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quarta-feira, julho 22, 2026
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Análise sensorial do café identifica amostras para a final do 8° Concurso de Qualidade do Café de Rondônia

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Nesta semana, 196 amostras de café, recebidas pela Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia – Emater, para participar do 8° Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia – Concafé, serão submetidas à análise sensorial. Nesta segunda etapa, os especialistas degustadores estão avaliando os atributos que diferenciam os cafés e podem indicar o grau de qualidade, bem como, aromas e toques especiais na bebida do café canéfora. As amostras estão sendo realizadas no Instituto Federal de Rondônia – Ifro, no campus de Cacoal.

O Concafé é um evento que vem incentivando cada vez mais produtores rurais a investirem na cafeicultura de qualidade no Estado. O incentivo dado pelo Governo Estadual com distribuição de mudas clonadas e assistência técnica gratuita executada pela Emater/RO, tem fortalecido a cadeia produtiva cafeeira e levado o nome de Rondônia a integrar a lista de estados com grande potencialidade produtiva.

Em uma ação conjunta entre a Secretaria de Estado da Agricultura – Seagri e Emater/RO, o Concafé, desde sua primeira edição em 2016, mostrou que Rondônia tem potencialidade e diversidade na produção do café. Além dos produtores, que geralmente são os homens à frente da lavoura, reconhecidos como grandes cafeicultores; grupos de mulheres, se destacam entre as vencedoras do prêmio nacional da florada premiada. A comunidade indígena vem desenvolvendo a cultura cafeeira em seus territórios de forma sustentável, e também vem se destacando em concursos nacionais.

Q-ROBUSTA GRADERS

Segundo o diretor-presidente da Emater/RO, Luciano Brandão, nesta segunda etapa do Concafé 2023, as amostras são torradas para posteriormente serem moídas e degustadas. “Neste ano nós contamos com a participação de quatro Q-Robusta Graders, que são especialistas na análise de café robusta, estão avaliando minuciosamente cada amostra para pontuar seus tributos, de acordo com o protocolo exigido”, explicou o diretor presidente da Autarquia.

Para o governador Marcos Rocha, o investimento em tecnologia e o incentivo aos cafeicultores têm sido essencial para que o Estado obtenha uma produção competitiva e de qualidade. “O Concafé foi realmente um divisor de águas e vem abrindo portas para os cafés Robustas de Rondônia no Brasil e no mundo”, salientou.

CAFÉS QUALIFICADOS

O número de cafés bem qualificados tem alcançado expressividade e a disputa está acirrada, com perspectivas de superar as avaliações de anos anteriores. Nessa avaliação estão sendo considerados fatores como: fragrância, aroma, uniformidade, ausência e presença de defeitos, doçura, sabor, acidez, corpo, finalização e equilíbrio, e a cada etapa vencida, vão sendo selecionados os que obtiveram maior pontuação. O resultado será conhecido no dia 6 de outubro, na praça Beira Rio, em Cacoal.

Câmara aprova projeto que viabiliza retomada de obras em escolas e unidades de saúde

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (5) projeto de lei que institui um pacto nacional de retomada de cerca de 3,5 mil obras e serviços de engenharia, principalmente de escolas e de unidades de saúde. A proposta será enviada ao Senado.

O Projeto de Lei 4172/23, do Poder Executivo, retoma conteúdo da Medida Provisória 1174/23.

O texto permite que façam parte desse pacto obras e serviços de engenharia paralisados ou inacabados cuja execução tenha sido financiada com valores repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) no âmbito do Plano de Ações Articuladas (PAR) previsto na Lei 12.965/12. Esse plano existe desde 2007 e, em 2012, a lei incorporou suas regras antes constantes em um decreto.

A proposta foi aprovada na forma de um substitutivo da relatora, deputada Flávia Morais (PDT-GO), que incluiu mudanças na política cultural Aldir Blanc e no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Segundo o texto, as obras a retomar do setor de saúde dependerão de regulamentação do Ministério da Saúde, envolvendo aquelas financiadas por transferências fundo a fundo no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

A data de referência para saber quais obras serão contempladas será a de publicação da futura lei, segundo a situação registrada no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec).

Será possível ainda a retomada de obras e serviços de engenharia nas instituições federais que ofereçam educação básica, na forma de regulamento do Ministério da Educação.

A relatora comemorou as mudanças incluídas no texto, como as relativas ao Fies. “Os estudantes endividados poderão atualizar condições de financiamento, e as instituições poderão aderir ao fundo [FG-Fies]. Essas mudanças darão melhores condições aos estudantes mais vulneráveis do País”, afirmou.

Conceitos
Obras paralisadas são aquelas com instrumento vigente e ordem de serviço emitida, mas com informação pelo ente beneficiário de que a execução dos serviços não evoluiu.

O texto considera paralisadas também aquelas obras:

  • em relação aos quais tenham sido inseridos no Simec documentos comprobatórios de uma nova licitação e/ou contratação de empresa executora após rescisão de contrato anterior;
  • com registro, nesse sistema, de evolução de execução física inferior a 5% nos últimos 120 dias ou a 15% nos últimos 365 dias anteriores à entrada em vigor da futura lei;
  • com solicitação de nova pactuação aprovada pelo FNDE pela Resolução do Conselho Deliberativo 3/21; ou
  • com prorrogação de vigência indeferida entre 1º de abril de 2023 e a data de entrada em vigor da futura lei.

Já as obras inacabadas são consideradas aquelas cujo instrumento do Plano de Ações Articuladas (PAR) tenha vencido e que não foram concluídas.

Programa voluntário
Como se trata de um programa de repasses voluntários e não obrigatórios por parte da União, os estados, o Distrito Federal e os municípios deverão manifestar ao FNDE interesse na retomada das obras.

Segundo o governo, os investimentos até 2026 poderão somar cerca de R$ 4 bilhões, com previsão de criar mais 450 mil vagas na rede pública de ensino por meio da conclusão de cerca de 3,5 mil obras dadas como paralisadas ou inacabadas desde o início do PAR.

Estados
Embora a retomada das obras deva ser financiada com dinheiro do FNDE, os estados também poderão entrar com recursos para acabar obras em municípios de seu território, mecanismo não permitido pelas atuais regras do PAR, que preveem somente a entrada de dinheiro do ente beneficiário.

Estados e municípios poderão usar o dinheiro direcionado a eles por meio de emendas parlamentares individuais na modalidade de transferência especial, quando o dinheiro repassado é de livre uso pela administração contemplada.

Os entes federados poderão ainda pedir ao FNDE ressarcimento de verba anteriormente pactuada e pendente de pagamento se eles concluíram as obras com recursos próprios.

Obras irregulares
As obras irregulares com processo de tomada de contas especial poderão ser incluídas no pacto desde que não haja prejuízo para a apuração de responsabilidade das pessoas naturais e das empresas que tenham dado causa ao descumprimento do contrato original.

Esse processo de tomada de contas é formalizado após o encerramento de medidas administrativas para ressarcimento do poder público pela empresa que cometeu irregularidades.

Entretanto, não poderão participar do esforço para retomar as obras, em qualquer licitação, empresas declaradas não idôneas pelo poder público, independentemente do órgão ou da entidade que aplicou a sanção.

Obras inacabadas
No caso de obras inacabadas, deverá ser firmado um novo termo de compromisso entre o FNDE e o ente federativo, no qual devem constar a repactuação dos valores e dos prazos inicialmente firmados, observadas as regras e diretrizes da Lei 12.695/12.

Em razão de um maior tempo de abandono da obra, serão admitidas mudanças nos projetos iniciais se precedidas de análise técnica do FNDE. Para isso, as mudanças devem ser fundamentadas pelo ente interessado e o seu valor não poderá ultrapassar os limites de correção previstos.

Já a análise da prestação de contas final deverá abranger o termo de compromisso inicial e o termo de compromisso de repactuação.

Paralisadas
Na hipótese de obra ou serviço paralisado, deverá ser assinado um termo aditivo ao termo de compromisso vigente, constando o compromisso de conclusão da obra e a reprogramação física da sua execução, incluídos os prazos repactuados, além dos novos recursos que serão aportados pelas partes.

Valores e vigência
A repactuação envolverá a correção dos valores correspondentes à fração não executada da obra ou do serviço de engenharia pelo acumulado do Índice Nacional de Construção Civil (INCC) desde o ano da assinatura do primeiro instrumento de repasse até o fim de 2022.

Essa repactuação poderá prever a construção em local diferente do originalmente previsto quando o anterior não estiver mais disponível.

A valoração da parte não executada usará os dados lançados no Simec, e o novo termo ou aditivo fixará o aporte de cada ente federativo. Entretanto, o FNDE é autorizado a transferir recursos adicionais ainda que os valores inicialmente acertados tenham sido totalmente transferidos.

Para isso acontecer, deverão ser apresentados laudo técnico sobre o estado atual da obra, planilha com valores necessários à sua conclusão e novo cronograma físico-financeiro.

Os documentos deverão evidenciar a necessidade de restabelecer o equilíbrio econômico-financeiro do contrato em caso de força maior, caso fortuito ou fato do príncipe. Outras hipóteses são fatos imprevisíveis ou previsíveis de consequências incalculáveis que inviabilizem a execução do contrato original.

Na repactuação, o projeto determina que serão computados e atualizados também os saldos financeiros depositados em conta bancária específica vinculada à obra ou ao serviço de engenharia, inclusive as receitas obtidas nas aplicações financeiras realizadas.

O prazo de conclusão será de 24 meses, prorrogável uma única vez por igual período pelo FNDE.

Diretrizes
O PL 4172/23 remete a um decreto do Executivo a fixação de diretrizes para priorizar quais obras serão retomadas primeiro, observados os limites orçamentários e financeiros disponíveis.

A todo caso, devem ser seguidos os seguintes critérios:

  • percentual de execução registrado no Simec;
  • ano em que foi firmado o instrumento inicial;
  • municípios que sofreram desastres naturais e ambientais nos dez anos anteriores;
  • escolas de educação básica que atendam comunidades rurais, indígenas e quilombolas; e
  • outros critérios técnicos considerados pertinentes.

Na repactuação, estados, municípios e Distrito Federal deverão apresentar três tipos de documentos:

  • laudo técnico atestando o estado atual da obra ou do serviço, acompanhado da anotação de responsabilidade técnica ou do registro de responsabilidade técnica;
  • planilha orçamentária com valores atualizados para a conclusão, de acordo com os percentuais do INCC; e
  • novo cronograma físico-financeiro.

Responsabilidade
O texto deixa claro que a retomada das obras ou serviços não impedirá a eventual apuração de responsabilidade das pessoas naturais e jurídicas que tenham dado causa ao descumprimento dos contratos originais.

Da mesma forma, a retomada não afasta a prerrogativa do FNDE de suspender a liberação das parcelas para pagar a obra e determinar ao banco a suspensão da movimentação da conta vinculada até a regularização de pendências pelo descumprimento do termo de compromisso.

Por outro lado, o prazo de 60 dias para a prestação de contas no âmbito do PAR começará a contar a partir do fim do novo prazo de conclusão repactuado.

Dados divulgados
Para dar mais transparência ao programa, deverão ser divulgados, nas páginas do FNDE e dos estados e municípios na internet, várias informações, como:

  • relação das obras ou serviços de engenharia paralisados e inacabados;
  • texto integral do novo termo de compromisso celebrado;
  • repactuações de valores e recursos adicionais transferidos;
  • diretrizes das prioridades;
  • recursos recebidos na modalidade transferência especial;
  • as obras e os serviços de engenharia inacabados ou paralisados, no âmbito do Plano de Ações Articuladas, que estejam em processo de tomada de contas especial.

Cultura
Na área cultural, o projeto especifica que, durante a vigência do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Ministério da Cultura definirá diretrizes para aplicação dos recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Lei 14.399/22).

Entre essas diretrizes, o texto cita:

  • construção, ampliação, reforma e modernização de espaços culturais, inclusive daqueles criados pela administração pública de qualquer esfera ou vinculados a ela;
  • aquisição de equipamentos e acervos;
  • fortalecimento da Política Nacional de Cultura Viva; e
  • demais políticas e programas nacionais de cultura.

Ao definir as diretrizes, o ministério poderá condicionar o repasse de até 30% dos recursos disponíveis à aplicação em políticas e programas nacionais de cultura específicos.

Do total de recursos previstos na lei (R$ 3 bilhões), no máximo 10% irão para obras vinculadas ao PAC e, no mínimo, 10% para o fortalecimento da Política Nacional de Cultura Viva.

No entanto, os beneficiados deverão manter, em relação a esses recursos, os percentuais de aplicação direcionada fixados na lei, que prevê o uso de 80% do repassado em ações de apoio ao setor cultural por meio de editais ou subsídios; e de 20% em ações de incentivo direto a programas, a projetos e a ações de democratização da produção artística e cultural em áreas periféricas, urbanas e rurais.

Ao contrário da lei atualmente, que dispensa celebração de convênio, contrato de repasse ou instrumento semelhante para esses recursos, o PL 4172/23 permite sua assinatura se o dinheiro for para a construção de espaços culturais, considerando tal repasse como transferência obrigatória.

Fies
Na lei do Fies (Lei 12.260/01), a relatora propõe a reabertura de parcelamento com as mesmas condições estipuladas na legislação para estudantes que tinham dívidas junto ao fundo em 30 de dezembro de 2021. A nova data de referência será 30 de junho de 2023, a partir da qual são contados prazos para estabelecer o quão antiga é a dívida.

Ainda nessa lei, o texto aprovado muda o percentual de aporte das instituições privadas de ensino participantes do Fies no Fundo Garantidor FG-Fies, condição exigida para seus alunos poderem contar com 100% da mensalidade financiada.

Do sexto ano de adesão em diante, elas terão de aportar entre 10% e 27,5% das mensalidades, variável em função de critérios estabelecidos em regulamento.

Atualmente, devem entrar com um percentual calculado em função da inadimplência comparada ao valor mensal esperado de pagamento pelo financiado.

Segundo o último relatório divulgado pela Caixa Econômica Federal, agente operador do fundo, em 2021 o FG-Fies honrou o pagamento de 265.074 contratos em um montante de R$ 6,8 bilhões.

Com o projeto “Compartilhando Saúde”, Governo de Rondônia reduz fila de cirurgias e população é atendida mais perto de casa

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Com o intuito reduzir a fila de espera para cirurgia eletivas e proporcionar que os rondonienses sejam atendidos mais perto de suas casas, em casos de baixa e média complexidade, está em execução no Estado, o projeto Compartilhando Saúde, do Governo de Rondônia. O primeiro repasse de recursos aos municípios, no valor de aproximadamente R$ 12 milhões, aconteceu em junho deste ano.

Houve apresentação e pactuação do projeto na Comissão Intergestores Bipartite – CIB do Estado, no dia 21 de outubro de 2022, com os secretários de Saúde dos 52 municípios. O projeto foi estruturado juridicamente pela Portaria n° 4.678, de 1° de novembro de 2022, e aperfeiçoado pela Portaria nº 1.109, de março de 2023.

No mesmo mês, o governador de Rondônia, Marcos Rocha anunciou o volume de investimento assegurado para fortalecer a saúde nos municípios, por meio dessa iniciativa. ‘‘Compartilhando Saúde é mais um projeto criado pelo Governo de Rondônia, que vem inovar em uma área tão importante para a população, que é a saúde. Serão R$ 41 milhões do Governo do Estado que chegarão aos municípios, por intermédio das prefeituras, e isso vai ajudar a diminuir filas para cirurgias e adquirir medicamentos, assim atendendo melhor à nossa população’’, disse.

O projeto, desenvolvido no âmbito da Secretaria de Estado da Saúde – Sesau, nasceu do compromisso do Governo de Rondônia em encurtar a distância para atender à demanda da sociedade, de receber tratamento de baixa e média complexidade, nos municípios localizados distantes de Porto Velho.

DIGNIDADE

O projeto é considerado um grande feito para a Saúde Pública rondoniense, pois é na Capital de Rondônia que está a maior parcela da população do Estado, onde estão localizados os principais hospitais da rede estadual de saúde, responsáveis por casos de média e alta complexidade, e onde se concentram as demandas por cirurgias.

É para Porto Velho que a população dos demais municípios se deslocam, historicamente, em busca desses atendimentos, mas com o Compartilhando Saúde, há o fortalecimento dos atendimentos nos municípios e mais dignidade na prestação de serviço à população, especialmente aos que moram distantes da Capital, que passam a não ter a necessidade do deslocamento para Porto Velho.

BENEFÍCIOS

As prefeituras podem usar os recursos do Governo de Rondônia para ampliar leitos retaguarda clínicos e cirúrgicos, para procedimentos cirúrgicos nas especialidades de cirurgia geral, ortopedia, urologia, urgência e emergência, e fortalecer a rede materno infantil. Além de compartilhar recursos, o Governo, por meio desta iniciativa, compartilha responsabilidades com os municípios, fortalecendo as cidades com potencial para serem polos de saúde em suas regiões.

Os mesmos devem comprovar que possuem capacidade instalada, ou seja, espaço adequado para realizar os procedimentos, recursos humanos, que são os servidores para executar os serviços, e os insumos necessários (anticoagulante, antibióticos, além de exames pré-operatórios). A Sesau ainda distribuirá medicamentos destinados a pacientes com infarto, e também para ajudar no funcionamento pulmonar de bebês prematuros a todos os municípios sede de região. Serão ofertados serviços de telemedicina nas áreas de cardiologia para todos os municípios, e neurologia para municípios sede de região.

DESCENTRALIZAÇÃO

A assistência à saúde ofertada pela Sesau aos rondonienses, está organizada com base em macro e microrregiões. Assim, o Mapa da Saúde de Rondônia é dividido em sete regiões: Madeira-Mamoré, Vale do Jamari; Central, Café; Zona da Mata; Vale do Guaporé e Cone Sul. Essa organização tem como critério, a interligação territorial dos pontos assistenciais e serviços de saúde, infraestrutura tecnológica e técnico-profissional e a cobertura dos vazios assistenciais.

Além disso, essas sete regiões compõem as duas macrorregiões de Saúde do Estado. Macrorregião 1, tendo como polo de saúde, Porto Velho, contendo municípios da região Madeira-Mamoré (Porto Velho, Itapuã do Oeste, Candeias do Jamari, Guajará-Mirim e Nova Mamoré), Central (Governador Jorge Teixeira, Jaru, Theobroma e Vale do Anari) e Vale do Jamari (Ariquemes, Cacaulândia, Machadinho do Oeste, Alto Paraíso, Campo Novo de Rondônia, Monte Negro, Buritis; Cujubim e Rio Crespo).

Enquanto que, a Macrorregião 2 é composta pelos municípios da região do Café (Cacoal, Espigão do Oeste, Pimenta Bueno, Ministro Andreazza, São Felipe do Oeste e Primavera de Rondônia), Central (Ji-Paraná, Alvorado do Oeste, Teixeirópolis, Urupá, Mirante da Serra, Nova União, Ouro Preto do Oeste, Presidente Médici, Vale do Paraíso e São Miguel do Guaporé); Cone Sul (Vilhena, Cabixi, Cerejeiras, Chupinguaia, Colorado do Oeste, Pimenteiras do Oeste e Corumbiara), Zona da Mata (Rolim de Moura, Alta Floresta do Oeste, Alto Alegre dos Parecis, Castanheiras, Novo Horizonte, Nova Brasilândia d’Oeste, Santa Luzia d’Oeste e Parecis) e Vale do Guaporé (São Francisco do Guaporé, Costa Marques e Seringueiras).

É esta última, mais distante da Capital de Rondônia, a prioridade do Compartilhando Saúde. Com uma atenção especial para a Macrorregião 2, a qual permite nos próprios municípios que aderiram ao projeto, serem realizadas as cirurgias, que os atendimentos nos hospitais da Macrorregião 1 passam a ter um fluxo melhor, pois recebem pacientes de um número menor de cidades. Assim, a saúde da população de todo o Estado é beneficiada pelo projeto.

INVESTIMENTO

O investimento no projeto funciona por meio de transferência Fundo a Fundo, ou seja, o recurso sai do cofre público do Governo de Rondônia direto para os cofres públicos das prefeituras. Mas para que o repasse aconteça, cada prefeitura manifesta o interesse, preenche o cadastro de adesão, e assim apresenta a estimativa de atendimentos e as áreas de abrangência.

A adesão ao projeto aconteceu até março deste ano, e resultou em recurso assegurado para 23 municípios. Os recursos são repassados a estes de forma proporcional à população de cada cidade, com base na estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, referente a 2021, e dividido em três parcelas.

Já foram repassados R$ 11.964.990,75 (onze milhões, novecentos e sessenta e quatro mil, novecentos e noventa reais  e setenta e cinco centavos) aos municípios. A vigência do projeto encerra no dia 31 de dezembro de 2023, e os municípios devem apresentar os relatórios dos procedimentos cirúrgicos em até 90 dias, após o período de execução.

Atleta rondoniense conquista medalha de bronze na modalidade Wrestling em estreia nos Jogos da Juventude 2023

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Foi dado início às competições do Jogos da Juventude 2023 e Rondônia já iniciou com destaque na modalidade wrestling. A estudante-atleta, Letícia Corrêa, da Escola Estadual Josino Brito no município de Cacoal, garantiu o 3º lugar na classificação e conquistou a medalha de bronze na categoria, no sábado (2). Os Jogos iniciaram dia 1º e seguem até 16 de setembro, na cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo.

A competição contou com a participação de 4 mil atletas entre 15 e 17 anos de idade das 27 unidades da Federação. Dividida em três etapas; as 18 modalidades serão disputadas em Ribeirão Preto e nos municípios de São Sertãozinho e Pirassununga.

A Delegação de Rondônia é formada por 170 integrantes, entre atletas, técnicos e dirigentes. O Governo, por meio da Secretaria de Estado da Educação – Seduc, proporcionou hospedagem e alimentação em parceria com o Comitê Olímpico Brasileiro – COB, para toda a Delegação com suporte em Rondônia e Ribeirão Preto.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o Governo tem investido no esporte, voltado também, a outras modalidades, para movimentar este segmento junto à educação dos jovens. “Nossa equipe é uma das maiores delegações e estamos apostando nossas fichas de que teremos uma classificação geral muito boa para esse ano, com nossos atletas subindo ao pódio, pois acreditamos que a educação é a maior ferramenta para a mudança de uma sociedade. Nossos alunos vêm mostrando ótimos desempenhos, na maioria das competições, e isso é louvável para o Estado”, evidenciou.

O coordenador de educação física, arte, cultura e esporte escolar da Seduc, Evangelista Araújo destacou que, Rondônia tem boa representatividade e aposta na classificação dos atletas e no pódio nacional, uma vez que os atletas da categoria juvenil estão muito bem preparados. “Rondônia abre um quadro de medalhas significativo. Foi uma das melhores lutas que já aconteceu. Nossa atleta competiu com uma adversária de renome, possivelmente finalista e mostrou garra e determinação, vencendo a luta com ousadia”, pontuou.

DEDICAÇÃO

Letícia Corrêa tem 15 anos de idade e faz parte do Projeto Luta na Escola, da unidade educacional Maria Socorro Viana de Almeida, em Cacoal e ingressou na modalidade há mais de um ano. Antes, havia  desistido de competir. Ao retornar à modalidade intensificou o treinamento, garantindo o título para Rondônia. “Eu sempre me identifiquei com o wrestling. A classificação me deixou muito orgulhosa e ainda mais motivada. Foi suado, tive muitas dificuldades, mas garanti a vitória”, destacou.

Caixa e BB realizam a primeira transferência do Drex, a moeda digital brasileira

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A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil fizeram a primeira transferência de recursos utilizando o Drex, a moeda digital brasileira que utiliza a tecnologia de blockchain.

Para quem tem pressa:

  • Segundo as instituições, a operação foi realizada entre os dias 30 e 31 de agosto;
  • A transferência aconteceu dentro ao ambiente de testes do Banco Central (BC);
  • Os fundos foram transferidos do Banco do Brasil para a Caixa e depois retornaram para o banco de origem;
  • A Caixa considera que o uso do Drex pode reduzir o tempo de liberação dos recursos em financiamentos imobiliários, por exemplo.

A colaboração entre as nossas instituições representa um compromisso com a inovação e a modernização do setor financeiro. Estamos entusiasmados com os resultados positivos até agora e ansiosos para explorar ainda mais o potencial das moedas digitais e das transações ágeis.

Rita Serrano, presidente da Caixa.

Para Tarciana Medeiro, presidente do Banco do Brasil, o teste foi um sucesso.

O teste realizado entre os dois bancos é mais um passo importante do projeto e demonstra nossa capacidade de incorporar novas tecnologias e inovações aos nossos modelos de negócio.

Tarciana Medeiro, presidente do Banco do Brasil.

O que é o Drex e como funcionará?

  • A moeda Drex é uma Central Bank Digital Currency (CBDC), com funções semelhantes ao PIX, permitindo pagamentos instantâneos, mas com recursos adicionais.
  • Além das funcionalidades de pagamentos, a Drex permitirá a compra e venda de títulos públicos.
  • O Banco Central será o emissor da moeda Drex, e a custódia será supervisionada pela própria instituição.
  • Pessoas e empresas poderão adquirir a moeda Drex entregando reais físicos, que serão convertidos em reais digitais emitidos pelo Banco Central, e vice-versa.
  • A operação de troca será intermediada por participantes do sistema financeiro ou de pagamentos autorizados pelo Banco Central.
  • Os bancos não poderão emprestar esses recursos a terceiros, como acontece com o Real físico.
  • A Drex permitirá transações financeiras, transferências, pagamentos de contas, boletos e impostos, além de possibilitar a conversão entre reais digitais e depósitos bancários convencionais.
  • A moeda será desenvolvida com interoperabilidade, podendo ser utilizada em sistemas de pagamento existentes, como bancos, instituições de pagamento ou o PIX.
  • Ao contrário de criptomoedas como Bitcoin e Ethereum, a Drex é emitida por uma autoridade monetária e visa fornecer um ambiente seguro e regulado para inovação empresarial.
  • Os usuários precisarão de uma carteira virtual custodiada por um agente autorizado pelo Banco Central para acessar e utilizar a moeda Drex.

Semtran vai mudar sentido em trecho da avenida Calama, no horário de pico, a partir do dia 18

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A Prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transporte (Semtran), está realizando estudos de viabilidade para fazer alterações em sentidos de vias, abrir novos acessos e outras mudanças, visando melhorar o fluxo de veículos, especialmente em horários de pico, para dar mais mobilidade e fluidez no trânsito.

E nesta semana, a Semtran vai começar a sinalização da avenida Calama, em um trecho entre a avenida Guaporé e a rua Venezuela, que terá sentido único, no período das 6h30 às 8h30, de segunda às sextas-feiras, além de sincronizar os semáforos na via, com o objetivo de facilitar o deslocamento da zona Leste até a área central e outras regiões da capital.

“Vamos iniciar a sinalização nesta semana e desde já, descartamos a inversão definitiva. A inversão está prevista para começar no próximo dia 18, e vai ocorrer apenas nos horários de pico, com sentido único em direção ao centro. É uma experiência para dar mais fluidez no trânsito, no horário de ida ao trabalho e escola, com a finalidade de desafogar o tráfego nas avenidas José Vieira Caúla e na Imigrantes”, explicou o secretário da Semtran, Anderson Pereira.

A Semtran vai realizar uma ampla campanha educativa de divulgação da mudança, junto aos motoristas e também aos comerciantes locais. Também serão realizadas blitze educativas, orientando acerca das alterações.

ÔNIBUS

As linhas de ônibus que passam pela avenida Calama, no horário do contra-fluxo, mudarão de rota. As linhas Orgulho do Madeira via Shopping, Guajará, 04 de Janeiro, Cristal da Calama, linha nova do Cristal da Calama via Planalto, seguirão pela avenida Pinheiro Machado. Já a linha São Francisco, seguirá pela avenida Imigrantes.

Perda de imóvel usado como cativeiro está na pauta do Plenário desta terça Compartilhe este conteúdo no Whatsapp Fonte: Agência Senado

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Está na pauta do Plenário desta terça-feira (5) o projeto que determina a perda, em favor da União, de imóvel utilizado como cativeiro no crime de sequestro e cárcere privado e no de extorsão mediante sequestro, quando o proprietário tenha sido um dos autores do crime (PL 2.105/2019). O projeto, do deputado Carlos Sampaio (PSDB- SP), foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no último dia 9 de agosto, relatado pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB).

O texto acrescenta no Código Penal (CP — Decreto-Lei 2.848, de 1940) a previsão de perda em favor da União do imóvel utilizado como cativeiro nos crimes de sequestro e cárcere privado ou, ainda, no de extorsão mediante sequestro, quando o proprietário houver, de qualquer modo, concorrido para o crime. A exceção será para o imóvel que for considerado bem de família. O bem de família é prédio residencial urbano ou rural, com suas pertenças e acessórios, destinando-se em ambos os casos a domicílio familiar, e poderá abranger valores mobiliários, cuja renda será aplicada na conservação do imóvel e no sustento da família. Para Veneziano, a medida avança no sentido de buscar cessar os braços financeiros desse tipo de crime.

O projeto passa a considerar a previsão de sequestro do bem imóvel utilizado como cativeiro. Sequestro de bem é uma medida assecuratória empregada no processo civil, que nasce com a apreensão de bens certos e determinados, pertencentes ao patrimônio do réu ou do indiciado, para garantir o ressarcimento dos danos por ele causados ao cometer a infração. Atualmente, pelo artigo 166 do Código de Processo Penal (CPP — Decreto-Lei 3.689, de 1941), para a decretação do sequestro de bens, é necessário que haja indícios claros da proveniência ilícita deles. Mas o relator acrescentou emenda modificando o CPP, ao prever que o sequestro de bens possa ocorrer mesmo que o imóvel tenha origem lícita — se tiver sido usado como cativeiro.

Doações

Também consta da pauta do Plenário o projeto que permite ao doador aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente (FDCA) indicar a destinação dos recursos (PL 3.026/2022). O texto foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) no último dia 29, sob relatoria do senador Plínio Valério (PSDB-AM). A matéria foi apresentada há cinco anos, ainda com o número 10.433/2018 (exclusivo na Câmara) pelo então deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), que faleceu há duas semanas.

O projeto altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA — Lei 8.069, de 1990). De acordo com a proposta, os projetos indicados pelos doadores precisam estar entre os aprovados pelos Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente. O objetivo da matéria é validar normas infralegais que autorizam a captação direta de recursos pelos conselhos, bem como a indicação, por particulares, da destinação dos recursos doados.

O Plenário ainda deverá votar o projeto que obriga a divulgação da demanda por vagas no atendimento à educação infantil de crianças de zero a três anos de idade (PL 2.228/2020) e o que aprova o texto retificado do acordo sobre cooperação em segurança regional entre vários países da América do Sul (PDL 934/2021).

Câmara aprova urgência para projeto que prevê limites a juros do cartão de crédito

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (4) requerimento de urgência para o Projeto de Lei 2685/22, do deputado Elmar Nascimento (União-BA), que remete ao Conselho Monetário Nacional (CMN) a fixação de limites para os juros do cartão de crédito.

Com o regime de urgência, a proposta poderá ser votada nas próximas sessões do Plenário, sem precisar passar pelas comissões.

Segundo o parecer preliminar do relator do projeto, deputado Alencar Santana (PT-SP), o CMN terá 90 dias, a partir de proposta dos emissores de cartão de crédito, para fixar os limites para juros e encargos cobrados no parcelamento da fatura nas modalidades rotativo e parcelado.

Se os limites para os juros não forem aprovados dentro de 90 dias contados da publicação da futura lei, o total cobrado de juros e encargos não poderá ser superior ao valor original da dívida.

Desenrola
O relator também incluiu no projeto todo o texto da Medida Provisória 1176/23, que cria o Programa Desenrola Brasil a fim de incentivar a renegociação de dívidas, ofertando garantia para aquelas de pequeno valor (até R$ 5 mil).

Portabilidade da dívida
Uma novidade em relação ao projeto original é a portabilidade da dívida do cartão de crédito e de outros débitos relacionados a ele, mesmo os já parcelados pelo próprio cartão. Assim, o consumidor poderá buscar ofertas de juros menores para equacionar sua dívida.

A regulamentação caberá também ao CMN dentro de 90 dias da futura lei. A ideia é estimular a competição entre as emissoras de cartão.

Todas as instituições financeiras, oficiais ou privadas, inclusive as que ofereçam crédito mas não atuem como bancos deverão adotar medidas para prevenir a inadimplência e o superendividamento, com ações específicas para a educação financeira dos seus consumidores.

Vídeo: Desfile de 7 de setembro será realizado pela manhã na Avenida Imigrantes em Porto Velho

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Desfile de 7 de Setembro será pela manhã em Porto Velho

Desfile cívico-militar conta com a participação de 11 escolas estaduais, nesta quinta-feira

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O tradicional desfile cívico-militar alusivo ao Dia da Independência do Brasil ocorre nesta quinta-feira (7), a partir das 8h, com concentração na Avenida Imigrantes e trajeto entre as Avenidas Prefeito Chiquilito Erse (antiga Rio Madeira) e Avenida Jorge Teixeira, em Porto Velho. Neste ano, mais de mil estudantes de 11 escolas estaduais e quatro municipais participam do evento.

Desde julho, a Secretaria de Estado da Educação – Seduc vem se organizando para o evento com a definição das escolas, ensaios técnicos e toda a logística que envolve o desfile. A titular da Seduc, Ana Pacini ressaltou que, “este ano haverá um diferencial na ordem do evento, os estudantes irão abrir o desfile. Somando-se estudantes da rede municipal e estadual, serão mais mil estudantes de faixa etária entre 14 e 16 anos”.

ESCOLAS

A Coordenadoria Regional de Educação – CRE de Porto Velho informou que estudantes das escolas Carmela Dutra, Ulisses Guimarães, Carlos Drummond de Andrade, José Otino de Freitas, Daniel Nery, Flora Calheiros, Duque de Caxias, Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Rondônia (unidades I, II, VII), e Dom Pedro II estão realizando ensaios técnicos para participar do desfile.

Para o estudante Kauã Warlen, matriculado no Colégio Militar Dom Pedro II – unidade I, a expectativa para participar do desfile é grande. “Será o meu primeiro desfile. É uma preparação intensa. Iremos dar o nosso melhor, priorizando a ordem e com foco no progresso do nosso país, conforme a frase de nossa Bandeira Nacional”, disse.

AMOR À PÁTRIA

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, ser brasileiro é acreditar na força da Pátria e do povo, buscando sempre fazer o melhor, como cidadão em prol do Estado e país. “O amor à nossa Pátria e o respeito aos símbolos nacionais são dois sentimentos que precisamos valorizar, destacando todo nosso patriotismo”, salientou.

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