensível. Apesar de amarem um carinho, a espécie adora ser independente.

Em celebração aos gatos, no dia 17 de fevereiro, comemora-se o Dia Mundial do Gato. De acordo com o último Censo Pet, realizado em 2022 pelo Instituto Pet Brasil, no Brasil existem mais de 27 milhões de gatos.

Com uma população tão grande de bichanos, vale a pena saber curiosidades sobre animal e como mantê-los saudáveis. Algumas doenças, inclusive, podem ser transmitidas para os seres humanos.

Ao decorrer da vida, esses animais podem desenvolver uma série de problemas de saúde. Para evitá-los, ou oferecer um tratamento adequado para o pet, é necessário levá-los para consultas periódicas com um médico-veterinário, além de realizar exames de rotina.

A Elanco Saúde Animal listou as doenças mais comuns que podem acometer os gatos e os cuidados que devem ser tomados para lhes proporcionar bem-estar. Confira:

Doença renal crônica (DRC): é uma doença comum na espécie felina, acometendo principalmente os gatos idosos. Nas últimas décadas, houve aumento no número de casos da doença, o que se deve a um conjunto de fatores, como o aumento da expectativa de vida dos gatos e a maior conscientização de tutores e médicos-veterinários sobre a ocorrência da doença.

“A DRC é uma doença silenciosa, crônica, progressiva e pode ser fatal. Por isso, é fundamental que o gato passe por consultas periódicas. Com um diagnóstico precoce, o felino tem mais chances de receber um tratamento adequado e aumentar a expectativa de vida com a doença”, explica Mariana Capellanes Flocke, médica-veterinária da Elanco.

Entre os principais sintomas da doença estão: perda de apetite, emagrecimento, urina em excesso, aumento da ingestão hídrica, diarreia e vômito. A perda de apetite pode debilitar ainda mais o animal, uma vez que ele passará a ingerir menos nutrientes importantes para a saúde.

Doenças respiratórias: Infecções do trato respiratório, muitas vezes causadas por vírus, como o herpesvírus felino (FHV) e o calicivírus felino (FCV), são comuns em gatos. As manifestações clínicas incluem espirros, secreção nasal e ocular e falta de apetite. Com certa frequência, felinos também podem manifestar doenças como bronquite e asma, caracterizadas por uma inflamação das vias respiratórias inferiores, e geralmente de origem alérgica (por conta de aerossóis, fumaça de cigarro, areia sanitária e poeira doméstica).

Diabetes mellitus: Assim como em humanos, os gatos podem desenvolver diabetes mellitus e as manifestações clínicas são bastante semelhantes: urina em excesso, aumento da ingestão hídrica, perda de peso e alterações no apetite.

Doença do trato urinário inferior dos felinos: Condições como cistite e obstrução uretral são comuns em gatos. Os sintomas incluem: dificuldade para urinar, urina com sangue e lambedura excessiva da área genital.

Doenças parasitárias: De acordo com a médica, é necessário que os tutores levem o pet ao veterinário para realizar o controle parasitário, garantindo o bem-estar ao pet e à família.

Gatos trazem riscos para mulheres grávidas?

Muitas informações falsas acerca da criação de gatos circulam na internet, o que contribui para o abandono dos animais. Algumas doenças adquiridas pelos felinos podem ser transmitidos aos humanos, o que causa medo nos tutores, principalmente em grávidas.

De acordo com a médica veterinária Mariana Capellanes Flocke, uma grávida que tenha gatos não precisa abandoná-los ou evitar a companhia dos bichanos. “Em relação à toxoplasmose, a doença mais temida pelas gestantes quando se trata de gatos, é fundamental entender que o gato não é o principal transmissor dessa doença para os humanos”, explica a profissional.

“Para prevení-la, a gestante deve redobrar os cuidados com a preparação dos alimentos. É importante estar atenta ao consumo de vegetais e legumes crus e mal higienizados, bem como carnes cruas ou malpassadas, especialmente carnes vermelhas”, complementa.

Mariana também alerta que é preciso tomar cuidado com as fezes dos animais, tanto de cães quanto de gatos. “É recomendável, por exemplo, usar luvas ao manusear a caixa de areia dos gatos e lavar bem as mãos após o manuseio”, finaliza.

Cuidados

Alguns cuidados devem ser tomados para garantir a saúde dos gatos. A médica veterinária especializada em medicina de felinos do Veros Hospital Veterinário, Camila Ferreira, listou alguns. Veja abaixo:

Alimentação balanceada: É recomendado fornecer uma dieta equilibrada e nutritiva para o gato, seja através de ração comercial de alta qualidade ou alimentos preparados em casa, seguindo as orientações de um veterinário;

Hidratação: Mantenha sempre água limpa e fresca disponível para o gato. Alguns gatos preferem beber água corrente, então uma fonte de água pode ser uma boa opção;

Higiene: Escove regularmente o pêlo do animal para ajudar a evitar bolas de pêlo e emaranhados. Além disso, mantenha a caixa de areia limpa, pois os gatos são animais muito higiênicos;

Visitas ao veterinário: Leve o pet ao veterinário regularmente para exames de rotina, vacinações e tratamento preventivo contra pulgas, carrapatos e vermes;

Enriquecimento ambiental: Proporcione brinquedos, arranhadores e locais para o gato escalar e se esconder. Isso ajuda a manter o animal mentalmente estimulado e fisicamente ativo.

Agronegócio bate recorde de exportações em janeiro, com US$ 11,72 bilhões

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As exportações brasileiras de produtos do agronegócio foram de US$ 11,72 bilhões em janeiro de 2024, um valor recorde para os meses de janeiro, com alta de 14,8% ou equivalente ao incremento de US$ 1,51 bilhão em relação aos US$ 10,21 bilhões exportados em janeiro de 2023.

Segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (SCRI/Mapa), esse recorde é explicado pelo aumento do volume exportado, tanto de grãos (+19,7%) quanto de açúcar (+58,1%). Por outro lado, o índice de preço dos produtos exportados declinou 5,8% na comparação entre janeiro de 2023 e o mesmo mês de 2024.

Soja em grãos

As vendas externas dos produtos de soja superaram os outros anos, atingindo recorde de US$ 2,50 bilhões. Esta cifra foi obtida, principalmente, por causa do forte volume exportado de soja em grãos. Foram 2,85 milhões de toneladas exportadas em janeiro de 2024, volume 240,0% superior quando comparado com 839,59 mil toneladas exportadas em 2023. A maior importadora de soja em grãos do Brasil é a China, tendo adquirido US$ 1,00 bilhão (69% do valor exportado).

Açúcar

Também sendo o destaque das vendas externas, o complexo sucroalcooleiro teve uma alta de exportação de US$ 1,84 bilhão (+69,9%), se estabelecendo como o segundo principal setor exportador do agronegócio brasileiro em janeiro de 2024.

O volume exportado de açúcar pelo Brasil bateu recorde para os meses de janeiro, chegando a 3,2 milhões de toneladas. Uma quantidade recorde, com um dos preços mais altos dos últimos sete anos, resultou num valor também recorde de vendas externas de US$ 1,69 bilhão (+88,6%). A Índia, segunda maior produtora de cana-de-açúcar, foi a maior importadora do açúcar brasileiro em janeiro de 2024, tendo comprado US$ 157,24 milhões.

Acumulado de 12 meses

Entre fevereiro de 2023 e janeiro de 2024, as vendas externas do agronegócio brasileiro somaram US$ 168 bilhões, que representa um crescimento de 4,8% na comparação com os doze meses anteriores (US$ 160,29 bilhões). Soja em grãos e carnes foram os produtos que mais contribuíram para o desempenho favorável no acumulado do ano.

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