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quarta-feira, julho 15, 2026
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Bitcoins: alemão esquece senha e só tem 2 chances para reaver R$ 1 bi

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O investidor Alemão, Stefan Thomas, perdeu, em 2011, o papel em que guardava a senha do hard drive, uma espécie de cofre virtual, em que mantém os seus 7.002 Bitcoins. Atualmente, essa quantia vale aproximadamente R$ 1,1 bilhão.

Stefan mora atualmente em São Francisco (Califórnia, EUA). Ele perdeu a senha há mais de uma década e, desde que ele perdeu a senha, o investimento em Bitcoins teve uma valorização de 19.900%. As informações são do jornalista Fernando Moreira, do Extra.

Toda essa fortuna está guardada em uma hard drive chamado IronKey. O cofre virtual tem um dispositivo de segurança que só permite 10 erros antes do acesso ser bloqueado permanentemente. Stefan já utilizou 8 tentativas.

O alemão afirmou que vai manter o IronKey seguro até conseguir uma forma de recuperar o acesso. Ele disse ao “New York Times” que se sentiu um “idiota” por ter perdido a senha.

“Eu estava absolutamente desesperado. Não consegui dormir durante noites. Até sofri de depressão. Mas muito pior do que a perda do dinheiro foi minha autocensura: eu simplesmente não conseguia acreditar que havia perdido algo tão importante. Eu me sentia um completo idiota, minha autoestima estava no porão. Houve brincalhões que me perguntaram: você já tentou ‘senha’?”, comentou Stefan.

O investidor contou que recebeu várias propostas bizarras e que “várias pessoas com capacidades de canalização entraram em contato e também um profeta da Croácia. Por outro lado, também houve alguns especialistas em tecnologia e empresas de recuperação de dados que me ofereceram apoio”.

Além do alemão, muitos comerciantes de Bitcoins já passaram por essa situação ao perderem o acesso às suas fortunas. Há cerca de RS 620 bilhões bloqueados online.

Sexta-feira (16/2) é o último dia para pagamento da taxa do Concurso Nacional Unificado

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O Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) encerrou o período de inscrições com o recorde de 2,65 milhões de pessoas inscritas. Desse total, 1,1 milhão ainda não pagaram a Guia de Recolhimento da União (GRU). O prazo final para pagamento da GRU termina nesta sexta-feira (16/2).

Para os cargos de nível superior, a taxa de inscrição é de R$90, enquanto para o bloco de cargos de nível médio o valor é de R$60. O pagamento da taxa deve ser feito apenas por meio da GRU, que pode ser paga no banco, ou via PIX, com o respectivo QR Code.

“Estamos felizes pelo sucesso dessa inovação no serviço público que é o Concurso Nacional Unificado. Boa sorte e bons estudos a todas as pessoas inscritas. Vamos agora construir um serviço público com a cara do Brasil! ”, afirmou a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck.

Concurso Nacional

O “Enem dos concursos” vai selecionar, de uma só vez, 6.640 servidores para 21 órgãos públicos federais (órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional). As inscrições para o concurso foram abertas em 19 de janeiro e se encerraram na última sexta-feira, 9 de fevereiro.

A prova será no dia 5 de maio e será aplicada em 220 cidades , localizadas em todas as Unidades da Federação, com questões objetivas específicas e dissertativas, por área de atuação.

O objetivo é promover igualdade de oportunidades de acesso aos cargos públicos efetivos; padronizar procedimentos na aplicação das provas; aprimorar os métodos de seleção de servidores públicos, de modo a priorizar as qualificações necessárias para o desempenho das atividades inerentes ao setor público; e zelar pelo princípio da impessoalidade na seleção dos candidatos em todas as fases e etapas do certame.

Acesse a página do Concurso Público Nacional Unificado

DNIT realiza manutenção em mais de 22 quilômetros da BR-364 sentindo Vila do Abunã, em Rondônia

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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) já concluiu em Rondônia 14,54 quilômetros totalmente revitalizados na BR-364, com sentido à BR-317, no Acre.

No trecho estão sendo realizados serviços de macadame seco, base de brita graduada com aplicação de CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente), Foram já finalizados e entregues em segmentos contínuos dois lotes de obras, sendo um do Km 915,80 ao Km 926,24 e do Km 928,78 ao Km 932,88.

Outros três trechos que corresponde a aproximadamente 9 quilômetros de rodovia estão com as obras em pleno andamento. Os trabalhos de reconstrução do pavimento estão sendo realizados do KM 939,84 ao KM 940,34; segundo trecho do Km 943,1 ao 949,72 e o terceiro trecho do km 964,44 ao km 965,92. O perímetro em obras segue até o Distrito de Vista Alegre do Abunã.

Importância – A BR-364/RO é o principal corredor logístico para o escoamento da safra de grãos de Rondônia, além da parte Oeste e Norte do Estado de Mato Grosso. Passam na rodovia federal aproximadamente 8 milhões de toneladas de grãos por ano. A rodovia é a única via de acesso ao Acre e principal canal de desenvolvimento da região norte.

A autarquia segue realizando obras na rodovia em novos trechos no sentido Porto Velho ao estado do Acre.

Policial Penal é exemplo de solidariedade com a marca de maior doador de sangue registrado no hemocentro de Rondônia

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Um recorde de solidariedade está marcando na vida do policial penal e doador de sangue Leomar da Silva Rodrigues, 42 anos, em Porto Velho. O frequente gesto realizado na sede da Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Estado de Rondônia (Fhemeron), reúne mais de 80 registros de doações realizadas, considerado um dos maiores até o momento.

Conforme a Fhemeron, estima-se que a quantidade de doação que soma o sangue total e plaquetas, tenha salvado mais de 300 vidas, baseando-se no fato de que uma bolsa de sangue pode beneficiar até quatro pessoas. O exemplo do policial penal tem ganhado destaque entre os profissionais de saúde que acompanham o histórico de doações, inclusive inspirando outros possíveis doadores.

Leomar explica que possui 87 registros do ato solidário em números exatos desde 2009, porém, a prática de doação começou em 2001, mas não tem registros desta época. “Comecei a doar sangue quando aproveitei a isenção na realização de concursos públicos, mas com o tempo isto se tornou rotineiro, a ponto de até doar plaquetas”, completa.

 

CAMPANHAS

Segundo o policial penal, a participação nas campanhas de doação de sangue também foi incentivada pelo exemplo do pai, que doou sangue durante muitos anos. “Não há dúvidas da importância de fazer o gesto de forma constante para ajudar a salvar muitas vidas. E, em alguns casos, pode ajudar a vida dos próprios familiares ou de amigos e conhecidos”, enfatiza.

 

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, atitudes como a de Leomar são exemplo de quem opta por multiplicar o bem para muitas pessoas. “A doação de sangue é uma campanha constante no Estado, na qual precisamos motivar os cidadãos a se unirem em um gesto solidário com o objetivo de salvar vidas. A história de Leomar, inclusive de outras pessoas, é um exemplo de quem se preocupa e ama o próximo, inspirando outros possíveis doadores a somar com esta ação”, declara.

IMPORTÂNCIA DO GESTO

A Fhemeron tem realizado diversas campanhas para captação de novos doadores. Só no ano passado, foram coletadas mais de 15 mil bolsas de sangue no hemocentro. |As coletas são destinadas às unidades de saúde públicas e privadas da Capital, além dos municípios.

Segundo o assistente social coordenador da Fundação, Dimarães da Silva, as bolsas são priorizadas para pacientes em tratamento de câncer, doenças hematológicas e que precisam realizar cirurgias eletivas e de emergências. “Toda doação deve ser voluntária, pois quem receber fará uma grande diferença em sua vida, é isso que temos promovido ao longo das campanhas. E a atitude do Leomar é fascinante e contagiante, ele se tornou o maior captador do hemocentro e, consequentemente, tem sido exemplo para muita gente”, disse.

Quem tiver interesse em fazer uma doação deverá apresentar documento de identificação com foto no ponto de coleta. Ao ir realizar o ato solidário, a equipe do hemocentro faz uma triagem com a pessoa; a doação em si leva de 10 a 15 minutos.

COMO DOAR

O processo de doação de sangue é simples e seguro, viabilizando a qualquer pessoa saudável a realização do ato, com idade entre 16 (acompanhado do responsável) e 69 anos (desde que seja doador antes dos 60 anos) e peso superior a 50 kg. Para realizar a ação, a pessoa deve estar descansada e alimentada, evitando alimentos gordurosos.

Alguns impedimentos definitivos são apontados, como ter tido doença de Chagas; Hepatite após os 11 anos de idade; exposição à situação ou comportamento que leve a risco, acrescido para Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). Para homens, o intervalo de doação é de dois meses e no máximo quatro doações em um ano, enquanto que mulheres, o intervalo é de três meses, podendo chegar a três doações no período de um ano.

As unidades da Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron) pelo Estado, estão localizadas nos seguintes endereços:

  • Fhemeron de Porto Velho
    Avenida Jorge Teixeira, nº 3766, Bairro Industrial
    Telefone: (69) 3216-2234;
  • Unidade de Coleta e Transfusão de Ariquemes
    Rua Cassiterita, nº 3613, Centro
    Telefone: (69) 3535-2659;
  • Unidade de Coleta e Transfusão de Cacoal
    Avenida Malaquita, s/nº, Bairro Josino Brito, ao lado do Hospital Regional
    Telefone: (69) 3441-0823;
  • Unidade de Coleta e Transfusão de Guajará-Mirim
    Avenida XV de novembro, nº 1299, Centro
    Telefone: (69) 3541-6073;
  • Unidade de Coleta e Transfusão de Ji-Paraná
    Rua Vilagran Cabrita, nº 1440, Centro
    Telefone: (69) 3421-1615;
  • Unidade de Coleta e Transfusão de Rolim de Moura
    Avenida Cuiabá, nº 5424, Bairro Planalto, ao lado do Hospital Municipal
    Telefone: (69) 3442-1328;
  • Hemocentro Regional de Vilhena
    Avenida Jô Sato, nº 405, Bairro Nova Vilhena
    Telefone: (69) 3322-2400.

Dois detentos escapam de prisão de segurança máxima em Mossoró

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Dois presos escaparam da Penitenciária Federal de Mossoró (RN), 280 quilômetros a oeste de Natal (RN). Trata-se da primeira vez que detentos conseguem escapar de uma das cinco penitenciárias de segurança máxima do país.

Além de acionar a Polícia Federal (PF), o Ministério da Justiça e Segurança Pública pediu o apoio das secretarias da Segurança Pública e da Defesa Social e de Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte para localizar os fugitivos.

A fuga se tornou pública na manhã desta quarta-feira (14). Segundo o ministério, todas as providências necessárias para recapturar os foragidos e esclarecer as circunstâncias da fuga já estão sendo adotadas. O secretário nacional de Políticas Penais (Senappen), André Garcia, está viajando para Mossoró a fim de acompanhar de perto a apuração dos fatos.

Segundo informações preliminares, confirmadas pela Agência Brasil, os dois fugitivos são Rogério da Silva Mendonça e Deibson Cabral Nascimento.

O governo do Rio Grande do Norte informa que entrou em contato com as secretarias de Segurança Pública da Paraíba e do Ceará para reformar a segurança na divisa dos estados.

Responsável por coordenar o sistema penitenciário federal, a Secretaria Nacional de Políticas Penais, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, informa em seu site que “nunca houve fuga, rebelião, nem entrada de materiais ilícitos” nas unidades penitenciárias federais, “referências de disciplina e procedimento”.

Há, no Brasil, cinco penitenciárias federais em funcionamento. Classificadas como presídios de segurança máxima, cada unidade conta com sistema de vigilância avançado com captação de som ambiente e monitoramento de vídeo – material de vigilância que a secretaria afirma ser replicado, em tempo real, para a sede da Senappen, em Brasília.

Dengue: quais remédios são contraindicados e quais podem ser usados para tratar sintomas

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O Brasil vive uma explosão de casos de dengue, com 408.351 casos prováveis registrados e 62 mortes confirmadas.

Outros 279 óbitos causados pela doença seguem em investigação, segundo os dados mais recentes do Ministério da Saúde.

Além de dor de cabeça, dor no corpo, dor atrás dos olhos, febre, enjoos, vômitos e manchas vermelhas, a dengue pode causar outros sintomas como sonolência, irritabilidade e confusão mental.

A doença é dividida em dois grupos: a dengue clássica e a hemorrágica, quando a infecção começa a destruir plaquetas responsáveis pela coagulação, e o paciente passa a ter sangramentos na gengiva ou nas fezes.

Não há um medicamento específico para o tratamento da dengue. Os remédios disponíveis para amenizar os sintomas devem ser indicados por um médico, já que muitos deles, usados no dia a dia e vendidos sem a necessidade de prescrição médica nas farmácias, podem aumentar o risco de sangramento.

A BBC News Brasil conversou com três infectologistas que explicam quais medicamentos não são indicados para tratar os sintomas da dengue — e quais podem ser usados com segurança.

Vale lembrar que a automedicação é desaconselhada em todas as situações.

Dengue: quais medicamentos você não deve tomar

Aspirina e AAS

A classe farmacêutica dos salicitatos, da qual fazem parte aspirina e AAS, não devem ser usada por pacientes que estão com suspeita de dengue ou que foram diagnosticados com a doença.

Esas medicações têm efeito analgésico e antitérmico — por isso, ajudam no alívio de dores e da febre. No entanto, eles podem afetar a coagulação de pacientes com o vírus da dengue, o que leva ao aumento do risco de sangramentos e o agravamento da doença.

Por isso, pacientes saudáveis que estejam com a doença ou com suspeita dela não devem fazer o uso desses medicamentos.

No entanto, há ressalvas para o caso de pacientes em tratamento de algum problema cardíaco, que precisam tomar aspirina periodicamente.

“Pessoas que possuem doenças crônicas, que sofreram infarto ou tiveram trombose, e estão fazendo uso de medicamentos desse grupo para tratar o problema, ao suspeitarem que estão com dengue não devem interromper o tratamento por conta própria, pois pode agravar o problema cardíaco já existente. O recomendado é procurar um médico imediatamente para analisar o que deverá ser feito, como trocar o medicamento ou fazer o uso monitorado”, explica a infectologista Mirian Dal Bem, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Além da AAS e da aspirina, outros medicamentos que fazem parte desta categoria são os derivados do ácido acetilsalicílico, como diflunisal, salicilato de sódio e metilsalicilato.

Ibuprofeno e nimesulida

Medicamentos que integram a categoria chamada de anti-inflamatórios não esteroidais também aumentam as chances de sangramento e não devem ser usados no tratamento dos sintomas da dengue.

Os mais conhecidos e usados são: indometacina, ibuprofeno, diclofenaco, piroxicam, naproxeno, nimesulida, sulfinpirazona, fenilbutazona e sulindac.

Eles são comumente encontrados nas farmácias e podem ser comprados sem receita médica.

“Esses medicamentos prejudicam o funcionamento das plaquetas e, quando um paciente está com dengue, ele já tem as plaquetas afetadas pelo vírus. Sendo assim, ao fazer uso desses remédios, há um aumento no risco de sangramentos e ter a dengue hemorrágica”, explica o médico Paulo Abrão, vice-presidente da Sociedade Paulista de Infectologia e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Aedes aegypti

Prednisona e hidrocortisona

Medicamentos como prednisona, prednisolona, dexametasona e hidrocortisona são conhecidos como corticoides — e também são contraindicados em caso de dengue ou de suspeita da doença.

Assim como os anteriores, eles podem aumentar o risco hemorrágico da doença e agravar a situação do paciente.

Ivermectina

Nos últimos dias, passou a circular nas redes sociais informações que a ivermectina seria um medicamento indicado para combater o vírus da dengue.

Tal situação fez com que o Ministério da Saúde emitisse uma nota alertando que “não há nenhum dado ou fonte que comprove a afirmação” e o órgão “não reconhece qualquer protocolo que inclua o remédio para o tratamento da dengue”.

“Esse medicamento é única e exclusivamente para combater vermes, não há nenhum estudo que mostre sua eficácia contra vírus. Ele não deve ser usado em nenhum caso a mais”, diz o médico Alberto Chebabo, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Durante a pandemia de covid-19, a ivermectina foi defendida como parte de um tratamento precoce de combate à doença — também sem nenhuma eficácia comprovada.

Posteriormente, estudos realizados ao redor do mundo demonstraram a ineficácia do medicamento no combate à covid-19.

Cartela de comprimidos

Paracetamol e dipirona são indicados

Segundo os infectologistas ouvidos pela BBC News Brasil, os dois medicamentos mais indicados para amenizar os sintomas causados pela dengue são o paracetamol e a dipirona, pois eles não aumentam os riscos de sangramento.

Ambos podem ser usados com segurança e ajudam a amenizar as dores e mal-estar provocados pela dengue.

Apesar da medicação aliviar certos sintomas, os especialistas são unânimes em dizer que manter uma boa hidratação é um dos fatores mais importantes para tratar a doença.

A dengue provoca inflamação e faz o líquido “escapar” dos vasos sanguíneos.

“A hidratação deve ser muito rigorosa. Além de água, é importante ingerir soros, encontrados em farmácias e postos de saúde, para repor os sais perdidos pelo corpo. O recomendado é que o paciente ingira 60 ml de líquido para cada quilo que possui”, calcula Dal Ben.

Como tirar a 2ª via do RG pela internet | Guia Prático

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É possível tirar a 2ª via do RG pela internet em alguns estados brasileiros em caso de perda, roubo ou para atualizar a foto do documento. O valor do serviço e o processo de emissão têm variação para estado, e há também diferença de validade entre o antigo RG e nova Carteira de Identidade Nacional (CIN).

Também não há um órgão central para a emissão do Registro Geral e cada estado tem um direcionamento próprio para realizar a solicitação ou agendar o atendimento.

Como tirar a 2ª via do RG pela internet

Nem todos os estados oferecem opção para tirar a 2ª via do RG pela internet. Em muitos locais, só é possível realizar o agendamento ou pré-atendimento pela web.

Veja abaixo quais serviços estão disponíveis em cada estado do Brasil:

EstadoSolicitação onlineAgendamento para
atendimento presencial
Valor da 2ª via*
Acreidpol.ac.gov.br/servicesR$ 106,60 (papel) ou R$ 195,00 (policarbonato)
Alagoaspoliciacientifica.al.gov.br/carteira-de-identidadeR$ 32,86
Amapáservicos.portal.ap.gov.br/servicos/emissao-de-segunda-via-da-carteira-de-identidade79R$ 59,68
Amazonasamcin.e-instituto.com.br/Vsoft.iDSPS.AgendamentoGratuito
Bahiaba.gov.br/servico/1955ba.gov.br/servico/1955R$ 48,35
Cearásps.ce.gov.br/sistemas/vapt-vuptR$ 51,13
Distrito Federalnahora.df.gov.brR$ 42,00
Espírito Santoagenda.es.gov.brR$ 76,55
Goiásgo.gov.br/servicos/servico/agendar-atendimento-presencial-no-vapt-vuptR$ 40,26
Maranhãoseati.segov.ma.gov.br/procon/agendamentoR$ 44,19
Mato Grossoganhatempo.seplag.mt.gov.br/agendamentosR$ 70,09 (papel moeda) ou R$ 99,53 (versão cartão)
Mato Grosso do Sulservicos.sejusp.ms.gov.brR$ 189,68
Minas Geraiscidadao.mg.gov.brR$ 100,74
Paráagendamento.policiacivil.pa.gov.brR$ 35,33
Paraíbaagendamentorg.portaldacidadania.pb.gov.brR$ 16,85
Paranápoliciacivil.pr.gov.br/Pagina/2a-via-da-Carteira-de-Identidadeagendador.pr.gov.br/index.php/agendador/index-selecionar-municipioR$ 38,30
Pernambucopecidadao.pe.gov.br/#/agendamentoR$ 29,91
Piauíssp.pi.gov.br/servicos.phpR$ 21,60
Rio de Janeirodetran.rj.gov.br/_documento.asp?cod=160R$ 51,18
Rio Grande do Nortewww3.itep.rn.gov.br/agendamentoR$ 25,00
Rio Grande do Sulrs.gov.br/carta-de-servicos/servicos?servico=1303igp.rs.gov.br/agendamento-de-carteiras-de-identidadeR$ 86,66
Rondôniaportaldocidadao.ro.gov.br/Servico/Detalhes?id=a64e003e-8d8a-4b74-fe67-08da3f196d44R$ 162,79
Roraimasefaz.rr.gov.br/cidadao/dare-avulso-cidadaoR$ 54,93
Santa Catarinaagendamento.igp.sc.gov.brR$ 44,79
São Paulopoupatempo.sp.gov.brpoupatempo.sp.gov.brR$ 62,13
Sergipeagendafacil.se.gov.brR$ 19,00
Tocantinsiito.ssp.to.gov.br/servicosR$ 25,00

*Os valores para emissão de 2ª via do RG podem sofrer alteração a qualquer momento.

Governo de Rondônia destina mais de R$ 4 milhões para reforma de hospitais no Estado

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O Governo de Rondônia destinou um investimento de R$ 4.160.900,11 (quatro milhões, cento e sessenta mil, novecentos reais e onze centavos) para melhorias na infraestrutura de dez hospitais públicos estaduais, no decorrer de 2024, com reformas preventivas e correção da estrutura predial relativos à cobertura, piso, paredes e instalações gerais. A ação é realizada, por meio de parceria entre a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e Secretaria de Estado de Obras e Serviços Públicos (Seosp).

Segundo o subcoordenador de engenharia e arquitetura da Sesau, Thiago do Carmo Brasil, as obras já iniciaram em Buritis, Cacoal e distrito de Extrema, e estão sendo realizadas de forma célere. “As unidades precisam de reformas para garantir a segurança dos pacientes e servidores, considerando que a maior parte das instalações é antiga. Logo, os trabalhos colaboram com o zelo do bem público, e vão oferecer maior conforto aos pacientes e colaboradores”, salientou.

De acordo com o secretário da Seosp, Elias Resende, a Gerência de Ações Urbanísticas (GAU) da pasta atua nas unidades hospitalares com reformas e pinturas nas estruturas, através da mão de obra direta.

O secretário de Estado da Saúde, Jefferson Rocha ressaltou que, a concretização dessas obras vai ao encontro do propósito do Executivo Estadual em levar melhorias para a Saúde. “Através das obras, novos cenários estão sendo proporcionados para um melhor serviço prestado ao cidadão,” destacou.

UNIDADES HOSPITALARES

Entre as unidades que receberão reformas estão: Hospital e Pronto Socorro João Paulo II; Hospital Regional de Buritis; Hospital Regional de Extrema; Centro de Diagnóstico de Rondônia; Hospital de Retaguarda de Rondônia; Policlínica Oswaldo Cruz (POC); Assistência Médica Intensiva (AMI); Hospital Regional de Cacoal (HC) e Hospital Regional de São Francisco do Guaporé (HRSF).

Conheça novo método recém-descoberto para encontrar diamantes

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Uma nova descoberta pode tornar mais fácil a busca por diamantes, tarefa notoriamente difícil. Pesquisas mostraram que um mineral menos procurado contém pistas que podem indicar a proximidade de diamantes e acelerar o processo de encontrá-los.

“Os produtores de diamantes, às vezes, desejam que estivessem minerando ouro, cobre ou algum outro material bruto, porque encontrar e minerar diamantes é complicado”, diz Andrea Giuliani, cientista sênior do Instituto de Geoquímica e Petrologia da ETH Zurich, ao IFL Science.

Agora, parece que outro mineral pode acelerar o processo, pois foi descoberta conexão entre olivina e diamantes. A olivina é composta por cerca de metade do minério kimberlito e contém concentrações variadas de magnésio e ferro. A composição da olivina é crucial, pois se descobriu que a presença de mais magnésio do que ferro é bom sinal para os mineradores de diamantes.

Papel da olivina na busca por diamantes

  • Se a olivina tiver alto teor de ferro, significa que o minério foi alterado durante o processo geológico, eliminando os diamantes;
  • Por outro lado, se a olivina tiver baixo teor de ferro e alto teor de magnésio, significa que os diamantes sobreviveram;
  • A empresa De Beers apoiou financeiramente o estudo e forneceu amostras de kimberlito, o que lhes deu acesso antecipado aos resultados e eles já estão utilizando a análise de olivina;
  • A pesquisa mostra que os diamantes permanecem intactos apenas quando os kimberlitos contêm fragmentos do manto que não passaram por interações extensas com derretimentos anteriores.

“A grande vantagem desse novo método é que ele é mais simples e finalmente nos permite entender por que os métodos anteriores funcionavam”, conclui Giuliani.

A pesquisa foi publicada na Nature Communications, consolidando a descoberta da conexão entre a olivina e os diamantes e abrindo portas para uma busca mais eficiente por essas gemas preciosas.

Na contramão de outros países, Brasil proíbe o vape

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Apesar da proibição pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 2009, dados do Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica (Ipec) apontam que o consumo de cigarros eletrônicos aumenta ano a ano no Brasil – em 2023, o equivalente a 2,9 milhões de adultos consumiram os vapes (até 30 dias antes de responder à pesquisa). Em 2018, primeiro ano em que a pesquisa foi feita, o número era de menos de 500 mil. Ou seja, em seis anos, a adesão aumentou em quase 600%.

Sem parâmetros, procedência e regras para fabricação, comercialização e importação, não é possível garantir que esses cigarros eletrônicos sejam uma alternativa de menor risco à saúde para adultos fumantes no Brasil, diferentemente do que ocorre em cerca de 80 países que já regulamentaram o produto.

“Os cigarros eletrônicos contrabandeados expõem as pessoas a riscos inimagináveis à saúde, pois não sabemos as substâncias inseridas no produto. É imperativo que a nossa autoridade máxima em vigilância sanitária, que é a Anvisa, faça uma regulamentação que atenda às expectativas dos consumidores”, pontua a ex-diretora da Anvisa e consultora científica da BAT Brasil, Alessandra Bastos.

O tema está em debate na Anvisa, que disponibiliza até 9 de fevereiro de 2024 uma Consulta Pública (CP 1.222/2023) para ouvir a sociedade sobre a regulamentação dos dispositivos. Enquanto o Brasil discute se regulamenta ou não, países como Canadá, Suécia e membros do Reino Unido criaram regras para que os cigarros eletrônicos sejam utilizados como ferramentas importantes para políticas de controle de uso do tabaco e redução de danos à saúde.

Na Suécia, as autoridades incentivam a substituição do cigarro convencional pelo eletrônico e outras alternativas, como sachês de nicotina. Como consequência, a porcentagem de fumantes caiu de 15% para 5,6% da população em 15 anos, colocando o país no caminho para alcançar o status de livre do fumo 17 anos antes da meta estipulada pela União Europeia, que é 2040.

Já o Ministério de Saúde da Inglaterra (NHS) divulgou a revisão de mais de 400 estudos científicos que comprovou que os vapes podem ser até 95% menos prejudiciais à saúde em relação ao cigarro comum. O relatório foi conduzido por pesquisadores do King’s College London. Os vapes são regulamentados no país há mais de uma década e o comportamento dos consumidores é monitorado constantemente.

A proposta prevê, também, a proibição da publicidade e da divulgação, por meio eletrônico ou por meio impresso, ou de qualquer outra forma de comunicação ao público, consumidor ou não desses produtos.

O cenário internacional

A experiência internacional mostra que a regulamentação dos cigarros eletrônicos permite o acesso a informações científicas confiáveis, por meio de canais oficiais dos governos ou órgãos de saúde pública.

Por exemplo, no Canadá, no site Health Canada há a explicação de que “o vape é mais eficiente que somente terapias de reposição de nicotina ou aconselhamento. Se você não consegue parar de fumar com métodos aprovados, substituir o cigarro convencional pelo uso dos vapes reduz significativamente a exposição a substâncias tóxicas da fumaça do tabaco”, reforça o texto. O Ministério da Saúde do Canadá, por exemplo, reitera a importância dos cigarros eletrônicos em políticas de redução de danos.

Já o site do Serviço Nacional de Saúde da Inglaterra (NHS) apresenta diversas dicas e informações para auxiliar as pessoas a parar de fumar. O governo inglês estimula os fumantes a buscarem produtos alternativos até encontrar o que mais funciona de acordo com a respectiva necessidade. O site reúne uma série de informações úteis para quem deseja parar de fumar, permitindo que o cidadão tome a decisão de forma segura e bem embasada.

No site disponível a toda a população, são esclarecidas informações sobre a comparação entre o cigarro convencional e vapes, como quantidade de nicotina, composição dos produtos, papel dos vapes para cessação do hábito de fumar, entre outras.

Regulamentação em debate na Anvisa

O prazo de contribuição da Consulta Pública da Anvisa vai até o dia 9 de fevereiro deste ano. Qualquer pessoa interessada poderá enviar contribuições ou comentários sobre a proposta de manutenção do banimento da fabricação, importação e comercialização desses produtos no Brasil, dentro desse prazo de 60 dias.

Ao fim do período de sugestões, a Anvisa avaliará as contribuições e divulgará o relatório final no portal oficial. Em paralelo, está em tramitação no Congresso Nacional um Projeto de Lei para a regulamentação dos cigarros eletrônicos no país.

* Vaporizadores e produtos de tabaco aquecido são produtos destinados a maiores de 18 anos, assim como o cigarro. Esses produtos não são isentos de riscos.

* A redução de riscos de vaporizadores e produtos de tabaco aquecido é baseada nas evidências científicas mais recentes disponíveis e desde que haja a substituição completa do consumo de cigarros tradicionais.

Vagas para artesãos de Rondônia estão abertas para festival nacional

Artesãos de Rondônia têm seis vagas em festival nacional

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Inscrições seguem até 1º de agosto e exigem cadastro válido no Sicab.
Mudanças da NF-e na Reforma Tributária exigem adaptação de empresas de Rondônia

NF-e muda em agosto e empresas de Rondônia precisam se adaptar

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Empresas devem revisar sistemas antes da validação de IBS e CBS em 3 de agosto.
Projetos de conservação de água e solo podem buscar reconhecimento da ANA

Projetos rurais de Rondônia têm prazo na ANA até 21 de agosto

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Chamamento aceita iniciativas rurais em execução, sem repasse financeiro automático.
Mariana Monteiro e Benny Schvarsberg debatem cidades sem planejamento no programa PontoDeVista

Cidades crescem sem plano e quem mora longe paga a conta

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Especialista explica como expansão desordenada, especulação e gentrificação pesam na vida de quem mora nas periferias.
Rogério Kiester participa do RuralCast sobre pecuária leiteira em Rondônia, assistência técnica e produção de mais de 300 litros de leite

Rogério Kiester conta como superou 300 litros de leite por dia

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Rogério Kiester mostra como assistência técnica, manejo e gestão mudaram a produção de leite da família em Cacoal.