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quarta-feira, outubro 28, 2026
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Mistura de cappuccino com chocolate fica cremosa e rende muito

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Cappuccino caseiro de chocolate ao lado de pote com mistura em pó sobre mesa de madeira
Cappuccino caseiro de chocolate ao lado de pote com mistura em pó sobre mesa de madeira

O cappuccino caseiro de chocolate ensinado pelo canal Receitas de Pai é uma mistura prática para deixar pronta no pote. A receita leva café solúvel, leite em pó, cacau, canela, chantilly em pó, açúcar e chocolate em barra.

Para quem vive em Rondônia, a combinação conversa com uma rotina conhecida. O estado tem forte ligação com a produção de café e leite, dois ingredientes presentes na bebida e no dia a dia de muitas famílias. Isso não significa que os produtos usados no vídeo tenham origem rondoniense, porque essa informação não foi apresentada pelo autor.

O cappuccino caseiro de chocolate é preparado no liquidificador e pode ser usado aos poucos. O vídeo tem 3 minutos e 58 segundos, com a apresentação inicial ocupando os primeiros 48 segundos.

Ficha rápida

Tipo: mistura em pó para bebida quente.

Equipamento: liquidificador ou processador.

Tempo e rendimento: não informados pelo autor.

Alergênicos evidentes: leite e derivados; confira os rótulos dos produtos.

Ingredientes do cappuccino caseiro de chocolate

A lista abaixo segue as quantidades publicadas na descrição oficial:

  • 400 gramas de leite em pó;
  • 40 gramas de café solúvel;
  • 2 colheres de sopa de cacau em pó;
  • 1 colher de café rasa de canela em pó;
  • 50 gramas de chantilly em pó;
  • 200 gramas de chocolate ao leite ou meio amargo;
  • 4 colheres de sopa de açúcar.

O apresentador diz que o leite em pó pode ser da marca escolhida pelo público. O chocolate também pode ser ao leite ou meio amargo. Na descrição aparece “cacau em pó”; por isso, esse foi o ingrediente mantido no texto.

Veja o preparo no vídeo

▶️ Ative o som e acompanhe o passo a passo

O vídeo do cappuccino caseiro de chocolate começa aos 48 segundos, depois da chamada inicial.

Como fazer a mistura

O preparo do cappuccino caseiro de chocolate começa com o chocolate cortado em pedaços menores. Isso facilita a trituração e ajuda o conteúdo a circular dentro do aparelho.

  1. Coloque no liquidificador o leite em pó, o café solúvel, o cacau, a canela, o chantilly em pó e o açúcar.
  2. Acrescente o chocolate em pedaços pequenos.
  3. Feche o aparelho e bata até o chocolate ser triturado.
  4. Continue processando até formar uma mistura uniforme.
  5. Se o conteúdo parar de circular, desligue o aparelho antes de mexer.
  6. Transfira o pó para um pote limpo, seco e bem fechado.

A publicação não informa a medida exata por xícara, o número de porções ou o prazo de validade. Esses dados não foram calculados nem acrescentados.

Receita tem ligação com a rotina de Rondônia

A presença de café e leite aproxima o cappuccino caseiro de chocolate da realidade agropecuária rondoniense. Rondônia é reconhecida pelo desenvolvimento dos Robustas Amazônicos, enquanto a cadeia do leite mantém importância para propriedades rurais, laticínios e consumidores do estado.

A Embrapa apresenta Rondônia como berço dos Robustas Amazônicos. A instituição também descreve a cadeia produtiva do leite como um ramo importante do agronegócio estadual.

Conexão com Rondônia

Café: os Robustas Amazônicos deram identidade à produção estadual.

Leite: a atividade movimenta propriedades e a produção de derivados.

Origem: o vídeo não informa de onde vieram os ingredientes utilizados.

Em Porto Velho, Ji-Paraná, Cacoal, Jaru e outros municípios, quem encontrar produtos regionais pode escolhê-los pela procedência e pela qualidade. Essa opção é do consumidor e não modifica as medidas da receita original.

Cuidados para não empelotar

No cappuccino caseiro de chocolate, o liquidificador e o pote precisam estar completamente secos. A umidade pode formar grumos e prejudicar a conservação.

Se a quantidade for grande para o aparelho, divida o preparo em duas etapas. Nunca use colher ou outro utensílio enquanto o liquidificador estiver ligado.

Fique de olho

Chocolate: corte em pedaços menores antes de bater.

Recipiente: use um pote limpo, seco e com boa vedação.

Segurança: desligue o aparelho antes de mexer no conteúdo.

Como guardar o pó pronto

Depois de preparado, o cappuccino caseiro de chocolate deve ficar protegido do calor, da umidade e da luz direta. Use sempre uma colher limpa e seca para retirar o pó.

Como o autor não informou a validade, confira os prazos dos ingredientes e considere o menor vencimento entre as embalagens. Mudanças de cheiro, cor ou textura indicam que a mistura não deve ser consumida.

O cappuccino caseiro de chocolate reúne praticidade, sabor e ingredientes que fazem parte da rotina de muitas famílias de Rondônia. O preparo completo está no canal Receitas de Pai no YouTube.

Prazo da usina no rio Madeira passa para agosto de 2047

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Concessão da UHE Jirau é ampliada pela ANEEL até 2047
ANEEL aprovou extensão de 615 dias no prazo de concessão da usina.

A concessão da UHE Jirau, instalada no rio Madeira, em Rondônia, foi ampliada em 615 dias por decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica. Com a aprovação, o encerramento passa de dezembro de 2045 para agosto de 2047.

A decisão foi tomada em 14 de julho de 2026 e homologou pedido da Energia Sustentável do Brasil S.A., responsável pela usina. A medida é regulatória: não representa nova obra, nova barragem, ampliação de capacidade ou impacto tarifário automático informado pela ANEEL.

Concessão de Jirau estendida

Prazo da usina no rio Madeira passa de dezembro de 2045 para agosto de 2047.

O que a ANEEL decidiu sobre Jirau

A agência aprovou a extensão do prazo da usina por 615 dias. Na prática, a concessão da UHE Jirau deixa de terminar em dezembro de 2045 e passa a ter encerramento previsto para agosto de 2047.

A homologação ocorreu após pedido da concessionária. O ato não muda, por si só, a estrutura física da hidrelétrica nem autoriza aumento de potência. Também não informa redução ou aumento na conta de luz.

Prazo da outorga
Extensão aprovada
615 dias.
Antes
Encerramento previsto para dezembro de 2045.
Agora
Encerramento previsto para agosto de 2047.

Por que a concessão da UHE Jirau foi estendida

Segundo a ANEEL, o pedido apontou distorção na definição da energia destinada ao Ambiente de Contratação Regulada, o mercado que atende distribuidoras e consumidores regulados.

A publicação informa que o poder concedente deixou de considerar parcelas da garantia física destinadas ao abatimento de perdas e à mitigação do risco hidrológico. A solução aprovada foi ampliar o prazo da concessão da UHE Jirau.

Motivo regulatório

Pedido: compensação solicitada pela Energia Sustentável do Brasil.

ACR: discussão envolve energia destinada ao mercado regulado.

Compensação: prazo da outorga foi ampliado em 615 dias.

Onde fica a UHE Jirau

A concessão da UHE Jirau envolve empreendimento instalado no rio Madeira, a cerca de 120 quilômetros de Porto Velho. A usina possui 3.300 MW de capacidade instalada e integra o conjunto de grandes estruturas hidrelétricas associadas ao Madeira em Rondônia.

A empresa obteve a outorga para implantação e exploração da usina ao vencer o Leilão ANEEL nº 005/2008. Outorga, nesse caso, não é propriedade privada do rio, mas autorização contratual para explorar o empreendimento por prazo definido e sob regras do setor elétrico.

Dados do empreendimento

Localização: rio Madeira, em Rondônia.

Referência regional: cerca de 120 quilômetros de Porto Velho.

Capacidade instalada: 3.300 MW, sem mudança anunciada na decisão.

O que a decisão não muda na concessão da UHE Jirau

A decisão altera o prazo da concessão da UHE Jirau, mas não informa nova obra, ampliação física da usina, construção de barragem adicional ou aumento de capacidade instalada.

Também não há, na publicação da agência, informação sobre novo investimento, geração de empregos ou efeito sobre tarifa. Novas informações econômicas, contratuais ou tarifárias só devem ser tratadas com fonte oficial específica.

Sem extrapolar

1. Não informa nova obra ou nova barragem no rio Madeira.

2. Não informa ampliação dos 3.300 MW de capacidade instalada.

3. Não informa aumento ou redução na conta de luz.

Como a extensão está prevista em lei

A prorrogação foi indicada pela ANEEL com base na Lei nº 10.848/2004. A regra permite converter determinado montante de energia em extensão de outorga quando a alocação para o mercado regulado supera o considerado pela EPE.

Para Rondônia, a concessão da UHE Jirau segue como tema relevante de infraestrutura energética. O acompanhamento futuro deve ocorrer pelos canais oficiais da ANEEL, sem tratar a decisão regulatória como ato eleitoral, promessa de obra ou mudança automática para o consumidor.

Acompanhamento público deve seguir fontes oficiais

Moradores de Porto Velho e de municípios impactados pela infraestrutura do rio Madeira devem acompanhar novas decisões por meio dos canais oficiais do setor elétrico. Alterações de contrato, tarifa, capacidade ou novas obras exigem atos específicos e não podem ser presumidas apenas pela ampliação de prazo.

A decisão sobre a concessão da UHE Jirau deve ser lida como medida regulatória ligada à outorga. Até nova publicação oficial, o dado confirmado é a extensão de 615 dias, com encerramento previsto para agosto de 2047.

MPF apura possíveis falhas em transferências escolares

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Transferência escolar interestadual é apurada pelo MPF em Rondônia
MPF questiona como redes confirmam a matrícula de estudantes transferidos entre estados.

A transferência escolar interestadual passou a ser apurada pelo Ministério Público Federal em Rondônia para verificar se existe falha na comunicação entre a escola de origem e a rede de ensino do estado de destino.

A investigação foi divulgada em 14 de julho de 2026 e ainda não apresenta conclusão sobre falha nacional, culpa de órgãos públicos ou responsabilidade individual. O foco do procedimento é entender se há lacuna no acompanhamento de estudantes transferidos entre estados.

Proteção escolar em análise

Investigação cobra integração entre redes para localizar alunos que não chegam à escola de destino.

O que o MPF apura na transferência escolar interestadual

O MPF quer saber como as redes estaduais comunicam a saída do estudante, se a escola de origem recebe confirmação da matrícula no destino e quais providências são adotadas quando o aluno não aparece na nova unidade.

O ponto central da transferência escolar interestadual é o intervalo entre a solicitação de saída e a matrícula efetiva em outra rede. Transferência solicitada não significa matrícula concluída, e matrícula concluída não comprova frequência escolar.

Pontos da apuração
Origem
Registro da saída do estudante da escola anterior.
Destino
Confirmação da matrícula na nova rede de ensino.
Proteção
Acionamento da busca ativa e da rede local quando necessário.

MEC e CNE foram questionados

O Ministério Público Federal enviou ofícios à Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação e ao Conselho Nacional de Educação. Os órgãos devem informar se existem normas específicas para acompanhar a matrícula de estudantes transferidos entre estados.

O prazo informado é de 15 dias úteis após o recebimento dos ofícios. Sem a confirmação da data de recebimento, não é possível calcular o encerramento. O envio dos ofícios sobre transferência escolar interestadual é pedido de informação, não decisão judicial.

Leitura correta

Investigação: não é conclusão.

Ofício: não é recomendação.

Possível lacuna: não é culpa comprovada.

Como a busca ativa escolar pode ajudar

A busca ativa escolar reúne ações para identificar, localizar, matricular e acompanhar crianças e adolescentes fora da escola ou em risco de abandono. A estratégia depende da articulação entre educação, assistência social, saúde, Conselho Tutelar e outros serviços.

No contexto da transferência escolar interestadual, a comunicação entre redes pode permitir atuação mais rápida quando o estudante não chega ao destino. Isso, porém, não significa que todo caso de ausência escolar seja desaparecimento, violência ou crime.

Rede de proteção

Matrícula: confirmar a chegada à escola de destino.

Busca ativa: localizar o estudante quando necessário.

Dados: acompanhar informações com acesso restrito aos órgãos competentes.

Rondônia tem política estadual de busca ativa

Rondônia possui a Lei estadual nº 6.398, de 5 de maio de 2026, que instituiu a Política Pública de Busca Ativa Escolar denominada Lei Marta Isabelle. A norma entra como contexto regional de proteção escolar.

A lei estadual, no entanto, não cria sozinha uma diretriz nacional para a transferência escolar interestadual. Qualquer integração futura entre estados deverá preservar dados de crianças e adolescentes, limitar o acesso aos órgãos competentes e ter finalidade de proteção.

Segurança dos dados

Qualquer sistema de acompanhamento deve proteger informações de crianças e adolescentes e restringir o acesso a quem atua na rede de proteção.

O que famílias devem observar na transferência escolar interestadual

Para as famílias, a orientação prática é comunicar corretamente a escola de origem, confirmar a matrícula na escola de destino e manter telefones, endereço e contatos de responsáveis atualizados.

Em uma transferência escolar interestadual, também é importante guardar protocolos, declarações, comprovantes e documentos entregues. Caso a criança ou adolescente fique fora da escola, a família deve procurar a unidade de ensino, a secretaria responsável ou os órgãos locais de proteção.

Cuidados práticos
Antes da mudança
Avise a escola de origem e confirme quais documentos serão necessários.
No destino
Confirme a matrícula e verifique quando o estudante começa a frequentar as aulas.
Depois
Guarde comprovantes e mantenha contatos atualizados com a escola.

Próximos passos da apuração

Depois das respostas do MEC e do CNE, o MPF poderá analisar se existe ausência de regulamentação nacional. Se a hipótese for confirmada, poderá expedir recomendação para a criação de diretrizes ou adotar outras providências cabíveis.

A apuração sobre transferência escolar interestadual também poderá ser encerrada, caso os elementos reunidos não indiquem necessidade de novas medidas. Até lá, o caso deve ser tratado como investigação em andamento.

Artesãos de Rondônia têm seis vagas em festival nacional

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Vagas para artesãos de Rondônia estão abertas para festival nacional
Edital oferece seis vagas e recebe inscrições até 1º de agosto.

As vagas para artesãos de Rondônia na Fenacce 2026 somam seis oportunidades para exposição e comercialização de peças em Fortaleza. As inscrições seguem até 1º de agosto de 2026 e exigem cadastro válido no Sicab, portfólio e documentação completa.

O processo seletivo atende artesãos individuais, mestres artesãos, associações, cooperativas e grupos produtivos. A inscrição não garante participação, e a aprovação dependerá da análise documental e da pontuação do portfólio.

Artesanato em seleção nacional

Inscrições seguem até 1º de agosto e exigem cadastro válido no Sicab.

Quem pode concorrer às vagas para artesãos de Rondônia

Podem participar maiores de 18 anos ou pessoas legalmente emancipadas com Carteira Nacional do Artesão válida. A produção apresentada deve corresponder às técnicas registradas no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro.

As vagas para artesãos de Rondônia também alcançam mestres artesãos, entidades legalmente constituídas e grupos produtivos cadastrados no Sicab. Associações, cooperativas e grupos precisam indicar representante e identificar os autores das peças incluídas no portfólio.

Dados principais
Seleção
Seis oportunidades previstas no edital.
Prazo
Inscrições até 1º de agosto de 2026.
Evento
Fenacce 2026, de 4 a 13 de setembro, no Centro de Eventos do Ceará.

Como disputar as vagas para artesãos de Rondônia

A documentação pode ser entregue presencialmente na Sejucel, no Edifício Rio Cautário, Avenida Farquar, nº 2.986, 5º andar, bairro Pedrinhas, em Porto Velho, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30.

Para disputar as vagas para artesãos de Rondônia, também é possível enviar os arquivos para editalartesanatoro@gmail.com, com o assunto “Inscrição Edital nº 08/2026”, ou usar a plataforma SAP Cultural. O edital limita os envios digitais até 00h59 de 1º de agosto.

Formas de inscrição

Presencial: sede da Sejucel, em Porto Velho.

E-mail: envio dos documentos conforme o edital.

Online: plataforma SAP Cultural dentro do prazo definido.

Documentos exigidos nas vagas para artesãos de Rondônia

Para artesão individual ou mestre, são pedidos formulário assinado, identificação, CPF, comprovante de endereço, termo de compromisso, cessão de uso de imagem e portfólio.

Nas vagas para artesãos de Rondônia, entidades e grupos seguem formulários próprios, cartas de anuência e identificação dos integrantes representados. O portfólio deve trazer breve histórico, fotografias nítidas de diferentes ângulos, técnicas, matérias-primas e produtos que serão levados à feira.

Habilitação e portfólio

Categorias: artesão, mestre, associação, cooperativa ou grupo produtivo.

Cadastro: Sicab válido e técnicas compatíveis com as peças apresentadas.

Portfólio: histórico e imagens em boa resolução, com diferentes ângulos.

Como os candidatos serão avaliados

A comissão analisará referência à cultura popular, criatividade, originalidade, qualidade, apresentação, potencial de comercialização, reconhecimento público e documentação. Para continuar no processo, o candidato precisa alcançar pelo menos 50 pontos.

Em caso de empate, a ordem considera primeiro referência à cultura popular, depois criatividade e originalidade e, por fim, reconhecimento público. A aprovação nas vagas para artesãos de Rondônia depende dos critérios técnicos previstos no edital.

Atenção antes do envio

1. Confira se o Sicab está válido.

2. Verifique se o portfólio corresponde às técnicas cadastradas.

3. Assine os anexos exigidos e guarde comprovante de envio.

Custos das vagas para artesãos de Rondônia

Os selecionados receberão passagens aéreas de ida e volta, transporte das peças até o Ceará e retorno a Rondônia, além do uso gratuito do espaço coletivo de exposição e comercialização.

Hospedagem, alimentação, deslocamentos locais, produção, embalagem, acondicionamento, impostos, taxas e eventual seguro permanecem sob responsabilidade do participante. As vagas para artesãos de Rondônia não incluem pagamento integral de todas as despesas.

Planejamento de custos
Oferecido
Passagens, transporte das peças e espaço coletivo.
Participante
Hospedagem, alimentação, traslados locais, produção, embalagem, impostos e seguro.

Prazo final das vagas para artesãos de Rondônia

A Fenacce 2026 ocorrerá de 4 a 13 de setembro, no Centro de Eventos do Ceará. Os representantes selecionados poderão expor e comercializar as peças aprovadas durante o festival nacional.

A lista provisória está prevista para 11 de agosto, com recursos de 12 a 14. O resultado definitivo sai em 17 de agosto, e os classificados deverão confirmar participação entre os dias 17 e 19.

Antes de disputar as vagas para artesãos de Rondônia, leia o Edital nº 8/2026, confira o Sicab, assine os anexos, verifique os arquivos e guarde o comprovante de envio.

NF-e muda em agosto e empresas de Rondônia precisam se adaptar

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Mudanças da NF-e na Reforma Tributária exigem adaptação de empresas de Rondônia
Empresas precisam revisar sistemas e cadastros para os campos de IBS e CBS.

As mudanças da NF-e na Reforma Tributária entram em uma fase decisiva para empresas e profissionais contábeis de Rondônia. A partir de 3 de agosto de 2026, documentos de empresas do regime regular poderão ser rejeitados se os campos de IBS e CBS não forem preenchidos corretamente.

O marco exige revisão do emissor fiscal, dos cadastros de produtos, das classificações tributárias e das integrações entre vendas, estoque, faturamento e contabilidade. A regra não significa aumento automático de 1% e varia conforme o regime e a operação.

Capacitação fiscal online

Empresas devem revisar sistemas antes da validação de IBS e CBS em 3 de agosto.

O que muda em 3 de agosto

Desde janeiro, documentos fiscais eletrônicos devem trazer informações individualizadas de IBS e CBS conforme o leiaute aplicável. No período inicial de adaptação, a ausência desses campos não provocava automaticamente a rejeição da NF-e.

Com o novo marco, as mudanças da NF-e na Reforma Tributária passam a ter validação sistêmica para empresas do regime regular. Quando dados obrigatórios estiverem ausentes ou inconsistentes, o documento poderá não ser autorizado.

Dados principais
Marco
3 de agosto de 2026.
Público
Empresas do regime regular.
Risco
Rejeição de documento incompleto no novo leiaute.

Mudanças da NF-e na Reforma Tributária alteram o leiaute

A Nota Técnica 2025.002 adapta a NF-e e a NFC-e para os campos de IBS, CBS e Imposto Seletivo. A documentação também reúne códigos tributários, validações, eventos e finalidades de crédito e débito.

As mudanças da NF-e na Reforma Tributária não devem ser confundidas com a NFS-e, que segue documentação própria. O preenchimento varia conforme a operação, o documento fiscal e o regime tributário da empresa.

Atenção ao tipo de documento

NF-e, NFC-e e NFS-e seguem regras e documentações específicas. A empresa deve validar a orientação correta com contador, setor fiscal e fornecedor do sistema.

Ano de teste não significa aumento automático

Nas mudanças da NF-e na Reforma Tributária, a referência de teste em 2026 é de 1%, sendo 0,1% de IBS e 0,9% de CBS. Esses percentuais não devem ser apresentados como acréscimo automático no imposto pago ou no preço ao consumidor.

A apuração possui caráter informativo para quem cumpre as obrigações acessórias previstas. Por isso, a adaptação exige atenção técnica, mas não permite generalizações sobre aumento de custo tributário para todas as empresas.

Percentuais de teste

IBS: referência de 0,1% em 2026.

CBS: referência de 0,9% em 2026.

Leitura correta: teste operacional não é aumento automático no preço final.

Empresas de Rondônia precisam revisar sistemas

O impacto alcança comércio, indústria, transportadoras, escritórios contábeis e fornecedores de software em Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal, Vilhena e demais municípios de Rondônia.

Para aplicar as mudanças da NF-e na Reforma Tributária, cada negócio deve verificar se o emissor e o ERP receberam a versão atualizada, se os novos campos estão disponíveis e se os cadastros fiscais foram revisados.

Checklist para empresas e contadores

1. Confirme a versão do emissor e do ERP.

2. Revise produtos, operações e classificações tributárias.

3. Faça testes antes do prazo de validação.

Erros podem impedir a autorização da NF-e

Campos ausentes, códigos incompatíveis, cadastros incorretos e integrações desatualizadas podem causar rejeição. Isso não significa que toda nota será recusada, mas exige rotina de conferência e correção.

Simples Nacional e MEI não devem receber automaticamente as mesmas orientações do regime regular. Nas mudanças da NF-e na Reforma Tributária, o enquadramento e a operação precisam ser avaliados conforme as notas técnicas correspondentes.

Pontos que merecem revisão
Cadastros
Produtos, operações, CFOP, classificação fiscal e parâmetros tributários.
Integrações
Estoque, vendas, faturamento, contabilidade e sistema emissor.
Regime tributário
Orientações variam conforme o enquadramento e o tipo de operação.

Portal Contábeis realiza webinar gratuito

O Portal Contábeis promove em 15 de julho um webinar privado, gratuito e ao vivo sobre NF-e e preparação para 2027. A página informa 15h, sem explicitar o fuso.

Participantes de Rondônia devem confirmar o horário no e-mail de inscrição. O evento pode ajudar na preparação, mas não substitui fontes normativas, contador, fornecedor de software ou orientação técnica oficial.

Preparação para 2027 começa agora

Em 2027, a CBS entra em nova etapa de cobrança, PIS e Cofins são extintos no cronograma e o IBS continua sua implantação gradual. A transição segue até 2033, sem mudança integral de uma só vez.

Por isso, as mudanças da NF-e na Reforma Tributária devem ser tratadas como processo contínuo. Empresas precisam registrar ajustes, treinar equipes e acompanhar versões posteriores da documentação técnica.

Onde buscar orientação técnica

A Receita Federal reúne orientações gerais para 2026. O Portal Nacional da NF-e publica a Nota Técnica 2025.002 e suas atualizações, que devem ser acompanhadas por empresas, contadores e fornecedores de software.

Antes de agosto, cada empresa deve validar as mudanças da NF-e na Reforma Tributária, testar emissões e evitar descobrir falhas apenas após uma rejeição no sistema.

Projetos rurais de Rondônia têm prazo na ANA até 21 de agosto

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Projetos de conservação de água e solo podem buscar reconhecimento da ANA
Instituições podem inscrever iniciativas em execução até 21 de agosto.

Instituições de Rondônia que executam projetos de conservação de água e solo podem solicitar reconhecimento da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico até 21 de agosto de 2026. O chamamento é nacional, gratuito e voltado a iniciativas já em execução.

A oportunidade interessa a órgãos públicos, universidades, cooperativas, associações, empresas, comitês de bacia e organizações da sociedade civil que desenvolvem ações no meio rural. O reconhecimento, porém, não garante repasse financeiro automático, convênio ou contratação.

Reconhecimento ambiental aberto

Chamamento aceita iniciativas rurais em execução, sem repasse financeiro automático.

Quem pode apresentar projetos de conservação de água e solo

Podem participar pessoas jurídicas públicas ou privadas responsáveis pela execução das iniciativas. Isso inclui prefeituras, órgãos ambientais, universidades, consórcios, cooperativas, associações, comitês de bacia, empresas e entidades da sociedade civil.

Produtores rurais podem aderir voluntariamente às ações em suas propriedades, mas não devem ser tratados como proponentes individuais. A inscrição dos projetos de conservação de água e solo deve ser feita pela instituição responsável pelo programa ou projeto.

Quem pode participar
Pessoas jurídicas
Órgãos públicos, entidades privadas, associações, cooperativas, universidades e organizações da sociedade civil.
Produtores rurais
Podem aderir às ações nas propriedades, mas a candidatura é da instituição executora.

Quais iniciativas podem entrar no chamamento

Em Rondônia e na Amazônia, os projetos de conservação de água e solo podem envolver nascentes, rios, igarapés, vegetação ciliar, erosão, assoreamento, microbacias, saneamento rural e boas práticas agropecuárias.

O recorte interessa a instituições que atuam em Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal, Vilhena, Jaru, Rolim de Moura, Machadinho d’Oeste, Guajará-Mirim, Ouro Preto do Oeste e demais municípios. A seleção, no entanto, é nacional e não exclusiva para Rondônia.

Dados principais

Prazo: até 21 de agosto de 2026.

Alcance: chamamento nacional, com participação gratuita.

Finalidade: reconhecer iniciativas em execução, sem financiamento automático.

Requisitos para o reconhecimento da ANA

A proposta deve usar a bacia hidrográfica como unidade de planejamento, ter diagnóstico socioambiental, atuar em propriedades rurais, contar com adesão voluntária e desenvolver ações de conservação ou saneamento rural.

Além disso, os projetos de conservação de água e solo precisam estar em execução ou em implementação, com resultados pelo menos parcialmente verificáveis. Ideias futuras, sem execução comprovada, não atendem a essa exigência.

Verificação técnica

Território: bacia ou sub-bacia delimitada e diagnóstico prévio.

Execução: ações em propriedades rurais com adesão voluntária.

Resultados: documentos que demonstrem efeitos parciais da iniciativa.

Critérios adicionais também entram na análise

A iniciativa deve cumprir todos os requisitos obrigatórios e pelo menos três critérios adicionais. Entre eles estão parcerias, práticas produtivas sustentáveis, pagamento por serviços ambientais, monitoramento, educação ambiental e comunicação de resultados.

Um único critério adicional não garante reconhecimento. A análise dos projetos de conservação de água e solo considera o conjunto da proposta, a consistência da execução e a capacidade de demonstrar resultados no território.

Antes de inscrever

1. Confirme se a iniciativa já está em execução.

2. Reúna documentos, resultados e comprovações.

3. Verifique se há pelo menos três critérios adicionais atendidos.

Como fazer a inscrição até 21 de agosto

A instituição deve preencher o formulário eletrônico, assinar o Termo de Adesão e organizar a documentação exigida no edital. Cada inscrição corresponde a um programa ou projeto.

O termo e os comprovantes dos projetos de conservação de água e solo devem ser enviados para produtordeagua@ana.gov.br. No assunto do e-mail, a orientação é usar “Edital de Reconhecimento Programa Produtor de Água 2026 – nome do programa ou projeto”.

As informações oficiais sobre o chamamento podem ser consultadas na página da ANA.

Etapas de envio
Formulário
Deve ser preenchido pela pessoa jurídica responsável.
Termo de Adesão
Documento precisa ser assinado conforme as regras do edital.
Comprovantes
Devem demonstrar execução, resultados e aderência aos critérios.

Reconhecimento não é financiamento

Os projetos de conservação de água e solo reconhecidos podem integrar o portfólio do Programa Produtor de Água, aparecer em ações de divulgação e ter prioridade em capacitações ou iniciativas futuras, conforme regras e disponibilidade da ANA.

Essa possibilidade não garante financiamento, convênio, contratação, parceria, capacitação ou transferência de recursos. Por isso, o reconhecimento deve ser entendido como validação técnica e institucional, não como promessa de dinheiro novo.

Por que a oportunidade interessa à Amazônia

Grandes distâncias, dependência de nascentes e igarapés, erosão, assoreamento e saneamento rural tornam a segurança hídrica central para comunidades e áreas produtivas amazônicas.

Nesse contexto, os projetos de conservação de água e solo podem documentar soluções já aplicadas em microbacias e áreas degradadas, sem presumir aprovação automática de qualquer iniciativa regional.

Resultado e orientação final

Após o encerramento, a ANA terá prazo para divulgar o resultado preliminar, com possibilidade de recurso conforme o edital. A participação é gratuita, mas exige documentação organizada e atenção ao prazo.

Antes de enviar projetos de conservação de água e solo, a instituição deve ler a publicação oficial, conferir os documentos e evitar deixar o procedimento para o último dia.

Cidades crescem sem plano e quem mora longe paga a conta

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Mariana Monteiro e Benny Schvarsberg debatem cidades sem planejamento no programa PontoDeVista
Mariana Monteiro entrevista Benny Schvarsberg sobre expansão urbana, desigualdade, planos diretores e participação popular.

Cidades sem planejamento crescem para os lados, afastam moradores dos serviços e tornam a rotina mais cara. Esse é o ponto de partida do primeiro episódio da série “Ocupação Urbana”, do programa PontoDeVista, produzido pela Câmara dos Deputados.

Mariana Monteiro conversa com Benny Schvarsberg, professor da Universidade de Brasília e especialista em planejamento urbano. Ele explica como a urbanização acelerada deixou bairros inteiros sem saneamento, drenagem, transporte e equipamentos públicos suficientes.

Na prática, cidades sem planejamento aumentam a distância entre moradia, trabalho, escola e atendimento de saúde. O problema não está apenas na falta de leis, mas também em planos que não consideram a realidade local ou nunca saem do papel.

▶️ Ative o som e acompanhe o episódio completo

O especialista fala sobre periferias, planos diretores, terrenos vazios, gentrificação e participação popular.

Cidades sem planejamento ampliam distâncias

Schvarsberg lembra que o Brasil deixou de ser um país predominantemente rural em poucas décadas. Milhões de pessoas passaram a viver em áreas urbanas, mas a infraestrutura não acompanhou o mesmo ritmo.

O resultado aparece em cidades sem planejamento: regiões centrais concentram oportunidades e serviços, enquanto moradores das periferias enfrentam viagens longas e maior dificuldade para acessar emprego, estudo e saúde.

▶️ Veja como a urbanização acelerada mudou o Brasil

O professor explica por que o crescimento rápido trouxe precariedade para grande parte da população.

Plano diretor não pode ser documento de prateleira

O plano diretor deveria organizar o crescimento, definir usos do solo e orientar investimentos. O problema, segundo o entrevistado, é que muitos municípios não têm equipe técnica suficiente e acabam copiando modelos de outras localidades.

Quando isso acontece, cidades sem planejamento continuam se expandindo mesmo com uma lei aprovada. Um plano genérico não responde às necessidades dos bairros, não orienta obras e perde força diante da especulação imobiliária.

O que o plano precisa responder

Moradia: onde as pessoas podem viver com infraestrutura e segurança.

Serviços: onde devem ficar escolas, postos de saúde, comércio e áreas de lazer.

Investimentos: quais obras precisam vir primeiro e quem será atendido.

▶️ Assista ao trecho sobre planos diretores

O episódio mostra por que copiar modelos de outras cidades pode deixar o planejamento sem efeito.

Terrenos vazios podem empurrar a população para longe

O entrevistado chama atenção para terrenos desocupados em áreas que já receberam pavimentação, energia, transporte e outras redes públicas. Mantidos vazios à espera de valorização, esses imóveis deixam de cumprir uma função social.

Em cidades sem planejamento, esse movimento ajuda a espalhar a ocupação para bairros cada vez mais distantes. A prefeitura precisa ampliar redes e serviços, enquanto o morador gasta mais tempo e dinheiro para circular.

▶️ Entenda a função social da propriedade

Benny Schvarsberg explica por que cada área da cidade precisa ter uma destinação definida.

A área melhora, mas o morador pode ser expulso

O programa também explica a gentrificação. Ela acontece quando uma região recebe investimentos, valoriza e passa a ficar cara demais para moradores e comerciantes tradicionais.

Nas cidades sem planejamento, a melhoria urbana pode acabar beneficiando apenas quem consegue pagar pelos novos preços. Quem vivia no local é levado para áreas mais afastadas, onde o acesso a oportunidades costuma ser menor.

Na vida real

Melhorar o bairro sem tirar quem mora nele

Obras: podem valorizar a região e melhorar os serviços.

Risco: aluguel e preço dos imóveis podem subir rapidamente.

Desafio: garantir que moradores e pequenos negócios possam permanecer.

▶️ Veja o trecho sobre gentrificação

O especialista mostra como a valorização pode trocar moradores de menor renda por grupos com maior poder econômico.

Morador precisa ter voz nas decisões da cidade

Na parte final, o professor defende centros com moradia, comércio, escolas, saúde, cultura, lazer e serviços públicos funcionando juntos. Para isso, o planejamento não pode ficar restrito aos gabinetes.

Combater cidades sem planejamento exige conhecimento técnico e participação popular. Audiências, consultas e revisões de planos diretores precisam ser acessíveis para quem vive os problemas no dia a dia.

▶️ Assista aos caminhos apontados no episódio

O debate termina com a defesa de cidades mais misturadas, vivas e planejadas com a sociedade.

Fique de olho

Plano diretor: veja se está atualizado e se orienta as obras do município.

Orçamento: acompanhe investimentos em moradia, saneamento, drenagem e transporte.

Participação: procure audiências, consultas públicas e conselhos municipais.

O primeiro episódio do PontoDeVista mostra que cidades sem planejamento não são resultado apenas da falta de regras. O problema também envolve decisões adiadas, planos ignorados e pouca participação da população.

Enfrentar cidades sem planejamento exige continuidade, fiscalização e decisões que considerem quem mora mais longe.

O programa completo está disponível no canal da Câmara dos Deputados no YouTube.

Rogério Kiester conta como superou 300 litros de leite por dia

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Rogério Kiester participa do RuralCast sobre pecuária leiteira em Rondônia, assistência técnica e produção de mais de 300 litros de leite
Rogério Kiester conta no RuralCast como a assistência técnica ajudou a propriedade familiar a superar 300 litros de leite por dia.

Pecuária leiteira em Rondônia, assistência técnica e mudança de manejo são os temas centrais do episódio do RuralCast com Rogério Kiester, produtor rural da região de Cacoal.

A entrevista foi conduzida por Adalto Costa durante a cobertura especial do Dia de Campo Consultec Leite. No episódio, Rogério conta como quase desistiu da atividade, buscou conhecimento e transformou uma propriedade familiar simples em referência de produtividade.

O relato mostra que a pecuária leiteira em Rondônia pode avançar com ajustes práticos, acompanhamento técnico, gestão da propriedade, participação da família e manejo correto das pastagens.

▶️ Ative o som e acompanhe o episódio completo

Rogério Kiester fala sobre assistência técnica, manejo de pastagem, gestão rural, família e o salto de produção para mais de 300 litros de leite por dia.

Produtor chegou a pensar em abandonar o leite

Rogério conta que, antes das mudanças, vivia uma realidade comum a muitos produtores. A atividade era conduzida de forma simples, sem dados anotados, sem controle zootécnico e com baixa previsibilidade financeira.

Em 2019, ele e a esposa chegaram a conversar sobre desistir da produção. Segundo o produtor, a propriedade não gerava lucro suficiente, especialmente no período seco, quando a alimentação dos animais piorava e os custos aumentavam.

A história ajuda a explicar os desafios da pecuária leiteira em Rondônia. Para Rogério, a virada começou quando a família decidiu continuar no leite, mas com outro sistema de trabalho e mais conhecimento técnico.

▶️ Veja o trecho sobre a quase desistência

Rogério explica como a baixa rentabilidade levou a família a repensar a continuidade na produção de leite.

Números do episódio
Rogério relata que a produção saiu de cerca de 40 a 50 litros por dia nas águas para mais de 300 litros diários com manejo e assistência técnica.
Antes
baixa produção e risco de abandonar a atividade
Agora
mais de 300 litros por dia com 17 vacas em lactação
Manejo
pastagem rotacionada, irrigada e adubada mudou o resultado

Assistência técnica virou divisor de águas

O primeiro passo, segundo Rogério, foi buscar conhecimento. A família procurou a Emater para saber se havia algum programa voltado ao produtor de leite e passou a receber orientação técnica.

Com o acompanhamento, a propriedade começou a ajustar manejo, irrigação, adubação e uso da área disponível. Depois, entrou no Consultec Leite e passou a funcionar como unidade demonstrativa, recebendo produtores de diferentes municípios interessados no modelo.

A experiência reforça que a pecuária leiteira em Rondônia pode melhorar sem depender apenas de grandes investimentos. Rogério afirma que a propriedade segue simples, com estrutura básica, mas conduzida de forma mais correta.

▶️ Assista ao trecho sobre assistência técnica

O produtor conta como buscou apoio técnico e passou a mudar o sistema de produção na propriedade.

Pastagem bem manejada aumentou a produção na seca

Um dos pontos mais marcantes da entrevista é o papel da pastagem. Rogério explica que já tinha área irrigada e rotacionada, mas não sabia manejar corretamente. Com orientação, passou a ajustar irrigação, adubação e uso dos piquetes.

Antes, a produção caía muito no período seco. Hoje, segundo o produtor, o maior volume de leite da propriedade ocorre justamente na seca, graças à pastagem rotacionada, irrigada e adubada.

Esse ponto é importante para a pecuária leiteira em Rondônia, porque mostra que produtividade depende de alimento de qualidade ao longo do ano. O produtor relata que chegou a 302 litros em um fechamento diário e já bateu mais de 400 litros em outro momento.

▶️ Veja o trecho sobre produção e pastagem

Rogério relata o salto de produtividade, a produção na seca e o uso de pastagem rotacionada e irrigada.

Leitura analítica

Pequenas mudanças podem gerar grandes resultados

Conhecimento: assistência técnica ajudou a corrigir manejo e tomada de decisão.

Pastagem: irrigação, adubação e rotação deram estabilidade na seca.

Gestão: controle de custos e decisões em família sustentam o crescimento.

Família e gestão sustentam o novo momento

Rogério destaca várias vezes a participação da esposa, Nicole, nas decisões da propriedade. Segundo ele, tudo é conversado antes de ser feito, porque a atividade envolve trabalho diário, divisão de funções e responsabilidade familiar.

A entrevista também mostra a importância da gestão financeira. O produtor afirma que é necessário saber quanto custa produzir um litro de leite, quanto sobra por litro e quais gastos existem dentro da propriedade.

Na prática, a pecuária leiteira em Rondônia passa a ser vista como negócio. Rogério diz que antes enxergava o leite como uma renda pequena, mas hoje vê a atividade como rentável e capaz de dar mais qualidade de vida aos filhos.

▶️ Assista ao trecho sobre família e gestão

Rogério fala sobre a participação da esposa, controle financeiro e decisões dentro da propriedade.

Mensagem é buscar conhecimento antes de desistir

Na mensagem final, Rogério fala diretamente aos produtores que estão desanimados com o leite. Ele defende que não desistam antes de buscar conhecimento, apoio técnico e novas formas de conduzir a propriedade.

O produtor reforça que sua propriedade é familiar, simples e aberta para visitas. A experiência, segundo ele, mostra que resultados podem vir quando a família acredita no projeto e aplica o manejo de forma correta.

O RuralCast com Rogério Kiester mostra que a pecuária leiteira em Rondônia pode ser mais produtiva quando assistência técnica, manejo, gestão e família caminham juntos.

Com esse relato, a pecuária leiteira em Rondônia aparece como uma alternativa viável para propriedades familiares que buscam produtividade, renda e permanência no campo.

Bets terão alertas sobre perdas e dependência em Rondônia

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Publicidade de apostas online terá alertas sobre perdas e dependência em Rondônia
Anúncios deverão informar riscos de dependência, perdas financeiras e falsa promessa de renda.

A publicidade de apostas online terá novas advertências obrigatórias a partir de 17 de julho de 2026. A mudança alcança anúncios vistos por moradores de Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal, Vilhena, Guajará-Mirim, Rolim de Moura, Jaru, Ouro Preto do Oeste e demais municípios de Rondônia.

As regras exigem avisos claros sobre dependência, perda de dinheiro e o fato de que aposta não é investimento. Também reforçam limites contra propaganda enganosa, promessa de renda fácil e divulgação de empresas sem autorização.

Alerta ao consumidor digital

Anúncios deverão avisar sobre perdas, dependência e falsa promessa de renda.

O que muda na publicidade de apostas online

Toda propaganda de apostas de quota fixa deverá exibir uma das três mensagens definidas pelo Ministério da Fazenda: “Apostar pode causar dependência”, “Apostar faz você perder dinheiro” ou “Aposta não é investimento”.

Os avisos deverão aparecer na horizontal, de forma clara e legível, ocupando pelo menos 10% do tamanho ou comprimento da peça. A publicidade de apostas online continua sujeita também à identificação de conteúdo comercial e à restrição para menores de 18 anos.

Novas exigências
Alerta visível
A advertência precisa ocupar espaço relevante na peça.
Risco financeiro
A comunicação deve deixar claro que apostar pode gerar perdas.
Responsabilidade
Quem produz, divulga ou impulsiona anúncio também deve observar as regras.

Por que a mudança importa em Rondônia

O impacto chega principalmente pelo celular. Redes sociais, vídeos, transmissões esportivas, aplicativos, sites e campanhas digitais fazem a publicidade de apostas online circular diariamente entre torcedores, jovens adultos, trabalhadores e famílias.

Para consumidores sob pressão financeira ou já endividados, anúncios que apresentam aposta como renda extra podem agravar decisões impulsivas. A orientação ao consumidor é tratar a atividade como entretenimento de risco, e nunca como forma de melhorar o orçamento doméstico.

Aposta não é investimento

Ganhos isolados não mudam a lógica do jogo: no conjunto, as chances de perda continuam relevantes. A publicidade não pode vender aposta como dinheiro fácil, solução para dívidas ou caminho de sucesso financeiro.

O que fica proibido na divulgação das bets

As normas impedem anúncios capazes de induzir o consumidor ao erro, exibir apostas premiadas como isca ou associar jogo a sucesso pessoal e melhoria financeira. Também é proibida a promoção de operadores não autorizados.

Artistas, atletas e influenciadores não estão proibidos de aparecer em qualquer situação, mas não podem ser usados para sugerir ganho fácil, renda garantida ou êxito social. Comentaristas e especialistas também não podem incentivar uma aposta específica junto de conteúdo editorial ou transmissão esportiva.

O que observar nos anúncios

Promessa de lucro: desconfie de renda garantida, método infalível ou recuperação rápida de perdas.

Conteúdo comercial: anúncio precisa ser identificado de forma clara.

Empresa autorizada: confira se o operador aparece na lista oficial.

Cuidados com publicidade de apostas online

Antes de clicar, confira se a propaganda identifica claramente que é anúncio, mostra o aviso de risco e direciona para domínio terminado em “.bet.br”. A publicidade de apostas online de empresas sem autorização é proibida.

Também desconfie de vídeo com promessa de lucro rápido, recuperação de dinheiro perdido, código secreto, método infalível ou pressão para apostar imediatamente. Nenhuma estratégia elimina o risco financeiro.

Proteção financeira

1. Consulte a lista oficial antes de abrir conta ou transferir dinheiro.

2. Não use valores destinados a comida, aluguel, transporte ou contas essenciais.

3. Evite apostar novamente para tentar recuperar prejuízo.

Como consultar empresas autorizadas

O Ministério da Fazenda mantém uma lista oficial de empresas autorizadas a operar apostas de quota fixa em âmbito nacional. Antes de criar conta ou informar dados pessoais, o consumidor deve verificar se a empresa aparece na relação oficial.

A consulta é importante porque a publicidade de apostas online feita por operadores não autorizados pode expor o usuário a risco financeiro, dificuldade de atendimento e promessas enganosas.

Prazo, fiscalização e alerta ao consumidor

As novas advertências entram em vigor em 17 de julho de 2026, enquanto as regras de proteção ao consumidor já orientam a fiscalização do setor. Descumprimentos podem levar a processo administrativo e penalidades como multa, suspensão e, nos casos previstos, cassação da autorização.

Na prática, a publicidade de apostas online deve ser lida com cautela: confirme a autorização, rejeite promessa de renda fácil e não trate aposta como investimento ou solução financeira.

Idosos são foco na reta final da vacinação contra gripe em Rondônia

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Vacinação contra gripe em Rondônia tem alerta para idosos na reta final da campanha
Pessoas com 60 anos ou mais devem conferir a vacinação antes de 31 de julho.

A vacinação contra gripe em Rondônia entra na reta final com alerta especial para os idosos. A cobertura entre pessoas com 60 anos ou mais está em 32,30%, bem abaixo da meta de 90%, segundo dados divulgados pela Agevisa-RO.

A campanha segue até 31 de julho de 2026. Famílias, cuidadores, filhos e netos podem ajudar quem ainda não recebeu a dose a verificar o atendimento na unidade de saúde mais próxima, sem esperar o surgimento de sintomas.

Proteção na terceira idade

Cobertura do grupo idoso está em 32,30%, abaixo da meta de 90% definida para a campanha.

Vacinação contra gripe em Rondônia segue até 31 de julho

Rondônia registrou 368.867 doses aplicadas, com cobertura geral de 41,88%. Mesmo com o imunizante disponível nos municípios, o resultado permanece distante da meta definida para os públicos acompanhados.

Na prática, a vacinação contra gripe em Rondônia pode ser procurada em Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal, Vilhena, Guajará-Mirim, Jaru, Rolim de Moura, Ouro Preto do Oeste e nos demais municípios, conforme a organização local das salas de vacina.

Dados principais
Prazo
Campanha segue até 31 de julho de 2026.
Meta
A cobertura esperada é de 90% do público acompanhado.
Idosos
Cobertura está em aproximadamente 32,30%.

Por que os idosos precisam de atenção

Pessoas com 60 anos ou mais podem apresentar maior risco de agravamento diante de infecções respiratórias, especialmente quando convivem com doenças cardíacas, pulmonares, diabetes ou outras condições crônicas.

A dose não impede todos os casos de influenza nem oferece proteção total. Ainda assim, a vacinação contra gripe em Rondônia ajuda a reduzir o risco de complicações, hospitalizações e mortes, objetivo central da estratégia anual de imunização.

Por que a atenção deve aumentar

Baixa cobertura: menos de um terço do público idoso aparece vacinado nos dados apresentados.

Maior vulnerabilidade: envelhecimento e doenças preexistentes podem favorecer agravamentos.

Ação da família: acompanhar horários, transporte e documentos pode facilitar o acesso à dose.

Onde procurar a vacina e o que levar

O atendimento ocorre nas unidades básicas e salas de vacinação definidas por cada município. Como horários, dias de funcionamento e disponibilidade podem variar, o morador deve confirmar a rotina da unidade antes de sair de casa.

Para receber a vacinação contra gripe em Rondônia, a orientação é levar documento de identificação, CPF e caderneta de vacinação. Quem perdeu a caderneta também deve procurar o serviço para que a equipe consulte o histórico disponível e faça a avaliação.

Serviço para idosos e famílias

O que levar: documento, CPF e caderneta, quando disponível.

Onde ir: unidade de saúde mais próxima, conforme a rotina municipal.

Como ajudar: confira transporte, horário e acesso antes do deslocamento.

Famílias e cuidadores podem facilitar o acesso

O alerta não deve ser usado para responsabilizar os idosos. Dificuldades de deslocamento, dúvidas sobre horários, perda da caderneta e necessidade de acompanhante podem atrasar a ida ao posto.

Trabalhadores da saúde e cuidadores também podem lembrar que a vacinação contra gripe em Rondônia é preventiva. Não é necessário esperar febre, tosse ou mal-estar para procurar a dose, pois a vacina não é tratamento para sintomas já instalados.

Apoio faz diferença

1. Ajude a confirmar o horário da unidade.

2. Organize documento, CPF e caderneta.

3. Verifique transporte ou acompanhante para o deslocamento.

Prazo final da vacinação contra gripe em Rondônia

Quem ainda não atualizou a proteção deve conferir o atendimento antes de 31 de julho. A vacinação contra gripe em Rondônia segue como medida de saúde pública para reduzir agravamentos, especialmente entre pessoas idosas e outros grupos mais vulneráveis.

O Ministério da Saúde mantém a influenza no calendário anual para pessoas a partir de 60 anos. A recomendação final é simples: verificar a situação vacinal, procurar a unidade do município e ajudar o idoso da família a chegar ao posto dentro do prazo.

Orientações gerais sobre vacinação podem ser consultadas nos canais oficiais do Ministério da Saúde.

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