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sábado, junho 27, 2026
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Novo medicamento para hemofilia é aprovado pela Anvisa

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Novo tratamento para hemofilia aprovado pela Anvisa representado por tubo de sangue em laboratório científico
Novo tratamento para hemofilia aprovado pela Anvisa pode ajudar a reduzir episódios de sangramento em pacientes.

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo tratamento para hemofilia no Brasil. O medicamento, chamado Qfitlia (fitusirana sódica), pode ajudar a prevenir episódios de sangramento em pacientes com hemofilia A ou hemofilia B.

A decisão amplia as opções terapêuticas para pessoas que convivem com a doença, especialmente aquelas que enfrentam sangramentos recorrentes ou apresentam inibidores contra fatores de coagulação.

A Anvisa priorizou a análise do medicamento porque a hemofilia é considerada uma doença rara. O registro foi concedido à farmacêutica Sanofi Medley e publicado no Diário Oficial da União.

O que é hemofilia

A hemofilia é uma doença genética que dificulta a coagulação do sangue. Pessoas com a condição produzem quantidades insuficientes de proteínas responsáveis pela formação de coágulos, chamadas fatores de coagulação.Quando ocorre um ferimento, o organismo inicia o processo para estancar o sangramento, mas não consegue completar a formação do coágulo com eficiência. Em casos mais graves, sangramentos podem ocorrer mesmo sem cortes ou traumas aparentes.

Novo medicamento pode reduzir episódios de sangramento

Segundo a Anvisa, o medicamento atua na prevenção de episódios hemorrágicos. Dessa forma, o tratamento pode reduzir a frequência de sangramentos e melhorar a qualidade de vida de pessoas que convivem com a hemofilia.

Além disso, novas terapias vêm sendo desenvolvidas para diminuir a necessidade de infusões frequentes de fatores de coagulação, que fazem parte do tratamento tradicional.

Esses avanços representam um passo importante no controle da doença, principalmente para pacientes que enfrentam complicações ou apresentam resposta limitada aos tratamentos convencionais.

Como funciona a coagulação do sangue

No corpo humano, a coagulação acontece por meio de uma sequência de reações envolvendo proteínas chamadas fatores de coagulação. Quando ocorre um corte ou lesão, as plaquetas formam um tampão inicial e, em seguida, esses fatores reforçam o bloqueio do sangramento.

Na hemofilia, esse processo não ocorre de forma completa porque o organismo produz quantidades insuficientes de determinados fatores.

Diferença entre hemofilia A e hemofilia B

Existem dois tipos principais de hemofilia. Embora apresentem sintomas semelhantes, cada tipo está relacionado à deficiência de um fator específico da coagulação.

Hemofilia A

A hemofilia A ocorre quando o organismo produz pouco ou nenhum fator VIII, proteína essencial para a formação de coágulos. Esse tipo representa a maioria dos casos da doença.

Hemofilia B

Já a hemofilia B ocorre quando há deficiência do fator IX. Embora seja menos comum, também provoca dificuldade na coagulação do sangue e pode causar sangramentos prolongados.

Sangramentos podem ocorrer sem ferimentos aparentes

A gravidade da hemofilia varia conforme a quantidade de fator de coagulação presente no organismo. Em casos mais graves, o paciente pode apresentar sangramentos espontâneos, mesmo sem cortes ou traumas aparentes.

Esses episódios podem ocorrer dentro das articulações, provocando dor, inflamação e danos permanentes quando acontecem repetidamente.


    Hemofilia no Brasil

    • 14.202 pessoas vivem com hemofilia no Brasil
    • 11.863 têm hemofilia A
    • 2.339 têm hemofilia B

Diagnóstico e tratamento da hemofilia

O diagnóstico geralmente ocorre ainda na infância, quando médicos identificam hematomas frequentes ou sangramentos prolongados após pequenos traumas.

Exames laboratoriais confirmam a deficiência dos fatores de coagulação e permitem identificar o tipo de hemofilia.

O tratamento tradicional consiste na reposição do fator ausente por meio de infusões intravenosas. No entanto, terapias mais modernas vêm sendo desenvolvidas para reduzir a frequência dessas aplicações e prevenir sangramentos.

Com a aprovação do novo medicamento pela Anvisa, especialistas acreditam que os pacientes poderão contar com mais alternativas para controlar a doença e evitar complicações ao longo da vida.

 

Fonte: G1

Camisa reserva da seleção para Copa 2026 surge em vazamento

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Suposta camisa reserva da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026 em tom azul escuro
Imagem mostra possível uniforme reserva da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026 com design azul escuro.

Imagens que circulam nas redes sociais nesta quarta-feira mostram o possível uniforme reserva da seleção brasileira para a Copa de 2026. O conjunto ainda não teve confirmação oficial da CBF nem da fornecedora, porém o vazamento já mexeu com torcedores e abriu debate sobre tradição, identidade e mudança de marca.

As fotos foram publicadas por um perfil conhecido por divulgar lançamentos e vazamentos ligados à linha Jordan. Além disso, as imagens exibem jogadores como Vini Jr., Matheus Cunha, Vitor Roque, Estêvão e Marquinhos usando a suposta nova camisa 2.

Como seria o uniforme reserva do Brasil para 2026

De acordo com as imagens, o uniforme reserva do Brasil para a Copa de 2026 traz um visual mais sóbrio e escuro do que o padrão recente. A camisa aparece em dois tons de azul, com uma variação bem fechada, próxima do preto. Ao mesmo tempo, detalhes em amarelo e azul turquesa surgem como pontos de contraste no design.

Outro elemento que chama atenção é o posicionamento do escudo: ele aparece centralizado no peito. Essa escolha visual muda a leitura tradicional do uniforme e reforça a estética “premium” associada à marca Jordan.

Logo da Jordan no lugar da Nike vira o principal detalhe

O detalhe que mais gerou repercussão, no entanto, foi a troca do logotipo. Nas imagens, o símbolo amarelo da Jordan substitui o tradicional “swoosh” da Nike na camisa reserva. Se a informação se confirmar, será uma mudança marcante para o torcedor, principalmente porque a seleção costuma manter consistência visual entre os ciclos de Copa.

Na prática, essa alteração cria um novo “marco” estético: a camisa 2 ganharia identidade própria, com linguagem visual mais alinhada ao universo do basquete e da cultura sneaker, que a Jordan domina como poucas marcas.

Quebra de padrão histórico pode explicar a reação nas redes

Historicamente, o Brasil usa camisa azul, calção branco e meias azuis como segunda opção. Porém, no kit vazado, o conjunto aparece quase todo escuro, incluindo o meião em tonalidade intensa. Por isso, muita gente interpretou o modelo como uma ruptura com a tradição.

Além disso, o tom de azul mais fechado divide opiniões: parte do público gosta do visual mais moderno; outra parte prefere a referência clássica dos uniformes antigos. Ainda assim, o fato é que o assunto ganhou tração rapidamente, porque mexe com memória afetiva e identidade nacional.

Vazamento ocorre após polêmica sobre camisa vermelha

O vazamento também acontece meses depois de uma discussão que tomou conta das redes: a possibilidade de uma camisa vermelha como alternativa. A ideia não avançou após reação negativa. Depois disso, a tendência apontou para a manutenção do azul como cor do uniforme reserva, o que aumenta a curiosidade sobre o modelo atual que circula na internet.

O que falta para o uniforme ser confirmado

Até aqui, não existe anúncio oficial da CBF sobre o novo uniforme. Por isso, o material deve ser tratado como vazamento. Ainda assim, esse tipo de imagem costuma aparecer justamente na reta de produção e distribuição de coleções ligadas a grandes eventos, o que mantém a expectativa alta.

Se a confirmação vier, o uniforme reserva do Brasil para a Copa de 2026 tende a virar um dos produtos mais disputados do ciclo, tanto por torcedores quanto por colecionadores. Enquanto isso, o debate segue nas redes, impulsionado por imagens, comparações e reações ao visual mais escuro.

Fonte: CNN Brasil

Mais de 2 mil vagas são abertas em Rondônia nesta semana

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trabalhadora organizando roupas em loja representando geração de empregos e vagas de trabalho em Rondônia
Oportunidades de emprego em comércio, indústria e serviços, após a abertura de 2.339 vagas de trabalho em 16 municípios de Rondônia.

 

O mercado de trabalho em Rondônia iniciou a semana com novas oportunidades. Ao todo, 2.339 vagas de trabalho em Rondônia estão disponíveis em 16 municípios, abrangendo áreas do comércio, da indústria e dos serviços.

As oportunidades são disponibilizadas por meio do Sistema Nacional de Emprego (Sine-RO), coordenado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec). Dessa forma, a plataforma atua como ponte entre empresas e trabalhadores que buscam uma colocação profissional.

Resumo das oportunidades de emprego

Total de vagas: 2.339 oportunidades
Municípios contemplados: 16 cidades
Áreas com vagas: comércio, indústria e serviços
Vagas para jovem aprendiz: 45 oportunidades
Empresas cadastradas no sistema: 6.960
Plataforma de inscrição: Sine-RO / Geração Emprego

Vagas estão distribuídas em 16 municípios

As oportunidades estão distribuídas entre os municípios de Ariquemes, Buritis, Cabixi, Cacoal, Candeias do Jamari, Chupinguaia, Colorado do Oeste, Corumbiara, Espigão do Oeste, Itapuã do Oeste, Jaru, Ji-Paraná, Pimenta Bueno, Porto Velho, Rolim de Moura e Vilhena.

Além disso, a distribuição regional das vagas amplia o acesso da população ao mercado de trabalho. Assim, trabalhadores de diferentes regiões do estado podem disputar oportunidades sem precisar se deslocar para outros centros.

Comércio concentra parte das oportunidades

Entre as vagas com maior número de ofertas estão as de vendedor de comércio varejista, especialmente nas cidades de Porto Velho e Ji-Paraná.

Além dessas funções, também há demanda para cargos como operador de caixa, repositor de mercadorias e frentista. Dessa maneira, o setor de comércio e serviços continua sendo um dos principais responsáveis pela geração de empregos no estado.

Indústria e áreas técnicas também oferecem vagas

Por outro lado, o setor industrial também apresenta oportunidades importantes. Entre elas estão vagas para auxiliar de linha de produção, principalmente nos municípios de Espigão do Oeste e Cacoal.

Além disso, o sistema reúne vagas em áreas técnicas e especializadas. Entre os cargos disponíveis estão:

  • Técnico em segurança do trabalho
  • Técnico em eletromecânica
  • Engenheiro civil
  • Psicólogo organizacional

Assim, profissionais com diferentes níveis de formação podem encontrar oportunidades compatíveis com suas qualificações.

Veja Também: Rondônia amplia qualificação, recupera 127 km e lança rede contra desaparecimentos

Plataforma digital conecta trabalhadores e empresas

Atualmente, o sistema do Sine-RO reúne mais de 171 mil currículos cadastrados. Além disso, a plataforma conta com mais de 213 mil usuários ativos, o que demonstra o alcance da ferramenta.

Desde sua criação, o sistema já registrou mais de 3,2 milhões de contratações. Portanto, a plataforma se tornou um dos principais instrumentos de intermediação de empregos no estado.

No módulo de trabalho informal, o serviço também amplia as possibilidades de renda. Nesse caso, são mais de 6 mil usuários cadastrados e mais de 1,7 mil ordens de serviço registradas.

Como se candidatar às vagas

Para concorrer a uma das oportunidades, os interessados devem realizar o cadastro na plataforma oficial de empregos do governo estadual.

Por fim, a orientação da Sedec é manter o cadastro sempre atualizado. Dessa forma, aumentam as chances de encaminhamento para entrevistas e processos seletivos.

Com vagas distribuídas em diversas cidades e setores da economia, a nova rodada de oportunidades reforça a movimentação do mercado de trabalho em Rondônia e amplia as possibilidades de inserção profissional para trabalhadores do estado.

Fonte: Governo de Rondônia

Estudo revela quantas horas dormir para controlar a glicose

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tempo ideal de sono para controlar a glicose
Estudo indica que dormir cerca de 7 horas por noite pode ajudar no controle da glicose e na saúde metabólica.

 

Dormir cerca de 7 horas pode favorecer o controle da glicose

Dormir bem é um dos pilares da saúde. Além disso, novas evidências científicas indicam que o tempo de descanso pode influenciar diretamente o controle da glicose no sangue.

Um estudo recente aponta que dormir aproximadamente 7,3 horas por noite pode estar associado a melhores indicadores metabólicos. O resultado reforça a importância de manter uma rotina regular de sono para reduzir riscos ligados à saúde metabólica.

A pesquisa analisou dados de mais de 23 mil adultos e investigou como a duração do sono pode influenciar o metabolismo da glicose. Os resultados sugerem que dormir menos ou mais do que o necessário pode prejudicar o equilíbrio do organismo.

Pesquisa identificou ponto ideal de descanso

O estudo foi conduzido por pesquisadores da Universidade de Nantong, na China, e publicado na revista científica BMJ Open Diabetes Research & Care.

Os cientistas observaram que o ponto considerado mais favorável para a saúde metabólica ficou em torno de 7,3 horas de sono por noite, o equivalente a aproximadamente 7 horas e 18 minutos.

Nesse intervalo de descanso, os participantes apresentaram melhores resultados em um indicador chamado taxa estimada de eliminação de glicose (eGDR), utilizado para avaliar sinais de resistência à insulina.

Quando ocorre resistência à insulina, o corpo passa a ter dificuldade em utilizar o hormônio de forma eficiente. Como consequência, o controle do açúcar no sangue se torna mais difícil, aumentando o risco de desenvolver diabetes tipo 2.

Principais pontos do estudo

  • Tempo ideal de sono: cerca de 7,3 horas por noite
  • Base da pesquisa: mais de 23 mil adultos
  • Principal benefício: melhor controle da glicose
  • Risco identificado: dormir pouco ou dormir demais pode prejudicar o metabolismo
  • Recomendação dos cientistas: manter rotina regular de sono

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Dormir pouco ou demais pode prejudicar o metabolismo

Os pesquisadores identificaram um padrão conhecido como relação em formato de U. Isso significa que tanto a falta quanto o excesso de sono podem afetar negativamente a saúde metabólica.

Em outras palavras: dormir menos do que o necessário ou dormir além do ideal esteve associado a piores indicadores metabólicos, ligados ao controle do açúcar no sangue.

Esse resultado reforça que a regularidade do sono é importante para manter o organismo funcionando de forma equilibrada.

Estudo analisou mais de 23 mil adultos

homem acordando com despertador representando o tempo ideal de sono para controlar a glicose
Dormir cerca de 7 horas por noite pode ajudar no controle da glicose e na saúde metabólica, segundo estudo científico.

Para chegar às conclusões, os cientistas analisaram dados de mais de 23 mil adultos dos Estados Unidos.

Os participantes informaram quantas horas costumavam dormir durante a semana. Além disso, relataram se tinham o hábito de dormir mais nos fins de semana para compensar noites mal dormidas.

Com essas informações, os pesquisadores compararam os padrões de sono com indicadores relacionados ao metabolismo da glicose, substância conhecida popularmente como açúcar no sangue.

Dormir mais no fim de semana pode ajudar?

O estudo também avaliou o chamado sono compensatório, quando a pessoa tenta recuperar o descanso perdido durante a semana dormindo mais no fim de semana.

Os resultados indicaram que indivíduos que dormem pouco durante os dias úteis podem ter algum benefício ao acrescentar uma ou duas horas de sono nos fins de semana.

Por outro lado, entre aqueles que já dormem o suficiente, prolongar muito o tempo de descanso no fim de semana pode estar associado a piores indicadores metabólicos.

Por isso, os cientistas sugerem que manter uma rotina de sono mais regular todos os dias pode ser mais importante para a saúde do que tentar compensar noites mal dormidas depois.

Sono regular é um dos pilares da saúde

De acordo com os pesquisadores, além da glicose, dormir mal pode afetar hormônios e aumentar processos inflamatórios.

Assim, o sono deve ser considerado um dos pilares da saúde, ao lado de alimentação equilibrada e atividade física.

O que os resultados do estudo indicam

Os dados reforçam que manter um padrão regular de sono próximo de 7 horas por noite pode contribuir para melhores indicadores metabólicos e, consequentemente, para o controle da glicose.

Embora existam diferenças individuais, o estudo sugere que o equilíbrio no tempo de descanso — evitando tanto dormir pouco quanto dormir demais — pode reduzir fatores associados ao desenvolvimento da diabetes tipo 2.

Fonte: Metrópoles

PF prende Daniel Vorcaro em investigação sobre o Banco Master

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Daniel Vorcaro e fachada do Banco Master em imagem ilustrativa sobre investigação da Polícia Federal por fraude financeira
Imagem ilustrativa mostra Daniel Vorcaro e a sede do Banco Master em contexto de investigação da Polícia Federal sobre fraude financeira.

 

A Polícia Federal prendeu o empresário Daniel Vorcaro, apontado como dono do Banco Master, durante uma nova fase de uma investigação sobre fraudes financeiras no Brasil. Além disso, agentes realizaram diligências em São Paulo para apurar a circulação de títulos de crédito irregulares dentro do sistema financeiro.

Com isso, o caso reacendeu o debate sobre falhas de controle interno e sobre a eficiência dos mecanismos de compliance financeiro em instituições bancárias. Ao mesmo tempo, investigadores analisam como empresas e intermediários podem ter utilizado títulos sem lastro para movimentar grandes valores no mercado.

Operação da PF investiga fraude financeira bilionária

A investigação aponta que o esquema pode ter movimentado cifras bilionárias por meio de instrumentos financeiros que deveriam representar dívidas comerciais legítimas. No entanto, quando alguém emite títulos de crédito sem respaldo econômico ou documentação válida, esses documentos passam a servir como ferramenta para fraudes financeiras, lavagem de dinheiro e manipulação contábil.

Por isso, a Justiça autorizou medidas cautelares e determinou o bloqueio de bens de até R$ 22 bilhões. Além disso, agentes da Polícia Federal cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados e a empresas relacionadas ao caso.

O que são títulos de crédito

Os títulos de crédito funcionam como instrumentos tradicionais do sistema financeiro. Em geral, esses documentos formalizam uma promessa de pagamento e facilitam transações comerciais e operações de crédito.

Entre os instrumentos mais conhecidos estão:

  • duplicatas
  • notas promissórias
  • letras de crédito
  • cédulas de crédito bancário

No entanto, problemas surgem quando esses papéis passam a circular sem lastro real. Nesse cenário, pessoas podem montar operações aparentemente legítimas mesmo sem existir uma transação verdadeira por trás dos documentos.

Consequentemente, esse mecanismo pode ser usado para:

  • inflar balanços financeiros
  • obter crédito de forma irregular
  • ocultar movimentações suspeitas
  • viabilizar esquemas de lavagem de dinheiro

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Falhas de compliance entram no foco da investigação

A fase da operação recebeu o nome de Compliance Zero. Dessa forma, investigadores destacaram a possível ausência de controles internos eficientes nas instituições envolvidas.

Programas de compliance existem justamente para garantir que empresas sigam normas legais, regulatórias e padrões de transparência. Além disso, esses sistemas ajudam a identificar operações suspeitas antes que causem prejuízos ao mercado.

Por outro lado, quando esses mecanismos falham, podem surgir brechas que facilitam:

  • validação de documentos irregulares
  • operações financeiras sem fiscalização adequada
  • movimentações atípicas que passam despercebidas

Por esse motivo, especialistas defendem que instituições financeiras adotem sistemas rigorosos de verificação e monitoramento. Assim, o mercado reduz o risco de fraudes envolvendo títulos de crédito.

Impactos para o mercado financeiro

O caso também levanta preocupações sobre a confiança no mercado de crédito utilizado por empresas e investidores. Consequentemente, fraudes financeiras envolvendo títulos podem provocar prejuízos, aumentar o risco no mercado e incentivar autoridades a reforçar regras de fiscalização.

Enquanto isso, investigadores analisam documentos, contratos e registros financeiros apreendidos durante a operação. Dessa maneira, a Polícia Federal busca identificar responsáveis e reconstruir o caminho do dinheiro dentro do esquema investigado.

Investigações continuam

A Polícia Federal informou que a operação ainda está em andamento. Além disso, novas diligências podem ocorrer nas próximas semanas enquanto peritos examinam os materiais recolhidos.

Se as suspeitas forem confirmadas, o caso poderá resultar em denúncias por crimes financeiros, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Ao mesmo tempo, o processo pode provocar novos desdobramentos regulatórios no sistema financeiro brasileiro.

Fonte: G1

Cartão de crédito lidera endividamento das famílias brasileiras

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Brasileiro preocupado com dívidas de cartão de crédito e contas acumuladas sobre a mesa
Crescimento das dívidas no cartão de crédito tem preocupado especialistas em educação financeira no Brasil.

 

Mesmo com crescimento da economia e recordes recentes de emprego, milhões de brasileiros continuam enfrentando dificuldades para manter as contas em dia. Um dos principais fatores é o aumento das dívidas no cartão de crédito no Brasil, que seguem liderando o endividamento das famílias.

O cartão de crédito se tornou uma ferramenta comum para equilibrar o orçamento doméstico. No entanto, quando a fatura não é paga integralmente, os juros elevados podem transformar pequenas compras em dívidas de longo prazo.

Especialistas em educação financeira alertam que o uso frequente do crédito para despesas cotidianas tem ampliado o endividamento, principalmente entre famílias que já enfrentam dificuldades para equilibrar o orçamento.

Cartão de crédito concentra maior volume de dívidas no país

Levantamentos do setor financeiro indicam que cerca de 19 milhões de brasileiros tinham dívidas no cartão de crédito em 2025. Assim, essa modalidade continua sendo a principal responsável pela inadimplência no país.

Embora tenha ocorrido uma pequena redução em relação ao ano anterior, o cartão de crédito permanece com ampla vantagem no topo das dívidas acumuladas.

Além disso, especialistas apontam que o uso constante do crédito para despesas do dia a dia contribui diretamente para o crescimento do endividamento das famílias.

Número de débitos atrasados continua elevado

Os números mostram a dimensão do problema. Em todo o país, mais de 80 milhões de débitos estavam em atraso.

Ao mesmo tempo, aproximadamente 6 milhões de dívidas foram renegociadas, transformando-se em acordos entre consumidores e credores.

A maior parte dessas dívidas pertence a pessoas físicas. Ou seja, empresas representam apenas uma pequena parcela dos registros.

Portanto, mesmo com melhora de alguns indicadores econômicos, muitas famílias continuam dependendo do crédito para conseguir fechar o orçamento mensal.

Veja Também: Golpes digitais no Brasil aumentam e especialistas explicam

Regiões mais populosas concentram maior número de endividados

A distribuição regional das dívidas também chama atenção. Em geral, estados mais populosos concentram maior número de inadimplentes.

Entre os estados com mais pessoas endividadas no cartão de crédito estão:

  • São Paulo: cerca de 4,4 milhões de endividados
  • Rio de Janeiro: aproximadamente 2,4 milhões
  • Bahia: cerca de 1,4 milhão

Nesse cenário, especialistas apontam que o maior acesso ao crédito e a alta densidade populacional ajudam a explicar esses números.

Por que o cartão de crédito virou a principal dívida do brasileiro

Outro fator importante é o encarecimento do crédito. Em 2025, a taxa básica de juros chegou a 15% ao ano, o maior patamar em quase duas décadas.

Como resultado, diversas modalidades de crédito ficaram mais caras, incluindo:

  • rotativo do cartão de crédito
  • parcelamento da fatura
  • empréstimos pessoais

Consequentemente, quando o consumidor não consegue pagar a fatura integral, os juros aumentam rapidamente o valor da dívida.

Assim, pequenas compras feitas no cartão podem se transformar em compromissos financeiros muito maiores.

Cartão vira solução imediata para despesas do dia a dia

Apesar dos riscos, o cartão de crédito continua sendo uma solução rápida para muitas famílias.

Em diversos casos, ele é utilizado para pagar despesas básicas, como:

  • alimentação
  • transporte
  • contas domésticas

No entanto, quando o pagamento atrasa, os juros elevados podem transformar essa facilidade em um problema financeiro prolongado.

Por isso, especialistas alertam que o uso do crédito exige planejamento e controle.

Como evitar que a dívida do cartão saia do controle

Diante desse cenário, especialistas recomendam algumas medidas para evitar o crescimento das dívidas:

  • pagar sempre o valor total da fatura
  • evitar parcelamentos frequentes
  • controlar gastos mensais
  • renegociar dívidas quando necessário

Além disso, a renegociação tem se tornado uma alternativa cada vez mais comum entre consumidores.

Atualmente, grande parte das negociações já acontece por canais digitais, o que facilita acordos e amplia as possibilidades de reorganização financeira.

Assim, planejamento financeiro, controle de gastos e renegociação podem ajudar milhões de brasileiros a recuperar o equilíbrio nas finanças.

Fonte: G1

Operação da Delegacia da Mulher mira suspeito de estupro contra universitária

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A Polícia Civil apreendeu nesta quarta-feira (4) dispositivos eletrônicos, cerca de 200 gramas de skunk e uma balança de precisão durante cumprimento de mandado de busca em Vilhena, no âmbito de investigação que apura crimes de estupro e registro não autorizado da intimidade sexual.

A ação foi realizada pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) do município.

Durante o cumprimento da ordem judicial, os policiais recolheram equipamentos eletrônicos que serão submetidos à perícia, com o objetivo de reunir provas que auxiliem no esclarecimento dos fatos investigados.

No local também foram encontrados aproximadamente 200 gramas de substância semelhante a skunk, conhecida como “supermaconha”, além de uma balança de precisão e outros objetos associados à possível prática de tráfico de drogas.

Segundo a Polícia, o investigado, também estudante universitário, é suspeito de fornecer entorpecentes em festas de acadêmicos, circunstância que ainda segue em apuração.

A vítima é estudante universitária, e o caso segue sob investigação sigilosa para preservar sua integridade e privacidade.

A Polícia Civil informou que novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das apurações.

Golpes digitais no Brasil aumentam e especialistas explicam

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golpes digitais no Brasil aumentam com fraudes online em aplicativos e celulares
Especialistas alertam para o crescimento dos golpes digitais no Brasil com fraudes em celulares e aplicativos.

 

Especialistas explicam por que golpes digitais estão aumentando no Brasil

Crescimento do uso de tecnologia, dados expostos e engenharia social ajudam a explicar a explosão de fraudes online no país.

Os golpes digitais no Brasil vêm aumentando e, por isso, preocupam especialistas em segurança da informação. Esse avanço ocorre junto com a digitalização da rotina, já que mais pessoas usam aplicativos bancários, redes sociais e serviços de atendimento online para resolver quase tudo pelo celular. Ao mesmo tempo, criminosos ficaram mais rápidos, mais organizados e mais persuasivos, o que eleva o número de vítimas.

De forma geral, especialistas explicam que a explosão das fraudes não depende apenas de tecnologia sofisticada. Na prática, muitos golpes funcionam porque exploram comportamento humano, pressa e confiança. Assim, mesmo com sistemas bancários mais robustos, a vulnerabilidade costuma estar no momento em que a vítima é induzida a clicar, informar dados ou autorizar uma transação.

Por que os golpes digitais no Brasil estão aumentando

O aumento dos golpes digitais no Brasil acompanha o crescimento das transações financeiras online e do uso de aplicativos bancários pela população. Além disso, a combinação de vazamentos de dados, canais de contato instantâneos e atendimento remoto criou um ambiente favorável para fraudes em escala.

Digitalização acelerada abriu novas brechas

Nos últimos anos, o uso de serviços digitais cresceu em ritmo intenso no país. Como resultado, aumentou também o volume de transações, cadastros e atendimentos feitos por aplicativos e plataformas. Esse cenário favorece golpistas, porque cria mais oportunidades de contato, mais canais de abordagem e mais “pontos de entrada” para tentativas de fraude.

Além disso, criminosos adaptam golpes rapidamente às novidades. Quando um serviço vira tendência, eles criam versões falsas quase imediatamente. Por isso, se um aplicativo, benefício, promoção ou forma de pagamento se populariza, é comum surgirem mensagens e páginas que imitam marcas conhecidas para enganar o público.

Veja Também: Vírus no WhatsApp rouba dados bancários através de golpes

Engenharia social é a principal arma dos golpistas

Especialistas apontam que a engenharia social se tornou uma das principais estratégias. Em vez de “hackear” sistemas, os criminosos tentam “hackear” pessoas. Para isso, criam histórias convincentes, simulam atendimento oficial e usam gatilhos de urgência para reduzir a capacidade de verificação da vítima.

Os roteiros mais frequentes incluem avisos falsos de bloqueio de conta, supostas compras suspeitas, atualização de cadastro, liberação de benefícios ou cobranças inesperadas. Em muitos casos, a mensagem chega por WhatsApp, SMS, e-mail ou redes sociais. Em seguida, o criminoso direciona a vítima para um link, um número de telefone ou um atendimento falso.

Outro recurso comum é a clonagem de perfis e contas, principalmente em aplicativos de mensagem. Nesse tipo de golpe, o criminoso se passa por um parente ou amigo e pede dinheiro “com urgência”. Como a abordagem parte de um contato conhecido, a chance de a vítima agir rapidamente é maior.

Vazamentos de dados tornam golpes mais convincentes

O aumento de vazamentos de dados também contribui para a escalada das fraudes. Com informações como nome, CPF, endereço e telefone, os golpistas conseguem personalizar a abordagem, o que transmite falsa credibilidade. Dessa forma, mensagens deixam de ser genéricas e passam a parecer comunicados reais de empresas e instituições.

Além de tornar a fraude mais convincente, dados expostos podem facilitar abertura de contas, recuperação indevida de senhas e tentativas de engenharia social com detalhes pessoais. Por isso, especialistas alertam que a proteção de dados precisa ser prioridade tanto para empresas quanto para usuários.

Pix e canais de atendimento viraram alvo frequente

Com a popularização do Pix, criminosos passaram a usar esse meio por causa da velocidade. Em golpes bem planejados, a vítima é induzida a fazer transferências imediatas, muitas vezes sob pressão emocional. Quando percebe o problema, o dinheiro já saiu da conta.

Também cresceu a quantidade de golpes que simulam centrais de atendimento. O criminoso liga ou envia mensagens se passando por banco, operadora ou plataforma. Em seguida, pede “confirmação” de dados, códigos enviados por SMS ou orienta a vítima a realizar procedimentos que, na prática, autorizam a fraude.

Como se proteger de golpes digitais

Especialistas recomendam medidas simples, porém decisivas, para reduzir o risco de cair em golpes. Entre os principais cuidados estão:

  • Desconfie de mensagens com urgência envolvendo dinheiro, senhas ou códigos.
  • Não clique em links recebidos por mensagens sem verificar a origem.
  • Evite compartilhar códigos de verificação, mesmo com “atendentes”.
  • Confirme pedidos de transferência por outro canal, ligando para a pessoa.
  • Ative verificação em duas etapas em bancos, e-mails e redes sociais.
  • Cheque sites e perfis oficiais antes de informar dados pessoais.

Além disso, especialistas sugerem manter o celular e os aplicativos atualizados, usar senhas fortes e não repetir a mesma senha em vários serviços. Sempre que possível, vale também ativar alertas de movimentações no banco, pois isso acelera a identificação de tentativas de fraude.

Além disso, especialistas recomendam atenção redobrada ao realizar transações online. Veja também nossa matéria sobre segurança digital e proteção de dados.

Tendência é de alta e exige vigilância

Especialistas em cibersegurança avaliam que as fraudes devem continuar aumentando, porque o ambiente online segue crescendo e, ao mesmo tempo, criminosos testam abordagens novas diariamente. Ainda que bancos e plataformas reforcem barreiras, a engenharia social continua sendo um ponto crítico, já que depende do comportamento do usuário.

De acordo com especialistas em segurança digital, o número de fraudes online cresce todos os anos. Dados e alertas internacionais sobre o tema podem ser consultados em organizações como a Interpol.

Por isso, especialistas reforçam que combater os golpes digitais no Brasil exige informação, educação digital e atenção redobrada dos usuários. Além de evitar prejuízos, a prevenção ajuda a reduzir o alcance de redes criminosas que atuam com cada vez mais profissionalismo no país.

Peptídeos “milagrosos” escondem riscos graves

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Seringa com líquido azul sendo aplicada na pele ao lado de frasco marcado como uso apenas para pesquisa
Uso de peptídeos vendidos para fins de pesquisa cresce nas redes sociais e acende alerta de especialistas sobre riscos à saúde.

A busca por juventude e performance estética está impulsionando um mercado paralelo preocupante: a injeção de peptídeos não aprovados para consumo humano. Vendidos como soluções rápidas para melhorar pele, cabelo, imunidade e acelerar recuperação muscular, esses produtos circulam com o rótulo “apenas para fins de pesquisa”, mas estão sendo aplicados diretamente no corpo por influenciadores e consumidores comuns. A prática ganhou força após a popularização dos medicamentos à base de GLP-1 para emagrecimento e já acende alertas entre especialistas.

O que são peptídeos e por que viraram tendência

Peptídeos são cadeias curtas de aminoácidos — pequenas proteínas que o próprio corpo produz naturalmente. Eles atuam como mensageiros celulares e desempenham papéis importantes na regulação hormonal, na saúde da pele e no sistema imunológico. Alguns são utilizados na medicina há décadas, como a insulina. No entanto, o crescimento do uso de versões não regulamentadas, vendidas como compostos “experimentais”, preocupa autoridades. Cresce o número de pessoas que gravam vídeos aplicando essas substâncias em casa, mesmo quando o rótulo deixa claro que não são apropriadas para uso humano.

O papel das redes sociais na popularização

Influenciadores digitais impulsionam a chamada “era dos peptídeos”. Vídeos mostram usuários injetando compostos como GHK-Cu (para suposta melhora da pele), BPC-157 (associado à recuperação muscular) e TB-500 (prometido para reduzir inflamações). Especialistas alertam que muitos desses compostos possuem apenas estudos preliminares em animais, sem testes clínicos robustos em humanos. Além disso, testes laboratoriais indicaram que parte dos peptídeos vendidos no mercado paralelo contém endotoxinas bacterianas, que podem provocar febre, dores intensas e, em casos graves, choque séptico.

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Câmara aprova regras para venda de remédios em supermercados

Riscos ignorados em busca de resultados rápidos

Profissionais da saúde afirmam que o sucesso dos medicamentos regulamentados reduziu a barreira psicológica para o uso de agulhas. Assim, muitos consumidores passam a acreditar, de forma equivocada, que todos os peptídeos são seguros. Especialistas alertam que usuários estão, na prática, se transformando em “ratos de laboratório”, já que faltam dados científicos conclusivos sobre segurança a longo prazo. Entre os efeitos relatados estão tonturas, diarreia, inchaço nas pernas e reações imunológicas imprevisíveis.

Zona cinzenta regulatória preocupa autoridades

Esses produtos ocupam uma área legal intermediária: não são necessariamente ilegais de comprar, mas também não são aprovados como medicamentos e não passam por controles rígidos de qualidade. Isso significa que o consumidor não tem garantias sobre pureza, dosagem ou contaminação. Alguns médicos argumentam que o problema é financeiro, já que muitos compostos são naturais e difíceis de patentear. No entanto, especialistas em saúde pública alertam para o risco de uma futura onda de doenças crônicas associadas ao uso indiscriminado dessas substâncias.

Tendência global exige debate urgente

Com milhões de postagens promovendo resultados “transformadores”, o uso de peptídeos não regulamentados deixa de ser nicho e se torna fenômeno global. O problema é que, enquanto os benefícios são amplamente divulgados, os riscos ainda não foram completamente estudados. A onda dos peptídeos pode representar um novo desafio para a saúde pública, especialmente se a cultura da autoexperimentação continuar crescendo.

Fonte: BBC Brasil

Agro dispara 11,7% e sustenta crescimento da economia no Brasil

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Colheita mecanizada de soja com pecuária ao fundo simboliza crescimento da agropecuária em 2025
Safra recorde de grãos e avanço da pecuária fizeram agro crescer 11,7% e liderar o PIB em 2025.

O agronegócio foi o grande motor da economia brasileira em 2025. O setor cresceu 11,7% e ajudou a impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2,3%, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Enquanto a agropecuária avançou em ritmo acelerado, a indústria registrou crescimento de 1,4% e o setor de serviços teve alta de 1,8%. Dessa forma, o campo consolidou sua posição como uma das principais forças da economia nacional.

Agro responde por um terço do crescimento do PIB

De acordo com o IBGE, a agropecuária foi responsável por cerca de 33% da expansão da economia brasileira em 2025. Em outras palavras, praticamente um terço do crescimento do PIB veio diretamente das atividades do campo.

Esse resultado foi possível graças a uma combinação de fatores. Entre eles estão colheitas recordes, ganhos de produtividade e custos de produção mais controlados. Além disso, diferentemente de anos anteriores, o país não enfrentou eventos climáticos severos que comprometessem as lavouras.

Safra histórica impulsiona produção agrícola

O desempenho da agropecuária foi impulsionado principalmente por uma safra histórica de grãos. Em 2025, o Brasil colheu 350,2 milhões de toneladas, estabelecendo o maior volume já registrado no país.

Entre os principais destaques da produção agrícola estão:

  • Milho: crescimento de 23,6%
  • Soja: aumento de 14,6%

Além da produção recorde, as exportações também avançaram de forma significativa. A soja, principal produto agrícola brasileiro, atingiu 108,2 milhões de toneladas embarcadas, alta de 9,5% em relação ao ano anterior.

Outro fator que contribuiu para esse desempenho foi o cenário internacional. A disputa comercial entre Estados Unidos e China redirecionou parte da demanda global para o Brasil, ampliando a participação do país no mercado agrícola mundial.

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Brasil assume liderança mundial na carne bovina

Paralelamente ao avanço da agricultura, a pecuária também apresentou resultados expressivos. Em 2025, o Brasil se tornou o maior produtor mundial de carne bovina, superando os Estados Unidos pela primeira vez.

As exportações alcançaram 3,5 milhões de toneladas, o que representa crescimento de 20,9% em comparação com 2024. Além disso, o abate total chegou a 42,3 milhões de cabeças, consolidando novo recorde histórico para o setor.

Peso do agro na economia brasileira

Mesmo com o forte crescimento, a agropecuária representa 7,1% do PIB brasileiro na metodologia oficial do IBGE, já que o cálculo considera apenas as atividades primárias.

No entanto, quando toda a cadeia produtiva é incluída — como indústria de insumos, transporte, comércio e serviços relacionados — o agronegócio passa a representar cerca de 23% da economia brasileira, segundo estimativas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Perspectivas para o agro em 2026

Após um ano marcado por recordes, analistas projetam um ritmo de crescimento mais moderado para 2026. A produção de soja deve avançar em velocidade menor, enquanto o milho pode registrar redução na colheita.

Na pecuária, produtores tendem a reter mais fêmeas para reprodução. Essa estratégia reduz o volume de abates no curto prazo, mas fortalece o rebanho e a produção futura.

Ainda assim, especialistas avaliam que as exportações devem permanecer fortes, mantendo o agronegócio como um dos pilares da economia brasileira.

Fonte: Agencia Brasil

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