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quarta-feira, outubro 28, 2026
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Caso de Naegleria fowleri em Rondônia reforça cuidados em rios

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Naegleria fowleri em Rondônia reforça cuidados com água doce entrando pelo nariz
Reduzir a entrada de água nas narinas ajuda a diminuir o risco durante mergulhos.

O caso de Naegleria fowleri em Rondônia confirmado em abril voltou ao debate após reportagem internacional sobre a infecção rara. A vítima era uma criança de nove anos, moradora de Machadinho d’Oeste, que morreu em 3 de abril no Hospital Regional de Cacoal.

O diagnóstico de meningoencefalite amebiana primária foi confirmado em 10 de abril, após análises do Lacen-RO e do Instituto Adolfo Lutz. A divulgação oficial ocorreu em maio. Não há confirmação de surto no estado, transmissão para outras pessoas ou contaminação generalizada de rios.

Risco raro sob vigilância

A infecção ocorre quando água contaminada entra pelas narinas, não pelo simples ato de beber água.

Como ocorreu o caso de Naegleria fowleri em Rondônia

A Agevisa-RO informou que a investigação foi conduzida com a Secretaria Municipal de Saúde de Machadinho d’Oeste. As amostras passaram pelo laboratório estadual e tiveram confirmação em São Paulo.

O episódio de Naegleria fowleri em Rondônia deve ser tratado como fato ocorrido em abril, e não como uma nova morte. Não existe base oficial para divulgar o local exato da possível exposição da criança.

Como a Naegleria fowleri em Rondônia entra no organismo

O caso de Naegleria fowleri em Rondônia envolve uma ameba microscópica de vida livre encontrada em água doce quente. A infecção acontece quando água contendo o organismo entra pelas narinas e alcança o cérebro pelo trajeto dos nervos olfatórios.

A doença não é adquirida simplesmente ao beber água e não passa de pessoa para pessoa. Piscinas desinfetadas apresentam risco muito menor, enquanto a entrada de água pelo nariz é o ponto central da prevenção.

Como a exposição pode acontecer
Entra
Quando água contaminada alcança as narinas durante mergulhos, saltos ou lavagem nasal inadequada.
Não entra
A infecção não ocorre ao beber água nem por contato comum com uma pessoa infectada.

Sintomas ligados à Naegleria fowleri em Rondônia

Os sinais iniciais incluem dor de cabeça intensa, febre, náuseas e vômitos. A evolução pode trazer rigidez de nuca, confusão, mudança de comportamento, convulsões, alucinações, perda de consciência e coma.

Esses sintomas podem se parecer inicialmente com meningite bacteriana. Uma dor de cabeça após banho de rio não significa, sozinha, Naegleria fowleri em Rondônia; porém, sintomas intensos associados à entrada recente de água doce pelas narinas devem ser relatados imediatamente à equipe médica.

Atenção aos sinais

Início possível: febre, dor de cabeça forte, náuseas e vômitos.

Evolução grave: rigidez de nuca, confusão, convulsões ou perda de consciência.

Histórico: informe à equipe médica se houve entrada recente de água doce pelas narinas.

Como reduzir o risco em rios e lagos

O risco é muito baixo, e a prevenção não exige proibir genericamente o lazer aquático. Em água doce quente, evite mergulhos em áreas rasas, use clipe nasal em saltos ou brincadeiras com submersão e mantenha a cabeça acima da água em fontes naturalmente quentes.

Para reduzir o risco associado à Naegleria fowleri em Rondônia, evite ainda remexer sedimentos do fundo em áreas rasas e tenha atenção em água muito quente ou rasa. As regras e orientações sanitárias do local devem ser respeitadas.

Prevenção em dois ambientes

Em rios e lagos: reduza a entrada de água pelas narinas e evite remexer sedimentos rasos.

Na lavagem nasal: use água destilada, esterilizada ou fervida e resfriada.

Lavagem nasal exige água segura

Dispositivos de lavagem nasal devem ser usados somente com água destilada, esterilizada ou previamente fervida e completamente resfriada. Água diretamente da torneira, de rio ou de poço não tratado não deve ser usada nessa prática.

A prevenção da Naegleria fowleri em Rondônia inclui seguir instruções sanitárias e médicas para limpeza do dispositivo. Água mineral não deve ser presumida estéril sem indicação no rótulo.

Prevenção contra Naegleria fowleri em Rondônia

A principal orientação é evitar que água doce quente entre pelo nariz. Em banhos de rio, lago ou balneário, pais e responsáveis devem orientar crianças a não mergulhar de forma brusca, não brincar remexendo o fundo raso e não forçar água nas narinas.

Essas medidas ajudam a reduzir o risco, mas não indicam que todos os rios estejam contaminados. A informação sobre Naegleria fowleri em Rondônia deve ser usada como alerta preventivo, sem pânico e sem criação de boatos sobre locais não confirmados oficialmente.

Contexto internacional exige cautela

Um estudo de 2026 analisou casos confirmados em laboratório durante o surto de Kerala, na Índia, em 2025, e indicou mortalidade menor que o histórico internacional. O resultado não significa tratamento garantido nem pode ser transferido automaticamente para outras situações.

Diagnóstico mais rápido, maior reconhecimento clínico e protocolos padronizados podem ter contribuído para a sobrevivência observada. No caso de Naegleria fowleri em Rondônia, pesquisadores também avaliam como águas mais quentes podem favorecer condições ambientais, sem prova de expansão específica nos rios do estado.

A comunicação oficial da Agevisa-RO registra as datas e a investigação local. Orientações preventivas podem ser consultadas no material do CDC, especialmente sobre água segura para lavagem nasal e prevenção durante mergulhos em água doce quente.

Vacina Pneumo 20 chega a Porto Velho para crianças e grupos especiais

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Vacina Pneumo 20 em Porto Velho está disponível para crianças e grupos especiais
Novo esquema utiliza a Pneumo 20 aos 2 meses e no reforço aos 12 meses.

A vacina Pneumo 20 em Porto Velho já está disponível para os públicos definidos pelo Programa Nacional de Imunizações. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, as doses foram distribuídas às Unidades Básicas de Saúde, ao Centro Intermediário de Imunobiológicos Especiais e ao ponto de vacinação do Porto Velho Shopping.

A oferta não representa campanha aberta para todos os moradores. A indicação depende da idade, do histórico vacinal e, nos grupos especiais, da condição clínica comprovada e avaliada pela equipe de vacinação.

Proteção pneumocócica ampliada

Aplicação começa aos 2 meses e depende da idade, do histórico vacinal e da condição clínica.

Proteção da vacina Pneumo 20 em Porto Velho

A vacina Pneumo 20 em Porto Velho protege contra 20 sorotipos do pneumococo. A bactéria pode provocar pneumonia, meningite, otite e doença pneumocócica invasiva, mas o imunizante não evita todas as pneumonias, que também podem ser causadas por outros agentes.

A ampliação dos sorotipos cobertos não invalida a proteção anterior. A Pneumo 10 continua sendo usada durante a transição dos estoques, conforme o calendário e a orientação do SUS.

O que a vacina ajuda a prevenir
Pneumonia
O imunizante protege contra sorotipos do pneumococo, mas não contra todas as causas de pneumonia.
Doença invasiva
A proteção também está relacionada a quadros como meningite e infecções graves por pneumococo.

Esquema da vacina Pneumo 20 em Porto Velho

Durante a transição, a vacina Pneumo 20 em Porto Velho é aplicada aos 2 meses. Aos 4 meses, o esquema utiliza a Pneumo 10; o reforço aos 12 meses volta a ser feito com a Pneumo 20. Entre a segunda dose e o reforço deve ser respeitado intervalo mínimo de 60 dias.

Após o esgotamento dos estoques da Pneumo 10, o Ministério da Saúde prevê o uso exclusivo da Pneumo 20 no esquema. A família não deve antecipar doses nem alterar intervalos sem avaliação da sala de vacinação.

Esquema infantil durante a transição

2 meses: Pneumo 20.

4 meses: Pneumo 10.

12 meses: reforço com Pneumo 20.

Quem já tomou a Pneumo 10 precisa fazer o quê

Crianças que receberam apenas a primeira dose da Pneumo 10 completam as duas etapas seguintes com Pneumo 20, conforme a orientação municipal. Quem já recebeu duas doses da Pneumo 10 faz o reforço com a nova vacina.

Quem completou as doses e o reforço do esquema anterior não precisa receber dose adicional apenas pela chegada da vacina Pneumo 20 em Porto Velho. O esquema não deve ser reiniciado; a equipe verificará idade e registros antes da aplicação.

Atenção à caderneta

Não reinicie o esquema: a equipe deve conferir doses já registradas.

Não antecipe doses: intervalos devem seguir a orientação da sala de vacinação.

Vacina Pneumo 20 em Porto Velho para grupos especiais

O Ministério da Saúde inclui crianças menores de 5 anos, povos indígenas a partir de 5 anos sem histórico de vacina pneumocócica conjugada, idosos a partir de 60 anos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais.

Na rede municipal, a vacina Pneumo 20 em Porto Velho também pode ser indicada após avaliação para situações como diabetes, asma moderada ou grave, doenças cardíacas, pulmonares ou hepáticas graves, HIV/Aids, tratamento oncológico, transplante e prematuridade. A relação é exemplificativa, não automática.

Quem pode ser avaliado

Crianças: menores de 5 anos, conforme idade e histórico vacinal.

Outros públicos: indígenas sem histórico, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições especiais.

Onde procurar a vacina Pneumo 20 em Porto Velho

A Semusa informa que a vacina Pneumo 20 em Porto Velho está nas UBS, no CIIE da Policlínica Rafael Vaz e Silva e no ponto de vacinação do Porto Velho Shopping. Horário, estoque, atendimento da faixa etária e necessidade de encaminhamento devem ser confirmados antes do deslocamento.

É necessário apresentar CPF ou Cartão Nacional de Saúde e, quando disponível, a caderneta de vacinação. Para grupos especiais, o serviço exige laudo, receita ou documento médico que comprove a condição clínica.

Serviço em Porto Velho
Locais
UBS, CIIE na Policlínica Rafael Vaz e Silva e Porto Velho Shopping.
Documentos
CPF ou Cartão SUS, caderneta e comprovação médica quando exigida.

Orientação deve ser feita pela sala de vacinação

As regras nacionais podem ser consultadas nos canais do Ministério da Saúde. As informações locais estão no comunicado da Prefeitura de Porto Velho, com orientação para buscar atendimento conforme disponibilidade da rede.

Dúvidas individuais sobre a vacina Pneumo 20 em Porto Velho devem ser esclarecidas pela equipe de vacinação, que avaliará idade, caderneta e condição clínica sem recomendar reinício desnecessário do esquema.

Henrique Alves explica como o café indígena valoriza a floresta

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Henrique Alves participa do RuralCast sobre café indígena em Rondônia, Embrapa, Robustas Amazônicos e preservação da floresta
Henrique Alves explica no RuralCast como ciência e qualidade ajudam a valorizar o café indígena produzido em Rondônia.

Café indígena em Rondônia, ciência e preservação da floresta são os temas centrais do episódio do RuralCast com Henrique Alves, pesquisador da Embrapa Rondônia e especialista em colheita, pós-colheita e qualidade dos Robustas Amazônicos.

A conversa, conduzida por Adalto Costa, foi gravada durante o Dia de Campo Paiter Suruí, na Comunidade Lapetanha, Terra Indígena Sete de Setembro, em Cacoal. No episódio, Henrique explica como a aproximação entre ciência, produtores indígenas e instituições parceiras vem transformando a cafeicultura nas aldeias.

O episódio mostra que o café indígena em Rondônia vai além da produção agrícola. A pauta envolve renda, qualidade sensorial, protagonismo indígena, participação dos jovens, fortalecimento cultural e conservação das áreas de floresta.

▶️ Ative o som e acompanhe o episódio completo

Henrique Alves fala sobre Projeto Tribos, Robustas Amazônicos, qualidade do café indígena, renda nas aldeias e preservação da floresta.

Ciência ajuda a valorizar o café indígena em Rondônia

Henrique Alves explica que a Embrapa já trabalhava com comunidades indígenas em diferentes áreas, mas a aproximação com os Robustas Amazônicos começou a ganhar forma a partir de 2017 e 2018. O objetivo era aprimorar qualidade, colheita, pós-colheita e agregação de valor.

Segundo o pesquisador, o trabalho começou com poucas famílias e avançou a partir da percepção de que havia potencial real para cafés especiais produzidos em terras indígenas. A partir daí, a ciência passou a dialogar com o saber local, com a rotina das aldeias e com a busca por mercado.

O café indígena em Rondônia aparece no episódio como uma vitrine da cafeicultura amazônica. Para Henrique, a experiência mostra que tecnologia, paciência no manejo e respeito ao território podem gerar produtos de alto valor.

▶️ Veja o trecho sobre a aproximação com a Embrapa

Henrique conta como o trabalho com comunidades indígenas começou e ganhou escala com foco em qualidade.

Pontos do episódio
O episódio mostra como o café especial produzido em terras indígenas pode gerar renda, valorizar a cultura local e ajudar a proteger áreas de floresta.
Ciência
Embrapa atua em colheita, pós-colheita e qualidade
Renda
cafés especiais ampliam valor e oportunidades nas aldeias
Floresta
produção compatível com o território ajuda a conservar áreas preservadas

Projeto Tribos ampliou famílias atendidas e abriu mercado

Na entrevista, Henrique relata que o trabalho ligado ao café robusta amazônico começou com três famílias. Com o avanço da qualidade e o interesse de parceiros, a iniciativa cresceu e passou a atender famílias de diferentes etnias e terras indígenas.

O pesquisador cita o Projeto Tribos como uma experiência que conecta ciência, mercado e território. A presença de parceiros ajudou a estruturar concursos, valorização dos microlotes e comercialização do café especial.

Esse processo fortaleceu o café indígena em Rondônia porque permitiu que produtores deixassem de vender apenas café comum, de menor valor, e passassem a trabalhar qualidade, processamento e identidade territorial.

▶️ Assista ao trecho sobre o Projeto Tribos

O pesquisador explica como a iniciativa saiu de poucas famílias e ganhou escala entre etnias e terras indígenas.

Café indígena tem perfil sensorial diferenciado

Henrique afirma que os cafés produzidos em territórios indígenas têm características próprias. Segundo ele, pesquisas e concursos já mostram qualidade elevada, mas ainda há estudos em andamento para compreender todos os fatores envolvidos.

Entre as hipóteses citadas estão o ambiente com mais floresta, riqueza de polinizadores, microbiota mais diversa, microclima, solo e o próprio saber fazer indígena. Para o pesquisador, o resultado pode vir do conjunto entre ambiente, paciência no manejo e processamento cuidadoso.

Na xícara, o café indígena em Rondônia pode apresentar mais complexidade, com doçura, notas frutadas, acidez cítrica, nuances florais e características associadas aos cafés especiais. O episódio também reforça a importância da colheita no ponto certo e da secagem adequada.

▶️ Veja o trecho sobre qualidade sensorial

Henrique explica o que diferencia os cafés indígenas e como o ambiente pode influenciar sabor e qualidade.

Leitura analítica

Café indígena une território, técnica e identidade

Território: áreas de floresta podem influenciar microclima, biodiversidade e qualidade.

Técnica: colheita madura, fermentação e secagem cuidadosa agregam valor ao produto.

Identidade: a origem indígena diferencia o café e fortalece a narrativa dos Robustas Amazônicos.

Renda nas aldeias também ajuda a preservar a floresta

Um dos pontos mais fortes do episódio é a relação entre renda e preservação. Henrique afirma que não é possível pensar a floresta sem considerar as pessoas que vivem no território. Para ele, atividades econômicas compatíveis com a conservação ajudam a reduzir a pressão por alternativas predatórias.

O pesquisador explica que a floresta, para os povos indígenas, não é apenas paisagem. Ela faz parte do cotidiano, da vida e do território. Por isso, quando há renda, qualidade de vida e oportunidades dentro das aldeias, a tendência de preservação se fortalece.

Nesse sentido, o café indígena em Rondônia aparece como aliado da floresta. Ao gerar valor para famílias indígenas, a produção especial reforça a permanência no território e contribui para manter áreas protegidas.

▶️ Assista ao trecho sobre floresta e renda

Henrique fala sobre a relação entre qualidade de vida nas aldeias, renda e preservação da floresta.

Jovens indígenas encontram novas profissões no café

A entrevista também destaca a participação dos jovens indígenas. Henrique cita que o café abre caminhos além da lavoura, como barismo, torra, degustação, turismo de experiência e comercialização.

Esse movimento ajuda a manter jovens nas aldeias, com possibilidade de renda e qualificação sem romper o vínculo com a cultura e o território. O episódio cita exemplos de jovens que se profissionalizam e passam a atuar em diferentes etapas da cadeia do café.

O RuralCast com Henrique Alves mostra que o café indígena em Rondônia é uma pauta de agro, ciência, meio ambiente e valorização cultural. Para Rondônia, a experiência reforça a força dos Robustas Amazônicos e o papel das comunidades indígenas na construção de uma cafeicultura com identidade amazônica.

MPF investiga atrasos e uso de recursos da Aldir Blanc em Rondônia

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Execução da Aldir Blanc em Rondônia é apurada pelo MPF após relatos de atrasos
MPF apura entraves, valores não executados e possível impacto nos próximos repasses.

O Ministério Público Federal abriu o Inquérito Civil nº PR-RO-00025548/2026 para apurar a execução da Aldir Blanc em Rondônia. A investigação busca esclarecer atrasos, dificuldades operacionais, falhas em editais e cronogramas e possíveis efeitos sobre repasses posteriores.

Segundo o MPF, não existem, até o momento, elementos que indiquem desvio ou malversação de recursos públicos. O inquérito reúne informações e documentos; não representa condenação, crime comprovado ou responsabilidade automática de gestores.

Recursos culturais em análise

Levantamento preliminar cita cerca de R$ 23 milhões sem execução em 2025, dentro de um total estimado em R$ 92 milhões.

O que o MPF apura na execução da Aldir Blanc em Rondônia

A apuração começou após relatos de baixa capacidade operacional, atrasos, dificuldades de gestão e possível descumprimento de metas. A execução da Aldir Blanc em Rondônia também será examinada quanto à transparência de editais e à organização dos instrumentos usados pelo setor cultural.

O MPF solicitou informações ao Ministério da Cultura, à Sejucel, ao Conselho Estadual de Política Cultural e aos 52 municípios. A inclusão dos municípios nas diligências não significa que todos tenham cometido irregularidades.

Pontos sob apuração
Estrutura e gestão
Capacidade das equipes, fluxos administrativos e operação dos recursos.
Editais e metas
Publicação, seleção, pagamentos, cronogramas e cumprimento das etapas.
Impacto futuro
Possível relação entre baixa aplicação e dificuldade para receber novos repasses.

Valores da execução da Aldir Blanc em Rondônia

Segundo levantamento preliminar citado pelo MPF, aproximadamente R$ 23 milhões permaneceram sem execução em 2025, dentro de um total estimado em cerca de R$ 92 milhões. Os valores integram a apuração sobre a execução da Aldir Blanc em Rondônia.

Recurso previsto, valor transferido, empenho, pagamento, saldo em conta, verba ainda executável e parcela não recebida são situações diferentes. O montante não pode ser tratado como dinheiro desviado ou definitivamente perdido.

Como interpretar os números

R$ 92 milhões: total estimado citado para a cultura no estado.

R$ 23 milhões: valor apontado como não executado em 2025.

Ressalva: o dado preliminar não comprova desvio nem perda definitiva.

Órgãos terão de detalhar dados e cronogramas

As respostas devem esclarecer valores recebidos, pagamentos, saldos, editais, projetos selecionados, dificuldades operacionais e cronogramas. A análise também considera impactos sobre artistas, coletivos, espaços culturais e povos tradicionais.

Até o fechamento desta versão, não foi localizado posicionamento público da Sejucel sobre o inquérito. A execução da Aldir Blanc em Rondônia deverá ser atualizada quando houver manifestação oficial com dados verificáveis.

O que deve ser esclarecido

Valores: repasses, pagamentos, saldos e recursos ainda executáveis.

Editais: seleção, cronograma, pagamentos e cumprimento das etapas.

Impacto: possíveis efeitos sobre artistas, coletivos e novos repasses.

Como agentes culturais podem contribuir

Cidadãos, artistas, produtores e coletivos podem encaminhar relatos, representações, editais, cronogramas, comprovantes e informações sobre pagamentos. O material pode ajudar o MPF a identificar gargalos na execução da Aldir Blanc em Rondônia.

O envio não garante abertura de novo procedimento, resposta imediata ou reconhecimento de irregularidade. As manifestações devem apresentar documentos e contexto sempre que possível, com município, número do edital, data, etapa afetada e valor relacionado, quando houver.

O que enviar ao MPF

1. Edital, cronograma, comprovante ou comunicação oficial.

2. Relato de dificuldade, atraso, etapa afetada ou pagamento pendente.

3. Município, data, número do edital e valor relacionado, quando houver.

Ranking deve ser lido com cautela

O MPF informou que levantamentos preliminares colocavam Rondônia na última posição nacional de execução da política. A colocação deve ser ligada ao momento consultado, porque o Painel da PNAB recebe atualizações e pode mudar com novos pagamentos.

No painel federal, a utilização considera o valor recebido, os rendimentos e o saldo das contas. Assim, a execução da Aldir Blanc em Rondônia não deve ser resumida a um ranking permanente.

Baixa aplicação pode afetar novos repasses

As regras atuais da PNAB exigem, como regra geral, execução mínima de 60% dos recursos existentes nas contas para receber nova parcela. O descumprimento pode impedir o repasse naquele exercício, mas a norma admite cumprimento posterior dos requisitos.

O MPF pretende verificar se a execução da Aldir Blanc em Rondônia dificultou valores de ciclos seguintes e se existe possibilidade de regularização. Não há conclusão de perda definitiva para o estado ou todos os municípios.

O comunicado oficial foi publicado em 10 de julho de 2026. A execução da Aldir Blanc em Rondônia seguirá em análise dentro do inquérito, com base nas respostas dos órgãos públicos e nas contribuições encaminhadas por agentes culturais.

Agevisa aponta três morcegos com raiva em Rondônia

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Morcegos com raiva em Rondônia exigem alerta de saúde e acionamento da zoonoses
População não deve tocar em morcegos encontrados no chão ou com comportamento anormal.

Três morcegos com raiva em Rondônia foram identificados em amostras analisadas pelo Lacen-RO em 2026, segundo alerta atribuído à Agevisa-RO. Os resultados positivos ocorreram em Cacoal, Cacaulândia e Jaru, entre 40 amostras de animais suspeitos encaminhadas ao laboratório.

Não há informação de caso humano relacionado a esses diagnósticos. A orientação é evitar qualquer contato, afastar crianças e animais domésticos e acionar a vigilância municipal quando um morcego estiver caído, desorientado ou em local acessível.

Vigilância sem contato

População não deve tocar em morcegos encontrados no chão, mortos ou com comportamento anormal.

Quais sinais exigem atenção

A maioria dos morcegos apresenta atividade noturna ou crepuscular. A presença do animal durante o dia, porém, não comprova raiva. O diagnóstico só pode ser feito por análise laboratorial.

O alerta sobre morcegos com raiva em Rondônia pede atenção quando o animal está no chão, não consegue voar, colide repetidamente com objetos, apresenta voo desorientado, permanece exposto durante o dia ou é encontrado morto sem causa conhecida.

Sinais para acionar a zoonoses
Comportamento
Animal no chão, incapaz de voar, com voo desorientado ou colisões frequentes.
Situação de risco
Morcego exposto durante o dia, morto sem causa conhecida ou acessível a crianças e pets.

O que fazer diante de morcegos com raiva em Rondônia

Nunca toque no animal, mesmo que pareça morto. Não use vassoura, pano, luvas comuns, caixa improvisada ou transporte doméstico. Também não aplique veneno nem tente destruir colônias.

Para reduzir o risco associado aos morcegos com raiva em Rondônia, afaste pessoas e animais, impeça o acesso ao cômodo e mantenha distância. Quando for possível sem aproximação, restrinja o espaço até a chegada da equipe responsável.

Como agir sem tocar

1. Afaste crianças, cães e gatos.

2. Isole o cômodo ou a área, sem manusear o animal.

3. Acione a zoonoses e preserve o animal para análise técnica.

Contato exige atendimento imediato

Após mordida, arranhadura, lambedura de mucosa, saliva em pele lesionada ou contato direto, lave imediatamente o local com água corrente e sabão e procure uma unidade de saúde. A mesma orientação vale quando existe dúvida sobre a exposição.

Nos casos envolvendo morcegos com raiva em Rondônia, a equipe avaliará tipo de contato, região atingida, profundidade do ferimento e possibilidade de análise do animal. A necessidade de vacina, soro antirrábico ou outro esquema depende dessa avaliação profissional.

Procure uma unidade de saúde

Exposição: mordida, arranhadura, saliva em ferida ou mucosa e contato direto.

Dúvida: morcego no quarto ou situação em que não seja possível descartar contato.

Vacinação protege cães, gatos e pessoas

A vacinação antirrábica de cães e gatos ajuda a reduzir a transmissão entre animais domésticos e pessoas. Tutores devem manter as doses atualizadas e impedir que os pets se aproximem de morcegos.

Qualquer contato de cão ou gato com morcegos com raiva em Rondônia deve ser comunicado à zoonoses. Mesmo um animal vacinado pode precisar de avaliação veterinária ou sanitária, conforme as circunstâncias da exposição.

Cães e gatos

Mantenha a vacina antirrábica em dia e não permita que animais domésticos se aproximem de morcegos caídos.

Morcegos têm função ecológica importante

Os morcegos não devem ser tratados como inimigos. Espécies insetívoras ajudam no controle natural de insetos; frugívoras contribuem para a dispersão de sementes; e nectarívoras participam da polinização.

A prevenção diante de morcegos com raiva em Rondônia não exige extermínio indiscriminado. A população deve evitar contato e deixar captura, recolhimento e destinação para equipes treinadas.

Serviço em Porto Velho e nos municípios

Em Porto Velho, a página municipal informa que a Unidade de Vigilância em Zoonoses fica na avenida Mamoré, nº 1120, bairro Cascalheira. O atendimento ocorre de segunda a sexta, das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30, pelo telefone e WhatsApp (69) 98473-6712.

Esse canal recebe suspeitas envolvendo animais e zoonoses. Pessoas expostas aos morcegos com raiva em Rondônia não devem procurar apenas a zoonoses: precisam ir imediatamente a uma unidade de saúde.

Fora da capital, o canal deve ser confirmado com a prefeitura local. O acompanhamento depende da comunicação rápida aos serviços dos municípios, sem captura manual e sem disseminação de informações alarmistas.

Anvisa atualiza composição das vacinas contra Covid-19

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Composição das vacinas contra Covid-19 é atualizada pela Anvisa com novas variantes
Norma técnica admite LP.8.1 e antígenos derivados da linhagem JN.1.

Moradores de Rondônia devem acompanhar as próximas definições sobre a composição das vacinas contra Covid-19. A Instrução Normativa Anvisa nº 454, de 8 de julho de 2026, atualizou os critérios para os imunizantes que poderão ser comercializados ou utilizados no Brasil.

A norma entrou em vigor em 9 de julho, mas não altera automaticamente o calendário de vacinação, não convoca novos públicos e não confirma a chegada de doses ao estado. A disponibilidade no SUS dependerá de aprovação, aquisição, distribuição e organização dos serviços de saúde.

Resposta técnica às variantes

LP.8.1 e derivados de JN.1 entram entre as opções admitidas para atualização dos imunizantes.

Quais composições poderão ser utilizadas

A instrução normativa determina que as vacinas sejam monovalentes. A composição das vacinas contra Covid-19 poderá utilizar a cepa LP.8.1 do SARS-CoV-2 ou antígenos derivados da linhagem JN.1, como XFG e NB.1.8.1.

Outras abordagens também poderão ser aceitas quando demonstrarem respostas amplas e robustas de anticorpos neutralizantes ou eficácia contra variantes em circulação. Propostas fora desses critérios deverão passar por protocolo específico na Anvisa.

Opções previstas
LP.8.1
Antígeno recomendado como referência para vacina monovalente.
Derivados de JN.1
Exemplos citados incluem XFG e NB.1.8.1.
Outras abordagens
Dependem de evidências de resposta ampla ou eficácia contra variantes circulantes.

Por que a composição das vacinas contra Covid-19 muda

O SARS-CoV-2 continua evoluindo, e mudanças nas variantes podem levar autoridades sanitárias a revisar os antígenos usados nos imunizantes. O objetivo é melhorar a correspondência entre a resposta induzida pela vacina e os vírus em circulação.

A Organização Mundial da Saúde recomendou a LP.8.1 como antígeno para 2026 e reconheceu alternativas como XFG e NB.1.8.1 quando apresentarem resposta adequada. Essa referência científica orienta a composição das vacinas contra Covid-19, mas cada produto ainda precisa cumprir os requisitos regulatórios brasileiros.

Leitura correta

A atualização técnica não deve ser tratada como promessa de proteção total contra infecção nem como anúncio automático de nova campanha local.

O que a norma muda e o que permanece igual

A Anvisa definiu critérios técnicos para fabricantes e detentores de registro. A documentação pode incluir dados de produção, qualidade, estudos não clínicos, imunogenicidade, segurança e eficácia, além de informações sobre uso em esquema primário e como reforço.

A atualização da composição das vacinas contra Covid-19 não modifica, por si só, o calendário nacional, o número de doses, os intervalos ou os grupos que devem receber vacinação. Essas orientações continuam sob responsabilidade do Ministério da Saúde e dos serviços locais.

O que muda e o que não muda

Muda: a composição admitida para atualização dos produtos.

Não muda automaticamente: calendário, público-alvo, obrigatoriedade, distribuição ou disponibilidade em Rondônia.

Como ficam os lotes produzidos anteriormente

A norma estabelece uma transição para vacinas registradas e produzidas antes da atualização e para lotes já distribuídos. Esses produtos poderão ser utilizados por até nove meses, salvo orientação expressa diferente da Agência.

O prazo não começa automaticamente em 9 de julho. Para cada produto, a contagem relacionada à composição das vacinas contra Covid-19 começa na data em que a Anvisa aprovar a atualização específica daquela vacina.

Atenção ao prazo de nove meses

A contagem começa após a aprovação da composição de cada produto, e não na data geral de publicação da norma.

O que moradores de Rondônia devem acompanhar

A mudança poderá aparecer nos próximos lotes adquiridos e distribuídos ao estado, mas a instrução normativa não informa fabricante, quantidade, municípios atendidos ou data de chegada. A composição das vacinas contra Covid-19 é uma definição regulatória, não um anúncio de campanha local.

Moradores devem acompanhar os canais do Ministério da Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde, das secretarias municipais e das unidades básicas. Dúvidas sobre indicação individual, doses ou intervalos devem ser esclarecidas diretamente com profissionais de saúde.

O texto oficial da composição das vacinas contra Covid-19 pode ser consultado no Diário Oficial da União. A recomendação técnica internacional está disponível na página da Organização Mundial da Saúde.

Nova lei detalha formação continuada na educação pública

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Fagner Peixoto no PodRondônia fala sobre trajetória no campo, agronegócio, cafeicultura, obras públicas e desenvolvimento de Rondônia
Fagner Peixoto conta no PodRondônia sua trajetória entre o campo, o agronegócio, a família e obras públicas em Rondônia.

Fagner Peixoto no PodRondônia é o tema de um episódio que reúne trajetória de vida, trabalho no campo, agronegócio, educação, obras públicas e desenvolvimento regional. A entrevista foi conduzida pela jornalista Rosângela Cândido e apresenta a história do convidado desde a infância em São Lourenço, distrito de Vilhena.

Natural do interior de Rondônia, Fagner relembra a criação em família, o trabalho ainda criança, a influência da mãe, a formação no IFRO de Colorado do Oeste e a convivência com produtores rurais que mudaram sua visão sobre o setor produtivo.

O episódio mostra que Fagner Peixoto no PodRondônia vai além de uma história pessoal. A conversa passa por cafeicultura, agronegócio, construção civil, infraestrutura, valores familiares e perspectivas para Rondônia.

▶️ Ative o som e acompanhe o episódio completo

Fagner Peixoto fala sobre família, trabalho no campo, IFRO, café, agronegócio, obras públicas e desenvolvimento de Rondônia.

Origem no campo marca a trajetória de Fagner Peixoto

No início da entrevista, Fagner conta que nasceu em São Lourenço, distrito de Vilhena, uma comunidade pequena onde começou a trabalhar ainda criança. Ele relembra o primeiro serviço aos 9 anos, a rotina familiar e a importância da mãe na criação dos filhos.

A fala dá o tom de Fagner Peixoto no PodRondônia: uma entrevista centrada em valores familiares, trabalho e formação pessoal. O convidado destaca que a mãe, mesmo com muitas dificuldades, priorizou a educação e buscou encaminhar os filhos para estudo e trabalho.

Ao longo do relato, Fagner também menciona a influência do padrasto, que ajudou na criação da família. O episódio trata essas memórias como base para compreender sua relação com responsabilidade, disciplina e visão de futuro.

▶️ Veja o trecho sobre infância e família

Fagner fala sobre São Lourenço, a mãe, o padrasto, o trabalho desde cedo e os valores aprendidos no campo.

Pontos do episódio
A entrevista conecta história familiar, educação técnica, agronegócio, cafeicultura, construção civil e debates sobre desenvolvimento em Rondônia.
Família
valores familiares aparecem como eixo da trajetória
Agro
setor produtivo é citado como caminho de transformação
Obras
infraestrutura aparece como pauta para o crescimento do estado

Agro e educação mudaram a forma de enxergar oportunidades

Fagner relata que a passagem pela Rical foi uma virada na vida profissional. Segundo ele, o convívio com produtores, empresários e pessoas ligadas ao setor produtivo abriu a percepção sobre o tamanho do agronegócio em Rondônia.

Outro ponto importante de Fagner Peixoto no PodRondônia é a educação. O entrevistado fala sobre o IFRO de Colorado do Oeste e defende que a formação técnica e prática pode transformar comunidades, abrir oportunidades e preparar jovens para o mercado.

Na avaliação dele, o ensino agrícola ofereceu contato com produção real, disciplina e visão profissional. Essa etapa também ajudou a aproximá-lo de temas como cafeicultura, mecanização e gestão de propriedades.

▶️ Assista ao trecho sobre agro e educação

O convidado fala sobre a Rical, o IFRO, formação técnica e a importância da educação para mudar trajetórias.

Cafeicultura aparece como setor estratégico para Rondônia

A cafeicultura também ocupa espaço central no episódio. Fagner conta que participou de grupo de estudos sobre café no IFRO e relembra experiências ligadas à mecanização e ao contato com lideranças do setor em Cacoal.

Em Fagner Peixoto no PodRondônia, o café é apresentado como uma das culturas de maior importância econômica e social para Rondônia. O entrevistado compara área plantada, geração de receita e número de pessoas envolvidas para defender a relevância da atividade.

O episódio também aponta a força do café na Zona da Mata, onde a colheita movimenta renda e influencia até a disponibilidade de mão de obra para outros setores. Nessa parte, Fagner Peixoto no PodRondônia ajuda a conectar a experiência individual do entrevistado com uma pauta econômica relevante para produtores e trabalhadores do interior.

▶️ Veja o trecho sobre café em Rondônia

Fagner fala sobre pesquisa, mecanização e importância econômica da cafeicultura para o estado.

Leitura analítica

Trajetória individual vira leitura sobre Rondônia

Campo: a infância rural ajuda a explicar a visão sobre trabalho e responsabilidade.

Educação: o IFRO é citado como ponto de mudança profissional e técnica.

Desenvolvimento: agro, indústria e obras públicas aparecem como frentes de crescimento regional.

Construção civil e obras públicas entram na segunda fase profissional

Depois da atuação no agro, Fagner relata a migração para a construção civil e para o segmento de obras públicas. Ele explica que a mudança veio após oscilações no mercado de grãos e da necessidade de diversificar atividades.

Em Fagner Peixoto no PodRondônia, a construção civil é apresentada como setor relevante para Rondônia por gerar empregos e movimentar obras de infraestrutura. O entrevistado cita escolas, hospitais, postos de saúde, estradas e outras estruturas como demandas de um estado ainda em expansão.

Ao falar do setor, ele aponta a mão de obra como um dos maiores desafios. Em algumas regiões, segundo o relato, a colheita do café compete diretamente com a construção civil pela disponibilidade de trabalhadores.

▶️ Assista ao trecho sobre obras públicas

Fagner comenta a entrada na construção civil, obras públicas e desafios de mão de obra em Rondônia.

Desenvolvimento de Rondônia é tratado com visão regional

Na parte final, o episódio aborda infraestrutura, indústria e política. Fagner avalia que Rondônia tem posição estratégica e pode crescer nos próximos anos com logística, industrialização e novos investimentos.

O entrevistado também comenta sua visão sobre política e a possibilidade de entrar na disputa eleitoral. A abordagem deste artigo mantém esse ponto como registro jornalístico da entrevista, sem endosso eleitoral, pedido de voto, slogan, número, partido ou promoção de candidatura.

O PodRondônia com Fagner Peixoto mostra que Fagner Peixoto no PodRondônia reúne memória familiar, campo, educação, agro, café, obras públicas e reflexão sobre o futuro regional. Para Rondônia, a entrevista ajuda a conectar história pessoal com debates sobre trabalho, infraestrutura e desenvolvimento.

Com essa abordagem, Fagner Peixoto no PodRondônia ganha relevância para leitores que acompanham histórias regionais, trajetórias de superação e discussões sobre o desenvolvimento de Rondônia.

Nova regra atualiza parcelas do Minha Casa Minha Vida FAR

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Parcelas do Minha Casa Minha Vida FAR têm nova regra de cálculo para famílias
Nova fórmula mantém prestação mínima de R$ 80 e considera a renda familiar.

Famílias de Rondônia vinculadas a empreendimentos urbanos subsidiados pelo Fundo de Arrendamento Residencial devem observar a nova fórmula das parcelas do Minha Casa Minha Vida FAR. A Portaria MCID nº 772, de 7 de julho de 2026, alterou o cálculo da participação financeira mensal e entrou em vigor em 9 de julho.

A mudança não alcança automaticamente todos os financiamentos habitacionais. Ela se aplica à provisão subsidiada de unidades novas em áreas urbanas com recursos do FAR, sem generalização para operações do FGTS, modalidade rural, classe média ou contratos convencionais.

Cálculo habitacional atualizado

Faixa de 10% passa a alcançar renda familiar mensal de até R$ 1.621, com prestação mínima de R$ 80.

O que mudou nas parcelas do Minha Casa Minha Vida FAR

A portaria alterou o artigo 15 da Portaria MCID nº 724/2023. A prestação mensal, quando devida, continua sendo assumida por 60 meses e permanece vinculada à renda bruta familiar considerada no enquadramento.

Nas parcelas do Minha Casa Minha Vida FAR, o limite da fórmula de 10% subiu de R$ 1.412 para R$ 1.621. Na faixa seguinte, a dedução aplicada sobre 15% da renda passou de R$ 70,60 para R$ 81,05.

Nova fórmula
Até R$ 1.621
Prestação corresponde a 10% da renda familiar, respeitado o mínimo de R$ 80.
A partir de R$ 1.621,01
Cálculo passa a ser 15% da renda familiar, com dedução de R$ 81,05.

Como funciona a nova tabela por renda

Até R$ 1.621 de renda bruta familiar mensal, a prestação corresponde a 10% da renda, respeitada a parcela mínima de R$ 80. Isso significa que R$ 80 é apenas o piso do cálculo, e não um valor fixo para todas as famílias.

A partir de R$ 1.621,01, o cálculo das parcelas do Minha Casa Minha Vida FAR passa a considerar 15% da renda familiar, com dedução de R$ 81,05. O valor individual depende da renda, do contrato e das regras aplicáveis à operação.

Faixas das parcelas

Faixa 1: até R$ 1.621, cálculo de 10% da renda familiar.

Faixa 2: a partir de R$ 1.621,01, cálculo de 15% menos R$ 81,05.

Piso: prestação mínima permanece em R$ 80.

Exemplos das parcelas do Minha Casa Minha Vida FAR

Como ilustração, renda familiar de R$ 800 resulta em R$ 80, porque 10% coincide com o piso. Para R$ 1.000, o resultado é R$ 100; para R$ 1.500, R$ 150; e para R$ 1.621, R$ 162,10.

Acima do novo limite, renda de R$ 2.000 gera resultado matemático de R$ 218,95. Para renda de R$ 3.200, o cálculo chega a R$ 398,95. Esses exemplos das parcelas do Minha Casa Minha Vida FAR são apenas ilustrativos e não substituem a análise do contrato.

Antes e agora

Regra anterior: 10% até R$ 1.412 e dedução de R$ 70,60 na faixa seguinte.

Regra atual: 10% até R$ 1.621 e dedução de R$ 81,05 na faixa seguinte.

Exemplo: renda de R$ 1.500 passa de R$ 154,40 para R$ 150.

Regra não vale para todas as modalidades

As parcelas do Minha Casa Minha Vida FAR tratadas pela portaria pertencem à provisão subsidiada de unidades urbanas novas. A norma não deve ser apresentada como regra automática para Minha Casa Minha Vida Rural, Classe Média, financiamentos com FGTS ou qualquer contrato habitacional da Caixa.

Também não há base para afirmar que toda pessoa inscrita terá acesso a imóvel. Cadastro, enquadramento, seleção e contratação são etapas distintas, com critérios próprios e participação dos órgãos locais e do agente financeiro.

Onde a fórmula se aplica

Vale para: unidades urbanas novas subsidiadas com recursos do FAR.

Não vale automaticamente para: Minha Casa Minha Vida Rural, Classe Média, FGTS ou contratos antigos sem confirmação.

Parcelas do Minha Casa Minha Vida FAR exigem confirmação

A atualização das parcelas do Minha Casa Minha Vida FAR não comprova, por si só, recálculo automático de contratos já assinados. A comparação matemática mostra resultados menores em algumas rendas, mas não autoriza prometer redução imediata.

Famílias que já possuem contrato devem consultar o agente financeiro responsável e verificar as condições do próprio instrumento. A norma não informa devolução de valores, revisão retroativa ou mudança automática nas cobranças.

Onde buscar orientação em Rondônia

Quem precisa confirmar as parcelas do Minha Casa Minha Vida FAR deve procurar o órgão habitacional do município, o agente financeiro responsável e os canais oficiais do Ministério das Cidades. A portaria não representa anúncio de inscrições ou novas unidades em Rondônia.

O atendimento deve considerar renda bruta familiar, modalidade do empreendimento e condições contratuais. Mensagens que prometem contemplação, recálculo ou redução imediata devem ser verificadas antes do envio de documentos ou dados pessoais.

A Portaria MCID nº 772 foi publicada no Diário Oficial da União em 9 de julho de 2026 e entrou em vigor na mesma data. O texto sobre as parcelas do Minha Casa Minha Vida FAR pode ser consultado no Diário Oficial da União.

Nova lei detalha formação continuada na educação pública

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Formação continuada na educação pública com profissionais reunidos em sala de aula durante atividade de qualificação
Nova lei inclui qualificação, pós-graduação e pesquisa entre as atividades reconhecidas na formação continuada da educação pública.

Formação continuada na educação pública passou a ter redação mais clara na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. A mudança veio com a Lei nº 15.462/2026, que acrescentou exemplos de atividades ligadas ao aperfeiçoamento profissional de quem atua na educação básica pública.

Na prática, a nova lei cita expressamente cursos de qualificação, pós-graduação lato sensu, pós-graduação stricto sensu e período para realização de pesquisa na área da educação. A alteração interessa a servidores da rede estadual de Rondônia e das redes municipais, mas não cria liberação automática.

A formação continuada na educação pública segue dependente das regras de cada vínculo. Antes de pedir afastamento, o profissional precisa consultar estatuto, plano de carreira, setor de recursos humanos e procedimentos internos da rede em que trabalha.

Neste artigo, você vai ver
  • o que mudou no artigo 67 da LDB;
  • quais atividades foram citadas na lei;
  • por que o afastamento não é automático;
  • o que servidores de Rondônia devem verificar.

Lei detalha o aperfeiçoamento profissional

A Lei nº 15.462/2026 alterou o inciso II do artigo 67 da LDB, que trata da valorização dos profissionais da educação básica pública. O dispositivo já previa aperfeiçoamento profissional continuado, com licenciamento periódico remunerado para essa finalidade.

O texto novo não elimina essa previsão. O que muda é a explicitação de exemplos que podem compor a formação continuada na educação pública. Com isso, a lei passa a mencionar atividades que antes poderiam depender de interpretação administrativa em cada rede.

A redação, porém, não define calendário nacional, duração do afastamento, número de vagas, formulário único ou obrigação de pagamento de mensalidades.

O que entrou na LDB

Qualificação: cursos de atualização e desenvolvimento profissional.

Lato sensu: especializações reconhecidas como pós-graduação.

Stricto sensu: mestrado e doutorado.

Pesquisa: período destinado a estudos na área da educação.

Formação continuada na educação pública não libera afastamento automático

A principal dúvida para servidores é se a mudança garante afastamento imediato. A formação continuada na educação pública foi reforçada na LDB, mas a concessão de licença continua sujeita aos estatutos, planos de carreira e atos administrativos de cada rede.

Isso significa que o profissional deve observar prazo, documentação, autorização da chefia, relação do curso com a área educacional e compatibilidade com o planejamento da escola ou do órgão. A lei federal reconhece possibilidades, mas não substitui a análise do caso concreto.

Em Rondônia, a regra pode ter efeitos diferentes entre Estado e municípios. A rede estadual e as 52 prefeituras podem ter normas próprias para receber, analisar e decidir pedidos.

Atenção ao pedido

A formação continuada na educação pública deve ser analisada conforme o vínculo do servidor. A lei não cria aprovação automática, não fixa período de licença e não define pagamento de curso.

Profissionais de Rondônia devem consultar a própria rede

Para quem atua em escola pública, a primeira providência é buscar orientação no setor de recursos humanos. Também é importante conferir estatuto, plano de carreira, portarias internas e eventual regulamento sobre afastamento para estudo.

A formação continuada na educação pública pode envolver professores, especialistas e outros profissionais da educação básica pública. O alcance, porém, depende do enquadramento funcional e das normas aplicáveis ao cargo.

Antes de protocolar o pedido, o servidor deve reunir documentos do curso ou da pesquisa, comprovar vínculo com a área educacional e verificar se existe exigência de relatório, termo de compromisso ou retorno mínimo após o afastamento.

Antes de protocolar
  • confirme se o curso ou pesquisa tem relação com a educação;
  • verifique documentos, prazos e autoridade competente;
  • não presuma afastamento ou custeio automático.

Norma federal já está em vigor

A lei foi publicada no Diário Oficial da União de 9 de julho de 2026 e entrou em vigor na mesma data. O texto oficial pode ser consultado no portal do Planalto.

Com a mudança, a formação continuada na educação pública ganha mais clareza jurídica, mas continua dependente da regulamentação administrativa de cada rede. Em Rondônia, servidores devem tratar qualquer solicitação como processo formal, com análise individual.

A formação continuada na educação pública também deve ser vista como política de valorização profissional. Quando bem organizada, pode fortalecer a qualidade do ensino, ampliar a qualificação das equipes e aproximar pesquisa, pós-graduação e prática escolar.

Nova tabela do Confaz mantém referência do etanol em R$ 5,3460 em Rondônia

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PMPF do etanol em Rondônia permanece em R$ 5,3460 por litro
Nova tabela fiscal mantém a referência do etanol em R$ 5,3460 por litro em Rondônia.

O Conselho Nacional de Política Fazendária publicou nova tabela nacional do Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final dos combustíveis, com efeitos a partir de 16 de julho de 2026. Em Rondônia, o PMPF do etanol em Rondônia permanece em R$ 5,3460 por litro.

O número é uma referência fiscal e não determina quanto os postos devem cobrar do consumidor. O ato também mantém em R$ 4,0864 por litro a referência do óleo combustível no estado, sem indicar reajuste automático na bomba.

Tributação dos combustíveis

Documento nacional passa a valer no dia 16, sem mudança na referência estadual do etanol em Rondônia.

Ato reúne referências fiscais por estado

O Ato COTEPE/PMPF nº 19, de 9 de julho de 2026, torna públicos os valores que estados e Distrito Federal adotarão para combustíveis abrangidos pela sistemática correspondente. A publicação saiu no Diário Oficial da União de 10 de julho.

A tabela apresenta dados separados por unidade federada para produtos como etanol hidratado, querosene de aviação, gás natural veicular, gás natural industrial e óleo combustível. A lista oficial de atos do Confaz reúne as publicações de PMPF de 2026.

Recorte da nova tabela
Início dos efeitos
16 de julho de 2026.
Etanol hidratado
R$ 5,3460 por litro em Rondônia.
Óleo combustível
R$ 4,0864 por litro no estado.

PMPF do etanol em Rondônia segue no mesmo valor

Na linha estadual, o PMPF do etanol em Rondônia aparece em R$ 5,3460 por litro. O óleo combustível permanece em R$ 4,0864, enquanto não há valor indicado para Rondônia nas colunas de QAV, GNV e GNI.

A comparação com o ato anterior mostra os mesmos números. Como a linha de Rondônia não recebeu indicação de alteração ou redução, o PMPF do etanol em Rondônia deve ser tratado como referência inalterada a partir de 16 de julho.

O que a tabela mostra

Mostra: referências fiscais estaduais para produtos incluídos no ato.

Não mostra: preço fixo de revenda, reajuste obrigatório ou valor único para todos os postos.

Referência fiscal não é preço obrigatório na bomba

A sigla PMPF significa Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final. O PMPF do etanol em Rondônia integra uma referência apurada por unidade federada no contexto da sistemática prevista no Convênio ICMS nº 110/2007.

Essa referência não obriga os postos a vender o litro pelo mesmo valor. Também não permite afirmar que o etanol passará a custar R$ 5,3460, nem que haverá aumento, redução ou reajuste automático em Porto Velho ou nos municípios do interior.

Atenção ao consumidor

Confaz: divulga referência fiscal por unidade federada.

Posto: informa o preço final praticado ao consumidor.

Mercado: valores podem variar conforme município, custos e condições comerciais.

ANP acompanha preços efetivamente praticados

Para saber quanto o consumidor encontra na bomba, a referência adequada é o levantamento de preços de combustíveis da ANP. A agência divulga dados de mercado por região, estado, município e posto revendedor.

Por isso, o PMPF do etanol em Rondônia e o preço observado no varejo precisam ser lidos separadamente. O PMPF é usado como parâmetro fiscal; já o preço final depende do mercado local e da política comercial de cada revendedor.

Como comparar informações

1. Use o PMPF para entender a referência fiscal.

2. Confira preços reais diretamente nos postos.

3. Não trate a tabela como anúncio de reajuste obrigatório.

Como interpretar a vigência de 16 de julho

A partir de 16 de julho, a nova tabela nacional passa a ser a referência do ato para estados e Distrito Federal. Em Rondônia, porém, a mudança de documento não altera o número do etanol hidratado, porque o PMPF do etanol em Rondônia já estava em R$ 5,3460 no ato anterior.

Na prática, a publicação atualiza a tabela nacional e preserva os valores estaduais informados. O consumidor deve acompanhar o preço de abastecimento diretamente nos postos e nas pesquisas oficiais de mercado.

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