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quarta-feira, julho 15, 2026
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Cientistas dizem ter descoberto por acaso órgão misterioso no centro da cabeça humana

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Eles identificaram o que acreditam ser novas glândulas localizadas atrás do nariz, no encontro com a garganta.

Os pesquisadores dizem que a descoberta provavelmente se trata de um quarto par de glândulas salivares (partes do corpo responsáveis por produzir saliva).

Se o achado for comprovado como verdadeiro, essa glândula oculta seria a primeira identificação desse tipo em cerca de 300 anos. Hoje conhecemos estas três principais glândulas salivares: uma inserida perto das orelhas, outra abaixo da mandíbula e outra sob a língua.

imagem da cabeça

Os pesquisadores encontraram o que pode ser reconhecido como novas glândulas enquanto examinavam imagens em uma máquina capaz de mostrar tecidos corporais em detalhes.

Eles queriam saber mais sobre o que haviam encontrado, então examinaram um pouco de tecido. E descobriram que é muito semelhante às glândulas que temos sob a língua.

Ilustração mostra localização das glândulas

“O local não é muito acessível e você precisa de imagens muito sensíveis para detectá-lo”, disse Wouter Vogel, um dos autores do estudo.

Yvonne Mowery, oncologista de radiação na Duke University, disse que “ficou bastante chocada por estarmos em 2020 e ter uma nova estrutura identificada no corpo humano”.

Quão certos estão os cientistas sobre a descoberta?

A equipe de pesquisadores identificou as glândulas por acaso, já que estava focada em outros tratamentos quando as encontrou.

Na verdade, eles estavam examinando pacientes com câncer de próstata com um tipo avançado de exame, que, combinado com injeções de glicose radioativa, destaca tumores no corpo.

Assim, mais estudos serão feitos para determinar qual é exatamente o papel dessas glândulas — os médicos disseram que é preciso mais pesquisa e uma seleção mais ampla de pessoas.

Governo libera aulas da rede privada e manda servidores retornarem ao trabalho

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Um novo decreto foi divulgado pelo Governo de Rondônia, liberando as atividades educacionais no Estado nos estabelecimentos da rede privada. Escolas públicas municipais poderão retornar, mas dependerão da decisão dos prefeitos.

Segundo o Decreto 25.470, o retorno das aulas da rede privada estará permitido aos municípios incluídos na 4ª fase do distanciamento social. Uma portaria do Governo definiu que são esses os municípios: Porto Velho, Ariquemes, Mirante da Serra, Candeias do Jamari, Primavera de Rondônia, Guajará-Mirim, Chupinguaia, Pimenteiras do Oeste e Vale do Paraíso.

O retorno, de acordo com o Governo, será de forma gradual e escalonada de até 50 % da taxa de ocupação dos estabelecimentos, com o distanciamento mínimo de 120 cm entre as carteiras, priorizando o retorno do pré-escolar, “sendo facultado às mantenedoras e a seus clientes, a decisão de retomada do ensino fundamental: séries iniciais e finais, ensino médio, educação de jovens e adultos e o ensino superior.”

O Decreto define ainda que caberá aos pais ou responsáveis dos alunos, “bem como maiores de idade pertencentes às instituições de ensino privadas, compete a decisão de optarem pelo ensino presencial, independente de coabitar com pessoas do Grupo de Risco”. As empresas ficarão responsáveis pela manutenção das atividades educacionais remotas, para os alunos que optarem por não retornar às instituições de ensino.

Por outro lado, o Governo também determinou o retorno do trabalho de todos os servidores públicos, devendo permanecer em home office apenas aqueles do grupo de risco. Para comprovação eles serão obrigados a encaminhar laudos médicos.

Em outra parte do Decreto, o Governo define quem é do grupo de risco:

a) idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos;
b) miocardiopatias de diferentes etiologias (insuficiência cardíaca, miocardiopatia isquêmica, etc.);
c) hipertensão;
d) pneumopatias graves ou descompensados (asma moderada/grave, DPOC);
e) obesidade;
f) imunodepressão;
g) doenças renais crônicas em estágio avançado (graus 3, 4 e 5);
h) diabetes mellitus, conforme juízo clínico;
i) doenças cromossômicas com estado de fragilidade imunológica;
j) portadores do vírus da imunodeficiência humana;
k) neoplasia maligna;
l) gestação de alto risco; e
m) tabagismo. 

Reservas extrativistas geram 20 toneladas de borracha em 2020; produção em Rondônia pode chegar a dez vezes mais

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Em 2020, as Reservas Extrativistas (Resex) do Rio Cautário e Rio Ouro Preto, ambas em Rondônia, nesta parte da Amazônia Ocidental, produziram 20 toneladas de borracha. Em uma estimativa bem conservadora, o Estado pode produzir tranquilamente 200 toneladas de borracha por ano, que proporcionariam negócios no total de R$ 2,52 milhões.

A Secretaria Estadual de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) vem constatando essa realidade, durante visitas a algumas das sete comunidades da Reserva Extrativista do Rio Cautário, na faixa de fronteira Brasil-Bolívia, em Costa Marques.

Para o secretário da Sedam, Marcílio Lopes, a iminente retomada do extrativismo nos seringais “vem consolidar estudos governamentais e a disposição dos próprios seringueiros em se inserirem mais uma vez na economia rondoniense”. “Isso não ocorre desde os tempos territoriais, quando muitos seringais ainda estavam ativos”, mencionou.

Da mesma forma, a coordenadora de Florestas Plantadas (na Sedam), Julie Messias e Silva e o coordenador de Unidades de Conservação, Fábio França, acreditam no êxito da revitalização dos antigos seringais e nas Resex em geral. Fábio iniciou visitas a todas as 40 UCs.

“Manter a floresta em pé garante a absorção do carbono que iria para atmosfera; a floresta mantém o ciclo das chuvas de algumas regiões do Brasil, notamos isso em nossa própria região”, assinalou Julie.

A coordenadora diz que a conservação de castanheiras e seringueiras em franca produção “é essencial para Rondônia”, sob os pontos de vista ambiental e econômico. “Além do que, elas contribuem para a manutenção das espécies de plantas e animais (biodiversidade) e ocupam a atividade de comunidades tradicionais que dela vivem e sobrevivem”.

Atualmente, o mercado convencional paga R$ 2,50 o quilo pelo CVP (cernambi virgem prensado). Segundo o articulador institucional, Plácido Costa, do Pacto das Águas (organização da sociedade civil de interesse público – Oscip, que também trabalha com castanha, copaíba, óleos e outros produtos florestais), isso acontece, quando os extrativistas estão organizados, emitindo nota fiscal, tendo a declaração de acesso ao Programa Nacional da Agricutura Familiar (Pronaf) e a outros documentos fundamentais para a presença no mercado.

O guardião da floresta Raimundo Pereira Alves, 59 anos, já faz de tudo para retomar a atividade com gosto. Chefe de uma das 15 famílias da Comunidade Canindé, na Resex Rio Cautário, ele tem razão para se animar: a produção vem melhorando e o preço também.

MELHORES PREÇOS

Segundo Plácido Costa, associações e cooperativas mais organizadas podem acessar empresas de produtos de resistência a impactos e conseguir uma subvenção de mais R$ 3,08 por quilo. Mas o Pacto das Águas vem obtendo para os extrativistas um preço que passa de R$ 2,50 no mercado convencional, para R$ 8 a R$ 9 o quilo.

Para o engenheiro agrônomo e extensionista Celso Franco Damaceno, gestor coordenador da Resex, o êxito do projeto do crédito de carbono será estratégico na consolidação da retomada de antigos seringais. O crédito de carbono que impulsiona a economia verde de baixas emissões de gases de efeito estufa (REDD+)* entrou nas prioridades da pauta econômica do Governo de Rondônia.

“E havendo preço, esse mercado se tornará novamente atraente”, considera Celso, um dos fundadores da Organização dos Seringueiros de Rondônia.

Da mesma forma, o presidente do Conselho Deliberativo dos Recursos Extrativistas Rio Cautário, Osvaldo Castro de Oliveira, acredita na tendência dessa melhora, com subsídios da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aos extrativistas. E a qualificação entre extrativistas, empreendimentos comunitários e sociedade se torna essencial para a construção de um campo de relações na ótica da economia.

“Estamos tentando suplantar primeiro o elo com os atravessadores e buscar empresas que tenham interesse em associar a sua imagem a causas socioambientais”, destacou o articulador institucional do Pacto das Águas, Plácido Costa.

O setor ganha fôlego sob dois aspectos: a grande procura por látex entre tradicionais empresas estrangeiras e o início do pagamento da bolsa de R$ 1 mil mensais a famílias que sustentam a floresta em pé.

Mas há muito a fazer: “A revitalização dos seringais nativos e a qualificação da produção, por exemplo, pois quase toda borracha em Rondônia é cernambi virgem prensado, atualmente aproveitado por outras indústrias de pneumáticos”, disse Costa.

MANTA BRANCA

“As indústrias de calçados escolares e outros estão precisando da manta branca, e para obtê-la os seringueiros poderão utilizar tecnologias sociais em suas colocações”, explicou o articulador.

Outro conceito importante hoje é o da bioeconomia, ele considera. “Além da estruturação da cadeia de produtos da sociobiodiversidade e vários setores da sociedade organizada, entende-se que as empresas precisam atuar com maior responsabilidade socioambiental”, observou Costa.

“A atuação do Governo e da sociedade é no sentido da transição do sistema de extrativismo e aviamento clássicos para planos de uso e manejo e planos de negócios”, enfatizou.

O Pacto das Águas trabalha com uma empresa francesa, do ramo de calçados. Há também tratativas com duas empresas de Novo Hamburgo (RS), uma delas com sede fixa em Londres (Inglaterra), ambas exportadoras.

De R$ 9, R$ 5,42 são pagos por uma empresa francesa, como reconhecimento aos serviços ambientais prestados pelas comunidades extrativistas. Em governança climática, o pagamento por esses serviços é uma medida que pode ser muito eficaz para Rondônia. Ele viria através de um programa de preços mínimos estaduais.

Parte dos R$ 200 milhões que venham ser proporcionados pelo mecanismo de REDD + podem pagar serviços ambientais, como aponta o Pacto das Águas.

Plácido Costa mencionou o valor de R$ 30 milhões/ano, ou R$ 150 milhões em 30 anos, a serem investidos na Resex do Rio Cautário, por incentivo à conservação do carbono florestal, lembrando que para todo o Estado se fala em quase R$ 2 milhões em uma primeira estimativa.

MEMÓRIA VIVA DO CAUTÁRIO

Nascido na barranca do rio Pacaás Novos e atualmente com seis filhos e três netos, Raimundo Pereira Alves é dono de fabulosas histórias na Resex do Rio Cautário. É casado com dona Maria Delvina Ferreira, 53.

“Com sete anos de idade, meu pai andava comigo pela floresta, e pra cá eu vim só em 1979”, contou.

Aos 12, ele andava sozinho pelo interior do Seringal São Luiz, “com medo de onças”. Foi comboieiro de tropas de burros, animais que transportavam as pelas de borracha. “Hoje, abrem o corredor e levam tudo de moto”.

O pai dele, Raimundo Pereira dos Santos, falecido em 1998, veio aos 18 anos do Ceará, embarcando em navio com 1,5 mil homens (soldados da borracha, ou arigós) que trocavam a 2ª Guerra Mundial (1939-1945) pelo Acre, Amazonas, Rondônia, outros foram para a Bolívia, enfrentando a malária e outras enfermidades para se se dedicarem à extração do látex que o Brasil fornecia a países aliados.

“Aqui, o transporte da castanha e da borracha era feito de barco”. Conta ainda que se cansou de ver a esposa trabalhar tanto em casa e os filhos no roçado do entorno que até desanimou em extrair o látex quando o preço do quilo caíra para 85 centavos e os mais antigos presenciaram a invasão da reserva por pescadores e madeireiros: “Detonaram um pouco, e agora, os fiscais de tudo somos nós mesmos”.

Com o dinheiro da bolsa de R$ 1 mil mensais, estímulo a partir de contrato do Governo de Rondônia com uma empresa de investimentos e proteção ambiental para a obtenção de créditos de carbono, Raimundo planeja algumas melhorias em seu terreno, entre elas, a construção de um defumador.

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► Rondônia possui 30 terras indígenas, 25 reservas extrativistas. No conjunto, 63% são áreas protegidas. A Resex do Rio Cautário está dividida em sete comunidades: Águas Claras, Canindé, Ilha/Jatobá, Lago Verde, Laranjal, Ouro Fino e Vitória Régia.

► Entre 30% e 33% são áreas de uso sustentável, terras indígenas e unidades de conservação. Há uma população de 15 mil pessoas, cuja tradição é pautada no extrativismo.

► A importância da retomada dos seringais nativos é tema da professora Rosalina dos Santos Dias, descendente de extrativistas, que vem estudando o setor por meio de sua Análise da viabilidade econômica e do projeto de manejo florestal da Resex Rio Cautário.

► O Pacto das Águas apóia empreendimentos comunitários no seu desenvolvimento organizacional, a qualificação da produção.

► Compradores estrangeiros exigem atualmente borracha limpa de impurezas, geralmente flores, insetos e sementes. A França já compra, e o Irã também deseja a borracha rondoniense.

*  REDD+ é o incentivo desenvolvido no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima para recompensar financeiramente países em desenvolvimento por seus resultados de Redução de Emissões de gases de efeito estufa provenientes do Desmatamento e da Degradação florestal, considerando o papel da conservação de estoques de carbono florestal, manejo sustentável de florestas e aumento de estoques de carbono florestal (+).

O nome da morte: “Lucifer” já assumiu ter matado 48 rivais em prisões de SP

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A morte no sistema prisional paulista, o maior berço das facções criminosas do Brasil, tem nome: Marcos Paulo da Silva, 42 anos, conhecido como Lucífer. O preso, diagnosticado com psicose, tem orgulho em dizer que matou 48 inimigos dentro dos presídios estaduais. Além de assassino contumaz, Lucífer é fundador da “Irmandade de Resgate do Bonde Cerol Fininho”. Tratase de uma das nove facções criminosas violentas criadas no coração do sistema carcerário de São Paulo.

Os integrantes dessa organização têm como missão matar os inimigos, principalmente do PCC (Primeiro Comando da Capital), sendo obrigatório decepar a cabeça e arrancar as vísceras das vítimas.

Depois das execuções também é norma escrever com o sangue dos mortos nas paredes das celas e pátios o nome Cerol Fininho. Essas regras são mencionadas no estatuto do grupo criminoso, escrito pelo próprio Silva.

Segundo a SAP (Secretaria Estadual da Administração Penitenciária), o preso é condenado a 217 anos e três meses de reclusão e foi acusado por seis homicídios e ainda por ter ordenado a morte de outros dois detentos, em fevereiro de 2015.

Ele foi preso em 1995, aos 18 anos, por furto e roubo. A longa condenação foi por crimes praticados dentro da prisão, como assassinatos e danos ao patrimônio.

Todos os assassinatos do criminoso foram dentro da prisão

Psicólogos que avaliaram Silva escreveram nos laudos médicos que ele nunca cometeu um assassinato nas ruas. Praticou todos os homicídios no interior do sistema prisional.

Assim que completou um ano na prisão, ainda aos 19 anos, Silva ingressou no Primeiro Comando da Capital. Ele alega que deixou o PCC em meados de 2008 porque a organização “passou a visar apenas o capitalismo, o lucro e abandonou a luta em prol da população carcerária”.

“Fui usado pelo PCC para exterminar presos. Mas não me arrependo de matar aquelas pessoas porque a luta era justa. Havia muitos estupradores e ladrões que roubavam presos dentro da cadeia”, disse o criminoso em declarações à Justiça. No mesmo depoimento ele afirmou ao juiz que matou 48 presos.

SP, o berço das facções

Em 10 de janeiro de 2009, o presidiário criou em uma unidade prisional do oeste do estado o Bonde do Cerol Fininho. Foi a nona facção criminosa gerada nas prisões paulistas.

As outras facções conhecidas são a Serpente Negra; SS (Seita Satânica); PCC; CDL (Comando Democrático da Liberdade); CRBC (Comando Revolucionário Brasileiro da Criminalidade); CJVC (Comando Jovem Vermelho da Criminalidade); TCC (Terceiro Comando da Capital) e ADA (Amigos dos Amigos). Nenhum sistema prisional no país foi berço de tantas facções.

Foi dentro da cela que Silva escreveu a caneta o estatuto do Cerol Fininho. Segundo ele, o lema do grupo é “lealdade, justiça, guerra e morte”. E o objetivo: “esmagar com mãos fortes os tiranos que usam de suas forças para oprimir os mais fracos, sobretudo PCC, TCC, ADA e SS”.

Tatuagem em homenagem ao anjo caído

O prisioneiro ganhou o apelido após tatuar no corpo a inscrição “Lucífer meu protetor”. Tatuou ainda outras imagens como tridentes, demônios, caveiras e a suástica, símbolo nazista.

Em 9 de setembro de 2011, Lucífer matou cinco presos na Penitenciária de Serra Azul, em São Paulo. Enquanto matava, ele comemorava e dizia: “Como eu gosto disso. Tem muito pouco. Quero matar mais presos”.

Quase quatro anos depois, em fevereiro de 2015, mandou assassinar dois rivais na Penitenciária 1 de Presidente Venceslau (SP). Por esses dois crimes acabou condenado a 66 anos. Depois dessas mortes, foi internado pela sexta vez em RDD (Regime Disciplinar Diferenciado). Na sua ficha carcerária constam 30 faltas disciplinares graves.

Silva passou de prisão em prisão, foi ao sistema federal e voltou a SP

Seis anos após a criação do Cerol Fininho, a SAP pediu a remoção de Silva para presídio federal, e ele passou por Porto Velho, Campo Grande e Catanduvas (PR).

Em Catanduvas, o preso se mutilou várias vezes, cortando braços, pernas e a barriga. Ele ficou algemado à maca para ser tratado pelos médicos. Em janeiro de 2018, ele foi mandado de volta para São Paulo, mas retornou a Catanduvas em novembro do mesmo ano.

Agentes penitenciários disseram ao UOL que os presídios federais não quiseram custodiá-lo. Psicólogos de Catanduvas atestaram que ele, tem transtorno de personalidade, psicose e precisa de tratamento de uma equipe multiprofissional especializada e que tais unidades federais não têm a estrutura necessária

Silva foi mandado novamente para o sistema prisional paulista no dia 31 de julho deste ano e desde então encontra-se na Penitenciária 1 de Presidente Venceslau — a mesma onde já aterrorizou e sempre foi temido.

Quando ele chega a um presídio é questão de tempo para matar, decepar, praticar novamente atos de barbárie contra presos, visitantes e servidores. Ele não pode ficar aqui ao Deus dará. Necessita de tratamento urgente”, desabafou ao UOL um agente penitenciário da P1 de Venceslau.

O UOL perguntou à SAP quantas facções criminosas foram criadas no sistema prisional paulista; quantos adeptos têm o Cerol Fininho e que providências foram tomadas para evitar mortes nas prisões comandadas por Silva. A resposta da pasta foi que não fornece dados de inteligência.

BA: Homem que viralizou na internet após agredir a namorada se entrega à polícia

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Carlos Samuel Freitas Costa Filho foi flagrado por câmeras agredindo a namorada na última semana. Após muitos internautas manifestarem seu repúdio a atitude do homem, ele se entregou à polícia nesta quarta-feira (21).

O homem vai passar por exames de lesão corporal e depois será encaminhado a um presídio. Na última quinta-feira (15), foi decretada a prisão preventiva do agressor. Ele acumula outras dez queixas de violência doméstica, mas apenas dois casos chegaram à Justiça.

Em 2015, em um dos processos, Carlos Samuel foi condenado por cárcere privado, ameaça e lesão corporal.

PF prende suspeitos de fraudes contra a Caixa

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A Polícia Federal e a Receita Federal

Policiais federais cumprem hoje (22) oito mandados de prisão temporária contra suspeitos de cometer fraudes contra a Caixa Econômica Federal. A Operação Abono, da Delegacia Federal de Niterói, também cumpre 11 mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Federal (PF), até as 8h já tinham sido presas oito pessoas, das quais sete tinham mandados de prisão contra elas e uma foi detida em flagrante por falsificação de documentos.

O grupo, que tinha participação de um funcionário da Caixa, é investigado por se utilizar de uma rede de falsificadores e sacadores para recebimento indevido de valores do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e da cota PIS. Também eram feitas retiradas de valores de contas do banco. O prejuízo estimado é de R$ 2 milhões.

A investigação já indiciou 23 pessoas. Mais seis já tinham sido presas anteriormente. Os investigados vão responder pelos crimes de estelionato qualificado, organização criminosa, peculato, crimes contra o sistema financeiro e lavagem de capitais.

Ibama determina recolhimento de brigadas de combate a incêndios

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O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais) pediu aos agentes de combate a incêndios que interrompam os trabalhos desde a meia-noite desta quinta-feira (22) em todo o país.

A decisão ocorre quase dois meses após o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmar que as operações de combate ao desmatamento ilegal na Amazônia e às queimadas no Pantanal seriam suspensas por bloqueio de verbas. O Ibama é subordinado ao ministério comandado por Salles.

Horas após o anúncio feito por Salles no fim de agosto, no entanto, ele foi desautorizado pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão, que afirmou que “o ministro teve uma precipitação” e a verba não seria bloqueada.

Trecho de circular que determina o recolhimento de brigadas de incêndio florestal do Ibama — Foto: Reprodução

Trecho de circular que determina o recolhimento de brigadas de incêndio florestal do Ibama — Foto: Reprodução

Brasileiro que morreu recebeu placebo da vacina de Oxford, dizem fontes

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O voluntário brasileiro que participava dos testes da vacina da universidade britânica de Oxford em parceria com a farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca contra o novo coronavírus não recebeu uma dose ativa da vacina, sendo participante do grupo de placebo dos testes de fase 3 que acontecem no país. A informação, dada ao site americano de negócios Bloomberg, foi anônima. À agência de notícia Reuters, uma fonte familiarizada afirmou nesta quarta-feira, 21, que caso a morte tivesse relação com a vacina ativa do ensaio clínico, os mesmos teriam de ser pausados.

O estudo sobre a proteção de Oxford e da AstraZeneca é feito de forma duplo-cega, quando nem os médicos nem os pacientes sabem qual foi a versão dada. Essa é uma das formas mais confiáveis de testagem. No Brasil, até o momento, já foram vacinados aproximadamente 8.000 voluntários e outros 2.000 devem ser vacinados em breve.

O voluntário era um médico de 28 anos, segundo o jornal O Globo, que estava “na linha de frente ao combate à pandemia”. A dose do teste teria sido recebida no fim de julho, mas o médico contraiu a doença em setembro e faleceu no dia 15 deste mês. A Anvisa foi avisada sobre a morte dele nesta segunda-feira, 19.

As ações da AstraZeneca sofreram perdas após o anúncio da morte do voluntário. No início desta tarde, os papéis desvalorizavam em 1%.

Quem terá prioridade para tomar uma vacina?

Nenhuma vacina contra a covid-19 foi aprovada ainda, mas os países estão correndo para entender melhor qual será a ordem de prioridade para a população uma vez que a proteção chegar ao mercado. Um grupo de especialistas nos Estados Unidos, por exemplo, divulgou em setembro uma lista de recomendações que podem dar uma luz a como deve acontecer a campanha de vacinação.

Segundo o relatório dos especialistas americanos (ainda em rascunho), na primeira fase deverão ser vacinados profissionais de alto risco na área da saúde, socorristas, depois pessoas de todas as idades com problemas prévios de saúde e condições que as coloquem em alto risco e idosos que morem em locais lotados.

Na segunda fase, a vacinação deve ocorrer em trabalhadores essenciais com alto risco de exposição à doença, professores e demais profissionais da área de educação, pessoas com doenças prévias de risco médio, adultos mais velhos não inclusos na primeira fase, pessoas em situação de rua que passam as noites em abrigos, indivíduos em prisões e profissionais que atuam nas áreas.

A terceira fase deve ter como foco jovens, crianças e trabalhadores essenciais que não foram incluídos nas duas primeiras. É somente na quarta e última fase que toda a população será vacinada.

Power Rangers ganharão novos filmes e séries interligados

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Estariam os Power Rangers prestes a ganhar um novo multiverso? Jonathan Entwistle, criador da série The End of the F***ing World, foi convocado para comandar uma série de novas adaptações interligadas da franquia para o cinema e TV (via The Hollywood Reporter).

Entwistle já trabalhava em um filme dos heróis para a Paramount, mas agora ganhou um papel maior graças ao maior envolvimento da produtora eOne.

Jonathan tem uma visão criativa incrível para essa franquia icônica e incrivelmente bem-sucedida, e é sem sombra de dúvida o arquiteto correto enquanto reimaginamos os mundos de televisão e cinema desta propriedade“, declararam o presidente do departamento de filmes da eOne, Nick Meyer, e o presidente de televisão global da produtora, Michael Lombardo, em um comunicado connjunto à Hollywood Reporter.

Essa é uma oportunidade inacreditável para entregar um novo Power Rangers tanto para novas gerações e fãs já existentes“, disse Entwistle.

Power Rangers estreou nos anos 90 e desde então ganhou uma legião de fãs em todo mundo, sem falar nas inúmeras temporadas e adaptações para o cinema.

Liga da Justiça | Jared Leto voltará como Coringa no Snyder Cut

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Jared Leto voltará a interpretar o Coringa. Fontes consultadas pelo Hollywood Reporter afirmam que o ator fará filmagens adicionais como o personagem para o Snyder Cut de Liga da Justiça. As gravações já estão em andamento com a presença de Ben Affleck, Ray Fisher e Amber Heard.

É importante notar que Leto não estava no longa original, o que pode indicar um interesse do diretor Zack Snyder de incluir mais materiais inéditos do que o esperado.

Uma das fontes do site ainda diz que os produtores Jon Berg e Geoff Johns não serão creditados nesta versão do filme. Johns, vale lembrar, foi um dos executivos que supervisionou as gravações e depois as refilmagens com Joss Whedon da produção original. Ele também foi acusado por Ray Fisher de ter uma conduta abusiva no set.

Esta decisão teria sido de interesse do duo, já que eles não trabalharam no Snyder Cut, além de ser uma maneira de serem respeitosos com a visão de Zack Snyder da sua própria obra.

Vale lembrar que, por causa do suicídio de sua filha, Zack Snyder deixou Liga da Justiça em 2016 e Joss Whedon assumiu as filmagens. O filme foi lançado em novembro de 2017 e arrecadou cerca de US$ 657 milhões no mundo, enquanto esteve em cartaz. No entanto, teve uma reação tão negativa do público que estimulou rumores em torno da existência de uma versão original do longa, já que muito material planejado por Snyder não entrou na edição final. 

E então surgiu a campanha Release The Snyder Cut, que pedia pela mitológica versão do diretor. Não só o público mais fiel apoiou, mas também os atores, como Gal Gadot e Jason Momoa. Após muito tempo, a Warner confirmou o lançamento do SnyderCut para 2021 no HBO Max, streaming do grupo Time Warner.

A versão de Snyder de Liga da Justiça terá quatro horas de duração e será dividida em quatro partes.

Vagas para artesãos de Rondônia estão abertas para festival nacional

Artesãos de Rondônia têm seis vagas em festival nacional

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Inscrições seguem até 1º de agosto e exigem cadastro válido no Sicab.
Mudanças da NF-e na Reforma Tributária exigem adaptação de empresas de Rondônia

NF-e muda em agosto e empresas de Rondônia precisam se adaptar

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Empresas devem revisar sistemas antes da validação de IBS e CBS em 3 de agosto.
Projetos de conservação de água e solo podem buscar reconhecimento da ANA

Projetos rurais de Rondônia têm prazo na ANA até 21 de agosto

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Chamamento aceita iniciativas rurais em execução, sem repasse financeiro automático.
Mariana Monteiro e Benny Schvarsberg debatem cidades sem planejamento no programa PontoDeVista

Cidades crescem sem plano e quem mora longe paga a conta

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Especialista explica como expansão desordenada, especulação e gentrificação pesam na vida de quem mora nas periferias.
Rogério Kiester participa do RuralCast sobre pecuária leiteira em Rondônia, assistência técnica e produção de mais de 300 litros de leite

Rogério Kiester conta como superou 300 litros de leite por dia

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Rogério Kiester mostra como assistência técnica, manejo e gestão mudaram a produção de leite da família em Cacoal.