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quarta-feira, outubro 28, 2026
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Infovia 05 começa instalação e seguirá até Porto Velho

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Infovia 05 avança com instalação de fibra óptica no Rio Madeira rumo a Porto Velho
Infraestrutura seguirá pelo Rio Madeira até Calama e Porto Velho, mas ainda dependerá de testes e ativação.

A Infovia 05 começou a receber cabos de fibra óptica no Rio Madeira, com uma rota planejada para ligar localidades do Amazonas a Calama e Porto Velho, em Rondônia.

O lançamento teve início em 21 de julho de 2026, perto da comunidade São Raimundo Nonato, na região do Rosarinho, em Autazes. A chegada ao trecho rondoniense está prevista para uma etapa posterior, condicionada às condições de navegação e ao nível do rio.

A instalação da Infovia 05 cria uma estrutura de transporte de dados, mas não significa que a internet já esteja disponível para moradores, empresas, escolas ou órgãos públicos. Ainda serão necessárias conexões terrestres, testes, ativação e redes de acesso.

Veja nesta matéria:

  • onde começou o lançamento dos cabos;
  • qual será a rota até Calama e Porto Velho;
  • como funciona o cronograma condicionado ao Rio Madeira;
  • o que ainda falta para a conexão chegar ao usuário.

Rota da Infovia 05 terá 1.326 quilômetros

O corredor atualizado reúne 1.116 quilômetros de cabos subaquáticos e 210 quilômetros de infraestrutura terrestre. A ligação parte de Autazes e passa por Nova Olinda do Norte, Borba, Novo Aripuanã, Manicoré, Auxiliadora e Humaitá antes de alcançar Calama e Porto Velho.

São nove localidades ao longo da Infovia 05. Calama deve ser tratada como distrito de Porto Velho, e não como município independente. O uso do leito do Rio Madeira reduz a necessidade de abrir uma rota terrestre contínua para o cabo.

Rota até Rondônia

Dados principais do corredor

Trecho subaquático: 1.116 quilômetros no Rio Madeira.
Infraestrutura terrestre: 210 quilômetros.
Total: 1.326 quilômetros entre Amazonas e Rondônia.
Pontos em Rondônia: Calama e Porto Velho.

Balsa funciona como base de engenharia

A operação utiliza uma balsa-plataforma de 80 metros de comprimento por 24,5 metros de largura. A embarcação funciona como base de engenharia, logística, alojamento e apoio para até 110 profissionais durante o lançamento controlado.

Antes de o cabo entrar na água, as equipes verificam a integridade dos 24 pares de fibras. A implantação da Infovia 05 também exige controle de velocidade e tensão, pontos de ancoragem, emendas, inspeções e conexão com estruturas terrestres.

Cronograma da Infovia 05

Etapas dependem das condições do rio

Início: 21 de julho de 2026, em Autazes.

Autazes–Manicoré: lançamento previsto até agosto de 2026.

Manicoré–Porto Velho: execução prevista entre dezembro de 2026 e janeiro de 2027.

Entrega integral: programada para o primeiro semestre de 2027.

Calama e Porto Velho entram na segunda etapa

O trecho de Rondônia será executado depois da primeira fase no Amazonas. A previsão coloca Calama e Porto Velho no segmento entre Manicoré e a capital, programado para o fim de 2026 e o começo de 2027.

A Infovia 05 poderá apoiar conexões de alta capacidade para escolas, unidades de saúde, fóruns, praças e instalações públicas. Esse potencial depende da conclusão física, da ativação dos pontos e da ligação efetiva das redes locais.

O que ainda falta

Cabo lançado não significa internet ativa

  • concluir lançamento, ancoragens e conexões terrestres;
  • testar integridade e desempenho dos pares de fibra;
  • ativar e integrar os pontos da rede;
  • conectar escolas, unidades e demais locais previstos;
  • definir provedores, planos, preços e áreas de cobertura.

Operador neutro não vende internet diretamente

O modelo previsto para a Infovia 05 é de operador neutro. Provedores poderão contratar capacidade da estrutura para montar redes e oferecer serviços, mas a entidade responsável pela implantação não atuará como empresa de internet residencial.

Ainda não foram divulgados provedores, preços, planos ou áreas de cobertura para Calama e Porto Velho. A infraestrutura cria uma base de transporte de dados, enquanto o acesso final depende de interconexão, redes locais e contratação.

Cronograma precisa ser acompanhado

As janelas hidrológicas do Rio Madeira podem alterar as datas de execução. Por isso, a Infovia 05 deve ser apresentada como infraestrutura em implantação, e não como serviço já disponível para moradores ou órgãos públicos.

A previsão atual indica o primeiro semestre de 2027 para a entrega integral. Até lá, cada etapa precisa ser confirmada pelos canais oficiais, especialmente o avanço do trecho entre Manicoré, Calama e Porto Velho.

Quando concluída e ativada, a Infovia 05 poderá ampliar a capacidade de transporte de dados entre Amazonas e Rondônia, mas os benefícios dependerão da conexão real dos pontos atendidos e da entrada dos provedores.

Vida Plena explica intolerância à lactose e alergia ao leite

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Intolerância à lactose é tema do Vida Plena com explicações sobre alergia ao leite e APLV
Vida Plena explica diferenças entre intolerância à lactose, alergia à proteína do leite de vaca e restrições alimentares.

A intolerância à lactose é o tema deste episódio do Vida Plena, que explica a diferença entre desconforto digestivo após consumir leite e a Alergia à Proteína do Leite de Vaca, conhecida como APLV. O programa mostra que, apesar de muita gente confundir os termos, as duas condições têm causas, sintomas e cuidados diferentes.

Embora o conteúdo tenha abrangência nacional, o assunto também é útil para famílias de Rondônia e da Região Norte. Em Porto Velho, a presença do Hospital de Amor Amazônia, também conhecido como HC do Amor Amazônia, aproxima pacientes, profissionais e moradores de debates sobre saúde, alimentação, diagnóstico correto e qualidade de vida. Para quem vive longe dos grandes centros, informação segura ajuda a evitar restrições alimentares feitas apenas por influência de redes sociais.

Participam desta edição o médico especialista em terapia nutricional Dr. Luis Henrique Covello, a alergologista e imunologista clínica Dra. Erica Mitubashi Imanishi e o gastroenterologista Dr. Ruan Bicallho. A conversa aborda sintomas, exames, leite sem lactose, leitura de rótulos, alimentos escondidos, dietas restritivas e mitos sobre inflamação.

▶️ Ative o som e assista ao primeiro bloco

Entenda por que intolerância e alergia ao leite são condições diferentes e exigem cuidados específicos.

Intolerância à lactose não é alergia ao leite

O primeiro bloco começa esclarecendo a confusão mais comum. A intolerância à lactose está ligada à dificuldade de digerir a lactose, que é o açúcar do leite. Já a APLV envolve uma reação do sistema imunológico às proteínas do leite de vaca.

Os especialistas explicam que a intolerância à lactose costuma provocar sintomas digestivos, como gases, estufamento, dor abdominal, desconforto e, em alguns casos, diarreia. A intensidade pode variar conforme a quantidade consumida e o grau de tolerância de cada pessoa.

A alergia à proteína do leite de vaca, por outro lado, pode causar manifestações mais graves, como urticária, vermelhidão na pele, sintomas respiratórios e reações que exigem acompanhamento médico. Por isso, usar produto sem lactose não resolve uma alergia quando o problema está na proteína.

Diagnóstico correto evita restrições sem necessidade

Durante o programa, os convidados reforçam que o diagnóstico depende de avaliação profissional. No caso da alergia, podem ser usados testes cutâneos e exames de sangue. Já na intolerância à lactose, a investigação pode incluir testes específicos, avaliação clínica e análise da relação entre consumo de lactose e sintomas.

Um ponto importante é que a intolerância pode ser dose dependente. Algumas pessoas não toleram grandes quantidades, mas conseguem consumir pequenas porções, como um café com leite ou um alimento com pouca lactose. Por isso, retirar leite e derivados sem orientação pode prejudicar a alimentação e dificultar o acesso a nutrientes importantes.

▶️ Assista também ao segundo bloco

Veja por que fake news, autodiagnóstico e restrições sem orientação podem atrapalhar a saúde.

Leite sem lactose não serve para quem tem APLV

No segundo bloco, o Vida Plena aprofunda uma dúvida frequente. O leite sem lactose pode ajudar quem tem intolerância à lactose, porque a lactose já foi quebrada ou pode ser digerida com auxílio da enzima lactase. Porém, esse tipo de produto continua inadequado para quem tem alergia à proteína do leite de vaca.

A explicação é simples: lactose é açúcar; proteína é outra substância. Quem tem APLV reage à proteína do leite de mamíferos. Portanto, um produto sem lactose ainda pode conter proteínas do leite e causar reação alérgica em pessoas sensíveis.

Os especialistas também alertam para bebidas vegetais. Em adultos, elas podem fazer parte da rotina com orientação adequada, mas não são equivalentes ao leite em todos os nutrientes. Para crianças com APLV, fórmulas infantis específicas precisam ser indicadas por profissionais de saúde, porque devem atender necessidades nutricionais próprias da idade.

Cortar leite sem orientação pode trazer prejuízos

O episódio chama atenção para o crescimento de informações alarmistas sobre leite, glúten e outros alimentos. Os convidados explicam que nem toda pessoa precisa cortar leite da rotina. Em quem não tem alergia ou intolerância importante, leite e derivados podem ser fontes relevantes de cálcio, proteínas e outros nutrientes.

O Dr. Luis Henrique Covello destaca que restrições alimentares sem motivo bem definido dificilmente são benéficas. Ao longo da vida, retirar grupos alimentares sem substituição adequada pode favorecer deficiências nutricionais, afetar ossos, energia, massa muscular, pele, cabelo, unhas e até qualidade do sono.

Para o público de Rondônia, essa orientação também tem caráter prático. Em muitas famílias, o leite está presente no café da manhã, em bolos, pães, mingaus, vitaminas, queijos, doces e preparações caseiras. Antes de eliminar esses alimentos, a recomendação é investigar sintomas e buscar orientação profissional.

Sintomas podem ter outras causas

Outro alerta do programa é que gases, estufamento e desconforto abdominal nem sempre significam intolerância à lactose. O gastroenterologista explica que esses sintomas são inespecíficos e podem estar ligados à microbiota intestinal, padrão alimentar, consumo de ultraprocessados, excesso de alimentos fermentáveis ou outros problemas digestivos.

Por isso, o autodiagnóstico é arriscado. A pessoa pode acreditar que tem intolerância, restringir vários alimentos e continuar com sintomas porque a causa real não foi investigada. A boa avaliação clínica ajuda a entender rotina, alimentação, quantidade consumida, frequência dos sintomas e necessidade ou não de exames.

▶️ Assista ao terceiro bloco

Confira orientações sobre rótulos, lactase, alimentos escondidos e vida normal com adaptações.

Quem tem intolerância pode adaptar a rotina

No terceiro bloco, os especialistas explicam que quem tem intolerância à lactose geralmente consegue levar uma vida próxima do normal, com adaptações. Hoje há produtos sem lactose, possibilidade de fracionar o consumo e uso da enzima lactase quando indicada.

A lactase deve ser usada no momento de consumir alimentos com lactose, e a quantidade pode variar conforme a refeição e o grau de sensibilidade. A orientação do episódio é que a pessoa observe sintomas, procure ajuda e evite decisões baseadas apenas em tentativa e erro sem acompanhamento.

Já quem tem alergia à proteína do leite de vaca precisa de cuidado mais rigoroso. Em casos de alergia, pequenas quantidades ou traços podem ser relevantes, dependendo da sensibilidade. Por isso, leitura de rótulos, atenção em restaurantes e controle de contaminação cruzada fazem parte da rotina.

Rótulos ajudam a identificar leite escondido

O programa também mostra que o leite pode aparecer em alimentos que nem sempre parecem óbvios. Bolos, tortas, purês, massas, pães, sorvetes e doces podem conter leite ou derivados. Para quem tem alergia, a leitura de rótulos é uma medida de segurança.

A Dra. Erica cita aplicativos e iniciativas que ajudam consumidores a identificar a presença de leite e outros alergênicos em produtos industrializados. A recomendação geral é não confiar apenas na aparência do alimento. Informação de embalagem, orientação médica e acompanhamento nutricional ajudam a evitar riscos.

Informação segura reduz medo e exageros

Na parte final, o Vida Plena reforça que o leite é um alimento importante para muitas pessoas, mas pode exigir adaptação quando há diagnóstico confirmado. A decisão de consumir, reduzir ou retirar deve considerar sintomas, idade, condição clínica, risco de alergia, necessidades nutricionais e orientação profissional.

A intolerância à lactose não deve ser confundida com alergia ao leite, nem usada como explicação para todos os desconfortos digestivos. O episódio mostra que a informação correta ajuda a reduzir medo, evitar restrições sem necessidade e proteger a alimentação de crianças, adultos e idosos.

Para famílias de Rondônia, a mensagem prática é observar sintomas, não se guiar apenas por vídeos ou opiniões de internet e buscar atendimento quando houver dúvida. Diagnóstico correto é o caminho para manter qualidade de vida sem abrir mão de nutrientes importantes ou assumir riscos desnecessários.

Fonte da notícia:
Vida Plena no YouTube.

Perícias do INSS podem ser antecipadas em Cacoal e Alta Floresta

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Perícias do INSS podem ser antecipadas por segurados de Cacoal e Alta Floresta d’Oeste
Segurado consulta antecipação de perícia do INSS

As perícias do INSS podem ser antecipadas nas Agências da Previdência Social de Cacoal e Alta Floresta d’Oeste quando o segurado já possui atendimento marcado e encontra uma data anterior nos canais oficiais.

A disponibilidade das perícias do INSS muda em tempo real e deve ser consultada pelo Meu INSS ou pela Central 135. Antes de cancelar o compromisso original, o segurado precisa confirmar a alteração e guardar o comprovante com a nova data, o horário e o endereço.

A orientação oficial informa que segurados com exame marcado para os próximos meses podem verificar horários mais próximos para as perícias do INSS. A mudança de agência altera apenas o local da avaliação e não transfere o banco, a conta ou o local de pagamento de eventual benefício.

Veja nesta matéria:

  • quem pode procurar uma data anterior;
  • como consultar pelo Meu INSS ou pela Central 135;
  • quais cuidados tomar antes de mudar de cidade;
  • o que não muda na análise e no pagamento.

Quem pode antecipar as perícias do INSS

A consulta é destinada a quem já possui atendimento agendado. Cacoal e Alta Floresta d’Oeste aparecem entre as unidades de Rondônia onde podem surgir vagas anteriores, conforme os horários disponíveis no momento da busca.

Moradores de outros municípios também podem comparar essas agências com outras unidades. A média estadual divulgada foi de 17,77 dias entre o agendamento e o exame, mas esse número é apenas uma referência geral e não funciona como prazo individual.

Consulta oficial

Como procurar uma data anterior

Acesse: o aplicativo ou o site Meu INSS, ou ligue para o 135.
Localize: o agendamento vinculado ao requerimento.
Compare: datas, horários, cidades e agências exibidas.
Confirme: a alteração e salve o novo comprovante.

Meu INSS e Central 135 concentram a consulta

No Meu INSS, o segurado entra com a conta Gov.br, abre o requerimento e verifica as opções apresentadas. As perícias do INSS só devem ser consideradas remarcadas quando a confirmação aparecer no sistema.

A Central 135 oferece atendimento humano de segunda a sábado, das 7h às 22h, no horário de Brasília, e atendimento eletrônico durante 24 horas. A ligação de telefone fixo é gratuita; pelo celular, pode haver cobrança de chamada local.

Antes de mudar a agência

Confirme o deslocamento

Distância: calcule transporte, alimentação e tempo de viagem.

Endereço: confira a agência no comprovante atualizado.

Documentos: organize somente os itens relacionados ao requerimento.

Segurança: não viaje nem cancele a data original antes da confirmação.

Mudança de cidade exige planejamento

Escolher Cacoal, Alta Floresta d’Oeste ou outra cidade pode diminuir a espera pelas perícias do INSS, mas também pode gerar despesas com passagem, combustível, alimentação e hospedagem. Esses custos não são cobertos automaticamente pelo instituto.

O segurado deve conferir se conseguirá chegar com antecedência e se o endereço das perícias do INSS realmente corresponde à unidade selecionada. O novo comprovante é a referência para organizar a viagem e evitar perda do atendimento.

O que não muda

Antecipação não garante o benefício

  • Análise: continua sujeita aos critérios previdenciários;
  • Resultado: data anterior não representa aprovação;
  • Pagamento: a troca de agência não muda o local de recebimento;
  • Agendamento: depende de confirmação nos canais oficiais.

Antecipação não representa concessão automática

A realização das perícias do INSS em data anterior apenas adianta a etapa de avaliação médica. O resultado continua dependendo da documentação, da análise do caso e dos requisitos do benefício solicitado.

A alteração também não significa pagamento antecipado. Mesmo após a avaliação, o segurado deve acompanhar o requerimento pelo Meu INSS e observar eventuais exigências, comunicados ou atualizações.

Antes de sair de casa, abra novamente o sistema ou ligue para o 135 e confirme data, horário e local. Essa verificação é importante porque vagas e horários podem mudar durante a procura por antecipação.

Como evitar erros ao alterar as perícias do INSS

O segurado não deve confiar apenas em captura de tela antiga, mensagem encaminhada ou informação de terceiros. A confirmação válida precisa aparecer no Meu INSS ou ser fornecida pela Central 135.

Ao remarcar as perícias do INSS, guarde o comprovante atualizado e confira o nome da agência. Caso a nova opção exija viagem, considere tempo de deslocamento, acessibilidade e necessidade de acompanhante.

A orientação oficial da Previdência reforça que o segurado pode buscar atendimento mais rápido, mas precisa concluir a mudança pelos canais oficiais.

MPF pede melhorias urgentes em Casai de Cacoal e Ji-Paraná

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Imagem editorial representa profissionais avaliando quartos, instalações e condições de acolhimento em uma Casa de Apoio à Saúde Indígena de Rondônia.
Profissionais avaliam estrutura de Casa de Apoio à Saúde Indígena

A saúde indígena em Rondônia é alvo de duas ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público Federal contra a União por problemas nas Casas de Apoio à Saúde Indígena de Cacoal e Ji-Paraná.

As Casai integram a saúde indígena em Rondônia e acolhem pacientes e acompanhantes encaminhados para consultas, exames e tratamentos fora de seus territórios. Os pedidos incluem reparos emergenciais, colchões adequados, reforço das equipes e medidas contra a superlotação.

Segundo a publicação oficial do MPF, as condições foram verificadas em inspeções. Os pedidos relacionados à saúde indígena em Rondônia ainda dependem de decisão da Justiça Federal.

Veja nesta matéria:

  • qual é a função das Casas de Apoio à Saúde Indígena;
  • quais problemas foram relatados em Cacoal e Ji-Paraná;
  • o que o MPF pediu à Justiça para cada unidade;
  • por que o acolhimento deve respeitar vínculos, idioma e cultura.

Como as Casai apoiam a saúde indígena em Rondônia

As Casas de Apoio à Saúde Indígena não são hospitais. Elas oferecem acolhimento e suporte a pessoas encaminhadas para atendimento especializado na rede do SUS, inclusive com espaço para acompanhantes durante o período necessário.

Esse atendimento amplia o alcance regional da saúde indígena em Rondônia. Conforme o MPF, as unidades recebem pessoas de Porto Velho, Guajará-Mirim, Alta Floresta d’Oeste e outras localidades, além de pacientes vindos de Mato Grosso.

Problemas relatados

O que foi apontado nas inspeções

Leitos: pacientes e acompanhantes em colchões colocados no chão.

Estrutura: fiação exposta, infiltrações, pias quebradas e banheiros sem chuveiros ou fechaduras.

Mobiliário: colchões rasgados e itens deteriorados.

Equipes: quantidade insuficiente de profissionais para a demanda.

Inspeções apontaram pressão sobre as unidades

O Dsei Vilhena informou 38 leitos ativos para uma população superior a 4.351 indígenas. O número demonstra a abrangência da rede, mas não significa que todas essas pessoas ocupem a Casai de Cacoal ao mesmo tempo.

No Dsei Porto Velho, a estrutura de Ji-Paraná foi reconhecida como defasada. O imóvel teria sido projetado para 800 usuários e atende cerca de três mil indígenas ao longo de sua atuação, sem representar ocupação simultânea. Os dados mostram a pressão existente sobre a saúde indígena em Rondônia.

Pedidos à Justiça

O que o MPF solicitou para cada Casai

Cacoal: troca dos colchões avariados e reparos emergenciais nas redes elétrica e hidráulica em até 15 dias, caso o pedido seja acolhido.

Ji-Paraná: plano emergencial em até 15 dias ou transferência para imóvel provisório em até 30 dias, além do reforço das equipes.

Cacoal pode ter reparos emergenciais

Para Cacoal, o MPF pediu a substituição integral dos colchões danificados e reparos nas redes elétrica e hidráulica. Ao final do processo, a ação solicita reforma total da unidade e indenização de R$ 500 mil por danos morais coletivos.

O valor pedido seria destinado a projetos de saúde voltados às etnias afetadas. A ação relacionada à saúde indígena em Rondônia tramita sob o número 1017977-31.2026.4.01.4100 e ainda não representa condenação definitiva.

Ji-Paraná pode ter imóvel provisório e reforço de equipes

Na ação sobre Ji-Paraná, o MPF pediu um plano emergencial de reparos em até 15 dias ou a locação e a transferência para imóvel provisório adequado em até 30 dias, caso a Justiça aceite a medida urgente.

O órgão também solicita médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e profissionais de apoio em número suficiente. A ação pede multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento e R$ 500 mil por danos morais coletivos.

Acolhimento intercultural

O cuidado vai além da estrutura física

  • pacientes deixam seus territórios para buscar atendimento urbano;
  • familiares podem ser essenciais durante o tratamento;
  • idioma e formas próprias de compreender saúde e doença devem ser respeitados;
  • alimentação e rotina precisam considerar referências culturais;
  • o acolhimento deve reduzir o impacto do afastamento da comunidade.

Pedidos sobre a saúde indígena em Rondônia ainda serão analisados

As ações discutem condições de acolhimento que afetam a saúde indígena em Rondônia em diferentes pontos da rede. Caberá à Justiça decidir se os pedidos urgentes serão aceitos e quais obrigações poderão ser impostas à União.

Não há decisão definitiva sobre reparos, contratações, multas ou indenizações. Por isso, os prazos de 15 e 30 dias devem ser apresentados como pedidos do MPF, condicionados à decisão judicial.

A melhoria da saúde indígena em Rondônia depende de estrutura segura, equipes suficientes e acolhimento compatível com a realidade das pessoas que precisam deixar seus territórios para continuar o tratamento.

Irrigação concentra metade da retirada de água no Brasil

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Água na irrigação é monitorada por produtores rurais em uma propriedade de Rondônia
Planejamento técnico ajuda a ajustar a captação à cultura, ao solo e à disponibilidade do manancial.

A água na irrigação respondeu por 50,3% da retirada nacional destinada aos usos consuntivos em 2024, segundo dados da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico.

A agricultura irrigada retirou 1.056,30 metros cúbicos por segundo, enquanto o conjunto dos setores somou 2.098,7 metros cúbicos por segundo. Os números são nacionais e não devem ser apresentados como percentual específico de Rondônia.

Para produtores de Rondônia, a água na irrigação exige planejamento técnico, análise da cultura, umidade do solo, disponibilidade do manancial e verificação das regras antes de iniciar ou ampliar a captação.

Veja nesta matéria:

  • o que significa o indicador nacional de retirada;
  • por que retirada não é sinônimo de desperdício;
  • quando consultar ANA ou Sedam antes da captação;
  • quais cuidados ajudam a proteger produção e mananciais.

Retirada de água não significa desperdício

Retirada é o volume captado de rios, reservatórios, lagos ou aquíferos para atender uma finalidade. Parte pode retornar ao ambiente, enquanto outra parcela é consumida pelas plantas, evapora ou permanece ligada ao processo produtivo.

Por isso, o dado sobre água na irrigação mede captação e não permite concluir que metade da água do país foi desperdiçada pela agricultura. A leitura correta exige diferenciar retirada, consumo e retorno ao ambiente.

Indicador nacional

Números de 2024

Agricultura irrigada: retirada de 1.056,30 m³/s.
Participação: 50,3% dos usos consuntivos nacionais.
Todos os setores: 2.098,7 m³/s.
Limite: o levantamento não informa percentual estadual para Rondônia.

Produtividade depende de solo, clima e manejo

Comparações nacionais citadas pela ANA apontam produtividade maior em algumas lavouras irrigadas do que em cultivos de sequeiro. Esses resultados variam conforme clima, solo, cultivar, estrutura disponível, assistência técnica e manejo.

Quando bem planejada, a água na irrigação pode reduzir a dependência exclusiva das chuvas e dar mais regularidade à produção. Em Rondônia, o período seco, o calendário agrícola e a capacidade de retenção do solo precisam entrar na decisão.

Antes de captar

Faça a verificação técnica e legal

Identifique: se a fonte é superficial, subterrânea, estadual ou de domínio da União.

Consulte: a ANA ou a Sedam, conforme a dominialidade do recurso.

Avalie: cultura, solo, vazão, período de uso e disponibilidade do manancial.

Evite: instalar captação, poço ou bombeamento sem conferir as exigências aplicáveis.

Como regularizar a água na irrigação

A outorga ajuda a compatibilizar diferentes demandas sobre uma mesma fonte. A ANA regulamenta usos em corpos hídricos de domínio da União, enquanto a Coordenadoria de Recursos Hídricos da Sedam orienta a regularização de águas estaduais e subterrâneas em Rondônia.

A regularização da água na irrigação depende da origem da captação, das características do uso e do órgão competente. Mesmo quando houver dispensa de outorga, outras obrigações ambientais ou cadastrais podem continuar válidas.

Regularização

Quem consultar

  • ANA: usos em corpos hídricos de domínio da União;
  • Sedam: águas estaduais e subterrâneas em Rondônia;
  • Assistência técnica: dimensionamento e operação do sistema;
  • Órgão ambiental: demais exigências aplicáveis ao projeto.

Eficiência reduz custos e pressão sobre o manancial

O manejo da água na irrigação deve acompanhar a necessidade da cultura e a umidade do solo. Aplicar volume maior do que o necessário pode elevar gastos com energia, favorecer perdas e aumentar a pressão sobre uma fonte compartilhada.

A eficiência da água na irrigação também depende de manutenção. Filtros, tubulações, conexões, emissores e bombas precisam de verificação periódica. Cobertura do solo, conservação de nascentes e proteção de áreas ciliares também ajudam a reter umidade e reduzir erosão.

Produção com segurança hídrica

Cuidados na propriedade

Aplicação ajustada: usar somente o volume necessário para a cultura e o solo.

Monitoramento: acompanhar umidade, vazão e funcionamento do sistema.

Manutenção: revisar filtros, conexões, tubulações e emissores.

Proteção: conservar solo, nascentes, microbacias e vegetação ciliar.

Decisão técnica é essencial em Rondônia

Um projeto de água na irrigação precisa considerar cultura, solo, clima, fonte, vazão disponível e custo de operação. Sistema mal dimensionado pode elevar despesas e reduzir a segurança hídrica da própria propriedade.

Antes de instalar ou ampliar a estrutura, o produtor deve buscar assistência técnica e consultar os canais oficiais. O desafio é manter a produção sem comprometer a água necessária às próximas safras, às comunidades e aos demais usuários.

O planejamento da água na irrigação também deve ser revisto ao longo do ciclo produtivo. Mudanças no clima, no cultivo, na vazão ou na condição do solo podem exigir ajustes no calendário e na quantidade aplicada.

Agrotec 2026 recebe inscrições de produtores e empresas

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Inscrições da Agrotec 2026 são conferidas por produtora rural e representante de empresa em Porto Velho
Inscrições da Agrotec 2026 são conferidas por produtora rural e representante de empresa em Porto Velho

As inscrições da Agrotec 2026 estão abertas até 7 de agosto para produtores rurais, agricultores familiares, agroindústrias, empresas, apoiadores e organizações interessadas em participar da feira em Porto Velho.

O cadastro é gratuito e feito pela internet. As inscrições da Agrotec 2026, porém, não garantem seleção, credenciamento, estande, parceria, patrocínio ou espaço na praça de alimentação.

A feira será realizada de 26 a 30 de agosto, no Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Para participar das inscrições da Agrotec 2026, cada interessado precisa escolher o edital correspondente ao seu perfil e conferir documentos, critérios e condições.

Veja nesta matéria:

  • quem pode se cadastrar até 7 de agosto;
  • como estão divididos os três editais;
  • quais vagas pertencem ao setor rural;
  • por que o protocolo não representa aprovação.

Quem pode participar das inscrições da Agrotec 2026

As inscrições da Agrotec 2026 atendem públicos diferentes. Há oportunidades para agricultura familiar, produtores rurais, agroindústrias, artesãos, associações, cooperativas, microempreendedores individuais e outros empreendedores ligados ao campo.

Também existem modalidades para empresas interessadas em expor produtos, serviços, tecnologias e soluções, além de propostas de apoio institucional e seleção da organização responsável pela praça de alimentação.

Prazo e evento

Informações principais

Prazo: até 7 de agosto de 2026.
Inscrição: gratuita e realizada pela internet.
Feira: de 26 a 30 de agosto.
Local: Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho.

Edital nº 001 oferece 113 vagas ao setor rural

O Edital nº 001/2026 concentra 113 vagas destinadas a produtores rurais, agricultura familiar, agroindústrias e atividades relacionadas. A distribuição alcança áreas como artesanato, cafeicultura, melicultura, piscicultura e mandiocultura.

O formulário também contempla associações, cooperativas, viveiristas, apicultores, meliponicultores, microempreendedores e outros participantes rurais regularmente constituídos. As 113 vagas pertencem apenas a esse edital.

Distribuição dos editais

Escolha conforme o seu perfil

Edital nº 001: agricultura familiar, produtores, agroindústrias e empreendedores rurais.

Edital nº 002 — Módulo I: empresas que desejam expor produtos, serviços e tecnologias.

Edital nº 002 — Módulo II: empresas interessadas em apresentar propostas de apoio.

Edital nº 003: organização da sociedade civil responsável pela gestão da praça de alimentação.

Como escolher o edital nas inscrições da Agrotec 2026

Nas inscrições da Agrotec 2026, empresas expositoras devem usar o Módulo I do Edital nº 002. O cadastro solicita dados sobre atividade, exposição planejada, equipe, equipamentos, necessidade elétrica e regularidade empresarial.

O Módulo II do mesmo edital é destinado a empresas que desejam apoiar o evento por meio de bens ou serviços. O proponente precisa informar o que pretende oferecer, quantidade, valor estimado e condições de execução.

Atenção aos conceitos

Cadastro não significa aprovação

  • inscrição não representa seleção;
  • protocolo não garante credenciamento;
  • cadastro de empresa não assegura estande específico;
  • proposta de apoio depende de análise e formalização;
  • participação exige acompanhamento dos canais oficiais.

Praça de alimentação terá gestão de uma organização

O Edital nº 003 não oferece 20 vagas diretas para restaurantes, lanchonetes ou vendedores individuais. A seleção escolherá uma única organização da sociedade civil sem fins lucrativos para planejar e administrar a praça de alimentação.

A estrutura terá 20 espaços destinados à comercialização de alimentos. A organização interessada deverá apresentar documentação institucional, experiência, capacidade operacional e plano de trabalho conforme as exigências do edital.

Praça de alimentação

O que o Edital nº 003 estabelece

Seleção: uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Responsabilidade: planejar e administrar a área de alimentação.

Estrutura: 20 espaços para comercialização de alimentos.

Limite: o envio da proposta não garante parceria com o município.

Antes de enviar as inscrições da Agrotec 2026

A página oficial das inscrições da Agrotec 2026 reúne os editais, os públicos atendidos e os links dos formulários. Antes de começar, o interessado deve conferir se está no módulo correto e se possui todos os documentos solicitados.

É importante revisar nomes, contatos, anexos, atividade declarada e demais informações antes do envio. Depois, o participante deve guardar o protocolo e acompanhar possíveis pedidos de complementação, resultados e comunicados.

Quem enviar as inscrições da Agrotec 2026 deve lembrar que rapidez não substitui conferência. O prazo termina em 7 de agosto, e a seleção será feita conforme as regras específicas de cada edital.

Divórcio Comunitário terá triagem gratuita em Porto Velho

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Divórcio comunitário em Porto Velho oferece orientação gratuita durante atendimento de triagem
Triagem gratuita verifica os critérios e orienta os interessados antes do mutirão.

O divórcio comunitário em Porto Velho terá atendimento inicial gratuito para pessoas em situação de vulnerabilidade que precisam regularizar o estado civil e ainda enfrentam dificuldades financeiras ou burocráticas.

A orientação presencial será realizada de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h, na Casa dos Conselhos Municipais, localizada na Rua Guanabara, nº 965, bairro Nossa Senhora das Graças. O interessado também poderá acompanhar as instruções e realizar a inscrição pelo aplicativo PVH+.

A ação do divórcio comunitário em Porto Velho é uma parceria entre a Prefeitura e a Defensoria Pública do Estado de Rondônia. A triagem servirá para organizar a demanda, conferir os critérios e identificar quais situações poderão seguir para o mutirão gratuito.

Veja nesta matéria:

  • quem pode procurar a orientação gratuita;
  • onde e quando a triagem será realizada;
  • por que o atendimento inicial não garante a conclusão do processo;
  • quais situações exigem cuidados jurídicos específicos.

Quem pode procurar o divórcio comunitário em Porto Velho

O divórcio comunitário em Porto Velho foi anunciado para atender pessoas em situação de vulnerabilidade social e hipossuficiência econômica. A proposta é facilitar o acesso à regularização civil para quem não conseguiu formalizar a separação por falta de recursos ou por dificuldades no encaminhamento.

No divórcio comunitário em Porto Velho, a procura pela triagem não significa aprovação automática. Cada caso deverá ser analisado pela Defensoria, que poderá solicitar documentos, esclarecer dúvidas e informar se a situação atende aos critérios da iniciativa ou se exige outro tipo de atendimento jurídico.

Atendimento inicial

Informações para procurar a triagem

Local: Casa dos Conselhos Municipais de Porto Velho.
Endereço: Rua Guanabara, nº 965, bairro Nossa Senhora das Graças.
Horário: de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h.
Canal digital: aplicativo PVH+.

Como funciona a triagem do divórcio comunitário em Porto Velho

A triagem do divórcio comunitário em Porto Velho antecede o mutirão e tem a função de organizar os atendimentos. Nessa etapa, o interessado apresenta sua situação e recebe orientação sobre os documentos e os procedimentos que poderão ser necessários.

A programação completa do mutirão, com data, horário, local de realização e demais regras, ainda será divulgada pela Prefeitura e pela Defensoria. Portanto, o atendimento na Casa dos Conselhos não deve ser confundido com a conclusão imediata do divórcio ou da dissolução da união.

O que a triagem faz

Avaliação antes do mutirão

Identificação: registra a procura e a situação apresentada.

Critérios: verifica se o caso se enquadra na ação gratuita.

Documentos: orienta sobre os comprovantes que poderão ser pedidos.

Encaminhamento: informa o próximo passo adequado para cada caso.

Casos com filhos e violência exigem atenção especial

Situações que envolvam crianças ou adolescentes precisam seguir os procedimentos legais de proteção e análise do melhor interesse dos menores. Guarda, convivência e alimentos não devem ser tratados como detalhes secundários nem resolvidos apenas por acordo informal.

Quando houver violência doméstica, ameaça, perseguição, medo ou risco, a pessoa deve informar a situação durante o atendimento e buscar a rede de proteção. O divórcio comunitário em Porto Velho não substitui medidas protetivas, atendimento de emergência ou acompanhamento especializado.

Antes de procurar

Organize as informações disponíveis

  • leve documento pessoal e os registros civis que possuir;
  • anote informações sobre casamento ou união estável;
  • informe a existência de filhos, bens ou outras questões pendentes;
  • relate situações de violência, ameaça ou risco sem omitir informações;
  • confirme com a equipe quais documentos serão exigidos.

Atendimento gratuito amplia o acesso à Justiça

O divórcio comunitário em Porto Velho busca reduzir barreiras para famílias que não conseguem arcar com custos e precisam regularizar a situação civil. A formalização pode facilitar documentos, novos registros, acesso a direitos e organização da vida familiar.

O interessado deve acompanhar as orientações oficiais da Prefeitura de Porto Velho e os canais da Defensoria, porque datas e regras do mutirão poderão ser atualizadas.

Para iniciar o atendimento do divórcio comunitário em Porto Velho, a orientação é procurar a Casa dos Conselhos no horário informado ou consultar o PVH+. A triagem é gratuita, mas a continuidade dependerá da análise jurídica e do enquadramento do caso.

Anvisa proíbe cosméticos irregulares e alerta consumidores

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Alerta da Anvisa orienta consumidor de Rondônia a verificar cosméticos e produtos vendidos pela internet
Fabricante, vendedor, lote e situação sanitária devem ser verificados antes do uso.

O alerta da Anvisa sobre cosméticos irregulares reforça que procedência, fabricante, lote e situação sanitária devem ser conferidos antes da compra de produtos de saúde e beleza.

Para consumidores de Rondônia, o cuidado é especialmente importante em ofertas recebidas por redes sociais, grupos de mensagens, marketplaces e páginas desconhecidas. Preço muito baixo, origem escondida e promessa de resultado imediato são sinais que exigem atenção.

A medida oficial que motivou o alerta da Anvisa proibiu a fabricação, distribuição, divulgação, venda e uso de diferentes cosméticos sem regularização, com regularização inadequada ou características divergentes das autorizadas.

Veja nesta matéria:

  • o que motivou a medida sanitária;
  • como consultar produtos e empresas;
  • quais promessas publicitárias merecem desconfiança;
  • o que fazer diante de uma oferta suspeita.

O que motivou a proibição de cosméticos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária informou que havia produtos sem registro ou com regularização sanitária indevida. Em alguns casos, também foram apontadas fórmula diferente da autorizada, rotulagem irregular ou origem desconhecida.

O alerta da Anvisa não significa que todo cosmético vendido pela internet seja irregular. O ponto central é verificar se o produto, o fabricante e o vendedor podem ser identificados e se a situação sanitária aparece como ativa ou válida nos canais oficiais.

Medida sanitária

O que pode ser determinado pela Anvisa

Fabricação: pode ser interrompida quando o produto não cumpre as regras.
Comercialização: venda, distribuição e divulgação podem ser proibidas.
Uso: o consumidor não deve utilizar item alcançado pela medida.

Como o alerta da Anvisa chega aos consumidores de Rondônia

Moradores de Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal, Vilhena e outros municípios recebem anúncios nacionais de cremes, perfumes, alisantes, cápsulas, produtos naturais e medicamentos. Uma apresentação profissional não comprova regularidade.

Na prática, o alerta da Anvisa ajuda a separar publicidade de informação sanitária. Cosméticos precisam ter identificação compatível com sua categoria, enquanto suplementos não podem ser anunciados como prevenção, tratamento ou cura de doenças.

Sinais de risco

Desconfie antes de comprar

Promessa de cura: produto natural ou suplemento apresentado como tratamento.

Resultado garantido: emagrecimento, rejuvenescimento ou transformação imediata.

Origem escondida: fabricante, lote, composição ou vendedor sem identificação.

Pressão para comprar: anúncio que desencoraja consulta profissional ou verificação oficial.

Como verificar cosméticos, suplementos e medicamentos

Antes de concluir a compra, confira fabricante, lote, validade, composição, instruções de uso e canal de atendimento. Em marketplaces, verifique qual empresa realmente vende e entrega o produto, pois a plataforma pode reunir diferentes comerciantes.

Seguir o alerta da Anvisa também significa consultar o sistema oficial de produtos e empresas. Situação ativa ou válida indica regularização; situação inativa, inválida ou produto ausente exige cautela e nova conferência antes do uso.

Antes da compra

Faça quatro conferências

  • consulte registro, notificação ou situação sanitária;
  • compare preço, composição e informações da embalagem;
  • confirme quem vende e quem entrega o produto;
  • guarde anúncio, comprovante e identificação do vendedor.

Cuidados com medicamentos e suplementos

Medicamentos devem ser comprados em farmácias autorizadas ou nos sites oficiais desses estabelecimentos. A autorização da empresa pode ser consultada no portal da Agência, assim como registros de medicamentos e outras categorias de produtos.

O alerta da Anvisa reforça que medicamentos não devem ser iniciados, suspensos ou substituídos por causa de anúncios. Suplementos alimentares complementam a alimentação e não podem trazer alegações de prevenção, tratamento ou cura de doenças.

O que fazer após o alerta da Anvisa

Quando houver dúvida, o consumidor pode consultar a regularidade antes de comprar ou usar. Problemas de consumo também podem ser comunicados ao fornecedor, ao Procon ou ao Consumidor.gov.br, conforme a situação.

Se o produto provocar reação, o uso deve ser interrompido e a pessoa deve buscar orientação profissional. O alerta da Anvisa não substitui avaliação médica, farmacêutica ou de outro profissional habilitado quando há sintomas ou dúvida relacionada à saúde.

Decisão segura

Não use somente a aparência do anúncio

Preço, depoimento, número de seguidores e embalagem bonita não comprovam regularização. Procedência, situação sanitária e orientação profissional são critérios mais seguros.

Consulta oficial reduz o risco antes do uso

O consumidor pode usar o Sistema de Consultas da Anvisa para verificar produtos, empresas e alertas sanitários. A busca deve ser feita com os dados disponíveis na embalagem e no anúncio.

Para moradores de Rondônia, o alerta da Anvisa funciona como orientação prática: priorize vendedor identificável, nota fiscal, informações completas e regularização confirmada antes de colocar a saúde em risco.

Plano Safra muda regra de juros para produtores de Rondônia

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Plano Safra 2026/2027 orienta produtor de Rondônia durante análise de financiamento rural
Contratação deve considerar finalidade, juros, prazos, garantias e capacidade de pagamento.

O Plano Safra 2026/2027 passou a contar com regras nacionais para a equalização de juros em operações de crédito rural, medida que interessa diretamente a produtores, associações e cooperativas de Rondônia.

A norma vale para financiamentos concedidos entre 1º de julho de 2026 e 30 de junho de 2027. Também alcança operações de capital de giro contratadas até 30 de dezembro de 2026 por cooperativas agropecuárias no Pronaf e no Procap-Agro.

A regulamentação do Plano Safra 2026/2027 não aprova crédito automaticamente nem garante que todas as linhas estarão disponíveis da mesma forma em cada município. A contratação continua dependendo do perfil do solicitante, da finalidade, da documentação, das garantias e da análise da instituição financeira.

Veja nesta matéria:

  • o que a nova portaria regulamenta;
  • como funciona a equalização de juros;
  • quais operações podem chegar ao campo de Rondônia;
  • o que conferir antes de contratar financiamento.

O que mudou nas regras do Plano Safra 2026/2027

A Portaria MF nº 2.170 estabelece critérios, limites, fontes de recursos e procedimentos para o pagamento da equalização das taxas de juros pelo Tesouro Nacional às instituições financeiras autorizadas.

Na prática, a medida organiza como bancos, cooperativas de crédito e agências de fomento podem operar financiamentos enquadrados nas linhas do ano agrícola. O Plano Safra 2026/2027 inclui programas de custeio, investimento, modernização e produção sustentável, conforme as condições de cada linha.

Dados principais

Período e alcance do Plano Safra 2026/2027

Ano agrícola: de 1º de julho de 2026 a 30 de junho de 2027.
Mecanismo: equalização de juros paga pelo Tesouro às instituições financeiras.
Alcance: financiamentos rurais e capital de giro de cooperativas.
Programas citados: Pronaf e Procap-Agro, entre outras linhas.

Equalização de juros em linguagem simples

Equalização é o mecanismo pelo qual o Tesouro cobre parte da diferença entre o custo dos recursos para a instituição financeira e a taxa estabelecida para determinada linha rural. Isso ajuda os agentes financeiros a oferecer operações nas condições definidas para o período.

O mecanismo não significa dinheiro gratuito, desconto individual automático nem aprovação garantida. Quem pretende usar o Plano Safra 2026/2027 deve comparar taxa, prazo, carência, garantias, seguros, tarifas e custo total antes de assumir a dívida.

Como o crédito pode ser usado

Finalidades que exigem planejamento

Custeio: despesas do ciclo produtivo, conforme a linha contratada.

Investimento: máquinas, estruturas e melhorias com retorno de prazo maior.

Cooperativas: capital de giro no Pronaf e no Procap-Agro, conforme enquadramento.

Planejamento: a parcela precisa caber na renda esperada da atividade.

Como as regras podem chegar aos produtores de Rondônia

Em Rondônia, as linhas podem interessar a agricultores familiares, pecuaristas, cafeicultores, produtores de leite e grãos, associações e cooperativas que planejam custeio, compra de insumos, modernização de equipamentos ou melhoria de estruturas.

O Plano Safra 2026/2027 cria uma base nacional, mas não reserva automaticamente um valor para o estado, para determinado município ou para uma propriedade. Cada proposta precisa ser analisada conforme a atividade, o calendário produtivo, o retorno esperado e a capacidade de pagamento.

Cooperativas também entram no alcance da portaria

As operações de capital de giro destinadas a cooperativas agropecuárias podem ser contratadas até 30 de dezembro de 2026 no âmbito do Pronaf e do Procap-Agro, desde que a proposta cumpra as regras de enquadramento e avaliação financeira.

Para associados e pequenas propriedades, a cooperativa pode apoiar compra de insumos, beneficiamento e comercialização. Ainda assim, o Plano Safra 2026/2027 não garante repasse individual, juros iguais ou aprovação para todos os cooperados.

Antes de contratar

Faça uma conferência financeira

  • separe custeio de investimento;
  • confirme taxa, prazo, carência, garantias e seguros;
  • verifique o enquadramento na linha adequada;
  • calcule receitas, despesas e capacidade de pagamento;
  • consulte banco, cooperativa de crédito ou assistência técnica.

Decisão deve considerar o risco da atividade

Máquinas, irrigação, armazenagem, café, leite, pecuária e grãos possuem ciclos e riscos diferentes. A assistência técnica pode ajudar a montar um projeto coerente e a verificar se o prazo do financiamento combina com o retorno da produção.

Antes de contratar uma linha do Plano Safra 2026/2027, o produtor deve pedir uma simulação completa e conferir as consequências de atraso. A existência de crédito subsidiado não elimina o risco de endividamento quando a parcela não cabe no fluxo de caixa.

Onde acompanhar as regras oficiais

A publicação do Ministério da Agricultura detalha o alcance da portaria, enquanto o Tesouro Nacional mantém a página dos limites equalizáveis vigentes.

O Plano Safra 2026/2027 segue até junho de 2027, mas cada contratação depende da instituição, da linha disponível e da análise da proposta. Produtores e cooperativas de Rondônia devem confirmar finalidade, custo total e capacidade de pagamento antes de assinar.

Vencer 2026 abre cursos gratuitos com auxílio em Rondônia

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Programa Vencer 2026 reúne alunos adultos em curso gratuito de qualificação profissional em Rondônia
Programa oferece cursos presenciais gratuitos, com auxílio condicionado à matrícula e à frequência.

O Programa Vencer 2026 abriu pré-inscrições para até 2.600 vagas em cursos presenciais e gratuitos oferecidos em diferentes municípios de Rondônia.

As escolhas podem ser feitas até as 10h de 23 de agosto, pelo horário de Rondônia. O Programa Vencer 2026 atende pessoas a partir de 16 anos que cumprem os requisitos do edital, incluindo residência no estado e situação regular no Cadastro Único.

O procedimento atual é de pré-inscrição, e não de matrícula. A plataforma oficial do Programa Vencer 2026 converterá as escolhas em inscrição dentro das vagas disponíveis ou em cadastro de reserva, conforme as prioridades e a ordem cronológica.

Veja nesta matéria:

  • quem pode participar e quais dados devem ser informados;
  • como funcionam os cursos e a seleção das vagas;
  • quais regras valem para o auxílio financeiro;
  • quando o kit profissional poderá ser recebido.

Quem pode participar do Programa Vencer 2026

Para participar do Programa Vencer 2026, o candidato deve morar em Rondônia, ter 16 anos ou mais no momento do cadastro e possuir CadÚnico ativo, não cancelado e atualizado nos últimos 24 meses.

Também é necessário informar NIS, CPF, documento de identificação, endereço, contatos, conta Gov.br e, quando exigido, comprovante de escolaridade. Atualizações recentes do CadÚnico podem demorar até 90 dias para aparecer na base consolidada utilizada pela plataforma.

Requisitos principais

Antes de escolher um curso

Residência: morar em Rondônia.
Idade: ter pelo menos 16 anos.
CadÚnico: estar ativo e atualizado nos últimos 24 meses.
Acesso: possuir NIS e conta Gov.br.

Cursos do Programa Vencer 2026 são presenciais

Os cursos do Programa Vencer 2026 têm cargas horárias entre 160 e 400 horas e serão realizados exclusivamente de forma presencial. As formações são executadas pelo Senai e pelo Senac.

As áreas incluem Automotiva, Construção Civil, Vestuário, Energia, Refrigeração e Climatização, Moda, Beleza, Gestão, Gastronomia, Eventos e Alimentos e Bebidas. O candidato deve conferir na plataforma o curso, o turno, a quantidade de vagas e o local disponível em seu município.

Auxílio e kit

Os benefícios dependem das regras

Auxílio total: R$ 2.400, divididos em 12 parcelas de R$ 200.

Primeira parcela: prevista somente após 50 dias do início das aulas.

Condições: matrícula, participação, frequência, CPF regular e conta bancária própria ativa.

Kit profissional: condicionado à conclusão, certificação e ausência de pendências.

Como funciona a seleção do Programa Vencer 2026

No Programa Vencer 2026, o candidato pode selecionar até três cursos. Depois do encerramento do prazo, a plataforma considera as prioridades previstas no edital e a ordem cronológica para converter a pré-inscrição em inscrição.

Até 40% das vagas podem priorizar pessoas em situação de hipossuficiência e até 40% podem atender grupos vulneráveis. As vagas restantes seguem para ampla concorrência. Quem não ficar dentro da oferta inicial poderá entrar no cadastro de reserva.

Auxílio não é liberado apenas com o cadastro

O auxílio financeiro depende da matrícula, da participação e da frequência no curso. O pagamento também exige CPF regular e conta bancária ativa em nome do beneficiário. Dados incorretos podem atrasar o depósito até que a situação seja regularizada.

O kit profissional também não é entregue durante a pré-inscrição nem no começo das aulas. A concessão ocorre depois da conclusão e da certificação, conforme a área tecnológica. O material recebido não pode ser vendido, alugado, cedido ou doado.

Passo a passo

O que fazer na pré-inscrição

  1. entre na plataforma oficial usando a conta Gov.br;
  2. confira NIS, CPF, documentos, endereço e contatos;
  3. escolha até três cursos disponíveis para o município;
  4. acompanhe e-mail, telefone, WhatsApp e publicações oficiais;
  5. consulte o status inicial previsto para 31 de agosto.

Prazo termina em 23 de agosto

As pré-inscrições seguem até as 10h de 23 de agosto. A relação inicial está prevista para 31 de agosto, mas o candidato deve acompanhar os canais informados no cadastro, porque não ler uma mensagem não prorroga prazo nem garante nova convocação.

A pré-inscrição no Programa Vencer 2026 não garante vaga, matrícula, auxílio financeiro ou kit profissional. Antes de confirmar as escolhas, é importante ler o Edital nº 6/2026/SEAS-CODS e conferir todas as exigências do curso pretendido.

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