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sábado, setembro 12, 2026

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Amostras de café do Acre vão a Vilhena para classificação física

Segundo a organização do QualiCafé e a Secretaria de Estado de Agricultura do Acre, o café do Acre em Vilhena terá uma etapa de classificação física com amostras da edição de 2026. Cada inscrição cede 100 gramas do material, que segue codificado para Rondônia antes da avaliação sensorial do concurso.

A análise física será feita por profissional da Idaron. A informação atual sobre o envio das amostras a Vilhena, porém, vem da organização do QualiCafé/Seagri do Acre e não de anúncio próprio da agência rondoniense. Essa distinção delimita o papel institucional de cada participante na etapa técnica.

Neste artigo, você vai ver
Como funciona a classificação física, por que as amostras são codificadas e o que muda na etapa sensorial do QualiCafé.

Café do Acre em Vilhena terá classificação física das amostras

Na etapa do café do Acre em Vilhena, o trabalho atribuído ao profissional da Idaron é a classificação física dos grãos. Essa análise observa características materiais da amostra e não deve ser confundida com a avaliação sensorial da bebida.

A organização informou que 100 gramas de cada café inscrito serão destinados a essa fase. O material chega identificado por código, de modo que o avaliador físico não saiba quem é o produtor nem de qual município acreano a amostra veio.

O que está confirmado
Amostra: 100 gramas por inscrição.
Destino: Vilhena, em Rondônia.
Atividade: classificação física por profissional da Idaron.
Identificação: amostras codificadas, sem nome do produtor ou município para o avaliador.

Esse procedimento busca preservar a isonomia da análise física. O material do café do Acre em Vilhena será examinado sem identificação direta do participante, enquanto a organização do concurso permanece no Acre.

Faixa editorial sobre café do Acre em Vilhena para classificação física de grãos verdes
Composição editorial representa a classificação física de amostras de café; a imagem não documenta o procedimento real do QualiCafé Acre 2026.

Avaliação sensorial ocorrerá em etapa separada

A classificação do café do Acre em Vilhena não define sozinha o resultado do QualiCafé. A avaliação sensorial está prevista para ocorrer entre 15 e 18 de setembro, em outra etapa do concurso, com participação de três profissionais certificados como Q Graders.

Dois desses três avaliadores sensoriais são de Rondônia, segundo a organização. Isso não transfere o concurso para o estado nem transforma Vilhena em sede da prova de xícara. O QualiCafé Acre 2026 reúne 55 produtores de 12 municípios acreanos.

A separação entre as fases é importante: primeiro ocorre a avaliação física, com o café do Acre em Vilhena; depois, em momento próprio, a bebida passa pela análise de aroma, sabor, acidez, corpo, equilíbrio e outros atributos sensoriais.

Idaron tem histórico de cooperação técnica com o Acre

A participação da Idaron nesta etapa do café do Acre em Vilhena ocorre dentro de um histórico de cooperação técnica entre Rondônia e Acre. Em 2024, a agência rondoniense registrou oficina de classificação física de café robusta para técnicos acreanos, com repasse de métodos usados em concursos de qualidade.

Esse histórico comprova experiência da agência na classificação física, mas não autoriza ampliar seu papel no concurso atual. A Idaron não organiza o QualiCafé, não escolhe sozinha o vencedor e a edição de 2026 não acontece em Rondônia.

Também não há base, no material recebido, para chamar Vilhena de laboratório oficial de café ou afirmar que uma unidade local tenha credenciamento específico para essa finalidade. No caso atual, o dado sustentado é a realização da classificação física das amostras encaminhadas pelo Acre.

Para Rondônia, o interesse do café do Acre em Vilhena está na conexão técnica entre cadeias produtivas amazônicas. A etapa aproxima profissionais dos dois estados sem alterar a origem do concurso nem misturar classificação física com prova sensorial.

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