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sexta-feira, abril 24, 2026
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México impõe limite à importação de carnes e afeta exportações

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México limita importação de carne bovina e suína com novas cotas tarifárias
México cria cotas para importação de carnes e encerra isenção total de tarifas

O México limita a importação de carnes bovina e suína com tarifa zero após a publicação de duas resoluções nesta segunda-feira (5). Com isso, o governo encerra a isenção total que vigorava até então e cria cotas livres de imposto, enquanto o volume excedente passa a ser taxado. Dessa forma, a decisão deve impactar diretamente países exportadores, como o Brasil.

Até a mudança, empresas mexicanas importavam carnes do exterior sem qualquer limite de volume e, além disso, sem pagamento de tarifa. Agora, no entanto, o governo mexicano afirma que busca equilibrar a oferta externa com a produção nacional. Por isso, decidiu adotar limites claros para cada tipo de produto.

Como funcionam as novas regras

Com as resoluções já em vigor, o México passou a adotar cotas específicas. Assim, cada tipo de carne terá um limite distinto:

  • Carne bovina: até 70 mil toneladas sem tarifa. A partir desse volume, portanto, o imposto será de 20%.

  • Carne suína: cota de 51 mil toneladas com isenção. Nesse caso, o excedente pagará 16%.

Essas regras permanecem válidas até 31 de dezembro deste ano. Desse modo, o setor exportador já precisa se adaptar ao novo cenário.

Exportações brasileiras entram em alerta

A decisão, por sua vez, preocupa o setor exportador brasileiro. Entre janeiro e novembro de 2025, a carne bovina ocupou a segunda posição entre os produtos mais exportados do Brasil para o México. Já a carne suína ficou em décimo lugar, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Além disso, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) explicou que as cotas devem atender principalmente países fora da América do Norte. Nesse contexto, o Brasil aparece como um dos principais fornecedores, ao lado do Chile e da União Europeia.

Enquanto isso, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) informou que aguarda orientações do governo mexicano. A entidade quer entender, sobretudo, como ocorrerá a distribuição das cotas entre os países exportadores. Assim, o setor segue em compasso de espera.

Frango não entra nas restrições

Apesar das mudanças, o frango, principal produto brasileiro exportado ao México, permanece com tarifa zerada. Segundo a ABPA, o governo mexicano não incluiu o item nas novas regras. Dessa forma, o setor avícola segue sem impacto direto no curto prazo.

Ainda assim, produtores acompanham o cenário com cautela. Afinal, novas revisões não estão descartadas.

Medida ocorre após restrição anunciada pela China

A decisão mexicana, além disso, surge poucos dias depois de a China, maior compradora da carne bovina brasileira, também anunciar limites às importações. No caso chinês, o governo criou cotas anuais e, ao mesmo tempo, estabeleceu sobretaxas elevadas para volumes excedentes.

Com isso, dois grandes mercados passaram a adotar políticas mais restritivas. Portanto, o movimento aumenta a pressão sobre o comércio internacional de carnes. Ao mesmo tempo, o cenário exige atenção do setor produtivo brasileiro e reforça, sobretudo, a necessidade de diversificação de mercados e de negociações diplomáticas mais ativas.

Fonte: G1

Brasil e EUA negociam acordo contra organizações criminosas

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Lula e Trump negociam acordo de cooperação entre Brasil e EUA contra o crime organizado durante crise na Venezuela
Brasil e Estados Unidos discutem cooperação internacional em meio à crise política e de segurança na Venezuela

O acordo Brasil EUA contra crime organizado entrou na pauta do governo brasileiro durante as negociações com Washington em meio à crise política e de segurança na Venezuela. O objetivo é ampliar a cooperação internacional para combater facções criminosas, lavagem de dinheiro e tráfico internacional. Ao mesmo tempo, o Planalto defende colaboração institucional, sem intervenção externa na América do Sul.

Neste momento, as tratativas ainda estão em fase inicial. Mesmo assim, já há troca de documentos e definição de pontos estratégicos. As reuniões bilaterais formais devem ocorrer em uma etapa posterior.

Foco brasileiro está na lavagem de dinheiro

De acordo com integrantes do Ministério da Justiça, o interesse do Brasil se concentra em dois eixos principais. O primeiro é o combate à lavagem de dinheiro. O segundo envolve a recuperação de ativos no exterior.

Nos últimos anos, investigações da Polícia Federal e da Receita Federal identificaram que facções criminosas brasileiras utilizam os Estados Unidos para ocultar recursos ilícitos. Em seguida, esses valores retornam ao Brasil como investimentos ou permanecem no exterior para sustentar atividades ilegais.

Por isso, o governo brasileiro busca ampliar a troca de informações financeiras. Além disso, pretende facilitar a localização de recursos, a repatriação de valores e a prisão de suspeitos fora do país.

Interesses dos EUA envolvem drogas e armas

Do lado americano, o foco é diferente, mas complementar. Os Estados Unidos querem impedir a expansão de facções latino-americanas em seu território. Além disso, buscam conter o tráfico internacional de drogas e armas.

Esses objetivos aparecem de forma clara na Estratégia de Segurança Nacional dos EUA. O documento defende maior estabilidade política no Hemisfério Ocidental. Segundo Washington, isso reduziria fluxos migratórios e fortaleceria governos aliados.

Nesse contexto, o governo americano pressiona parceiros a classificar facções criminosas como organizações terroristas. Essa medida amplia o alcance da atuação internacional dos EUA.

Lula e Trump trataram do tema

O presidente Lula conversou por telefone com o presidente Donald Trump sobre o acordo em dezembro. Na ocasião, Lula defendeu uma atuação baseada em cooperação institucional.

Ao mesmo tempo, o governo brasileiro reforçou que não aceita intervenções militares na região. Essa posição ganhou peso após ações recentes dos EUA ligadas à Venezuela e discursos mais duros contra o governo de Nicolás Maduro.

Forças Armadas adotam postura cautelosa

A cautela brasileira ficou evidente em episódios recentes. Em 2025, o então comandante do Comando Sul dos EUA solicitou visitar uma base do Exército em Rio Branco, no Acre. O objetivo seria conhecer operações na fronteira com Peru e Bolívia.

No entanto, a cúpula militar brasileira recusou o pedido. Em alternativa, ofereceu uma visita ao Comando Militar da Amazônia, em Manaus. Mesmo assim, a proposta não avançou.

Para autoridades brasileiras, o episódio reforçou a necessidade de limites claros na cooperação militar. A prioridade, portanto, é evitar presença operacional estrangeira em áreas sensíveis.

Acordo pode equilibrar interesses

Dentro do governo e das Forças Armadas, a avaliação é pragmática. Um acordo formal pode reduzir pressões externas. Além disso, pode organizar a cooperação internacional no combate ao crime organizado.

Ao mesmo tempo, o Brasil busca preservar sua soberania e evitar novos focos de instabilidade na América do Sul. Por isso, a negociação exige cautela diplomática e alinhamento político.

Cenário segue em construção

O avanço do acordo dependerá da consolidação dos interesses comuns. Também dependerá da capacidade de manter o diálogo sem rupturas. Enquanto isso, o Brasil aposta na diplomacia para enfrentar o crime organizado em um cenário regional cada vez mais sensível.

Fonte: SBT NEWS

Banco Central recorre de inspeção no caso Master no TCU

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Banco Central recorre de inspeção no caso Master e pede decisão colegiada no TCU
Banco Central questiona inspeção autorizada pelo TCU no caso Master

O Banco Central recorreu da decisão que autorizou uma inspeção em documentos ligados ao caso Master dentro da própria autarquia. Por isso, o órgão pediu ao Tribunal de Contas da União uma análise colegiada do tema.

A autoridade monetária quer afastar a condução exclusiva do relator e levar o caso à Primeira Câmara do TCU. Segundo o BC, a medida garante segurança jurídica e respeita o rito institucional.

BC contesta decisão individual no TCU

O recurso questiona a liminar concedida pelo ministro Jhonatan de Jesus. De acordo com o Banco Central, a decisão não indicou aprovação formal da Primeira Câmara para autorizar a inspeção.

Por essa razão, o BC apresentou embargos de declaração. O objetivo é esclarecer a ausência de deliberação colegiada e submeter o tema ao conjunto dos ministros.

Autarquia defende análise pela Primeira Câmara

Além disso, o Banco Central sustenta que inspeções desse tipo exigem decisão expressa do colegiado. O órgão argumenta que o caso envolve documentos sensíveis e atos de supervisão bancária.

Dessa forma, a autarquia busca preservar sua autonomia técnica. Também tenta evitar precedentes que fragilizem a atuação regulatória.

Bastidores indicam falta de maioria ao relator

A Primeira Câmara do TCU reúne seis ministros e é presidida por Walton Alencar Rodrigues. Nos bastidores, integrantes do BC avaliam que o relator não teria apoio majoritário para decisões mais duras.

Por isso, o Banco Central aposta no julgamento colegiado como estratégia institucional. A avaliação interna aponta maior equilíbrio nesse formato.

Caso Master avança em outras frentes

Enquanto isso, o caso Master segue sob análise em outros órgãos. O Banco Central vê pressão política para tentar reverter a liquidação da instituição financeira.

Ao mesmo tempo, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, conduz uma investigação relacionada ao episódio. Esse cenário aumenta a tensão no sistema financeiro.

BC reforça defesa da autonomia técnica

Diante desse contexto, o Banco Central afirma que atuou dentro da legalidade ao conduzir a liquidação. O órgão destaca que decisões fragmentadas podem gerar instabilidade regulatória.

Além disso, a autarquia alerta para riscos à previsibilidade do sistema financeiro. Segundo o BC, a segurança institucional depende de regras claras e decisões colegiadas.

Recurso ainda será analisado pelo relator

Agora, o próprio relator do TCU deve analisar o recurso apresentado pelo Banco Central. Até lá, o órgão mantém a defesa por uma decisão coletiva.

Por fim, o BC reforça que a análise colegiada garante transparência, previsibilidade e respeito às normas institucionais.

Fonte: SBT NEWS

Lewandowski diz a aliados que avalia deixar Ministério da Justiça até sexta-feira (9)

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Ricardo Lewandowski durante pronunciamento enquanto avalia deixar o Ministério da Justiça
Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, avalia deixar o cargo após desgaste político no governo Lula

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou a aliados que avalia deixar o cargo até sexta-feira (9). A informação circula entre interlocutores do Palácio do Planalto e pessoas próximas ao ministro, que descrevem a saída como iminente.

Diante do cenário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta ganhar tempo para definir um substituto para o comando da pasta. Ainda assim, fontes do governo afirmam que a decisão já está consolidada e dificilmente sofrerá mudança.

Bastidores indicam saída iminente

Lewandowski pretende se reunir com Lula ainda nesta semana, logo após o retorno do presidente do recesso na Restinga da Marambaia. Enquanto isso, nos bastidores do Ministério da Justiça, servidores relatam que o clima é de despedida. Além disso, informações internas indicam que o gabinete do ministro já passa por esvaziamento.

Ao contrário de outros ministros que deixam a Esplanada no início do ano para disputar eleições, Lewandowski não planeja concorrer a cargos públicos. Segundo aliados, ele tomou a decisão por motivos pessoais e pelo cansaço após meses de desgaste interno.

Esvaziamento político aumenta insatisfação

Além do desgaste cotidiano, aliados avaliam que a pasta perdeu força política. Isso ocorreu, sobretudo, após declarações de Lula sobre a possibilidade de recriação do Ministério da Segurança Pública. Atualmente, a área de segurança permanece sob a estrutura da Justiça.

Caso o governo avance com a mudança, o ministério deve perder atribuições estratégicas. Por isso, a insatisfação interna aumentou. Nesse contexto, parte dos secretários da pasta também avalia deixar o governo.

PEC da Segurança Pública fica sem desfecho

Se a saída se confirmar, Lewandowski deixará o cargo antes da aprovação da PEC da Segurança Pública, considerada sua principal bandeira no governo. A proposta enfrentou resistência dentro do Executivo e no Congresso. Além disso, embates com a Casa Civil atrasaram a tramitação, o que empurrou a votação para 2026.

Lewandowski assumiu o Ministério da Justiça no início de 2024, após a saída de Flávio Dino, indicado por Lula ao Supremo Tribunal Federal. Desde então, o ministro manteve um perfil técnico. No entanto, aliados do governo passaram a criticá-lo após grandes operações de segurança, como a ação no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho.

No Planalto, integrantes do PT reconhecem que a segurança pública ocupará papel central no debate eleitoral. Por esse motivo, o governo avalia mudanças na estrutura da área para responder à pressão política e ao avanço do tema no discurso da oposição.

Fonte: SBT News

Rodovia 494 recebe nova pavimentação entre Primavera e Querência

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Pavimentação da Rodovia-494 entre Primavera de Rondônia e Querência do Norte
Trecho da RO-494 recebe novo asfalto para melhorar a segurança e a trafegabilidade

A Rodovia-494 recebe nova pavimentação asfáltica do governo de Rondônia no trecho que liga Primavera de Rondônia ao distrito de Querência do Norte. A obra, executada pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO), reforça a infraestrutura viária e melhora as condições de tráfego.

Nesta etapa inicial, as equipes concluíram 800 metros de pavimentação. Além disso, o projeto prevê a execução total de 8 quilômetros de asfalto, o que deve garantir mais segurança e conforto aos usuários da rodovia.

Obra beneficia moradores e fortalece a economia local

Na etapa inicial, foram concluídos 800 metros de pavimentação asfáltica. Ao todo, está previsto a execução de 8 quilômetros de asfalto

Com a pavimentação, moradores, produtores rurais e comerciantes passam a contar com melhores condições de deslocamento. Dessa forma, a obra facilita o escoamento da produção agrícola e reduz custos logísticos na região.

Além disso, o novo asfalto melhora a mobilidade local e diminui os transtornos causados por poeira e lama. Como resultado, o trecho se torna mais seguro, especialmente durante o período chuvoso.

Governo destaca melhoria na qualidade de vida

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, afirmou que a pavimentação da RO-494 representa um investimento direto na qualidade de vida da população. Segundo ele, a obra reduz o desgaste dos veículos e garante mais segurança aos motoristas.

De acordo com o governador, a estrada asfaltada também fortalece a produção local. Assim, o investimento contribui para o desenvolvimento econômico da região.

Planejamento do DER-RO prioriza regiões produtivas

Segundo o diretor-geral adjunto do DER-RO, Anderson Dias, a pavimentação da Rodovia-494 faz parte de um planejamento estratégico. O objetivo é melhorar a malha viária estadual e fortalecer regiões produtivas de Rondônia.

Para isso, o órgão adotou critérios técnicos que asseguram maior durabilidade do asfalto. Dessa maneira, a obra atende às necessidades da população e amplia a eficiência da infraestrutura rodoviária.

Execução garante qualidade e durabilidade

O gerente interino da Usina de Asfalto de Rolim de Moura, Marcelo Wunch, destacou o trabalho contínuo das equipes. Conforme explicou, a usina operou sem interrupções durante a execução dos serviços.

Segundo ele, o material aplicado segue os padrões técnicos exigidos. Assim, o novo asfalto oferece mais durabilidade, conforto e segurança aos usuários da rodovia.

Integração regional e desenvolvimento

Com a conclusão dos serviços previstos, a RO-494 deve ampliar a integração entre os municípios da região. Além disso, a obra tende a impulsionar o desenvolvimento econômico e social de Rondônia.

Por fim, a pavimentação fortalece a logística regional e contribui para melhorar o dia a dia de quem depende da rodovia.

Fonte: Governo de Rondônia

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 3,5 milhões nesta terça-feira

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Volante da Mega-Sena com aposta para sorteio de prêmio de R$ 3,5 milhões nesta terça-feira
Aposta da Mega-Sena concorre ao prêmio de R$ 3,5 milhões sorteado nesta terça-feira

A Mega-Sena sorteia, nesta terça-feira (6), um prêmio estimado em R$ 3,5 milhões. O sorteio acontece a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo, com transmissão ao vivo pelos canais oficiais da Caixa no YouTube.

Os apostadores podem registrar seus jogos até as 20h. Para isso, basta procurar uma casa lotérica credenciada ou acessar os canais digitais das Loterias Caixa, como o site e o aplicativo oficial.

Quanto custa apostar na Mega-Sena

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6. No entanto, quem prefere marcar sete números paga R$ 42. Além disso, o sistema permite apostas com até 20 dezenas, o que aumenta as chances de acerto.

Por outro lado, quanto mais números o jogador escolhe, maior fica o valor do jogo. Nesse caso, a aposta máxima ultrapassa R$ 232 mil, segundo dados da Caixa Econômica Federal.

Chances de ganhar o prêmio principal

De acordo com a Caixa, a chance de ganhar o prêmio principal com uma aposta simples chega a uma em mais de 50 milhões. Já com a aposta máxima, as probabilidades aumentam de forma significativa e chegam a uma em cerca de 1,2 mil.

Ainda assim, mesmo com chances maiores, o alto custo faz com que a maioria dos apostadores opte pelo jogo tradicional com seis dezenas.

Onde acompanhar o sorteio

Além da transmissão online, o público pode acompanhar o sorteio por plataformas de streaming e emissoras parceiras. Logo após o evento, a Caixa divulga o resultado oficial.

Se ninguém acertar as seis dezenas, o prêmio acumula automaticamente para o próximo concurso. Com isso, a expectativa costuma crescer entre os jogadores em todo o país.

Fonte: SBT News

O ataque coordenado do brócolis contra o câncer de mama

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Brócolis associado à redução do risco de câncer de mama segundo estudo científico
Estudos indicam que compostos do brócolis atuam em diferentes frentes na prevenção do câncer de mama.

Estudo com mais de 160 mil mulheres indica que vegetais crucíferos atuam em várias etapas da formação do câncer, com efeito mais forte em tumores agressivos.

Comer brócolis não é uma vacina contra o câncer. No entanto, ao longo dos anos, uma alimentação rica em vegetais crucíferos pode reduzir o risco de câncer de mama, sobretudo em subtipos mais agressivos da doença. Nesse contexto, um conjunto robusto de estudos apresentados por pesquisadores ligados à Universidade Harvard chama a atenção da comunidade científica.

As análises acompanharam mais de 160 mil mulheres por até três décadas. Além disso, os pesquisadores utilizaram métodos estatísticos rigorosos para avaliar padrões alimentares e tipos de tumor. Como resultado, os dados apontam uma associação consistente entre o consumo regular de brócolis e outros vegetais crucíferos e a redução do risco de tumores de mama hormônio-negativos.

Portanto, segundo especialistas, não se trata de um achado pontual ou circunstancial.

Estudo amplo e evidências sólidas

Os resultados foram apresentados durante o principal congresso mundial sobre câncer de mama, realizado em San Antonio, nos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, os pesquisadores compararam frequência de consumo, histórico clínico e evolução dos tumores.

De acordo com o oncologista Stephen Stefani, do grupo Oncoclínicas e da Americas Health Foundation, esse conjunto de dados oferece maior segurança na interpretação dos resultados. Ainda assim, os especialistas reforçam que os achados devem ser entendidos dentro de um contexto de prevenção de longo prazo.

O que são vegetais crucíferos

Os vegetais crucíferos pertencem à família das Brassicáceas, conhecida pelas flores em formato de cruz. Entre os principais exemplos, estão:

  • brócolis

  • couve-flor

  • repolho

  • rúcula

  • agrião

Além de fibras, vitaminas e minerais, esses alimentos concentram compostos bioativos ricos em enxofre, como os glucosinolatos, associados a efeitos anticâncer.

Como funciona o ataque coordenado

Quando os pesquisadores falam em ataque coordenado, não utilizam força de expressão. Na prática, os compostos presentes no brócolis atuam em várias etapas da carcinogênese, processo que transforma uma célula saudável em cancerígena.

Dessa forma, não existe um único mecanismo responsável pelo efeito protetor. Ao contrário, diferentes vias biológicas são moduladas simultaneamente.

Neutralização de toxinas

Inicialmente, compostos como o sulforafano ativam sistemas de defesa do organismo responsáveis por neutralizar toxinas presentes na alimentação, na poluição e no cigarro. Assim, essas substâncias são eliminadas antes de causar danos ao DNA.

Com isso, o processo ocorre antes mesmo de qualquer célula se tornar cancerígena.

Redução da ativação de carcinógenos

Além disso, algumas substâncias não são cancerígenas por si só. Entretanto, após reações químicas no organismo, elas podem se transformar em agentes perigosos. Nesse cenário, os compostos dos vegetais crucíferos ajudam a reduzir essa conversão.

Consequentemente, diminui-se a chance de agressão direta ao material genético.

Modulação epigenética

Outro ponto central envolve a epigenética, área que estuda como os genes são ativados ou silenciados. Células cancerígenas costumam desligar genes que funcionam como freios naturais do crescimento celular.

Por outro lado, os compostos presentes no brócolis ajudam a reativar esses mecanismos de proteção.

Indução da morte celular

Quando a célula já sofreu alterações importantes e não consegue se corrigir, entra em ação a apoptose, ou morte celular programada. Nesse estágio, os vegetais crucíferos aumentam a atividade de proteínas que identificam danos irreversíveis.

Assim, o organismo impede que células defeituosas continuem se multiplicando.

Menos inflamação, menos risco

Por fim, o efeito protetor também se estende ao ambiente do organismo. De um lado, os vegetais crucíferos reduzem a inflamação crônica. De outro, diminuem sinais que estimulam a formação de novos vasos sanguíneos, essenciais para o crescimento de tumores.

Dessa maneira, o terreno se torna menos favorável à progressão do câncer de mama.

Frequência de consumo importa

Os benefícios apareceram em todos os níveis de consumo. Ainda assim, os resultados foram mais consistentes entre mulheres que mantinham ingestão diária de brócolis e outros vegetais crucíferos.

Portanto, os especialistas reforçam que o efeito é cumulativo e depende de hábitos mantidos ao longo do tempo.

Benefícios adicionais

Além da possível proteção contra o câncer de mama, os vegetais crucíferos ajudam no funcionamento do intestino, contribuem para o controle da inflamação, favorecem a saúde cardiovascular e aumentam a saciedade.

Em resumo, trata-se de uma escolha alimentar simples, acessível e com impacto positivo na saúde geral.

Ganhador da Mega da Virada ainda não sacou prêmio milionário

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Prêmio de R$ 181,8 milhões da Mega da Virada ainda não foi resgatado por ganhador
Ganhador da Mega da Virada ainda não procurou a Caixa para sacar prêmio milionário

Um dos ganhadores da Mega da Virada 2025 ainda não procurou uma agência da Caixa Econômica Federal para sacar um prêmio não resgatado de R$ 181,8 milhões. O sorteio ocorreu no dia 1º de janeiro e, ao todo, distribuiu mais de R$ 1 bilhão entre seis apostas vencedoras.

Até o momento, o vencedor não iniciou o processo de saque. Além disso, a aposta premiada foi registrada em uma casa lotérica localizada no bairro de Mangabeira, em João Pessoa, na Paraíba.

Aposta simples garantiu prêmio milionário

Segundo a Caixa Econômica Federal, o ganhador fez uma aposta simples, no valor de R$ 6, com seis dezenas marcadas. Como resultado, todos os números coincidiram com o sorteio especial de fim de ano.

Além disso, outras cinco apostas também acertaram as dezenas sorteadas. Por esse motivo, cada vencedor passou a ter direito a um prêmio individual de pouco mais de R$ 181 milhões. Assim, a Mega da Virada 2025 entrou para a lista dos maiores concursos da história.

Cidades onde saíram as apostas vencedoras

As apostas premiadas da Mega da Virada 2025 saíram em diferentes regiões do país. Veja, a seguir, onde os vencedores registraram os jogos:

  • São Paulo (SP)

  • Rio de Janeiro (RJ)

  • Belo Horizonte (MG)

  • Ponta Porã (MS)

  • Franco da Rocha (SP)

  • João Pessoa (PB)

Enquanto algumas apostas ocorreram de forma presencial, outras, por outro lado, foram realizadas por meio dos canais digitais da Caixa.

Caixa alerta para prazo máximo de saque

A Caixa Econômica Federal reforça que o ganhador tem até 90 dias após a data do sorteio para realizar o saque do prêmio. Caso o prazo termine sem o resgate, o valor segue automaticamente para o Tesouro Nacional.

Em seguida, conforme determina a legislação, o governo destina os recursos ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Dessa forma, o dinheiro passa a financiar programas voltados ao acesso ao ensino superior.

Saque exige comparecimento à agência

Por se tratar de um prêmio de alto valor, o banco exige que o saque ocorra exclusivamente de forma presencial em uma agência da Caixa. Para isso, o ganhador precisa apresentar documento oficial com CPF e o bilhete original premiado.

Além disso, a Caixa não autoriza o pagamento de prêmios acima de R$ 2.259,20 em casas lotéricas. Nessas situações, portanto, o banco libera o valor apenas após a conferência detalhada da documentação.

Até agora, a Caixa não informou o motivo do não comparecimento do ganhador. Enquanto isso, o prêmio de R$ 181,8 milhões permanece disponível para resgate dentro do prazo legal.

Fonte: SBT News

CNH do Brasil: quase 2 milhões de brasileiros já iniciaram o processo pelo aplicativo

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CNH digital exibida em smartphone durante processo de habilitação pelo aplicativo CNH do Brasil
Aplicativo CNH do Brasil já concentra quase 2 milhões de pedidos de habilitação em todo o país

A busca pela Carteira Nacional de Habilitação (CNH) alcançou números expressivos em todo o Brasil. Desde o lançamento do aplicativo CNH do Brasil, quase 2 milhões de brasileiros já deram início ao processo de habilitação de forma digital, o que demonstra uma mudança significativa na forma de acesso ao serviço.

O volume de pedidos feitos pelo aplicativo supera com ampla margem o modelo tradicional. No mesmo período, os requerimentos presenciais realizados diretamente nos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) somaram pouco mais de 57 mil solicitações.

Aplicativo se torna porta de entrada para a CNH

No novo formato, o pedido de abertura de requerimento funciona como o primeiro passo para quem deseja obter a habilitação. Por meio do aplicativo, o cidadão inicia o processo de forma mais rápida, prática e acessível, sem a necessidade imediata de comparecer a uma unidade física.

Além disso, a digitalização reduz filas, descentraliza atendimentos e amplia o alcance do serviço, especialmente em regiões com menor estrutura presencial.

Estados com maior número de solicitações

O levantamento aponta que São Paulo lidera o ranking nacional, com mais de 320 mil pedidos registrados pelo aplicativo. Em seguida aparecem Minas Gerais, com 193.144 solicitações, e o Rio de Janeiro, com 168.468 pedidos.

Esses números reforçam o impacto da ferramenta nos estados mais populosos do país, mas também indicam uma tendência de crescimento em outras regiões.

Digitalização avança no trânsito brasileiro

A ampliação do uso do aplicativo CNH do Brasil faz parte de um movimento mais amplo de digitalização dos serviços públicos. A iniciativa busca oferecer mais comodidade ao cidadão, ao mesmo tempo em que aumenta a eficiência administrativa e reduz custos operacionais.

Com a adesão crescente, a expectativa é que o modelo digital se consolide como o principal canal de entrada para novos condutores nos próximos anos.

Tendência deve crescer em 2026

Diante da alta procura e da facilidade de uso, a tendência é que o número de brasileiros que iniciam o processo de habilitação pelo aplicativo continue crescendo ao longo de 2026. O avanço da tecnologia no setor de trânsito indica um caminho sem volta rumo à modernização dos serviços.

Fonte: Band News

Comissão da Câmara avança em regra de justa causa por violência

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Plenário da Câmara dos Deputados durante votação de projeto que prevê justa causa em casos de violência contra mulher
Comissão de Trabalho da Câmara aprovou projeto que prevê demissão por justa causa em casos de violência contra mulher.

A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que autoriza a demissão por justa causa em caso de violência contra mulher. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e amplia as hipóteses de desligamento por falta grave.

Atualmente, a CLT prevê justa causa em situações específicas, como condenação criminal definitiva ou atos que prejudiquem colegas e empregadores. Agora, o texto inclui violência física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral contra mulheres, especialmente quando relacionada ao ambiente de trabalho.

Violência contra mulher passa a gerar consequência direta no emprego

Com a aprovação, a prática de violência contra a mulher passa a impactar diretamente a relação de emprego. Dessa forma, o projeto reforça que esse tipo de conduta ultrapassa o campo pessoal e afeta o ambiente profissional.

Além disso, a medida reconhece que atos de violência comprometem a segurança, a dignidade e o equilíbrio no local de trabalho. Por isso, o texto trata essas práticas como falta grave suficiente para o rompimento do contrato.

Texto recebeu ajustes antes da aprovação

A ex-deputada Rosa Neide apresentou a proposta original. Em seguida, o texto passou por alterações na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, que manteve o foco no combate à violência de gênero.

Depois das mudanças, a Comissão de Trabalho analisou a matéria e aprovou o projeto. Os parlamentares destacaram que a iniciativa fortalece a responsabilização do agressor e amplia a proteção às mulheres.

Proposta segue para a Comissão de Constituição e Justiça

Após a aprovação na Comissão de Trabalho, o projeto segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Caso receba parecer favorável, a Câmara poderá encaminhar o texto diretamente ao Senado Federal.

Se o Congresso aprovar a proposta em todas as etapas, a nova regra passará a integrar oficialmente a CLT. Assim, a legislação trabalhista brasileira incluirá mais uma hipótese clara de demissão por justa causa.

Medida reforça políticas de enfrentamento à violência de gênero

Especialistas avaliam que a proposta representa um avanço importante. Afinal, a medida cria uma consequência concreta também no campo profissional.

Além disso, a expectativa é que a nova regra tenha efeito preventivo. Ao vincular a violência contra a mulher à perda do emprego, o projeto reforça a mensagem de tolerância zero a esse tipo de crime.

Fonte: Band News

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