back to top
quinta-feira, julho 23, 2026
Início Site Página 494

Imprensa negra: 190 anos de luta antirracista ligam passado e presente

0
190 anos da imprensa negra: luta antirracista liga passado e presente. Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro

“Criminoso seria o homem de cor, se na crise mais arriscada, na ocasião em que os agentes do Poder desembainham as espadas dando profundos golpes na Constituição, na Liberdade (…) guardasse mudo silêncio, filho da coação, ou do terror.”

O texto acima está em uma das edições do primeiro jornal da imprensa negra no Brasil: O Mulato ou O Homem de Côr, criado há exatos 190 anos, no dia 14 de setembro de 1833. A mensagem é representativa de uma missão que une comunicadores negros do passado e do presente: a de não se calar diante da intimidação, da violação de direitos e de ameaças à liberdade.

Naquele contexto, o periódico denunciava a prisão arbitrária de um homem negro, Maurício José de Lafuente, acusado de vadiagem e de porte ilegal de arma. O que foi prontamente rebatido por uma série de provas. Se avançarmos para os dias atuais, há uma clara continuidade. Movimentos sociais e pesquisadores têm denunciado incessantemente as abordagens policiais racistas e a criminalização sistemática de negros: o grupo responde por 68% dos que estão hoje em presídios no país, segundo o Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Entre as diferentes formas de enfrentamento do racismo, o jornalismo vem sendo, de acordo com especialistas ouvidos pela Agência Brasil, uma ferramenta importante de denúncia, debate e reflexão durante quase dois séculos. Diversas vozes e canais de comunicação têm oferecido alternativas aos discursos dominantes de exclusão e desigualdade.

“Desde o início até agora, os veículos da imprensa negra têm em comum esse sentimento de não se sentirem representados e contemplados da maneira correta pela mídia hegemônica empresarial. Eles trazem narrativas importantes de autorreferência, já que são feitos por pessoas negras”, diz Jonas Pinheiro, jornalista na Revista Afirmativa.

“Quando as pessoas contam as próprias histórias, trazem determinadas sensibilidades e perspectivas que são negligenciadas pela grande mídia empresarial, que na maioria das vezes é racista”, completa Pinheiro, pesquisador na área de comunicação e cultura pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Homem de Côr: o início

Os primeiros capítulos da imprensa negra no Brasil podem ser contados a partir da trajetória de Francisco de Paula Brito, um homem negro que nasceu em 1809 no Rio de Janeiro. Quando jovem, aprendeu a arte gráfica na Tipografia Imperial e Nacional, ex-Impressão Régia, e seguiu carreira em outros empreendimentos como compositor, diretor das prensas, redator, tradutor e contista.

Francisco de Paula Brito é reconhecido por dois feitos históricos: ter sido o primeiro editor de Machado de Assis, maior nome da literatura brasileira, e o editor do pasquim O Homem de Côr, primeiro periódico da imprensa negra no país. Impresso na Tipografia Fluminense de Paula Brito, do qual era proprietário, o jornal teve apenas cinco edições, mas abriu as portas para todos os que viriam depois.

A partir do terceiro número, o nome foi mudado para O Mulato ou O Homem de Côr. A escravidão, ainda em vigor no país, não foi tema do jornal, que estava mais focado em denunciar a discriminação racial contra pessoas negras livres. Durante o ano de 1833, uma das principais bandeiras foi a de atacar as dificuldades impostas aos negros para conseguir cargos públicos civis, políticos e militares. Ainda no mesmo ano, entre setembro e novembro, outros periódicos desse segmento surgiriam inspirados pelo pioneiro: Brasileiro PardoO CabritoO Crioulinho e O Lafuente.

Demorariam 43 anos até que uma nova manifestação da imprensa negra surgisse. Foi apenas em 1876, no Recife, que começou a circular o jornal O Homem. Pouco depois será a vez de São Paulo, com A Pátria e O Progresso, ambos em 1899, e de Porto Alegre, com O Exemplo, de 1892. O periódico gaúcho teria a maior duração até ali da imprensa negra, sendo encerrado em 1930, por problemas financeiros.

Rio de Janeiro (RJ), 16/03/2023 – A diretora-geral do Arquivo Nacional, Ana Flávia Magalhães Pinto concede entrevista à Agência Brasil. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Na dissertação sobre imprensa negra do século 19, a historiadora Ana Flávia Magalhães Pinto apresenta uma definição do que caracterizaria esses tipos de veículos: são “jornais feitos por negros; para negros; veiculando assuntos de interesse das populações negras”. Em comum também a postura de desafiar as tentativas de silenciamento.

“Esses momentos iniciais da imprensa negra no Brasil demonstram que, a despeito de inúmeros contratempos – entre os quais o próprio escravismo e seus instrumentos afins –, negros aqui formularam uma fala própria e tornaram-na pública. Ainda que não tenham alcançado simultaneamente todo o território nacional, esses impressos são parte do esforço coletivo de controlar os códigos da dominação e subvertê-los”, diz o trecho da dissertação de Ana Flávia. Atualmente, ela ocupa o cargo de diretora-geral do Arquivo Nacional.

Século 20

Ao longo do século 20, o número de veículos da imprensa negra se multiplicou. No Rio Grande do Sul, surge o A Alvorada, publicado entre 1907 e 1965, com interrupções. Depois A Tesoura (1924), A Revolta (1925) e O Tagarela (1929). Em Minas Gerais, circulam A Verdade (1904) e o Raça (1935). Em São Paulo, O Menelick (1915), O Xauter (1916), A Rua (1916), O Bandeirante (1918), O Alfinete (1918), A Liberdade (1919), A Sentinela (1920), Kosmos (1922), Clarim d’Alvorada (1924), Elite (1924), Progresso (1928) e A Voz da Raça (1933). Esse último era publicado pela Frente Negra Brasileira (1931-1937), principal organização negra do país no período.

Mais para a frente viriam O Novo Horizonte (1946), Mundo Novo (1950), Nosso Jornal (1951), Notícias de Ébano (1957), O Mutirão (1958), além das revistas Senzala (1946) e Níger (1960). No Rio de Janeiro, destaque para A Voz da Negritude (1953).

190 anos da imprensa negra: luta antirracista liga passado e presente. Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro

A maioria das publicações teve vida curta. Em alguns casos, durando poucas edições e não indo além do primeiro ano de vida. O historiador João Paulo Lopes explica que é preciso levar em conta o contexto social daqueles que produziam e liam os periódicos. 

“Os custos para publicar um jornal eram altos. Geralmente, o pagamento se dava por meio de rateio entre os editores e os ativistas, se o jornal tivesse vínculo com alguma associação do movimento negro. Outros conseguiam verba com publicidade, o que ajudava a custear a publicação por um tempo maior. E outros dependiam de assinaturas. E quando os leitores eram afetados por crises econômicas, podiam deixar de pagar pelas publicações, o que afetava a circulação. Mas nem tudo era só financeiro. De tempos em tempos, essas publicações sofriam ataques, eram empasteladas em momentos de crise política e ditaduras”, explica o historiador João Paulo Lopes.

190 anos da imprensa negra: luta antirracista liga passado e presente. Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro

Vale mencionar especialmente o caso do jornal Quilombo, liderado por Abdias Nascimento: político, artista, ativista e criador do movimento cultural Teatro Experimental do Negro (TEN). O Quilombo teve dez edições entre dezembro de 1948 e julho de 1950. E adotou agenda política marcante contra “a piedade e o filantropismo aviltantes” em relação à população negra, além de reforçar a importância de uma luta ativa contra o racismo no país.

Com o fim da ditadura, se destacariam jornais fundados por pessoas que passaram pelo Movimento Negro Unificado (MNU), fundado em 1978, tendo como pautas centrais a desconstrução do “mito da democracia racial” e a denúncia do racismo estrutural. Alguns exemplos são o Tição (1977), o Objetivo (1977), Jornegro (1977), Negrice (1977), O Saci (1978), Vissungo (1979), Pixaim (1979), a Voz do Negro (1984), o Áfricas Gerais (1995), Elêmi (1985), o Irohin (1996) e a revista Raça, de circulação nacional (1996).

“O que existe em uma marca comum, que conecta os jornais desde o Homem de Côr, é a discriminação e o preconceito. Claro, com diferenças de contexto histórico. No século 19, vivemos ainda no seio de uma sociedade escravocrata, e as publicações estão levantando questões do homem negro não escravizado nos primeiros anos do país independente”, diz Lopes.

“Com a abolição, a luta é contra o racismo estrutural, desdobrado nas mais diversas formas, frentes e caras. Nas instituições, na polícia, no mercado de trabalho, nas escolas, no campo, no acesso à terra”, acrescenta o historiador.

Passado e futuro

Nesse conjunto de periódicos históricos, um em especial prepara edição comemorativa para resgatar debates do passado e repensá-los a luz dos problemas atuais: A revista Tição, de Porto Alegre, que originalmente circulou em 1977. Com artigos de jornalistas, sociólogos e professores, o projeto pretende confrontar os diferentes contextos e analisar em que pontos houve avanços ou retrocessos nos desafios enfrentados pela população negra no país.

Jeanice Dias Ramos, que participou do Tição na década de 1970, é uma das pessoas que lideram o projeto atual, que depende de apoio financeiro para ser finalizado. Mas, assim como aconteceu antes, ela acredita que a importância do tema há de mobilizar diferentes pessoas em torno da revista.

“Naquela época, com todas as dificuldades, era incrível o número de pessoas que queriam participar do Tição. As reuniões de pauta tinham até 70 pessoas. Eram praticamente assembleias ou plenárias. Não era só discussão entre jornalistas, era uma comunidade toda querendo participar”, relembra Jeanice.

“E, se você observar as pautas daquele período, elas continuam novas. Falam de questões até hoje não resolvidas dentro da negritude. Todos os tópicos foram aprofundados na revista e os problemas são muito atuais.”

Por essa continuidade histórica de lutas e demandas, Jeanice entende que os veículos da imprensa negra vão continuar sendo canais de expressão e denúncia fundamentais no país.

“A mídia negra dá condições para que a comunidade negra se aproprie dos seus próprios problemas. Que consiga visualizar e superar os desafios que são inerentes aos negros. São questões sociais e básicas de sobrevivência. Somos majoritariamente pobres. E temos que lutar diariamente pelo pão, pela condução, pelo trabalho. Não temos uma vida fácil. Falta o viver bem para a comunidade negra. Quando um negro adolescente sai de casa, a mãe fica em pânico. Será que essa criança volta para casa? Essa é a nossa realidade.”

Baterias de lítio feitas com material reciclado serão realidade em breve

0

As baterias de íons de lítio já são amplamente usadas e estão presentes em celulares, tablets, notebooks e ferramentas elétricas. Com a popularização dos veículos elétricos, algumas delas, de maior porte, também estão sendo usadas para como fonte de energia. Uma das dificuldades das baterias, porém, são os resíduos que deixam para trás na hora do descarte, conhecido como lixo eletrônico.

Duas empresas dos EUA se uniram para minimizar esse problema: elas estão produzindo baterias de íons de lítio feitas com metais reciclados, o que pode diminuir a forma como esses dispositivos poluem o meio ambiente.

Baterias recicláveis

  • A BASF, uma empresa produtora de materiais para baterias, anunciou uma parceria com a Nanotech Energy, companhia que fabrica produtos energéticos à base de grafeno;
  • Juntas, elas irão produzir essas baterias de lítio a base de materiais reciclados para clientes na América do Norte;
  • Na parceria, a BASF ficará responsável por criar os materiais ativos usando metais reciclados de uma instalação em Battle Creek, no Michigan. Já a Nonotech Energy vai pegar esses materiais e transformá-los em células da bateria de íons de lítio;
  • A American Battery Technology Company (ABTC) e a canadense TODA Advanced Materials Inc também se juntarão ao projeto;
  • A primeira vai reciclar os materiais coletados pela Nanotech (como níquel, cobalto e o próprio lítio) e a segunda os usará para criar os materiais ativos que formarão o produto final.

Poluição das baterias

Bateria de estado sólido

Apesar do projeto não significar que as baterias poluirão menos após seu uso, diminuem esse fator na outra ponta: elas são produzidas a partir dos materiais descartados. Segundo a BASF, a fabricação com metais reciclados pode diminuir a pegada de carbono em cerca de 25%.

Corroborando com o objetivo de tornar essa cadeia ainda mais sustentável, principalmente em um momento de popularização dos veículos elétricos, o Departamento de Energia dos Estados Unidos anunciou doações de US$ 192 milhões (aproximadamente R$ 944 milhões) para promover empresas que reciclam esses dispositivos.

A BASF e a Nanotech estão trabalhando com essas baterias em um circuito fechado na América do Norte, usando íons de lítio feitos a partir de materiais reciclados localmente. Conforme a produção aumentar, a intenção é construir uma cadeia de produção e fornecimento para outros locais.

Vídeo: Profissionais da área da agronomia garantem qualidade e produção agrícola em Rondônia

0

A atuação dos agrônomos é de relevância para o desenvolvimento de diversas cadeias produtivas do Brasil e do mundo. Em Rondônia, eles têm desempenhado um papel crucial no aumento significativo da produção agrícola. Conforme o último relatório da Companhia Nacional de Abastecimento – Conab, divulgado em 8 de setembro, o Estado registrou um aumento de aproximadamente 20% na produção de grãos em comparação com o ano de 2022. Essa conquista demonstra como o trabalho desses profissionais é vital na promoção da produtividade agrícola e no abastecimento de alimentos essenciais.

O agrônomo é um profissional que está ligado diretamente à nossa qualidade de vida e segurança alimentar. São responsáveis por planejar, supervisionar e otimizar o cultivo de plantas e a criação de animais, garantindo que tenhamos acesso a alimentos seguros e nutritivos, preservando os recursos naturais e contribuindo com a sustentabilidade da agricultura.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha destacou o trabalho dos profissionais  em favor do desenvolvimento agrícola e pecuário do Estado. “A importância do agrônomo é evidente em sua contribuição para a produção de alimentos, o desenvolvimento sustentável, a proteção ambiental e a melhoria das condições de vida das comunidades rurais. Parabéns a todos os profissionais pelo seu dia”, salientou.

O titular da Secretaria de Estado da Agricultura – Seagri, Luiz Paulo enfatizou a importância do agrônomo para o processo de plantio, cultivo e sustentabilidade, além de fomentar a economia. “A nossa alta produtividade na lavoura e pecuária é resultado do trabalho do agrônomo, que lançam mão de técnicas avançadas para evoluir cada vez no campo”, enfatizou.

ATUAÇÃO NA SEAGRI

Na Seagri, este profissional se faz presente, atuando frente às coordenações e núcleos técnicos, sendo responsáveis por muitas cadeias produtivas no Estado, a exemplo da Coordenadoria de Agricultura Familiar – Cafamiliar, que mantém vários projetos que beneficiam centenas de produtores, o Programa Estadual de Aquisição de Alimentos – PEAA.

O coordenador da Agricultura Familiar – Cafamiliar da Seagri, Eduardo Seti destacou que o agrônomo é responsável pelo manejo de diferentes culturas, desde o preparo do solo até a logística de comercialização da produção. “Ele consegue planejar o cultivo de forma a garantir uma produção otimizada, indicando tecnologias e conhecimentos cientificamente embasados para a eficiência da atividade agrícola tornando-a sustentável e rentável para o produtor Rural”, explicou.

Para a coordenadora de Desenvolvimento Agropecuário – CDAP da Seagri, Isis Fabiana Ximenes, os agrônomos desempenham um papel crucial na sociedade, ocupando várias funções essenciais relacionadas à agricultura, produção de alimentos e gestão de recursos naturais.  “Nós desempenhamos um papel vital na garantia da segurança alimentar e na promoção da agricultura sustentável, enfrentando diariamente, os desafios que surgem na Agricultura moderna”, finalizou.

Rondônia ocupa o 1° lugar no ranking de doadores de órgãos da região Norte

0

Segundo o Registro Brasileiro de Transplantes – RBT da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos, Rondônia teve um aumento de 122% de doadores em potencial em 2023, se tornando o primeiro estado no ranking da região Norte. No mês de conscientização de doação de órgãos, instituído como Setembro Verde, a Secretaria de Estado da Saúde – Sesau evidencia a importância do ato.  

A coordenadora do serviço de transplantes, Renata Restier, conta o foco da saúde nos transplantes. “O aumento expressivo das notificações de potenciais doadores e do número de doações efetivas em nosso Estado, é reflexo de um trabalho que vem sendo desenvolvido ao longo desses quase 12 anos de existência do serviço de doação de órgãos em Rondônia. Agora devemos focar em dois aspectos importantes: reduzir o número de recusa familiar e melhorar ainda mais a qualidade do nosso processo de trabalho”, explicou.

Comparando-se as taxas de doação por região, as de 2019 (pré-pandemia) com as deste semestre, de janeiro a junho de 2023, não houve alteração significativa nas regiões Sul (aumentou 0,3%) e Nordeste (diminuiu 1,5%) e aumentou nas regiões Sudeste (7,1%), Centro-Oeste (14%) e Norte (57%), segundo dados do RBT. 

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, este resultado é reflexo do trabalho que vem sendo desenvolvido, por meio das ações da Secretaria de Estado da Saúde. “A doação de órgãos é um gesto de amor e o tema é fortalecido com o Setembro Verde é uma campanha alusiva ao Dia Nacional da Doação de Órgãos, que incentiva o debate sobre a doação e o transplante de órgãos”, disse o governador, destacando que neste ano, o Estado se tornou o primeiro da região Norte a realizar transplante de tecido ósseo, na unidade referência em atendimento de média e alta complexidade, Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro.

SERVIÇO

Desde a criação do serviço de transplantes em Rondônia, em 2014, já foram realizados 793 transplantes e captações.  Atualmente, são mais de 100 pacientes que aguardam na fila para o transplante de tecido ósseo e com o início do serviço, haverá agilidade nos atendimentos. Todo o material para o procedimento, como ossos, tendões, meniscos e cartilagens, será fornecido pelo banco de tecidos do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia – Into.

SETEMBRO VERDE

Instituído como mês verde, setembro se tornou o símbolo nacional da importância da doação de órgãos, diante disso, a Sesau promove durante a campanha, ações nas unidades de saúde de conscientização para a população e servidores, com o objetivo de estimular a conversa entre familiares para o consentimento da doação.

No Brasil, a pessoa não precisa deixar nada escrito, em nenhum documento, basta informar à família sobre o desejo. O procedimento só ocorre depois da autorização da família. Nesse caso, os órgãos que podem ser doados são, fígado, rins, córneas, pâncreas, intestino, ossos, pele, coração, pulmão.

O doador voluntário, ainda em vida, também pode doar um dos rins, parte do fígado, medula óssea ou parte do pulmão, para pessoas de até quarto grau de parentesco e cônjuges.

Segundo o Ministério da Saúde – MS, o Brasil possui o maior programa público de transplantes no mundo. Os pacientes recebem assistência integral e gratuita, incluindo exames preparatórios, cirurgia, acompanhamento e medicamentos pós-transplante, financiado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O Secretário de Estado da Saúde, Jefferson Rocha destacou sobre a importância da população ser conscientizada. “A nobreza em ajudar ao próximo vem com a empatia, estamos trabalhando com campanhas e capacitações na unidades para que o profissionais possam levar a oportunidades de salvar vidas à população”, ressaltou.

Supostos corpos de extraterrestres são exibidos em audiência no Congresso do México; veja fotos

0

Restos mumificados que seriam de seres extraterrestres foram exibidos na Câmara dos Deputados do México, na terça-feira (12), durante debate em uma Assembleia Pública para Regulação de Fenômenos Aéreos Não identificados, promovido pelo deputado Sergio Gutiérrez Luna, segundo informações da CNN Español.

Os restos de duas criaturas de cerca de 60 centímetros foram exibidos aos deputados. Os corpos foram encontrados no Peru, na região das Linhas de Nazca, em 2015

O ufólogo e jornalista Jaime Maussan fez a apresentação dos corpos no Congresso. Segundo ele, os restos são alvo de estudo da UNAM (Universidade Nacional Autônoma do México) e teriam mais de mil anos de idade. “São seres não-humanos. Não foram recuperados em naves, mas foram encontrados sepultados e fossilizados”, afirmou.

Em seu X, antigo Twitter, Maussan escreveu que um diretor do Instituto Científico para Saúde da Secretaria da Marinha do México disse que o DNA encontrado nos corpos não guardam relação com humanos. No entanto, ainda não há estudos mais avançados sobre os corpos e nenhuma conclusão oficial. 

Não é apenas no México que fenômenos que seriam extraterrestres são debatidos. Em julho deste ano, nos Estados Unidos, o ex-oficial de Inteligência da Força Aérea americana David Grusch afirmou que viu o uso de tecnologia alienígena, e que tudo foi “perturbador”.

Grusch foi perguntado por um parlamentar se ele havia presenciado atividade de tecnologia extraterrestre em humanos.

“Não posso entrar em detalhes em um ambiente aberto, mas pelo menos a atividade que testemunhei pessoalmente, e tenho que ter muito cuidado aqui – o que testemunhei pessoalmente, eu e minha esposa, foi muito perturbador”, disse como resposta.

Vídeo: Idaron alerta que período de semeadura da soja no Estado inicia nesta segunda-feira

0

A semeadura da soja em Rondônia para a safra 2023/2024 começou com calendário dividido em duas regiões e alerta da Idaron para que os produtores respeitem os prazos definidos. A medida segue regras do Ministério da Agricultura e busca fortalecer o controle da ferrugem asiática da soja.

▶ Ative o som e assista: o vídeo explica como funciona a semeadura da soja em Rondônia, os prazos por região e o cadastro obrigatório das áreas de cultivo.

Na Região I, formada por Cabixi, Cerejeiras, Chupinguaia, Colorado do Oeste, Corumbiara, Pimenteiras do Oeste e Vilhena, o plantio começa em 11 de setembro e segue até 19 de dezembro. Já na Região II, que abrange os demais municípios do estado, a semeadura deve ocorrer entre 16 de setembro e 24 de dezembro.

Calendário ajuda no controle da ferrugem asiática

Segundo a Idaron, o calendário tem base no Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja, dentro das normas do Mapa. O objetivo é reduzir o risco de ocorrência da doença na lavoura e proteger a produtividade da safra.

O gerente de Inspeção e Defesa Sanitária Vegetal, Jessé de Oliveira Júnior, reforçou que o produtor não deve iniciar a semeadura antes do período permitido. O respeito ao vazio sanitário é tratado como essencial para conter a ferrugem asiática e evitar prejuízos econômicos no campo.

Região I
11/9 a 19/12
Cone Sul de Rondônia, com início mais cedo do plantio.
Região II
16/9 a 24/12
Prazo válido para os demais municípios do estado.
Cadastro
Até 15/12
Prazo para registrar a área cultivada junto à Idaron.

Cadastro é obrigatório para quem vai cultivar

O presidente da Idaron, Julio Cesar Rocha Peres, destacou que o produtor que for trabalhar com a cultura precisa cadastrar a área até 15 de dezembro. O procedimento pode ser feito pela internet, no sistema da agência.

O governador Marcos Rocha também reforçou que o cumprimento das datas é importante não apenas pelo aspecto fitossanitário, mas também pelo impacto econômico da soja na balança comercial de Rondônia.

Cultivo cresce em Rondônia

A área cultivada de soja no estado cresceu fortemente ao longo da última década. Segundo os dados informados, a safra 2011/2012 tinha 107,6 mil hectares, enquanto a safra 2022/2023 alcançou 544,1 mil hectares. Entre os municípios com maior área cultivada aparecem Pimenteiras do Oeste, Corumbiara, Vilhena, Porto Velho e Chupinguaia.

Fonte da notícia: Idaron e Governo de Rondônia, com base no calendário oficial de semeadura da soja para a safra 2023/2024.

Sentido único em trecho da avenida Calama entra em funcionamento na próxima segunda-feira (18)

0

A partir da próxima segunda-feira (18), a avenida Calama, no trecho entre a avenida Guaporé e a rua Venezuela, terá sentido único, de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 8h30. A mudança ocorre após a Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transporte (Semtran) realizar estudos e definir a medida como alternativa para desafogar o fluxo sentido bairro/centro, nas avenidas José Vieira Caúla e Imigrantes.

Mudança engloba 14 cruzamentos no trecho da Calama entre Guaporé e Venezuela

“Nesta quinta-feira (14), estaremos realizando uma blitz educativa, orientando e informando aos motoristas, pedestres e comerciantes da região da Calama. Vamos distribuir informações com mapas, mostrando as mudanças. Esse tipo de alteração ocorre nas grandes cidades e a nossa expectativa é de que haja uma melhora no fluxo bairro/centro”, disse o gerente de Divisão de Treinamento e Educação para o Trânsito da Semtran, Joelmir Silva.

A Semtran está finalizando todo o trabalho de sinalização vertical e horizontal, o semáforo na rua Belém com Calama será removido e os demais semáforos serão desligados, no sentido em que o fluxo estará suspenso, no horário das 6h30 às 8h30. São 14 cruzamentos no trecho da Calama entre Guaporé e Venezuela. Serão colocadas faixas, cones e outras sinalizações informando as mudanças.

Joelmir explica que esse tipo de alteração também ocorre nas grandes cidades

“Durante um mês, agentes da Semtran estarão presentes para orientar e disciplinar. Contamos com a colaboração dos motoristas e sabemos que toda a mudança, no início, enfrenta alguma resistência e pode gerar transtornos”, informou Joelmir da Silva.

A mudança faz parte de uma série de medidas, visando melhorar o fluxo de veículos, especialmente em horários de pico, para dar mais mobilidade e fluidez no trânsito. “Porto Velho hoje conta com uma frota de quase 220 mil veículos, sendo mais de 100 mil motocicletas. Houve um aumento muito grande nos últimos dez anos e, em alguns locais e horários, é preciso tomar medidas para adequar à realidade”, completou.

ÔNIBUS

As linhas de ônibus que passam pela avenida Calama, no horário do contra-fluxo, mudarão de rota. As linhas Orgulho do Madeira via Shopping, Guajará, 4 de Janeiro, Cristal da Calama, linha nova do Cristal da Calama via Planalto, seguirão pela avenida Pinheiro Machado. Já a linha São Francisco, seguirá pela avenida Imigrantes.

Vídeo: Prefeitura encaminha PROJETO de LEI para REGULARIZAÇÃO do SETOR CHACAREIRO de Porto Velho

0

A Prefeitura de Porto Velho encaminhou um projeto de lei para a regularização do setor chacareiro, com proposta voltada às chácaras de recreio localizadas tanto na zona urbana quanto na zona rural do município.

O anúncio foi feito pelo prefeito Hildon Chaves, que destacou o caráter pioneiro da medida e afirmou que a iniciativa pode transformar Porto Velho em referência na implementação desse tipo de legislação em Rondônia.

▶ Ative o som e assista ao vídeo com o anúncio sobre o projeto de regularização do setor chacareiro em Porto Velho.

Projeto mira chácaras de recreio na zona urbana e rural

Segundo a proposta apresentada pelo Executivo Municipal, a regulamentação deverá alcançar propriedades com área mínima de 1 mil metros quadrados e máxima de 20 mil metros quadrados, desde que sejam utilizadas para atividades de lazer, plantio de vegetação e finalidades semelhantes.

O texto será analisado pela Câmara de Vereadores e atende a uma demanda antiga de parte da população que mantém áreas de recreação e lazer no entorno da cidade.

O que o projeto prevê

Área mínima

1 mil m²

Área máxima

20 mil m²

Finalidade

lazer, recreação, plantio de vegetação e usos compatíveis

Prefeitura destaca caráter pioneiro da proposta

Ao apresentar o projeto, Hildon Chaves afirmou que os moradores de Porto Velho historicamente valorizam áreas de lazer na zona rural, o que levou ao crescimento de propriedades voltadas à recreação nos arredores da cidade.

Na avaliação do prefeito, a criação de uma regulamentação própria para esse tipo de uso permite que o município avance com mais organização e se torne pioneiro em Rondônia nesse modelo de legislação.

Regularização pode ampliar segurança para investimentos

Na prática, a regularização do setor chacareiro pode gerar mais segurança jurídica para investimentos, além de criar melhores condições para quem vive, produz ou mantém propriedades nessas regiões.

A expectativa é de que a medida também contribua para melhorar a qualidade de vida dos moradores e para dar mais clareza sobre o uso e a ocupação dessas áreas de recreio.

Projeto passou por audiência pública e órgãos de controle

De acordo com a prefeitura, a proposta respeitou todas as etapas legais necessárias antes de ser enviada à Câmara. O texto contou com participação da sociedade por meio de audiência pública realizada no ano passado.

Além disso, a elaboração do projeto teve a participação de órgãos ambientais e de controle, o que reforça o objetivo de construir uma regulamentação com respaldo técnico e jurídico.

Campanha “Rondônia tem Turismo” é divulgada pelo Governo de Rondônia na região da Zona da Mata

0

Para impulsionar e divulgar o turismo de Rondônia, o Governo do Estado, por meio da Superintendência Estadual de Turismo – Setur, está realizando durante esta semana, a apresentação do projeto Rondônia tem Turismo na região da Zona da Mata.

O projeto tem como estratégia alcançar os rondonienses e despertar o interesse do público de outros estados para conhecerem Rondônia. A equipe da Setur iniciou as reuniões na terça-feira (12), no município de Rolim de Moura, com a presença do prefeito Aldo Júlio, vereadores e demais autoridades. Em seguida, a equipe vai percorrer os municípios de Alto Alegre dos Parecis e Alta Floresta d’Oeste, para divulgar e estimular o desenvolvimento do mercado turístico desta importante região de Rondônia, a fim de proporcionar o conhecimento dos atrativos do Estado.

Para o titular da Superintendência Estadual de Turismo, Gilvan Pereira Júnior, a ideia é trabalhar com todos os municípios do Estado que estão inseridos no mapa do turismo. “Queremos alcançar todos os eixos, como o rural e o educativo, nessa campanha que visa a valorização turística da região. Começamos esse projeto em maio e vamos alcançar todo o Estado. Vamos levar nossos planejamentos e eventos, além de produzir materiais com os atrativos e potenciais turísticos, para que a população conheça de perto”, ressaltou.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destacou  que, o turismo é um segmento em que o Governo do Estado tem atuado para promover o desenvolvimento econômico e atrair mais pessoas para visitar os locais em todo o Estado. “O Governo de Rondônia tem feito vários investimentos nos municípios para promover mais qualidade de vida à nossa população, e isso também se relaciona ao Turismo. Com a melhoria dos principais pontos turísticos,  estradas e muitos outros, as pessoas têm a oportunidade de apreciar nossas belezas naturais e desperta a vontade de conhecer mais locais do nosso Estado”, considerou.

RONDÔNIA TEM TURISMO

O objetivo do projeto é alcançar todos os 52 municípios do Estado, com apresentação do projeto aos gestores municipais, a fim de fomentar e fortalecer o setor em cada município, incentivando a prática turística; e despertar a população quanto às potencialidades, por meio de concursos, vídeos, folders e plataformas digitais.

OUTROS PROJETOS

Durante a divulgação do projeto Rondônia tem Turismo, serão apresentadas propostas de eventos e projetos para englobar os atrativos turísticos da região, tais como: Circuito de Pesca Esportiva; Plano Municipal de Turismo; Plano de Visitação Indígena; Turismo Rural; Famtour; apoio aos eventos e materiais gráficos sobre a região.

CIRCUITO DE PESCA ESPORTIVA

O governo de Rondônia, por meio da Superintendência Estadual de Turismo – Setur, estará promovendo o Circuito de Pesca Esportiva no distrito de Porto Rolim, em Alta Floresta d’Oeste. Neste mês, foi lançado o edital de chamamento público, destinado à organização que tenha interesse em executar em conjunto com a Setur, mediante fornecimento de estrutura, logística, promoção, premiação, equipamentos, materiais e mão de obra especializada para manter toda a infraestrutura do evento turístico voltado à Pesca Esportiva, bem como a metodologia de desenvolvimento das provas do circuito. O objetivo é a atividade esportiva, de uma forma sadia no convívio com a natureza, onde o “pesque e solte” é a condição mais importante. A prática consiste, então, em pescar, apreciar, fotografar e devolver o peixe ao seu habitat.

Alero promulga lei que beneficia agroindústrias no Sistema de Licenciamento Ambiental

0

A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) promulgou a Lei 5.611, de autoria do deputado Delegado Lucas (PP), que passa a incluir agroindústrias no Sistema de Licenciamento Ambiental do estado. A promulgação foi publicada na semana passada em edição suplementar do Diário Oficial e é assinada pelo presidente da Casa de Leis, deputado Marcelo Cruz (Patriota). 

De acordo com o Delegado Lucas, a Lei 5.611 fez uma alteração no inciso II do artigo 37 da Lei Estadual 3.686/2015. “A lei que está em vigor desde 2015 permitia uma redução de custos e melhor aproveitamento das atividades feitas pelos produtores rurais. No entanto naquela primeira redação foram inclusas apenas as atividades agropecuárias e agrossilvipastoris exercidas pela agricultura ou empreendimento familiar, por isso agora propomos uma alteração na legislação para inclusão das agroindústrias no Sistema de Licenciamento Ambiental”, explica.  

Esta isenção das taxas para as atividades agroindustriais, segundo Lucas, é justificada pela importância e relevância do papel da agricultura familiar rondoniense, reconhecida por sua produção de alimentos e abastecimento da população. “A promulgação desta lei é uma grande conquista para nossos agricultores, principalmente porque muitos deles geram empregos e renda para várias famílias por meio das agroindústrias. Esta lei deve permitir que o setor continue suas produções de forma sustentável, visto que as agroindústrias agregam valor aos produtos provenientes da exploração agrícola, principalmente da agricultura familiar, além da pecuária, setor pesqueiro e aquícola, extrativistas e florestais”, diz Lucas.

Ainda segundo o parlamentar, as atividades de agroindústrias compreendem desde processos simples, tais como limpeza e embalagens. Uma das principais característica está na produção em pequena escala, sendo diferente dos produtos industriais que são padronizados. A lei promulgada na Alero para garantir isenção de taxas às agroindústrias não abrange os demais encargos gerados pelas normas e regulamentos ambientais. 

Excesso de peso em caminhões será controlado antes da saída das unidades

Acordo obriga controle de peso antes da saída de caminhões em Rondônia

0
Pesagem na origem e notas fiscais passam a integrar as obrigações assumidas.
Técnico confere componentes básicos do carro antes de uma viagem em Rondônia

Vai pegar a estrada? Veja o que revisar no carro antes da viagem

0
Pneus, freios, luzes e documentos devem ser conferidos antes da saída.
Estoque de sangue crítico mobiliza doadores na Hemorrede de Rondônia

Hemorrede convoca doadores após estoque crítico de O+ e O-

0
Hemorrede prioriza O+ e O-; candidatos devem conferir horários e passar por triagem.
Pare e Siga na BR-364 exige atenção de motoristas em trechos de Rondônia

Motoristas devem se preparar para bloqueios parciais na BR-364

0
Frentes de serviço podem reduzir o tráfego entre 7h e 18h em pontos da rodovia.
Rondônia Cidadã oferece serviços gratuitos no Distrito de Rio Branco

Rondônia Cidadã leva saúde e documentos ao Distrito de Rio Branco

0
Escola Ruth Rocha recebe serviços no sábado e domingo; exigências variam por atendimento.