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quarta-feira, julho 15, 2026
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Covid persistente: quem está mais propenso a sofrer com o problema

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Estudo do King’s College London, no Reino Unido, estima que uma em cada 20 pessoas fique doente por pelo menos oito semanas. A pesquisa mostra que ser do sexo feminino, ter excesso de peso e a asma aumentam o risco.

O objetivo dos pesquisadores é desenvolver um sinal de alerta que possa identificar os pacientes que precisam de cuidados extras.

As descobertas vêm de uma análise de pessoas que inserem seus sintomas e resultados de testes no aplicativo britânico Covid Symptom Study. Os dados do aplicativo são compartilhados diariamente com pesquisadores do King’s College London e do serviço público de saúde do Reino Unido, NHS.

Governo celebra 34 anos de criação do Detran Rondônia com outorga de medalhas para servidores e autoridades

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Em comemoração aos 34 anos de criação do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) Rondônia foi realizado na manhã desta quarta-feira (21), uma live pelo canal do YouYube onde servidores e personalidades que contribuíram com ações positivas de trânsito receberam Medalha Detran Rondônia Mérito de Trânsito Governador Ângelo Angelin e as Medalhas Mérito de Trânsito em Defesa da Vida e Mérito do Serviço de Trânsito de bronze, prata e ouro, entregues conforme o tempo de serviço do colaborador.

O diretor geral do Detran Rondônia, coronel Neil Aldrin Faria Gonzaga, destacou que o órgão foi criado por meio da Lei-nº-134-no-dia-20-de-outubro-de-1986 e publicada no Diário Oficial nº 1175 em 21 de outubro do mesmo ano e que nesses 34 anos de existência passou de um pequeno departamento de trânsito para uma autarquia, que hoje está presente em todos os municípios do Estado.

Gonzaga disse que o Detran Rondônia acompanhou a evolução do Estado economicamente, a expansão da frota de veículos, das malhas viárias, dos condutores de habilitação, que aconteceram ao longo dos anos de forma responsável e profissional, com reconhecimento do governador Marcos Rocha sobre esse crescimento feito pelas mãos, ideias e empenho de cada servidor.

“Servidores elevaram o Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia a um nível de excelência e com muito orgulho, vocês podem dizer que hoje o órgão não perde para nenhum Detran do Brasil, o avanço tecnológico, trabalho de educação de trânsito, trabalho de fiscalização de trânsito, controle na formação e na reciclagem dos nossos condutores de veículos, processo de vistoria, emissão de documentos de habilitação enfim todas as atribuições que são conferidas ao Detran são desempenhadas com muita eficiência”, afirmou o diretor.

O diretor técnico de Habilitação e Medicina, Hassan Monhamad Hijazi falou em nome de todos os agraciados com as medalhas e em seu discurso destacou o papel do Detran Rondônia nesse período de pandemia da Covid-19, que tem sobressaído em busca de oferecer o melhor atendimento ao usuário, mudando procedimentos, reinventando o que já funcionava e desenvolvendo novos sistemas tecnológicos.

“Mas, todas estas mudanças estão sendo realizadas por pessoas, por seres humanos, que estão se doando para não deixar o Detran Rondônia parar, muito obrigado aos nossos servidores pela força e determinação na busca pela qualidade na prestação de nossos serviços”, afirmou Hassan Hijazi.

Todas as medalhas conferidas aos agraciados em Porto Velho foram entregues de forma presencial, respeitando as normas de distanciamento para a não proliferação da Covid-19 e aos agraciados que estão nos municípios do interior, as medalhas foram entregues pelos chefes das unidades, com o agradecimento do diretor geral, coronel Neil Gonzaga durante a live.

O governador Marcos Rocha, ao lado do diretor geral da autarquia, coronel Neil Gonzaga gravou um vídeo para homenagear todos os servidores do Detran Rondônia e também a população do Estado e pelos 34 anos de criação, pela importância do serviço prestado pelo órgão, desejando bênçãos a todos (https://www.youtube.com/watch?v=nc_SkPGQj2w)..

Agraciados com a Medalha Detran Rondônia Mérito de Trânsito Governador Ângelo Angelin:

  1. Benedita Aparecida de Oliveira
  2. James Alves Padilha
  3. Hassan Mohamad Hijazi
  4. José Alves da silva
  5. Luis Carlos Goncalves da Costa Garibaldi
  6. José Santos Dias

Agraciados com a Medalha Detran Rondônia Mérito de Trânsito em Defesa da Vida:

  1. Carlos André de Souza Benedito
  2. Kalil Rafael Dantas Cabral
  3. Janeide Gomes dos Santos
  4. Ricardo de Paulo Pereira
  5. Rosimeire de Oliveira Costa
  6. Sueli de Santana

Agraciados com a Medalha Detran Rondônia Mérito de Trânsito Mérito do Serviço de Trânsito:

Bronze

  1. Alex Laborda De Oliveira
  2. Celismar Buratti Campos
  3. Christianne Goncalves Garcez
  4. Jaqueline Kuhn Sanches
  5. Mirley Suelem Andrade Santos
  6. Nancy Trajano Lauriano De Carvalho

Prata

  1. Angela Maria Laborda Prestes
  2. Luzie Santos Botelho
  3. Marcela Ereira Fontenele
  4. Maria Gina Da Costa Sicsu

Ouro

  1. Ana Paula Lopes Coelho Bariani
  2. Francisco Da Silva Filho
  3. Helenilce Sales De Brito Butzke
  4. Isabel Reis Braga
  5. Marcia Elhage Pinheiro
  6. Marlene Vitalis

Netflix na pandemia: 5 maneiras como o serviço de streaming mudou com a covid-19

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1. O crescimento está desacelerando, e mais do que a Netflix esperava

Segundo seus resultados mais recentes, a Netflix atraiu 2,2 milhões de novos assinantes no trimestre até 30 de setembro, já que perdeu força o aumento da demanda por seus serviços durante a pandemia.

Embora tenha alertado de uma provável desaceleração, o resultado veio abaixo da previsão de julho de 2,5 milhões, fazendo com que as ações da empresa caíssem 5%.

“A festa da transmissão da pandemia chegou ao fim”, declarou Paolo Pescatore, analista do PP Foresight.

Abertura de micro e pequenas empresas em Rondônia cresce 27% durante a pandemia

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A Superintendência de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi) do Governo de Rondônia, divulgou o levantamento sobre o crescimento no número de Micro e Pequenas Empresas, que representam 94% das empresas do Estado. Em nove meses, foram abertas 585 empresas, um aumento de 27% em relação a igual período de 2019. Já o número de empresas fechadas chegou a 1.549, com queda em cerca de 32% nesse mesmo período de comparação.

O superintendente da Sedi, Sérgio Gonçalves, destaca que os rondonienses estão superando uma incrível prova de resiliência com capacidade de se adaptar e reinventar. “Passamos por um momento difícil durante o início da pandemia causada pela Covid-19, mas felizmente conseguimos aumentar os nossos números e desenvolvemos formas inovadoras para continuar contribuindo para o desenvolvimento econômico”, afirmou.

De acordo com a coordenadora de Micro e Pequenas Empresas, Janaína Neves, o Estado de Rondônia tem em seu escopo de trabalho a política de microcrédito, que até o momento realizou 1.842 contratos e financiou cerca de R$ 8 milhões do mês de maio a setembro de 2020.

O público-alvo desta ação: empreendedores formais e informais, microempreendedor individual (MEI), microempresa, empresa de pequeno porte, associações e cooperativas, do Estado de Rondônia.

MICROCRÉDITO

O programa foi criado para suprir a necessidade de abertura de linha de crédito, para enfrentar a pandemia causada pelo novo Coronavírus – Covid-19 (Decreto nº 24.887, de 20/03/2020).

Disponibiliza mais de R$ 12 milhões de reais para a população, como acesso ao microcrédito para atividade produtiva ou empreendedora – recurso do Fundo de investimento e desenvolvimento industrial do Estado de Rondônia (Fider). Com taxa de juro zero e limite de R$ 30 mil, pagamento com prazo de 36 meses, com seis meses de carência.

Prioridade para empréstimos até R$ 3 mil, com aval individual ou solidário. O objetivo é combater o superendividamento e injetar recursos na economia estadual.

Papa Francisco defende união civil entre homossexuais

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O Papa Francisco afirmou, em um filme que entra em cartaz nesta quarta-feira (21) na Itália, que os homossexuais precisam ser protegidos por leis de união civil. Foi a forma mais clara que Francisco já usou para falar de direitos dos LGBTIs.

Papa Francisco acena para o público durante a audiência de 21 de outubro de 2020 — Foto: Gregorio Borgia/AP

Papa Francisco acena para o público durante a audiência de 21 de outubro de 2020 — Foto: Gregorio Borgia/AP

“As pessoas homossexuais têm direito de estar em uma família. Elas são filhas de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deverá ser descartado ou ser infeliz por isso”, diz ele no documentário “Francesco”.

“O que precisamos criar é uma lei de união civil. Dessa forma eles são legalmente contemplados. Eu defendi isso”, ele afirmou.

A fala do papa surge na metade do filme. Ele discorre sobre temas com os quais se importa, como o ambiente, pobreza, migração, desigualdade racial e de renda e pessoas mais afetadas por discriminação.

30 de setembro - Papa Francisco se encontra com membros do clero após sua audiência geral semanal no pátio de San Damaso, no Vaticano — Foto: Yara Nardi/Reuters

30 de setembro – Papa Francisco se encontra com membros do clero após sua audiência geral semanal no pátio de San Damaso, no Vaticano — Foto: Yara Nardi/Reuters

União civil, e não casamento

O Papa Francisco já demonstrou ter interesse em dialogar com católicos LGBTIs, mas geralmente suas mensagens são a respeito de acolher esses fiéis.

Ele já deu sinais velados que poderiam ser interpretados como uma opinião favorável à união civil.

Quando Cristina Kirchner era a presidente da Argentina, o país legalizou o casamento gay. Na época, ele ainda não era o papa, mas, sim, o cardeal Jorge Mario Bergoglio.

O homem afirma que o Papa Francisco o incentivou a mandar os filhos à Igreja e nunca disse qual era a opinião dele sobre a família formada por pais gays e que, apesar de a doutrina não ter se alterado, a maneira de lidar com o tema mudou radicalmente.

Capacitação vai preparar cerca de 400 professores da rede estadual para atuar em Laboratórios Didáticos Móveis

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O Governo de Rondônia adquiriu 111 Laboratórios Didáticos Móveis (LDM) por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e vai capacitar cerca de 400 professores de Química, Física, Biologia e Ciências para melhor desenvolvimento de atividades com alunos da rede estadual de ensino, nesta sexta-feira (23), às 14h.

Com a nova ferramenta, os professores da área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias podem dar aulas mais atrativas e práticas beneficiando o aprendizado do aluno. É o caso das escolas estaduais de Ensino Fundamental e Médio Jean Piaget em Espigão d’Oeste, Jaime Peixoto de Alencar no distrito de Extrema e Angelina Dos Anjos em Costa Marques, que são contempladas com os Laboratórios Didáticos Móveis.

A primeira de três capacitações ocorre de forma on-line pela plataforma Cisco Webex Meeting. De acordo com o cronograma, nesta sexta-feira (23), das 8h às 11h será capacitado um grupo de professores de Química, Física, Biologia e Ciências, e à tarde, a partir das 14h, um novo grupo desses profissionais. Já na terça-feira (27), a partir das 8h, os professores de Física, e na parte da tarde à partir das 14h, os de Biologia e Ciências. Para finalizar, na quarta-feira (28) a partir das 8h os professores de Química.

Izabel da Silva Santos, a subgerente do Ensino Médio da Seduc, conta que estes Laboratórios Móveis foram entregues pela empresa responsável durante o período de pandemia e no início de outubro a Secretaria iniciou a entrega para as escolas contempladas. “Com isso, podemos agora iniciar a formação. Estarei conduzindo, juntamente, com a fabricante e responsável pela parte técnica dos laboratórios que irá apresentar a funcionalidade dos laboratórios, nesta primeira formação. Nos outros dois dias os grupos de professores serão separados de acordo com o componente curricular em salas on-line pela plataforma. Terão uma formação específica para sua área, seja Biologia, Física ou Química. A formação virtual para os professores das escolas contempladas possibilita ao estudante uma relação próxima entre a teoria e prática”, comenta.

Morre voluntário brasileiro que participava dos testes de Oxford; laboratório não diz se ele recebeu vacina ou placebo

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O médico João Pedro Feitosa, que participava como voluntário dos testes da vacina de Oxford, morreu em decorrência de complicações da Covid-19.

O caso foi revelado nesta quarta-feira (21) pelo jornal “O Globo”.

O que se sabe sobre o caso

  • Voluntário era médico recém-formado
  • Ele morreu devido a complicações da Covid-19
  • Não foi informado se ele recebeu a vacina ou o placebo
  • Após avaliação de comitê independente, testes não foram suspensos
  • AstraZeneca e Oxford alegam cláusulas de sigilo para não divulgar detalhes do caso
  • Desenvolvedores dizem que comitê não viu preocupações de segurança relacionados ao caso
  • Anvisa disse que processo permanece em avaliação, mas não determinou suspensão do estudo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou ter sido notificada do óbito em 19 de outubro, e que foi informada que o comitê independente que acompanha o caso sugeriu o prosseguimento do estudo.

“O processo permanece em avaliação”, disse a agência (veja íntegra da nota abaixo).

O voluntário tinha 28 anos, era médico recém-formado e morador do Rio de Janeiro. Alegando “compromissos de confidencialidade ética”, a Anvisa não esclareceu se o voluntário tomou a vacina ou o placebo.

Estudos mantidos

Tanto os desenvolvedores (AstraZeneca e Universidade de Oxford) quanto os envolvidos na aplicação dos testes (Unifesp e IDOR) ressaltam que estão impedidos de dar detalhes por questões éticas, mas ressaltaram que não houve indicação para suspensão do estudo. Além disso, lembraram que a pesquisa é baseada em um “estudo randomizado e cego, no qual 50% dos voluntários recebem o imunizante produzido por Oxford”.

Em nota, a Universidade de Oxford ressaltou que os incidentes com participantes do grupo controle são revisados por um comitê independente e que a “análise cuidadosa” não trouxe preocupações sobre a segurança do ensaio clínico

A farmacêutica AstraZeneca informou ao G1 que também não pode fornecer detalhes por causa das cláusulas de confidencialidade, mas ressaltou que todos os processos de revisão foram seguidos. “Essas avaliações não levaram a quaisquer preocupações sobre a continuidade do estudo em andamento”, informou a empresa em nota.

A microbiologista Natália Pasternak analisa que é preciso cautela e analisar o ocorrido com tranquilidade. “Pessoas que participam dos testes clínicos são pessoas, eles podem morrer pelas mais diversas causas. Pode não ter absolutamente nada a ver com vacina”, explicou a cientista, que ainda apontou que a investigação do caso pode ser demorada e levar dias.

Testes e acordo no Brasil

A vacina desenvolvida em parceria entre o laboratório AstraZeneca e a Universidade de Oxford é a principal aposta do governo federal para uma futura campanha de vacinação contra o novo coronavírus.

O estudo está na fase 3 dos testes, e eles começaram no Brasil em junho. Nesta fase, a eficácia da vacina é verificada a partir do monitoramento de milhares de voluntários. No país, 8 mil voluntários já participam do estudo.

Antes da fase 3, sua segurança foi verificada em pesquisas com um número menor de voluntários e nenhuma reação grave foi verificada, somente reações leves (leia mais abaixo).

O Ministério da Saúde prevê o desembolso de R$ 1,9 bilhão para o projeto AstraZeneca/Oxford, e espera oferecer 100 milhões de doses no primeiro semestre da vacina, caso os estudos confirmem sua eficácia e segurança. Além disso, prevê produzir mais 165 milhões de doses no Brasil no segundo semestre.

Segurança da vacina de Oxford

Um estudo com resultados preliminares da vacina de Oxford (AZD1222) foi publicado em 20 de julho, na revista científica “The Lancet”. A pesquisa cita reações consideradas leves e moderadas e não fala sobre efeitos colaterais graves:

  • Dor após a vacinação: 67% sem paracetamol; 50% com paracetamol.
  • Fadiga: 70% sem paracetamol; 71% com paracetamol.
  • Dor de cabeça: 68% sem paracetamol; 61% com paracetamol.
  • Dor muscular: 60% sem paracetamol; 48% com paracetamol.

Os testes iniciais, das fases 1 e 2, foram realizados na Inglaterra, com 1.077 voluntários, divididos em dois grupos: 543 pessoas receberam a vacina experimental, e outras 534 receberam uma vacina de meningite (o grupo controle) – 56 participantes da vacina experimental receberam paracetamol profilático.

Nota da Anvisa sobre a morte do voluntário

Abaixo, veja a íntegra do posicionamento divulgado pela Anvisa:

“Em relação ao falecimento do voluntário dos testes da vacina de Oxford, a Anvisa foi formalmente informada desse fato em 19 de outubro de 2020. Foram compartilhados com a Agência os dados referentes à investigação realizada pelo Comitê Internacional de Avaliação de Segurança. É importante ressaltar que, com base nos compromissos de confidencialidade ética previstos no protocolo, as agências reguladoras envolvidas recebem dados parciais referentes à investigação realizada por esse comitê, que sugeriu pelo prosseguimento do estudo. Assim, o processo permanece em avaliação.

Portanto, a Anvisa reitera que, segundo regulamentos nacionais e internacionais de Boas Práticas Clínicas, os dados sobre voluntários de pesquisas clínicas devem ser mantidos em sigilo, em conformidade com princípios de confidencialidade, dignidade humana e proteção dos participantes.

A Anvisa está comprometida a cumprir esses regulamentos, de forma a assegurar a privacidade dos voluntários e também a confiabilidade do país para a execução de estudos de tamanha relevância.

A Agência cumpriu, cumpre e cumprirá a sua missão institucional de proteger a saúde da população brasileira.”

Coronavírus: os quatro tipos de vacina contra covid-19 e o que falta para ficarem prontas

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Não é exagero dizer, portanto, que acompanhamos em tempo real uma corrida contra o relógio: laboratórios farmacêuticos, universidades, centros de pesquisa e governos do mundo todo trabalham dia e noite para desenvolver uma solução capaz de nos resguardar contra o Sars-CoV-2, o coronavírus responsável pela crise sanitária global.

Em seu último relatório, publicado no dia 19 de outubro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que 44 candidatas à vacina estão nas fases 1, 2 ou 3 de estudos clínicos, que envolvem testes com seres humanos. Há ainda mais de uma centena de outras formulações na etapa pré-clínica de pesquisas, com células e cobaias.

Mas como elas funcionam? Como agem em nosso organismo? E o que falta para finalmente chegarem à população? De maneira geral, podemos dividir os imunizantes contra a covid-19 que estão mais adiantados em quatro grandes grupos, como você confere a seguir.

Vacinas com vírus inativado

Desenvolvidos há cerca de 70 anos, esses imunizantes são feitos a partir do próprio vírus (ou da bactéria, se for o caso). Ele suscita uma resposta de nosso sistema de defesa, que fica preparado para reagir adequadamente diante de uma infecção de verdade.

Mas se o próprio causador da enfermidade está presente na formulação, como é que ele não provoca a doença?

“São utilizadas técnicas de laboratório que inativam o agente infeccioso, de modo que sua replicação se torne inviável. Mesmo assim, isso produz a reação imunológica desejada”, explica a microbiologista Natalia Pasternak, presidente do Instituto Questão de Ciência.

Muitas das vacinas que tomamos de rotina, como aquelas que protegem contra a hepatite A, a gripe e a poliomielite (na versão injetável), fazem parte dessa turma. O principal ponto positivo aqui é a experiência de décadas e mais décadas de seu uso na saúde pública.

A desvantagem delas está no custo e no tempo mais demorado de produção.

“É necessário cultivar grandes quantidades de vírus e fazer esse processo de inativação. Além disso, essa técnica não rende muito em doses por litro”, avalia Natalia.

Para a covid-19, há duas candidatas na fase mais avançada dos testes clínicos que apostam nessa estratégia de inativar os vírus. Pelo que se sabe até o momento, são necessárias duas doses para surtir efeito.

A mais conhecida no Brasil é a CoronaVac, desenvolvida em conjunto por sete instituições, com destaque para a parceria entre a empresa chinesa Sinovac Biotech e o Instituto Butantan, em São Paulo.

A outra concorrente que usa vírus inativado também vem da China. Ela ainda não tem nome definido e está sendo elaborada pelo Instituto de Produtos Biológicos de Wuhan, a farmacêutica Sinopharm, o Grupo Nacional de Biotecnologia da China, a empresa G42 Healthcare e pelos Serviços de Saúde de Abu Dhabi. Os testes de fase 3 já contam com mais de 60 mil voluntários em três países: Peru, Marrocos e Emirados Árabes Unidos.

Coronavirus

Vacinas de subunidade proteica

Por que usar o vírus inteiro se você pode selecionar apenas um pedacinho dele ou construir uma partícula sintética, parecida com a original? Esse é o raciocínio por trás do desenvolvimento dos imunizantes de subunidade proteica.

“A vacina que resguarda contra a hepatite B é um exemplo dessa tecnologia”, lembra a imunologista Cristina Bonorino, professora titular da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre e membro do Comitê Científico da Sociedade Brasileira de Imunologia.

Uma característica das vacinas deste grupo é que elas geralmente precisam vir acompanhadas de uma substância adjuvante, outra proteína que dá um reforço e estimula uma resposta mais contundente do sistema imunológico.

Para a covid-19, uma candidata que desponta na dianteira das pesquisas é a NVX-CoV2373, feita pelos laboratórios Novavax e Takeda. Nas fases 1 e 2, ela foi testada na Austrália e na África do Sul. Agora, passa pela etapa final de estudos com mais de 18 mil voluntários no Reino Unido. Em um recente comunicado para a imprensa, os laboratórios estimaram que, se tudo der certo e o produto mostrar eficácia, poderão ser produzidas cerca de 1 bilhão de doses ao longo de 2021.

Vacinas baseadas em RNA

Mais modernas, elas são construídas a partir de informações genéticas para conferir uma proteção contra determinada doença. Funciona assim: no laboratório, os cientistas selecionam alguns genes do vírus e fazem modificações nele.

Esse material é injetado no organismo e passa instruções para que as próprias células fabriquem proteínas virais. O sistema de defesa, por sua vez, reconhece aquela informação como uma ameaça e gera uma resposta imune.

Até o momento, não existe nenhuma vacina registrada e utilizada em larga escala deste tipo.

São dois os exemplos de candidatas à vacina contra a covid-19 mais adiantadas desta turma: a mRNA-1273 (da ModernaTX com outras duas instituições) e a BNT162 (da Pfizer com outras duas instituições).

Apesar de terem uma produção simples e rápida, as vacinas baseadas em RNA podem representar um desafio do ponto de vista logístico, pois elas tendem a ser muito sensíveis e se degradam quando expostas a luz, calor ou enzimas do ambiente.

Em tese, serão necessários locais com uma higiene e temperatura com controle rigoroso para a aplicação das doses. Isso, claro, pode inviabilizar sua distribuição para regiões mais remotas do globo.

Vacinas com vetor viral não replicante

Cristina Bonorino define esse grupo como “moléculas Frankenstein”. “A gente utiliza a casquinha de um outro vírus, que não causa doença e nem se replica, e colocamos dentro informações do material genético do coronavírus”, conta a médica.

Há ao menos quatro pretendentes em fase 3: o Ad5-nCoV (CanSino Biologics e outras dez instituições), o Ad26.COV2.S (Johnson & Johnson e outras duas instituições), o AZD1222 (Universidade de Oxford, AstraZeneca e outras sete instituições) e o Gam-COVID-Vac (também conhecida como Sputnik V, do Instituto de Pesquisa Gamaleya em Epidemiologia e Microbiologia e outras seis instituições).

Nas últimas semanas, a vacina Sputnik V ganhou os holofotes com a sua aprovação na Rússia. O fato levantou uma série de críticas, pois os resultados de segurança e eficácia não foram publicados e, portanto, não eram conhecidos pela comunidade científica internacional.

Outra representante bastante conhecida é a candidata da Universidade de Oxford, na Inglaterra, e da farmacêutica AstraZeneca. Os testes de fase 3 incluem voluntários brasileiros e há um acordo com o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz) para uma eventual produção de doses em território nacional.

O que falta para elas ficarem prontas?

Linha de montagem com vários frascos de vacina, um deles coletado por uma mão

Todas as candidatas à vacina citadas ao longo da reportagem estão iniciando ou em meio à fase 3 dos testes clínicos. Nesse momento, o objetivo é aplicar o imunizante em milhares de voluntários e acompanhá-los por determinado período de tempo.

Detalhe importante: uma parte desses indivíduos recebe a vacina de verdade, enquanto outra parcela toma doses placebo, que não tem efeito algum sobre o sistema imunológico.

A partir dessa experiência, os cientistas vão poder conferir se as pessoas vacinadas desenvolveram ou não reações adversas e se ficaram mais protegidas (ou não) da infecção pelo coronavírus quando comparadas ao grupo do placebo.

Para determinar o momento em que os testes podem ser finalizados, os autores definem uma quantidade mínima de eventos. “Nesse contexto, um evento é quando uma pessoa que faz parte do estudo fica doente e tem diagnóstico confirmado de covid-19”, diz Natalia.

Vamos pegar o exemplo da CoronaVac, elaborada pela Sinovac e pelo Instituto Butantan: de acordo com as informações publicadas no ClinicalTrials.Gov, site do governo americano que registra os estudos clínicos, os testes serão concluídos quando for atingida a marca de 150 eventos. A data para finalizar todo o estudo está agendada para outubro de 2021.

Mas como então governantes e gestores públicos dizem que a vacina começará a ser produzida e distribuída já em dezembro de 2020? “Os fabricantes farão análises interinas, com um número menor de eventos registrados. Se os resultados parciais forem robustos, eles já pedirão uma aprovação emergencial para as agências regulatórias”, antecipa Natalia.

Cristina Bonorino vê essa antecipação ensaiada por governos e empresas com ressalvas. “Precisamos respeitar o protocolo. É temerário você liberar qualquer vacina sem os resultados completos. Por mais que as agências regulatórias e os cientistas sofram pressão, devemos esperar para ter certeza de que aquele produto vai funcionar de verdade”, afirma.

Outra discussão importante está nos grupos que poderão receber as vacinas. Por ora, muitas das candidatas só são testadas em adultos de 18 a 59 anos. Isso significa que não sabemos ainda se elas serão seguras e efetivas em idosos, por exemplo, que são um dos grupos de risco para a covid-19.

Por fim, é preciso levar em conta que a aprovação de uma vacina, qualquer que seja, não significa que ela estará disponível prontamente. “A liberação significa o início da fabricação em massa, da organização de campanhas, do treinamento das equipes de saúde, da organização das cadeias de transportes… E isso tudo leva tempo”, acrescenta Natalia.

Na corrida para acabar com a pandemia, as próximas análises preliminares dos estudos de fase 3 são aguardados com ansiedade para os próximos meses. Em meio a tantas expectativas, projetos e promessas, é preciso tomar cuidado para que nenhum concorrente queime a largada.

Semana Nacional do Livro é celebrada com reabertura e instalação de bibliotecas em Porto Velho

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O Governo de Rondônia montou uma vasta programação para celebrar a Semana Nacional do Livro e da Biblioteca, que vai de 23 a 29 deste mês, com várias atividades voltadas para estimular a leitura e o conhecimento, a começar pela reabertura da Biblioteca de Artes implantada na Casa de Cultura Ivan Marrocos, com encerramento na inauguração da Biblioteca Pública Estadual Doutor José Pontes Pinto.

De acordo com a bibliotecária Júlia Cristina Meinhardt Queiroz, diretora da Biblioteca José Pontes Pinto, além de sua reabertura ao público no dia 29 de outubro, como um dos símbolos da cultura local e que já prestou os melhores serviços à comunidade de Porto Velho, a Biblioteca resgata nesta semana seu importante papel de formar e servir a estudantes e pesquisadores científicos, como instituição estadual marcada por uma história de ascensão que, enfim, retoma seu curso para o bem do conhecimento.

A implantação definitiva da Biblioteca de Artes de Rondônia se dará a partir da próxima sexta-feira (23), das 8h às 12h e das 14h às 18h, onde vai receber visitantes – artistas, professores, alunos e a sociedade em geral -, que poderão ter acesso ao acervo e documentos, farta literatura específica (sobre arte), com incentivo para o desenvolvimento e valorização da leitura, além de servir de suporte teórico para estudantes e para toda comunidade artística, que sempre se ressentiu da falta de um espaço desta natureza em Porto Velho, capaz de atender suas necessidades por conhecimento.

Eis que criada em 1994, pelo Decreto n° 6565, de 04 de novembro de 1994, juntamente com a casa de Cultura Ivan Marrocos, a Biblioteca de Artes agora estará de portas abertas no 2° andar (rua Carlos Gomes, 2454, bairro Caiari) para atender a todos e de modo especial aos artistas e às escolas, para garantir a preservação da memória e identidade dos diferentes grupos artísticos da sociedade rondoniense.

PROGRAMAÇÃO

A programação reserva para a semana outras atividades também muito importantes para leitores convencionais e para estudantes, no auxílio às pesquisas científicas que atenderão a um comando mais rápido e seguro com a nova plataforma online de e-books da Biblioteca Virtual da Pontes Pinto, que também será lançada com o objetivo de ampliar seus serviços, no dia 26 de outubro, conforme anuncia a diretora, ao tempo em que convida a comunidade para assistir a uma programação de palestras com temáticas sobre a “Importância da Biblioteca no Ensino e Aprendizagem” e também o “Desafio das Bibliotecas no pós-pandemia”, nos dias 27 e 28.

Complementada com um conjunto literário de valor, com livros e publicações especializadas, o acervo da biblioteca possui obras voltadas para a arquitetura, artes visuais, artes cênicas, teatro, música, cinema, literatura, fotografia, arte pop, entre outras linguagens artísticas, que estarão à disposição de toda comunidade obedecendo a uma programação que começa às 10h do dia 23 e fecha as 19h do dia 29, com palestras de Simone Catarina Bitencourt, presidente da Fundação Cultura (Funcer), a bibliotecária e diretora Júlia Cristina Meinhardt, dos professores Miriã Santana Veiga, Alécio Valois Pereira de Araújo e Marcos Leandro Freitas Hubner.

Na sua história, atendendo a um movimento nacional, a Semana Nacional do Livro foi criada pelo Decreto n° 84.631, de 09 de abril de 1980, com o objetivo de incentivar a leitura e a construção do conhecimento através da difusão do livro, da informação e do acesso a diversas formas de manifestações artísticas e culturais. Em Porto Velho, com esta missão da Semana Nacional, a Biblioteca de Artes se destaca por sua localização numa área privilegiada, entre escolas de grande público, a quem se destina prioritariamente, mas aberta a todos, estudantes, artistas e público em geral.

Tony Lewis, vocalista da banda britânica Outfield, morre aos 62 anos

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Tony Lewis, vocalista da banda britânica Outfield, morreu aos 62 anos. O anúncio foi feito através de suas páginas oficiais, nesta terça-feira (20).

O comunicado informa que Tony faleceu inesperadamente, mas não informa a causa da morte.

“É com grande tristeza e dor que anunciamos que Tony Lewis morreu inesperadamente. Ele era uma bela alma que tocou muitas vidas com seu amor, seu espírito e sua música. Ele amava muito seus fãs e aproveitou todas as oportunidades que teve ao encontrar todos vocês. Por favor, respeite a privacidade da família durante este momento difícil.”

Tony Lewis nasceu em Londres e se apaixonou pela música ao ouvir Beatles nas rádios aos 9 anos de idade.

Tony Lewis nasceu em Londres e se apaixonou pela música ao ouvir Beatles nas rádios aos 9 anos de idade.

O músico formou, com mais dois amigos, a banda Outfield em 1984. O trio já tocava junto antes em um projeto de rock progressivo.

O primeiro single lançado foi “Say It Isn’t So”, mas o grupo atingiu o sucesso com o hit “Your Love”, que ficou entre as primeiras colocações do Hot 100 da Billboard em 1986.

Em 2014, Tony fez uma pausa nos trabalhos musicais, mas em 2018, lançou o projeto solo “Out of the Darkness”, após algumas composições em parceria com sua mulher.

Vagas para artesãos de Rondônia estão abertas para festival nacional

Artesãos de Rondônia têm seis vagas em festival nacional

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Inscrições seguem até 1º de agosto e exigem cadastro válido no Sicab.
Mudanças da NF-e na Reforma Tributária exigem adaptação de empresas de Rondônia

NF-e muda em agosto e empresas de Rondônia precisam se adaptar

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Empresas devem revisar sistemas antes da validação de IBS e CBS em 3 de agosto.
Projetos de conservação de água e solo podem buscar reconhecimento da ANA

Projetos rurais de Rondônia têm prazo na ANA até 21 de agosto

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Chamamento aceita iniciativas rurais em execução, sem repasse financeiro automático.
Mariana Monteiro e Benny Schvarsberg debatem cidades sem planejamento no programa PontoDeVista

Cidades crescem sem plano e quem mora longe paga a conta

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Especialista explica como expansão desordenada, especulação e gentrificação pesam na vida de quem mora nas periferias.
Rogério Kiester participa do RuralCast sobre pecuária leiteira em Rondônia, assistência técnica e produção de mais de 300 litros de leite

Rogério Kiester conta como superou 300 litros de leite por dia

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Rogério Kiester mostra como assistência técnica, manejo e gestão mudaram a produção de leite da família em Cacoal.