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segunda-feira, maio 18, 2026
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Novo tratamento para câncer do colo de útero reduz risco de morte em 40%, testado no Brasil

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Um novo tratamento de combate ao câncer de colo de útero promete reduzir em 40% o número de mortes. A notícia boa vem justamente no Outubro Rosa, mês da campanha de conscientização para prevenção e diagnóstico da doença, que atinge o maior número de mulheres na faixa dos 30 anos no Brasil e no mundo.

O novo tratamento combina quimioterapia com radioterapia, gerando a quimiorradiação. Pacientes foram acompanhadas por seis semanas de quimioterapia com carboplatina e paclitaxel.

Em seguida, foram submetidas a quimioterapia semanal com cisplatina e braquiterapia, conhecida como quimiorradiação. Por 10 anos, mulheres no Brasil, no Reino Unido, México, na Índia e na Itália foram acompanhadas e o resultado da descoberta foi publicado na revista científica The Lancet.

Resultados preliminares

O estudo foi feito em parceria entre várias instituições científicas. Pesquisadores da University College London (UCL) fizeram ensaio clínico de fase três e mostraram uma redução de 40% no risco de morte pela doença e uma redução de 35% no risco de o câncer voltar em pelo menos cinco anos.

Após cinco anos, 80% das que receberam um curso curto de quimioterapia primeiro estavam vivas e para 72% o câncer não havia retornado nem se espalhado. No grupo de tratamento padrão, 72% estavam vivos e 64% não tiveram o câncer retornado ou se espalhado.

Separadamente, a UCL disse que o estudo confirmou uma redução de 40% no risco de morte e uma redução de 35% no risco de retorno do câncer, ao comparar os dois grupos usando uma métrica diferente.

Muitas vantagens

Para Mary McCormack, a principal pesquisadora do ensaio na UCL, o estudo representa um avanço inigualável para a perspectiva de qualidade de vida para as mulheres em geral.

“Toda melhora na sobrevivência de um paciente com câncer é importante, especialmente quando o tratamento é bem tolerado e administrado por um tempo relativamente curto, permitindo que as mulheres retornem às suas vidas normais relativamente rápido.”

O estudo envolveu 32 centros médicos pelo mundo e 500 mulheres acompanhadas ao longo de uma década.

Certificação científica

Iain Foulkes, diretor executivo de pesquisa e inovação da Cancer Research UK, disse elogiou a pesquisa. Segundo ele, os resultados “são notáveis”. Ele está bastante otimista.

“Não só pode reduzir as chances de retorno do câncer, como também pode ser administrado rapidamente, usando medicamentos já disponíveis em todo o mundo”, afirmou o cientista ao The Guardian.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) informa que o câncer de colo de útero é o mais comum em mulheres. Por ano, são 660 mil novos casos, dos quais 350 mil perdem a vida. O estudo foi publicado na revista científica The Lancet e pode ser acessado aqui.

Confira os documentos aceitos nos dias do Enem 2024

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Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024 devem ficar atentos quanto aos documentos aceitos para identificação nos dias do exame, a ser aplicado em 3 e 10 de novembro. A Carteira de Identidade Nacional (CIN) e os demais documentos digitais — e-Título, Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou Registro Geral (RG) — podem ser apresentados por meio do aplicativo Gov.br.

Também são considerados documentos válidos para identificação do participante:

  • Cédulas deidentidade expedidas por secretarias de segurança pública, forças armadas, polícia militar e polícia federal;
  • Identificação fornecida por ordens ou conselhos de classes que, por lei, tenha validade como documento de identidade;
  • Passaporte;
  • Carteira Nacional de Habilitação na forma da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997;e
  • Carteira de Trabalho e Previdência Social impressa e expedida após 27 de janeiro de 1997.

Já para o participante estrangeiro, é obrigatória a apresentação de um dos documentos de identificação oficial e original com foto descritos a seguir:

  • Passaporte;
  • Identidade expedida pelo Ministério da Justiça para estrangeiros, inclusive aqueles reconhecidos como refugiados, em consonância com a Lei nº 9.474, de 22 de julho de 1997;
  • Carteira de Registro Nacional Migratório, de que trata a Portaria nº 11.264, de 24 de janeiro de 2020;
  • Documento Provisório de Registro Nacional Migratório, de que trata a Portaria nº 11.264, de 24 de janeiro de 2020;e
  • Cédula de identidade civil ou documento estrangeiro equivalente, emitido por estadoque seja parte ou associado ao Mercosul, nos termos do Acordo sobre Documentos de Viagem dos Estados Partes do Mercosul e Estados Associados.

A fim de garantir mais segurança ao exame, não será mais aceita a apresentação do Boletim de Ocorrência (B.O.) em caso de perda de documentos físicos.

Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio é aplicado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada à pasta. O Enem avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica e, ao longo de mais de duas décadas de existência, tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil. Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o exame para selecionar estudantes. Os resultados são usados como critério único ou complementar dos processos seletivos.

PT assina resolução do Foro de São Paulo, que reconhece vitória de Maduro na Venezuela

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Sem fazer alarde no Brasil, o PT assinou uma resolução do Foro de São Paulo, que reconhece a vitória eleitoral de Nicolás Maduro e se solidariza com o regime.

O documento foi elaborado em uma reunião do grupo de partidos da esquerda, realizada no México, antes da posse de Claudia Sheinbaum à Presidência do país.

A secretária executiva do Foro, Mônica Valente, é integrante da executiva nacional do PT e estava presente, mas o partido não divulgou a resolução pró-Maduro por temer repercussões negativas nas eleições municipais, segundo fonte da legenda.

Procurada, a assessoria de Gleisi Hofmann, presidente do PT, ainda não respondeu à CNN.

A posição do PT no Foro causa desconforto em setores do partido.

“A posição do PT sobre Venezuela é desconectada com o que pensa o Lula e a grande maioria dos simpatizantes do PT. Somos um partido conectado com a democracia. A posição do Maduro gera um constrangimento para a América Latina”, disse – à CNN – o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).

A postura por parte do governo sobre o impasse político na Venezuela foi criticada por integrantes do Foro.

“A posição do governo brasileiro é confusa e precisa ser mais clara”, disse – à CNN – Ana Prestes, secretária de relações internacionais do PCdoB e representante do partido no Foro de São Paulo.

A dirigente minimizou a declaração do procurador-geral da Venezuela, Tarek Saab, na qual acusou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de ser um “agente da CIA”.

Segundo Ana Prestes, Maduro não endossou a fala.

“Não existem provas de que Maduro perdeu a eleição. A adesão à oposição na Venezuela é menor que o apoio popular ao chavismo”, afirmou.

Volta do horário de verão em 2024 é descartada pelo governo

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou, nesta quarta-feira (16), que o governo federal não irá retomar o horário de verão em 2024, mas que a medida poderá ser adotada a partir do ano que vem.

Mais cedo, Silveira esteve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Palácio do Planalto para apresentar um parecer técnico sobre a questão. Coube ao chefe do Executivo a decisão final.

Como adiantou a CNN, o Ministério de Minas e Energia propôs ao presidente que o horário de verão não seja retomado neste ano.

Técnicos da pasta concluíram que com a volta do período chuvoso, os reservatórios estariam abastecidos o suficiente para garantir a geração de energia nas hidrelétricas e fechar o ano sem grandes prejuízos.

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) havia apresentado ontem (15) dados complementares sobre a possibilidade de adiantar os relógios em uma hora.

No relatório anterior, entregue ao governo ainda em setembro, o ONS recomendou a mudança temporária no fuso horário como medida de economia financeira. A economia em 2024 poderia chegar a R$ 400 milhões.

Na última semana, Silveira informou, no entanto, que o horário de verão só seria retomado se fosse “imprescindível”. Ainda de acordo com o ministro, o fim da medida em 2019 foi uma decisão tomada “irresponsavelmente”.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) decretou o fim da política após estudos realizados pelo governo indicarem que a medida não estava gerando economia de energia significativa que justificasse a sua manutenção.

Como surgiram as discussões para a volta do horário de verão?
A partir da forte estiagem que atinge o país, o governo passou a cogitar a volta do horário de verão para aliviar o consumo de energia elétrica nas residências.

Desde o início de setembro o Executivo começou a discutir a possibilidade da retomada da medida e solicitou estudos técnicos aos setores responsáveis.

Atualmente, o Brasil passa pela seca “mais intensa da história recente”, segundo o Centro Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais (Cemaden). De acordo com o órgão, esta é a pior estiagem dos últimos 74 anos.

Como funciona o horário de verão?
Segundo o decreto federal que institui o horário de verão, alterado pela última vez em 2017, a medida era aplicada da 0h do primeiro domingo de novembro de cada ano até a 0h do terceiro do domingo do ano seguinte.

O horário de Brasília, que é seguido por boa parte do país, era adiantado em 1 hora.

Em quais estados o horário de verão é aplicado?
O horário de verão era instituído no Distrito Federal e nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Por que os estados do Norte e Nordeste não participam?
Adotado para reduzir o consumo de iluminação no país, responsável por grande parte do consumo de energia, o horário de verão tem sua eficácia nas regiões que ficam mais distantes da Linha do Equador, segundo o governo.

Isso acontece por existir uma diferença significativa na luminosidade do dia entre o verão e o inverno.

Nos estados do Centro-Oeste, do Sudeste e do Sul, os dias de verão são mais longos do que no Norte e no Nordeste.

A partir disso, era possível estimular as pessoas e as empresas a encerrarem suas atividades do dia com a luz do sol ainda presente, evitando que muitos equipamentos estivessem ligados quando era acionada a iluminação noturna.

Por que o horário de verão foi suspenso?
Houve a suspensão do horário de verão em 2019 após a constatação por parte do governo de mudanças de hábito no consumo de energia, com o maior consumo diário acontecendo no período da tarde, a medida deixou de produzir os resultados esperados.

A constatação aconteceu após estudos solicitados pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE).

Qual foi a última vez que o horário de verão foi aplicado?
A última vez que o horário de verão foi aplicado foi entre novembro de 2018 e fevereiro de 2019.

Na ocasião, após um pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o início da medida foi alterada do terceiro domingo do mês de outubro para o primeiro domingo do mês de novembro.

Isso aconteceu para não haver mudança no horário entre o primeiro e o segundo turno das eleições gerais daquele ano.

Outubro Verde: ações de prevenção e combate à sífilis em Porto Velho

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Outubro é um mês dedicado à conscientização e combate à sífilis, uma infecção bacteriana sistêmica, crônica e curável. A campanha Outubro Verde chama a atenção para as formas de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença. Em Porto Velho, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) intensifica esforços para informar a população sobre a gravidade da sífilis e as formas de prevenção, com atividades de testagem, acompanhamento de gestantes, distribuição de preservativos, entre outras ações.

O que é a sífilis?

A sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) causada pela bactéria Treponema pallidum. Se não for tratada, pode evoluir para estágios mais graves, afetando o coração, o cérebro e outros órgãos.

A doença tem diferentes fases (primária, secundária, latente e terciária), cada uma com seus sintomas específicos. No estágio primário, surgem feridas indolores, chamadas de “cancros”, no local da infecção. Se não tratada, pode evoluir para outros estágios, com sintomas como erupções cutâneas, febre e, em casos graves, lesões internas.

Transmissão e Prevenção

A sífilis é transmitida principalmente por contato sexual desprotegido, mas também pode ser transmitida da mãe para o bebê durante a gestação, resultando na sífilis congênita. “O uso correto de preservativos, tanto interno quanto externo, é a principal forma de prevenção”, destaca a médica Ethianne Bastos, coordenadora municipal da sífilis.

A Semusa distribui preservativos gratuitamente em todas as suas unidades e realiza ações de conscientização sobre o uso adequado.

Além disso, a rede municipal de saúde oferece testes rápidos para detecção de sífilis e outras ISTs, como HIV, hepatite B e C. “A testagem é fundamental, especialmente entre as populações vulneráveis, como homens que fazem sexo com homens (HSH), pessoas vivendo com HIV, profissionais do sexo e usuários de drogas”, explica Ethianne.

Números

No período de janeiro a setembro de 2024, foram confirmados 528 casos de sífilis em Porto Velho, sendo 306 em homens e 222 em mulheres. Em 2023, o município registrou 926 casos, com 563 ocorrências em homens e 363 em mulheres.

A sífilis congênita, que ocorre quando a doença é transmitida de mãe para filho, registrou 7 casos em 2024 até o mês de setembro, enquanto em 2023 foram 22 casos.

A incidência maior entre os homens é um padrão observado ao longo dos anos. Em 2023, 60,8% dos casos ocorreram em homens, enquanto em 2024, o percentual foi de 58%. Ethianne Bastos destaca que o monitoramento constante desses números é essencial para identificar áreas de maior incidência e intensificar as ações preventivas.

Importância da notificação

O Departamento de Vigilância em Saúde (DCS) da Semusa desempenha um importante papel no combate à sífilis em Porto Velho. Além de monitorar e controlar os casos, a equipe de vigilância trabalha em conjunto com outros departamentos, como o de Atenção Básica, para evitar a transmissão vertical da sífilis – de mãe para filho.

A notificação de casos, feita pelos profissionais de saúde, permite um mapeamento mais eficiente das áreas com maior incidência, o que possibilita a intensificação de ações específicas nessas localidades. “A mobilização dos profissionais e gestores de saúde é fundamental para garantir o diagnóstico precoce e o tratamento adequado, especialmente nas gestantes, reduzindo assim os casos de sífilis congênita”, reforça Ethianne.

Intensificação das ações

Embora as ações de prevenção aconteçam durante todo o ano, em outubro, com a chegada do Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita, comemorado no terceiro sábado do mês, a Semusa intensifica suas atividades e reforça que o combate à sífilis depende não apenas do diagnóstico e tratamento, mas também da conscientização de toda a população sobre os riscos e formas de prevenção.

“A sífilis é uma doença que tem cura, mas é preciso que, aos primeiros sinais, as pessoas procurem uma unidade para ser avaliado pelo profissional de saúde (enfermeiro e/ou médico), tendo em vista que o enfermeiro da Estratégia Saúde da Família realiza atendimento e a prescrição do tratamento”, conclui a médica Ethianne Bastos.

19/10 – Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita

O 3º sábado do mês de outubro, comemorado no próximo sábado (19), foi instituído como Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita por meio da Lei nº 13.430/2017.

O objetivo desta data é estimular a participação dos profissionais e gestores de saúde nas atividades alusivas ao tema, enfatizando a importância do diagnóstico e do tratamento adequado da sífilis na gestante durante o pré-natal e da sífilis em ambos os sexos como doença sexualmente transmissível.

Última Superlua do ano poderá ser vista esta semana; entre hoje e amanhã

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A maior e última Superlua do ano poderá ser vista esta semana, entre hoje e amanhã. O melhor momento para observá-la será por das 16h46, desta quarta-feira. É que exatamente neste momento a Lua fica 14% maior e 30% mais brilhante.

Será uma oportunidade única de olhar para o céu e admirar. O espetáculo poderá ser visto a olho nu. Com essa, será a quarta Superlua do ano.

Porém, se não der empo, haverá amanhã, quando o espetáculo voltará a acontecer. O fenômeno acontece, quando o satélite atinge o perigeu – o ponto mais próximo da Terra. Impossível não se encantar.

Sobre o fenômeno

Entre hoje e amanhã, a Superlua estará a cerca de 357 mil quilômetros de distância da Terra.

É essa aproximação é que faz com que pareça maior e mais luminosa do que em uma lua cheia, por exemplo.

Para observar, o ideal é fugir das cidades. É importante procurar lugares sem poluição nem iluminação artificial.

Último espetáculo

Só em 2024, foram três fenômenos assim. Esta será a quarta e última.

Especialistas recomendam: uso de binóculos ou telescópios para uma observação mais detalhada da superfície lunar.

E o calendário de espetáculos no céu não para, conforme reportagem do Jornal Opção.

Outros shows no céu

Até o próximo dia 24, outubro ainda reservas muitas surpresas para os amantes de astronomia. Tem chuva de mteoros, conjunção entre planetas e Lua minguante.

  • 20 e 21/10: Máxima atividade da chuva de meteoros Oriônidas
  • 21/10: Conjunção entre Lua e Júpiter
  • 23/10: Conjunção entre Lua e Marte
  • 24/10: Lua em Quarto Minguante

Raio mata quase 100 cabeças de gado em RO: ‘prejuízo de R$ 300 mil’, avalia proprietário

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Um raio matou 98 cabeças de gado em uma propriedade rural em Vila Bosco, no município de Parecis(RO). A descarga elétrica aconteceu no domingo (13), mas os animais só foram encontrados pelo caseiro da propriedade na manhã desta terça-feira (15).

O proprietário dos bovinos se chama Tobias. Ele contou à Rede Amazônica que estava em outra propriedade quando foi informado sobre o incidente. O caseiro contou que na segunda-feira fez a inspeção de rotina em alguns pastos, mas não chegou a conferir onde estava os gados.

Segundo o caseiro, os animais foram atingidos por um raio enquanto eles dormiam, já que na noite de domingo houve uma forte chuva com raios na fazenda. A suspeita é que o raio atingiu o solo, causando a morte do rebanho. Tobias disse que o prejuízo pode chegar a R$ 300 mil reais.

Clientes de bancos têm até esta quarta para sacar valores esquecidos

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Cerca de 42 milhões de pessoas físicas e 3,6 milhões de pessoas jurídicas têm até esta quarta-feira (16) para sacar recursos esquecidos no sistema financeiro. Segundo os dados mais recentes do Sistema de Valores a Receber (SVR) do Banco Central, referentes a agosto, ainda não foram sacados R$ 8,59 bilhões – R$ 6,62 bilhões por pessoas físicas a R$ 1,97 bilhão por empresas.

Na quinta-feira (17), os recursos não sacados serão transferidos para a conta única do Tesouro Nacional, para atender à lei que compensa a prorrogação da desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia e de 156 municípios, aprovada em setembro pelo Congresso. Os R$ 8,56 bilhões comporão os R$ 55 bilhões que entrarão no caixa do governo para custear a extensão do benefício.

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) destacou que a previsão para incorporação desses recursos pelo Tesouro Nacional está prevista em legislação há mais de 70 anos, por meio da Lei 2.313 de 1954. O texto esclarece que, diferentemente de um confisco tradicional, os cidadãos poderão reclamar os valores esquecidos.

O Ministério da Fazenda, informou a Secom, publicará edital no Diário Oficial da União com informações sobre os valores a receber. O recolhimento poderá ser contestado pelos que tiverem direito.

Como sacar

O único site onde é possível fazer a consulta é o site oficial do Sistema de Valores a Receber. Ao abrir a página, o usuário deve clicar em “Consulte valores a receber”, preencher os campos com os dados, clicar em “Consultar” e conferir a existência de valores esquecidos.

Caso haja dinheiro a receber, o usuário deve clicar no botão “Acessar o SVR”. Essa segunda etapa, no entanto, requer conta nível prata ou ouro no Portal Gov.br. Após abrir a nova página, o SVR informará uma data para consultar os valores e os dados para a transferência. Na maioria dos casos, o usuário pode agendar um Pix. Em outros, será necessário entrar em contato com as instituições financeiras nos canais informados pela página do Banco Central.

Na data informada pelo sistema, o usuário deverá acessar novamente o site do SVR, com o login Gov.br. Somente então, será possível pedir a transferência dos valores. Quem perder a data do agendamento terá de entrar novamente na página e pedir nova data para o retorno.

A consulta está aberta a pessoas falecidas e empresas fechadas. O acesso é possível a herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal. Assim como nas consultas a pessoas vivas, o sistema informa a instituição responsável pelo valor e a faixa de valor. Também há mais transparência para quem tem conta conjunta. Se um dos titulares pedir o resgate de um valor esquecido, o outro, ao entrar no sistema, conseguirá ver as informações: como valor, data e CPF de quem fez o pedido.

Horário de verão: decisão sai nesta quarta-feira (16)

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O anúncio oficial do Ministério de Minas e Energia sobre a implantação do horário de verão está previsto para hoje.

O ministro Alexandre Silveira aguarda dados complementares de estudo do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) sobre a viabilidade do retorno, ainda neste ano, da medida. Segundo interlocutores do governo, a volta só ocorrerá se for “estritamente necessária”.

Em setembro, o ONS divulgou nota técnica avaliando que o retorno do horário de verão poderia trazer maior eficiência ao Sistema Interligado Nacional (SIN), especificamente no atendimento ao horário de pico, entre 18h e 20h – período em que a rede é mais pressionada.

A medida poderia adiar em até duas horas o momento de maior consumo à noite, quando a energia solar não está mais disponível.

Com o eventual retorno do horário de verão, o estudo aponta para uma redução de até 2,9% da demanda máxima e uma economia no custo da operação próxima a R$ 400 milhões entre os meses de outubro e fevereiro.

Na quarta-feira passada (09) em reunião da Câmara de Monitoramento do Sistema Elétrico – que reúne integrantes das agências nacionais de Energia Elétrica (Aneel) e do Petróleo (ANP), da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e do Ministério de Minas e Energia -, o ONS informou que as projeções indicam piora nas condições de fornecimento de energia nos próximos meses.

Segundo o operador, nos dois cenários prospectivos a água que deverá fluir para as represas das hidrelétricas deste mês até março de 2025 ficará abaixo da média histórica.

No pior cenário, a energia armazenada nos reservatórios, ao fim do período de chuvas, ficará 23,4% abaixo da de março deste ano.

Neste mês, em razão da estiagem, as contas de luz estão sob bandeira vermelha 2, ponto mais alto de sobrepreço na eletricidade.

A medida incomodou o governo Lula e levou Silveira a recomendar que a Aneel usasse o valor acumulado (R$ 5,2 bilhões) na conta das bandeiras tarifárias antes de elevar a tarifa de energia elétrica.

Diferentes agentes que atuam no setor afirmam que não há risco de falta de energia, como em 2021, mas o preço da eletricidade está mais alto em razão da estiagem.

Ainda segundo o ONS, caso seja mantido até 2028 o horário de verão pode gerar uma economia de R$ 1,8 bilhão por ano ao evitar acionamento com maior frequência das termoelétricas.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

OEA constata ações de crime organizado nas eleições municipais

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O relatório preliminar da Missão de Observação Eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA) apontou ações do crime organizado nas eleições municipais brasileiras deste ano.

Os 15 observadores de nove nacionalidades que estiveram no país incluíram no documento com 26 páginas que foram relatadas a eles durante o período em que estiveram no Brasil ações de grupos criminosos tanto para coagir eleitores e restringir a mobilidade de candidaturas em suas áreas de controle, como a entrada de recursos financeiros do tráfico de drogas nas campanhas eleitorais.

“A missão também observou a preocupação crescente de vários atores com quem se reuniu para discutir o risco de o crime organizado entrar no âmbito político”, diz o documento.

“Com relação a isso, eles manifestaram o receio da ação de grupos criminosos de impor restrições de mobilidade nas áreas sob seu controle, afetando as candidaturas locais, bem como exercer coerção sobre as e os eleitores de algumas comunidades para influenciar o voto”, continua.

Na sequência, afirma que “além do exposto acima, expressaram sua preocupação com a entrada de fundos ilícitos, especialmente provenientes do tráfico de drogas, nas eleições”.

O relatório constatou ainda a escalada da violência política nas eleições, dizendo que os “observatórios de violência política de organizações acadêmicas e da sociedade civil registraram de janeiro a 1º de outubro de 2024 um total de 469 atos de violência contra políticos, o que representa um aumento de 58,9% em relação aos 295 eventos registrados no mesmo período em 2020”.

O documento aponta ainda que “além disso, enquanto nas eleições de 2020 houve um caso de violência política a cada 7 dias, nestas eleições foi registrado um incidente a cada 1,5 dia”.

No dia 3 de outubro, a CNN revelou um estudo inédito da UniRio com dados que mostravam o crescimento da violência política no país.

A OEA mencionou no documento as agressões ocorridas durante debates nas eleições em São Paulo. Em um deles, o candidato José Luiz Datena (PSDB) deu uma cadeirada em Pablo Marçal (PRTB). Em outro, um assessor de Marçal agrediu o marqueteiro de Ricardo Nunes (MDB), Duda Lima.

“Por fim, observou-se que, em São Paulo, foram registrados eventos violentos durante os debates para prefeito entre os candidatos e suas equipes de trabalho que levaram a agressões físicas, inclusive durante transmissões ao vivo. A Missão lamenta esses acontecimentos que prejudicam o necessário debate de ideias e propostas e não refletem o civismo com o qual a cidadania brasileira compareceu às urnas para votar”, afirmou.

Os observadores recomendaram melhorias para conter a escalada da violência política constatada nas eleições deste ano:

1. “Criação de um registro público de dados sobre violência política que consolide dados em nível federal e estadual, separados por raça e gênero, para diagnosticar e formular políticas preventivas e punitivas, promovendo uma política de segurança pública mais preventiva e garantidora de direitos;
2. Integrar na análise da violência política os dados fornecidos por organizações sociais e acadêmicas especializadas no monitoramento e na avaliação da violência política e coordenar os esforços para continuar desenvolvendo e divulgando diretrizes sobre como abordar essa questão;
3. Gerar espaços de análise para compreender a dimensão da problemática do crime organizado e seu potencial impacto nos processos eleitorais em nível federal, estadual e municipal.”

A CNN encaminhou as conclusões ao TSE e aguarda um posicionamento.

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