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domingo, junho 28, 2026
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Anvisa proíbe venda de fórmulas infantis da Nestlé por risco de contaminação

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Anvisa proíbe venda de fórmulas infantis da Nestlé após risco de contaminação bacteriana
Venda de fórmulas infantis da Nestlé é proibida pela Anvisa após alerta sanitário

A Anvisa proíbe fórmulas infantis da Nestlé ao determinar a suspensão da comercialização, distribuição e uso de alguns lotes após identificar risco de contaminação por toxina bacteriana. A decisão, publicada nesta quarta-feira (7) no Diário Oficial da União, tem caráter preventivo e busca proteger a saúde de bebês e crianças.

Segundo a Anvisa, a própria Nestlé comunicou o risco à agência reguladora. Por isso, a empresa iniciou um recall voluntário dos produtos afetados. Além disso, a ingestão de alimentos contaminados pode provocar vômitos persistentes, diarreia e letargia, quadro que inclui sonolência excessiva e lentidão de respostas.

Quais produtos foram atingidos

A proibição atinge apenas lotes específicos, e não toda a linha de produtos. No Brasil, a medida envolve fórmulas infantis das seguintes marcas:

  • Nestogeno

  • NAN Supreme Pro

  • Nanlac Supreme Pro

  • Nanlac Comfor

  • NAN Sensitive

  • Alfamino

De acordo com a Anvisa, os demais lotes dessas marcas continuam liberados para consumo.

O que levou à decisão da Anvisa

Conforme informou a agência, técnicos identificaram o risco de presença de cereulide, uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. Esse tipo de contaminação pode ocorrer durante o processo de fabricação de ingredientes.

Nesse caso, a investigação apontou que o problema teve origem em um ingrediente fornecido por um fornecedor global de óleos terceirizados, ligado a uma fábrica localizada na Holanda. Diante disso, a Nestlé decidiu ampliar o recall para outros países.

Recall internacional e providências adotadas

Diante do cenário, a Nestlé iniciou o recolhimento voluntário dos produtos no Brasil e no exterior. Ao mesmo tempo, a empresa orienta que consumidores interrompam imediatamente o uso das fórmulas pertencentes aos lotes afetados.

Além disso, a companhia informou que realiza a devolução gratuita dos produtos e garante reembolso integral aos consumidores por meio de seus canais oficiais de atendimento, que funcionam 24 horas por dia.

Em nota, a Nestlé afirmou que, até o momento, não há registro de casos confirmados de reações adversas relacionados aos produtos incluídos no recall em nenhuma parte do mundo.

Orientações aos pais e responsáveis

A Anvisa reforça que pais e responsáveis devem adotar alguns cuidados importantes. Primeiramente, é essencial verificar o número do lote impresso na embalagem do produto. Caso o lote esteja na lista de recolhimento, o consumo deve ser suspenso imediatamente.

Além disso, a agência recomenda:

  • Não oferecer o produto à criança se ele fizer parte do recall

  • Entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor da Nestlé para devolução

  • Procurar atendimento médico se a criança apresentar vômitos, diarreia ou sonolência excessiva

Ao buscar assistência médica, a orientação é informar qual alimento foi ingerido e, sempre que possível, levar a embalagem.

Medida reforça padrão de segurança sanitária

Por fim, a Anvisa destacou que a decisão segue protocolos nacionais e internacionais de segurança alimentar. Segundo o órgão, ações preventivas são fundamentais, sobretudo quando envolvem alimentos destinados a bebês, um público mais vulnerável a riscos sanitários.

Fonte: G1

Novo medicamento experimental combate o câncer ao atacar duas proteínas

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Novo medicamento contra o câncer atua em duas proteínas responsáveis pelo crescimento do tumor
Ilustração científica representa medicamento experimental que ataca proteínas ligadas ao crescimento do câncer

Um novo medicamento experimental contra o câncer passou a atrair a atenção de pesquisadores em vários países. Chamado de petosemtamab, o tratamento foi desenvolvido para atingir duas proteínas diretamente ligadas ao crescimento e à resistência dos tumores, sobretudo em casos de câncer de cabeça e pescoço.

Atualmente, o medicamento segue em fase de testes. Ainda assim, a proposta representa um avanço relevante, porque aposta em uma atuação dupla, algo que pode ampliar a resposta terapêutica em pacientes com poucas opções disponíveis.

Como o medicamento age no organismo

O petosemtamab integra uma nova geração de tratamentos conhecidos como anticorpos biespecíficos. Diferentemente das terapias tradicionais, ele atua simultaneamente em dois alvos celulares, o que aumenta o potencial de bloquear mecanismos essenciais do tumor.

Além disso, o medicamento facilita a identificação das células cancerígenas pelo sistema imunológico. Dessa forma, o próprio organismo passa a reconhecer e atacar o tumor com mais eficiência.

As proteínas envolvidas no crescimento do tumor

Uma das proteínas atingidas pelo medicamento é o EGFR, responsável por estimular a multiplicação celular. Em muitos tumores, esse sinal permanece ativo de forma contínua, o que favorece o crescimento acelerado da doença.

Ao mesmo tempo, o petosemtamab também atua sobre a proteína LGR5. Estudos associam esse marcador a células tumorais mais resistentes aos tratamentos convencionais e com maior risco de provocar o retorno do câncer. Por isso, ao bloquear esses dois caminhos, o medicamento tenta reduzir tanto o avanço do tumor quanto a chance de recidiva.

Estudos focam câncer de cabeça e pescoço

Os testes clínicos concentram-se, principalmente, em casos de câncer de cabeça e pescoço, que podem atingir boca, garganta e laringe. Em fases avançadas ou após falhas em tratamentos anteriores, esse tipo de câncer ainda apresenta baixa resposta às terapias disponíveis.

Diante desse cenário, qualquer nova alternativa desperta interesse entre especialistas. Ainda assim, os pesquisadores reforçam que os resultados precisam de confirmação ao longo das próximas etapas.

Reconhecimento internacional e monitoramento rigoroso

Recentemente, o petosemtamab recebeu da agência reguladora dos Estados Unidos o selo de “Terapia Revolucionária”. Esse reconhecimento indica potencial benefício em relação aos tratamentos atuais e permite um acompanhamento mais próximo dos estudos.

No entanto, a classificação não autoriza o uso amplo do medicamento. As equipes de pesquisa continuam a avaliar dados de segurança e eficácia antes de qualquer aprovação definitiva.

O que pode mudar nos próximos anos

Se os resultados positivos se mantiverem, o novo medicamento pode ampliar as opções terapêuticas para pacientes com tumores difíceis de tratar. Além disso, especialistas avaliam a possibilidade de combiná-lo com outras terapias, dependendo da evolução dos estudos.

Por enquanto, a palavra-chave segue sendo cautela. A ciência avança de forma gradual, com foco em evidências sólidas e na segurança dos pacientes.

Fonte: Só Notícia Boa

IPVA 2026: veja como ter desconto no pagamento do imposto

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Trânsito urbano com carros parados simboliza o pagamento do IPVA 2026 e a possibilidade de desconto no imposto.
Motoristas podem garantir desconto no IPVA 2026 ao pagar o imposto dentro do prazo definido pelos estados.

Com a chegada de janeiro, começa também o calendário de pagamento do IPVA 2026. Em boa parte do país, os proprietários de veículos conseguem desconto no imposto, principalmente quando optam pelo pagamento à vista. Além disso, os estados mantêm opções de parcelamento para quem prefere dividir o valor.

Embora as regras mudem conforme o estado, os abatimentos podem chegar a 10%, o que representa uma economia importante no início do ano.

Distrito Federal mantém desconto de até 10%

No Distrito Federal, o governo decidiu manter as mesmas alíquotas dos anos anteriores. Automóveis de passeio continuam com imposto de 3% sobre o valor venal. Já motocicletas pagam 2%, enquanto veículos de carga recolhem 1%. Além disso, veículos elétricos seguem totalmente isentos.

O contribuinte pode escolher entre pagamento à vista com 10% de desconto ou parcelamento em até seis vezes. No entanto, para garantir o abatimento, é necessário quitar o imposto dentro do prazo, que varia conforme o final da placa. O calendário começa em fevereiro.

Para emitir o boleto, o motorista deve acessar o site da Secretaria de Economia do DF e informar o número do Renavam.

São Paulo oferece desconto para pagamento em janeiro

Em São Paulo, quem paga o IPVA 2026 em cota única durante o mês de janeiro garante desconto de 3%. Por outro lado, o pagamento integral feito em fevereiro não dá direito ao abatimento. O parcelamento continua disponível em até cinco vezes, com vencimentos entre janeiro e maio, mas sem desconto.

As alíquotas variam conforme o tipo de veículo. Automóveis de passeio pagam 4%, enquanto motocicletas recolhem 2%. Caminhões, por sua vez, têm alíquota de 1,5%. Além disso, veículos de locadoras contam com percentual reduzido.

O pagamento pode ocorrer tanto em bancos credenciados quanto via Pix, o que permite quitação imediata após a geração do QR Code no site da Secretaria da Fazenda.

O estado mantém isenção para veículos com mais de 20 anos, táxis, pessoas com deficiência e parte da frota sustentável, como alguns modelos híbridos e movidos a hidrogênio.

No Rio de Janeiro, desconto vale para cota única

No Rio de Janeiro, os proprietários de veículos podem pagar o IPVA 2026 à vista com desconto de 3%. Como alternativa, o governo permite o parcelamento em três cotas mensais iguais, porém sem abatimento.

O calendário começa em janeiro e segue o número final da placa. As alíquotas variam conforme o combustível. Automóveis flex pagam 4%, motocicletas recolhem 2% e veículos elétricos têm alíquota reduzida de 0,5%.

Pagamento em dia evita multas e restrições

Manter o IPVA em dia evita problemas futuros. Quando o contribuinte atrasa o pagamento, o imposto sofre incidência de multa e juros, além de impedir o licenciamento do veículo.

Por isso, consultar o calendário oficial do estado e escolher a melhor forma de pagamento ajuda a evitar gastos extras. Sempre que possível, quitar o imposto à vista garante economia e reduz preocupações ao longo do ano.

Fonte: Só Notícia Boa

Anvisa determina recolhimento de panetones contaminados com fungos

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Anvisa recolhe panetones contaminados com fungos
Anvisa determinou o recolhimento de panetones contaminados com fungos em todo o país.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta terça-feira (6), o recolhimento imediato de quatro lotes de panetones contaminados com fungos. A decisão vale para todo o território nacional e busca reduzir riscos à saúde da população.

Além disso, a agência proibiu a comercialização, a distribuição e o consumo dos produtos afetados. Segundo o órgão, a contaminação foi confirmada após análise sanitária.

Produtos atingidos pela decisão

A medida envolve panetones fabricados pela D’Viez Indústria e Comércio de Chocolates Finos Ltda, todos pertencentes ao lote 251027. A lista inclui:

  • Mini panetone com gotas de chocolate trufado tradicional – 140g

  • Panetone Nossa Língua trufado com bombons “formato de língua de gato” – 700g

  • Panetone com gotas de chocolate trufado tradicional – 700g

  • Panetone com frutas trufado tradicional – 700g

Todos os produtos possuem prazo de validade até 27 de fevereiro de 2026.

Empresa comunicou recolhimento voluntário

De acordo com a Anvisa, a própria empresa informou o aparecimento de fungos na superfície dos panetones. Por esse motivo, a fabricante iniciou o recolhimento voluntário dos lotes antes da determinação oficial.

Ainda assim, a agência avaliou o risco e decidiu reforçar a retirada imediata do mercado, já que a presença de fungos pode provocar danos à saúde, sobretudo em pessoas com imunidade baixa.

Anvisa alerta consumidores

Diante da situação, a Anvisa orienta que consumidores não consumam os produtos listados, mesmo que ainda estejam dentro do prazo de validade. Além disso, o órgão recomenda que os clientes procurem o local da compra ou entrem em contato com o fabricante para obter informações sobre troca ou reembolso.

Caso surjam sintomas após o consumo, a orientação é buscar atendimento médico e comunicar a vigilância sanitária local.

Fiscalização e segurança dos alimentos

A agência reforça que atua de forma contínua para garantir a segurança dos alimentos comercializados no Brasil. Portanto, qualquer sinal visível de alteração, como mofo, cheiro estranho ou mudança de textura, exige o descarte imediato do alimento.

Por fim, a Anvisa destaca que ações como essa ajudam a prevenir riscos maiores e fortalecem o controle sanitário no país.

Fonte: Metrópoles

Lula sanciona lei que proíbe descontos automáticos do INSS

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Lula sanciona lei que proíbe descontos automáticos nos benefícios do INSS
Presidente Lula sanciona lei que proíbe descontos automáticos do INSS e garante devolução integral aos beneficiários.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quarta-feira (7), a lei que proíbe descontos automáticos nos benefícios pagos pelo INSS. A norma foi publicada no Diário Oficial da União e entra em vigor imediatamente.

Com isso, o governo encerra uma prática que vinha sendo usada em esquemas de fraude contra aposentados e pensionistas em todo o país.

Nova lei acaba com descontos diretos na folha do INSS

Até então, a legislação permitia descontos automáticos referentes a mensalidades de associações, desde que houvesse autorização do beneficiário. No entanto, a nova lei revoga esse dispositivo.

Agora, nenhuma entidade poderá descontar valores diretamente dos benefícios pagos pelo INSS, mesmo com consentimento prévio.

Segundo o governo, a mudança reduz brechas usadas por organizações para aplicar cobranças indevidas.

Medida prevê devolução integral e busca ativa

Além da proibição, a lei determina a busca ativa de aposentados e pensionistas prejudicados. Ou seja, o próprio poder público deverá identificar quem sofreu descontos irregulares.

Nesse sentido, o texto também garante o ressarcimento integral dos valores perdidos. A devolução poderá ocorrer por meio de acordos administrativos, sem necessidade de ação judicial.

Com isso, o governo pretende acelerar a reparação financeira dos beneficiários.

Lei é resposta direta ao escândalo do INSS

A sanção ocorre em meio às investigações sobre um esquema nacional de descontos associativos não autorizados. O caso levou à criação de uma CPMI do INSS, que apura responsabilidades.

Desde o início dos trabalhos, a comissão aprovou medidas duras. Entre elas, pedidos de prisão preventiva contra envolvidos no esquema.

Investigações apontam prejuízo bilionário

De acordo com as apurações, entidades teriam cobrado cerca de R$ 6,3 bilhões de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024.

Em abril, uma operação conjunta da Controladoria-Geral da União e da Polícia Federal revelou a dimensão nacional das fraudes.

A investigação atingiu ex-dirigentes do INSS e integrantes da estrutura da Previdência.

Governo diz que medida reforça proteção social

Para o Palácio do Planalto, a nova lei fortalece a proteção dos beneficiários do INSS. Além disso, aumenta a segurança dos pagamentos previdenciários.

Segundo o governo, a expectativa é que o fim dos descontos automáticos impeça novos prejuízos e ajude a restaurar a confiança no sistema.

Fonte: CNN Brasil

Declaração anual do MEI já pode ser feita; prazo acaba em 31 de maio

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Microempreendedor usando notebook para fazer a declaração anual do MEI dentro do prazo
MEIs devem enviar a declaração anual até 31 de maio para evitar multa e irregularidades no CNPJ

A declaração anual do Microempreendedor Individual (MEI) já está disponível para envio e deve ser entregue até o dia 31 de maio. A obrigação vale para todos os MEIs ativos em 2025. Por isso, mesmo quem não teve faturamento ou encerrou o CNPJ ao longo do ano precisa cumprir a exigência.

Além disso, quem perde o prazo fica sujeito a multa mínima de R$ 50. Ainda assim, o valor pode aumentar conforme o tempo de atraso. Dessa forma, especialistas recomendam não deixar a entrega para os últimos dias.

Quem é obrigado a enviar a declaração

Todo microempreendedor registrado como MEI deve apresentar a declaração anual. Em outras palavras, a regra se aplica independentemente do desempenho financeiro do negócio.

Portanto, precisam declarar:

  • MEIs que tiveram faturamento normalmente

  • MEIs que não registraram nenhuma receita

  • MEIs que deram baixa no CNPJ durante o ano

Assim, mesmo sem atividade, o envio continua sendo obrigatório.

Limite de faturamento exige atenção

O limite anual de faturamento do MEI é de R$ 81 mil. No entanto, quando esse valor é ultrapassado, o empreendedor precisa adotar providências.

Por um lado, se o excesso for pequeno, pode ser possível regularizar a situação com pagamento adicional de impostos. Por outro lado, quando o faturamento supera significativamente o teto, a migração para microempresa (ME) passa a ser obrigatória.

Como fazer a declaração anual do MEI

O processo é simples, rápido e totalmente online. Primeiramente, o MEI deve acessar o Portal do Empreendedor. Em seguida, basta seguir o passo a passo:

  1. Acesse a área da Declaração Anual do MEI (DASN-SIMEI)

  2. Informe o CNPJ

  3. Preencha o valor do faturamento bruto anual

  4. Indique se houve contratação de empregado

  5. Envie a declaração e salve o comprovante

Dessa forma, todo o procedimento pode ser concluído em poucos minutos.

O que acontece se não declarar

Quem deixa de enviar a declaração dentro do prazo enfrenta algumas consequências. Entre elas, estão:

  • Multa mínima de R$ 50

  • Incidência de juros

  • CNPJ em situação irregular

  • Dificuldade para obter crédito e benefícios previdenciários

Por isso, manter a obrigação em dia evita transtornos futuros.

Regularidade garante segurança ao MEI

Manter a declaração anual em dia garante regularidade fiscal, acesso a benefícios do INSS e tranquilidade para continuar exercendo a atividade. Além disso, o cumprimento da obrigação evita bloqueios no CNPJ e problemas administrativos.

Em resumo, a declaração anual do MEI é simples, rápida e essencial para manter o negócio funcionando sem riscos.

Campanha Janeiro Roxo reforça enfrentamento à hanseníase em Rondônia

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Profissional de saúde realiza avaliação em paciente durante ações da campanha Janeiro Roxo contra a hanseníase em Rondônia
Campanha Janeiro Roxo intensifica ações de conscientização e diagnóstico precoce da hanseníase em Rondônia.

Rondônia intensifica, durante o mês de janeiro, as ações de enfrentamento à hanseníase por meio da campanha Janeiro Roxo. A iniciativa nacional busca fortalecer o diagnóstico precoce, garantir tratamento oportuno e ampliar a conscientização da população sobre a doença.

Além disso, a campanha combate o estigma e a discriminação ainda associados à hanseníase. O objetivo central é orientar a população e reduzir o surgimento de sequelas evitáveis.

Vigilância em saúde atua de forma integrada

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO) coordena as ações em parceria com os municípios e com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). O trabalho envolve capacitação de profissionais, supervisão técnica e apoio direto às equipes da Atenção Básica.

Ao mesmo tempo, as equipes fortalecem a vigilância de contatos, considerada essencial para interromper a transmissão da doença no estado.

Diagnóstico precoce evita sequelas

O governador Marcos Rocha destacou que o enfrentamento à hanseníase representa uma prioridade da saúde pública estadual. Segundo ele, o governo investe continuamente na ampliação do acesso aos serviços de saúde.

“Sabemos que o diagnóstico precoce evita sequelas e garante mais qualidade de vida à população. Por isso, fortalecemos a vigilância e a assistência em todo o estado”, afirmou.

Dados reforçam atenção permanente

Dados epidemiológicos mostram que a hanseníase ainda exige atenção constante em Rondônia. Em 2024, o estado registrou 343 novos casos, com taxa de detecção de 19,7 casos por 100 mil habitantes.

Esse índice classifica Rondônia como área de alto risco, conforme critérios do Ministério da Saúde. Além disso, a identificação de casos em menores de 15 anos indica transmissão ativa da doença.

Por esse motivo, as autoridades de saúde mantêm ações permanentes de prevenção, diagnóstico e acompanhamento.

Conscientização e cuidado contínuo

A campanha Janeiro Roxo também fortalece os Grupos de Autocuidado, que auxiliam na prevenção de incapacidades físicas e no enfrentamento do preconceito. Esses grupos estimulam a adesão ao tratamento e promovem o empoderamento dos pacientes.

Por fim, a Agevisa orienta a população a procurar uma unidade de saúde ao identificar manchas na pele com alteração de sensibilidade. O tratamento é gratuito, eficaz e disponível pelo SUS.

Fonte: Governo de Rondônia

México impõe limite à importação de carnes e afeta exportações

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México limita importação de carne bovina e suína com novas cotas tarifárias
México cria cotas para importação de carnes e encerra isenção total de tarifas

O México limita a importação de carnes bovina e suína com tarifa zero após a publicação de duas resoluções nesta segunda-feira (5). Com isso, o governo encerra a isenção total que vigorava até então e cria cotas livres de imposto, enquanto o volume excedente passa a ser taxado. Dessa forma, a decisão deve impactar diretamente países exportadores, como o Brasil.

Até a mudança, empresas mexicanas importavam carnes do exterior sem qualquer limite de volume e, além disso, sem pagamento de tarifa. Agora, no entanto, o governo mexicano afirma que busca equilibrar a oferta externa com a produção nacional. Por isso, decidiu adotar limites claros para cada tipo de produto.

Como funcionam as novas regras

Com as resoluções já em vigor, o México passou a adotar cotas específicas. Assim, cada tipo de carne terá um limite distinto:

  • Carne bovina: até 70 mil toneladas sem tarifa. A partir desse volume, portanto, o imposto será de 20%.

  • Carne suína: cota de 51 mil toneladas com isenção. Nesse caso, o excedente pagará 16%.

Essas regras permanecem válidas até 31 de dezembro deste ano. Desse modo, o setor exportador já precisa se adaptar ao novo cenário.

Exportações brasileiras entram em alerta

A decisão, por sua vez, preocupa o setor exportador brasileiro. Entre janeiro e novembro de 2025, a carne bovina ocupou a segunda posição entre os produtos mais exportados do Brasil para o México. Já a carne suína ficou em décimo lugar, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Além disso, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) explicou que as cotas devem atender principalmente países fora da América do Norte. Nesse contexto, o Brasil aparece como um dos principais fornecedores, ao lado do Chile e da União Europeia.

Enquanto isso, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) informou que aguarda orientações do governo mexicano. A entidade quer entender, sobretudo, como ocorrerá a distribuição das cotas entre os países exportadores. Assim, o setor segue em compasso de espera.

Frango não entra nas restrições

Apesar das mudanças, o frango, principal produto brasileiro exportado ao México, permanece com tarifa zerada. Segundo a ABPA, o governo mexicano não incluiu o item nas novas regras. Dessa forma, o setor avícola segue sem impacto direto no curto prazo.

Ainda assim, produtores acompanham o cenário com cautela. Afinal, novas revisões não estão descartadas.

Medida ocorre após restrição anunciada pela China

A decisão mexicana, além disso, surge poucos dias depois de a China, maior compradora da carne bovina brasileira, também anunciar limites às importações. No caso chinês, o governo criou cotas anuais e, ao mesmo tempo, estabeleceu sobretaxas elevadas para volumes excedentes.

Com isso, dois grandes mercados passaram a adotar políticas mais restritivas. Portanto, o movimento aumenta a pressão sobre o comércio internacional de carnes. Ao mesmo tempo, o cenário exige atenção do setor produtivo brasileiro e reforça, sobretudo, a necessidade de diversificação de mercados e de negociações diplomáticas mais ativas.

Fonte: G1

Brasil e EUA negociam acordo contra organizações criminosas

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Lula e Trump negociam acordo de cooperação entre Brasil e EUA contra o crime organizado durante crise na Venezuela
Brasil e Estados Unidos discutem cooperação internacional em meio à crise política e de segurança na Venezuela

O acordo Brasil EUA contra crime organizado entrou na pauta do governo brasileiro durante as negociações com Washington em meio à crise política e de segurança na Venezuela. O objetivo é ampliar a cooperação internacional para combater facções criminosas, lavagem de dinheiro e tráfico internacional. Ao mesmo tempo, o Planalto defende colaboração institucional, sem intervenção externa na América do Sul.

Neste momento, as tratativas ainda estão em fase inicial. Mesmo assim, já há troca de documentos e definição de pontos estratégicos. As reuniões bilaterais formais devem ocorrer em uma etapa posterior.

Foco brasileiro está na lavagem de dinheiro

De acordo com integrantes do Ministério da Justiça, o interesse do Brasil se concentra em dois eixos principais. O primeiro é o combate à lavagem de dinheiro. O segundo envolve a recuperação de ativos no exterior.

Nos últimos anos, investigações da Polícia Federal e da Receita Federal identificaram que facções criminosas brasileiras utilizam os Estados Unidos para ocultar recursos ilícitos. Em seguida, esses valores retornam ao Brasil como investimentos ou permanecem no exterior para sustentar atividades ilegais.

Por isso, o governo brasileiro busca ampliar a troca de informações financeiras. Além disso, pretende facilitar a localização de recursos, a repatriação de valores e a prisão de suspeitos fora do país.

Interesses dos EUA envolvem drogas e armas

Do lado americano, o foco é diferente, mas complementar. Os Estados Unidos querem impedir a expansão de facções latino-americanas em seu território. Além disso, buscam conter o tráfico internacional de drogas e armas.

Esses objetivos aparecem de forma clara na Estratégia de Segurança Nacional dos EUA. O documento defende maior estabilidade política no Hemisfério Ocidental. Segundo Washington, isso reduziria fluxos migratórios e fortaleceria governos aliados.

Nesse contexto, o governo americano pressiona parceiros a classificar facções criminosas como organizações terroristas. Essa medida amplia o alcance da atuação internacional dos EUA.

Lula e Trump trataram do tema

O presidente Lula conversou por telefone com o presidente Donald Trump sobre o acordo em dezembro. Na ocasião, Lula defendeu uma atuação baseada em cooperação institucional.

Ao mesmo tempo, o governo brasileiro reforçou que não aceita intervenções militares na região. Essa posição ganhou peso após ações recentes dos EUA ligadas à Venezuela e discursos mais duros contra o governo de Nicolás Maduro.

Forças Armadas adotam postura cautelosa

A cautela brasileira ficou evidente em episódios recentes. Em 2025, o então comandante do Comando Sul dos EUA solicitou visitar uma base do Exército em Rio Branco, no Acre. O objetivo seria conhecer operações na fronteira com Peru e Bolívia.

No entanto, a cúpula militar brasileira recusou o pedido. Em alternativa, ofereceu uma visita ao Comando Militar da Amazônia, em Manaus. Mesmo assim, a proposta não avançou.

Para autoridades brasileiras, o episódio reforçou a necessidade de limites claros na cooperação militar. A prioridade, portanto, é evitar presença operacional estrangeira em áreas sensíveis.

Acordo pode equilibrar interesses

Dentro do governo e das Forças Armadas, a avaliação é pragmática. Um acordo formal pode reduzir pressões externas. Além disso, pode organizar a cooperação internacional no combate ao crime organizado.

Ao mesmo tempo, o Brasil busca preservar sua soberania e evitar novos focos de instabilidade na América do Sul. Por isso, a negociação exige cautela diplomática e alinhamento político.

Cenário segue em construção

O avanço do acordo dependerá da consolidação dos interesses comuns. Também dependerá da capacidade de manter o diálogo sem rupturas. Enquanto isso, o Brasil aposta na diplomacia para enfrentar o crime organizado em um cenário regional cada vez mais sensível.

Fonte: SBT NEWS

Banco Central recorre de inspeção no caso Master no TCU

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Banco Central recorre de inspeção no caso Master e pede decisão colegiada no TCU
Banco Central questiona inspeção autorizada pelo TCU no caso Master

O Banco Central recorreu da decisão que autorizou uma inspeção em documentos ligados ao caso Master dentro da própria autarquia. Por isso, o órgão pediu ao Tribunal de Contas da União uma análise colegiada do tema.

A autoridade monetária quer afastar a condução exclusiva do relator e levar o caso à Primeira Câmara do TCU. Segundo o BC, a medida garante segurança jurídica e respeita o rito institucional.

BC contesta decisão individual no TCU

O recurso questiona a liminar concedida pelo ministro Jhonatan de Jesus. De acordo com o Banco Central, a decisão não indicou aprovação formal da Primeira Câmara para autorizar a inspeção.

Por essa razão, o BC apresentou embargos de declaração. O objetivo é esclarecer a ausência de deliberação colegiada e submeter o tema ao conjunto dos ministros.

Autarquia defende análise pela Primeira Câmara

Além disso, o Banco Central sustenta que inspeções desse tipo exigem decisão expressa do colegiado. O órgão argumenta que o caso envolve documentos sensíveis e atos de supervisão bancária.

Dessa forma, a autarquia busca preservar sua autonomia técnica. Também tenta evitar precedentes que fragilizem a atuação regulatória.

Bastidores indicam falta de maioria ao relator

A Primeira Câmara do TCU reúne seis ministros e é presidida por Walton Alencar Rodrigues. Nos bastidores, integrantes do BC avaliam que o relator não teria apoio majoritário para decisões mais duras.

Por isso, o Banco Central aposta no julgamento colegiado como estratégia institucional. A avaliação interna aponta maior equilíbrio nesse formato.

Caso Master avança em outras frentes

Enquanto isso, o caso Master segue sob análise em outros órgãos. O Banco Central vê pressão política para tentar reverter a liquidação da instituição financeira.

Ao mesmo tempo, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, conduz uma investigação relacionada ao episódio. Esse cenário aumenta a tensão no sistema financeiro.

BC reforça defesa da autonomia técnica

Diante desse contexto, o Banco Central afirma que atuou dentro da legalidade ao conduzir a liquidação. O órgão destaca que decisões fragmentadas podem gerar instabilidade regulatória.

Além disso, a autarquia alerta para riscos à previsibilidade do sistema financeiro. Segundo o BC, a segurança institucional depende de regras claras e decisões colegiadas.

Recurso ainda será analisado pelo relator

Agora, o próprio relator do TCU deve analisar o recurso apresentado pelo Banco Central. Até lá, o órgão mantém a defesa por uma decisão coletiva.

Por fim, o BC reforça que a análise colegiada garante transparência, previsibilidade e respeito às normas institucionais.

Fonte: SBT NEWS

Serviços em Porto Velho reúnem atendimento à população, fiscalização urbana e entrega de mudas em bairros e distritos

Porto Velho terá mutirão de serviços, fiscalização nos bairros e ações contra queimadas

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Moradores terão mutirão gratuito, fiscalização de terrenos e calçadas e orientação ambiental contra queimadas.
Saúde mental em Rondônia ganha residências terapêuticas com moradia e acompanhamento para pacientes do SUS.

Saúde mental em Rondônia ganha moradia e acompanhamento

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Residências terapêuticas acolhem pacientes do SUS com suporte, rotina e reinserção social.
Emprego em Rondônia com jovens em qualificação profissional e uso de tecnologia

IA muda profissões, mas Rondônia tem vagas e cursos para quem se prepara

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Rondônia tem vagas formais, cursos gratuitos e caminhos para quem busca se preparar para o impacto da IA no trabalho.
Garimpo no Madeira é alvo de operação da PF e Ibama contra extração ilegal de minério em Rondônia.

PF e Ibama desmontam garimpo no Madeira e miram financiadores

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Ação inutilizou dragas, embarcações e motores usados na extração clandestina de minério.
Dentista proibida de fazer plásticas em Rondônia acende alerta sobre segurança em procedimentos estéticos.

Dentista proibida de fazer plásticas acende alerta em Rondônia

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Decisão da Justiça Federal barra procedimentos como rinoplastia e blefaroplastia e reforça cuidado dos pacientes.