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sábado, abril 25, 2026
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Novas pistas: como rupturas no DNA influenciam o surgimento do câncer

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DNA com rupturas luminosas sendo analisado por elementos visuais de inteligência artificial em fundo azul científico.
Ilustração mostra rupturas na estrutura do DNA destacadas por IA, conceito ligado a falhas genômicas que podem favorecer o câncer.

A ciência começa a enxergar o câncer por um ângulo diferente. IA expõe quebras no DNA ligadas ao câncer, que são mais importantes do que se imaginava. Em vez de olhar apenas para mutações genéticas, pesquisadores agora identificam como pequenas rupturas no DNA podem alterar a arquitetura do genoma e favorecer a formação de tumores. Essa descoberta, apresentada na ASH 2025, reforça que rupturas no DNA e câncer estão mais interligados do que se imaginava.

A estrutura 3D do DNA como gatilho do câncer

Segundo o estudo liderado por Martin Rivas, do Sylvester Comprehensive Cancer Center, o problema não está apenas em “genes defeituosos”. Acontece, sobretudo, quando a estrutura tridimensional do DNA perde estabilidade. Nesse processo, proteínas como SMC3 e CTCF — verdadeiras “engenheiras estruturais” — deixam de conectar regiões essenciais do genoma, o que é exposto pela IA em relação ao câncer e suas ligações com quebras no DNA.

Como consequência, genes supressores de tumor como Tet2, Kmt2d e Dusp4 deixam de atuar no momento certo. Embora discretas, essas falhas mudam profundamente o funcionamento celular, o que explica o avanço silencioso de certos linfomas.

IA expõe padrões invisíveis no genoma

Para identificar essas rupturas, os pesquisadores utilizaram IA aliada a grandes bancos de dados biológicos. A tecnologia analisou, de forma integrada, mapas Hi-C, sequenciamento de RNA de célula única e perfis epigenéticos. Dessa forma, a IA revelou padrões que seriam impossíveis de detectar a olho nu, especialmente loops de curto alcance que mantêm genes essenciais ativados, mostrando então que quebras no DNA estão diretamente ligadas a aspectos do câncer.

Assim, quando metade das proteínas estruturais se perde, o DNA já não consegue manter suas conexões internas. Isso prende células B em um estágio intermediário, impedindo sua maturação e abrindo espaço para linfomas agressivos, como o LDGCB.

Impacto clínico e novas estratégias terapêuticas

O estudo aponta que pacientes com baixa expressão de SMC3 possuem prognóstico pior, indicando que a arquitetura do genoma pode servir como biomarcador. Alem disso, o trabalho sugere que futuras terapias poderão restaurar a estrutura tridimensional do DNA, em vez de apenas corrigir mutações isoladas, algo que a IA considera ao expor quebras no DNA ligadas a casos de câncer.

Essa abordagem permitiria reconstruir “rotas genômicas” perdidas, devolvendo a ativação correta de genes de defesa e reduzindo o risco de progressão tumoral.

Falhas no DNA favorecem o câncer

As descobertas mostram que rupturas no DNA e câncer formam um campo de estudo decisivo para a medicina moderna. À medida que a IA revela detalhes invisíveis da biologia, novas possibilidades terapêuticas surgem — especialmente para linfomas que evoluem silenciosamente por falhas na arquitetura genômica. Restabelecer essas conexões internas pode ser a chave para tratamentos mais precisos e eficazes, conforme expõem as quebras no DNA relacionadas ao câncer.

Fonte: Olhar Digital

Pagamento da segunda parcela do 13º injeta R$ 131 milhões na economia de RO

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Pagamento do 13º salário injeta R$ 131 milhões na economia de Rondônia
Arte mostra destaque para recursos do 13º salário que movimentam a economia do estado.

Recurso chega em momento de alta movimentação financeira

O Governo de Rondônia paga, nesta sexta-feira (12), a segunda parcela do 13º salário dos servidores do Poder Executivo. Este pagamento injetará R$ 131 milhões na economia de Rondônia. O repasse reforça a valorização do funcionalismo e, além disso, aumenta a circulação de dinheiro no estado. O movimento ocorre justamente no período de maior atividade no comércio e nos serviços.

A medida reforça o compromisso do estado com a valorização do funcionalismo público e contribui de forma expressiva para o aquecimento da economia rondoniense

Segundo a Secretaria de Estado de Finanças (Sefin), o valor líquido que entra na economia é de R$ 131.319.136,46. O montante já considera as antecipações e os descontos previstos em lei. Com isso, os recursos chegam de forma direta a vários setores produtivos e fortalecem o ritmo econômico das cidades rondonienses.

Estrutura do 13º salário em 2025

A folha total do 13º salário em 2025 soma R$ 451.043.482,75 em proventos brutos. Em julho, o governo antecipou R$ 216.056.079,26, o que reduziu significativamente o valor da parcela final.
Assim, a segunda parcela corresponde a R$ 234.987.403,49 antes dos descontos legais.

Esses números mostram, portanto, que o estado conseguiu manter previsibilidade e organização nas contas públicas ao longo do ano.

Gestão destaca responsabilidade fiscal e valorização do servidor

Para o governador Marcos Rocha, o pagamento demonstra equilíbrio fiscal e respeito ao servidor.
“Mais uma vez, Rondônia honra seus servidores e reafirma o compromisso com uma gestão pública séria e eficiente. O pagamento do 13º valoriza quem trabalha pelo nosso estado e impulsiona a economia, gerando renda, fortalecendo o comércio e apoiando milhares de famílias neste período tão importante do ano”, afirmou.

O secretário de Finanças, Luís Fernando Pereira da Silva, também destacou o impacto positivo. Segundo ele, o repasse garante segurança aos servidores e, ao mesmo tempo, movimenta mais de R$ 131 milhões na economia local. Assim, o governo mantém o avanço do estado com planejamento e controle das contas públicas.

Impacto direto no consumo e no setor produtivo

O recurso adicional deve impulsionar o comércio, melhorar o fluxo de caixa das empresas e reforçar a confiança das famílias. Além disso, o aquecimento econômico tende a se espalhar por toda a cadeia produtiva, desde serviços até pequenas e médias empresas.

O governo afirma que continuará trabalhando para garantir saúde fiscal, fortalecer os servidores e sustentar o crescimento econômico de Rondônia.

Fonte: Governo de Rondônia

Ciclone extratropical provoca temporais no Centro-Sul a partir desta terça

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Imagem de tempestade com nuvens densas e raios representando ciclone extratropical no Centro-Sul
Tempestade avança sobre a região Sul durante a formação do ciclone extratropical

A partir desta terça-feira (9), um ciclone extratropical muda o tempo e, consequentemente, provoca tempestades em boa parte do Centro-Sul do Brasil. Segundo a Climatempo e o Inmet, o sistema se intensifica rapidamente e, portanto, pode gerar volumes elevados de chuva, rajadas acima de 100 km/h e condições severas principalmente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Além disso, os efeitos se estendem ao Sudeste e ao Centro-Oeste.

Ciclone se intensifica e avança rapidamente pelo Sul

O fenômeno se forma entre o sul do Paraguai, o nordeste da Argentina e o Rio Grande do Sul. Em seguida, cruza o território gaúcho de oeste para leste. Como a pressão atmosférica está muito baixa, o ambiente favorece a formação de nuvens do tipo cumulonimbus, que, por sua vez, podem provocar granizo, ventos fortes e raios. Além disso, meteorologistas não descartam a possibilidade de rajadas destrutivas associadas a tornados.

As Defesas Civis estaduais, portanto, já emitiram alertas reforçando os riscos de vento intenso, enxurradas e alagamentos, sobretudo no litoral de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Regiões mais afetadas

Sul

O Sul será, de fato, a região mais atingida.

  • Rio Grande do Sul: temporais desde a madrugada e ventos ainda mais intensos ao longo da quarta-feira.

  • Santa Catarina: risco alto a muito alto para enxurradas, granizo e rajadas superiores a 100 km/h.

  • Paraná: instabilidade contínua e possibilidade de granizo, especialmente entre terça e quarta.

Sudeste

Embora o ciclone não alcance diretamente o Sudeste, seus efeitos atmosféricos avançam para a região e, por isso, ampliam o risco de tempestades isoladas.

  • São Paulo: ventos de 50 km/h a 70 km/h, podendo ultrapassar esse valor no litoral e na Grande SP.

  • Rio de Janeiro: rajadas fortes no centro-sul fluminense, além da Serra e Região Metropolitana.

  • Minas Gerais: instabilidade no Sul de Minas, Zona da Mata, Triângulo e Grande Belo Horizonte.

Assim, mesmo sem o núcleo do ciclone, parte do Sudeste deve enfrentar chuva intensa e vento moderado a forte.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste, a instabilidade aumenta principalmente por causa da atuação indireta do sistema.

  • Mato Grosso do Sul: estado mais afetado, com pancadas moderadas a fortes e ventos que podem chegar a 70 km/h.

  • Mato Grosso e Goiás: chuvas moderadas e ventos de 40 km/h a 50 km/h, especialmente à tarde.

Como resultado, a região terá um dia marcado por aquecimento, umidade e risco de trovoadas.

Principais riscos previstos

O avanço do ciclone extratropical deve provocar uma série de impactos, entre eles:

  • Rajadas de 90 km/h a 120 km/h entre RS e SC

  • Chuvas intensas em curto período, com alagamentos

  • Queda de granizo localizada

  • Mar agitado e ondas de até 3,5 metros no litoral sul

  • Instabilidade prolongada e risco de danos estruturais, como queda de energia

Portanto, autoridades reforçam a necessidade de atenção e acompanhamento constante dos avisos meteorológicos.

Quando o ciclone deve se afastar

O centro do ciclone deve alcançar o mar entre a madrugada e a manhã desta quarta-feira (10), na altura do litoral gaúcho. Depois disso, ele segue para alto-mar e, gradualmente, se afasta do Brasil até quinta-feira (11). Contudo, mesmo após o afastamento, o Sul continuará enfrentando ventos fortes e mar agitado.

Recomendações de segurança

As Defesas Civis alertam que a população deve adotar medidas preventivas, sobretudo durante o pico do sistema:

  • Evitar áreas costeiras e mar aberto

  • Não se abrigar sob árvores

  • Manter distância de redes elétricas

  • Reforçar telhados e retirar objetos soltos

  • Acompanhar boletins oficiais e, se necessário, evacuar áreas de risco

Desse modo, é possível reduzir danos e garantir segurança durante a passagem do fenômeno.

Previsão para os próximos dias

Com o afastamento do ciclone, o tempo começa a estabilizar no Sul a partir de quinta-feira (11). No entanto, o Sudeste ainda terá instabilidade pontual e temperaturas mais amenas. No Centro-Oeste, o calor retorna, mas com pancadas isoladas ao longo do dia. Como dezembro costuma registrar sistemas severos, meteorologistas reforçam que a intensidade atual exige monitoramento constante.

Fonte: G1

Brasileiro cria mosquito que não transmite dengue e entra na lista da Nature

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Mosquitos Aedes observados em malha de laboratório usados em pesquisa brasileira com Wolbachia para impedir transmissão da dengue.
Imagem ilustrativa de mosquitos Aedes utilizados em técnicas de modificação com Wolbachia para reduzir a transmissão da dengue no Brasil.

O pesquisador brasileiro Luciano Moreira, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), foi incluído pela revista Nature entre as dez pessoas que moldaram a ciência em 2025. O reconhecimento, porém, não veio por acaso: ele lidera uma estratégia, na qual um brasileiro cria mosquito que não transmite dengue, revolucionando o combate ao Aedes aegypti e abrindo caminho para uma redução expressiva dos casos de dengue no país.

Ao longo de 17 anos de pesquisa, Moreira desenvolveu a técnica que utiliza a bactéria Wolbachia para impedir que o vírus se multiplique dentro do mosquito. Dessa forma, o inseto continua vivendo normalmente, mas perde a capacidade de transmitir dengue, zika ou chikungunya. Além disso, a presença da bactéria nas fêmeas faz com que elas transmitam essa característica aos ovos, o que sustenta a proteção de forma natural ao longo das gerações.

Luciano Moreira, pesquisador selecionado na lista dos 10 mais influentes na pesquisa no mundo em 2025 pela revista Nature — Foto: Divulgação

Embora a inovação tenha começado em laboratório, os resultados já são observados em diversas cidades brasileiras. Em alguns municípios, por exemplo, as pesquisas apontam queda de até 89% nos casos da doença. Por isso, o impacto do trabalho chamou atenção da comunidade científica internacional.

Reconhecimento que fortalece a ciência brasileira

Moreira afirma que receber o destaque da Nature foi emocionante, sobretudo porque confirma que o Brasil consegue produzir ciência de ponta mesmo diante de dificuldades estruturais. Segundo ele, o maior orgulho é perceber que a tecnologia já reduz sofrimento e salva vidas.

“É muito importante mostrar que a ciência, apesar dos desafios, consegue transformar realidades. Quando vemos as reduções nos casos de dengue, entendemos o quanto esse trabalho faz diferença”, disse.

Além disso, o pesquisador ressalta que o país tem profissionais extremamente talentosos, mas que ainda encontra pouco investimento para ampliar pesquisas em ritmo acelerado. Mesmo assim, afirma que a criatividade brasileira sempre foi um diferencial dentro dos laboratórios.

Como a técnica funciona e por que se tornou um marco científico

Luciano Moreira está hoje à frente da maior fábrica de mosquitos do mundo — Foto: Peter Illiciev

A curiosidade de Luciano começou ainda na infância, quando observava insetos no quintal de casa. Com o tempo, esse interesse evoluiu para a carreira científica. Logo no início da trajetória, ele se perguntou como seria possível combater o mosquito sem extinguir a espécie e sem causar danos ambientais. A resposta, contudo, surgiu com a Wolbachia.

A técnica consiste em introduzir a bactéria nos ovos do Aedes. Assim que o mosquito nasce, a Wolbachia impede que o vírus da dengue se multiplique. Consequentemente, mesmo que o inseto pique uma pessoa infectada, ele não transmite a doença para outros indivíduos.

Outro diferencial é que, como a bactéria é repassada naturalmente para os ovos, novas gerações já nascem protegidas. Isso reduz custos, agiliza resultados e evita a necessidade de solturas contínuas.

A maior fábrica de mosquitos do mundo

O avanço da iniciativa levou Luciano Moreira a coordenar a maior fábrica de mosquitos do mundo, instalada em Curitiba. O local produz milhões de mosquitos com Wolbachia que, posteriormente, são enviados para diferentes regiões do país.

Com apoio do Ministério da Saúde, a tecnologia já está presente em 16 cidades brasileiras. Conforme estudo publicado na revista The Lancet, áreas que receberam o método apresentaram redução média de 63% nos casos de dengue, embora algumas regiões tenham registrado índices ainda maiores.

“Chegar até aqui exigiu persistência. No entanto, ver o impacto direto na vida das pessoas é extremamente gratificante”, afirmou o pesquisador.

Outros nomes que marcaram a ciência em 2025

A lista da Nature reúne cientistas de várias áreas, o que mostra a diversidade de avanços registrados no ano. Entre eles estão:

  • Mengran Du (China): responsável por explorar ecossistemas inéditos nas profundezas oceânicas.

  • Yifat Merbl (Israel): descobriu uma nova função dos proteassomas no combate a infecções.

  • Sarah Tabrizi (Reino Unido): liderou um tratamento capaz de reescrever o DNA de um bebê com doença genética rara.

  • KJ Muldoon (EUA): registrou o primeiro caso de cura por edição genética.

  • Liang Wenfeng (China): criou o modelo de linguagem DeepSeek.

  • Precious Matsoso (África do Sul): atuou na construção do primeiro tratado mundial de preparação para pandemias.

  • Susan Monarez (EUA): tornou-se símbolo de integridade científica ao resistir a pressões políticas.

A presença de um brasileiro na lista reforça, portanto, o potencial da ciência nacional e destaca como iniciativas desenvolvidas no país podem influenciar políticas de saúde pública em escala global.

Fonte: G1

Correios cortam benefício de Natal de R$ 2,5 mil dado a carteiros

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Carteiro caminha por rua residencial enquanto destaque visual informa o corte do benefício de Natal de R$ 2,5 mil pelos Correios.
Carteiros deixam de receber o benefício de R$ 2,5 mil após decisão dos Correios em meio à crise financeira.

Os Correios decidiram encerrar o benefício de Natal dos carteiros, pago em 2024 por meio do Acordo Coletivo de Trabalho. A decisão ocorre enquanto a estatal enfrenta um dos períodos mais críticos de sua história, já que acumula sucessivos prejuízos e busca alternativas para evitar novos desequilíbrios.

Crise financeira pressiona a estatal

O balanço divulgado no fim de novembro revelou um prejuízo de R$ 6 bilhões somente entre janeiro e setembro de 2025. Por isso, a diretoria intensificou cortes e reorganizou despesas internas. Além disso, a empresa já acumula treze trimestres consecutivos de resultados negativos, o que reforça a urgência por ajustes imediatos.

Dessa forma, o corte do benefício de R$ 2,5 mil se tornou um dos primeiros movimentos para reduzir gastos. A medida atinge milhares de carteiros e, entretanto, aumenta a insatisfação entre os trabalhadores.

Tesouro rejeita aval e amplia incertezas

Enquanto o debate sobre os custos avança, o Tesouro Nacional decidiu não conceder garantia para o empréstimo de R$ 20 bilhões solicitado pelos Correios. Segundo o órgão, o aval não será concedido caso as taxas superem 120% do CDI. Por consequência, a estatal permanece sem margem para renegociar dívidas de curto prazo.

Ainda assim, a equipe econômica estuda alternativas. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que qualquer apoio só será autorizado se estiver dentro das regras fiscais. Portanto, a solução ainda depende de análises técnicas e políticas.

Plano de demissão voluntária cresce em meio ao corte

Além das dificuldades anteriores, a empresa ampliou o Programa de Demissão Voluntária para 15 mil funcionários. A proposta prevê desligamentos escalonados entre 2026 e 2027. O movimento, contudo, reforça o ambiente de incerteza dentro da estatal, já que muitos servidores temem sobrecarga e perda de direitos.

De acordo com nota enviada pela comunicação dos Correios, as negociações relacionadas ao Acordo Coletivo continuam exclusivamente com os representantes dos empregados. No entanto, não há previsão de restabelecimento do benefício de Natal dos carteiros.

Trabalhadores sentem impacto direto

O fim do benefício ocorre justamente em um período de maior consumo, o que reduz a renda de milhares de famílias. Além disso, o avanço do PDV e o impasse financeiro criam um ambiente de instabilidade que se arrasta desde 2022. Diante disso, sindicatos e servidores aguardam novos desdobramentos para avaliar possíveis ações.

Fonte: Metrópoles

Semusa inicia vacinação para gestantes contra bronquiolite em Porto Velho

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Gestante recebendo vacina contra VSR em unidade de saúde de Porto Velho
Semusa inicia vacinação de gestantes contra bronquiolite em todas as unidades de saúde de Porto Velho.

Vacinação começa com 800 doses distribuídas

A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) iniciou, nesta segunda-feira (8), a aplicação da vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal responsável pela bronquiolite em bebês. O município recebeu 800 doses para o começo da campanha. Assim, todas as unidades de saúde já estão abastecidas e preparadas para atender as gestantes.

Quem pode receber a vacina

A imunização está disponível para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez. A orientação é de dose única por gestação, o que garante proteção imediata ao bebê após o nascimento. Além disso, o VSR permanece como uma das principais causas de internação infantil, especialmente nos primeiros meses de vida.

Autoridades reforçam importância da proteção

O secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, afirma que a estratégia amplia o cuidado com a primeira infância. Ele destaca que a vacina contra o VSR reduz casos graves e internações. Por isso, a participação das gestantes é fundamental para fortalecer a prevenção.

A coordenadora da Divisão de Imunização, Elizeth Gomes, explica que a proteção do bebê começa ainda na gestação. A transferência de anticorpos ocorre de forma natural e oferece segurança no período mais crítico. Dessa maneira, a vacina se torna um cuidado simples e essencial.

Como receber a imunização

A Semusa orienta que as gestantes procurem a unidade de saúde mais próxima. Para isso, é necessário apresentar documento com foto, cartão do SUS e cartão de pré-natal. O atendimento ocorre no horário regular das unidades.

Além disso, manter o calendário vacinal atualizado garante um início de vida mais seguro para os recém-nascidos e fortalece a proteção familiar.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

Microplásticos podem desencadear Alzheimer e agravar lesões no cérebro, aponta estudo

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Microplásticos flutuando ao redor de um cérebro humano iluminado, representando riscos neurológicos.
Estudo internacional identifica como microplásticos podem atravessar barreiras e agravar doenças como Alzheimer e Parkinson.

A presença de microplásticos no organismo humano preocupa pesquisadores de vários países. Embora essas partículas sejam invisíveis a olho nu, elas se acumulam no ambiente e, além disso, entram no corpo por múltiplas rotas. Por causa disso, cientistas alertam para um risco crescente: os microplásticos podem atingir o cérebro e desencadear processos inflamatórios associados a Alzheimer e Parkinson, duas das doenças neurodegenerativas mais comuns da atualidade.

O estudo, publicado na revista Molecular and Cellular Biochemistry, reuniu especialistas da Universidade de Tecnologia de Sydney e da Universidade de Auburn. Segundo os autores, os microplásticos prejudicam neurônios por diversos caminhos e, consequentemente, agravam quadros já existentes. Além disso, os dados reforçam a urgência de compreender o impacto desse poluente em expansão global.

A quantidade ingerida impressiona

Os cientistas estimam que um adulto possa ingerir cerca de 250 gramas de microplásticos por ano. Esse volume chega ao organismo por meio de alimentos processados, frutos do mar, água engarrafada, sal, roupas sintéticas e poeira acumulada em ambientes internos. Além disso, estudos recentes mostram que muitas dessas partículas não são eliminadas com facilidade e, portanto, podem se alojar em tecidos profundos, incluindo o cérebro.

Como os microplásticos danificam o cérebro

A pesquisa identificou cinco vias principais de agressão. Dessa forma, os pesquisadores explicam como essas partículas interferem na saúde neural:

1. Ativação exagerada do sistema imune

Os microplásticos são identificados como corpos estranhos e, por isso, ativam células de defesa de forma contínua. Essa resposta prolongada provoca inflamação e destruição de tecidos cerebrais.

2. Estresse oxidativo intenso

As partículas aumentam a produção de moléculas tóxicas e enfraquecem os sistemas antioxidantes. Como resultado, ocorre um desgaste celular acelerado, o que favorece processos de degeneração neural.

3. Ruptura da barreira hematoencefálica

A barreira que protege o cérebro de agentes tóxicos perde eficiência. Consequentemente, substâncias nocivas conseguem atravessar regiões sensíveis do sistema nervoso.

4. Prejuízo às mitocôndrias

As mitocôndrias, responsáveis pela produção de energia celular, sofrem queda de desempenho. Com isso, os neurônios tornam-se menos eficientes e mais vulneráveis à morte celular.

5. Danos diretos aos neurônios

A combinação desses fatores provoca destruição progressiva de células nervosas, o que contribui para lesões que podem se intensificar com o tempo.

Relação com Alzheimer e Parkinson

Os pesquisadores descobriram que os microplásticos estimulam o acúmulo de proteínas associadas a doenças neurodegenerativas. Entre elas estão beta-amiloide, tau e α-sinucleína, compostos diretamente ligados ao avanço de Alzheimer e Parkinson. Embora ainda não exista prova conclusiva de que os microplásticos iniciem essas doenças, há evidências de que eles aceleram e intensificam quadros já instalados. Além disso, o estudo sugere que a exposição contínua agrava sintomas e dificulta a regeneração neural.

Pesquisas avançam sobre novas rotas de exposição

Enquanto uma parte da equipe estuda o efeito direto no cérebro, outros pesquisadores investigam a inalação de microplásticos. Essa rota preocupa porque fibras suspensas no ar podem ser respiradas diariamente. Além disso, depois de se alojarem nos pulmões, elas podem migrar para outras regiões do corpo, ampliando riscos à saúde.

Como reduzir a exposição no dia a dia

Os autores recomendam práticas simples que diminuem o contato com microplásticos. Assim, orientam:

  • evitar tábuas e recipientes de plástico

  • reduzir o consumo de alimentos processados

  • optar por roupas de fibras naturais

  • evitar o uso de secadora de roupas

  • escolher embalagens de vidro ou metal

Além disso, os pesquisadores ressaltam que a redução do plástico descartável precisa ser incorporada aos hábitos domésticos e às políticas ambientais.

Impacto em políticas públicas

As conclusões do estudo podem orientar novas ações governamentais. Além disso, pressionam a indústria a rever práticas de produção e descarte. Entre as medidas sugeridas estão:

  • redução da produção de plástico

  • gestão mais eficiente de resíduos

  • regulamentação de microplásticos em alimentos e embalagens

  • fortalecimento de estratégias de proteção à saúde pública

Para os autores, compreender o impacto dessas partículas é fundamental para proteger as futuras gerações e, ao mesmo tempo, desenvolver políticas ambientais mais rígidas.

Fonte: G1

Novas regras para tirar a CNH começam a valer nesta semana, diz ministro

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Arte de capa sobre as novas regras para tirar a CNH, com título em destaque e ilustração de smartphone exibindo etapas do processo digital.
Arte de capa destaca as mudanças no processo para tirar a CNH, incluindo curso teórico gratuito e novo aplicativo do governo.

O governo federal inicia nesta semana uma reformulação ampla no processo para obter a CNH. Segundo o ministro dos Transportes, Renan Filho, as novas regras entram em vigor imediatamente após a publicação no Diário Oficial da União. Assim, candidatos e motoristas passam a seguir um modelo mais digital, flexível e acessível.

O lançamento do novo aplicativo CNH do Brasil, que atualiza a Carteira Digital de Trânsito, reúne todas as etapas da habilitação em um só ambiente. Dessa forma, o candidato acompanha cada fase pelo celular, acessa certificados e consulta informações oficiais. Além disso, a proposta moderniza o sistema e reduz burocracias.

Curso teórico gratuito, novas opções de aprendizagem e menos burocracia

O governo passa a oferecer o curso teórico gratuito, disponível diretamente no aplicativo. O conteúdo também permanece acessível presencialmente, embora não exija mais carga horária mínima. Por isso, o candidato consegue organizar o estudo conforme seu ritmo, sem depender de horários fixos.

Outra mudança estrutural encerra a obrigatoriedade de frequentar autoescolas. A partir de agora, o candidato escolhe entre aprender em uma autoescola tradicional, contratar um instrutor autônomo credenciado ou estudar em instituições autorizadas. Consequentemente, o processo se adapta a diferentes realidades de tempo e orçamento.

As aulas práticas obrigatórias também passam por alterações relevantes. O mínimo exigido cai de 20 para 2 horas, o que representa uma redução significativa. Além disso, o aluno pode utilizar o próprio veículo, desde que o automóvel esteja dentro das normas do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Como resultado, o processo se torna mais rápido, acessível e eficiente.

Redução de custos e mais tempo para concluir a CNH

O governo estima que o novo modelo reduza em até 80% o custo total da CNH, o que amplia o acesso à regularização para milhões de brasileiros. Além disso, essa economia deve beneficiar quem já dirige informalmente e não conseguia arcar com os valores cobrados anteriormente.

Outra mudança importante elimina o prazo de um ano para finalizar o processo. A partir disso, o candidato avança conforme sua disponibilidade, sem perder etapas concluídas. Portanto, quem trabalha em horários irregulares ou mora longe dos postos do Detran ganha mais estabilidade e flexibilidade.

Renovação automática da CNH e selo de bom condutor

As novas regras também impactam motoristas já habilitados. O governo cria o selo de bom condutor, voltado a motoristas que não registraram pontos no ano anterior. Com esse selo, o motorista passa a ter direito à renovação automática da CNH, sem custos adicionais. Dessa maneira, o sistema reduz filas, diminui burocracias e incentiva comportamentos responsáveis no trânsito.

Provas padronizadas, simulados oficiais e fiscalização ampliada

O Brasil adota agora provas teóricas e práticas padronizadas nacionalmente, o que unifica critérios e garante avaliações mais equilibradas. Além disso, o aplicativo disponibiliza simulados oficiais que seguem o mesmo padrão das questões cobradas. Assim, o candidato se prepara melhor para a avaliação final. Caso não seja aprovado na prova prática, ele recebe uma segunda tentativa gratuita, o que torna o processo mais justo.

A atuação dos instrutores autônomos também passa a ser monitorada com mais rigor. Eles precisam cumprir requisitos de formação e experiência. Além disso, todas as aulas ficam registradas no sistema digital, permitindo fiscalização em tempo real. Os veículos utilizados no treinamento devem atender às normas de segurança, equipamentos obrigatórios e limites de idade previstos no CTB. Como consequência, o processo se torna mais transparente.

Modernização melhora o acesso e atualiza o sistema de habilitação

Para Renan Filho, a reformulação coloca o aprendizado prático e o desempenho nas provas no centro do processo. O ministro afirma que a qualidade da formação depende do conhecimento adquirido e não da quantidade de horas em sala de aula. Por isso, o novo modelo prioriza tecnologia, autonomia, simplicidade, economia e acessibilidade.

Fonte: Olhar Digital

6ª Corrida do MPRO distribuirá mais de R$ 70 mil em prêmios

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Corredores em silhueta avançando em pista iluminada em vermelho com o título 6ª Corrida do MPRO e destaque de R$ 70 mil em prêmios.
Arte oficial destaca a 6ª Corrida do MPRO, que premiará atletas com mais de R$ 70 mil em percursos de 5 km e 10 km.

O Ministério Público de Rondônia abriu, nesta terça e quarta-feira (9 e 10), as inscrições para a 6ª Corrida do MPRO. Além disso, a prova será realizada em 25 de janeiro de 2026, com largada às 6h30, em frente ao edifício-sede da instituição, em Porto Velho. Com isso, a nova edição deve reunir centenas de atletas e distribuir mais de R$ 70 mil em prêmios.

Ao todo, a competição premiará os cinco primeiros colocados em todas as categorias. Nas provas de 10 km — geral e MPRO — os vencedores receberão R$ 1.500. Já nas provas de 5 km, os valores variam de R$ 200 a R$ 800, conforme a categoria e a colocação. Assim, a soma das modalidades ultrapassa o montante destinado à premiação da Corrida do MPRO.

As inscrições estão disponíveis na plataforma Sympla e seguem até o preenchimento do limite de vagas estabelecido. No total, serão 80 vagas para pessoas com deficiência, 250 para o público geral, 250 para membros e servidores e 20 para atletas com 60 anos ou mais. Pessoas com deficiência têm inscrição gratuita; atletas externos pagam R$ 60; enquanto isso, membros e servidores do MPRO pagam R$ 50.

Além do aspecto esportivo, toda a arrecadação da empresa organizadora será revertida para a compra de materiais escolares, que serão distribuídos em escolas da região ribeirinha do Baixo Madeira e na zona rural de Ponta do Abunã. Dessa forma, o evento reforça seu caráter social e amplia o impacto da Corrida do MPRO.

Categorias e percursos

A prova contará com percursos de 5 km e 10 km, ambos com largada no mesmo ponto. No caso do trajeto de 5 km, haverá categorias para:

  • público geral

  • integrantes do MPRO

  • atletas com 60 anos ou mais

  • quatro modalidades específicas para pessoas com deficiência

Por outro lado, o percurso de 10 km terá categorias destinadas ao público geral e a servidores do MPRO, também separadas por gênero.

Retirada dos kits

Os atletas poderão retirar os kits oficiais no dia 23 de janeiro de 2026, das 13h às 19h, na Escola Superior do MPRO. Cada kit inclui camiseta, número de peito e chip de cronometragem. Para isso, é necessário apresentar documento com foto e o comprovante de inscrição.

Por fim, a organização destaca que todas as orientações completas estão disponíveis na plataforma de inscrição.

Fonte: MPRO

6ª Corrida do MPRO distribuirá mais de R$ 70 mil em prêmios

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O Ministério Público de Rondônia abrirá, nesta terça e quarta-feira (9 e 10), as inscrições para a 6ª Corrida do MPRO, evento esportivo que distribuirá mais de R$ 70 mil em prêmios. A competição será realizada no dia 25 de janeiro de 2026, com largada às 6h30, em frente ao edifício-sede da instituição em Porto Velho.

Serão distribuídos valores em dinheiro para os cinco primeiros colocados de todas as categorias. Nas provas de 10 km geral e MPRO, os primeiros colocados receberão R$ 1.500. Nas provas de 5 km, as categorias terão premiação a partir de R$ 200, chegando a R$ 800 para os primeiros lugares. Com todas as modalidades somadas, o evento ultrapassa R$ 70 mil em prêmios.

As inscrições serão feitas pela plataforma Sympla e estarão disponíveis até que se atinja o limite de vagas estabelecido pelo regulamento: 80 para pessoas com deficiência, 250 para a categoria geral, 250 para membros e servidores e 20 para atletas com 60 anos ou mais. Pessoas com deficiência terão inscrição gratuita. Atletas externos pagarão R$ 60, enquanto membros e servidores do MPRO pagarão R$ 50.

Os valores arrecadados pela empresa responsável serão destinados à compra de material escolar a ser distribuído em escolas da região ribeirinha do Baixo Madeira e da zona rural de Ponta do Abunã.

Categorias
A corrida terá percursos de 5 km e 10 km, com largadas no mesmo ponto. No trajeto de 5 km, haverá categorias para atletas geral, integrantes do MPRO, pessoas com 60 anos ou mais e quatro categorias específicas para pessoas com deficiência. O percurso de 10 km também terá categorias destinadas ao geral e servidores do MPRO, também nos dois gêneros.

Kits
A retirada dos kits ocorrerá no dia 23 de janeiro de 2026, das 13h às 19h, na Escola Superior do MPRO. Cada kit conterá camiseta, número de peito e chip de cronometragem. Será necessária a apresentação do comprovante de inscrição e documento com foto.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)
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