Curso gratuito terá aulas noturnas e atendimento presencial em quatro polos da capital.
Estudantes de Porto Velho ainda podem procurar uma das quatro unidades de atendimento para tentar participar do curso gratuito de preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio. O Pré-Enem Municipal 2026 recebe inscrições presenciais até 17 de julho, das 19h às 21h30.
As aulas começam em 27 de julho e serão realizadas de segunda a sexta-feira, das 19h às 22h. A programação também prevê aulões temáticos e simulados aos fins de semana, ampliando a rotina de revisão para quem pretende fazer as provas do Enem.
O Pré-Enem Municipal 2026 é voltado a estudantes da rede pública, bolsistas da rede privada matriculados no 3º ano do Ensino Médio, pessoas que já concluíram os estudos e candidatos interessados na certificação por meio do exame. Quem ainda precisa acompanhar as etapas nacionais pode consultar também as inscrições do Enem 2026 no TVdoPOVO.
Neste artigo, você vai ver:
quem pode procurar uma vaga no curso;
quais documentos foram solicitados;
onde ficam os quatro polos presenciais;
quando começam as aulas e como acompanhar o serviço.
Quem pode se inscrever no Pré-Enem Municipal 2026
O público informado para o Pré-Enem Municipal 2026 inclui jovens que estão concluindo o Ensino Médio e pessoas que já encerraram essa etapa. Bolsistas da rede privada matriculados no terceiro ano também aparecem entre os grupos que podem buscar atendimento nos polos.
A inscrição no curso preparatório não substitui a inscrição oficial no Enem. Também não representa garantia de vaga, aprovação na prova, transporte, alimentação ou ingresso automático em universidade. O interessado deve conferir as condições apresentadas no local antes de concluir o cadastro.
Agenda do candidato
Prazo: inscrições presenciais até 17 de julho.
Horário: atendimento das 19h às 21h30.
Início das aulas: 27 de julho, com atividades noturnas.
Onde fazer a inscrição no Pré-Enem Municipal 2026
A inscrição no Pré-Enem Municipal 2026 deve ser feita presencialmente. Os quatro polos ficam nos bairros Aponiã, JK I, Cohab e Centro, permitindo que o candidato escolha a unidade mais compatível com o deslocamento e a rotina de estudos.
Para o atendimento, foram informados Carteira de Identidade, CPF e comprovante de residência. Antes de sair de casa, é recomendável separar os documentos originais, conferir o endereço e calcular o tempo necessário para chegar dentro do horário.
Polos do Pré-Enem Municipal 2026
Pedro Batalha: Rua Alba, nº 5972, bairro Aponiã.
Voo da Juriti: Rua Antônio Braga Moreira, nº 2833, bairro JK I.
Joaquim Vicente Rondon: Rua Garopaba, nº 2615, bairro Cohab.
Centro de Formação: Rua José do Patrocínio, nº 512, Centro.
Como será a rotina de preparação
As atividades do Pré-Enem Municipal 2026 começam em 27 de julho. As aulas regulares ocorrerão de segunda a sexta-feira, das 19h às 22h, enquanto os aulões temáticos e simulados deverão reforçar a preparação nos fins de semana.
Para aproveitar a proposta, o estudante precisa avaliar se conseguirá manter frequência no período noturno e reservar tempo adicional para exercícios e revisão. O curso funciona como apoio aos conteúdos cobrados no exame, mas o desempenho depende também da rotina individual de estudo.
Antes de fazer a inscrição
Documentos: leve RG, CPF e comprovante de residência.
Deslocamento: escolha o polo mais viável para as aulas noturnas.
Acompanhamento: guarde os contatos oficiais e verifique novas orientações.
Como acompanhar novas informações
Informações adicionais sobre o Pré-Enem Municipal 2026 podem ser solicitadas pelo e-mail prevestpvh@gmail.com e acompanhadas nos canais oficiais da Prefeitura de Porto Velho e nos perfis do projeto nas redes sociais.
Como não foram divulgados no material analisado o número de vagas, os critérios de seleção, a lista detalhada de disciplinas, o fornecimento de material, transporte ou lanche, o candidato deve evitar presumir esses benefícios e confirmar as condições diretamente no polo.
Quem pretende participar do Pré-Enem Municipal 2026 deve procurar atendimento antes do encerramento do prazo, conferir os documentos e organizar a rotina para as aulas. A preparação gratuita pode ser um apoio importante, mas não substitui as etapas oficiais do Enem.
Eleitorado terá seis etapas de votação, incluindo duas escolhas diferentes para o Senado.
Eleitoras e eleitores de Rondônia farão seis escolhas na urna eletrônica no primeiro turno das Eleições Gerais, marcado para 4 de outubro. A ordem da votação 2026 começa por deputado federal e termina com o voto para presidente da República.
A principal diferença em relação a uma eleição com apenas uma vaga ao Senado é que o eleitorado escolherá dois senadores. Por isso, a urna abrirá duas telas consecutivas para o cargo, e os votos deverão ser dados a candidatos diferentes.
O Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia lançou uma campanha de orientação para mais de 1,2 milhão de eleitores no estado. A ordem da votação 2026 pode ser anotada previamente em uma cola eleitoral, medida que ajuda a reduzir esquecimentos e torna o procedimento mais rápido. O TVdoPOVO também acompanha as regras das Eleições 2026 em Rondônia.
Neste artigo, você vai ver:
como funciona a ordem da votação 2026;
por que Rondônia terá dois votos para senador;
como organizar uma cola eleitoral;
o que conferir antes de confirmar cada escolha.
Como será a ordem da votação 2026
A ordem da votação 2026 terá início com o cargo de deputado federal. Depois, a urna apresentará a tela para deputado estadual. Esses dois primeiros cargos são escolhidos pelo sistema proporcional, mas isso não altera a sequência que aparecerá para o eleitor.
Na continuação, serão mostradas duas telas para o Senado: a primeira vaga e, logo depois, a segunda. A etapa final da ordem da votação 2026 será formada por governador e vice-governador na mesma escolha, seguida por presidente e vice-presidente da República.
Sequência apresentada pela urna
1º e 2º votos: deputado federal e deputado estadual.
3º e 4º votos: senador para a primeira vaga e senador para a segunda vaga.
5º e 6º votos: governador com vice e presidente com vice.
Por que haverá dois votos para senador
Em 2026, serão renovadas duas das três cadeiras de cada estado no Senado Federal. Em Rondônia, isso significa que cada eleitor poderá indicar dois nomes. A ordem da votação 2026 separa essas escolhas em telas diferentes para evitar que os dois registros sejam confundidos.
O mesmo candidato não pode receber os dois votos do eleitor. Depois de confirmar a primeira escolha para o Senado, será necessário digitar o número de outro candidato na tela seguinte. A orientação é definir os dois nomes com antecedência e anotá-los separadamente.
Atenção especial ao Senado
Não repita: os dois votos devem ser destinados a candidatos diferentes.
Separe os números: reserve um campo da cola para cada vaga.
Confira antes de confirmar: observe o nome e o cargo mostrados pela urna.
Como preparar a cola eleitoral
A Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor leve uma anotação pessoal com os números escolhidos. Para acompanhar a ordem da votação 2026, a cola deve começar pelos cargos de deputado, reservar dois espaços distintos para o Senado e deixar governador e presidente para o final.
A propaganda eleitoral dos candidatos começa em 16 de agosto. A partir desse período, o eleitor pode comparar propostas, acompanhar informações de fontes confiáveis e registrar suas escolhas sem depender da orientação de terceiros no dia da votação.
Checklist da cola eleitoral
Sequência: organize os seis campos na mesma ordem da urna.
Senado: anote dois candidatos diferentes em campos separados.
Leitura: escreva os números de forma clara e confira antes de sair de casa.
O que conferir antes de votar
A orientação sobre a ordem da votação 2026 é um serviço público e não representa apoio a partido, candidatura ou grupo político. A finalidade é permitir que o eleitorado de Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal, Vilhena e dos demais municípios compreenda as seis etapas.
Na tela, o eleitor deve observar o cargo, o nome, a fotografia e a sigla partidária antes de confirmar. Para governador e presidente, o voto inclui também o respectivo candidato a vice na mesma escolha.
Quem preparar a anotação com antecedência deve revisar a ordem da votação 2026, conferir os dois nomes para o Senado e manter a cola apenas como apoio pessoal. A decisão do voto pertence exclusivamente ao eleitor.
Atendimento presencial será realizado durante dois dias na agência da concessionária no Centro de Porto Velho.
Moradores de Porto Velho com contas antigas de energia terão uma oportunidade presencial para buscar acordo neste fim de semana. O mutirão da Energisa será realizado nos dias 18 e 19 de julho, na agência da concessionária localizada na Avenida Sete de Setembro, nº 234, no Centro.
A ação é promovida pelo Poder Judiciário de Rondônia, por meio da Corregedoria-Geral da Justiça, em parceria com a concessionária. Segundo as informações divulgadas, poderão ser apresentadas condições especiais, com descontos de até 98%, conforme o valor, a antiguidade e a análise individual de cada débito.
O mutirão da Energisa é uma oportunidade de conciliação e não uma promessa de quitação automática. Para quem deseja entender melhor o contexto desse atendimento, vale conferir também este conteúdo sobre dívidas com a Energisa, tema que tem impacto direto no orçamento de muitas famílias de Porto Velho.
Neste artigo, você vai ver:
quem pode procurar o atendimento;
quais dívidas entram nos critérios anunciados;
os horários do sábado e do domingo;
o que conferir antes de aceitar uma proposta.
Quem poderá participar da negociação
O mutirão da Energisa terá como foco clientes que receberam convocação por carta ou WhatsApp. Essas pessoas podem confirmar a presença pelo telefone indicado na própria mensagem enviada pela concessionária.
Quem não foi chamado também poderá comparecer diretamente à agência, sem necessidade de agendamento prévio. Isso não significa, porém, que haverá aprovação automática do acordo ou acesso garantido ao maior percentual de desconto.
O atendimento do mutirão da Energisa será voltado a faturas vencidas antes de 2023, desde que o total da dívida seja superior a R$ 1.500. Também poderão ser analisados débitos de Termo de Ocorrência de Inspeção, conhecido como TOI, emitidos antes de 2024 e com valor mínimo de R$ 1.500.
Serviço rápido
Sábado, 18: atendimento das 8h às 18h.
Domingo, 19: atendimento das 8h às 12h.
Local: Avenida Sete de Setembro, nº 234, Centro de Porto Velho.
Como funcionará o atendimento em Porto Velho
Durante o mutirão da Energisa, está prevista a participação de conciliadores e representantes do Ministério Público e da Defensoria Pública, além do magistrado responsável pelo acompanhamento da ação.
A presença dessas instituições busca dar transparência ao procedimento e auxiliar na construção de soluções consensuais. No mutirão da Energisa, a conciliação é uma tentativa de acordo entre as partes; não representa julgamento do débito nem obriga o consumidor a aceitar a primeira condição apresentada.
A publicação oficial do Tribunal de Justiça de Rondônia detalha as datas, o endereço e os critérios anunciados para o atendimento. O consumidor deve considerar que o desconto de até 98% é uma possibilidade condicionada à análise, e não uma regra aplicada igualmente a todos.
Critérios anunciados
Faturas comuns: anteriores a 2023 e acima de R$ 1.500.
TOI: anterior a 2024 e com valor mínimo de R$ 1.500.
Condição final: depende da avaliação individual feita no atendimento.
O que levar e o que conferir antes do acordo
Para facilitar a triagem no mutirão da Energisa, é prudente levar documento de identificação, CPF, conta de energia, carta ou mensagem de convocação, quando houver, e papéis relacionados à cobrança. A lista é preventiva, pois a organização pode solicitar outros documentos conforme o caso.
Antes de assinar, vale conferir o valor original da dívida, juros, multas, encargos, desconto aplicado, total final, quantidade de parcelas e datas de vencimento. Também é importante perguntar o que acontece em caso de atraso e solicitar uma cópia ou comprovante do acordo.
Antes de decidir
Compare: confira o total com desconto e o valor original apresentado.
Planeje: verifique se as parcelas cabem no orçamento até o fim.
Registre: guarde a proposta, os recibos e os comprovantes da negociação.
Desconto não é garantido para todos
Embora o mutirão da Energisa anuncie descontos que podem chegar a 98%, cada proposta dependerá das características do débito. O percentual máximo não deve ser interpretado como benefício automático para todos os participantes.
Também é importante lembrar que a negociação, por si só, não significa retirada imediata de eventual restrição, religação automática da unidade ou encerramento instantâneo de outras medidas. No mutirão da Energisa, esses efeitos devem ser confirmados no momento do acordo.
Ao comparecer ao mutirão da Energisa, o consumidor deve avaliar com calma as condições e evitar assumir parcelas que comprometam despesas essenciais. Um acordo sustentável é aquele que pode ser cumprido até o final.
Mariana Monteiro entrevista Luciana Saboia sobre exclusão urbana, arborização, acessibilidade e uso dos espaços públicos.
O tema da arquitetura hostil em Rondônia, dos espaços públicos e da exclusão urbana conduz o terceiro episódio da série “Ocupação Urbana”, do programa PontoDeVista.
Mariana Monteiro conversa com Luciana Saboia, professora da Universidade de Brasília, sobre bancos que impedem descanso, muros, falta de árvores e trajetos que afastam moradores da convivência.
O episódio tem abordagem nacional, mas ajuda a observar Porto Velho e outras cidades do estado. Falar de arquitetura hostil em Rondônia é perguntar se calçadas, praças, passarelas e equipamentos acolhem diferentes pessoas ou criam novas barreiras.
▶️ Ative o som e acompanhe o episódio completo
Luciana Saboia explica quem fica fora do planejamento urbano e como desenho, gestão e participação podem tornar a cidade mais acolhedora.
A cidade não pode funcionar só para uma parte da população
Luciana afirma que o planejamento deveria considerar renda, território, mobilidade e clima. Na prática, pessoas vulneráveis enfrentam mais obstáculos para chegar ao trabalho, ao lazer e aos serviços.
Esse olhar é essencial ao discutir arquitetura hostil em Rondônia. A barreira pode ser um banco com pinos, uma calçada interrompida ou uma passagem sem acessibilidade.
▶️ Veja para quem a cidade deveria ser planejada
A professora relaciona desigualdade, tempo de deslocamento e perda de convivência com a família.
Rua com sombra, luz e movimento convida as pessoas a ficar
A falta de árvores aumenta o calor e reduz a permanência nas ruas. Passagens escuras e calçadas ruins também afastam o uso cotidiano.
Combater a arquitetura hostil em Rondônia passa por árvores, bancos, iluminação, acessibilidade e manutenção. O desenho urbano pode facilitar encontros e deixar o espaço vivo.
O espaço acolhe quando oferece
Sombra: árvores e áreas verdes reduzem o desconforto térmico.
Acesso: calçadas e passagens devem servir a idosos e pessoas com deficiência.
Convivência: bancos, luz e atividades ajudam a manter o lugar ocupado.
▶️ Assista ao trecho sobre árvores e espaços de convivência
Luciana mostra como temperatura, ventilação e iluminação mudam a experiência urbana.
Banco que impede descanso não resolve vulnerabilidade
Pinos, divisórias e superfícies inclinadas podem impedir que alguém se sente ou deite. Luciana defende cuidado e política pública para pessoas em situação de rua, não mecanismos de expulsão.
A Lei Padre Júlio Lancellotti proíbe técnicas construtivas hostis em espaços livres de uso público. O texto federal determina que esses locais promovam conforto, abrigo, descanso, bem-estar e acessibilidade.
Essa regra dá uma base objetiva para avaliar a arquitetura hostil em Rondônia: se o desenho tem como efeito afastar pessoas, ele contraria a ideia de espaço público aberto a todos.
▶️ Entenda o que é arquitetura hostil
A entrevista discute por que o desenho urbano não deve funcionar como instrumento de repulsa.
Debate sobre arquitetura hostil em Rondônia exige atenção aos projetos
O Plano Diretor de Porto Velho prevê inclusão territorial, mobilidade acessível e qualificação dos espaços públicos, com atenção a pessoas vulneráveis.
Na prática, analisar a arquitetura hostil em Rondônia significa observar se projetos de praças, calçadas e equipamentos respeitam esses princípios. O Plano Diretor de Porto Velho também liga qualidade urbana a arborização, clima e participação social.
Rondônia em foco
O que o morador pode observar
Calçadas: continuidade, acessibilidade e ausência de obstáculos.
Praças: bancos, sombra, iluminação e manutenção frequente.
Projetos: participação da comunidade antes e depois das obras.
Muros altos podem deixar a rua mais vazia
Luciana chama atenção para condomínios fechados e fachadas sem contato com a rua. O que parece proteção pode diminuir movimento e convivência.
Enfrentar a arquitetura hostil em Rondônia também exige fachadas ativas, usos mistos, hortas comunitárias e ações que façam moradores se reconhecerem como parte do espaço público.
▶️ Veja o debate sobre muros e privatização
A professora explica como o fechamento dos lotes reduz os chamados “olhos da rua”.
Serviço em Porto Velho
Centro POP: oferece alimentação, higiene, orientação social, documentos e encaminhamentos para pessoas em situação de rua.
O episódio mostra que a arquitetura hostil em Rondônia deve ser discutida antes que uma obra seja entregue. Bancos, árvores, calçadas, iluminação e acesso não são detalhes: eles definem quem consegue usar a cidade.
Quando o projeto acolhe diferentes pessoas, a arquitetura hostil em Rondônia perde espaço para uma cidade mais viva, segura e compartilhada. O programa completo está no canal da Câmara dos Deputados no YouTube.
Vida Plena debate comunicação, oratória, linguagem corporal, escuta e preparo para falar em público com mais segurança.
Falar em público é o tema deste episódio do Vida Plena, que mostra como a comunicação pode abrir portas na vida pessoal, profissional e social. O programa aborda medo, postura, voz, escuta, linguagem corporal, autenticidade e preparo para transmitir uma mensagem com mais segurança.
PrevCast apresenta a Missão Gênese, projeto que usa tecnologia, gamificação e educação em saúde para aproximar jovens da prevenção do câncer.
A Missão Gênese é o tema deste episódio do PrevCast, que mostra como tecnologia, gamificação e educação em saúde podem aproximar crianças e adolescentes da prevenção do câncer. O programa discute o desafio de conversar com jovens em um mundo de telas, notificações e informações rápidas, sem perder o rigor científico.
Embora o conteúdo tenha abrangência nacional, o assunto também conversa com Rondônia e a Região Norte. Em Porto Velho, a presença do Hospital de Amor Amazônia, também conhecido como HC do Amor Amazônia, aproxima pacientes, famílias, estudantes e profissionais de debates sobre prevenção, diagnóstico precoce, autocuidado e informação confiável sobre câncer.
Participam da conversa o host e médico ginecologista do Hospital de Amor, Dr. Júlio Possati; o supervisor das Unidades Móveis de Educação do Hospital de Amor, Keneder Marino; e a professora especialista em Currículo dos Anos Iniciais e Ciências da Natureza, Andresa Zani Dojicsar. O programa explica como a Missão Gênese leva conhecimento científico ao ambiente escolar de forma lúdica e interativa.
▶️ Ative o som e assista ao episódio
Veja como a educação em saúde pode falar com jovens usando tecnologia, jogos e linguagem acessível.
Missão Gênese transforma prevenção em experiência interativa
O episódio começa com uma pergunta central: como prender a atenção dos jovens hoje? Para os convidados, o caminho passa por criar conexão. Em vez de apenas transmitir informação, o projeto usa jogos, desafios, narrativa e participação ativa para abordar hábitos saudáveis, prevenção e sinais de alerta.
A Missão Gênese foi apresentada como uma unidade móvel de educação preparada para conversar com estudantes dentro da linguagem da escola e da Base Nacional Comum Curricular. O objetivo é falar de prevenção primária, autocuidado e também de prevenção secundária, incentivando os jovens a levarem informação para suas famílias.
Na prática, a proposta funciona como uma jornada. Os estudantes passam por estações, enfrentam desafios e assumem papel de protagonistas. O câncer aparece no percurso de forma progressiva, depois de temas como alimentação saudável, atividade física, vacinas, vírus, bactérias e hábitos de vida.
Gamificação aproxima jovens do conhecimento científico
Keneder Marino explica que a carreta educativa funciona como uma espécie de videogame gigante. A ideia é tornar a aprendizagem mais próxima do universo dos adolescentes, com etapas, desafios, competição e linguagem visual. Essa abordagem ajuda a reduzir o medo do ambiente hospitalar e a mostrar que prevenção também faz parte da vida cotidiana.
Andresa Zani Dojicsar destaca que a escola já trabalha conteúdos ligados a células, saúde, alimentação, vacinas e prevenção. A diferença é que a gamificação fortalece o interesse dos alunos e ajuda o professor a transformar temas sensíveis em conversas mais concretas e participativas.
▶️ Assista ao trecho sobre gamificação
Os convidados explicam como jogos, competição e linguagem digital ajudam a engajar estudantes.
Professores também entram na jornada de prevenção
O PrevCast mostra que a tecnologia é uma ferramenta, mas o professor continua sendo peça central. A unidade móvel passa pela escola, mas o conhecimento precisa permanecer na rotina dos estudantes. Por isso, o episódio aborda capacitação, materiais de apoio e a importância de preparar educadores para responder dúvidas sobre saúde, ciência e prevenção.
Andresa lembra que, no mundo atual, professores são questionados o tempo todo sobre o que é verdade e o que é fake. A escola precisa ajudar os alunos a diferenciar fato de boato, especialmente quando o assunto envolve saúde. Esse ponto também é importante para Rondônia, onde informação confiável pode ajudar famílias de diferentes municípios a buscar prevenção com mais segurança.
A Missão Gênese reforça essa ponte entre escola, ciência e saúde. O projeto leva linguagem acessível para dentro da rotina dos alunos, mas também valoriza o papel dos educadores que continuam acompanhando as dúvidas depois da passagem da unidade móvel.
HPV, vacinas e autocuidado entram no debate escolar
Um dos temas abordados no episódio é a prevenção ligada ao HPV. A conversa explica que assuntos como infecções sexualmente transmissíveis, vacinação, sexo seguro e prevenção de cânceres relacionados ao vírus precisam ser tratados com cuidado, responsabilidade e linguagem adequada à idade dos estudantes.
Dentro da Missão Gênese, esses temas aparecem de forma educativa, sem romantizar o câncer e sem transformar o assunto em tabu. A proposta é responder dúvidas, orientar jovens e reforçar que prevenção envolve meninos e meninas, famílias, professores e profissionais de saúde.
▶️ Assista ao trecho sobre HPV e vacinas
A conversa mostra como escola, família e saúde podem falar sobre prevenção de forma segura.
Jovens podem levar informação para casa
O episódio reforça que a educação em saúde não fica restrita ao aluno. Quando crianças e adolescentes aprendem sobre autocuidado, vacinação, exames e sinais de alerta, eles podem levar essas mensagens para pais, mães, avós e responsáveis. A escola se transforma em uma ponte entre ciência, família e prevenção.
Keneder cita experiências em que estudantes passaram a cobrar familiares sobre exames e cuidado preventivo. Essa mudança mostra que a Missão Gênese busca formar multiplicadores de informação. O estudante deixa de ser apenas receptor e passa a atuar como agente de conscientização dentro da própria casa.
Para Rondônia, essa reflexão tem peso regional. Em um estado com grandes distâncias entre municípios e desafios de acesso, fortalecer informação preventiva nas escolas pode ajudar famílias a reconhecer a importância do diagnóstico precoce e dos serviços especializados disponíveis na rede oncológica da Região Norte.
Projeto tem unidade móvel e acesso por site
Durante o programa, Keneder explica que a unidade móvel pode ser solicitada por escolas e diretorias de ensino por meio do site oficial. O projeto analisa a quantidade de alunos, organiza cronograma e define o período de atendimento conforme a estrutura local.
A Missão Gênese conta com material digital, área para educadores e conteúdos organizados por série. A proposta é apoiar escolas, professores e estudantes com informações alinhadas à educação em saúde e à prevenção do câncer.
▶️ Assista ao trecho sobre a unidade móvel
Keneder explica como escolas podem conhecer o projeto e solicitar informações sobre a carreta educativa.
Educação pode salvar vidas no futuro
Na parte final, o Dr. Júlio Possati resume a ideia central do episódio: hospitais, médicos, enfermeiros e equipes multiprofissionais são fundamentais, mas a educação de qualidade pode fazer o paciente chegar em melhores condições ao cuidado. Informar cedo é uma forma de prevenir sofrimento mais tarde.
A Missão Gênese mostra que ciência e escola podem caminhar juntas. Ao falar de prevenção com linguagem jovem, tecnologia e apoio dos professores, o projeto ajuda a transformar informação em atitude.
Para o leitor de Rondônia, a mensagem é direta: educação em saúde também faz parte da prevenção. Quanto mais cedo crianças, adolescentes e famílias aprendem sobre autocuidado, vacinação, hábitos saudáveis e sinais de alerta, maior a chance de construir uma cultura de cuidado dentro e fora da escola.
Com linguagem interativa, apoio aos professores e foco em prevenção, a Missão Gênese ajuda a aproximar o conhecimento científico da realidade dos jovens. O resultado esperado é uma geração mais preparada para diferenciar informação segura de boatos e para valorizar o cuidado com a saúde desde cedo.
Ação pede análise de norma estadual que restringe participação de menores em eventos sobre diversidade.
A lei sobre identidade de gênero em Rondônia passou a ser questionada no Tribunal de Justiça pelo Ministério Público de Rondônia. A ação foi apresentada por meio de Ação Direta de Inconstitucionalidade e inclui pedido de medida cautelar.
O questionamento mira a Lei Estadual nº 5.788/2024, alterada pela Lei nº 6.020/2025. Segundo o MPRO, a norma cria restrições amplas à participação de crianças e adolescentes em eventos, manifestações, movimentos e atividades relacionados a orientação sexual, identidade de gênero e conteúdos considerados impróprios.
ADI no TJRO
Ação pede suspensão cautelar de norma estadual até análise do Tribunal de Justiça.
MPRO questiona lei sobre identidade de gênero
A ação trata a lei sobre identidade de gênero como uma discussão de competência legislativa e direitos fundamentais. O Ministério Público sustenta que o Estado teria ultrapassado limites ao estabelecer restrições mais amplas que as regras nacionais sobre infância e juventude.
A Ação Direta de Inconstitucionalidade serve para pedir que o Tribunal analise se uma lei está de acordo com a Constituição. O ajuizamento da ação, porém, não significa decisão judicial nem suspensão automática da norma.
O que está em análise
Norma
Lei nº 5.788/2024, alterada pela Lei nº 6.020/2025.
Alcance
Participação de crianças e adolescentes em eventos e atividades.
Temas
Identidade de gênero, orientação sexual e conteúdos apontados como impróprios.
Direitos citados na ação do MPRO
O MPRO afirma que a lei sobre identidade de gênero pode afetar direito à educação, liberdade de expressão, liberdade de reunião e proteção integral da criança e do adolescente. A instituição também cita o Estatuto da Criança e do Adolescente como referência federal para o tema.
Proteção integral é o princípio que orienta a garantia de direitos de crianças e adolescentes com prioridade e respeito ao desenvolvimento. Esse princípio não elimina o dever de proteção, mas exige regras claras para escolas, famílias, organizadores e órgãos públicos.
Argumentos da ação
Competência: possível extrapolação da atuação legislativa estadual.
ECA: existência de normas federais sobre infância e juventude.
Direitos: educação, expressão, reunião e proteção integral.
Segurança jurídica entrou no debate
A ação critica expressões como “outros conteúdos impróprios” e “entre outros”. Para o MPRO, termos desse tipo podem dificultar a interpretação da lei sobre identidade de gênero por escolas, organizadores de eventos, instituições culturais e agentes públicos.
Segurança jurídica significa que a norma precisa ser clara, objetiva e previsível. A crítica a termos genéricos não representa autorização para qualquer conteúdo nem transforma atividade educativa em evento impróprio. O ponto discutido é a precisão da regra.
Leitura correta
Ação judicial: não é decisão final.
Pedido cautelar: depende de análise do TJRO.
Norma questionada: ainda será examinada pelo Tribunal.
Pedido cautelar não é decisão final
O pedido cautelar busca suspender temporariamente os efeitos da lei sobre identidade de gênero até o julgamento definitivo. Medida cautelar é um pedido urgente, mas depende de análise judicial.
No mérito, o Tribunal de Justiça de Rondônia decidirá se a norma estadual é compatível com a Constituição. Até nova movimentação oficial, não há decisão final informada no material analisado.
Próximos passos
1. O TJRO analisará o pedido de suspensão cautelar.
2. Depois, caberá ao Tribunal julgar o mérito da ação.
3. Novas informações dependem de movimentação oficial do processo.
O que a ação pode impactar em Rondônia
O debate interessa a escolas, famílias, organizadores de eventos, instituições culturais, entidades de proteção, adolescentes, gestores educacionais e operadores do direito. A lei sobre identidade de gênero é analisada sob o ângulo constitucional, sem antecipar o resultado do julgamento.
A competência concorrente permite que União e estados legislem sobre determinados temas, mas os estados devem respeitar normas gerais nacionais. Esse é um dos pontos centrais apresentados na ADI do MPRO.
Decisão ainda depende do Tribunal
Para o cotidiano em Rondônia, a discussão envolve limites de proteção, acesso a atividades educativas e culturais, liberdade de expressão e clareza das regras. A decisão final ainda dependerá do Tribunal de Justiça.
Mais informações institucionais sobre o caso e sobre a atuação do órgão podem ser acompanhadas nos canais oficiais do MPRO. A apuração sobre a lei sobre identidade de gênero deve ser tratada como discussão judicial em andamento.
Evento reúne órgãos técnicos para discutir prevenção, monitoramento e resposta a desastres.
A gestão de riscos e desastres é o foco do workshop técnico realizado em Ji-Paraná, no auditório do Instituto Federal de Rondônia, campus Ji-Paraná. O encontro começou em 13 de julho e segue até sexta-feira, 17, reunindo agentes de comissões municipais de Defesa Civil da região central.
A capacitação discute seca, inundações, monitoramento hidrológico e eventos extremos. Segundo a Prefeitura de Ji-Paraná, a promoção envolve a Defesa Civil de Rondônia, o Serviço Geológico do Brasil e o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia.
Prevenção contra desastres
Evento reúne órgãos técnicos para discutir seca, enchentes, monitoramento e resposta humanitária.
Gestão de riscos e desastres em Ji-Paraná
O objetivo informado é uniformizar conhecimentos, aproximar equipes e debater ferramentas que ajudem os municípios a agir antes, durante e depois de situações críticas. A preparação não elimina desastres naturais, mas melhora a organização da resposta e reduz improvisos.
Na prática, gestão de riscos e desastres reúne ações para identificar ameaças, reduzir vulnerabilidades, preparar rotas de atendimento e proteger a população em períodos de chuva intensa, estiagem, fumaça ou variação rápida do nível dos rios.
Workshop em Ji-Paraná
Período
De 13 a 17 de julho.
Local
Auditório do IFRO, campus Ji-Paraná.
Temas
Seca severa, inundações, eventos extremos e monitoramento.
Ji-Paraná monitora rios e áreas vulneráveis
No contexto da Defesa Civil em Ji-Paraná, a prevenção passa pelo acompanhamento dos rios Machado e Urupá, por planos de contingência, campanhas de orientação à população ribeirinha e apoio integrado com o Corpo de Bombeiros.
A gestão de riscos e desastres também depende da setorização de áreas de risco. Esse trabalho identifica locais mais vulneráveis a alagamentos, erosão, deslizamentos ou outras ocorrências, sem substituir alertas oficiais nem indicar desastre iminente.
Temas em debate
Resposta: assistência humanitária, recursos e prestação de contas.
Risco: setorização de áreas vulneráveis e metodologias aplicadas.
Monitoramento: rios, chuvas, níveis de água, SipamHidro e Painel de Fogo.
Gestão de riscos e desastres inclui seca, enchentes e fogo
Rondônia enfrenta períodos de estiagem, fumaça, queimadas, variação do nível dos rios e risco de inundações em áreas ribeirinhas. O workshop trata esses cenários como riscos a serem estudados e prevenidos, não como alerta climático atual.
Assistência humanitária é o apoio prestado a pessoas afetadas por desastre, com abrigo, alimentação, água, saúde, logística e proteção. Solicitar recursos não significa verba aprovada; é procedimento técnico que exige análise e prestação de contas.
Serviço ao cidadão
Alertas: comunicados oficiais da Defesa Civil orientam a população em períodos críticos.
Rios: Machado e Urupá exigem acompanhamento em fases de seca, cheia ou variação rápida.
Ribeirinhos: famílias em áreas vulneráveis dependem de informação rápida e confiável.
Tecnologia na gestão de riscos e desastres
O Censipam participa com monitoramento hidrológico, SipamHidro, Painel de Fogo, meteorologia aplicada e previsão de eventos extremos. As ferramentas ajudam equipes técnicas, mas não substituem comunicados locais da Defesa Civil.
Para a gestão de riscos e desastres, monitoramento hidrológico significa acompanhar chuvas, rios e níveis de água para orientar decisões preventivas. Já o Painel de Fogo ajuda a visualizar informações sobre eventos de fogo, sem representar combate direto a incêndios.
Prevenção não é alarme
O debate técnico ajuda a preparar equipes, mas não significa desastre iminente, alerta atual ou promessa de proteção total.
Preparação integrada reduz improvisos
A Defesa Civil é a estrutura responsável por prevenção, preparação, resposta e recuperação em situações de risco ou desastre. Quando municípios, órgãos técnicos e equipes locais usam protocolos semelhantes, a comunicação tende a ser mais rápida e organizada.
A gestão de riscos e desastres precisa combinar informação técnica, orientação pública e resposta humanitária. Em períodos críticos, moradores devem acompanhar canais oficiais, respeitar alertas, evitar áreas de risco e manter documentos e contatos importantes organizados.
Gestão de riscos e desastres é trabalho contínuo
O workshop em Ji-Paraná reforça a importância de preparar equipes antes de secas severas, inundações e eventos extremos. O evento reúne órgãos técnicos para ampliar a troca de experiências e alinhar procedimentos de resposta.
A gestão de riscos e desastres não é obra de prevenção concluída nem promessa de segurança plena; é trabalho permanente para reduzir vulnerabilidades em Rondônia.
Espaço recebeu intervenções de acesso, iluminação, hidratação, limpeza e manutenção.
O Skate Parque Porto Velho recebeu intervenções de acesso, iluminação, acessibilidade e manutenção desde fevereiro. As medidas incluem nova ponte para pedestres, reforço da iluminação pública, pintura geral, reforma dos banheiros, estação de hidratação, calçadas acessíveis, manutenção da pista, troca de lixeiras e limpeza diária.
As informações foram divulgadas pela Agência de Notícias de Porto Velho. O espaço também passou a ter circulação interna restrita a veículos, com uso voltado a pedestres, famílias, esportistas e frequentadores da área de convivência.
Espaço recebeu nova ponte, iluminação, hidratação, calçadas acessíveis e manutenção da pista.
Lazer urbano renovado
Espaço recebeu nova ponte, iluminação, hidratação, calçadas acessíveis e manutenção da pista.
Pedestres ganham prioridade no Skate Parque Porto Velho
A restrição de veículos no interior do espaço muda a dinâmica de circulação. O parque passa a ter uso interno voltado a quem caminha, acompanha crianças, pratica atividade física ou utiliza a área de convivência.
No Skate Parque Porto Velho, a medida organiza o acesso e reduz o conflito entre veículos e frequentadores em uma área usada por famílias, skatistas e pedestres.
Melhorias informadas no espaço
Acesso
Nova ponte para pedestres e calçadas com acessibilidade.
Estrutura
Pintura geral, banheiros reformados e estação de hidratação.
Rotina
Limpeza diária, lixeiras substituídas e manutenção da pista.
Acesso, pista e iluminação entram no mesmo pacote
A nova ponte de acesso ajuda a circulação de quem chega a pé. As calçadas acessíveis reforçam o deslocamento de diferentes públicos dentro do espaço.
A manutenção da pista interessa diretamente aos praticantes de skate. Já a iluminação reforçada atende quem usa o Skate Parque Porto Velho em horários de menor luz natural, sem significar que falhas futuras não possam ocorrer.
Espaço recebeu manutenção na pista, melhorias de acesso e reforço na estrutura de uso público.
O que muda para os frequentadores
Pedestres: circulação interna sem tráfego de veículos.
Famílias: uso mais organizado das áreas de permanência.
Esportistas: pista incluída na manutenção informada.
Como comunicar falhas no Skate Parque Porto Velho
Moradores e frequentadores podem informar problemas na iluminação pública pelo WhatsApp (69) 99224-0676. O canal foi divulgado pela Emdur para receber comunicações sobre falhas em pontos mantidos pelo serviço municipal.
O contato funciona como orientação de serviço para quem identificar lâmpadas apagadas ou problemas relacionados à iluminação no Skate Parque Porto Velho e em outras áreas de convivência da capital.
Como ajudar a manter o espaço
Resíduos: usar as lixeiras e evitar descarte no chão.
Equipamentos: preservar pista, playground e áreas de exercício.
Iluminação: comunicar falhas pelo WhatsApp (69) 99224-0676.
Manutenção segue como serviço contínuo
A limpeza diária ajuda a manter o espaço em condições de uso. O descarte correto, o cuidado com equipamentos e o respeito às estruturas reforçam a preservação da área para esporte, lazer e circulação.
A Emdur informa que mantém mais de 50 praças e áreas de convivência em Porto Velho. No caso do Skate Parque Porto Velho, as intervenções divulgadas fazem parte da rotina de manutenção urbana do espaço público.
Uso cotidiano
A nova ponte facilita a entrada de pedestres, a hidratação apoia quem pratica atividade ao ar livre e a manutenção da pista atende diretamente os esportistas.
Espaço público depende de conservação diária
Para quem frequenta a área, as mudanças têm efeito prático no acesso, na permanência e no uso cotidiano. A estrutura renovada não elimina a necessidade de manutenção contínua, comunicação de falhas e cuidado coletivo.
O Skate Parque Porto Velho segue como área pública de convivência, esporte e lazer urbano, com uso voltado a pedestres, famílias e praticantes de atividades ao ar livre.
Mariana Monteiro entrevista João Sette Whitaker Ferreira sobre aluguel, localização, imóveis vazios e políticas habitacionais.
Moradia digna em Rondônia não depende apenas da entrega de uma casa. Aluguel que caiba no bolso, transporte, escola, saúde, saneamento e emprego por perto também fazem parte desse direito.
Esse é o centro do segundo episódio da série “Ocupação Urbana”, do programa PontoDeVista. Mariana Monteiro conversa com João Sette Whitaker Ferreira, diretor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design da Universidade de São Paulo.
A entrevista tem abordagem nacional, mas ajuda a olhar para Porto Velho e os municípios do interior. A moradia digna em Rondônia precisa ser avaliada pela vida que a família consegue construir depois de receber as chaves.
▶️ Ative o som e acompanhe o episódio completo
O professor explica como aluguel, localização, imóveis vazios, locação social e programas habitacionais mexem com a vida das famílias.
A Constituição reconhece a moradia como um direito social. O problema é que, na vida real, a casa também é uma mercadoria cara, sujeita ao preço do terreno, da construção e do aluguel.
João Sette explica que uma família não mora apenas dentro de quatro paredes. Para existir moradia digna em Rondônia, é preciso ter acesso a trabalho, escola, posto de saúde, comércio, transporte e espaços públicos.
Quando a residência fica longe de tudo, o custo aparece no combustível, na passagem, no tempo perdido no deslocamento e na dificuldade para conseguir atendimento.
▶️ Veja por que moradia também significa cidadania
O entrevistado explica que ter onde dormir é o primeiro passo para viver plenamente em sociedade.
Aluguel alto pode tirar a casa de quem trabalha
O déficit habitacional não envolve apenas quem vive nas ruas ou em uma construção precária. Ele também alcança famílias que dividem o mesmo imóvel por falta de opção e pessoas que gastam uma parte muito alta da renda com aluguel.
Isso afeta a moradia digna em Rondônia porque o pagamento da casa disputa espaço no orçamento com comida, energia, transporte, remédios e material escolar.
Uma família pode ter endereço fixo e ainda viver sob o medo de precisar sair no mês seguinte porque a conta não fecha.
Quando o orçamento não fecha
Aluguel: ocupa dinheiro necessário para outras despesas básicas.
Transporte: morar longe aumenta o gasto para trabalhar e estudar.
Instabilidade: qualquer perda de renda pode obrigar a família a mudar.
▶️ Assista ao trecho sobre aluguel e déficit habitacional
João Sette mostra por que o problema da casa também está ligado à renda das famílias.
Moradia digna em Rondônia depende do bairro ao redor
O Plano Diretor de Porto Velho orienta o crescimento e o uso do território municipal. A discussão envolve moradia, saneamento, mobilidade, preservação ambiental e definição das áreas que devem receber investimentos públicos.
No estado, o Plano de Habitação Habita+ cita acesso à moradia adequada, redução do déficit habitacional, integração urbana e regularização fundiária entre seus objetivos.
A moradia digna em Rondônia precisa, portanto, ser avaliada pelo conjunto: qualidade da casa, segurança do terreno, transporte disponível, saneamento, drenagem e distância até os serviços.
Rondônia em foco
O que observar antes e depois da entrega
Localização: distância de escola, saúde, trabalho e comércio.
Infraestrutura: água, esgoto, drenagem, iluminação e transporte.
Manutenção: condições do bairro após a entrega das unidades.
Casa longe dos serviços pode criar outro problema
O entrevistado reconhece a importância de programas de grande escala, como o Minha Casa, Minha Vida. Eles são necessários para atender famílias que não conseguiriam comprar uma residência pelo mercado comum.
O risco aparece quando conjuntos muito grandes são construídos em terrenos baratos e distantes. No estado, a moradia digna em Rondônia perde força quando a unidade chega antes da escola, do posto de saúde, do ônibus, da pavimentação ou do comércio.
João Sette também defende investimentos na melhoria de casas e bairros que já existem. Trocar telhado, corrigir problemas estruturais, fazer saneamento e melhorar as ruas pode transformar a vida de famílias sem exigir mudança para outro lugar.
▶️ Veja os avanços e limites do Minha Casa, Minha Vida
O professor explica por que quantidade, velocidade, preço e qualidade precisam ser equilibrados.
Morar perto reduz gasto, tempo e cansaço
Na parte final, o episódio apresenta a ideia de bairros onde mercado, escola, praça, transporte, saúde e trabalho estejam mais próximos. Isso diminui a dependência do carro e melhora a rotina.
A moradia digna em Rondônia também depende desse planejamento. Em Porto Velho e no interior, a expansão para áreas afastadas pode aumentar o custo para levar infraestrutura e obrigar moradores a fazer trajetos maiores.
O desafio é melhorar os bairros sem expulsar quem já vive neles. Obras e valorização precisam vir acompanhadas de medidas que permitam a permanência de moradores antigos e pequenos comerciantes.
▶️ Assista ao trecho sobre bairros perto de tudo
A conversa relaciona transporte, comércio local, áreas verdes, caminhada, bicicleta e proteção contra a gentrificação.
Municípios: acompanhe cadastros, critérios, audiências e projetos pelos canais oficiais.
O episódio mostra que a moradia digna em Rondônia não pode ser medida apenas pelo número de casas entregues. É preciso observar localização, aluguel, infraestrutura, transporte e continuidade das políticas.