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quinta-feira, outubro 29, 2026
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Almir Suruí defende autonomia indígena e produção sustentável

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Almir Suruí participa do RuralCast sobre produção sustentável indígena em Rondônia, autonomia Paiter Suruí e futuro da Amazônia
Almir Suruí fala no RuralCast sobre autonomia indígena, produção sustentável, agroflorestas e futuro da Amazônia.

Produção sustentável indígena em Rondônia, autonomia territorial e futuro da Amazônia são os temas centrais do episódio do RuralCast com Almir Narayamoga Suruí, cacique geral da Terra Indígena Sete de Setembro.

A entrevista foi conduzida por Adalto Costa durante o Dia de Campo Paiter Suruí, na Aldeia Lapetanha, em Cacoal. Na conversa, Almir fala sobre café, cacau, agroflorestas, cooperativas, bioeconomia, tecnologia, mercado e políticas públicas.

O episódio mostra que a produção sustentável indígena em Rondônia envolve mais do que atividade econômica. Para os Paiter Suruí, ela também está ligada à autonomia, à preservação da floresta, à geração de renda e à decisão coletiva sobre o futuro do território.

▶️ Ative o som e acompanhe o episódio completo

Almir Suruí conversa com Adalto Costa sobre autonomia indígena, produção sustentável, agroflorestas, cooperativas e futuro da Amazônia.

Produção sustentável indígena em Rondônia ganha destaque no RuralCast

No início do episódio, Almir Suruí destaca que o Dia de Campo Paiter Suruí representa um momento histórico para a Terra Indígena Sete de Setembro. Para ele, a presença de instituições, produtores e lideranças ajuda a mostrar que os povos indígenas também produzem com planejamento e responsabilidade.

A fala coloca a produção sustentável indígena em Rondônia como uma experiência que pode dialogar com outros territórios da Amazônia. O cacique defende que produzir não significa abandonar a floresta, mas construir uma relação equilibrada entre renda, cultura, tecnologia e cuidado ambiental.

Segundo Almir, o desenvolvimento precisa respeitar o território, a autonomia do povo Paiter Suruí e a qualidade de vida das famílias que vivem nas aldeias.

▶️ Veja o trecho sobre produção com responsabilidade

Almir fala sobre o Dia de Campo e sobre o modo planejado de produzir dentro do território indígena.

Pontos do episódio
A entrevista apresenta uma visão de desenvolvimento que une autonomia indígena, tecnologia, mercado, agroflorestas e preservação da Amazônia.
Autonomia
decisão coletiva e gestão do território aparecem como prioridades
Produção
café, cacau e produtos da floresta são tratados com qualidade e valor agregado
Futuro
o modelo busca conciliar renda, floresta, tecnologia e protagonismo indígena

Autonomia indígena depende de parcerias e políticas públicas

Durante a conversa, Almir afirma que a ausência de políticas públicas dentro da terra indígena dificulta a produção e o sustento das famílias no próprio território. Ele defende que a autonomia Paiter Suruí passa pelo reconhecimento da produção sustentável e pela construção de parcerias.

O cacique cita a importância da assistência técnica, do diálogo com instituições e do acesso a políticas que ajudem o povo indígena a conduzir suas próprias estratégias. Para ele, a governança territorial precisa caminhar junto com planejamento, capacitação e apoio técnico.

Nesse contexto, a produção sustentável indígena em Rondônia aparece como parte de uma agenda de autonomia. A ideia é criar condições para que o território gere renda sem depender de decisões externas e sem abrir mão da cultura Paiter Suruí.

▶️ Assista ao trecho sobre autonomia e parcerias

Almir comenta assistência técnica, instituições financeiras, políticas públicas e fortalecimento da autonomia indígena.

Café, cacau e agroflorestas entram no planejamento Paiter Suruí

Almir relembra que a Terra Indígena Sete de Setembro passou por diagnósticos, zoneamento e planejamento para identificar potenciais e desafios. A partir desse processo, os Paiter Suruí passaram a discutir café, cacau, banana, castanha, açaí e sistemas agroflorestais.

A proposta não é produzir de qualquer forma. O objetivo é organizar um calendário produtivo, qualificar os produtos da floresta e transformar a gestão territorial em estratégia econômica, ambiental e comunitária.

Para o cacique, qualidade é um diferencial. O desafio, segundo ele, é fazer o mercado reconhecer produtos indígenas com origem, valor agregado e responsabilidade ambiental.

▶️ Veja o trecho sobre território, café e cacau

A liderança fala sobre diagnóstico territorial, etnozoneamento, café, cacau, castanha e agroflorestas.

Leitura analítica

Planejamento conecta território, renda e floresta

Território: o planejamento ajuda a identificar potenciais produtivos e desafios ambientais da Terra Indígena Sete de Setembro.

Valor: café, cacau, castanha e produtos da floresta ganham força quando chegam ao mercado com qualidade.

Autonomia: o futuro depende de organização, tecnologia, mercado e decisão coletiva.

Cooperativas fortalecem organização coletiva no território

Outro ponto importante da entrevista é o papel das cooperativas. Almir afirma que a organização coletiva tem apoio da governança Paiter Suruí e precisa ser compreendida como instrumento de desenvolvimento, fortalecimento e comercialização.

Para ele, a força dos povos indígenas está na coletividade. Mesmo quando há empreendedores familiares, o produto carrega o nome do povo Paiter Suruí e exige cuidado com qualidade, reputação e negociação.

A fala também mostra preocupação com capacitação em gestão, organização financeira e formação de novas gerações. Para o cacique, a produção só avança de forma segura quando a comunidade entende seu papel dentro do processo.

▶️ Assista ao trecho sobre cooperativas e coletividade

Almir explica por que cooperativas são importantes para organização produtiva, comercialização e fortalecimento dos Paiter Suruí.

Futuro da Amazônia passa por autonomia e decisão coletiva

Ao falar sobre os próximos anos, Almir Suruí afirma que o povo Paiter Suruí já é referência em um modelo de desenvolvimento para a Amazônia. Ele defende que o território avance com agroflorestas, café, cacau, banana, açaí, castanha, tecnologia e novos projetos produtivos.

O cacique também destaca o sonho de ver seu povo com autonomia política e financeira a partir do próprio trabalho. Para ele, a decisão sobre o território deve ser dos Paiter Suruí, construída com diálogo, consulta e participação das comunidades.

Na mensagem final, Almir afirma que práticas hoje chamadas de produção regenerativa já faziam parte do modo indígena de cuidar da terra. A diferença, agora, é transformar esse conhecimento em renda, emprego, qualidade de vida e valorização no mercado.

O RuralCast com Almir Suruí mostra que a produção sustentável indígena em Rondônia é uma pauta econômica, ambiental e cultural. Em Cacoal, a experiência Paiter Suruí aponta caminhos para uma Amazônia com floresta em pé, autonomia territorial e protagonismo indígena.

Rondônia mapeia pausas no tratamento da hepatite B na região Madeira-Mamoré

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Tratamento da hepatite B é orientado em unidade pública de saúde em Rondônia
Pacientes que pausaram o acompanhamento devem procurar a unidade de referência para retomar exames e medicação.

O tratamento da hepatite B está sendo monitorado em Rondônia para identificar pacientes da região Madeira-Mamoré que interromperam ou pausaram o acompanhamento entre 2023 e 2026. A ação da Agevisa-RO integra o Julho Amarelo e busca reforçar o vínculo dessas pessoas com a rede pública de saúde.

A medida tem foco em acolhimento, busca ativa e retorno seguro ao SUS. Quem perdeu consulta, parou exames ou ficou sem retirar medicação deve procurar orientação sem culpa, sem medo e sem esperar piora dos sintomas.

Vínculo de cuidado

Busca ativa reforça exames, medicamentos gratuitos e retorno seguro ao acompanhamento pelo SUS na região Madeira-Mamoré.

Tratamento da hepatite B é monitorado na região de saúde Madeira-Mamoré

Segundo o material atribuído à Agevisa-RO, a vigilância está mapeando o perfil de pacientes que abandonaram ou pausaram a medicação entre 2023 e 2026. O objetivo é entender falhas no acompanhamento, sensibilizar a rede e apoiar a busca ativa.

O recorte regional inclui Porto Velho, Candeias do Jamari, Itapuã do Oeste, Nova Mamoré e Guajará-Mirim. A região de saúde Madeira-Mamoré concentra cerca de 666.953 habitantes, conforme o texto-base divulgado.

Madeira-Mamoré no foco
Municípios
Porto Velho, Candeias do Jamari, Itapuã do Oeste, Nova Mamoré e Guajará-Mirim.
Período analisado
Interrupções ou pausas registradas entre 2023 e 2026.
Objetivo
Resgatar pacientes para consultas, exames periódicos e continuidade do cuidado.

Por que não pausar o cuidado com hepatite B

O Ministério da Saúde informa que a hepatite B pode ser controlada com acompanhamento e medicamentos específicos. O tratamento da hepatite B busca reduzir o risco de progressão da doença e de complicações como cirrose e câncer hepático.

Faixa educativa sobre hepatites virais com orientações de prevenção e tratamento da hepatite B
Imagem educativa resume cuidados, formas de transmissão e prevenção das hepatites virais.

Isso não significa que todos os casos evoluam para quadros graves. O ponto central é manter consultas, exames e retirada de medicamentos quando indicados pela equipe de saúde.

Continuidade

Perdeu consulta, ficou sem buscar medicamento, mudou de cidade ou parou exames de rotina? Procure orientação na unidade de referência.

Julho Amarelo reforça vacinação e busca ativa

A campanha Julho Amarelo 2026 inclui ações estratégicas com oferta de vacinas e insumos, capacitação para Agentes Comunitários de Saúde, palestras com vacinação para Pessoas Privadas de Liberdade e webinário aberto ao público sobre o protagonismo da Atenção Primária na eliminação das hepatites.

Na avaliação da coordenação estadual das hepatites virais, a sensibilização e a busca ativa são necessárias para reduzir interrupções no tratamento da hepatite B. A abordagem deve acolher o paciente e reconstruir o vínculo com a unidade, sem apontar culpa pela pausa.

Sinais de que é hora de procurar a rede

Consulta perdida: quem faltou ou deixou de acompanhar deve retomar contato com a unidade.

Medicamento parado: quem ficou sem retirar remédio precisa buscar orientação antes de seguir por conta própria.

Mesmo sem sintomas: pessoas com diagnóstico devem manter acompanhamento profissional.

Como retomar o tratamento da hepatite B na rede pública

Pessoas com diagnóstico de hepatite B, maiores de 18 anos, que interromperam o tratamento da hepatite B ou perderam consultas nos últimos anos devem procurar o SAE mais próximo, o CEPEM ou a unidade de referência onde iniciaram o acompanhamento.

A orientação também vale para quem precisa retomar o cuidado em áreas com maior mobilidade populacional na Madeira-Mamoré, especialmente em municípios como Guajará-Mirim e Nova Mamoré. A região tem dinâmica de fronteira, deslocamentos frequentes e desafios de acesso que exigem busca ativa e acolhimento.

Onde retomar o acompanhamento

1. SAE mais próximo do município ou da região de referência.

2. CEPEM, quando for a referência indicada ao paciente.

3. Unidade onde o acompanhamento foi iniciado.

Prevenção depende de testagem, vacina e informação

As hepatites virais podem ser silenciosas. Por isso, testagem, vacinação contra hepatite B e acompanhamento são medidas importantes para proteção individual e coletiva.

Não há calendário local novo informado no material-base. Portanto, o leitor deve procurar a unidade de saúde para receber orientação sobre vacina, testagem, exames e tratamento da hepatite B.

Cuidado sem culpa
Retorno
Voltar à unidade é o caminho mais seguro para reorganizar o acompanhamento.
Exames
A equipe de saúde deve orientar quais exames precisam ser atualizados.
Medicamentos
O uso deve seguir orientação profissional, sem pausa ou retomada por conta própria.

Tratamento da hepatite B precisa de acompanhamento contínuo

Em resumo, o tratamento da hepatite B precisa de continuidade para controle do vírus, prevenção de complicações e proteção do fígado. A ação da Agevisa-RO tenta localizar quem pausou o cuidado para que essas pessoas voltem à rede sem constrangimento.

Outras notícias sobre saúde, prevenção e serviços públicos podem ser acompanhadas na editoria de Saúde na TVdoPOVO.

A orientação principal é procurar a unidade de referência, atualizar exames e reconstruir o vínculo com o SUS sempre que houver interrupção no acompanhamento.

PrevCast explica como vacinas ajudam na prevenção do câncer

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Vacinas e câncer no PrevCast com debate sobre HPV, hepatite B e prevenção
PrevCast debate a importância das vacinas, o combate à desinformação e a prevenção de cânceres ligados ao HPV e à hepatite B.

Vacinas e câncer no PrevCast são o foco deste episódio, que explica como a imunização ajuda a proteger crianças, adultos, idosos e pessoas mais vulneráveis. A conversa também mostra por que vacinar é uma atitude individual e coletiva, capaz de reduzir doenças graves, complicações e mortes evitáveis.

Neste programa, o host e médico ginecologista do Hospital de Amor, Dr. Júlio Possati, recebe a médica pediatra Dra. Ana Goretti Kalume Maranhão, do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, e o médico infectologista do Hospital de Amor de Barretos, Dr. Paulo de Tarso Oliveira e Castro. O debate aborda vacinação, segurança dos imunizantes, HPV, hepatite B, câncer, fake news e prevenção em saúde pública.

▶️ Ative o som e assista ao episódio

Entenda por que a vacinação continua sendo uma das principais estratégias de prevenção em saúde pública.

Vacinas e câncer no PrevCast entram no debate da prevenção

O episódio começa lembrando que a vacinação está entre as maiores conquistas da saúde pública. Ao preparar o sistema imunológico para reconhecer vírus, bactérias e outros agentes, as vacinas ajudam o organismo a responder antes que a doença cause danos graves.

A conversa reforça que a proteção não se limita a quem recebe a dose. Quando muitas pessoas se vacinam, a circulação de agentes infecciosos diminui e a comunidade como um todo fica mais protegida, inclusive quem não pode receber determinados imunizantes por motivos de saúde.

Tecnologia avançou sem abandonar a segurança

Um dos pontos discutidos é a evolução das vacinas, desde modelos tradicionais, com vírus atenuados ou inativados, até tecnologias mais recentes, como as vacinas de RNA. Segundo os convidados, essas plataformas ampliaram a capacidade de resposta diante de epidemias e pandemias.

O programa também explica que novas vacinas passam por avaliação regulatória, controle de qualidade e vigilância contínua. A mensagem central é que velocidade de desenvolvimento não significa falta de rigor. Vacinas e câncer no PrevCast aparecem dentro de uma conversa guiada por ciência, segurança e informação confiável.

▶️ Assista ao trecho sobre tecnologia e segurança

Os convidados explicam como a evolução das vacinas ajudou no enfrentamento de novas doenças.

Crianças precisam completar o esquema vacinal

O episódio destaca que o Programa Nacional de Imunizações nasceu com forte foco na proteção infantil, mas hoje contempla diferentes fases da vida. Na infância, as vacinas são fundamentais porque o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento e algumas doenças podem causar quadros graves, sequelas ou morte.

Os convidados explicam que algumas vacinas exigem mais de uma dose ou reforços para garantir proteção adequada. Por isso, a orientação é seguir o calendário vacinal e aproveitar as oportunidades de vacinação. Doses atrasadas podem deixar crianças vulneráveis.

▶️ Assista ao trecho sobre vacinação infantil

Veja por que completar as doses indicadas é essencial para proteger crianças contra doenças graves.

Vacinação também é necessária em adultos e idosos

O PrevCast reforça que vacina não é assunto apenas de criança. Adultos e idosos também precisam manter a carteira atualizada, especialmente porque o envelhecimento do sistema imunológico pode aumentar o risco de infecções e complicações.

Entre os exemplos citados estão imunizantes ligados à influenza, pneumonia, tétano e outras doenças respiratórias. O episódio lembra que cada visita a uma unidade de saúde pode ser uma oportunidade para conferir a situação vacinal. Vacinas e câncer no PrevCast também reforçam que prevenção acompanha todas as fases da vida.

▶️ Assista ao trecho sobre adultos e idosos

Entenda por que a vacinação deve ser conferida em todas as fases da vida.

Vacinas podem ajudar na prevenção de cânceres

O programa aproxima o tema da realidade oncológica do Hospital de Amor. Dr. Júlio Possati lembra que algumas vacinas ajudam a prevenir infecções associadas ao desenvolvimento de câncer, como HPV e hepatite B.

No caso da hepatite B, o Dr. Paulo de Tarso explica que a infecção pode evoluir de forma silenciosa e, anos depois, estar relacionada a doenças graves no fígado. Por isso, a vacinação é apresentada como medida de prevenção de longo prazo.

▶️ Assista ao trecho sobre vacinas e câncer

Veja como HPV e hepatite B entram na conversa sobre prevenção oncológica.

HPV tem relação com câncer do colo do útero e outros tumores

A Dra. Ana Goretti explica que a vacinação contra HPV foi incorporada ao calendário brasileiro de forma progressiva e hoje é uma estratégia importante para proteger adolescentes e grupos prioritários. O episódio cita a relação do HPV com câncer do colo do útero, além de tumores de pênis, ânus e orofaringe.

O debate também desfaz mitos sobre a vacina e reforça que a imunização deve ocorrer antes da exposição ao vírus. A orientação não elimina a necessidade de educação sexual, acompanhamento de saúde e exames preventivos quando indicados. Vacinas e câncer no PrevCast aparecem como parte de uma estratégia mais ampla de cuidado.

▶️ Assista ao trecho sobre HPV

A convidada explica a vacinação contra HPV e sua relação com a prevenção de cânceres.

Fake news prejudicam a cobertura vacinal

Na parte final, os convidados alertam para a desinformação. Mitos sobre vacinas podem afastar famílias dos postos de saúde, reduzir coberturas e abrir espaço para a volta de doenças já controladas. O episódio cita a necessidade de buscar informação em fontes confiáveis e compartilhar orientações seguras.

O PrevCast reforça que prevenção exige compromisso coletivo. Manter a vacinação em dia, conferir a carteira, orientar familiares e combater boatos são atitudes que protegem crianças, adultos, idosos e pessoas vulneráveis.

▶️ Assista ao trecho final sobre prevenção

O episódio encerra com orientações contra fake news e defesa da vacinação como estratégia de saúde pública.

Prevenção começa com informação segura

A mensagem final do episódio é que vacina é uma forma de inteligência em saúde. Ela salva vidas, reduz complicações, protege comunidades e ajuda a prevenir doenças que podem causar impactos permanentes.

Vacinas e câncer no PrevCast mostram que informação correta precisa virar atitude. Procurar a unidade de saúde, conferir o calendário, tirar dúvidas com profissionais capacitados e não compartilhar desinformação são passos simples que ajudam a proteger a população.

Fonte da notícia:
PrevCast no YouTube.

Ji-Paraná inicia fitoterapia com orientação segura nas UBS

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Fitoterapia em Ji-Paraná com orientação sobre plantas medicinais na Atenção Primária
Profissionais orientam moradores sobre uso seguro de plantas medicinais na rede municipal.

A fitoterapia em Ji-Paraná começou a ser implantada na Atenção Primária da rede municipal como estratégia educativa e complementar ao cuidado em saúde. A iniciativa foi iniciada pela Semusa, por meio do Departamento de Atenção Básica, com apoio técnico do Ministério da Saúde.

A proposta não substitui consulta, medicamento ou tratamento prescrito. O objetivo é orientar o uso seguro de plantas medicinais, valorizar saberes populares com base técnica e evitar automedicação ou receitas caseiras sem acompanhamento profissional.

Uso seguro guiado

UBS terão rodas de conversa, capacitação e hortas medicinais para orientar a população sem estimular automedicação.

Fitoterapia em Ji-Paraná começa na Atenção Primária

Segundo a Prefeitura, a implantação da fitoterapia integra as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, conhecidas como PICS, dentro da rede municipal.

Na prática, a fitoterapia em Ji-Paraná deve ser entendida como orientação complementar, educativa e acompanhada por profissionais da Atenção Primária. A comunicação precisa ser simples: planta medicinal também exige cuidado, histórico do paciente e avaliação da equipe de saúde.

Como o projeto começa
Coordenação
A implantação é conduzida pelo Departamento de Atenção Básica da Semusa.
Capacitação
Profissionais foram capacitados pela plataforma AVASUS, vinculada ao Ministério da Saúde.
Parceria local
A Semagri deve apoiar o mapeamento de plantas medicinais existentes no município.

Equipes das UBS participam da primeira etapa

De acordo com o material divulgado, equipes das UBS de Nova Londrina e Nova Colina participaram da primeira reunião. A proposta prevê grupos de fitoterapia, ações educativas, rodas de conversa, orientações sobre uso seguro e hortas medicinais.

A fitoterapia em Ji-Paraná também segue referências do modelo de Farmácia Viva e diretrizes da RENISUS, relação nacional que reúne plantas medicinais de interesse ao SUS. Isso não significa, porém, liberação para uso sem orientação.

Atenção ao morador

Plantas medicinais podem ter contraindicações, interações e riscos. O uso deve ser conversado com a equipe de saúde, especialmente em caso de doença crônica, gravidez ou uso contínuo de remédios.

Uso seguro exige acompanhamento profissional

A orientação central da fitoterapia em Ji-Paraná é evitar automedicação. Não se deve indicar chá, dose, receita caseira ou substituição de remédio sem avaliação profissional.

Para moradores, a chegada da iniciativa deve ser acompanhada como serviço educativo. A porta de entrada é a equipe de saúde, que pode explicar limites, esclarecer dúvidas e avaliar quando a planta medicinal pode ser apenas complemento ao cuidado já indicado.

O que evitar

Troca de tratamento: não abandone medicamento prescrito por conta própria.

Misturas: não combine plantas e remédios sem orientação profissional.

Receitas informais: não trate dica de internet ou de terceiros como prescrição.

O que ainda não foi informado pela Semusa

Até a publicação oficial, não há lista de plantas que serão usadas, calendário de grupos, ampliação para todas as UBS ou confirmação de distribuição de fitoterápicos. Por isso, a fitoterapia em Ji-Paraná deve ser tratada como implantação inicial.

A prefeitura informou a fase de organização, capacitação e construção de estratégias educativas. Isso significa que o morador deve acompanhar os canais oficiais e buscar orientação na unidade antes de usar qualquer planta com finalidade terapêutica.

Sem promessa indevida

1. Ainda depende de nova confirmação o calendário de grupos e rodas de conversa.

2. Não foi divulgada lista municipal de plantas medicinais mapeadas.

3. A forma de acesso para moradores de outras unidades ainda precisa ser detalhada.

Educação em saúde deve guiar a nova etapa

Em resumo, a fitoterapia em Ji-Paraná começa como estratégia de educação, orientação e organização dentro da Atenção Primária. O avanço pode aproximar conhecimento popular e base técnica, desde que o uso de plantas medicinais seja seguro e acompanhado.

Outras notícias sobre saúde, prevenção e serviços públicos podem ser acompanhadas na editoria de Saúde na TVdoPOVO.

A mensagem principal é de cuidado responsável: conversar com a equipe da UBS, evitar automedicação e não abandonar tratamentos médicos por conta própria.

PGPAF em Rondônia para produtores de mandioca

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PGPAF em Rondônia tem bônus para mandioca no Pronaf em julho
Agricultores familiares devem conferir contrato, banco e vencimento antes de pagar parcelas do Pronaf.

O PGPAF em Rondônia tem novos percentuais de bônus válidos para julho de 2026 e deve ser conferido por agricultores familiares com operações do Pronaf. A norma federal informa bônus para raiz de mandioca e cesta de produtos no estado, com base nos preços de mercado de junho.

O benefício não é pagamento em dinheiro nem desconto garantido para todo produtor. O abatimento pode ser aplicado no pagamento de parcelas, amortização ou liquidação de operações de crédito rural do Pronaf, desde que contrato, produto, vencimento e enquadramento estejam dentro das regras.

Parcela em análise

Contrato, banco e vencimento precisam ser conferidos antes de pagar, amortizar ou liquidar operações do Pronaf com possível bônus.

PGPAF em Rondônia vale para operações enquadradas

Segundo a Portaria SAF/MDA nº 368, o bônus de desconto é informado aos agentes financeiros que operam o Pronaf para produtos com preço de mercado abaixo do preço de garantia.

Na prática, o PGPAF em Rondônia funciona como proteção de preço para agricultores familiares. Porém, a aplicação depende da relação entre produto financiado, unidade da federação, contrato de crédito rural, regras do Pronaf e data de pagamento dentro do período válido.

Percentuais do PGPAF em Rondônia
Raiz de mandioca
Rondônia aparece com bônus de 12,01%, conforme a portaria publicada no Diário Oficial da União.
Cesta de produtos
A cesta de produtos tem bônus de 3,00% e corresponde à média ponderada de feijão, leite, mandioca e milho.

Validade vai de 10 de julho a 9 de agosto

A lista de produtos com bônus em julho tem validade entre 10 de julho e 9 de agosto de 2026. Os preços de mercado usados na norma são referentes ao mês de junho de 2026.

O PGPAF em Rondônia deve ser observado especialmente por produtores que financiam mandioca ou operações vinculadas à cesta de produtos. Ainda assim, a presença do item na lista não substitui a conferência do contrato junto ao agente financeiro.

Atenção ao produtor

O bônus não deve ser tratado como novo programa, recurso liberado diretamente ao produtor ou desconto automático para todos os contratos do Pronaf.

Produtor deve conferir contrato do Pronaf

Para acessar o PGPAF em Rondônia, o agricultor familiar precisa verificar se a operação é do Pronaf, se o produto financiado corresponde ao item contemplado, se o vencimento ocorre no período válido e se o banco reconhece o enquadramento.

Também é importante verificar se a parcela será paga, amortizada ou liquidada. Esse detalhe faz diferença porque a aplicação do bônus depende da operação e das regras reconhecidas pelo agente financeiro.

Checklist do produtor

Produto: confira se o contrato envolve raiz de mandioca ou cesta de produtos.

Vencimento: verifique se a parcela cai entre 10 de julho e 9 de agosto.

Banco: consulte o agente financeiro antes de pagar, amortizar ou liquidar.

Cuidados antes de pagar a parcela

O PGPAF em Rondônia não autoriza concluir que todo contrato do Pronaf terá desconto. O direito depende de análise do banco, enquadramento do produtor, produto financiado, estado, vencimento e demais condições previstas para a operação.

Antes de pagar, o produtor deve procurar o banco, a assistência técnica ou o agente financeiro. Esse cuidado evita quitação sem conferência e ajuda a confirmar se o bônus será considerado na parcela, na amortização ou na liquidação.

Perguntas para fazer ao banco

1. Minha operação é do Pronaf?

2. O produto financiado está contemplado?

3. A parcela vence dentro do período válido?

4. O desconto será aplicado no pagamento, na amortização ou na liquidação?

PGPAF em Rondônia exige acompanhamento mensal

Na prática, o PGPAF em Rondônia exige acompanhamento mensal porque os percentuais mudam conforme os preços de mercado e os produtos listados. Para julho, a referência regional é a mandioca, além da cesta de produtos calculada com base nos itens definidos na norma.

Outras notícias sobre agro, crédito rural e agricultura familiar podem ser acompanhadas na editoria de Agro na TVdoPOVO.

Em resumo, o PGPAF em Rondônia pode reduzir parcelas de operações enquadradas, mas apenas quando contrato, produto, prazo e agente financeiro confirmarem o direito ao bônus. A orientação é conferir antes de pagar.

Sine leva 85 vagas a mutirão de empregos em Porto Velho

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Mutirão de Empregos em Porto Velho com candidatos em atendimento presencial
Candidatos terão entrevistas presenciais e devem levar currículo atualizado.

O Mutirão de Empregos do Sine Municipal vai oferecer 85 vagas em Porto Velho nos dias 13 e 14 de julho, com recrutamento e entrevistas presenciais. A ação reúne oportunidades no comércio e na logística.

Para quem busca recolocação, o atendimento funciona como contato direto entre candidatos e empresas. Mesmo assim, a participação no processo seletivo não significa contratação automática. Os interessados devem levar documentos pessoais e currículo atualizado.

Chance no comércio

Candidatos terão entrevistas presenciais e devem comparecer com currículo atualizado para disputar vagas no comércio e na logística.

Mutirão de Empregos terá atendimento em dois pontos

Segundo a Agência de Notícias de Porto Velho, o primeiro dia de atendimento será em 13 de julho, na Praça CEU, localizada na Rua Antônio Fraga Moreira, nº 1.706, bairro JK.

No dia 14, o Mutirão de Empregos será realizado na unidade Centro do Sine Municipal, na Rua General Osório, nº 81. Nos dois dias, o horário informado é das 8h às 14h.

Agenda do atendimento
13 de julho
Praça CEU, na Rua Antônio Fraga Moreira, nº 1.706, bairro JK, das 8h às 14h.
14 de julho
Sine Municipal Centro, na Rua General Osório, nº 81, também das 8h às 14h.

Empresas participantes têm vagas no comércio e logística

A ação terá participação da Rede Nova Era e das Farmácias Ultra Popular. As oportunidades envolvem funções ligadas a atendimento, reposição, conferência, logística, estoque e prevenção de perdas.

Na Rede Nova Era, foram informadas vagas para operador de loja, caixa e reposição, conferente, operador de empilhadeira, auxiliar de logística e fiscal de prevenção de perdas. Os selecionados para a empresa atuarão no segundo turno, das 13h às 22h20, nas unidades Brasília, Cantuária, Imigrantes e Jatuarana.

Na Rede de Farmácias Ultra Popular, as atividades envolvem recebimento, conferência, armazenamento, organização de mercadorias, separação e expedição de produtos, controle de estoque e apoio na carga e descarga.

Vagas informadas

Comércio: atendimento, caixa, reposição, conferência e prevenção de perdas.

Logística: organização, separação, expedição, estoque e carga e descarga.

Turno: para a Rede Nova Era, a fonte informa atuação das 13h às 22h20.

Candidatos devem levar currículo atualizado

Os interessados no Mutirão de Empregos devem comparecer com documentos pessoais e currículo atualizado. A fonte oficial não detalha salário, benefícios, escolaridade, idade mínima ou experiência obrigatória.

Para evitar perda de tempo, o trabalhador pode revisar o currículo antes do atendimento. É importante conferir telefone, endereço, experiências anteriores, cursos, disponibilidade de horário e objetivo profissional.

Antes da entrevista

Currículo: revise dados de contato, experiências, cursos e objetivo profissional.

Documentos: leve documentos pessoais para identificação durante o atendimento.

Horário: confira endereço, trajeto e disponibilidade antes de sair de casa.

Seleção não significa contratação automática

O Mutirão de Empregos aproxima candidatos e empresas, mas a decisão final depende do processo seletivo de cada empregador. A publicação oficial fala em recrutamento e entrevistas presenciais, não em contratação garantida para todos os participantes.

Por isso, o candidato deve tratar a entrevista como etapa de seleção. Responder com clareza sobre experiência, disponibilidade de horário e interesse pela função ajuda a tornar o atendimento mais objetivo.

Serviço ao candidato

Atendimento nos dias 13 e 14 de julho, das 8h às 14h. Leve currículo atualizado, documentos pessoais e disponibilidade para entrevista presencial.

Mutirão de Empregos pode ajudar quem busca recolocação

Em resumo, o Mutirão de Empregos oferece dois dias de atendimento presencial para trabalhadores de Porto Velho disputarem vagas no comércio e na logística.

Outras notícias sobre vagas, trabalho e serviços públicos podem ser acompanhadas na editoria de Porto Velho na TVdoPOVO.

A melhor preparação é levar currículo atualizado, documentação pessoal e atenção às informações oficiais sobre local, horário e funções disponíveis.

PF apura madeira e minério ilegais em terras indígenas de Rondônia

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Terras indígenas de Rondônia são alvo de operação da Polícia Federal contra madeira e minério ilegais
Imagem ilustrativa representa operação federal em estrada de terra na Amazônia rondoniense.

A Polícia Federal deflagrou a Operação Acesso Facilitado para investigar suspeitas de exploração ilegal em terras indígenas de Rondônia. A ação ocorreu em 7 de julho de 2026 e teve como foco as Terras Indígenas Roosevelt e Parque Aripuanã, na região de Espigão d’Oeste.

Segundo a PF, a operação apura retirada e comercialização de madeira, além de extração de minério em terras da União. A investigação segue em andamento, e investigados não devem ser tratados como condenados.

Apuração federal

Ação busca documentos, registros financeiros e aparelhos eletrônicos para dimensionar suspeita de exploração ilegal em áreas protegidas.

Terras indígenas de Rondônia são alvo de operação da PF

De acordo com a Polícia Federal, a Operação Acesso Facilitado busca combater a extração ilegal de madeira e de minérios nas áreas Roosevelt e Parque Aripuanã. A ação teve apoio da Funai.

A investigação sobre terras indígenas de Rondônia apura um grupo voltado à retirada e comercialização de madeiras e à extração de minério. Segundo a PF, diligências indicam suspeita de facilitação de entrada de exploradores mediante recebimento de vantagens pecuniárias.

Onde a operação atuou
Mandados
Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal.
Roosevelt
Dois mandados foram cumpridos na Terra Indígena Roosevelt.
Espigão d’Oeste
Um mandado foi cumprido no município, segundo a Polícia Federal.

Mandados ocorreram na Roosevelt e em Espigão d’Oeste

Dos três mandados, dois foram cumpridos na T.I. Roosevelt e um em Espigão d’Oeste. A PF não divulgou nomes de investigados, indígenas ou comunidades, e a cobertura deve preservar essa cautela para evitar exposição indevida.

A cobertura de terras indígenas de Rondônia exige precisão porque envolve áreas sensíveis, proteção territorial, investigação criminal e comunidades que não devem ser expostas sem necessidade jornalística ou confirmação oficial.

Cautela editorial

Mandado de busca não é condenação. A responsabilidade penal depende da investigação, do processo e de eventual decisão judicial.

Terras indígenas são áreas protegidas

As terras indígenas de Rondônia citadas na operação são áreas protegidas e relacionadas a bens da União. Por isso, a retirada de recursos naturais sem autorização pode envolver apuração federal, além de impactos ambientais e territoriais.

A PF informou que a ação busca reunir documentos, aparelhos eletrônicos e registros financeiros para esclarecer a dimensão do grupo investigado. Até a conclusão do inquérito e eventual decisão judicial, a apuração deve ser tratada como suspeita.

O que a PF busca reunir

Documentos: materiais que possam ajudar a esclarecer a estrutura investigada.

Aparelhos eletrônicos: itens que podem conter registros relacionados à apuração.

Registros financeiros: dados usados para dimensionar suspeitas, sem antecipar culpa.

Possíveis crimes são citados pela Polícia Federal

Segundo a PF, os investigados poderão responder por extração ilegal de recursos florestais em terras públicas, usurpação de bem da União, associação criminosa e lavagem de capitais.

A formulação correta é “poderão responder”, e não “foram condenados”. Na cobertura sobre terras indígenas de Rondônia, também é importante não afirmar participação de servidores, quantidade de madeira, volume de minério ou valor movimentado sem fonte oficial detalhada.

Presunção de inocência

1. Mandado de busca não é condenação.

2. Suspeita precisa ser apurada por investigação e processo.

3. Responsabilidade penal depende de decisão judicial.

Apuração deve seguir sob responsabilidade federal

A Operação Acesso Facilitado coloca as terras indígenas de Rondônia no centro de uma investigação sobre acesso, exploração e possível comercialização de recursos naturais. O caso ainda depende da análise do material apreendido.

Outras notícias sobre segurança, meio ambiente e Justiça podem ser acompanhadas na editoria de Rondônia na TVdoPOVO.

Em resumo, a ação da PF em terras indígenas de Rondônia aponta suspeitas graves, mas não encerra a investigação. A cobertura responsável deve separar diligência, indício, acusação formal e eventual decisão judicial.

Edital pode redefinir água e esgoto em 40 municípios de Rondônia

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Saneamento em Rondônia pode ter concessão de água e esgoto em 40 municípios
Edital envolve serviços de água e esgoto em 40 municípios, mas ainda depende das etapas da licitação.

O edital de saneamento em Rondônia pode abrir uma nova etapa para os serviços de água e esgoto em 40 municípios. A Concorrência nº 90496/2025 está aberta e tem valor estimado em R$ 8.477.095.656,38.

Apesar do impacto potencial, o processo ainda está em fase de licitação. Isso significa que não há contrato assinado, empresa escolhida, mudança imediata nos municípios ou definição automática sobre tarifa maior ou menor para o consumidor.

Conta na torneira

Moradores devem acompanhar regras, prazos e etapas antes de qualquer conclusão sobre operação, contratos ou cobranças futuras.

Saneamento em Rondônia entra em fase de edital

Segundo a documentação oficial, o objeto é a concessão da prestação regionalizada dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário na área de 40 municípios da Microrregião de Água e Esgoto no Estado de Rondônia.

Na prática, discutir saneamento em Rondônia por concessão pública não significa concluir automaticamente que haverá mudança imediata na operação. O serviço continua sendo público, mas pode ter a execução delegada por contrato, com regras, fiscalização, metas e obrigações.

Saneamento em Rondônia em dados
Licitação
Concorrência nº 90496/2025, com fase processual aberta.
Valor estimado
R$ 8.477.095.656,38, conforme a página oficial da SUPEL.
Julgamento
O critério informado é maior desconto, com unidade administrativa SEDEC.

Quais serviços entram no edital

A concessão envolve abastecimento de água e esgotamento sanitário. Para moradores, o tema pode tocar pontos como regularidade do fornecimento, coleta e tratamento de esgoto, obras, atendimento, qualidade do serviço e cumprimento de metas de universalização.

A etapa atual não permite afirmar, por si só, que haverá melhora imediata, mudança de tarifa ou troca automática na prestação do serviço. Esses efeitos dependem do andamento da concorrência, da proposta vencedora, dos anexos e do contrato final.

Sem conclusão antecipada

Tarifa: não é possível afirmar agora se a conta vai subir ou cair.

Operação: ainda não há empresa contratada ou mudança imediata confirmada.

Municípios: o impacto prático dependerá do resultado da licitação e do contrato.

Por que 40 municípios podem ser impactados

O modelo regionalizado de saneamento em Rondônia reúne municípios em uma mesma área de concessão. A ideia central é tratar água e esgoto de forma integrada, com metas e obrigações acompanhadas ao longo do contrato.

Para o cidadão, isso exige atenção aos documentos oficiais, às regras tarifárias, aos investimentos previstos, às metas de atendimento e às formas de fiscalização. O edital é uma etapa relevante, mas ainda não representa operação em andamento.

Próximas etapas da licitação

Processo: 0041.001517/2025-04, com situação aberta.

Sessão: abertura marcada para 29 de setembro de 2026, às 14h, horário de Brasília.

Local: sede da B3, na Rua XV de Novembro, nº 275, em São Paulo.

Consumidor deve acompanhar tarifa, metas e fiscalização

Para o consumidor, o debate sobre saneamento em Rondônia deve ser acompanhado com atenção a tarifas, qualidade do atendimento, prazos de obras, expansão de rede, metas de esgoto e mecanismos de fiscalização.

A licitação ainda precisa passar por sessão pública, julgamento, habilitação, fase recursal e eventual assinatura contratual. Só depois será possível avaliar com mais segurança prazos de transição, responsabilidades da futura operadora e impactos concretos no dia a dia.

Serviço ao morador

Acompanhe metas de universalização, regras tarifárias, atendimento ao usuário, investimentos previstos e formas de fiscalização antes de tirar conclusões.

O que ainda não está definido no saneamento em Rondônia

No estágio atual, o saneamento em Rondônia segue em disputa licitatória. Não há operadora contratada, contrato assinado, tarifa definida, lista de mudanças imediatas por município ou conclusão sobre o futuro da Caerd.

Também é importante diferenciar valor estimado da concessão, desconto ofertado e possíveis efeitos futuros na conta. Esses pontos não devem ser tratados como resultado final antes da conclusão formal do processo.

O que não dá para afirmar agora
Tarifa
O edital não permite concluir automaticamente se a conta vai subir ou cair.
Caerd
A matéria não afirma extinção da empresa nem troca imediata da operação.
Serviço
Mudanças concretas dependem da licitação, do contrato e da fiscalização pública.

Leitura regional deve acompanhar documentos

Como o processo envolve serviço essencial, a cobertura precisa separar edital, disputa, contrato e operação. Para o morador, a recomendação é acompanhar fontes oficiais, anexos e decisões futuras antes de tirar conclusões sobre conta, atendimento ou qualidade do serviço.

Outras notícias sobre infraestrutura, economia e serviços públicos podem ser acompanhadas na editoria de Rondônia na TVdoPOVO.

Em resumo, o edital de saneamento em Rondônia pode abrir uma nova etapa para água e esgoto em 40 municípios, mas o impacto para moradores depende do andamento da concorrência, dos anexos, do contrato final e da fiscalização pública.

Ji-Paraná orienta moradores contra queimadas na estiagem

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Queimadas em Ji-Paraná são alvo de ação educativa durante a estiagem
Ação educativa orienta moradores sobre prevenção, fumaça e canais de denúncia durante a estiagem.

A ação educativa sobre queimadas em Ji-Paraná levou orientação a motoristas e moradores durante o período de estiagem. A mobilização ocorreu na manhã de quarta-feira, 8 de julho de 2026, no cruzamento da Avenida Transcontinental com a Rua Seis de Maio.

A atividade foi conduzida pela Semeia, com apoio da Polícia Militar Ambiental e do Corpo de Bombeiros Militar. O foco foi prevenção, saúde e informação segura, sem tratar a pauta como crise de fumaça ou como balanço de autuações.

Fogo fora da rotina

Motoristas receberam orientação sobre prevenção, fumaça, saúde e canais de denúncia durante o período seco em Ji-Paraná.

Queimadas em Ji-Paraná foram tema de ação educativa

Segundo a Prefeitura de Ji-Paraná, o tema da mobilização foi “Mais Verde, Menos Fumaça”. Durante a abordagem, servidores distribuíram folders informativos e lixeiros para automóveis.

A orientação sobre queimadas em Ji-Paraná reforçou que atear fogo em terrenos, lixo, folhas ou outros materiais pode configurar crime ambiental e gerar penalidades previstas em lei.

Pit stop em resumo
Local
Cruzamento da Avenida Transcontinental com a Rua Seis de Maio.
Parcerias
Participação da Polícia Militar Ambiental e do Corpo de Bombeiros Militar.
Orientação
Folders e lixeiros para veículos reforçaram prevenção e canais de denúncia.

Estiagem aumenta cuidado com fogo e fumaça

O alerta preventivo sobre queimadas em Ji-Paraná ganha importância porque Rondônia atravessa período de tempo mais firme. No período seco, o uso irregular do fogo pode afetar terrenos, quintais, áreas rurais, margens de vias e a qualidade do ar.

A leitura correta é de prevenção. Evitar fogo em resíduos, folhas, mato e vegetação reduz riscos para vizinhos, trânsito, fauna, flora e saúde respiratória da população.

Serviço ambiental

Terrenos: não use fogo para limpar mato, folhas ou resíduos acumulados.

Lixo: descarte corretamente materiais que poderiam ser queimados de forma irregular.

Vizinhança: observe fumaça persistente e comunique os canais oficiais quando necessário.

Fumaça pode agravar problemas respiratórios

A fumaça de incêndios e queimadas pode irritar olhos e vias respiratórias, além de agravar sintomas em pessoas com asma, bronquite e outras doenças pulmonares. Por isso, a prevenção também é medida de saúde pública.

Crianças, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades ou doenças respiratórias exigem atenção maior em dias secos ou quando há presença de fumaça no ambiente.

Quando redobrar o cuidado

Sinais respiratórios: tosse persistente, falta de ar, chiado no peito ou ardência nos olhos pedem atenção.

Pessoas vulneráveis: crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias devem evitar exposição à fumaça.

Sintomas intensos: em caso de agravamento, procure orientação em serviço de saúde.

Denúncias sobre queimadas em Ji-Paraná ajudam na prevenção

As denúncias sobre queimadas em Ji-Paraná podem ser encaminhadas pelo WhatsApp da Semeia, no número (69) 3411-4204. A população também pode acionar o Corpo de Bombeiros Militar pelo telefone 193 em situações que exijam atendimento emergencial.

A orientação não substitui a apuração dos órgãos competentes. Nem toda fumaça indica automaticamente crime, e esta matéria não afirma que houve multas aplicadas. O papel do morador é evitar o uso de fogo e informar situações suspeitas pelos canais adequados.

Canais de denúncia

Semeia: WhatsApp (69) 3411-4204.

Corpo de Bombeiros Militar: telefone 193.

Prevenção deve continuar durante a estiagem

A mensagem central sobre queimadas em Ji-Paraná é de responsabilidade cotidiana. Não colocar fogo em resíduos, manter terrenos limpos sem queima e orientar vizinhos ajuda a reduzir impactos ambientais e problemas de saúde.

Outras notícias sobre meio ambiente, saúde e serviços públicos podem ser acompanhadas na editoria de Meio Ambiente na TVdoPOVO.

Em resumo, o trabalho educativo contra queimadas em Ji-Paraná reforça que prevenção, descarte correto e denúncia pelos canais oficiais são medidas práticas para atravessar a estiagem com menos fumaça e mais cuidado coletivo.

Vacina contra HPV tem prazo ampliado para jovens de 15 a 19 anos

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Vacina contra HPV para jovens em atendimento de saúde em Porto Velho
Jovens de 15 a 19 anos sem dose ou registro podem buscar orientação sobre a vacina contra HPV.

A vacina contra HPV segue disponível até 31 de dezembro de 2026 para adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que perderam a imunização na idade indicada ou não têm registro vacinal. Em Porto Velho, a orientação é conferir a caderneta e buscar informação na rede pública antes do deslocamento.

O prazo nacional funciona como oportunidade de atualização vacinal pelo SUS. A medida não deve ser tratada com alarme ou constrangimento, mas como cuidado preventivo para jovens e famílias que precisam colocar a situação vacinal em dia.

Caderneta em dia

Jovens de 15 a 19 anos sem dose ou sem registro podem conferir a situação vacinal e buscar orientação na rede pública até dezembro.

Vacina contra HPV contempla jovens de 15 a 19 anos

Segundo o Ministério da Saúde, a estratégia de resgate contempla adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que não receberam o imunizante na faixa recomendada ou que não possuem registro de vacinação.

A rotina nacional da vacina contra HPV continua indicada para meninas e meninos de 9 a 14 anos. O resgate para a faixa de 15 a 19 anos busca alcançar quem ficou sem a dose ou sem comprovação no sistema.

Vacinação por faixa etária
Rotina nacional
Meninas e meninos de 9 a 14 anos seguem como público regular do calendário.
Resgate vacinal
Jovens de 15 a 19 anos podem procurar a rede pública quando não houve dose ou registro.
Rede pública
A vacinação deve ser confirmada nos pontos municipais antes do deslocamento.

Prazo para vacina contra HPV vai até dezembro

O prazo de resgate da vacina contra HPV foi ampliado até 31 de dezembro de 2026. Para famílias de Porto Velho, isso permite organizar a ida à rede pública sem tratar a orientação como emergência, mas também sem deixar a conferência para a última hora.

Antes de procurar uma unidade, a recomendação é verificar o histórico vacinal e confirmar local, horário de funcionamento e orientação municipal. Essa checagem evita deslocamento desnecessário e ajuda a organizar o atendimento.

Serviço de saúde

Prazo definido: o resgate para jovens de 15 a 19 anos segue até 31 de dezembro de 2026.

Caderneta em dia: a atualização evita que a proteção fique pendente depois da idade recomendada.

Sem constrangimento: a vacinação deve ser tratada como cuidado preventivo, com informação clara e acolhedora.

Meu SUS Digital ajuda a conferir o registro

A situação vacinal pode ser consultada pelo Meu SUS Digital, conforme orientação do Ministério da Saúde. A verificação ajuda a saber se há registro anterior e pode auxiliar famílias que não encontram a caderneta física.

Se houver dúvida no aplicativo ou divergência no histórico, o caminho mais seguro é buscar orientação na rede de saúde. A vacina contra HPV não deve ser tratada com tabu: informação correta facilita a decisão e reduz constrangimentos para adolescentes e responsáveis.

Cuidados de serviço

Registro: consulte o histórico no aplicativo ou leve a caderneta, se estiver disponível.

Atendimento: confirme local, funcionamento e orientação municipal antes do deslocamento.

Prevenção: converse com a equipe de saúde em caso de dúvida, sem exposição ou julgamento.

Informação sem constrangimento sobre vacina contra HPV

A vacina contra HPV é uma medida de prevenção em saúde e deve ser abordada de forma objetiva. O tema envolve adolescentes, jovens e famílias, por isso a comunicação precisa ser clara, acolhedora e livre de tom moralista.

Em Porto Velho, quem está na faixa de 15 a 19 anos e não tem registro deve conferir a situação vacinal e buscar orientação na rede pública. Responsáveis também podem procurar informações para organizar a atualização da caderneta dentro do prazo.

Orientação ao leitor

Antes de ir à unidade, confirme o ponto de vacinação, leve documento pessoal e verifique se há registro anterior no aplicativo ou na caderneta.

Outras notícias sobre saúde, vacinação e serviços públicos podem ser acompanhadas na editoria de Saúde na TVdoPOVO.

Em resumo, a vacina contra HPV segue como oportunidade para jovens de Porto Velho e Rondônia atualizarem a caderneta até o fim de 2026, com orientação de consultar o registro, confirmar atendimento local e procurar a rede pública dentro do prazo.

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