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segunda-feira, julho 13, 2026
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Roupa Nova anuncia que grupo mudará nome para Roupa Sempre Nova

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A banda Roupa Nova usou suas redes sociais para afirmar que mudou o nome do grupo para Roupa Sempre Nova nesta segunda-feira, 27.

“Completamos 40 anos de estrada com a mesma energia de sempre e queremos marcar esse momento. Por isso, decidimos atualizar o nome da banda: a partir de agora somos Roupa Sempre Nova! Vida longa à Roupa Nova!”, informa o comunicado.

O Roupa Nova não informou se a mudança é definitiva ou se faz parte de alguma campanha publicitária.

Confira o anúncio do nome Roupa Sempre Nova abaixo:

Clique aqui

Usuários reclamam de problemas para usar Google Drive

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O serviço de armazenamento de arquivos Google Drive ficou fora do ar na tarde desta segunda-feira (27), de acordo com usuários. O site Down Detector, que mostra o status de sites, aplicativos e serviços online confirmou que a plataforma passava por problemas.

De acordo com o Google, o problema já foi resolvido. “Nós nos desculpamos pelo inconveniente e agradecemos pela paciência e suporte. Confiabilidade do sistema é uma prioridade para o Google”, disse a empresa em um comunicado sobre detalhes do serviço.

O Google Drive funciona como ferramenta de trabalho para muitas pessoas e empresas, que utilizam mecanismos para criação de documentos e planilhas no serviço.

As principais reclamações aconteceram nos Estados Unidos, mas no Brasil usuários do Drive também tiveram problemas para acessar documentos. Muitos reclamaram no Twitter do problema, onde houve mais de 60 mil menções ao serviço.

https://twitter.com/ninazzepam/status/1221860396606414849?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1221860396606414849&ref_url=https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Feconomia%2Ftecnologia%2Fnoticia%2F2020%2F01%2F27%2Fusuarios-reclamam-de-problemas-para-usar-google-drive.ghtml

https://twitter.com/hansponto/status/1221864876693389313?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1221864876693389313&ref_url=https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Feconomia%2Ftecnologia%2Fnoticia%2F2020%2F01%2F27%2Fusuarios-reclamam-de-problemas-para-usar-google-drive.ghtml

Moradores usam cinzas de vulcão para reformar casas nas Filipinas

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Moradores da cidade de Binan, nas Filipinas, estão transformando a destruição causada por um fenômeno natural em uma oportunidade de reconstrução e mudança.

Eles estão usando as cinzas expelidas pela erupção do vulcão Taal no último dia 12 para fazer centenas de milhares de tijolos, para viabilizar a reforma das partes da cidade que foram danificadas justamente durante a erupção.

Além de cinzas, os tijolos são feitos com restos de cimento e plástico, o que também ajuda a diminuir os resíduos nos aterros da cidade.

Esquema de reciclagem

Depois da erupção, o prefeito de Binan, Walfredo Dimaguila Jr, pediu que os moradores coletassem as cinzas que se espalharam pela cidade em sacos e levassem para uma fábrica.

“Em vez de simplesmente empilhar e largar toda a cinza em algum lugar, nós conseguimos fazer algo de útil com ela. E isso inclui os plásticos também”, disse o secretário de meio-ambiente da cidade, Rodelio Lee, ao jornal alemão DW.

Com uma produção diária de cerca de 5 mil tijolos por dia, a cidade de Binan conseguiu transformar um desastre natural em uma imensa oportunidade de reciclage,

“Quando pegamos as cinzas, pensamos em usar no lugar da areia que normalmente misturamos com plástico para fazer os tijolos. Fizemos isso e eles saíram bem sólidos”, explicou o prefeito Dimaguila à Reuters.

Agora, o próximo passo é transformar esses tijolos em verbas públicas. “Nosso plano é pegar esses blocos e tijolos e vender às empresas interessadas”, disse o prefeito, que assegura que o dinheiro será usado para ajudar pessoas prejudicadas pela erupção.

Fila de espera do Bolsa Família volta a crescer em 2019

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No primeiro ano do governo Bolsonaro, o Bolsa Família passou por cortes e a fila de espera voltou a crescer. Segundo o jornal O Globo, o número de famílias que esperam pelo benefício saltou de zero, em 2018, para 494.229 famílias em junho do ano passado. O jornal afirma também que esta é a maior fila de espera desde 2015, período em que a fila chegou a 1,2 milhão de famílias aguardando o auxílio.

>Governo cortou 1,3 milhão de benefícios do Bolsa Família em 2019

As famílias com perfil para obter o auxílio devem possuir uma renda mensal de até R$ 89 por pessoa e são consideradas em situação de extrema pobreza. Aquelas famílias que ganham entre R$ 89 e R$ 178 por pessoa são consideradas pobres e têm direito ao benefício caso tenham gestantes e crianças ou adolescentes até 17 anos na sua composição.

A média mensal de novos benefícios concedidos era de 261.429, entre os meses de 2018 e maio de 2019. Em junho, esse valor despencou para 5.667, provocando um aumento no tempo de espera. Antes, as famílias aguardavam cerca de 45 dias, esse período aumentou para seis meses ou mais.

Ministério da Cidadania informou ao jornal por meio de nota que a redução drástica aconteceu numa tentativa de combater fraudes e também por questões orçamentárias. O Ministério afirma também que uma reformulação do programa está em curso na Esplanada.

No primeiro ano do governo de Jair Bolsonaro, o Bolsa Família chegou a atingir o maior número de assistidos desde a sua criação em 2004. Em maio, o número de famílias beneficiadas chegou a 14,2 milhões, recebendo uma renda média de R$190. O programa, no entanto, vem encolhendo mês a mês, apesar do governo ter incluído o 13º. Em dezembro de 2019, o número de beneficiários chegou ao seu menor patamar desde 2011.

Aumento da miséria

Em 2018, o número de pessoas em situação de miséria (aquelas que vivem com renda menor do que R$ 145 por mês) bateu recorde 13,5 milhões, segundo dados do IBGE. Durante a crise econômica houve um aumento de 50% de brasileiros empurrados para situação de miséria no país.

Follador denuncia inércia do Governo e possível cartelização dos frigoríficos

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O deputado Adelino Follador (DEM) criticou a inércia do Governo Estadual, que mesmo diante do prejuízo dos pecuaristas e da própria economia do Estado, não tem se mobilizado para conhecer a situação deste segmento que está sofrendo com a política de preços e com a grave denúncia de uma possível cartelização dos frigoríficos instalados no Estado, que asfixia o produtor, que é obrigado a negociar a arroba do boi gordo com percentual de até 18%,menor que nas praças de São Paulo, Mato Grosso, Goiás e Pará.

Para o parlamentar, não é possível que o segmento dos frigoríficos que recebem incentivos do poder público tenha o prazer de maltratar os produtores, sem levar em consideração os benefícios que recebem do Governo. Ele explicou que, para se ter ideia a maioria dos frigoríficos recebem incentivos do Governo de Rondônia de até 85%, para venda no mercado interno e, pasmem, recebem também o incentivo de uma alíquota igual a zero de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para as exportações para o exterior ou para a Zona Franca de Manaus.

Adelino Follador disse que neste cenário, os frigoríficos estão ganhando muito dinheiro às custas dos pecuaristas rondonienses. “Basta ver que atualmente Rondônia exporta, inclusive para China e para mais de 40 países, numa tendência crescente e diária de aumento das exportações”, disse destacando que os frigoríficos também têm a sorte (e isso é bom) de ter um câmbio animador e muito compensador, eis que mantém a estabilidade do dólar com oscilação sempre crescente, mantendo-se acima da casa dos R$ 4.

“Enquanto isso o pecuarista rondoniense, que carrega a bandeira do trabalho e desenvolvimento do Estado, é desrespeitado e explorado sem escrúpulo”, indicou o deputado exigindo uma posição do Governo do Estado, que preserve a produção no campo, a economia e respeite o pecuarista que é submetido a dificuldades de toda ordem para manter a produção.

Ao citar o tamanho das diferenças do preço da arrouba de boi praticados em Rondônia e nos outros estados, Adelino Follador citou nota da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia (Faperon) e do Sindicato do Produtores de Cacoal, como lastro para sua denúncia. De acordo com a nota é preciso “alertar a classe produtora que historicamente nestes últimos 3 anos os preços pagos pela arroba do boi e vaca gorda, sempre obedeceram a um diferencial entre 7% à 10% em relação aos preços pagos na praça do estado de São Paulo e sendo igual aos valores pagos aos pecuaristas de MT, GO e PA.

Segundo Follador, como já é do conhecimento da maioria dos produtores, esta diferença do preço da arroba do boi gordo rondoniense vem aumentando gradativamente em relação a outros estados produtores, e atualmente já se fala em até 18%. “Isso não é possível, é um abuso, e o produtor de Rondônia não pode aceitar mais isso”, disse o deputado que anunciou a ideia de propor uma audiência pública na Assembleia para discutir a situação.

Follador lembrou que este tema já foi objeto de discussão no Estado, inclusive na Assembleia Legislativa, quando há dois ou três anos, os frigoríficos passaram a atuar de forma cartelizada, pagando o que queria pelo preço da carne. “Foram tempos difíceis e que não podem voltar”, lembrou o deputado informando que já se fala até em levar o gado de Rondônia para ser abatido em outros estados, diminuindo o tamanho dos prejuízos para os produtores e para a economia rondoniense.

Mais de 65% dos acessos ao Sisu foram feitos por celulares ou tablets

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O novo portal do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), lançado em 2020 e pensado para dispositivos móveis, registrou 66% dos acessos por celulares ou tablets. Foram seis dias para inscrição, período no qual o site — mesmo em edição piloto — ficou disponível 91,6% do tempo. Foram, ao todo, 3.458.358 inscrições, feitas por 1.795.211 pessoas. Cada candidato pôde optar por até dois cursos.

A região do país com o maior número de inscrições foi a Nordeste: 1.375.758. A segunda colocada, Sudeste, registrou 1.088.094. Completam a lista a Sul, a Norte e a Centro-Oeste, com 368.751, 322.954 e 302.801, respectivamente. Neste semestre, a oferta é de 237.128 vagas em 128 instituições públicas de ensino superior.

Por curso, Medicina puxou a lista do número de inscrições, com 274.190. Os dois que seguem são Administração — 190.454 — e Direito — 175.413. Os mais concorridos, ou seja, com maior número de inscrições por vaga ofertada, foram Ciências Biomédicas (145 inscrições/vaga), Educação Física (106) e Têxtil e Moda (94).

Novo portal – O Sisu deste ano registrou pico de inscrições por minuto: chegou a 7 mil. Uma média de 1.571.377 pessoas acessou o portal diariamente.

Neste ano, o Ministério da Educação (MEC) testou o Sisu em nuvem, fora dos servidores da pasta, para suportar mais usuários ao mesmo tempo, adaptar o site para aparelhos mobile e economizar recursos. Para 2020, a diminuição de gastos estimada é de R$ 15 milhões; nos primeiros cinco anos, R$ 25 milhões.

Sisu – O Sisu é uma das formas de ingresso à educação superior com a nota do Enem. Trata-se do sistema informatizado do MEC por meio do qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas a participantes do exame. O pré-requisito é não ter zerado a redação na edição de 2019 do Enem.

Quem não conseguir uma vaga pelo Sisu, pode tentar uma vaga pelos vestibulares tradicionais. Há ainda o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferta bolsas integrais e parciais (50%) em instituições privadas, e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies), para financiar o valor da graduação.

AGU aguarda dados para recorrer de suspensão de resultados do Sisu

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Após reunião com técnicos do Ministério da Educação e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a Advocacia-Geral da União (AGU) disse hoje (27) que aguarda o recebimento de novos dados e notas técnicas antes de recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) da decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), que suspendeu a divulgação do resultado das inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

Na noite de ontem (26), a desembargadora Therezinha Cazerta, do TRF3, decidiu manter em vigor uma liminar concedida pela Justiça Federal de São Paulo que impede a divulgação dos resutados amanhã (28), como estava previsto. A magistrada manteve a suspensão da divulgação sob alegação de que o governou ainda precisa dar um posicionamento “seguro e transparente” sobre a correção do Enem. Cerca de 1,5 milhões de estudantes de inscreveram no programa.

Ao confirmar o recurso ao tribunal, a AGU disse, em nota, que qualquer nova medida “não alterará o resultado das notas dos candidatos e o eventual adiamento ou suspensão de prazos do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) causará prejuízos incalculáveis às instituições de ensino e aos candidatos interessados em acessar a educação superior por meio dos processos seletivos realizados pelo governo federal, bem como ao início do calendário universitário”.

Histórico

No sexta-feira (25), a Justiça Federal de São Paulo havia determinado a suspensão da divulgação dos resultados do Sisu até que o governo federal demonstre a correção das provas apontadas com problemas por estudantes de todo o país. O tribunal deu prazo de cinco dias para o cumprimento da decisão, sob multa diária de R$ 10 mil.

A decisão foi motivada por pedido da Defensoria Pública da União (DPU). Na petição, o órgão cobra que o Ministério da Educação comprove com documentos a realização da revisão dos testes prejudicados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além disso, reivindica a explicação sobre os parâmetros utilizados nesse procedimento.

O erro, argumentou a DPU, teria impactado não apenas os estudantes, mas o desempenho de todos os participantes, uma vez que notas de corte e a classificação são atribuídas a partir das notas de todos os alunos que realizaram a prova. “Tendo em vista que as notas das provas que foram revisadas podem ter sofrido substancial alteração, é certo que há a potencialidade de gerar algum impacto, ainda que de décimos, nos resultados finais de todos os candidatos, o suficiente para significar o acesso à vaga”, destaca a petição.

Trump recebe Netanyahu otimista sobre plano de paz que será revelado terça-feira

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se mostrou otimista nesta segunda-feira sobre seu plano de paz para O Oriente Médio ao receber seu “amigo”, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, e anunciou que o documento, rechaçado categoricamente pelos palestinos, será apresentado na terça-feira.

“Vamos falar sobre a paz no Oriente Médio”, prometeu Trump antes de entrar no Salão Oval com o chefe do governo israelense.

Depois de diversos adiamentos, o mandatário confirmou que o plano americano – considerado histórico por Netanyahu – será revelado na terça-feira, ao meio-dia (horário local).

“Acho que há a oportunidade” de promover a paz, “é um grande começo”, declarou Trump, acrescentando que ao final espera obter apoio dos palestinos.

Trump, que chegou ao poder há três anos e confiou o delicado assunto da paz no Oriente Médio a seu genro e assessor Jared Kushner, repete que sonha com alcançar o sucesso onde seus antecessores fracassaram.

Mas nunca explicou, até agora, como imagina que vai conseguir a volta dos palestinos à mesa de negociações. Eles acham que Washington já não tem a credibilidade para agir como mediador depois de uma série de decisões favoráveis a Israel.

Segundo funcionários de alto escalão palestinos, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, rejeitou nos últimos meses as ofertas de diálogo do presidente americano, considerando a proposta “já morta”.

E o primeiro-ministro palestino, Mohamed Shtayyeh, pediu para a comunidade internacional a boicotar o plano americano, que segundo ele é contrário ao direito internacional.

“Este não é um plano de paz para o Oriente Médio”, disse, apontando que a iniciativa tem como objetivo principal proteger “Trump da destituição” e “Netanyahu da prisão”.

Trump enfrenta um julgamento político no Senado e Netanyahu luta contra um crescente escândalo de corrupção antes das eleições parlamentares de 2 de março, que promete ser agitada.

– Cara a cara com Gantz –

O programa de dois dias pelo lançamento do plano de paz é agitado.

Após o encontro do presidente americano e do primeiro-ministro israelense, que nunca deixam de se elogiar, haverá um encontro cara a cara entre Trump e Benny Gantz, rival de Netanyahu nas eleições.

Na terça, Trump e Netanyahu falarão juntos da Casa Branca.

O primeiro-ministro de Israel disse que esperava um plano “histórico” de Trump, que se descreveu como “o melhor amigo que Israel já teve”.

Do lado palestino, a mensagem é clara: o documento que Trump prometeu apresentar finalmente depois de vários adiamentos “já está morto”.

“Rejeitamos totalmente o que o governo Trump fez até agora (…) Nossa posição é clara: Israel deve pôr um fim à ocupação das terras palestinas em vigor desde 1967”, disse o porta-voz de Abbas, Nabil Abu Rudeina.

No domingo, Saeb Erekat, secretário-geral da Organização de Libertação da Palestina (OLP), disse que se reservava o direito de se retirar dos acordos de Oslo, que enquadram suas relações com Israel.

Sob o acordo provisório de Oslo II de setembro de 1995 entre a OLP e Israel, a Cisjordânia foi dividida em três zonas: A, sob controle civil e de segurança palestino; B, sob controle civil palestina e da segurança israelense; e C, sob controle civil e de segurança israelense.

O acordo provisório estava programado para terminar em 1999, mas desde então foi tacitamente renovado por ambas as partes.

No entanto, o plano de Trump “transformará ocupação temporária em ocupação permanente”, denunciou Erekat.

– Plano ‘não será aprovado’ –

O projeto dos EUA também foi rejeitado pelo Hamas, o movimento que controla a Faixa de Gaza, um enclave palestino de 2 milhões de habitantes geograficamente separados da Cisjordânia, onde a autoridade de Abbas é limitada.

O plano dos EUA “não será aprovado” e pode até levar os palestinos a uma “nova fase” de sua luta, alertou Ismail Haniyeh, líder do movimento islâmico.

Os Estados Unidos apresentaram em junho o componente econômico de seu plano, que prevê aproximadamente US$ 50 bilhões em investimentos internacionais nos territórios palestinos e nos países árabes vizinhos por dez anos.

Mas os detalhes concretos deste projeto continuam sendo objeto de especulação.

Segundo os palestinos, o plano dos EUA inclui a anexação por Israel do vale do Jordão, uma vasta área estratégica da Cisjordânia e assentamentos nos territórios palestinos, bem como o reconhecimento oficial de Jerusalém como a única capital de Israel.

Haverá um Estado palestino na proposta dos EUA? Por enquanto, essa questão é um mistério.

Mas Trump e seu conselheiro Kushner se recusaram a usar o termo, rompendo com a posição tradicional da comunidade internacional em favor de uma solução de “dois Estados”.

OMS corrige e eleva a avaliação de risco internacional do coronavírus

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a classificar como “elevado” o risco internacional de contaminação pelo novo coronavírus. O novo status, divulgado nesta segunda-feira (27), é uma correção na avaliação feita anteriormente pela própria OMS. A organização esclareceu que, por um “erro de formulação”, havia apontado o risco como “moderado”.

Até o começo da tarde desta segunda, os dados oficiais apontavam 81 mortes e mais de 2,7 mil pacientes infectados. Também houve o primeiro registro de morte em Pequim.

Em seu relatório sobre a situação, a OMS indica que sua “avaliação de risco (…) não mudou desde a última atualização [22 de janeiro]: muito alto na China, alto no nível regional e em todo o mundo”.

Em relatórios anteriores, o órgão das Nações Unidas apontou que o risco global era “moderado”. “Foi um erro de formulação nos relatórios de 23, 24 e 25 de janeiro, e nós o corrigimos”, explicou à AFP uma porta-voz da instituição com sede em Genebra.

Na quinta-feira (23), a OMS considerou “muito cedo para falar de uma emergência de saúde pública de alcance internacional”.

“Ainda não é uma emergência de saúde global, mas pode vir a ser”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da OMS

A OMS só utiliza esse termo para epidemias que exigem certa reação global, como a gripe suína H1N1 em 2009, o vírus zika em 2016 e a febre ebola, que atingiu parte da África Ocidental entre 2014 e 2016 e a República Democrática do Congo desde 2018.

Da família dos coronavírus, como o SARS, o vírus 2019-nCoV causa sintomas gripais em pessoas que o contraíram e pode levar à síndrome respiratória grave.

Casos do novo coronavírus registrados pelo mundo até 27/01 — Foto: Arte G1

Desde as primeiras ocorrências, em dezembro, casos de pessoas infectadas foram registrados na Ásia, na Europa, nos Estados Unidos e na Austrália.

Na época do surto de SARS (2002-2003), a OMS criticou Pequim por ter demorado a alertar e tentar esconder a verdadeira extensão da epidemia.

A OMS também foi criticada nos últimos anos. Considerada alarmista por alguns durante a epidemia do vírus H1N1 em 2009, foi acusada, durante a epidemia de ebola na África Ocidental (2014), de não ter calibrado a verdadeira extensão da crise.

Confira gabaritos das provas do concurso de Vilhena

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A Prefeitura Municipal de Vilhena, localizada a 708 km da capital Porto Velho/RO, tem edital de concurso público em andamento para o preenchimento de 237 vagas em cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior na Secretaria Municipal.

As vagas destinadas são para os cargos de Eletricista de Viaturas e Equipamentos, Eletricista Predial, Encanador Hidrossanitário, Mecânico Geral, Operador de Pá Carregadeira, Operador de Retroescavadeira, Auxiliar Administrativo, Auxiliar em Saúde Bucal, Auxiliar de Mecânico, Motorista de Viaturas Pesadas, Operador de Máquinas Leves, Telefonista, Torneiro Mecânico, Costureira, Coveiro,Motorista de Viaturas Leves, Borracheiro, Chapeador, Operador de Motoniveladora, Operador de Trator de Esteira, Pedreiro e Soldador (NÍVEL FUNDAMENTAL).

Fiscal de Meio Ambiente, Fiscal de Obras e Posturas, Fiscal de Vigilância Sanitária, Técnico em Informática, Técnico em Laboratório de Análise Clínica, Técnico em Meio Ambiente, Técnico em Radiologia, Fiscal Tributário, Secretário Escolar, Técnico em Segurança do Trabalho, Técnico em Agropecuária, Fiscal de ITBI, Técnico em Edificações, Técnico em Enfermagem, Técnico em Imobilização Ortopédica, Topógrafo, Técnico em Laboratório de Ciências Agrárias, Técnico em Laboratório de Solos, Técnico em Saúde Bucal, Agente Administrativo e Cuidador de Alunos (NÍVEL MÉDIO/TÉCNICO).

Contador, Orientador Educacional, Supervisor Escolar, Enfermeiro, Enfermeiro Especialista em Segurança do Trabalho, Arquiteto, Assistente Social, Biomédico, Bioquímico, Cirurgião Dentista, Engenheiro Civil, Engenheiro Eletricista, Engenheiro Sanitarista, Farmacêutico, Médico Ortopedista e Traumatologista, Médico Pediatra, Médico Pneumologista, Médico Psiquiatra, Médico Veterinário, Médico Dermatologista, Médico Endocrinologista, Médico Ginecologista e Obstétrico, Médico Neurocirurgião, Médico Anestesista, Médico Cardiologista, Médico Cirurgião Geral, Médico Clínico Geral, Médico de Medicina do Trabalho, Médico de Medicina Intensiva, Médico Neurologista, Terapeuta Ocupacional, Professor Pedagogia, Psicólogo, Psicopedagogo, Médico Oftalmologista, Nutricionista, Professor de Ciências, Professor de Educação Física, Professor de Geografia, Professor de História, Professor de Língua Inglesa, Professor de Língua Portuguesa e Professor de Matemática.

Haverá ainda, conforme o documento publicado, formação de cadastro reserva, para contratação conforme necessidade do município. As remunerações oferecidas variam entre 998,00 e R$ 8.900,00, mais auxílio alimentação.

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