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quarta-feira, outubro 28, 2026
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Bets acendem alerta de saúde mental e SUS orienta famílias em Rondônia

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Bets e saúde mental são abordadas durante acolhimento de uma família pelo SUS em Rondônia
Bets e saúde mental são abordadas durante acolhimento de uma família pelo SUS em Rondônia

Famílias de Rondônia receberam novas orientações sobre bets e saúde mental, com atenção para perda de controle, gastos acima do planejado e mudanças no sono, no humor, na rotina ou nas relações.

O Ministério da Saúde reforça que problemas com apostas não devem ser tratados como falta de caráter. Quando o comportamento começa a provocar dívidas, conflitos, mentiras, isolamento ou sofrimento, a pessoa e seus familiares podem procurar acolhimento no SUS.

A campanha nacional do Ministério da Saúde sobre bets e saúde mental informa que o cuidado pode começar presencialmente na Unidade Básica de Saúde ou, de forma digital, pelo Meu SUS Digital. O atendimento também pode incluir familiares e integrantes da rede de apoio.

Veja nesta matéria:

  • quais comportamentos merecem atenção;
  • como conversar sem acusação ou humilhação;
  • onde buscar acolhimento presencial e remoto;
  • como funciona a autoexclusão das plataformas autorizadas.

Quais sinais ligam bets e saúde mental

Um sinal importante é apostar por mais tempo ou gastar mais do que havia sido definido. Também merecem atenção a preocupação constante com resultados, a tentativa de recuperar perdas com novas apostas e a dificuldade de reduzir ou interromper o comportamento.

Outros sinais associados a bets e saúde mental incluem alterações no sono, na alimentação e no humor, queda no rendimento profissional ou escolar, uso de dinheiro destinado a contas essenciais, empréstimos frequentes e omissão dos gastos para pessoas próximas.

Sinais de alerta

Quando procurar orientação

Perda de controle: não conseguir respeitar limites de tempo ou dinheiro.

Prejuízo financeiro: comprometer alimentação, aluguel, contas ou dívidas.

Mudança de rotina: reduzir sono, convívio, trabalho, estudo ou autocuidado.

Sofrimento emocional: ansiedade, culpa, irritação, tristeza ou isolamento.

Como o SUS acolhe bets e saúde mental

Em Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal, Vilhena e nos demais municípios de Rondônia, o primeiro atendimento pode ocorrer na UBS mais próxima. A equipe faz escuta, avaliação inicial e acompanhamento, com encaminhamento ao Centro de Atenção Psicossocial quando houver necessidade de cuidado especializado.

O serviço digital sobre bets e saúde mental está disponível no Meu SUS Digital. Depois do login com a conta Gov.br, o usuário entra em “Miniapps”, seleciona “Problemas com jogos de apostas?” e responde ao autoteste. A ferramenta ajuda a refletir sobre o comportamento, mas não substitui diagnóstico profissional.

Caminho de cuidado

Onde buscar ajuda

UBS: acolhimento, orientação e avaliação inicial.
CAPS: acompanhamento multiprofissional quando indicado.
Meu SUS Digital: autoteste, orientação e possível encaminhamento para teleatendimento.

Família deve conversar sem julgamento

Discussões agressivas, exposição pública, ameaças e controle escondido do celular podem aumentar vergonha e afastar a pessoa do cuidado. A conversa deve se apoiar em fatos observáveis, como contas atrasadas, noites sem dormir, mudanças de humor ou ausência no trabalho.

No acompanhamento de bets e saúde mental, familiares também podem receber orientação. É possível combinar limites práticos, proteger despesas essenciais, interromper novos empréstimos e organizar documentos financeiros, sem assumir dívidas ou encobrir o problema indefinidamente.

Barreira de proteção

Autoexclusão das plataformas autorizadas

  • o próprio usuário solicita o bloqueio com conta Gov.br;
  • as contas ativas em sites autorizados são bloqueadas;
  • o CPF fica impedido de abrir novas contas nessas plataformas;
  • a publicidade direcionada das bets autorizadas deixa de ser enviada;
  • a medida não substitui acompanhamento de saúde quando há sofrimento.

Como agir diante de risco imediato

Quando houver ameaça à própria vida, violência, desorientação intensa ou outro risco imediato, a família deve procurar um serviço de urgência e emergência. Nesses casos, não é seguro esperar apenas pela próxima consulta ou tentar resolver o problema somente com acordos financeiros.

O cuidado relacionado a bets e saúde mental deve preservar sigilo, dignidade e autonomia. Recuperar o controle pode exigir apoio clínico, reorganização financeira, fortalecimento dos vínculos e acompanhamento ao longo do tempo.

Orientação oficial para famílias de Rondônia

A campanha do Ministério da Saúde reforça que bets e saúde mental precisam ser tratadas como questão de cuidado, e não de culpa. A identificação precoce pode reduzir agravamentos e facilitar a construção de um plano compatível com a realidade de cada pessoa.

No enfrentamento de bets e saúde mental, a Plataforma Centralizada de Autoexclusão permite restringir o acesso às casas de apostas autorizadas. O bloqueio cria uma barreira concreta, mas deve ser combinado com apoio profissional quando as apostas já afetam finanças, relações, sono, trabalho ou bem-estar.

Cinco UBS de Vilhena atendem à noite até as 22h

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UBS de Vilhena recebem moradores durante atendimento noturno até as 22h
Cinco unidades atendem às segundas e terças-feiras, por livre demanda.

Moradores que precisam de cuidados básicos depois do expediente contam com cinco UBS de Vilhena abertas no período noturno às segundas e terças-feiras, com atendimento até as 22h.

O horário ampliado começou em 27 de julho de 2026 e funciona por livre demanda, sem agendamento prévio. A medida foi anunciada para o período sazonal e não significa atendimento à noite em todos os dias da semana.

As UBS de Vilhena incluídas são Liro Hoesel, Carlos Roberto Mazala, Leonardo Alves, Vitalina Gentil e Luis Valdez. A divulgação oficial não detalhou todos os procedimentos disponíveis em cada unidade durante o turno ampliado.

Veja nesta matéria:

  • quais unidades participam do horário noturno;
  • em quais dias o atendimento funciona;
  • como é o acesso por livre demanda;
  • quando procurar atenção básica ou urgência.

Quais UBS de Vilhena atendem até as 22h

As cinco unidades ficam nos bairros Cristo Rei, Setor 19, Setor 9, São José e Setor 12. A indicação dos setores ajuda na localização, mas o comunicado não informou atendimento exclusivo por bairro nem a área completa de cobertura de cada equipe.

A ampliação das UBS de Vilhena oferece uma alternativa para trabalhadores e famílias que têm dificuldade de buscar atendimento no horário comercial. A mudança amplia o funcionamento das unidades existentes e não representa a inauguração de novos postos.

Serviço noturno

Unidades participantes

Liro Hoesel: Cristo Rei.

Carlos Roberto Mazala: Setor 19.

Leonardo Alves: Setor 9.

Vitalina Gentil: São José.

Luis Valdez: Setor 12.

Horário: segundas e terças-feiras, até as 22h.

Como funciona o atendimento nas UBS de Vilhena

Livre demanda significa que o morador pode procurar uma das UBS de Vilhena dentro do horário informado sem marcar previamente. O atendimento ocorre conforme a necessidade apresentada, a ordem definida pela equipe e a capacidade da unidade.

O comunicado municipal não esclareceu o limite de entrada antes das 22h nem confirmou se todas as unidades terão médico, enfermagem, vacinação, farmácia, curativos, exames ou odontologia durante a noite.

Nas UBS de Vilhena, o turno ampliado busca facilitar o acesso e ajudar a organizar o fluxo da rede, inclusive reduzindo a procura inadequada pela UPA. Isso não garante atendimento imediato nem disponibilidade de qualquer procedimento: cada caso será avaliado pela equipe presente, conforme a estrutura e a demanda do momento.

Como acessar

Antes de sair de casa

  • procure uma das cinco unidades participantes;
  • vá na segunda ou terça-feira;
  • considere o encerramento do atendimento às 22h;
  • não é necessário agendamento prévio;
  • confirme procedimentos específicos diretamente na unidade.

Atendimento básico não substitui urgência

O funcionamento noturno das UBS de Vilhena foi apresentado para demandas compatíveis com a Atenção Básica, como avaliação inicial, acompanhamento e cuidados que não exigem estrutura de pronto-socorro.

Pessoas com quadro grave, risco imediato, piora súbita ou necessidade de atendimento emergencial devem procurar o serviço adequado da rede. O horário ampliado oferece uma opção para demandas básicas e não transforma as unidades em pronto-socorro.

Use a rede corretamente

UBS ou urgência?

Unidade básica: cuidados de rotina, avaliações iniciais e demandas sem gravidade imediata.

Urgência e emergência: quadros graves, risco imediato ou piora súbita.

O que confirmar antes de ir às UBS de Vilhena

A Prefeitura não informou a duração exata do período sazonal, o funcionamento em feriados, os bairros de referência ou a relação completa de serviços disponíveis no turno noturno. Esses detalhes podem mudar conforme a organização local.

Antes de procurar as UBS de Vilhena para vacinação, farmácia, curativo, odontologia ou outro procedimento específico, é recomendável confirmar a disponibilidade. A informação central permanece: as cinco unidades atendem às segundas e terças-feiras, até as 22h, por livre demanda.

O comunicado oficial da Prefeitura de Vilhena deve ser acompanhado para possíveis alterações no período de funcionamento e nos serviços oferecidos. A confirmação evita deslocamentos desnecessários e ajuda o morador a procurar o ponto correto da rede.

ATeG muda atendimento a produtores rurais em Rondônia

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ATeG em Rondônia orienta produtores durante acompanhamento técnico e gerencial em propriedade rural
Novo modelo prevê capacitação inicial, visitas técnicas e avaliação dos resultados.

Produtores rurais poderão passar por novas etapas de seleção, capacitação e acompanhamento com a implantação gradual da ATeG em Rondônia.

O novo formato da ATeG em Rondônia reúne a ATeG de Excelência e o projeto Produção e Renda — ATeG + Social. As atividades ainda não começaram, e não foram divulgados municípios, número de propriedades, cadeias produtivas, calendário ou inscrição geral.

Antes do atendimento, ainda serão definidos os locais, assinados termos de adesão, validados os produtores, credenciadas as equipes e cadastradas as propriedades no SISATeG. Procurar um sindicato ou entidade rural serve para buscar informação, mas não garante vaga.

Veja nesta matéria:

  • como o novo fluxo deverá funcionar;
  • o que será avaliado antes do ingresso;
  • como será o acompanhamento nas propriedades;
  • quais informações ainda não foram divulgadas.

O que muda com a ATeG em Rondônia

A metodologia combina orientação produtiva e gestão da propriedade. O trabalho pode envolver diagnóstico, planejamento, adequação tecnológica, registros de custos, metas, organização financeira, capacitação complementar e avaliação dos resultados.

Com a reformulação, a ATeG em Rondônia deverá observar não apenas a realização das visitas, mas também a evolução do produtor, a aplicação das orientações e os resultados encontrados. Supervisores deverão validar informações e acompanhar a qualidade do atendimento.

Novo fluxo

Etapas previstas para o atendimento

  • mobilização dos interessados;
  • capacitação inicial;
  • avaliação de perfil e validação;
  • atendimento técnico e gerencial;
  • avaliações periódicas;
  • Pós-ATeG por até 12 meses.

Como começa a ATeG em Rondônia

A fase obrigatória chamada Pré-ATeG deverá reunir capacitação inicial e avaliação de perfil. Instrutores, supervisores e sindicatos rurais participarão da mobilização e da validação dos interessados antes da formação dos grupos.

Os grupos da ATeG em Rondônia deverão ficar vinculados aos municípios e aos sindicatos, e não somente a um técnico. A mudança busca dar continuidade ao plano de trabalho quando houver substituição do profissional de campo.

Acompanhamento continuado

O que poderá ocorrer depois do ciclo principal

O Pós-ATeG poderá oferecer suporte remoto, ferramentas digitais e visitas periódicas por até 12 meses, conforme o planejamento e as regras definidas para cada grupo.

Projeto social será voltado a pequenas propriedades

O Produção e Renda — ATeG + Social foi anunciado para famílias com menor acesso à assistência técnica e propriedades de até quatro módulos fiscais. O módulo fiscal varia conforme o município e não corresponde a uma quantidade única de hectares em todo o estado.

A ATeG em Rondônia poderá atender propriedades com leite, café, mandioca, hortaliças, pecuária, piscicultura ou outras atividades. Isso não significa que todas essas cadeias estarão na primeira etapa, porque a seleção ainda será definida.

Produção e Renda — ATeG + Social

Características anunciadas

  • propriedades de até quatro módulos fiscais;
  • acompanhamento previsto por 24 meses;
  • visitas mensais depois da implantação;
  • até três atividades produtivas por propriedade;
  • planejamento da produção e gestão financeira;
  • seleção das famílias ainda pendente.

Municípios e inscrições ainda não foram definidos

O anúncio da ATeG em Rondônia não informa os municípios e sindicatos participantes, o número de produtores, as cadeias da primeira etapa, os documentos exigidos, a data de início ou as regras de permanência.

Antes da implantação, serão necessários termos de adesão, credenciamento e capacitação de técnicos e supervisores, validação dos produtores e cadastro das propriedades. Não foi divulgado prazo para concluir essas etapas.

Interessados podem acompanhar os canais do Senar estadual e dos sindicatos rurais. A metodologia nacional da ATeG orienta a procura pela unidade estadual ou entidade mais próxima, mas a participação depende de mobilização, vagas e validação.

A implantação da ATeG em Rondônia deve ser apresentada como processo em preparação. Até que haja edital, chamada ou comunicado específico, não existe inscrição geral aberta nem garantia de atendimento para uma propriedade ou cadeia produtiva.

Intenção de consumo avança e traz sinais para Rondônia

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Intenção de consumo é analisada por comerciante e cliente em estabelecimento de Rondônia
Indicador ajuda no planejamento, mas não representa aumento automático das vendas.

A intenção de consumo das famílias chegou a 105,6 pontos no Brasil em julho de 2026, resultado que mantém o indicador acima da linha de confiança e oferece sinais para o comércio e os serviços de Rondônia.

A intenção de consumo avançou 0,1% em relação a junho, com ajuste sazonal, e ficou 2,6% acima de julho de 2025. A leitura, porém, não significa crescimento automático das vendas, da renda ou do poder de compra em Porto Velho e nos demais municípios rondonienses.

A pesquisa nacional da CNC mostra que a intenção de consumo funciona como indicador antecedente: ela registra confiança, percepção sobre emprego e renda, acesso ao crédito e disposição para compras futuras, sem medir diretamente o faturamento realizado.

Veja nesta matéria:

  • como o indicador nacional avançou em julho;
  • o que significa ficar acima de 100 pontos;
  • quais componentes melhoraram e quais exigem atenção;
  • como famílias e empresas de Rondônia podem usar o resultado.

Como a intenção de consumo avançou em julho

Os 105,6 pontos representam o maior nível nacional ajustado desde março de 2015. O levantamento reúne cerca de 18 mil questionários e acompanha consumidores das unidades da Federação.

Para Rondônia, a leitura da intenção de consumo deve usar o resultado nacional como referência e não transformar automaticamente o dado em percentual estadual. A série local precisa ser confirmada em publicação específica da Fecomércio-RO antes de afirmar quanto o estado está acima da média.

Leitura do indicador

O que significam os 105,6 pontos

Abaixo de 100: predominância de avaliação negativa.
Acima de 100: predominância de avaliação positiva.
Limite: confiança positiva não equivale a venda realizada.

O que a intenção de consumo acompanha nas famílias

O índice reúne sete componentes: emprego atual, renda atual, nível de consumo atual, perspectiva profissional, perspectiva de consumo, acesso ao crédito e momento para compra de bens duráveis.

Esses componentes ajudam a entender como as famílias percebem o presente e o futuro. Mesmo assim, crédito disponível não significa financiamento barato, adequado ou compatível com o orçamento de cada consumidor.

Números nacionais

Principais resultados de julho

ICF: 105,6 pontos.

Variação mensal: alta de 0,1%.

Variação anual: alta de 2,6%.

Emprego atual: 127,7 pontos.

Renda atual: 124 pontos.

Consumo atual: 93 pontos.

Perspectiva de consumo: 108,6 pontos.

Compra de duráveis: 77 pontos.

Sinais positivos convivem com pontos de atenção

A perspectiva de consumo alcançou 108,6 pontos e cresceu 1,1% no mês. O acesso ao crédito chegou a 104 pontos, enquanto o momento para compra de bens duráveis avançou 20% em um ano, embora tenha permanecido abaixo da linha de confiança.

Os alertas aparecem na perspectiva profissional, que recuou 1,3% no mês e 8,7% em um ano, e no nível de consumo atual, ainda em 93 pontos. A melhora da intenção de consumo não elimina o impacto de juros, dívidas, inflação e despesas fixas.

Interpretação segura

O que o resultado não significa

  • não mede vendas efetivamente realizadas;
  • não representa alta automática da renda;
  • não garante que todas as famílias comprarão mais;
  • não assegura faturamento maior para todo o comércio;
  • não elimina o risco de endividamento.

Como o comércio de Rondônia pode usar o indicador

Empresas de Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal, Vilhena e outros municípios podem usar a intenção de consumo como apoio para planejar estoques, equipes, promoções e atendimento. A decisão precisa considerar histórico de vendas, sazonalidade, custos e comportamento do público local.

O varejo também deve separar expectativa de demanda e compra concluída. Estoque excessivo, desconto sem margem e contratação sem necessidade podem transformar um sinal positivo em custo difícil de recuperar.

Planejamento familiar

Antes de comprar ou parcelar

  • confira a renda disponível depois das despesas fixas;
  • some parcelas e dívidas já assumidas;
  • compare juros, prazo e custo total;
  • avalie se a compra é necessária neste momento;
  • mantenha uma margem para imprevistos.

Famílias devem transformar confiança em decisão responsável

Para os consumidores, a intenção de consumo não substitui planejamento financeiro. Antes de assumir uma nova parcela, é importante conferir renda, contas essenciais, dívidas e custo total do crédito.

O resultado de julho mostra uma percepção nacional positiva, mas cada família vive uma realidade diferente. O indicador pode orientar a conversa sobre consumo, sem servir como incentivo automático para comprar mais.

A intenção de consumo deve ser acompanhada junto de emprego, renda, preços, juros e inadimplência. Em Rondônia, empresas e famílias ganham mais segurança quando combinam o índice nacional com dados locais e decisões baseadas no próprio orçamento.

NIS final 6 recebe parcela do Bolsa Família nesta segunda

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Beneficiária consulta parcela pelo celular

O Bolsa Família libera nesta segunda-feira, 27 de julho de 2026, a parcela para famílias cujo Número de Identificação Social termina em 6.

Em Rondônia, o pagamento segue o calendário nacional regular para moradores de Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal, Vilhena, Guajará-Mirim e dos demais municípios. O responsável familiar deve conferir o valor e a situação da parcela no aplicativo oficial, no Caixa Tem ou no extrato.

O valor médio nacional do Bolsa Família em julho é de R$ 679,19, mas essa quantia não representa pagamento igual para todos. O total depende da composição familiar, dos benefícios adicionais aplicáveis e da situação individual registrada nos canais oficiais.

Veja nesta matéria:

  • quem recebe a parcela em 27 de julho;
  • como identificar o último dígito do NIS;
  • quais datas ainda restam no calendário;
  • como consultar e movimentar o benefício com segurança.

Quem recebe o Bolsa Família em 27 de julho

O pagamento desta segunda-feira é destinado aos beneficiários com NIS final 6. O número considerado é o último dígito do Número de Identificação Social, e não o final do CPF do responsável familiar.

O NIS pode ser conferido no cartão do programa, no aplicativo Bolsa Família ou nos dados do responsável familiar. A família deve verificar se a parcela aparece liberada e observar mensagens sobre bloqueio, atualização cadastral ou outras pendências.

Calendário regular

Pagamentos restantes de julho

NIS final 6: 27 de julho.
NIS final 7: 28 de julho.
NIS final 8: 29 de julho.
NIS final 9: 30 de julho.
NIS final 0: 31 de julho.

Como consultar o Bolsa Família em Rondônia

As famílias de Rondônia devem acompanhar o final do NIS porque o estado não aparece entre as unidades com municípios incluídos no pagamento unificado de julho. A antecipação excepcional alcança localidades de outros estados afetadas por situações de emergência ou calamidade.

Isso significa que o Bolsa Família deve ser consultado individualmente. Não existe um horário único garantido para todos os depósitos, e a liberação só deve ser considerada confirmada quando aparecer no aplicativo ou no extrato.

Consulta segura

Onde verificar a parcela

Aplicativo do programa: mostra situação, calendário e parcelas disponibilizadas.

Caixa Tem: permite consultar saldo, extrato e movimentação da conta.

Extrato: pode indicar valor, bloqueio ou necessidade de atualização.

Proteção: senhas, códigos e dados pessoais não devem ser enviados a terceiros.

Valor médio não é parcela individual garantida

O piso mínimo familiar do Bolsa Família é de R$ 600, mas o cálculo não funciona como uma parcela única e idêntica para todas as famílias. O Benefício de Renda de Cidadania corresponde a R$ 142 por integrante, com complemento quando necessário para alcançar o piso.

Também podem ser incluídos adicionais de R$ 150 por criança de zero a sete anos incompletos e de R$ 50 nos casos previstos para gestantes, nutrizes, crianças e adolescentes. Por isso, o valor médio nacional de R$ 679,19 não deve ser tratado como pagamento certo para cada cadastro.

Movimentação oficial

Como usar o recurso

  • movimentação digital, Pix e pagamento de contas pelo Caixa Tem, quando disponíveis;
  • compras com o cartão do programa na função débito;
  • saques em terminais, lotéricas, correspondentes Caixa Aqui e agências;
  • consulta prévia antes de sair de casa para verificar se o valor já foi liberado.

Cuidado com mensagens e cobranças falsas

O Bolsa Família não exige pagamento, Pix ou depósito antecipado para liberar a parcela. Mensagens que pedem senha, código de confirmação, foto de documento ou instalação de aplicativo desconhecido devem ser tratadas como suspeitas.

Em caso de dúvida sobre regras e situação cadastral, o responsável familiar pode procurar os canais oficiais do programa ou o atendimento social do município. Para questões operacionais da conta, a Caixa mantém seus canais próprios de orientação.

Consulta evita deslocamento desnecessário

Antes de ir a uma lotérica ou agência, a família deve consultar o Bolsa Família pelo aplicativo ou pelo extrato. A verificação evita viagem sem necessidade e permite identificar bloqueios, pendências ou mensagens de atualização.

Estar inscrito no Cadastro Único não significa recebimento automático. A concessão e a permanência na folha dependem dos critérios do programa, da análise cadastral e do cumprimento das regras aplicáveis.

No calendário do Bolsa Família, a data regular do NIS final 6 é 27 de julho. Os pagamentos de julho seguem até o dia 31, quando recebem os beneficiários com NIS final 0.

TSE fixa limites de contratação nas campanhas em Rondônia

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Contratação nas campanhas é analisada por equipe responsável pela prestação de contas eleitorais em Rondônia
Tetos para militância e mobilização de rua variam conforme o cargo disputado.

A contratação nas campanhas eleitorais de 2026 terá limites específicos em Rondônia para pessoas que atuem de forma remunerada em atividades de militância e mobilização de rua.

A contratação nas campanhas poderá variar de 224 a 1.276 pessoas conforme o cargo disputado. Os números foram divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral na Portaria nº 444/2026 e devem ser observados durante o primeiro e o segundo turnos.

Os limites de contratação nas campanhas são máximos e não representam obrigação, autorização automática de despesa ou garantia de que todo o quantitativo poderá ser pago sem comprovação. Cada gasto deverá respeitar os recursos disponíveis e aparecer corretamente na prestação de contas.

Veja nesta matéria:

  • quais são os limites para cada cargo em Rondônia;
  • como o TSE chegou aos quantitativos;
  • quais profissionais não entram no cálculo;
  • como funcionam fiscalização e prestação de contas.

Como funciona a contratação nas campanhas

Para calcular a contratação nas campanhas de cargos estaduais e federais, a Justiça Eleitoral utiliza como referência o município com o maior eleitorado da unidade da Federação. Em Rondônia, essa base é Porto Velho, com 368.124 eleitoras e eleitores aptos.

A contratação nas campanhas para presidente e senador tem limite de 638 pessoas no estado. Para governador, o teto é de 1.276; para deputado federal, 447; e para deputado estadual, 224.

Limites em Rondônia

Tetos máximos por cargo

Presidente: até 638 pessoas.
Senador: até 638 pessoas.
Governador: até 1.276 pessoas.
Deputado federal: até 447 pessoas.
Deputado estadual: até 224 pessoas.

Por que Porto Velho serve como referência

A Lei das Eleições estabelece uma fórmula baseada no tamanho do eleitorado. Nos municípios com até 30 mil eleitores, o número de contratados para militância remunerada não pode superar 1% do eleitorado.

Nos municípios com mais de 30 mil eleitores, o cálculo parte de 300 pessoas e acrescenta uma contratação para cada grupo de mil eleitores que ultrapassar os primeiros 30 mil. Frações seguem a regra de arredondamento prevista na legislação.

Para os cargos de alcance estadual ou nacional, o resultado do município com maior eleitorado é usado como referência. A partir dele, são aplicados os percentuais correspondentes a governador, deputado federal e deputado estadual.

Como o cálculo é aplicado

A referência usada pelo TSE

Maior eleitorado: Porto Velho, com 368.124 pessoas aptas.

Base municipal: limite de 638 contratações.

Cargos majoritários: presidente e senador usam a base; governador utiliza o dobro.

Cargos proporcionais: deputado federal corresponde a 70% da base e deputado estadual a 50% do limite federal.

Limite é global para a chapa eleitoral

A Justiça Eleitoral soma as contratações feitas diretamente pela candidatura com aquelas realizadas de forma terceirizada. Também entram na mesma conta as pessoas contratadas pelo titular, pelo candidato a vice ou pelos respectivos suplentes.

Isso significa que o limite não é multiplicado entre os integrantes da chapa. Uma candidatura ao governo, por exemplo, não pode usar 1.276 pessoas pelo titular e repetir o mesmo número para o candidato a vice.

Para os partidos políticos, o teto corresponde à soma dos limites relativos aos cargos para os quais a legenda possui candidaturas. Cada contratação precisa ter vínculo, atividade, pagamento e documento comprobatório corretamente identificados.

Quem fica fora da contratação nas campanhas

Não entram no limite de contratação nas campanhas as pessoas que participam de forma voluntária e sem remuneração. O trabalho precisa ser realmente gratuito, sem pagamento oculto, vantagem indireta ou despesa registrada em nome de outra atividade.

Também ficam fora da contagem os profissionais voltados exclusivamente ao suporte administrativo e operacional interno, os fiscais e delegados credenciados para o dia da votação e os advogados ou responsáveis pela defesa jurídica.

Exclusões previstas

Atividades que não entram no teto

  • militância voluntária e não remunerada;
  • apoio administrativo e operacional interno;
  • fiscais e delegados credenciados para a votação;
  • advogados e profissionais de defesa jurídica.

Contratos precisam aparecer na prestação de contas

A contratação remunerada deve ser acompanhada de documentação capaz de demonstrar quem prestou o serviço, qual atividade foi executada, por quanto tempo, em que local e qual valor foi pago.

Descrições genéricas, listas sem identificação, pagamentos sem comprovação ou despesas incompatíveis com a estrutura declarada podem provocar diligências durante a análise das contas eleitorais.

Os registros devem permitir a conferência entre contratos, recibos, notas fiscais, transferências bancárias e informações apresentadas no sistema de prestação de contas. O cumprimento do limite quantitativo não elimina a obrigação de comprovar a regularidade financeira.

Controle e transparência

O que deve ser comprovado

Prestador: identificação da pessoa ou empresa contratada.

Serviço: descrição da atividade efetivamente realizada.

Período: datas e duração do trabalho contratado.

Pagamento: valor, fonte do recurso e comprovante financeiro.

Fiscalização da contratação nas campanhas

O descumprimento deliberado dos tetos pode gerar apuração pela Justiça Eleitoral. Conforme o TSE, a conduta pode ser analisada como corrupção eleitoral ou abuso de poder econômico, dependendo das circunstâncias e das provas reunidas.

Essas consequências não são automáticas. Multa, desaprovação de contas, cassação de registro ou diploma e eventual responsabilização criminal dependem do procedimento adequado, do direito de defesa e de decisão judicial.

A orientação oficial do TSE recomenda que candidaturas e partidos organizem previamente equipes, contratos e registros para evitar extrapolações e inconsistências.

A contratação nas campanhas deve respeitar simultaneamente o teto de pessoas, o limite financeiro disponível, as regras de pagamento e a obrigação de prestar contas com documentos verificáveis.

Infovia 05 começa instalação e seguirá até Porto Velho

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Infovia 05 avança com instalação de fibra óptica no Rio Madeira rumo a Porto Velho
Infraestrutura seguirá pelo Rio Madeira até Calama e Porto Velho, mas ainda dependerá de testes e ativação.

A Infovia 05 começou a receber cabos de fibra óptica no Rio Madeira, com uma rota planejada para ligar localidades do Amazonas a Calama e Porto Velho, em Rondônia.

O lançamento teve início em 21 de julho de 2026, perto da comunidade São Raimundo Nonato, na região do Rosarinho, em Autazes. A chegada ao trecho rondoniense está prevista para uma etapa posterior, condicionada às condições de navegação e ao nível do rio.

A instalação da Infovia 05 cria uma estrutura de transporte de dados, mas não significa que a internet já esteja disponível para moradores, empresas, escolas ou órgãos públicos. Ainda serão necessárias conexões terrestres, testes, ativação e redes de acesso.

Veja nesta matéria:

  • onde começou o lançamento dos cabos;
  • qual será a rota até Calama e Porto Velho;
  • como funciona o cronograma condicionado ao Rio Madeira;
  • o que ainda falta para a conexão chegar ao usuário.

Rota da Infovia 05 terá 1.326 quilômetros

O corredor atualizado reúne 1.116 quilômetros de cabos subaquáticos e 210 quilômetros de infraestrutura terrestre. A ligação parte de Autazes e passa por Nova Olinda do Norte, Borba, Novo Aripuanã, Manicoré, Auxiliadora e Humaitá antes de alcançar Calama e Porto Velho.

São nove localidades ao longo da Infovia 05. Calama deve ser tratada como distrito de Porto Velho, e não como município independente. O uso do leito do Rio Madeira reduz a necessidade de abrir uma rota terrestre contínua para o cabo.

Rota até Rondônia

Dados principais do corredor

Trecho subaquático: 1.116 quilômetros no Rio Madeira.
Infraestrutura terrestre: 210 quilômetros.
Total: 1.326 quilômetros entre Amazonas e Rondônia.
Pontos em Rondônia: Calama e Porto Velho.

Balsa funciona como base de engenharia

A operação utiliza uma balsa-plataforma de 80 metros de comprimento por 24,5 metros de largura. A embarcação funciona como base de engenharia, logística, alojamento e apoio para até 110 profissionais durante o lançamento controlado.

Antes de o cabo entrar na água, as equipes verificam a integridade dos 24 pares de fibras. A implantação da Infovia 05 também exige controle de velocidade e tensão, pontos de ancoragem, emendas, inspeções e conexão com estruturas terrestres.

Cronograma da Infovia 05

Etapas dependem das condições do rio

Início: 21 de julho de 2026, em Autazes.

Autazes–Manicoré: lançamento previsto até agosto de 2026.

Manicoré–Porto Velho: execução prevista entre dezembro de 2026 e janeiro de 2027.

Entrega integral: programada para o primeiro semestre de 2027.

Calama e Porto Velho entram na segunda etapa

O trecho de Rondônia será executado depois da primeira fase no Amazonas. A previsão coloca Calama e Porto Velho no segmento entre Manicoré e a capital, programado para o fim de 2026 e o começo de 2027.

A Infovia 05 poderá apoiar conexões de alta capacidade para escolas, unidades de saúde, fóruns, praças e instalações públicas. Esse potencial depende da conclusão física, da ativação dos pontos e da ligação efetiva das redes locais.

O que ainda falta

Cabo lançado não significa internet ativa

  • concluir lançamento, ancoragens e conexões terrestres;
  • testar integridade e desempenho dos pares de fibra;
  • ativar e integrar os pontos da rede;
  • conectar escolas, unidades e demais locais previstos;
  • definir provedores, planos, preços e áreas de cobertura.

Operador neutro não vende internet diretamente

O modelo previsto para a Infovia 05 é de operador neutro. Provedores poderão contratar capacidade da estrutura para montar redes e oferecer serviços, mas a entidade responsável pela implantação não atuará como empresa de internet residencial.

Ainda não foram divulgados provedores, preços, planos ou áreas de cobertura para Calama e Porto Velho. A infraestrutura cria uma base de transporte de dados, enquanto o acesso final depende de interconexão, redes locais e contratação.

Cronograma precisa ser acompanhado

As janelas hidrológicas do Rio Madeira podem alterar as datas de execução. Por isso, a Infovia 05 deve ser apresentada como infraestrutura em implantação, e não como serviço já disponível para moradores ou órgãos públicos.

A previsão atual indica o primeiro semestre de 2027 para a entrega integral. Até lá, cada etapa precisa ser confirmada pelos canais oficiais, especialmente o avanço do trecho entre Manicoré, Calama e Porto Velho.

Quando concluída e ativada, a Infovia 05 poderá ampliar a capacidade de transporte de dados entre Amazonas e Rondônia, mas os benefícios dependerão da conexão real dos pontos atendidos e da entrada dos provedores.

Vida Plena explica intolerância à lactose e alergia ao leite

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Intolerância à lactose é tema do Vida Plena com explicações sobre alergia ao leite e APLV
Vida Plena explica diferenças entre intolerância à lactose, alergia à proteína do leite de vaca e restrições alimentares.

A intolerância à lactose é o tema deste episódio do Vida Plena, que explica a diferença entre desconforto digestivo após consumir leite e a Alergia à Proteína do Leite de Vaca, conhecida como APLV. O programa mostra que, apesar de muita gente confundir os termos, as duas condições têm causas, sintomas e cuidados diferentes.

Embora o conteúdo tenha abrangência nacional, o assunto também é útil para famílias de Rondônia e da Região Norte. Em Porto Velho, a presença do Hospital de Amor Amazônia, também conhecido como HC do Amor Amazônia, aproxima pacientes, profissionais e moradores de debates sobre saúde, alimentação, diagnóstico correto e qualidade de vida. Para quem vive longe dos grandes centros, informação segura ajuda a evitar restrições alimentares feitas apenas por influência de redes sociais.

Participam desta edição o médico especialista em terapia nutricional Dr. Luis Henrique Covello, a alergologista e imunologista clínica Dra. Erica Mitubashi Imanishi e o gastroenterologista Dr. Ruan Bicallho. A conversa aborda sintomas, exames, leite sem lactose, leitura de rótulos, alimentos escondidos, dietas restritivas e mitos sobre inflamação.

▶️ Ative o som e assista ao primeiro bloco

Entenda por que intolerância e alergia ao leite são condições diferentes e exigem cuidados específicos.

Intolerância à lactose não é alergia ao leite

O primeiro bloco começa esclarecendo a confusão mais comum. A intolerância à lactose está ligada à dificuldade de digerir a lactose, que é o açúcar do leite. Já a APLV envolve uma reação do sistema imunológico às proteínas do leite de vaca.

Os especialistas explicam que a intolerância à lactose costuma provocar sintomas digestivos, como gases, estufamento, dor abdominal, desconforto e, em alguns casos, diarreia. A intensidade pode variar conforme a quantidade consumida e o grau de tolerância de cada pessoa.

A alergia à proteína do leite de vaca, por outro lado, pode causar manifestações mais graves, como urticária, vermelhidão na pele, sintomas respiratórios e reações que exigem acompanhamento médico. Por isso, usar produto sem lactose não resolve uma alergia quando o problema está na proteína.

Diagnóstico correto evita restrições sem necessidade

Durante o programa, os convidados reforçam que o diagnóstico depende de avaliação profissional. No caso da alergia, podem ser usados testes cutâneos e exames de sangue. Já na intolerância à lactose, a investigação pode incluir testes específicos, avaliação clínica e análise da relação entre consumo de lactose e sintomas.

Um ponto importante é que a intolerância pode ser dose dependente. Algumas pessoas não toleram grandes quantidades, mas conseguem consumir pequenas porções, como um café com leite ou um alimento com pouca lactose. Por isso, retirar leite e derivados sem orientação pode prejudicar a alimentação e dificultar o acesso a nutrientes importantes.

▶️ Assista também ao segundo bloco

Veja por que fake news, autodiagnóstico e restrições sem orientação podem atrapalhar a saúde.

Leite sem lactose não serve para quem tem APLV

No segundo bloco, o Vida Plena aprofunda uma dúvida frequente. O leite sem lactose pode ajudar quem tem intolerância à lactose, porque a lactose já foi quebrada ou pode ser digerida com auxílio da enzima lactase. Porém, esse tipo de produto continua inadequado para quem tem alergia à proteína do leite de vaca.

A explicação é simples: lactose é açúcar; proteína é outra substância. Quem tem APLV reage à proteína do leite de mamíferos. Portanto, um produto sem lactose ainda pode conter proteínas do leite e causar reação alérgica em pessoas sensíveis.

Os especialistas também alertam para bebidas vegetais. Em adultos, elas podem fazer parte da rotina com orientação adequada, mas não são equivalentes ao leite em todos os nutrientes. Para crianças com APLV, fórmulas infantis específicas precisam ser indicadas por profissionais de saúde, porque devem atender necessidades nutricionais próprias da idade.

Cortar leite sem orientação pode trazer prejuízos

O episódio chama atenção para o crescimento de informações alarmistas sobre leite, glúten e outros alimentos. Os convidados explicam que nem toda pessoa precisa cortar leite da rotina. Em quem não tem alergia ou intolerância importante, leite e derivados podem ser fontes relevantes de cálcio, proteínas e outros nutrientes.

O Dr. Luis Henrique Covello destaca que restrições alimentares sem motivo bem definido dificilmente são benéficas. Ao longo da vida, retirar grupos alimentares sem substituição adequada pode favorecer deficiências nutricionais, afetar ossos, energia, massa muscular, pele, cabelo, unhas e até qualidade do sono.

Para o público de Rondônia, essa orientação também tem caráter prático. Em muitas famílias, o leite está presente no café da manhã, em bolos, pães, mingaus, vitaminas, queijos, doces e preparações caseiras. Antes de eliminar esses alimentos, a recomendação é investigar sintomas e buscar orientação profissional.

Sintomas podem ter outras causas

Outro alerta do programa é que gases, estufamento e desconforto abdominal nem sempre significam intolerância à lactose. O gastroenterologista explica que esses sintomas são inespecíficos e podem estar ligados à microbiota intestinal, padrão alimentar, consumo de ultraprocessados, excesso de alimentos fermentáveis ou outros problemas digestivos.

Por isso, o autodiagnóstico é arriscado. A pessoa pode acreditar que tem intolerância, restringir vários alimentos e continuar com sintomas porque a causa real não foi investigada. A boa avaliação clínica ajuda a entender rotina, alimentação, quantidade consumida, frequência dos sintomas e necessidade ou não de exames.

▶️ Assista ao terceiro bloco

Confira orientações sobre rótulos, lactase, alimentos escondidos e vida normal com adaptações.

Quem tem intolerância pode adaptar a rotina

No terceiro bloco, os especialistas explicam que quem tem intolerância à lactose geralmente consegue levar uma vida próxima do normal, com adaptações. Hoje há produtos sem lactose, possibilidade de fracionar o consumo e uso da enzima lactase quando indicada.

A lactase deve ser usada no momento de consumir alimentos com lactose, e a quantidade pode variar conforme a refeição e o grau de sensibilidade. A orientação do episódio é que a pessoa observe sintomas, procure ajuda e evite decisões baseadas apenas em tentativa e erro sem acompanhamento.

Já quem tem alergia à proteína do leite de vaca precisa de cuidado mais rigoroso. Em casos de alergia, pequenas quantidades ou traços podem ser relevantes, dependendo da sensibilidade. Por isso, leitura de rótulos, atenção em restaurantes e controle de contaminação cruzada fazem parte da rotina.

Rótulos ajudam a identificar leite escondido

O programa também mostra que o leite pode aparecer em alimentos que nem sempre parecem óbvios. Bolos, tortas, purês, massas, pães, sorvetes e doces podem conter leite ou derivados. Para quem tem alergia, a leitura de rótulos é uma medida de segurança.

A Dra. Erica cita aplicativos e iniciativas que ajudam consumidores a identificar a presença de leite e outros alergênicos em produtos industrializados. A recomendação geral é não confiar apenas na aparência do alimento. Informação de embalagem, orientação médica e acompanhamento nutricional ajudam a evitar riscos.

Informação segura reduz medo e exageros

Na parte final, o Vida Plena reforça que o leite é um alimento importante para muitas pessoas, mas pode exigir adaptação quando há diagnóstico confirmado. A decisão de consumir, reduzir ou retirar deve considerar sintomas, idade, condição clínica, risco de alergia, necessidades nutricionais e orientação profissional.

A intolerância à lactose não deve ser confundida com alergia ao leite, nem usada como explicação para todos os desconfortos digestivos. O episódio mostra que a informação correta ajuda a reduzir medo, evitar restrições sem necessidade e proteger a alimentação de crianças, adultos e idosos.

Para famílias de Rondônia, a mensagem prática é observar sintomas, não se guiar apenas por vídeos ou opiniões de internet e buscar atendimento quando houver dúvida. Diagnóstico correto é o caminho para manter qualidade de vida sem abrir mão de nutrientes importantes ou assumir riscos desnecessários.

Fonte da notícia:
Vida Plena no YouTube.

Perícias do INSS podem ser antecipadas em Cacoal e Alta Floresta

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Perícias do INSS podem ser antecipadas por segurados de Cacoal e Alta Floresta d’Oeste
Segurado consulta antecipação de perícia do INSS

As perícias do INSS podem ser antecipadas nas Agências da Previdência Social de Cacoal e Alta Floresta d’Oeste quando o segurado já possui atendimento marcado e encontra uma data anterior nos canais oficiais.

A disponibilidade das perícias do INSS muda em tempo real e deve ser consultada pelo Meu INSS ou pela Central 135. Antes de cancelar o compromisso original, o segurado precisa confirmar a alteração e guardar o comprovante com a nova data, o horário e o endereço.

A orientação oficial informa que segurados com exame marcado para os próximos meses podem verificar horários mais próximos para as perícias do INSS. A mudança de agência altera apenas o local da avaliação e não transfere o banco, a conta ou o local de pagamento de eventual benefício.

Veja nesta matéria:

  • quem pode procurar uma data anterior;
  • como consultar pelo Meu INSS ou pela Central 135;
  • quais cuidados tomar antes de mudar de cidade;
  • o que não muda na análise e no pagamento.

Quem pode antecipar as perícias do INSS

A consulta é destinada a quem já possui atendimento agendado. Cacoal e Alta Floresta d’Oeste aparecem entre as unidades de Rondônia onde podem surgir vagas anteriores, conforme os horários disponíveis no momento da busca.

Moradores de outros municípios também podem comparar essas agências com outras unidades. A média estadual divulgada foi de 17,77 dias entre o agendamento e o exame, mas esse número é apenas uma referência geral e não funciona como prazo individual.

Consulta oficial

Como procurar uma data anterior

Acesse: o aplicativo ou o site Meu INSS, ou ligue para o 135.
Localize: o agendamento vinculado ao requerimento.
Compare: datas, horários, cidades e agências exibidas.
Confirme: a alteração e salve o novo comprovante.

Meu INSS e Central 135 concentram a consulta

No Meu INSS, o segurado entra com a conta Gov.br, abre o requerimento e verifica as opções apresentadas. As perícias do INSS só devem ser consideradas remarcadas quando a confirmação aparecer no sistema.

A Central 135 oferece atendimento humano de segunda a sábado, das 7h às 22h, no horário de Brasília, e atendimento eletrônico durante 24 horas. A ligação de telefone fixo é gratuita; pelo celular, pode haver cobrança de chamada local.

Antes de mudar a agência

Confirme o deslocamento

Distância: calcule transporte, alimentação e tempo de viagem.

Endereço: confira a agência no comprovante atualizado.

Documentos: organize somente os itens relacionados ao requerimento.

Segurança: não viaje nem cancele a data original antes da confirmação.

Mudança de cidade exige planejamento

Escolher Cacoal, Alta Floresta d’Oeste ou outra cidade pode diminuir a espera pelas perícias do INSS, mas também pode gerar despesas com passagem, combustível, alimentação e hospedagem. Esses custos não são cobertos automaticamente pelo instituto.

O segurado deve conferir se conseguirá chegar com antecedência e se o endereço das perícias do INSS realmente corresponde à unidade selecionada. O novo comprovante é a referência para organizar a viagem e evitar perda do atendimento.

O que não muda

Antecipação não garante o benefício

  • Análise: continua sujeita aos critérios previdenciários;
  • Resultado: data anterior não representa aprovação;
  • Pagamento: a troca de agência não muda o local de recebimento;
  • Agendamento: depende de confirmação nos canais oficiais.

Antecipação não representa concessão automática

A realização das perícias do INSS em data anterior apenas adianta a etapa de avaliação médica. O resultado continua dependendo da documentação, da análise do caso e dos requisitos do benefício solicitado.

A alteração também não significa pagamento antecipado. Mesmo após a avaliação, o segurado deve acompanhar o requerimento pelo Meu INSS e observar eventuais exigências, comunicados ou atualizações.

Antes de sair de casa, abra novamente o sistema ou ligue para o 135 e confirme data, horário e local. Essa verificação é importante porque vagas e horários podem mudar durante a procura por antecipação.

Como evitar erros ao alterar as perícias do INSS

O segurado não deve confiar apenas em captura de tela antiga, mensagem encaminhada ou informação de terceiros. A confirmação válida precisa aparecer no Meu INSS ou ser fornecida pela Central 135.

Ao remarcar as perícias do INSS, guarde o comprovante atualizado e confira o nome da agência. Caso a nova opção exija viagem, considere tempo de deslocamento, acessibilidade e necessidade de acompanhante.

A orientação oficial da Previdência reforça que o segurado pode buscar atendimento mais rápido, mas precisa concluir a mudança pelos canais oficiais.

MPF pede melhorias urgentes em Casai de Cacoal e Ji-Paraná

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Imagem editorial representa profissionais avaliando quartos, instalações e condições de acolhimento em uma Casa de Apoio à Saúde Indígena de Rondônia.
Profissionais avaliam estrutura de Casa de Apoio à Saúde Indígena

A saúde indígena em Rondônia é alvo de duas ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público Federal contra a União por problemas nas Casas de Apoio à Saúde Indígena de Cacoal e Ji-Paraná.

As Casai integram a saúde indígena em Rondônia e acolhem pacientes e acompanhantes encaminhados para consultas, exames e tratamentos fora de seus territórios. Os pedidos incluem reparos emergenciais, colchões adequados, reforço das equipes e medidas contra a superlotação.

Segundo a publicação oficial do MPF, as condições foram verificadas em inspeções. Os pedidos relacionados à saúde indígena em Rondônia ainda dependem de decisão da Justiça Federal.

Veja nesta matéria:

  • qual é a função das Casas de Apoio à Saúde Indígena;
  • quais problemas foram relatados em Cacoal e Ji-Paraná;
  • o que o MPF pediu à Justiça para cada unidade;
  • por que o acolhimento deve respeitar vínculos, idioma e cultura.

Como as Casai apoiam a saúde indígena em Rondônia

As Casas de Apoio à Saúde Indígena não são hospitais. Elas oferecem acolhimento e suporte a pessoas encaminhadas para atendimento especializado na rede do SUS, inclusive com espaço para acompanhantes durante o período necessário.

Esse atendimento amplia o alcance regional da saúde indígena em Rondônia. Conforme o MPF, as unidades recebem pessoas de Porto Velho, Guajará-Mirim, Alta Floresta d’Oeste e outras localidades, além de pacientes vindos de Mato Grosso.

Problemas relatados

O que foi apontado nas inspeções

Leitos: pacientes e acompanhantes em colchões colocados no chão.

Estrutura: fiação exposta, infiltrações, pias quebradas e banheiros sem chuveiros ou fechaduras.

Mobiliário: colchões rasgados e itens deteriorados.

Equipes: quantidade insuficiente de profissionais para a demanda.

Inspeções apontaram pressão sobre as unidades

O Dsei Vilhena informou 38 leitos ativos para uma população superior a 4.351 indígenas. O número demonstra a abrangência da rede, mas não significa que todas essas pessoas ocupem a Casai de Cacoal ao mesmo tempo.

No Dsei Porto Velho, a estrutura de Ji-Paraná foi reconhecida como defasada. O imóvel teria sido projetado para 800 usuários e atende cerca de três mil indígenas ao longo de sua atuação, sem representar ocupação simultânea. Os dados mostram a pressão existente sobre a saúde indígena em Rondônia.

Pedidos à Justiça

O que o MPF solicitou para cada Casai

Cacoal: troca dos colchões avariados e reparos emergenciais nas redes elétrica e hidráulica em até 15 dias, caso o pedido seja acolhido.

Ji-Paraná: plano emergencial em até 15 dias ou transferência para imóvel provisório em até 30 dias, além do reforço das equipes.

Cacoal pode ter reparos emergenciais

Para Cacoal, o MPF pediu a substituição integral dos colchões danificados e reparos nas redes elétrica e hidráulica. Ao final do processo, a ação solicita reforma total da unidade e indenização de R$ 500 mil por danos morais coletivos.

O valor pedido seria destinado a projetos de saúde voltados às etnias afetadas. A ação relacionada à saúde indígena em Rondônia tramita sob o número 1017977-31.2026.4.01.4100 e ainda não representa condenação definitiva.

Ji-Paraná pode ter imóvel provisório e reforço de equipes

Na ação sobre Ji-Paraná, o MPF pediu um plano emergencial de reparos em até 15 dias ou a locação e a transferência para imóvel provisório adequado em até 30 dias, caso a Justiça aceite a medida urgente.

O órgão também solicita médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e profissionais de apoio em número suficiente. A ação pede multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento e R$ 500 mil por danos morais coletivos.

Acolhimento intercultural

O cuidado vai além da estrutura física

  • pacientes deixam seus territórios para buscar atendimento urbano;
  • familiares podem ser essenciais durante o tratamento;
  • idioma e formas próprias de compreender saúde e doença devem ser respeitados;
  • alimentação e rotina precisam considerar referências culturais;
  • o acolhimento deve reduzir o impacto do afastamento da comunidade.

Pedidos sobre a saúde indígena em Rondônia ainda serão analisados

As ações discutem condições de acolhimento que afetam a saúde indígena em Rondônia em diferentes pontos da rede. Caberá à Justiça decidir se os pedidos urgentes serão aceitos e quais obrigações poderão ser impostas à União.

Não há decisão definitiva sobre reparos, contratações, multas ou indenizações. Por isso, os prazos de 15 e 30 dias devem ser apresentados como pedidos do MPF, condicionados à decisão judicial.

A melhoria da saúde indígena em Rondônia depende de estrutura segura, equipes suficientes e acolhimento compatível com a realidade das pessoas que precisam deixar seus territórios para continuar o tratamento.

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