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quarta-feira, julho 22, 2026
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Combate à evasão de negros em universidades requer novas políticas

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Rio de Janeiro (RJ), 15/07/2023 - A oficial de Projetos da Oxfam Brasil, Bárbara Barboza, no Festival Latinidades, no Museu da Amanhã, região portuária do Rio. Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil

A evasão de estudantes negros das universidades é um fator que indica a necessidade da formulação de novas políticas públicas que permitam a permanência desses alunos. Mesmo com o crescimento no número de estudantes afrodescendentes no nível superior da educação, em consequência da efetividade de ações afirmativas como a Lei de Cotas, essa população ainda enfrenta uma série de barreiras para a sua permanência nas universidades.

A despesa com transportes diante da distância do deslocamento entre o local de moradia e a unidade universitária também contribui para o abandono dos bancos escolares. Outro fator que atinge mães e pais estudantes é a falta de creches próximas dos locais de estudo para deixarem os seus filhos enquanto estão em aulas.

Essas foram algumas das conclusões da Roda de Conversa Bem Viver das Juventudes Negras: Trajetórias Coletivas nas Universidades, com a Oxfam Brasil, que debateu o contexto de estudantes negros do Rio de Janeiro tanto da graduação como da pós-graduação nas universidades. O encontro ocorreu neste sábado (15), no Museu do Amanhã, na região portuária do Rio.

Participaram da conversa a coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da UniRio (NEABI), professora Jane Santos; a estudante de pós-graduação Estefane Silva, que faz parte de coletivos de movimentos estudantis para a permanência de alunos negros nessa faixa de graduação, e a deputada estadual Renata Souza (PSOL-RJ), que atua na defesa de direitos humanos há mais de 12 anos com participação de movimentos sociais e proposição de políticas públicas no legislativo fluminense.

As dificuldades se estendem ainda aos efeitos da pandemia da covid-19. “A gente está em um cenário pós-pandemia de evasão muito grande dos universitários que passaram por ações afirmativas e são cotistas, por questão de precarização da vida mesmo. Entre fazer uma universidade, ter uma bolsa de estudos e seguir uma trajetória, muitos deles têm deixado a universidade para trabalhar para sobreviver e garantir o sustento da família”, apontou, em entrevista à Agência Brasil, a oficial de projetos da Oxfam Brasil e mediadora da roda de conversa, Bárbara Barboza (foto).

Como solução de parte dos problemas da evasão, o debate apontou ainda, segundo Bárbara Barboza, a implementação de uma busca ativa de estudantes e a visão integrada de políticas públicas.

“No sentido de que a gente possa pensar na construção de creches muito próximas ou dentro das universidades porque o contexto de universitários que são mães e pais é muito grande; e também no âmbito de saúde metal tendo em vista um alto índice de estudantes que têm tido depressão, ansiedade e suicídios da juventude negra, são políticas de acolhimento de saúde mental também”, ressaltou.

Mesmo com as dificuldades, de acordo com Bárbara Barboza, a quantidade de mulheres negras nas universidades públicas é a maioria entre gêneros do ponto de vista da permanência, incluindo o acesso até a pós-graduação. “As mulheres negras do Brasil têm, apesar dos percalços, uma qualidade educacional muito grande que confronta esse desafio que é de estar dentro do contexto da educação brasileira”, disse, acrescentando que a ascensão de mulheres negras nas universidades tem sido registrada ao longo dos últimos dez anos, período que coincide com a aplicação da Lei de Cotas.

“Mulheres como a Renata Souza, Jane Santos e como Estefane Silva são mulheres que, estando em movimentos e na pós-graduação nas universidades públicas, acabam gerando a permanência porque são muito articuladas. Isso é um grande ganho vindo de políticas de ações afirmativas”, observou.

A roda de conversas foi organizada pela Oxfam Brasil, sigla de Oxford Committee for Famine Relief (Comitê de Oxford para o Alívio da Fome), em uma parceria com o Instituto Afro-Latinas por meio do Festival Latinidades.

Festival

Considerado hoje o maior festival de mulheres negras da América Latina, o Latinidades foi criado em 2008 e neste período envolveu todas as regiões brasileiras e registrou crescente participação internacional com mais de 20 países. “Uma iniciativa continuada de promoção de equidade de raça gênero e plataforma de formação e impulsionamento de trajetórias de mulheres negras nos mais diversos campos de atuação”, revela o site do festival.

Vídeo: Rondônia recebe R$ 20,3 milhões para merenda escolar no primeiro semestre de 2023

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Rondônia recebeu nos primeiros seis meses deste ano, 20 milhões de reais do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

O recurso foi destinado a 363.537 alunos matriculados em mais de mil escolas no estado. O repasse, feito por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), tem como objetivo melhorar a qualidade e a diversidade da merenda escolar nessas unidades educacionais.

Entre os municípios rondonienses, Porto Velho recebeu o maior valor. Foram 2,8 milhões de reais para atender 48 mil estudantes de 146 escolas. Ariquemes foi o município com o segundo maior repasse, sendo 728 mil reais, possibilitando que 31 estabelecimentos de ensino oferecessem refeições a mais de 11 mil alunos. A prefeitura de Vilhena veio logo atrás, com 630 mil no primeiro semestre deste ano para atender 10 mil alunos em 29 unidades educacionais.

A merenda escolar é um direito garantido por lei a todos os estudantes da rede pública de ensino. O PNAE é um programa federal que financia a compra de alimentos para a merenda escolar. O recurso é repassado aos estados e municípios, que são responsáveis por comprar os alimentos e distribuir para as escolas.

A merenda escolar é importante para garantir a alimentação adequada dos estudantes. Ela ajuda a melhorar o rendimento escolar, a reduzir a evasão escolar e a combater a fome e a desnutrição. A merenda escolar também é uma importante ferramenta de educação alimentar e nutricional. Ela ajuda os estudantes a conhecerem os diferentes alimentos e a aprenderem a comer de forma saudável.

O PNAE é um programa fundamental para a educação brasileira. Ele ajuda a garantir a alimentação adequada dos estudantes e a melhorar o rendimento escolar. O programa é um importante instrumento de combate à fome e à desnutrição e de educação alimentar e nutricional.

Obras de revitalização do Ecoparque Pirarucu em Porto Velho são fiscalizadas por técnicos da Seosp

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Com o objetivo de promover o bem-estar da população, estimular a convivência comunitária e fortalecer os laços sociais, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado de Obras e Serviços Públicos – Seosp, tem realizado obras de revitalização em todo o espaço do Ecoparque Pirarucu, no bairro Novo Horizonte, zona Sul de Porto Velho.

A Praça do Ecoparque Pirarucu está passando por uma ampla reforma promovida e fiscalizada pela Seosp, através de ações do Governo na Cidade, com parceria do município. A obra conta com um investimento de quase R$ 2 milhões.

As melhorias realizadas no local contemplam a construção de novos bancos, calçadas, quadras esportivas em grama natural e em areia, instalação elétrica, novos brinquedos infantis e a renovação de toda a iluminação. Além disso, estão sendo feitos reparos na pavimentação do local, tornando o espaço mais acessível e agradável para todos.

A revitalização da praça demonstra o compromisso do Governo do Estado com a valorização do espaço público e o bem-estar da população. O titular da Seosp, Elias Rezende, salientou a necessidade de se revitalizar locais públicos. “Ao proporcionar um ambiente agradável e seguro, a reforma fortalece o sentimento de pertencimento da comunidade, estimulando a participação cidadã e a construção coletiva de uma cidade melhor”, afirmou.

Desenrola: veja perguntas e respostas sobre o programa de renegociação de dívidas

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O programa “Desenrola”, criado pelo governo federal para a renegociação de dívidas, começará a operar já na próxima segunda-feira (17). O g1 preparou uma série de perguntas e respostas sobre o programa, com as novidades anunciadas nesta sexta-feira (14) e os próximos passos da iniciativa.

Nesta reportagem você vai saber:

  1. O que é o Desenrola?
  2. Qual a novidade sobre o Desenrola?
  3. O que é a faixa 1 do Desenrola?
  4. Quais são as regras para a faixa 1?
  5. O que é a faixa 2 do Desenrola?
  6. Quais são as regras para a faixa 2?
  7. Dívidas de R$ 100 serão perdoadas?
  8. E se houver inadimplência?
  9. E se meu banco não tiver aderido ao Desenrola?
  10. Terei direito a crédito imediatamente?

O que é o Desenrola?

O programa “Desenrola Brasil’ é uma promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele foi criado para promover um mutirão de renegociação de dívidas de pessoas físicas. A ideia central é tirar pessoas da lista de negativados e retomar o potencial de consumo da população.

A estimativa do Ministério da Fazenda é que 70 milhões de pessoas sejam beneficiadas pelo programa. O governo mira em devedores com renda bruta de até dois salários mínimos ou que estejam inscritos no Cadastro Único (CadÚnico).

Qual a novidade sobre o Desenrola?

O programa foi antecipado pelo Ministério da Fazenda, e começa a operar na próxima segunda-feira (17). No primeiro momento, a renegociação vale apenas para a faixa 2 do programa, para pessoas com renda mensal de até R$ 20 mil. (Saiba mais sobre as faixas abaixo)

Também na segunda-feira, os maiores bancos do país começam a “limpar o nome” de até 1,5 milhão de correntistas que têm dívidas inferiores a R$ 100. Esse compromisso foi um pré-requisito estabelecido pelo governo para que os grandes bancos pudessem participar do Desenrola. (Saiba mais abaixo)

O que é a faixa 1 do Desenrola?

A faixa 1 do programa Desenrola atenderá a população com renda de até R$ 2.640 (dois salários mínimos) ou está inscrito no Cadastro Único do governo federal (CadÚnico).

Poderão ser renegociadas dívidas financeiras e não financeiras de até R$ 5 mil, feitas entre 1º de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2022.

Ela não se inicia agora, e deve começar a operar em setembro.

Quais são as regras para a faixa 1?

Em relação à “faixa 1”, a portaria publicada pelo Ministério da Fazenda cita que as instituições financeiras deverão se habilitar na plataforma digital do programa para iniciar as renegociações. No entanto, a portaria não indica datas.

Em agosto, o governo deve fazer um leilão para definir quais credores serão contemplados — os que oferecerem maiores descontos terão vantagem.

Hoje, a maior parte das dívidas negativadas do país (66,3%) não é com bancos, e sim com varejistas e companhias de água, gás e telefonia. Por isso, o governo vai realizar grandes leilões que devem ser divididos por setores e negociará milhares de dívidas ao mesmo tempo. Quem der os maiores descontos, fica apto a participar do programa.

O programa não abrange os seguintes casos:

  • dívidas com garantia real;
  • dívidas de crédito rural;
  • dívidas de financiamento imobiliário;
  • operações com funding ou risco de terceiros.

A renegociação dos débitos será feita por meio de uma plataforma digital. Para isso, o devedor entrará no sistema com seu login do portal gov.br

Após isso, ele poderá escolher uma instituição financeira inscrita no programa para fazer a renegociação e selecionar se o pagamento será feito à vista ou número de parcelas. O devedor precisa escolher um banco inscrito no programa para fazer a renegociação.

Entre as regras de pagamento estão:

  • a taxa de juros será de 1,99%;
  • a parcela mínima será de R$ 50;
  • o pagamento poderá ser feito em até 60 vezes;
  • a primeira parcela terá vencimento após 30 dias;
  • o prazo de carência será de no mínimo 30 dias e de no máximo 59 dias.

O governo informou que o pagamento das parcelas poderá ser feito por débito em conta, PIX ou boleto bancário. Os devedores também terão direito a um curso de educação financeira.

Em caso de inadimplência após a renegociação, o beneficiário poderá voltar a ficar com o nome sujo.

O que é a faixa 2 do Desenrola?

A faixa 2 do programa foca em resolver as dívidas de pessoas físicas com dívidas financeiras negativadas até 31 de dezembro de 2022, e renda de até R$ 20 mil.

Segundo o governo federal, cada instituição financeira renegociará suas próprias dívidas, sem a necessidade de consolidação de diferentes credores como ocorrerá na faixa 1.

Quais são as regras para a faixa 2?

Neste caso, não é necessário inscrição para atendimento em canais digitais do governo. Os bancos oferecerão as condições de renegociação de dívidas diretamente aos seus clientes.

Ao contrário da faixa 1, para este grupo o governo não oferecerá uma garantia. Em troca, o governo vai oferecer aos bancos um incentivo para que aumente a oferta de crédito.

Na faixa 2, o programa não atenderá renegociações de dívidas dos seguintes tipos:

  • dívidas de crédito rural;
  • débitos com garantia da União ou de entidade pública
  • dívidas que não tenham o risco de crédito integralmente assumido pelos agentes financeiros;
  • dívidas com qualquer tipo de previsão de aporte de recursos públicos;
  • débitos com qualquer equalização de taxa de juros por parte da União.

Cerca de 30 milhões de pessoas devem ser beneficiadas nesta faixa, segundo o Ministério da Fazenda.

Dívidas de R$ 100 serão perdoadas?

Quem deve até R$ 100 deixará de estar negativado, mas a medida não é um perdão de dívidas. O débito continuará existindo, mas os bancos se comprometem, pelo programa, a não usar essa dívida para inserir os correntistas no cadastro negativo.

Segundo o Ministério da Fazenda, 1,5 milhão de brasileiros têm dívidas com esse valor. Na prática, se a pessoa não tiver outras dívidas inscritas no cadastro negativo, fica com o “nome limpo” – e pode voltar a comprar a prazo, contrair empréstimo ou fechar contrato de aluguel, por exemplo.

Como a medida vale somente para bancos e instituições financeiras com volume de captações superior a R$ 30 bilhões, o governo não fará essa exigência para empresas como varejistas e companhias de água e luz.

O prazo para conclusão da retirada dos negativados vai até o dia 28 de julho.

E se houver inadimplência?

Para a faixa 1, o governo, por meio de fundo garantidor, vai garantir eventual inadimplência que venha a acontecer nesses financiamentos. A União vai garantir o valor principal da dívida, e bancos vão arcar com o risco dos juros.

O valor do aporte da União, nesse fundo garantidor, ainda está sendo fechado, assim como o limite da taxa de juros.

Na faixa 2, o governo só promove a renegociação de dívidas de consumidores que ganham mais do que dois salários mínimos, mas não oferece garantia do Tesouro em caso de inadimplência.

E se meu banco não tiver aderido ao Desenrola?

Não foram todos os bancos que vão participar da renegociação de dívidas dentro do Desenrola.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirma que, caso o banco com o qual o cidadão possui dívidas não esteja cadastrado, a sugestão é de que devedor procure renegociar as suas dívidas mesmo assim ou faça a portabilidade da dívida para outra instituição.

Terei direito a crédito imediatamente?

Não. Segundo a Febraban é necessário que, a partir da renegociação das operações negativadas, o cidadão atualize seus dados junto ao banco que deseja obter crédito.

“O banco efetuará uma análise da documentação e decidirá se concederá ou não o crédito. Porém, não ter dívidas negativadas pode aumentar as chances de obtenção de crédito”, diz a instituição.

Saul Klein é condenado pela Justiça do Trabalho a pagar indenização de R$ 30 milhões por tráfico de mulheres e exploração sexual

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O empresário Saul Klein foi condenado pela Justiça do Trabalho a pagar uma indenização de R$ 30 milhões por aliciar jovens mulheres e adolescentes com falsas promessas de trabalho e as explorar sexualmente, submetendo-as a condição análoga à escravidão.

A decisão da Justiça foi uma resposta à ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) em outubro de 2022.

No documento, o órgão dizia que “o desprezo do réu pela dignidade das mulheres, sua autonomia, liberdade e saúde sexual viola o pacto social e normativo de respeito à condição humana”.

Segundo investigado pelo MPT, Saul atraía jovens entre 16 e 21 anos, que estavam em situação de vulnerabilidade social e econômica, oferecendo trabalhos de modelo.

Então, as moças eram inseridas num esquema de exploração sexual no sítio do empresário, em Boituva, no interior de São Paulo. Durante dias, elas eram obrigadas a manter relações sexuais com o réu, enquanto ficavam sob forte violência psicológica e vigilância armada.

O órgão também averiguou que a privação de liberdade e as práticas sexuais forçadas causaram “graves consequências psicológicas para as vítimas, [que] ainda foram contaminadas por doenças sexualmente transmissíveis”.

Na sentença, a Justiça do Trabalho destacou que o esquema no qual o empresário estava envolvido “feriu aspectos íntimos da dignidade da pessoa humana, causou transtornos irreparáveis nas vítimas e mudou definitivamente o curso da vida de cada uma delas”.

O poder judiciário considerou também que Saul se utilizava de sua grande influência e poder econômico para praticar os crimes, o que implica que pode realizá-los novamente.

A indenização a ser paga pelo empresário deverá ser revertida para três instituições sem fins lucrativos.

A condenação de Saul se tornou a maior do país por tráfico de pessoas e a segunda maior por dano moral coletivo pela prática de trabalho escravo.

O g1ainda não conseguiu contato com a defesa de Saul Klein.

O empresário Saul Klein é filho de Samuel Klein, fundador das Casas Bahia. A Via, atual proprietária da empresa, disse que Saul Klein nunca possuiu qualquer vínculo ou relacionamento com a companhia. Saul vendeu sua parte societária na rede de lojas em 2009. A Via assumiu a gestão só em 2010 e diz que a companhia é uma corporação sem acionista controlador ou bloco de controle definido.

Twitter libera meio de monetização e paga até US$ 40 mil para criadores

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O Twitter começou a colocar em prática uma promessa feita por Elon Musk em fevereiro deste ano, quando ele disse que passaria a monetizar a plataforma para os influenciadores, em um movimento parecido com o que já fazem outros como YouTube, Instagram e TikTok, mas você precisa pagar para receber dinheiro – é confuso, eu explico.

O que você precisa saber:

  • A partir de agora, o Twitter passa a pagar criadores de conteúdo com uma fatia do valor gerado pelas visualizações de seus seguidores em publicidade na plataforma
  • A novidade é exatamente o mesmo tipo de monetização feita por outras redes sociais como Instagram, YouTube e TikTok
  • O influenciador precisa ter ao menos 5 milhões de visualizações nos últimos 3 meses, não pode ter desrespeitado as regras do Twitter e ter o selo de verificado, que é pago
  • Alguns influenciadores comentaram que já começaram a receber algum valor, girando entre US$ 1 mil e US$ 40 mil

Primeiro, é importante deixar claro que apenas quem paga o Twitter Blue, certificado emissor do selo de verificado na rede social de Musk, para poder estar dentro do programa para receber alguns trocados.

Twitter segue concorrentes na monetização

A forma de pagamento segue mais ou menos a mesma utilizada em outras redes sociais: o criador de conteúdo pode receber uma parcela do dinheiro gerado para o Twitter a partir de visualização de publicidade dentro da plataforma. As regras do microblog incluem a exigência do influenciador ter ao menos cinco milhões de visualizações em seus posts nos últimos três meses.

A novidade já foi vista por alguns criadores de conteúdo dentro do Twitter e eles comentam que os valores pagos giram entre US$ 1 mil e US$ 40 mil, mas a matemática na hora de fatiar o valor da publicidade ainda é um mistério. Outras regras para receber qualquer valor incluem o usuário com mais de 18 anos, ter o selo verificado (pago, pelo Twitter Blue) e não ter violado as regras da plataforma.

Vídeo: Prefeitura entrega Praça da Juventude aos moradores do bairro Mariana

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A Praça da Juventude, localizada no bairro Mariana, zona Leste de Porto Velho, foi entregue ao público após meses de construção. O prefeito Hildon Chaves esteve no local e falou sobre o projeto.

A praça é completa, com investimento de mais de R$ 1,5 milhão. Ela está localizada na rua Mangabeira com rua Tucupi, bairro Mariana, e tem área construída e urbanizada de 8 mil metros quadrados.

A Praça da Juventude é composta por diversos espaços de lazer e esporte, entre eles:

  • Campo de futebol gramado;
  • Quadra de basquete;
  • Pista de skate;
  • Playground;
  • Academia ao ar livre;
  • Espaço para caminhada;
  • Área de convivência;
  • Praça de alimentação.

A praça também conta com iluminação e paisagismo.

O prefeito Hildon Chaves destacou que a Praça da Juventude é um espaço para a população se reunir e praticar atividades físicas. Ele também afirmou que a prefeitura está comprometida em oferecer equipamentos públicos de qualidade para os moradores de Porto Velho.

A Praça da Juventude é um importante espaço para a comunidade do bairro Mariana. Ela vai proporcionar um ambiente agradável e seguro para as pessoas se reunirem, praticar atividades físicas e aproveitar o tempo livre.

“Rondônia Cidadã” desce o rio Madeira para levar serviços essenciais aos moradores do distrito de São Carlos

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O programa Rondônia Cidadã, realizado pelo Governo do Estado, com ações da Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social – Seas e instituições parcerias, descerá o rio Madeira, a 72 quilômetros, para levar uma série de serviços essenciais aos cerca de três mil moradores do distrito de São Carlos e região. A 55ª edição acontecerá neste sábado (15), das 8h às 16h e no domingo (16) das 8h às 12h na Escola Henrique Dias, localizada na rua Padre Chiquinho, 120.

Durante os dois dias, os moradores de São Carlos e região poderão ser atendidos com a emissão da 1ª e 2ª vias do RG (disponível para pessoas com idade a partir dos 12 anos); 2ª via do CPF; Passe Livre para transporte intermunicipal; 2ª via da Certidão de Nascimento ou Casamento; Carteira de Trabalho Digital; 1ª e 2ª via do Título de Eleitor, bem como transferência, cadastro biométrico e cancelamento de multa eleitoral; atendimento com clínico-geral, dermatologista, psicólogo e fonoaudiólogo; recreação para as crianças, entre outros serviços que geralmente só são oferecidos durante a semana, como entrega de senha do gov.br, atualização de dados cadastrais e do benefício, protocolo de benefícios previdenciários, protocolo de benefícios assistenciais da Lei Orgânica da Assistência Social – Loas, orientação sobre benefícios rurais (juntada de documentos e pós perícia), bloqueio e desbloqueio para empréstimo e acompanhamento de processos.

A última edição foi realizada nos dias 1º e 2 de julho, no município de Governador Jorge Teixeira, onde foram feitos mais de 935 atendimentos diversos.

O programa Rondônia Cidadã já promoveu mais de 45 mil atendimentos diversos, garantido assistência e cidadania plena à população, inclusive em localidades de difícil acesso.

Vídeo: Frota escolar de Porto Velho recebe mais dez ônibus para o transporte de alunos

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A frota escolar de Porto Velho, RO, é a mais nova do país. A prefeitura recebeu mais 10 ônibus escolares, que vão integrar a frota atual de 160 ônibus. Os veículos são resultados de emenda parlamentar do deputado federal Coronel Chrisóstomo.

Sete dos ônibus vão atender inicialmente cinco escolas municipais da zona rural. Três ônibus atenderão os estudantes no distrito de União Bandeirantes. Outros quatro colégios receberão um veículo cada e outros três ficarão de reserva.

Os ônibus são novos e estão equipados com todos os itens de segurança necessários. Eles também possuem acessibilidade para pessoas com deficiência.

A aquisição dos ônibus é um importante passo para a garantia do acesso à educação de qualidade para todos os estudantes de Porto Velho. Os ônibus vão ajudar os alunos da zona rural a chegar à escola com segurança e conforto.

A prefeitura de Porto Velho está comprometida com a educação e a aquisição dos ônibus é uma prova disso. Os novos veículos vão ajudar a melhorar a qualidade do ensino e a garantir que todos os alunos tenham a oportunidade de aprender e crescer.

PM mata trabalhador após ser atingido por placa derrubada por vendaval

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Um funcionário que prestava serviços para a CET foi morto após uma discussão com um policial militar. O crime ocorreu na noite desta quinta-feira (13), na Avenida General Pedro Leon Scshneider, em Santana, na Zona Norte da capital.

Segundo testemunhas, a vítima estava colando faixas de sinalização. Por conta dos fortes ventos, reflexos do ciclone extratropical, uma faixa teria se soltado e atingido a moto em que estavam o PM e um amigo.

Houve discussão entre a vítima e o policial, que sacou a arma e atirou. O funcionário, Alberes Fernandes de Lima, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

O que diz o PM?

Confusão deixa funcionário que prestava serviço para a CET morto em São Paulo — Foto: Reprodução/TV Globo

Segundo boletim de ocorrência, o policial militar afirmou à Polícia Civil que transitava pela avenida, quando teve que fazer uma manobra brusca para desviar de uma faixa que estava sendo colocada na via, e que parou para indagar um homem que estava no alto da escada.

Contudo, ele alega que o funcionário Alberes Fernandes o agrediu com socos, pediu para ele se retirar da moto e ainda teria tentado pegar sua arma que estava na cintura.

Funcionário que prestava serviço para a CET morre após discussão com PM — Foto: Reprodução/TV Globo

O PM ainda afirmou, conforme o boletim de ocorrência, que “para resguardar sua integridade física conseguiu sacar a arma e efetuou um disparo”, e acionou uma viatura.

 
Concurso da Educação de Guajará-Mirim oferece 107 vagas para professores

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Prazo termina ao meio-dia; seleção considera PND e avaliação de títulos.
Escolinhas esportivas em Porto Velho recebem inscrições para crianças e adolescentes

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Assento de menor em voos deve ficar ao lado de responsável ou familiar

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Regra garante lugar ao lado de responsável, com exceções para classe e espaço extra.
Proteção animal em Porto Velho recebe denúncias de possíveis maus-tratos pelo PVH+

Porto Velho passa de 2 mil atendimentos ligados à proteção animal

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Vacinação contra Influenza em Porto Velho segue disponível até 30 de julho

Vacina contra gripe segue até 30 de julho em Porto Velho

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Dose gratuita segue nas unidades municipais e no Espaço Saúde até 30 de julho.