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quarta-feira, julho 15, 2026
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Trump abandona entrevista para o programa ’60 Minutos’ e ataca entrevistadora

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O presidente dos Estados Unidos e candidato republicano à reeleição, Donald Trump, encerrou uma entrevista para o programa “60 Minutos”, atacou a entrevistadora, Lesley Stahl, e afirmou que está considerando publicar a entrevista antes de ela ir ao ar na televisão.

A duas semanas das eleições e atrás do candidato democrata nas pesquisas, Trump partiu para o ataque. Nos últimos dias, atacou o rival Joe Biden, a comissão de debates presidenciais e até Anthony Fauci, principal epidemiologista do país e conselheiro dos últimos seis presidentes americanos, inclusive Trump (veja mais abaixo).

O presidente dos EUA interrompeu a entrevista na Casa Branca após cerca de 45 minutos e afirmou à equipe do canal de televisão CBS que acreditava que eles já tinham material suficiente, segundo o jornal “The New York Times” e a CNN.

Trump também se recusou a participar do segmento “walk and talk” do programa (caminhar e conversar, em tradução livre), em que andaria pela Casa Branca ao lado do seu vice-presidente, Mike Pence, e a apresentadora.

A entrevista foi gravada na segunda-feira (19), para ser exibida no domingo (25). Na noite de terça-feira (20), o presidente americano afirmou em uma rede social que estava pensando em publicar a entrevista antes de ela ir ao ar na CBS “para fins de precisão” e “para que todos possam vislumbrar como a entrevista foi falsa e enviesada”.

O presidente também publicou um vídeo de 6 segundos da entrevistadora, Lesley Stahl, em que ela está sem máscara e conversa com duas pessoas dentro da Casa Branca, após o fim da entrevista, e escreveu que há “muito mais por vir”.

Uma fonte afirmou à CNN que o vídeo foi feito logo após a entrevista ser encerrada e que Lesley Stahl usou uma máscara desde o momento em que entrou na Casa Branca até o início da gravação.

Depois, em um comício na Pensilvânia, Trump disse a apoiadores que eles “tinham de assistir o que nós fizemos no ’60 Minutos'”. “Vocês vão se divertir muito com isso. Lesley Stahl não vai ficar feliz”.

O programa “60 Minutos”, da CBS News, é um dos mais famosos e importantes da televisão norte-americana.

Entrevista com Biden

O candidato democrata, Joe Biden, e a senadora da Califórnia Kamala Harris, sua candidata a vice, também foram entrevistados pelo “60 Minutos”. A previsão era que todas as entrevistas fossem ao ar no mesmo programa, no domingo.

Enquanto Biden e Harris gravaram suas entrevistas separadamente, Trump e Pence apareceriam juntos, como fizeram quatro anos atrás. Mas, após encerrar a entrevista, o presidente dos EUA não voltou para a gravação com Pence.

A entrevista com Biden foi feita pelo âncora do programa “CBS Evening News”, Norah O’Donnell. O candidato democrata não se pronunciou até o momento sobre a entrevista.

Trump no ataque

Atrás de Biden nas pesquisas eleitorais, Trump se tornou ainda mais combativo nesta semana, lançando acusações e insultos conforme o tempo se esgota. As eleições nos EUA estão marcadas para 3 de novembro.

O presidente dos EUA tenta ressuscitar suspeitas sobre Hunter Biden, filho de Joe Biden, e ligá-lo a negócios na Ucrânia e na China quando seu pai, era vice-presidente de Barack Obama (2009-2017).

O republicano também criticou a organização dos debates presidenciais nos EUA, que anunciou que vai cortar os microfones dos candidatos enquanto o adversário fala no próximo encontro. A medida foi tomada após críticas pelas interrupções do primeiro embate.

Na segunda, Trump chamou de “desastre” o Dr. Anthony Fauci, conselheiro de saúde de seis presidentes americanos e o principal epidemiologista do país, e se referiu ao especialista e outras autoridades de saúde como idiotas.

Fauci é o maior especialista em doenças infecciosas dos EUA e trabalhou diretamente com Ronald Reagan, George H.W. Bush, Bill Clinton, George W. Bush, Barack Obama e o próprio Trump.

O último presidente americano que não conseguiu se reeleger foi o também republicano George H.W. Bush, pai de George W. Bush.

Desacreditar a imprensa

Foi a terceira entrevista de Trump para Lesley Stahl. Além de 2016, quando ainda era candidato, o presidente americano conversou com a jornalista em outubro de 2018, também na Casa Branca.

A entrevistadora já disse no passado que Trump lhe confessou em 2016 que os ataques à imprensa eram uma estratégia. O então candidato à presidência dos EUA afirmou, em uma conversa não-gravada, que os ataques visavam desacreditar as histórias negativas sobre ele.

Segundo Stahl, Trump lhe disse: “Você sabe por que eu faço isso? Eu faço isso para desacreditar e rebaixar todos vocês, então, quando vocês escreverem histórias negativas sobre mim, ninguém vai acreditar em vocês”.

‘Não compraremos a vacina da China’, diz Bolsonaro em rede social

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Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto 19/10/2020 REUTERS/Adriano Machado

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, em sua página no Facebook na terça-feira (20), que o Brasil não irá comprar “a vacina da China”.

A afirmação foi feita em resposta a uma seguidora na rede social que pediu a exoneração do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. “Bom dia presidente. Exonera Pazuelo urgente, ele está sendo cabo eleitoral do Doria. Ministro traíra”, escreveu a seguidora.

No mesmo dia, mais cedo, o Ministério da Saúde havia anunciado a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac. A empresa tem um acordo com o governo de São Paulo para fornecimento da vacina pronta e, também, para a transferência da tecnologia de produção para o Instituto Butantan (veja detalhes mais abaixo).

“Tudo será esclarecido ainda hoje. Não compraremos a vacina da China”, disse o presidente. 

O acordo com o Butantan prevê a compra das mesmas 46 milhões de doses. Dessas, segundo o instituto, 6 milhões virão prontas da China e 40 milhões serão finalizadas no Brasil. Não está claro a quais doses Bolsonaro se refere ao dizer que não comprará vacina da China.

Segundo o blog da Andréia Sadi, Bolsonaro se irritou com o anúncio do acordo por Pazuello e desautorizou o ministro. Perguntado pelo blog se o governo vai recuar da decisão da compra das vacinas, fontes do governo afirmam que o Planalto vai discutir o assunto.

 

O mistério do grupo hacker ‘Robin Hood’ que doa dinheiro roubado para caridade

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Os hackers do grupo Darkside afirmam ter extorquido milhões de dólares de empresas, mas dizem que agora querem “tornar o mundo um lugar melhor”.

Em um post na dark web (“camada” da internet que só pode ser acessada com softwares específicos, e onde costuma haver atividade criminal), a gangue divulgou recibos de US$ 10 mil (R$ 56 mil) em doações de Bitcoin para duas instituições de caridade.

Uma delas, a Children International, diz que não ficará com o dinheiro.

A mudança está sendo vista como uma evolução estranha e preocupante, tanto moral quanto legalmente.

Na postagem do blog no dia 13 de outubro, os hackers afirmam que só atacam grandes empresas com um tipo de hack conhecido como ransomware, em que os sistemas de TI das organizações são mantidos “reféns” até que o resgate seja pago.

“Achamos que é justo que parte do dinheiro que as empresas pagaram vá para a caridade. Por pior que você ache que nosso trabalho é, temos o prazer de saber que ajudamos a mudar a vida de alguém. Hoje enviamos as primeiras doações”, anunciaram os hackers.

Os cibercriminosos postaram a doação junto com os recibos de impostos que receberam em troca pelo 0,88 Bitcoin que enviaram para duas instituições de caridade, The Water Project e Children International.

A Children International ajuda crianças, famílias e comunidades na Índia, Filipinas, Colômbia, Equador, Zâmbia, República Dominicana, Guatemala, Honduras, México e Estados Unidos. Um porta-voz da Children International disse à BBC: “Se a doação estiver ligada a um hacker, não temos intenção de ficar com ela”.

O The Water Project, que trabalha para melhorar o acesso à água potável na África Subsaariana, não respondeu aos pedidos de entrevista.

another tax receipt for a donation

Vigaristas sem consciência

Brett Callow, analista de ameaças da empresa de segurança cibernética Emsisoft, disse: “O que os criminosos esperam alcançar fazendo essas doações não está nada claro. Talvez ajude a amenizar a culpa deles? Ou talvez por razões egoístas eles querem ser vistos como Robin Hood, em vez de vigaristas sem consciência”.

“Quaisquer que sejam suas motivações, certamente é algo muito incomum e é, até onde eu sei, a primeira vez que um grupo de ransomware doou uma parte de seus lucros para instituições de caridade.”

O grupo de hackers Darkside é relativamente novo, mas uma análise do mercado de criptomoedas confirma que eles estão extorquindo fundos das vítimas.

Também há evidências de que eles podem ter ligações com outros grupos cibercriminosos responsáveis por ataques de alto perfil a empresas, incluindo a Travelex, que foi atingida por um ransomware em janeiro.

A forma como os hackers pagaram as instituições de caridade também é um possível motivo de preocupação para as autoridades.

Os cibercriminosos utilizaram um serviço com sede nos Estados Unidos chamado The Giving Block, que é usado por diferentes organizações sem fins lucrativos de todo o mundo, incluindo Save The Children, Rainforest Foundation e She’s the First.

deleted tweet from giving block

O The Giving Block se descreve online como “a única solução específica sem fins lucrativos para aceitar doações em criptomoeda”.

A empresa foi criada em 2018 para oferecer aos “milionários” das criptomoedas a capacidade de aproveitar o “enorme incentivo fiscal para doar Bitcoin e outras criptomoedas diretamente para organizações sem fins lucrativos”.

O The Giving Block disse à BBC que não sabia que essas doações eram feitas por cibercriminosos. A entidade disse: “Ainda estamos trabalhando para determinar se esses fundos foram realmente roubados”.

“Se descobrirmos que essas doações foram feitas com fundos roubados, é claro que começaremos o trabalho de devolvê-las ao legítimo proprietário.”

A empresa não esclareceu se isso significa devolver o dinheiro roubado aos criminosos ou tentar descobrir quais foram as vítimas dos roubos.

O The Giving Block, que também defende as criptomoedas, acrescentou: “O fato de eles usarem criptografia tornará mais fácil, não mais difícil, capturá-los”.

The Bitcoin payment widget on a charity website

No entanto, The Giving Block não deu detalhes sobre quais informações eles coletam sobre seus doadores. A maioria dos serviços que compram e vendem moedas digitais, como Bitcoin, exigem que os usuários verifiquem sua identidade, mas não está claro se isso é feito no site.

Como um experimento, a BBC tentou doar anonimamente por meio do sistema online do The Giving Block e não recebeu nenhuma pergunta de verificação de identidade.

Especialistas dizem que o caso destaca a complexidade e os perigos das doações anônimas.

Perigo de lavagem de dinheiro

O pesquisador de criptomoedas Philip Gradwell, da Chainanalysis, disse: “Se você entra em uma instituição de caridade com uma máscara anônima e doa 10 mil libras em dinheiro e depois pede um recibo, provavelmente algumas perguntas precisam ser feitas”.

“É correto dizer que os pesquisadores e o setor de segurança tentam rastrear fundos de criptomoedas conforme eles são movidos de carteira em carteira. Mas descobrir quem realmente possui cada carteira é muito mais complicado.”

“Ao permitir doações anônimas de fontes potencialmente ilícitas, aumenta o perigo de lavagem de dinheiro.”

“Todas as empresas de criptografia precisam de uma gama completa de medidas de combate à lavagem de dinheiro, incluindo um programa Know Your Client (KYC, algo como “Conheça Seu Cliente”, em tradução livre) de verificações básicas de antecedentes, para que possam entender quem está por trás das transações que seus negócios facilitam.”

A BBC conversou com outras instituições de caridade que aceitam doações por meio do The Giving Project.

A Save the Children disse à BBC que “nunca aceitaria intencionalmente dinheiro obtido por meio do crime”.

A She’s the First, uma instituição de caridade para a educação de meninas em todo o mundo, disse que não se sentiria confortável aceitar dinheiro de fontes anônimas, possivelmente criminosas, e disse: “É uma pena que maus atores explorem a oportunidade de doar criptomoeda para ganho pessoal, e esperamos que até mesmo doadores anônimos compartilhem os valores de nossa comunidade”.

EUA: Departamento de Justiça confirma ação judicial antitruste contra Google

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O Departamento de Justiça (DoJ) dos Estados Unidos confirmou nesta terça-feira, 20, a abertura de um ação judicial antitruste contra o Google, acusado de adotar práticas ilegais para manter o monopólio dos mecanismos de busca no país. O processo foi protocolado na Corte Distrital de Washington D.C.

O caso marca o maior desafio legal dos EUA contra uma companhia dominante do setor de tecnologia em duas décadas, e tem potencial de abalar o Vale do Silício. Em comunicado, o órgão alega que a gigante de tecnologia responde por quase 90% das pesquisas online nos EUA e exerce condutas anticompetitivas para garantir o controle do mercado. Entre as alegações, o DoJ cita a proibição de que usuários do sistema operacional Android deletem o aplicativo de buscas de seus aparelhos, além de parcerias firmadas com a Apple para que a plataforma tenha exclusividade no navegador Safari.

Para o Departamento, as ações do Google têm afeito prejudicial sobre a concorrência e consumidores, reduzem a qualidade no setor e forçam anunciantes a pagarem mais do que o necessário. “Esse processo atinge o cerne do controle do Google sobre a internet para milhões de consumidores, anunciantes, pequenas empresas e empresários americanos em dívida com um monopolista ilegal”, declarou o procurador-geral, William Barr.

A Alphabet, controladora do Google, chamou de “profundamente falho” o processo antitruste aberto pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos contra a gigante da tecnologia. “As pessoas usam o Google porque escolhem – não porque são forçadas ou não encontram alternativas”, argumentou a companhia, em publicação no Twitter.

STF concede prisão domiciliar a detentos que têm filhos menores

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Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal - STF

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (20) conceder prisão domiciliar a detentos que são pais ou responsáveis por crianças menores de idade ou deficientes. Pela decisão, o benefício só poderá ser aplicado a presos que não tenham praticado crimes mediante violência ou grave ameaça e contra os próprios filhos ou dependentes. 

O colegiado ainda definiu que a prisão domiciliar não será concedida de forma automática e deverá ser analisada em cada caso pelos juízes do país. Por unanimidade, votaram a favor da medida os ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin, Cármen Lucia e Ricardo Lewandowski. 

Pelas regras definidas, o preso precisa comprovar que é o único capaz de cuidar de filho menor de 12 anos.

A decisão foi motivada por um pedido de Defensoria Pública da União (DPU) e contou com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Segundo a DPU e a Procuradoria, o Artigo 318 do Código de Processo Penal (CPP) determina a substituição da prisão preventiva pela domiciliar quando o acusado for imprescindível aos cuidados especiais de pessoa menor de 6 anos  ou com deficiência e no caso em que for o único responsável pelos cuidados de filho de até 12 anos.          

Em 2018, o colegiado concedeu outro habeas corpus coletivo para determinar a prisão domiciliar a todas as mulheres presas preventivamente que estejam grávidas ou que sejam mães de crianças de até 12 anos.

Brasil anuncia que vai comprar 46 milhões de doses da CoronaVac

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Após reunião virtual com governadores na tarde de hoje (20), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da vacina CoronaVac, que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

Segundo o Ministério da Saúde, esta ação é mais um passo na estratégia de ampliar a oferta de vacinação para os brasileiros. O ministério já tinha acordo com a AstraZeneca/Oxford, que previa 100 milhões de doses da vacina, e outro acordo com a iniciativa Covax, da Organização Mundial da Saúde, com mais 40 milhões de doses.

Somadas, as três vacinas – AstraZeneca, Covax e Butantan-Sinovac – representam 186 milhões de doses, a serem disponibilizadas ainda no primeiro semestre de 2021.

Segundo o ministro, as doses serão distribuídas em todo o Brasil por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

“Temos a expertise de todos os processos que envolvem esta logística, conquistada ao longo de 47 anos de PNI.  As vacinas vão chegar aos brasileiros de todos os estados”, disse Pazuello.

O acordo

Para o protocolo de intenções de compra de doses da CoronaVac, uma nova medida provisória será editada para disponibilizar crédito orçamentário de R$ 1,9 bilhão. O Ministério da Saúde já havia anunciado, também, o investimento de R$ 80 milhões para ampliação da estrutura do Butantan – o que auxiliará na produção da vacina.

Segundo o Ministério, o processo de aquisição ocorrerá após o imunizante ser aprovado e obter o registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Produção local

Além destas doses iniciais, a partir de abril, a Fiocruz deve começar a produção própria da AstraZeneca e disponibilizar ao país até 165 milhões de doses durante o segundo semestre de 2021. O acordo do Instituto Butantan com a Sinovac também prevê a transferência de tecnologia e, com isso, o Butantan deve passar a produzir 100 milhões de doses por ano com sua nova fábrica.

A expectativa do Ministério da Saúde é que a vacinação possa ser iniciada em janeiro do próximo ano. Mas alerta que isso vai depender dos resultados da Fase 3 das vacinas, que testa eficácia, e de liberação da Anvisa.

Segundo o ministério, o primeiro grupo a ser imunizado serão os profissionais da saúde e pessoas do grupo de risco para a covid-19 (a doença provocada pelo novo coronavírus). A vacinação, segundo o órgão, não será obrigatória.

Testes

A CoronaVac já está na Fase 3 de testes em humanos. Ao todo, os testes com a CoronaVac – que tiveram início no Brasil em julho – serão realizados em 13 mil voluntários.

Caso a última etapa de testes comprove a eficácia da vacina, ou seja, comprove que ela realmente protege contra o novo coronavírus, o acordo entre a Sinovac e o Butantan prevê a transferência de tecnologia para produção do imunizante no Brasil. A CoronaVac prevê a administração de duas doses por pessoa.

Ontem (19), o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, anunciou que a CoronaVac é uma vacina segura, ou seja, ela não apresenta efeitos colaterais graves. Ele também disse que os resultados de eficácia ainda não foram finalizados, mas que ele espera que isso seja possível de acontecer até dezembro deste ano.

Escola Judiciária de Rondônia realizará bate papo virtual sobre “As mulheres e o processo eleitoral”

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A Escola Judiciária Eleitoral de Rondônia realizará na próxima quarta-feira, 21 de outubro, às 19h, um Bate Papo Virtual com o tema “As mulheres e o Processo Eleitoral” com abordagens atualíssimas que vão encantar instruindo a todos os participantes, incentivando o debate sobre a participação da mulher na política. O evento será transmitido ao vivo no canal oficial do TRE-RO no Youtube.

“O fomento da participação feminina no processo eleitoral é fundamental para prestigiar o princípio da isonomia e a Escola Judiciária Eleitoral de Rondônia tem buscado realizar ações nesse sentido”, destacou o organizador do evento e Juiz Diretor da EJE/RO, Francisco Borges Ferreira Neto.

Confira a programação:

  • Evolução histórica da mulher na política, especialmente na condição de eleitora por Roberta Rocha Fonseca – juíza diretora da Escola Judiciária Eleitoral de Minas Gerais, Juíza Roberta Rocha Fonseca;
  • Democracia Paritária por Desa. Zelite Andrade Carneiro – é presidente da ABMCJ – Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica;
  • Mecanismos para aumentar a participação das mulheres na política por Erika Gerhardt – advogada eleitoralista;
  • Mulheres na política: por que não? O que está por trás da resistência feminina no ingresso na vida política? por Karoline Monteiro – presidente da Comissão da Mulher Advogada da OAB-RO.

A mediação ficará a cargo da Advogada Elizeth Afonso de Mesquita – servidora aposentada TRE-RO – com trabalhos no âmbito da cidadania e da política.

Após as apresentações, haverá atendimento de questões formuladas pela mediação e também das perguntas apresentadas no CHAT.

Lava Jato: Polícia Federal cumpre mandados por fraudes na Petrobras

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Sede da Polícia Federal em Brasília

Policiais federais cumprem hoje (20) sete mandados de busca e apreensão na 77ª fase da operação Lava Jato, no Rio de Janeiro e em Niterói. Chamada de operação Sem Limites IV, a ação investiga fraudes na gerência executiva de marketing e comercialização da antiga diretoria de abastecimento da Petrobras.

Segundo informações da Polícia Federal (PF), as fraudes ocorriam em negociações de óleos combustíveis e derivados de petróleo entre a empresa brasileira e companhias estrangeiras.

Ainda segundo a PF, um funcionário da Petrobras gerava artificialmente demandas que justificassem novas operações de compra e venda desses produtos. Nessas negociações, eram pagas comissões a intermediários envolvidos, que repassavam a funcionários da Petrobras por meio de propinas.

As investigações são um desdobramento de colaborações premiadas de investigados na 57ª fase da Lava Jato, desencadeada em dezembro de 2018. Pelo menos seis novos agentes públicos foram identificados como participantes do esquema ilegal.

Organizadores de debates nos EUA vão cortar os microfones enquanto o adversário fala

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A comissão organizadora dos debates entre Donald Trump e Joe Biden decidiu cortar o microfone dos candidatos quando for a vez de o adversário falar, informaram veículos de imprensa dos Estados Unidos nesta segunda-feira (19).

A medida já servirá para o próximo debate, marcado para quinta-feira (22), que será o último nestas eleições presidenciais dos EUA. O evento durará 90 minutos e será dividido em seis blocos de 15 minutos cada.

Nesse formato, cada candidato terá dois minutos em que poderá falar sem ser interrompido pelo adversário. Depois, haverá um tempo para discussão aberta, sem que o moderador corte o microfone dos oponentes. Porém, se houver interrupção, o tempo será descontado.

Interrupções no 1º debate

A ideia é evitar que o próximo debate seja marcado por interrupções que dificultam a plena compreensão das discussões. Já no fim de setembro, a comissão que regulamenta os debates tinha afirmado que tomaria medidas para garantir uma discussão mais “ordenada”.

No primeiro encontro entre Biden e Trump, em 29 de setembro, houve críticas às intervenções feitas enquanto ainda era a vez do outro candidato falar — na maioria das vezes, foi o republicano e atual presidente quem interrompeu. Houve cerca de 1 interrupção a cada minuto.

Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio de R$ 29 milhões

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A Mega-Sena sorteia nesta terça-feira (20) um prêmio estimado de R$ 29 milhões.

O sorteio das seis dezenas do concurso 2.310 será realizado, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

 As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

Vagas para artesãos de Rondônia estão abertas para festival nacional

Artesãos de Rondônia têm seis vagas em festival nacional

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Inscrições seguem até 1º de agosto e exigem cadastro válido no Sicab.
Mudanças da NF-e na Reforma Tributária exigem adaptação de empresas de Rondônia

NF-e muda em agosto e empresas de Rondônia precisam se adaptar

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Empresas devem revisar sistemas antes da validação de IBS e CBS em 3 de agosto.
Projetos de conservação de água e solo podem buscar reconhecimento da ANA

Projetos rurais de Rondônia têm prazo na ANA até 21 de agosto

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Chamamento aceita iniciativas rurais em execução, sem repasse financeiro automático.
Mariana Monteiro e Benny Schvarsberg debatem cidades sem planejamento no programa PontoDeVista

Cidades crescem sem plano e quem mora longe paga a conta

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Especialista explica como expansão desordenada, especulação e gentrificação pesam na vida de quem mora nas periferias.
Rogério Kiester participa do RuralCast sobre pecuária leiteira em Rondônia, assistência técnica e produção de mais de 300 litros de leite

Rogério Kiester conta como superou 300 litros de leite por dia

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Rogério Kiester mostra como assistência técnica, manejo e gestão mudaram a produção de leite da família em Cacoal.