back to top
quinta-feira, julho 23, 2026
Início Site Página 491

Ninguém acerta seis dezenas e prêmio da Mega-Sena vai a R$ 35 milhões

0
22/06/2023 - Brasília - Volantes da Mega Sena sendo preenchidos para apostas em casas lotéricas da Caixa. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

As seis dezenas do concurso 2634 foram sorteadas na noite desta terça-feira (19), no Espaço da Sorte, na cidade de São Paulo. Ninguém acertou.

O prêmio acumulou e o valor para o próximo concurso, que será realizado na quinta-feira (21), vai a R$ 35 milhões.

Veja os números sorteados: 08- 27 – 28 – 32- 48 – 56

A quina teve 34 apostas ganhadoras, cada uma vai pagar um prêmio de R$ 57.373,12, Já a quadra registrou 3.001 vencedores; eles vão receber, individualmente, R$ 928,58.

As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 5.

Prefeitura realiza evento de conscientização e valorização da vida

0

Preocupada com o bem-estar e saúde mental dos servidores, a Prefeitura de Porto Velho realiza no próximo dia 29, das 8h às 12h, no auditório da Escola do Legislativo, um encontro alusivo ao Setembro Amarelo, com o tema: “Seja gentil, pois cada pessoa que você encontra, está travando uma grande batalha”. Será uma manhã de diálogo aberta a todas as secretarias e autarquias municipais para conscientização e promoção de informações preventivas quanto ao suicídio e a valorização da vida.

O evento é realizado pela Secretaria Municipal de Administração (Semad), através da Divisão de Apoio Psicossocial, da Coordenadoria de Saúde Ocupacional. Os servidores interessados em participar devem preencher o formulário de inscrição clicando aqui. Os dados serão usados para emissão de certificado de participação, da palestra com duração de quatro horas.

De acordo com a última pesquisa, realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), são registrados mais de 700 mil casos, de suicídio, no mundo por ano, sem contar com os episódios subnotificados, pois com isso, estima-se mais de 1 milhão de casos. No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, ou seja, em média 38 por dia.

Sabe-se que os casos de suicídio estão relacionados às doenças mentais, principalmente não diagnosticadas ou tratadas incorretamente. Dessa forma, a maioria dos casos podem ser evitados se com acesso ao tratamento psiquiátrico, psicológico e informações de qualidade.

Ações de incentivo do Governo de Rondônia aumentam desenvolvimento da cultura cafeeira

0

A produtividade de café em Rondônia cresceu 24% no período entre as safras de 2021 e 2022, dados do levantamento sistemático do Instituto Brasileira de Geografia e Estatística – IBGE,  esse desempenho da cultura está diretamente relacionado à política agrícola, desenvolvida pelo Governo de Rondônia e executada pelos extensionistas da Entidade Autárquica de Assistência Técnica de Rondônia – Emater. O Órgão presta assistência técnica e facilita o acesso dos produtores aos benefícios dos programas do Governo para incentivo à produção cafeeira de Rondônia.

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura – Seagri, criou o Programa Mais Calcário, que oferece gratuitamente o frete do calcário entre a usina e a propriedade rural do agricultor familiar; o Programa Plante Mais, que fornece ao agricultor familiar mudas de clones de café de alta produtividade, e nos últimos anos a Seagri distribuiu a estes produtores, mais de cinco milhões de mudas certificadas, produzidas por viveiristas credenciados. Também manteve e fortaleceu, o Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia – Concafé, que tem distribuído anualmente, mais de 300 mil reais em prêmios aos produtores campeões de qualidade do café de Rondônia.

O governador Marcos Rocha destaca que, “o Governo de Rondônia tem fortalecido os programas estaduais de fomento à produção agrícola. Ações são desenvolvidas para alavancar, também, a cafeicultura do Estado e os resultados já estão surgindo com o crescimento do setor.  O Estado tem potencial para avançar mais e contribuir para o progresso do Brasil”.

ESTRATÉGIA

O resultado da estratégia governamental para o desenvolvimento da cultura cafeeira, foi além do aumento da produção de café, mas é importante destacar dois fatores que alavancam o crescimento da produção e influenciam diretamente na qualidade de vida do agricultor. A primeiras delas é a melhoria da produtividade, que tem permitido ao agricultor que adota a tecnologia orientada pelos extensionistas da Emater/RO, diminuir a área plantada e ao mesmo tempo aumentar o volume total da produção de café.

CLASSIFICAÇÃO POR TIPO

A segunda condição oferecida ao cafeicultor rondoniense, foi o incentivo à melhoria da qualidade do café, feito por intermédio dos concursos de qualidade, o Concafé, realizado anualmente, pela Seagri e Emater/RO.  Segundo o engenheiro agrônomo da Emater, Fausto Lima, essas iniciativas influenciaram o Concafé na melhoria da qualidade do produto ofertado pelos cafeicultores, com reflexos diretos nos preços pago pela saca de café, as campanhas de melhoria de qualidade estão ajudando a aposentar a velha prática de vender o produto apenas pela renda, e adotar a classificação por tipo, o que muda o status do café de Rondônia, em relação ao mercado nacional e internacional.

Sorteio trimestral do Programa Nota Legal Rondoniense acontece nesta quarta-feira, em Cacoal

0

O Programa Nota Legal Rondoniense terá uma loja física durante todo o evento do Programa Cidadania Empresarial, que acontece nesta semana em Cacoal. O atendimento ao público na lojinha vai acontecer na terça-feira (19) e quarta-feira (20), ocasião em que, a população cadastrada no programa tem a oportunidade de concorrer a brindes e esclarecer suas dúvidas na loja.

Na quarta-feira (20), o Programa Nota Legal Rondoniense realiza seu sorteio trimestral às 18h30. Serão distribuídos prêmios com valor total de R$ 50 mil, divididos em quantias de R$ 5 mil, R$ 10 mil, R$ 15 mil e R$ 20 mil.

Além dos sorteios trimestrais, os consumidores podem concorrer a prêmios, por meio de raspadinhas virtuais e fazer doações a entidades sociais. Para participar, é necessário baixar o aplicativo Nota Legal Rondoniense e realizar o cadastro. A cada R$ 50 em compras, o sistema gera um bilhete que possibilita aos cidadãos participarem dos sorteios trimestrais, além de oferecer a chance de ganhar prêmios instantâneos através das raspadinhas virtuais disponíveis no aplicativo.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, “o Programa Nota Legal é uma forma para incentivar os consumidores a solicitarem suas notas fiscais, promovendo assim, a cidadania fiscal. Ao solicitar o comprovante fiscal, o consumidor não apenas exerce um direito seu, mas também contribui para uma competição mais justa entre os comerciantes, gerando benefícios para todo o ambiente comercial do Estado”, evidenciou.

O objetivo do Programa Nota Legal Rondoniense é fomentar a conscientização acerca da importância da nota fiscal entre os cidadãos do Estado, incentivando-os a solicitarem esse documento em suas compras e, como contrapartida, oferece premiações tanto para os consumidores quanto às entidades sociais cadastradas no programa.

Prevenível por vacina, HPV é a infecção mais associada ao câncer

0
Brasília - Alunas do Centro de Ensino Fundamental 25, em Ceilândia, são vacinadas contra o papiloma vírus humano - HPV (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já está disponível gratuitamente no Brasil desde 2014. No entanto, levar a proteção contra esse vírus a crianças e adolescentes tem sido um esforço com resultados muito aquém do necessário.

Dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) mostram que em 2021 apenas 37% dos adolescentes do sexo masculino receberam essa vacina no país, enquanto o Programa Nacional de Imunizações (PNI) tem como meta imunizar 80% desse público alvo.

A importância da imunização contra esse vírus na adolescência se deve ao fato de que parte de seus sorotipos é considerada altamente cancerígena, e a proteção da vacina é maior se realizada antes do início da vida sexual, já que esse vírus é causador de infecções sexualmente transmissíveis (IST). A vacina também é considerada a forma mais eficaz de prevenção, já que o HPV pode ser transmitido em relações sexuais mesmo com o uso de preservativo.

A associação do HPV ao câncer supera a de outros agentes infecciosos conhecidos, como os vírus da Hepatite B e C, que podem causar câncer de fígado e leucemia; a bactéria Helicobacter pylori, associada a câncer de estômago, esôfago, fígado e pâncreas; e o vírus Epstein-Barr (EBV), cuja infecção pode evoluir para linfomas e carcinoma nasofaríngeo.

A prevenção contra o HPV se torna ainda mais importante pela sua grande circulação. Segundo o Instituto Nacional de Câncer, estudos indicam que 80% das mulheres sexualmente ativas serão infectadas por um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas, e essa porcentagem pode ser ainda maior em homens.

Estima-se que entre 25% e 50% da população feminina e 50% da população masculina mundial esteja infectada pelo HPV. A maioria dessas infecções, porém, é combatida espontaneamente pelo sistema imune, regredindo entre seis meses a dois anos após a exposição, principalmente entre as mulheres mais jovens.

Infecção mais cancerígena

A pesquisadora da Divisão de Detecção Precoce e Apoio à Organização de Rede (Didepre) do Instituto Nacional de Câncer (Inca), Flávia de Miranda Corrêa, conta que o HPV é o agente infeccioso que tem mais associações ao câncer descritas pela medicina.

Na mulher, esse vírus é o principal causador do câncer de colo de útero e também está relacionado a câncer na vulva e vagina. No homem, cerca de metade das neoplasias no pênis partem de uma infecção pelo HPV. Além disso, em ambos, o câncer de ânus e de garganta (orofaringe), também entram na lista.

“O HPV é um vírus sexualmente transmissível. Então, a transmissão se dá no contato da pele com a pele, mucosa com mucosa, pele com mucosa”, explica a pesquisadora, que por isso afirma que a vacinação é a principal forma de proteção contra o vírus.

“A camisinha protege só o pênis. Ela não vai cobrir a bolsa escrotal, não vai cobrir o ânus, não vai impedir o contato da pele com a pele. E também não é comum que se use camisinha desde o início da relação sexual, em massagens, por exemplo. É claro que ela deve ser utilizada porque diminui a possibilidade de contágio, não só pelo HPV, mas por outras infecções. Mas ela não é garantia de que não vai haver infecção pelo HPV”.

A vacina contra o HPV deve ser aplicada em meninos e meninas de 9 a 14 anos, em um esquema de duas doses. A segunda dose deve ser aplicada seis meses após a primeira. Essa vacina protege contra os vírus dos sorogrupos 6, 11, 16 e 18, sendo os dois últimos os principais causadores de câncer.

“A vacinação antes da exposição ao vírus é a melhor maneira de evitar a infecção. A vacina é altamente eficaz e contém os vírus mais prevalentes”, afirma ela, que reforça a necessidade da vacinação na idade recomendada pelo PNI:

“A vacina vai ser eficaz se a pessoa ainda não tiver tido contato com aqueles vírus presentes na vacina. Ela previne, ela não trata. Além disso, a resposta imunológica é melhor nos jovens, quanto mais cedo a vacinação for aplicada, eles desenvolvem uma resposta melhor”.

arte vacina HPV

Países que iniciaram a vacinação contra o HPV há mais tempo que o Brasil, como a Austrália, já têm evidências de que a imunização reduziu a incidência dos casos de verrugas, lesões precursoras e do próprio câncer. “Para a gente falta um pouco, até porque nossa cobertura não está excelente”, diz Flávia.

Oito em dez casos de câncer

O câncer cervical, associado ao HPV em mais de 80% dos casos, é uma das principais causas de mortes de mulheres, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde. Sete em cada 10 casos desse tipo de câncer são resultado de infecções persistentes pelos vírus HPV-16 e HPV-18, e 15% são causados pelos tipos HPV-31, 33, 45, 52 e 58.

Nas Américas, a cada ano, cerca de 83 mil mulheres são diagnosticadas com câncer cérvico uterino e mais de 35 mil mulheres morrem pela doença – mais da metade, antes dos 60 anos.

A pesquisadora do INCA explica que a evolução desses casos depende muito do quão rápido eles são diagnosticados. Quanto mais precoce for a detecção, maior a chance de cura e menor o sofrimento do paciente. Além de salvar a vida, a rapidez no diagnóstico também reduz a possibilidade de sequelas, como cirurgias mutiladoras nos órgãos afetados.

“No câncer do colo de útero e de ânus, que têm lesões precursoras, lesões malignas, a gente pode tratar essas lesões precocemente e o câncer nem se desenvolver. Para o câncer de colo do útero tem o rastreamento, que permite detectar essas lesões ou o câncer em estágio inicial”, explica.

“Se for identificado em estágio avançado, vão ser necessárias cirurgias mutiladoras, pode ocorrer uma sobrevida com pouca qualidade de vida, e um maior risco de mortalidade. Por isso, a gente tem que pensar que a vacinação tem esse benefício enorme, não só para as mulheres”.

Tratamento

Uma pessoa infectada pelo vírus HPV deve tratar os sintomas para evitar que eles possam evoluir para um quadro de câncer. A presença do vírus pode demorar anos para se manifestar e costuma ser detectada pela presença de verrugas ou lesões na pele das mucosas.

Não há tratamento específico para eliminar o vírus, e o manejo da doença se concentra em combater as verrugas, dependendo da extensão, quantidade e localização das lesões. Podem ser usados laser, eletrocauterização, ácido tricloroacético (ATA) e medicamentos que melhoram o sistema de defesa do organismo. Em geral, o tratamento é feito com ginecologistas, urologistas ou proctologistas, mas outros especialistas também podem ser necessários.

Vídeo: Tempo excessivo e pouca distância de telas contribuem para miopia

0

O uso excessivo de telas e a pouca distância dos olhos estão entre os fatores que contribuem para o avanço da miopia infantil. Especialistas alertam que o problema tem surgido cada vez mais cedo e pode aumentar o risco de doenças oculares graves no futuro.

Além do tempo em celulares, tablets e outras telas, a baixa exposição a ambientes externos e à luz natural também pesa no desenvolvimento do quadro. No vídeo abaixo, o oftalmologista Ian Curi detalha os principais sinais, riscos e orientações para famílias.

🔊 Ative o som e assista: o especialista explica por que a miopia infantil cresce com o uso excessivo de telas e o que fazer para reduzir os riscos.

Miopia cresce no mundo e preocupa especialistas

Em 2020, cerca de 30% da população mundial tinha diagnóstico de miopia, enquanto 4% eram classificados como altos míopes, com mais de 5 graus. As projeções indicam que, em 2050, esse percentual pode chegar a 50% da população global, com 10% de altos míopes.

A preocupação vai além da dificuldade de enxergar de longe. A miopia infantil e a progressão do grau estão associadas a doenças como glaucoma, descolamento de retina e outras alterações que podem comprometer a visão ao longo da vida.

O que mais pesa no avanço da miopia infantil

Tempo de tela

Uso prolongado de celulares, tablets e outros dispositivos aumenta o esforço visual de perto.

Distância curta

Quanto mais próxima a tela dos olhos, maior a influência no desenvolvimento e na progressão do grau.

Pouca luz natural

Menor exposição a ambientes externos iluminados reduz um importante fator de proteção para as crianças.

Diagnóstico precoce aumenta risco de graus altos

Segundo o oftalmologista Ian Curi, a miopia costuma aparecer no início da adolescência, por volta dos 11 ou 12 anos, em graus baixos. O alerta maior está nos casos em que a alteração surge aos 4, 5 ou 6 anos, porque quanto mais cedo a criança desenvolve o problema, mais tempo terá para o grau avançar.

Isso eleva a chance de atingir alta miopia na vida adulta, condição relacionada a complicações oculares importantes. O especialista também destaca que a cirurgia refrativa pode corrigir o grau, mas não elimina os riscos estruturais ligados ao crescimento do globo ocular.

Distância da tela e ambiente iluminado fazem diferença

O médico explica que o problema não está apenas no tipo de tela, mas principalmente na distância. Telas maiores tendem a ficar mais afastadas dos olhos, enquanto o celular permanece muito próximo, o que favorece a progressão da miopia infantil.

Outra recomendação importante é priorizar leitura e atividades em ambientes claros. A exposição à claridade natural do dia funciona como elemento protetor, enquanto locais fechados e pouco iluminados contribuem para piorar o cenário.

Quando fazer avaliação oftalmológica

Para crianças saudáveis e sem queixas, a orientação é realizar um primeiro exame entre os 6 meses e 1 ano de vida. Depois, há uma nova avaliação fortemente recomendada entre 3 e 5 anos, preferencialmente aos 3 anos.

Entre os sinais de alerta estão dificuldade para enxergar de longe, necessidade de aproximar objetos do rosto, olhos espremidos com frequência, coceira excessiva, olhos vermelhos e desvio ocular. Nessas situações, a recomendação é procurar atendimento com um oftalmologista.

Tempo de tela deve ser controlado na infância

As orientações citadas pelo especialista seguem recomendações pediátricas: até os 2 anos, o ideal é evitar telas, salvo interações pontuais como chamadas de vídeo com familiares. Entre 2 e 5 anos, o tempo deve ficar em torno de uma hora por dia. Dos 6 aos 10 anos, a média recomendada é de uma a duas horas, sempre com supervisão dos pais.

Ian Curi também destaca que existem tratamentos modernos para reduzir a progressão do grau em crianças já diagnosticadas, como colírios específicos, lentes especiais e outras estratégias capazes de diminuir a velocidade de avanço da miopia.

Criança em consulta oftalmológica em imagem usada na matéria sobre miopia infantil
Imagem ilustrativa sobre avaliação oftalmológica infantil em matéria da Agência Brasil.

Resumo rápido

  • Miopia infantil tem avançado com o uso excessivo de telas.
  • Celular muito perto dos olhos aumenta o risco de progressão.
  • Ambientes externos e luz natural ajudam a proteger a visão.
  • Diagnóstico precoce pode levar a graus mais altos na vida adulta.

Fonte da notícia: Agência Brasil

Polícia Federal vai investigar irregularidades em acordos da Lava Jato

0
Brasília, (DF) – 18/09/2023 – Entrevista coletiva sobre Operação Shamar. E/D. Secretário nacional de Segurança Pública, Tadeu Alencar, ministro da Juatiça, Flávio Dino, e o diretor de Operações Integradas e de Inteligência, Romano Costa, Foto Valter Campanato/Agência Brasil.

A pedido do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, vai encaminhar à Polícia Federal uma determinação para investigar a origem e o destino do dinheiro oriundo dos acordos de delação e leniência firmados na Operação Lava Jato.

“É um imperativo legal, se eu recebo um documento oriundo do CNJ com a narrativa de crimes, eu sou obrigado a mandar para a polícia judiciária para que ela proceda à investigação”, explicou. Ele disse que recebeu nesta segunda-feira (18) um ofício do Corregedor Nacional de Justiça, ministro Luís Felipe Salomão, sobre os indícios de irregularidades.

O Corregedor também sugere a criação de um grupo de trabalhob (GT) com instituições do poder executivo para analisar a situação dos depósitos judiciais. Segundo Dino, será feita uma consulta aos órgãos do poder executivo para verificar a possibilidade de realização do GT.

Na semana passada, o relatório parcial de inspeção realizada pelo CNJ na 13ª Vara Federal em Curitiba apontou que os acordos eram homologados pela vara sem todos os documentos necessários, como a apresentação das circunstâncias da celebração e as discussões ocorridas entre as partes.

Comissão da Câmara pode votar hoje PL que proíbe união homoafetiva

0

A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados marcou para esta terça-feira (19) a votação de projeto de lei (PL) que proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A articulação dos parlamentares para aprovar o PL gerou reação da comunidade LGBTI+ no Brasil, que considera a medida inconstitucional e um ataque à cidadania.  

Em 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) equiparou as relações entre pessoas do mesmo sexo às uniões estáveis entre homens e mulheres, reconhecendo, assim, a união homoafetiva como núcleo familiar. Em 2013, o Conselho Nacional da Justiça (CNJ) determinou que todos os cartórios do país realizassem casamentos homoafetivos.  

Já o texto prestes a ser analisado na Comissão da Câmara pretende incluir no Artigo 1.521 do Código Civil o seguinte trecho: “Nos termos constitucionais, nenhuma relação entre pessoas do mesmo sexo pode equiparar-se ao casamento ou a entidade familiar.”  Atualmente, o Artigo 1.521 enumera os casos em que o casamento não é permitido, como nos casos de união de pais com filhos ou de pessoas já casadas. 

Na justificativa, o relator do texto, deputado federal Pastor Eurico (PL-PE), afirmou que o casamento “representa uma realidade objetiva e atemporal, que tem como ponto de partida e finalidade a procriação, o que exclui a união entre pessoas do mesmo sexo”.  

Ao defender a aprovação do projeto, o relator citou o parágrafo 3º do Artigo 226 da Constituição que diz que, “para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”. Com isso, o relator Pastor Eurico afirma que “resta claro que a própria Constituição mitiga a possibilidade de casamento ou união entre pessoas do mesmo sexo”.  

O parlamentar pernambucano ainda criticou a decisão do STF que reconheceu a união homoafetiva. “Mais uma vez, a Corte Constitucional brasileira usurpou a competência do Congresso Nacional, exercendo atividade legiferante incompatível com suas funções típicas”, argumentou. 

Ataque à cidadania

Rio de Janeiro/RJ 21/05/2023 10 anos de casamentos homoafetivos no país. Toni Reis, David Harrad e filhos. Foto divulgação.

A tentativa de aprovar um projeto para proibir o casamento homoafetivo foi duramente criticada por organizações de direitos humanos e da comunidade LGBTI+.  

O presidente da Aliança Nacional LGBTI+, Toni Reis, um dos autores da ação que originou a decisão do STF a favor do casamento homoafetivo, acredita que o projeto não deve prosperar no Congresso Nacional. A iniciativa “gera discurso de ódio porque eles não querem que nós existamos como cidadãos e cidadãs”, afirma Reis.  

Sobre o argumento usado pelo relator, Toni Reis lembrou que o Supremo considerou que os artigos 3º e 5º da Constituição se sobressaem ao Artigo 226.  

“Esse Artigo 226 está contradizendo o Artigo 5º, que diz que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Então, o Supremo se ateve ao Artigo 5ª que é uma cláusula pétrea”, afirmou. As cláusulas pétreas são os artigos da Constituição que não podem ser alterados nem mesmo por proposta de emenda à Constituição (PEC).  

Toni Reis acrescentou que o projeto é um ataque à cidadania no Brasil. O também presidente da Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas (Abrafh) lembrou ainda que será lançada nesta terça-feira a Frente Parlamentar Mista por cidadania e direitos LGBTI+ no Congresso Nacional com o apoio de 262 deputados ou senadores. “O reconhecimento do casamento homoafetivo é um caminho sem volta”, concluiu. 

O Grupo Estruturação – LGBT+ de Brasília convocou um ato de repúdio contra o projeto de lei para hoje, às 11h, em frente ao anexo II da Câmara dos Deputados. O presidente do grupo, Michel Platini, ressalta a importância da manutenção do direito. “Com o reconhecimento das uniões homoafetivas, a população LGBT+ passou a ter acesso aos direitos civis, que agora estão sob ameaça. É fundamental que a sociedade brasileira compreenda a relevância dessas conquistas e se una para proteger os direitos e a dignidade de todos os seus cidadãos, independentemente da orientação sexual.”

Vídeo: Em um ano, produção de café aumenta 24,1% em Rondônia, revela IBGE

0

O café em Rondônia registrou crescimento de 24,1% entre 2021 e 2022, segundo dados da pesquisa sobre Produção Agrícola Municipal (PAM), divulgada pelo IBGE. A produção subiu de 162 mil toneladas para 201 mil toneladas, reforçando o peso do estado no agronegócio brasileiro.

Além do avanço anual, o desempenho chama atenção pelo ganho acumulado na última década. Na comparação com 2012, o crescimento chegou a 135,9%, enquanto a produtividade quintuplicou, mesmo com redução da área cultivada. O resultado consolidou Rondônia como o 5º maior produtor de café do país e o maior da região Norte.

▶ Ative o som e assista: o vídeo resume os números do café em Rondônia, o salto de produtividade e o destaque dos municípios do estado no ranking nacional.

Produção avança com ganho de eficiência

Os dados do IBGE mostram que o aumento da produção não veio da expansão da área plantada, mas do avanço da produtividade. Entre 2012 e 2022, a área destinada ao cultivo do café em Rondônia caiu 53,9%, enquanto o rendimento saltou de 687 quilos por hectare para 3.509 quilos por hectare.

Na prática, isso significa que o estado passou a colher mais em menos espaço, um indicador importante para medir eficiência no campo. Esse desempenho ajuda a explicar por que o café em Rondônia ganhou ainda mais relevância no cenário nacional nos últimos anos.

Produção 2021
162 mil t
Base de comparação para o avanço registrado no ano seguinte.
Produção 2022
201 mil t
Resultado que representa crescimento de 24,1% em um ano.
Produtividade
3.509 kg/ha
O índice quintuplicou em dez anos, apesar da redução da área plantada.

Rondônia ganha força no ranking do café

Com esse desempenho, Rondônia passou a responder por 6,4% da produção nacional de café e se firmou como o principal estado produtor da região Norte. O levantamento também aponta a presença de sete municípios rondonienses entre os 100 maiores produtores do Brasil.

  • São Miguel do Guaporé — 44 mil toneladas, 2º lugar no ranking nacional
  • Alta Floresta d’Oeste — 23 mil toneladas, 20º lugar
  • Alto Alegre dos Parecis — quase 23 mil toneladas, 23º lugar
  • Nova Brasilândia d’Oeste — 18 mil toneladas, 36ª posição
  • Buritis — 16 mil toneladas, 43º lugar
  • Ministro Andreazza — 15 mil toneladas, 45º lugar
  • Cacoal — 13 mil toneladas, 63º lugar

Entre esses municípios, apenas Buritis, no Vale do Jamari, não integra a área classificada como Matas de Rondônia, que possui Indicação Geográfica com Denominação de Origem (DO).

Fonte da notícia: dados da Produção Agrícola Municipal (PAM), do IBGE, com repercussão em material institucional sobre o desempenho da cafeicultura de Rondônia.

Câmara aprova projeto de compensação aos estados por perdas com ICMS de combustíveis

0

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei complementar que viabiliza a compensação de R$ 27 bilhões da União para estados e Distrito Federal em razão da redução do ICMS incidente sobre combustíveis, vigente de junho a dezembro de 2022. A proposta será enviada ao Senado.

Aprovado na forma de um substitutivo do relator, deputado Zeca Dirceu (PT-PR), para o Projeto de Lei Complementar (PLP) 136/23, o texto prevê ainda transferências ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e ao Fundo de Participação dos Estados (FPE) para recuperar perdas de 2023 em relação a 2022.

O projeto, enviado pelo Poder Executivo, é resultado de um acordo entre a União e os estados após vários deles obterem liminares no Supremo Tribunal Federal (STF) determinando o pagamento de compensações maiores que as previstas na Lei Complementar 194/22.

Essa lei considerou os combustíveis, o gás natural, a energia elétrica, as comunicações e o transporte coletivo como bens e serviços essenciais, proibindo a aplicação de alíquotas superiores à alíquota padrão do ICMS (17% ou 18%). Esse acordo se refere somente às perdas do ICMS na venda de combustíveis.

Para o relator, os repasses procuram resolver um impasse quanto às perdas de estados e municípios. “Fizeram festa com chapéu alheio”, disse Zeca Dirceu, ressaltando que a manutenção dos patamares do FPM e do FPE de 2022 ajudará os entes federados a fechar suas contas.

Liminares
Por força das liminares concedidas no ano passado, R$ 9,05 bilhões desse total a ressarcir já foram abatidos de dívidas dos estados com a União em 2022. Segundo o projeto, esses valores serão baixados, na contabilidade federal, dos direitos a receber independentemente do trânsito em julgado da respectiva ação que obteve a liminar, sem prévia dotação orçamentária e sem implicar o registro concomitante de uma despesa naquele exercício.

Por parte dos estados, esse dinheiro obtido com as liminares entrará nas estatísticas oficiais de 2022 e será contado como receita para todos os fins no respectivo exercício.

Como as liminares continuaram valendo em 2023, até antes do acordo, outros valores também já foram repassados, conforme demonstra levantamento do Executivo, totalizando R$ 15,25 bilhões (somados os valores de 2022) ao fim de maio.

O montante restante será repassado em parcelas mensais até o fim de 2023 e também em 2025.

Antecipação
Depois de negociações com associações de municípios, o governo concordou em antecipar os repasses previstos no acordo para 2024. Segundo cálculos do governo, serão cerca de R$ 10 bilhões envolvidos nesse encontro de contas antecipado.

Do total antecipado do próximo ano serão descontados os valores já pagos por meio de liminar e as parcelas de dívida a vencer. Desse total, 25% ficarão com os municípios por força constitucional.

Abatimento ou transferência
Do que foi projetado para ser pago nesse período, R$ 15,64 bilhões serão abatidos dos valores de prestações de dívidas a vencer junto à União; e outros R$ 2,57 bilhões serão repassados por meio de transferência direta porque o ente federado não tem dívida, ela não vence no período ou não foi suficiente para abater com o ressarcimento.

Comprovação mensal
O texto considera as transferências diretas dos valores referentes a 2023 como urgentes e imprevisíveis, justificando a abertura de crédito extraordinário neste ano para quitação.

Como a Constituição federal determina aos estados o repasse de 25% da arrecadação do ICMS aos municípios de seu território, esse percentual incidirá também nos ressarcimentos.

Sendo assim, os estados deverão comprovar mensalmente à Secretaria do Tesouro Nacional essa transferência, sob pena de suspensão dos abatimentos da dívida ou das transferências diretas. Se a comprovação ocorrer após o prazo, somente no outro mês serão feitos os repasses acumulados.

Quando os valores das liminares a serem repassados pelos estados aos municípios superarem os 25% aplicados sobre o valor total fixado no acordo, a diferença será abatida em 12 meses da cota municipal do ICMS nesse período. Deverá ser publicado um extrato indicando os valores repassados em razão da liminar e os valores devidos em razão do acordo.

FPM e FPE
Resultado também das negociações, haverá um repasse parcial para os fundos de participação de estados e de municípios.

No caso dos estados, a União depositará no FPE a diferença entre os repasses de julho e agosto de 2022 e os repasses de julho e agosto de 2023, a fim de recompor o mesmo patamar desse período no ano passado, quando os montantes foram maiores.

Quanto ao FPM, a sistemática será a mesma, envolvendo os meses de julho, agosto e setembro dos dois anos, mas o valor de 2022 será corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para fins de comparação.

Adicionalmente, quando saírem os dados de repasse total no ano fechado de 2023 (incluída a transferência referente a julho/setembro), eles serão comparados com o repasse total de 2022 corrigido pelo IPCA daquele ano. Se ainda assim 2023 tiver repasse menor que 2022, a União transferirá a diferença aos municípios.

Saúde em 2023
Outra mudança introduzida por Zeca Dirceu trata do excesso de recursos que podem ser direcionados à saúde pública para fins de cumprimento do mínimo constitucional a cargo da União.

A Constituição Federal determina que o governo federal aplique, no mínimo, 15% da receita corrente líquida (RCL) do exercício. Já o texto aprovado pela Câmara limita a RCL para fins desse cálculo, em 2023, àquela estimada na Lei Orçamentária (Lei 14.535/23).

Caso houver aumento de dotações orçamentárias de ações e serviços públicos de saúde com a ampliação da RCL, esse excesso será transferido do Fundo Nacional de Saúde aos fundos de saúde dos entes subnacionais.

Todos os créditos extraordinários para os repasses previstos (FPM, FPE, saúde e acordo) ficarão de fora do limite do Executivo em 2023 para fins de aplicação das novas regras fiscais.

Fundeb e saúde
Também em função de mandamento constitucional, os estados deverão aplicar os valores estipulados em lei para destinar parte do ICMS ressarcido ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), à educação e a ações de saúde pública.

Isso terá de ocorrer mesmo sem a entrada de dinheiro em caixa nas situações em que o ressarcimento se der por meio da compensação de valores devidos à União, pois o ICMS ressarcido é considerado receita de impostos.

Quanto aos valores recebidos desde o ano passado e até a entrada em vigor da futura lei complementar, os estados e o Distrito Federal terão 30 dias, contados da publicação da lei, para realizar o repasse aos municípios e para destinar a parcela devida à educação, à saúde e ao Fundeb.

Se eles não o fizerem nesse prazo, a União assumirá os repasses, proporcionalmente ao valor já compensado até a data de publicação da futura lei complementar, aumentando valor equivalente aos saldos devedores das dívidas dos estados perante o Tesouro Nacional.

Assim, o governo federal aumenta a dívida do estado que não cumpriu o repasse porque fez livre uso do dinheiro recebido com a liminar.

Valores a maior
Como a compensação acertada no acordo foi proporcional à arrecadação do ICMS calculada sem a redução provocada ano passado, houve casos de estados cujas liminares favoráveis a eles implicaram repasses maiores que os totais definidos pelos cálculos que embasaram o acordo no Supremo.

Tabela que acompanha o projeto indica Alagoas, Maranhão, Piauí, São Paulo e Pernambuco como os estados com valores recebidos a maior. Somente São Paulo arca com R$ 5 bilhões dos R$ 6,4 bilhões na soma desses cinco estados.

Nesses casos, o projeto prevê três hipóteses:

  • incorporar a diferença a favor da União nos saldos devedores das dívidas junto ao Tesouro;
  • celebrar com a União contratos específicos com as mesmas condições financeiras previstas na Lei Complementar 178/21 para refinanciar a diferença se o estado não tiver dívidas; ou
  • alternativamente a essas opções, firmar com o governo federal convênio ou contrato de repasse para custeio de obra cujo objeto seja de interesse da União.

Se a opção for pelo convênio, todo o dinheiro da diferença deve ser aplicado na obra, cujo convênio poderá prever recursos adicionais se necessário à execução do objeto.

Regras do ICMS
Faz parte do acordo também a revogação de trechos da lei complementar que impõem travas às alíquotas do ICMS sobre combustíveis. Na Lei Complementar 192/22, que regulamentou a incidência monofásica nos combustíveis, o projeto retira a carência de 12 meses entre a primeira fixação das alíquotas monofásicas e o primeiro reajuste delas, assim como intervalos de seis meses entre um reajuste e outro. E os estados não precisarão mais manter o peso proporcional do tributo na formação do preço final ao consumidor.

Por fim, acaba a proibição de se fixar alíquotas reduzidas sobre combustíveis, energia elétrica e gás natural em patamares maiores que aqueles vigentes em junho de 2022, mês de publicação da Lei Complementar 194/22.

Conceito da dívida
As compensações tratadas no projeto serão realizadas considerando-se as prestações calculadas com encargos contratuais de normalidade. Se forem dívidas honradas devido a garantia concedida pela União em outros contratos, serão considerados os valores pagos aos credores originais acrescidos da remuneração dos contratos de contragarantia.

 

Excesso de peso em caminhões será controlado antes da saída das unidades

Acordo obriga controle de peso antes da saída de caminhões em Rondônia

0
Pesagem na origem e notas fiscais passam a integrar as obrigações assumidas.
Técnico confere componentes básicos do carro antes de uma viagem em Rondônia

Vai pegar a estrada? Veja o que revisar no carro antes da viagem

0
Pneus, freios, luzes e documentos devem ser conferidos antes da saída.
Estoque de sangue crítico mobiliza doadores na Hemorrede de Rondônia

Hemorrede convoca doadores após estoque crítico de O+ e O-

0
Hemorrede prioriza O+ e O-; candidatos devem conferir horários e passar por triagem.
Pare e Siga na BR-364 exige atenção de motoristas em trechos de Rondônia

Motoristas devem se preparar para bloqueios parciais na BR-364

0
Frentes de serviço podem reduzir o tráfego entre 7h e 18h em pontos da rodovia.
Rondônia Cidadã oferece serviços gratuitos no Distrito de Rio Branco

Rondônia Cidadã leva saúde e documentos ao Distrito de Rio Branco

0
Escola Ruth Rocha recebe serviços no sábado e domingo; exigências variam por atendimento.