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segunda-feira, julho 13, 2026
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Trump vai anunciar plano de paz para o Oriente Médio

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O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, anuncia nesta terça-feira (28) seu plano de paz para o Oriente Médio, que tem o objetivo de resolver o conflito entre Israel e Palestina.

O anúncio foi confirmado ontem, no início de uma reunião com o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, na Casa Branca. O presidente afirmou que vai anunciar o que chamou de “grande plano” em relação à disputa entre Israel e Palestina,.

Trump disse ainda que está disposto a mediar o impasse das conversações de paz no Oriente Médio, oferecendo o que chamou de “acordo do século”. Acrescentou que, provavelmente, de início, os palestinos podem não gostar do plano, mas acredita que, com o tempo, passem a apoiá-lo.

Analistas preveem que o plano será favorável a Israel.

*Emissora pública de televisão do Japão

Segurança foi um ‘compromisso’ de Bolsonaro, diz Moro

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O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou nesta segunda-feira, 27, que o presidente Jair Bolsonaro, ainda em 2018, assumiu com ele o “compromisso” de integrar ações das áreas da Justiça e da Segurança Pública no “superministério” que o ex-juiz assumiu no atual governo. “Foi o compromisso que eu e Bolsonaro fizemos em 1.º de novembro (de 2018), quando ele me convidou (para ser ministro)”, disse Moro.

A declaração do ministro da Justiça diverge do que disse o presidente. “Se for criado (o Ministério da Segurança Pública), aí ele (Moro) fica na Justiça. É o que era inicialmente. Tanto é que, quando ele foi convidado, não existia ainda essa modulação de fundir (a pasta da Justiça) com o Ministério da Segurança”, afirmou Bolsonaro.

“Fui convidado, falei com ele (Bolsonaro) que os ministérios da Justiça e da Segurança Pública têm uma série de atribuições, mas o foco principal tem que ser o combate à criminalidade organizada, corrupção e criminalidade violenta. Essa era a ideia dele também”, afirmou Moro durante entrevista concedida ao programa Pânico, da rádio Jovem Pan. No governo Michel Temer, as duas pastas eram separadas e a Polícia Federal era subordinada ao Ministério da Segurança Pública.

Na semana passada, Bolsonaro anunciou que poderia recriar a pasta de Segurança Pública, o que reduziria o poder de Moro no governo. Depois de forte reação de aliados, no entanto, o presidente recuou da ideia de esvaziar a pasta da Justiça.

Moro afirmou ainda que não conversou pessoalmente com Bolsonaro sobre a polêmica da semana passada. “Ele (Bolsonaro) deu uma declaração categórica de que a chance (de recriar o Ministério da Segurança Pública) era zero. Para mim, está encerrado. Pode ser que, no futuro distante, possa se cogitar isso (dividir o Ministério da Justiça). Não acho uma ideia muito boa. Falei com parlamentares da bancada da segurança pública que os ministérios são mais fortes juntos do que separados”, disse o ministro.

“Eu nunca falei nada. O próprio presidente disse que esse negócio está encerrado. É um trabalho duro e os dados são positivos”, continuou Moro. “Antes de ser ministro, tenho 22 anos de magistratura. Tive processos envolvendo Fernandinho Beira-Mar, conhecemos a segurança pública profundamente. Boa parte da violência está vinculada ao crime organizado. Se você combate o crime organizado, tem reflexo disso nos crimes em geral.”

Questionado sobre a eleição presidencial de 2022, o ministro disse que, por “questão de lealdade”, apoiaria a candidatura de Bolsonaro à reeleição. “Eu já falei um milhão de vezes, vou ter que tatuar na testa. O presidente já apontou que pretende (disputar a) reeleição. Sou ministro do governo, vou apoiar Bolsonaro. O presidente está dando apoio às políticas da pasta.”

Moro defendeu ainda a manutenção de Hamilton Mourão na vice em uma chapa em 2022. “(Mas) quem vai decidir o vice é o presidente”, afirmou o ministro, que já teve o nome ventilado para ser candidato a vice de Bolsonaro na próxima disputa pelo Palácio do Planalto.

Supremo

O ministro da Justiça também disse considerar “natural” uma eventual indicação de seu nome para a vaga do ministro Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal (STF). O decano deixará o tribunal no fim do ano e Bolsonaro já prometeu indicá-lo para uma cadeira na Corte. “É uma perspectiva interessante, natural na minha carreira. A escolha cabe ao presidente. Ele tem a possibilidade de me indicar, mas se fala do Jorge Oliveira (ministro da Secretaria-Geral da Presidência), do AGU (advogado-geral da União, André Mendonça), tem outros nomes”, declarou.

O ex-juiz da Lava Jato voltou a criticar a mudança de entendimento do STF sobre prisão após condenação em segunda instância – a decisão beneficiou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado por Moro. “O correto era ter cumprido toda a pena dele. “Com respeito ao Supremo, o julgamento foi um retrocesso. Vou tentar ajudar o Congresso a aprovar projetos para retomar a prisão em segunda instância.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Irritado com “voo particular”, Bolsonaro deve rever uso de aviões da FAB

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O presidente Jair Bolsonaro deve pedir a auxiliares que revisem as regras de uso de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) após o secretário executivo da Casa Civil, Vicente Santini, utilizar uma aeronave oficial para se deslocar até Nova Délhi, na Índia. Bolsonaro ficou incomodado com o voo particular do número 2 da pasta comandada por Onyx Lorenzoni, enquanto outros ministros optaram por viajar por companhias comerciais.

Santini, que substitui Onyx durante as férias do ministro, viajou no dia 21 do Brasil para Davos, na Suíça, onde participou do Fórum Econômico Mundial, e, de lá, para a capital indiana, onde se juntou à comitiva presidencial. Todos os deslocamentos foram feitos em um jato Legacy, da Aeronáutica. A viagem de FAB do secretário executivo da Casa Civil foi noticiada pelo site do jornal O Globo.

O governo não informa o custo da viagem, mas, de acordo com oficiais da FAB ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, um deslocamento como este não sai por menos de R$ 740 mil.

Santini viajou acompanhado de mais duas servidoras. A secretária do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha Seillier, e a assessora internacional do PPI, a diplomata Bertha Gadelha.

Segundo interlocutores, Bolsonaro ficou “muito irritado” com o voo “particular” e a mensagem negativa que pode passar para a opinião pública, contrária ao discurso de austeridade nas contas públicas adotado pelo governo federal. O presidente não quis se dirigir a Santini, mas fez chegar a “bronca” ao secretário executivo.

A estes interlocutores, Bolsonaro disse ainda que quer saber como funcionam as regras de solicitação de aviões da FAB para modificá-las, a fim de evitar “abusos”, como classificou o episódio com Santini.

O assunto já deverá entrar na pauta hoje, quando Bolsonaro desembarca em Brasília. Santini, no entanto, deverá chegar depois, já que o voo “especial” é mais demorado.

A indignação do presidente, de acordo com interlocutores, foi maior pelo fato de ministros importantes de seu governo, como Paulo Guedes (Economia), terem enfrentado as horas de voo até Davos em aviões comerciais. Além de Guedes, que pagou um “upgrade” para viajar de classe executiva do próprio bolso, foram em voos regulares a ministra Tereza Cristina (Agricultura), Bento de Albuquerque (Minas e Energia) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde).

Histórico

O incômodo com Santini tem crescido em setores do governo. Auxiliares do presidente questionam sua presença constante em eventos com Bolsonaro, mesmo os que não têm qualquer relação com sua área de atuação. Também questionam a “desenvoltura” com que o secretário executivo da Casa Civil circula no terceiro andar do Planalto, onde fica o gabinete presidencial.

De acordo com o Diário Oficial da União, a viagem de Santini foi autorizada pelo presidente “com ônus”. Mas o decreto não fala em autorização para solicitar voos da FAB. Questionada, a Casa Civil informou que “a solicitação cumpriu todos os requisitos previstos na legislação vigente”. “Por uma questão de agenda, o secretário Santini participou da reunião do Conselho de Governo na terça-feira (21) e embarcou para Davos às 14h, chegando justo a tempo de participar de compromissos assumidos naquela cidade”, afirmou a pasta em nota.

A FAB informou que o pedido cumpriu os requisitos legais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

MPF pede à Polícia Federal que investigue secretário da Secom por corrupção e peculato

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O Ministério Público Federal em Brasília pediu à Polícia Federal nesta segunda-feira (27) a abertura de inquérito criminal para investigar o chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), Fabio Wajngarten. As informações são do jornal Folhas de S.Paulo.

A investigação visa apurar apurar supostas práticas de corrupção passiva, peculato (desvio de recursos públicos feito por funcionário público, para proveito pessoal ou alheio) e advocacia administrativa (patrocínio de interesses privados na administração pública, valendo-se da condição de servidor).

O pedido do MPF ocorre após uma série de reportagens da Folha que indicam Wajngarten como sócio majoritário da Fw Comunicação, que recebe dinheiro de emissoras de TV (entre elas Record e Band) e de agências de publicidade contratadas pela própria Secom e outros órgãos do governo de Jair Bolsonaro.

De acordo com o jornal, o secretário estaria privilegiando as empresas com a qual a FW Comunicação tem contrato. O caso correrá em sigilo. As penas previstas para os crimes de corrupção passiva e peculato variam de 2 a 12 anos de prisão, além de multa. No caso do crime de advocacia administrativa, aplica-se detenção de um mês a um ano.

Procurado na segunda-feira pela reportagem da Folha, Wajngarten não se manifestou. Ele tem negado irregularidades. A legislação vigente proíbe integrantes da cúpula do governo de manter negócios com pessoas físicas ou jurídicas que possam ser afetadas por suas decisões. A prática implica conflito de interesses e pode configurar ato de improbidade administrativa, se demonstrado o benefício indevido. Wajngarten nega irregularidades.

Fila para obter o Bolsa Família já chega a quase 500 mil pessoas

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O número de concessões do Bolsa Família despencou em 2019. Quase meio milhão de pessoas aguardam o benefício.

Jéssica tem sete filhos, o mais novo tem 13 dias. Ela depende do Bolsa Família para viver. Recebeu por dois anos e meio, mas, em julho de 2019, o dinheiro foi bloqueado. Ela tentou resolver, mas a resposta era que o governo estava cortando alguns benefícios e pediram para ela esperar.

“A renda mínima da gente é R$ 200 por mês com a reciclagem. Está fazendo bastante falta”.

Jéssica é mais uma na fila do benefício criado para famílias em situação de pobreza e extrema pobreza, com renda mensal de até R$ 89 por pessoa ou até R$ 178 mensais por pessoa, com filhos de zero a 17anos.

O jornal “O Globo” mostrou nesta segunda-feira (27) que a fila para obter o benefício já chega a quase 500 mil pessoas. A espera de agora é a maior desde o governo Dilma Rousseff.

Em 2014, a fila de espera do programa chegou a 824 mil pessoas. No ano seguinte, mais de 1,2 milhão de famílias aguardavam o benefício. Em 2016, a fila caiu para 375 mil famílias. O número continuou caindo em 2017, quando 153 mil esperaram pelo benefício.

Em 2018, o governo Michel Temer conseguiu zerar a fila de espera – naquele ano, o ministro responsável pelo Bolsa Família já era Osmar Terra, que continua no cargo.

Essas informações só foram obtidas por meio da Lei de Acesso à Informação. O ministério demorou quatro meses para informar os números e só o fez por determinação da Controladoria Geral da União.

De acordo com a reportagem do jornal “O Globo”, a média de novas concessões, que de janeiro a maio de 2019 era de mais de 260 mil por mês, caiu drasticamente desde junho de 2019. Hoje o governo concede, em média, pouco mais de cinco mil novos benefícios.

A resposta do Ministério da Cidadania veio por meio de nota em que admite:

“Nos últimos meses, houve redução no número de inclusões de famílias, o que deve ser normalizado com a conclusão dos estudos de reformulação do Bolsa Família”.

O ministério não explicou como nem quando será feita essa reformulação. Ainda segundo a nota, “o número de beneficiários flutua mensalmente em virtude dos processos de inclusão, exclusão e manutenção de famílias”.

Os cancelamentos, de acordo com o ministério, “estão relacionados aos procedimentos de averiguação e revisão cadastrais, fiscalização, desligamentos voluntários, descumprimento de condicionalidades e superação das condições necessárias para a manutenção dos benefícios”.

Em 2019, o governo gastou R$ 32 bilhões com o Bolsa Família. A previsão para 2020 é de R$ 29 bilhões. Mas o governo diz que a reformulação do programa vai prever aumento dos recursos.

O economista Gil Castello Branco, do Contas Abertas, diz que o orçamento apertado não justifica cortar benefícios sociais.

“Nada justifica esses números. A situação fiscal é difícil? É difícil. Mas, de qualquer forma, não se pode tentar minorar a situação fiscal grave reduzindo-se benefícios do Bolsa Família, um programa social extremamente importante. Por outro lado, essa questão de se passar um pente-fino no Bolsa Família para se corrigir fraudes, ou mesmo no desenvolvimento de um novo programa, isso tem que ser feito sem que aquelas pessoas que hoje têm direito e estão na fila fiquem sem receber o benefício”.

Vai viajar com cão e gato? O que você precisa saber antes de entrar no avião, carro ou ônibus

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As três maiores companhias aéreas brasileiras transportaram juntas cerca de 800 mil cães e gatos em 2019. Só a Latam leva uma média de 700 pets por mês. Em dezembro, na alta temporada, somente a Gol voou com 10 mil animais – um crescimento de 38% em comparação com 2018.

Os valores variam de R$ 200 a R$ 900, dependendo da empresa e do porte do animal. Profissional de recursos humanos, Ligia Zambom já viajou com seu shitzu Peu, de 8 anos, de Vitória (ES) a Salvador (BA), e acha caro o valor cobrado.

“Na ida, de Gol, ele viajou nos meus pés. Na volta, de Azul, foi no espaço que fica entre a tripulação e os passageiros. Todas as vezes numa caixa rígida. Levarei sempre porque é uma experiência tranquila, mas o valor cobrado é caro, fixo e não varia com promoção.”

Ligia Zambom e Peu, seu shitzu de oito anos: viagem juntos, de avião, para Salvador (BA) — Foto: Acervo pessoal

O advogado Fernando Mapelli também viaja frequentemente com Paçoca, sua golden retriever de quatro anos. Uma das mais recentes foi saindo da capital paulista com destino a Ilhabela, no litoral norte.

“Chegando lá, Paçoca ainda pegou uma balsa. Ela é muito tranquila, vai dormindo no carro. Usamos uma capa no banco, um peitoral e o cinto de segurança. E paramos de uma em uma hora para que ela tome água, urine e ande um pouco”.

A crescente de pets embarcando em aviões, ônibus e carros é acompanhada por uma série de exigências, proibições e precauções (veja as condições de cada companhia aérea no final do texto). Por isso, o G1 reuniu o que é preciso saber antes e depois de viajar com seu animação de estimação.

Cuidados com a saúde do animal

A médica veterinária Marcela Fuzzetti, do Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, alerta que as viagens por si só não trazem riscos aos pets, mas sobram motivos para ficar atento com a respiração, a frequência cardíaca e possíveis enjoos.

Já o professor Doutor Mateus José Rodrigues, do Departamento de Zootecnia da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Unesp, lembra que cães que viajam no compartimento de bagagens podem encarar a viagem de forma pior. Veja as dicas abaixo.

  • Se o animal tiver histórico de mudanças de comportamento, como ansiedade e estresse, pode sofrer com problemas para respirar em decorrência da experiência desconfortável do voo. É que eles ficam longe dos donos ou confinados em caixas de transporte (se forem pequenos) e no compartimento de cargas (se forem grandes). Existem tranquilizantes naturais – fitoterápicos – que podem ser recomendados por médicos veterinários.
  • O mesmo vale para raças com face achatada, que sofrem mais com a má respiração. Se ficam estressados, eufóricos e ansiosos, a dificuldade respiratória agrava. É o caso dos cães das raças pug, bulldog, pequinês, boxer, shih tzu e yorkshire. Já nos gatos, é o caso das raças burmês, exótico, himalaio e persa.
  • Evite viajar de avião se o animal tiver cardiopatia. As alterações no coração podem ser agravadas com situações de estresse.
  • “Canse” o animal antes da viagem. Levar para brincar na rua e passear faz com que, na hora do voo ou de pegar a estrada, ele já esteja cansado, estressando menos e relaxando durante o percurso.
  • Há diferenças no comportamento de cães, dependendo do tamanho. Os de pequeno porte podem viajar na companhia de seus tutores, o que permite o contato (olfativo, auditivo e visual) com quem confiam. Por conta disso, é esperado que os cães grandes, que viajam no compartimento de bagagens, fiquem mais estressados durante a viagem.
  • No avião, não faça movimentos bruscos com a caixa do pet. Realize inspeções regulares no animal e, nos casos em que identificar muita agitação, converse com ele com voz pausada e calma, na tentativa de acalmá-lo.
  • Se a viagem for de carro, faça paradas a cada duas horas para que o animal ande um pouco, urine e beba água. Se for de ônibus, opte por viagens curtas ou com paradas a cada duas horas.
  • Pode ocorrer um desconforto intestinal por conta do movimento do veículo. Logo, o ideal é não viajar com o animal de estômago cheio ou após comer. Veterinários podem indicar remédios contra náusea. Mas nem todos os cães vão apresentar enjoo.
  • Use coleira de peitoral. A de pescoço pode causar problemas na coluna e acidentes graves para o animal em caso de freada brusca ou colisão. Há cintos de segurança específico para cães. E gatos devem ser levados sempre na caixa de transporte.
  • Não use sedativos, porque são muito perigosos. Quando um pet é sedado, há um monitoramento em relação a temperatura, pressão arterial e cardíaca. Há o risco de vida porque nestes casos não há um monitoramento.
  • Monitore o animal após a viagem quanto ao apetite, sede e defecação.

Pets na cabine

Gol

  • Cães e gatos devem pesar até 10 kg (contando com a caixa de transporte) e ter no mínimo 4 meses de vida.
  • O custo é de R$ 250 por trecho e por animal para voos domésticos e R$ 600 por trecho e por animal para voos internacionais.
  • É preciso apresentar comprovação de vacinação antirrábica com o nome do laboratório produtor, o tipo da vacina e o número da ampola utilizada. A vacina deve ter sido aplicada há mais de 30 dias e menos de 1 ano da data de embarque. Também deve ser apresentado atestado sanitário do animal, com validade de 10 dias após a data de emissão.

Latam

  • Cães e gatos devem pesar até 7 kg.
  • O custo é de R$ 200 por trecho e por animal para voos domésticos. Os valores variam dependendo do destino internacional.
  • É preciso apresentar um atestado de vacinação antirrábica, recomendada para filhotes com mais de 90 dias de vida. Após a aplicação da 1ª dose, deve-se aguardar 30 dias para o embarque. Há documentações específicas para viagens internacionais.

Azul

  • Cães e gatos devem pesar até 5 kg.
  • O custo é de R$ 250 por trecho e por animal para voos domésticos. E de cem dólares para compras realizadas no exterior.
  • É preciso apresentar comprovante da vacinação antirrábica, com o nome do laboratório produtor, o tipo da vacina e o número da partida/ampola utilizada. A vacina precisa ter sido aplicada há mais de 30 dias e há menos de um ano do embarque. Também deve ser apresentado o atestado de saúde do animal, emitido por médico veterinário, com validade de 10 dias da data de emissão.

Pets no compartimento de cargas

Gol

  • Cães devem pesam entre 10 kg e 30 kg. Não é permitido o transporte de animais que, com a caixa de transporte, pesem mais de 30 kg “por questões de segurança para o próprio bicho”.
  • É preciso apresentar comprovação de vacinação antirrábica com o nome do laboratório produtor, o tipo da vacina e o número da ampola utilizada. A vacina deve ter sido aplicada há mais de 30 dias e menos de 1 ano da data de embarque. Também deve ser apresentado atestado sanitário do animal, com validade de 10 dias após a data de emissão.
  • O custo é de R$ 650 por trecho e por animal em voos nacionais e R$ 800 por trecho e animal em voos internacionais.
  • Não são permitidos cães e gatos de focinho curto, por conta das características de seu sistema respiratório. É preciso checar a listagem de raças com a companhia.

Latam

  • Cães precisam pesar entre 7 kg e 45 kg.
  • Não são permitidos cães e gatos de focinho curto, por conta das características de seu sistema respiratório. É preciso checar a listagem de raças com a companhia.
  • É preciso apresentar um atestado de vacinação antirrábica, recomendada para filhotes com mais de 90 dias de vida. Após a aplicação da 1ª dose, deve aguardar 30 dias para o embarque. Também deve ser apresentado atestado sanitário do animal. Há documentações específicas para viagens internacionais.
  • O custo é de R$ 900 por trecho e por animal em voos nacionais. Os valores variam dependendo do destino internacional.

Azul

  • Não transporta animais no compartimento de cargas.

Cães-guias e de acompanhamento emocional

Gol

  • Cães-guias e cães-ouvintes são aceitos em todos os voos, desde que estejam acompanhando pessoas com deficiência. Já os cães de acompanhamento emocional são aceitos apenas para os voos com origem ou destino aos EUA e Cancun. “No Brasil não há legislação para o transporte de animais de apoio emocional, por esta razão ainda não presta este tipo de serviço”.

Latam

  • Cães-guias podem viajar dentro do Brasil, desde que seja apresentada carteira de vacinação contra raiva e use coleira. Há documentações específicas para viagens internacionais. Já cães de suporte emocional só podem voar para os Estados Unidos, México e Colômbia – pode conta da legislação.

Azul

  • Cães-guias devem estar equipados com coleira. É preciso apresentar a carteira de vacinação atualizada com comprovação da vacinação múltipla e antirrábica assinado pelo médico veterinário – a vacina é obrigatória para animais a partir de 3 meses de idade e deve ter sido aplicada há mais de 30 dias e menos de 1 ano.
  • Cães de apoio emocional podem viajar para os Estados Unidos. É preciso apresentar carteira de vacinação, incluindo a vacina antirrábica com nome do laboratório produtor, o tipo de vacina e o número da ampola. A vacina deve ter sido aplicada a mais de 30 dias e menos de 1 ano. É também preciso apresentar Certificado Veterinário Internacional (CVI) válido por 60 dias a partir da data de emissão e o preenchimento da declaração de animal de suporte emocional. Também deve-se apresentar autorização médica.

Bolsonaro diz que vai apurar se problema na correção do Enem foi erro do governo, falha humana ou sabotagem

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (28) que vai apurar se a falha no Enem foi erro do governo, “falha humana” ou sabotagem.

Na manhã do sábado (18), o ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou que foram encontradas “inconsistências na contabilização e correção da segunda prova do Enem do ano passado”, referindo-se ao Enem 2019. Segundo Weintraub, o erro atingiu “alguma coisa como 0,1%” dos candidatos que prestaram o exame.

A gráfica responsável pela impressão das provas, segundo o ministério, descasou, em alguns casos, o cartão de respostas com o tipo da prova a que o documento deveria corresponder. O MEC informou que os alunos afetados já tiveram as provas corrigidas corretamente.

Por causa da falha, a Justiça mandou suspender a divulgação do resultado do Sisu, sistema em que o estudante concorre a vagas em universidades públicas com a nota do Enem.

Bolsonaro disse que esse tipo de falha na correção do Enem não pode acontecer. O presidente falou com jornalistas na chegada à residência oficial do Palácio da Alvorada, ao voltar de uma viagem oficial à Índia.

“Enem, está complicado. Eu estou conversando com ele [ministro da Educação, Abraham Weintraub], para ver se foi alguma falha nossa, falha humana, sabotagem, seja lá o que for. Temos que chegar no final da linha e apurar isso. Não pode acontecer isso. E nós sabemos que tudo está na mesa. Eu não quero me precipitar dizendo o que deve ter acontecido com o Enem”, disse o presidente.

Bolsonaro afirmou ainda que o governo vai assumir a responsabilidade, caso fique comprovado que a falha foi da equipe que organiza o Enem.

“Acho que todas as cartas estão na mesa. Não quero dizer que é isso, para querer se eximir, talvez, de uma responsabilidade que seja nossa. Não sou dessa linha. Eu quero realmente é apurar e chegar no final da linha para falar com propriedade. Se for nossa, assume. Se for de outros, mostras com provas o que houve”, completou.

Enquanto Mato Grosso conquistou duplicação de rodovias, Rondônia continua com a BR-364 em condições precárias

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O forte trabalho político dos representantes do Mato Grosso no Congresso Nacional garantiu a duplicação e conservação das rodovias federais no Estado. O trecho entre Cuiabá e Rondonópolis foi repassado a iniciativa privada que iniciou há 2 anos a construção de uma nova pista. Em Rondônia, a BR-364 continua com os mesmos problemas de conservação. Há trechos com grande incidência de buracos entre Pimenta Bueno a Ariquemes. A entrada do município, que hoje é o maior produtor de peixe de Rondônia, está praticamente intransitável e as equipes do DNIT vivem alterando o trajeto dos motoristas causando mais transtornos.

O coordenador da bancada federal, deputado Lucio Mosquini (MDB), diz que a BR-364 não deveria estar passando por esses problemas já que o Governo Federal mantém 3 contratos com empresas para prestar serviços de manutenção. A expectativa deste ano de 2020, segundo ele, é o processo de privatização da rodovia. Mosquini explica que a BR-364 está divida em 7 lotes de 100 quilômetros e que a Secretaria Nacional de Privatização, criada no Governo Bolsonaro, está cuidando dos trâmites para o repasse não oneroso a iniciativa privada. “Essa medida não deve vingar porque a empresa que vencer a disputa fica obrigada a fazer 10% de duplicação a cada ano do lote que vencer, aí então passaria a cobrar o pedágio. De qualquer forma, será ruim para Rondônia porque assim que iniciar o processo de privatização a BR-364 perde seus recursos para investimentos, apenas para conservação. Ou seja, não poderemos mais pedir a construção de uma terceira faixa ou duplicação”, disse Mosquini.

Ouvido pelo RONDONIAGORA, o deputado Coronel Crisóstomo (PSL) disse que encaminhou ofícios ao Ministério dos Transportes exigindo explicações sobre os investimentos na conservação da rodovia.

Secretária de Justiça Etelvina Rocha pede demissão

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A secretária de Estado de Justiça Etelvina Rocha, pediu demissão do cargo nesta segunda-feira. A informação foi confirmada pelo líder do Governo na Assembleia, Eyder Brasil e também pela Superintendência de Comunicação. O RONDONIAGORA com fontes, que Etelvina alegou motivos particulares ao governador Marcos Rocha, que a convenceu a permanecer na pasta até março, quando o sucessor será nomeado.

Etelvina é formada em Direito e agente penitenciária. Assumiu o cargo há cerca de um ano, com a posse de Rocha como governador.

Criminosos invadem fazenda, fazem casal refém e roubam tratores em Alto Paraíso, RO

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Pelo menos quatro criminosos armados invadiram uma propriedade na Zona Rural de Alto Paraíso (RO), no último fim de semana, fizeram duas pessoas reféns e roubaram dois tratores que eram usados na lavoura de arroz da fazenda. Segundo a polícia, o maquinário era o alvo dos criminosos. Ninguem foi preso.

O crime aconteceu na linha 107 e as vítimas foram o caseiro e a esposa dele. O casal foi amarrado a uma árvore em uma região de mata próxima da fazenda.

A polícia informou que o homem e a mulher ficaram sob mira dos assaltantes por cerca de cinco horas, até às 4h de domingo (26). Enquanto dois dos suspeitos vigiavam o casal, o restante carregava um caminhão com os dois tratores, usados em uma área de 70 hectares.

Nenhum dos suspeitos foram localizados ou presos até a última atualização desta reportagem. Os veículos também não foram encontrados.

De acordo com a Polícia Militar (PM), apesar dos casos recentes, de junho a dezembro de 2018 foram registrados 30 roubos na Zona Rural da região. Já em comparação com o mesmo período, o valor caiu para 17 em 2019, o que representa redução de mais de 50%.

As denúncias sobre o paradeiro dos suspeitos e a localização dos tratores podem ser feitas de forma anônima pelo 190 da PM ou o 197, da Polícia Civil.

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