back to top
quinta-feira, outubro 29, 2026
Início Site Página 75

Operação Audácia XI cumpre 89 mandados de busca e 35 de prisão em Rondônia, Acre, Amazonas e Paraná.

0
Operação Audácia XI com viaturas e forças de segurança em ação integrada durante cumprimento de mandados
Operação Audácia XI reúne MPRO, GAECO e forças de segurança para cumprimento de mandados judiciais. Foto: MPRO/Divulgação.

O Ministério Público do Estado de Rondônia, MPRO, por meio do GAECO, deflagrou a Operação Audácia XI nesta terça-feira, 07 de julho, em ação integrada com forças de segurança pública.

A operação busca cumprir mandados judiciais em Rondônia e em outros três estados. Segundo a comunicação oficial, são 89 mandados de busca e apreensão e 35 mandados de prisão, além de diligências voltadas a instruir um Procedimento Investigatório Criminal, PIC, em andamento.

Imagem-faixa da Operação Audácia XI com viaturas e ação integrada de forças de segurança em Rondônia
Operação Audácia XI mobiliza MPRO, GAECO e forças de segurança para cumprimento de mandados judiciais.
Cautela jurídica

A Operação Audácia XI ocorre em fase investigativa. Os alvos devem ser tratados como investigados, e não como condenados, até decisão judicial definitiva.

Operação Audácia XI cumpre mandados em quatro estados

De acordo com o MPRO, a Operação Audácia XI foi deflagrada como ação integrada de combate ao crime organizado, com atuação de forças estaduais e federais.

Os mandados foram deferidos pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho. A finalidade informada é reunir elementos para um Procedimento Investigatório Criminal instaurado para apurar a suposta prática do crime de constituição ou integração de organização criminosa.

A ação alcança municípios de Rondônia e de outros estados, o que indica alcance interestadual da investigação. Isso, porém, não autoriza concluir culpa dos investigados nem antecipar resultado final antes de manifestação oficial das autoridades competentes.

Medidas judiciais informadas
89 buscas
Mandados de busca e apreensão foram informados pela fonte oficial.
35 prisões
Mandados de prisão também fazem parte da operação.
124 medidas
O total informado soma 124 mandados judiciais.

Cidades alcançadas pela Operação Audácia XI

Os mandados da Operação Audácia XI são cumpridos em Porto Velho, Ariquemes, Machadinho do Oeste e Rolim de Moura, em Rondônia.

Fora do estado, também aparecem na lista Cruzeiro do Sul, no Acre, Humaitá, no Amazonas, e Catanduvas, no Paraná.

A presença de municípios em quatro unidades da Federação reforça o alcance da apuração, mas a cobertura deve manter linguagem cautelosa até que haja balanço consolidado e decisões judiciais sobre cada caso.

Alcance territorial

Rondônia: Porto Velho, Ariquemes, Machadinho do Oeste e Rolim de Moura.

Outros estados: Cruzeiro do Sul, Humaitá e Catanduvas.

Cautela: a fonte não informa, nesta etapa, balanço final de cumprimento de todos os mandados.

Objetivo investigativo da Operação Audácia XI

Segundo o MPRO, o procedimento apura a suposta prática do crime de constituição ou integração de organização criminosa. A operação também tem como finalidade a recaptura de foragidos da Justiça e o cumprimento de mandados de prisão em aberto no Banco Nacional de Mandados de Prisão, BNMP.

A fonte informa que eventuais flagrantes podem ser constatados durante as buscas ou durante o patrulhamento, como posse ou porte ilegal de arma de fogo e munição, receptação e tráfico de drogas. Até novo balanço, esses pontos devem ser tratados como possibilidades operacionais, não como resultado confirmado.

Imagem-faixa da Operação Audácia XI com referência a mandados judiciais e cautela jurídica sobre investigados
Cobertura da Operação Audácia XI deve preservar a presunção de inocência e diferenciar investigação de condenação.

Forças de segurança atuam de forma integrada

A Operação Audácia XI envolve MPRO, GAECO, órgãos estaduais e federais de segurança pública, além de equipes especializadas mobilizadas para apoiar o cumprimento dos mandados.

Entre os órgãos citados estão SESDEC, SEJUS, PMRO, PCRO, Polícia Penal, POLITEC, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Federal e SENAPEN, além de unidades especializadas estaduais e federais.

A fonte informa participação de mais de 300 agentes. A atuação inclui cumprimento de mandados, recaptura de foragidos e apoio às diligências autorizadas pela Justiça.

Estrutura mobilizada
Coordenação
MPRO, por meio do GAECO, com apoio de órgãos estaduais e federais.
Efetivo
A fonte informa participação de mais de 300 agentes.
Atuação
Cumprimento de mandados, recaptura de foragidos e apoio às diligências autorizadas pela Justiça.

Nome da operação exige cuidado com a linguagem

Segundo o MPRO, o nome atribuído à ação faz referência ao comportamento de alguns investigados que, conforme a apuração, ostentariam em redes sociais armas de fogo, dinheiro, drogas e referências a facção criminosa.

Essa descrição deve ser lida como informação da investigação. A cobertura jornalística não deve expor perfis, rostos, endereços ou redes sociais de investigados, nem transformar suspeitas em condenação.

Presunção de inocência

A Operação Audácia XI está em fase investigativa. A responsabilidade individual depende da análise das provas, do contraditório, da ampla defesa e das decisões judiciais.

O que a cobertura não deve afirmar

Na cobertura da Operação Audácia XI, é essencial separar mandados judiciais, investigação e eventual responsabilização criminal. Mandado de busca ou prisão não equivale a condenação.

Apreensões, prisões efetivadas e outros resultados dependem de confirmação oficial posterior. Até a divulgação de balanço consolidado, o texto deve evitar números não confirmados, qualificações definitivas e exposição indevida de pessoas.

Linguagem segura

Use “investigados”, “alvos”, “mandados judiciais”, “suposta prática” e “fase investigativa”. Evite “culpados”, “condenados” ou qualquer conclusão antes de decisão judicial definitiva.

A Operação Audácia XI deve ser acompanhada como uma ação judicial e investigativa de grande alcance, com foco nos mandados, nos municípios, nos órgãos participantes e na preservação da presunção de inocência.

Outras notícias sobre investigações, segurança pública e ações policiais em Rondônia podem ser acompanhadas na editoria Polícia da TVdoPOVO.

Mais informações institucionais podem ser consultadas na publicação oficial do Ministério Público do Estado de Rondônia sobre a Operação Audácia XI.

Com informações do Ministério Público do Estado de Rondônia, MPRO, por meio do GAECO, via AgoraRO.

Rosane Schwan explica por que o cacau fermentado valoriza o chocolate

0
Capa do RuralCast com Rosane Schwan sobre cacau fermentado, chocolate de qualidade e produção em Rondônia
Rosane Schwan, professora da UFLA, participa do RuralCast em episódio sobre cacau fermentado, pós-colheita e valorização do chocolate.

Cacau fermentado, chocolate de qualidade e valorização do produtor foram os temas centrais de um novo episódio do RuralCast. A entrevista foi gravada durante o Dia de Campo Paiter Suruí, na Comunidade Lapetanha, dentro da Terra Indígena Sete de Setembro, em Cacoal.

A convidada foi Rosane Schwan, professora da Universidade Federal de Lavras (UFLA) e especialista em fermentação de café e cacau. Na conversa com Adalto Costa, ela explicou por que a fermentação é uma etapa decisiva para transformar a amêndoa de cacau em matéria-prima capaz de gerar chocolate com mais aroma, sabor e valor.

O episódio mostra que o cacau fermentado depende de uma cadeia bem conduzida. A qualidade começa na lavoura, passa pela colheita, fermentação, secagem, armazenamento e chega ao mercado quando o produtor encontra compradores dispostos a reconhecer esse trabalho.

Para Rondônia, a conversa reforça o potencial do estado na produção de cacau especial, especialmente quando ciência, assistência técnica e remuneração justa caminham junto com os produtores.

▶️ Ative o som e assista ao episódio completo

Rosane Schwan explica como a fermentação do cacau interfere no sabor do chocolate, no valor da amêndoa e nas oportunidades para produtores em Rondônia.

Cacau fermentado é essencial para formar sabor de chocolate

No início da entrevista, Rosane Schwan explica que o cacau precisa passar por fermentação para desenvolver características associadas ao chocolate. Segundo ela, a polpa em volta da semente é consumida por microrganismos, gerando reações que ajudam a formar aroma e sabor.

A professora relata que trabalha há mais de 30 anos com fermentações e destaca que a etapa não deve ser vista como detalhe. Para quem deseja produzir chocolate de qualidade, a fermentação é parte central do processo.

O cacau fermentado ganha importância porque carrega mais do que volume de produção. Ele expressa manejo, cuidado com a lavoura, conhecimento técnico e atenção ao pós-colheita.

Na prática, a fala de Rosane mostra que o valor do chocolate começa antes da indústria. Ele nasce no campo, no modo como o fruto é colhido, fermentado, seco e armazenado.

▶️ Assista ao trecho sobre fermentação e sabor

Rosane explica por que a fermentação é indispensável para desenvolver aroma e sabor de chocolate.

Pontos do episódio
A entrevista mostra que qualidade do chocolate depende de lavoura sadia, fermentação correta, secagem lenta e valorização do produtor.
Qualidade
a fermentação ajuda a construir aroma e sabor de chocolate
Valor
o bom processamento pode melhorar a remuneração da amêndoa
Ciência
pesquisas com leveduras podem ajudar a padronizar o processo

Pós-colheita define se o cacau mantém qualidade

Rosane também chama atenção para o pós-colheita. Segundo ela, não basta ter uma lavoura saudável se o fruto não for bem conduzido depois da colheita.

A professora compara o cacau a outros frutos. Quando o produto é colhido e deixado sem cuidado, pode perder qualidade. No caso do cacau, fermentação, secagem e armazenamento precisam seguir uma lógica técnica.

Esse cuidado é ainda mais importante em regiões quentes e úmidas. Nessas condições, uma falha no processo pode comprometer a amêndoa e reduzir o potencial do chocolate.

Por isso, o cacau fermentado precisa ser pensado dentro de uma cadeia completa. A fermentação correta funciona melhor quando vem acompanhada de higiene, controle de temperatura, secagem adequada e armazenamento seguro.

▶️ Assista ao trecho sobre pós-colheita

A professora explica como fermentação, secagem e armazenamento interferem na qualidade final.

Cacau bem processado pode alcançar maior remuneração

Um dos pontos de maior impacto da entrevista é a relação entre qualidade e preço. Rosane afirma que uma amêndoa bem fermentada pode valer mais do que uma amêndoa sem fermentação, dependendo do mercado e do comprador.

A fala reforça que o processo agrega valor, mas também exige reconhecimento comercial. O produtor precisa ser remunerado pelo tempo, pelo cuidado e pela técnica aplicados no pós-colheita.

Sem essa valorização, o incentivo diminui. Rosane observa que, quando o produtor investe em qualidade e não recebe melhor pagamento, a tendência é voltar para um modelo mais simples e menos exigente.

Nesse cenário, o cacau fermentado se torna também uma discussão econômica. A qualidade só se sustenta quando chega ao chocolate e também ao bolso de quem produz.

▶️ Assista ao trecho sobre valor do cacau

Rosane comenta por que o cacau bem fermentado pode ter maior valor de mercado.

Leitura do episódio

Qualidade precisa ser reconhecida pelo mercado

Processo: fermentação exige conhecimento, manejo e acompanhamento.

Produto: a amêndoa bem conduzida pode gerar chocolate de melhor qualidade.

Produtor: a remuneração precisa acompanhar o esforço feito no campo.

Rondônia reúne condições para crescer no cacau especial

Durante a entrevista, Rosane afirma que Rondônia tem condições importantes para avançar no cacau de qualidade. Ela cita a biodiversidade, o clima, a adaptação da cultura e a capacidade produtiva do estado.

A professora também valoriza ações de campo, como o encontro realizado na Comunidade Lapetanha. Para ela, treinamentos no local de origem ajudam o conhecimento a chegar diretamente aos produtores.

Esse ponto é essencial para que a pesquisa saia da universidade e tenha aplicação prática. Quando o produtor entende o processo, consegue avaliar melhor a própria produção e corrigir etapas que podem comprometer a qualidade.

O desafio é transformar potencial em mercado. Para isso, o cacau fermentado precisa ser visto como produto de origem, com identidade, técnica e remuneração compatível com o esforço do produtor.

▶️ Assista ao trecho sobre Rondônia

Rosane fala sobre o potencial de Rondônia para produzir cacau de qualidade e agregar valor ao produto.

Leveduras podem melhorar a padronização da fermentação

Na parte final do episódio, Rosane fala sobre pesquisas com leveduras selecionadas. Segundo ela, esses microrganismos podem ajudar a reduzir o tempo de fermentação, melhorar a homogeneidade e favorecer sabores mais intensos.

A professora explica que os testes ainda passam por validação em diferentes regiões produtoras. A proposta é observar como as leveduras se comportam em realidades distintas antes de ampliar a transferência de tecnologia.

Esse tipo de pesquisa mostra como a ciência pode apoiar produtores de cacau e café. Com mais controle sobre a fermentação, o produtor pode ter melhores condições de buscar qualidade de forma repetida.

Ainda assim, Rosane reforça que a tecnologia precisa ser viável. O conhecimento só se torna oportunidade real quando o produtor consegue aplicar a técnica e receber melhor pelo produto final.

▶️ Assista ao trecho sobre leveduras

A pesquisadora explica como leveduras selecionadas podem contribuir para melhorar o processo de fermentação.

Conhecimento técnico precisa chegar ao campo

No encerramento, Adalto Costa destaca a importância de levar conhecimento técnico aos produtores. Rosane também reforça a alegria de participar do evento e de falar sobre produtos aos quais dedica sua trajetória de pesquisa.

A entrevista deixa uma mensagem clara: chocolate de qualidade não começa na prateleira. Ele começa no campo, na condução da lavoura, na escolha do fruto, na fermentação, na secagem e na forma como o mercado reconhece o trabalho do produtor.

Para Rondônia, o episódio aponta um caminho de oportunidade. O estado pode avançar no cacau especial se unir pesquisa, assistência técnica, organização produtiva e valorização comercial. Nesse processo, o cacau fermentado aparece como uma das bases para agregar valor e fortalecer a produção regional.

Resumo rápido
Convidada:
Rosane Schwan, professora da UFLA e especialista em fermentação de café e cacau.
Local:
Dia de Campo Paiter Suruí, Comunidade Lapetanha, Terra Indígena Sete de Setembro, em Cacoal.
Tema:
cacau fermentado, qualidade do chocolate, leveduras, pós-colheita e remuneração do produtor.

Fonte da notícia:
RuralCast no YouTube.

Porto Velho abre inscrições para Fórum Amazônico de Pesca Esportiva

0
Fórum Amazônico de Pesca Esportiva representa pesca sustentável em rio amazônico de Porto Velho
Evento gratuito discutirá pesca esportiva, turismo sustentável e ordenamento da atividade no Teatro Banzeiros.

Porto Velho abriu inscrições gratuitas para o Fórum Amazônico de Pesca Esportiva, evento voltado ao debate sobre turismo sustentável, pesca esportiva, ordenamento da atividade e cadeia produtiva na Amazônia.

Segundo as informações divulgadas pela Prefeitura Municipal de Porto Velho, o encontro será realizado no dia 17 de julho, às 14h30, no Teatro Banzeiros.

Imagem-faixa do Fórum Amazônico de Pesca Esportiva com barco, rio amazônico e pesca sustentável
Fórum Amazônico de Pesca Esportiva vai discutir turismo sustentável, manejo e ordenamento da atividade em Porto Velho.
Agenda aberta

A participação é gratuita e o evento deve reunir representantes do turismo, pesca esportiva, estudantes, empresários, operadores do setor e interessados no desenvolvimento sustentável da atividade.

Fórum Amazônico de Pesca Esportiva terá inscrições gratuitas

O Fórum Amazônico de Pesca Esportiva é promovido pela Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer, Semtel, conforme a divulgação oficial. A programação terá participação técnica de representantes do Ministério do Turismo e do Ministério da Pesca e Aquicultura.

A proposta do encontro é discutir o potencial da pesca esportiva como ferramenta de turismo e desenvolvimento econômico, sem deixar de lado temas como legislação ambiental, manejo, sustentabilidade e ordenamento da atividade.

Data, local e inscrição
Quando
17 de julho, às 14h30.
Onde
Teatro Banzeiros, em Porto Velho.
Participação
Inscrições gratuitas por formulário eletrônico, conforme informado pela fonte oficial.

Quem pode participar do evento em Porto Velho

As inscrições para o Fórum Amazônico de Pesca Esportiva são voltadas a diferentes públicos ligados ao setor ou interessados no tema. A lista inclui condutores de pesca, hotéis, restaurantes, transportadores, operadores do turismo, estudantes e pescadores esportivos.

A fonte oficial não informa limite de vagas, certificado ou programação complementar fora do horário divulgado. Por isso, a orientação é acompanhar os canais oficiais do município para eventuais atualizações.

Cuidado editorial

A pauta deve ser tratada como agenda técnica e de serviço. O evento discute oportunidades, mas não garante geração automática de renda, empregos ou novas atividades sem regras ambientais.

Programação reúne turismo comunitário e ordenamento da pesca

A programação do Fórum Amazônico de Pesca Esportiva inclui a palestra “Turismo de Base Comunitária”, com Humberto Pires, coordenador de Produção Associada ao Turismo do Ministério do Turismo.

Também está confirmada a participação de Raica Esteves Xavier Meante, engenheira de Pesca do Ministério da Pesca e Aquicultura, MPA, com o tema “Gestão e Ordenamento da Pesca Amadora e Esportiva”.

O debate também deve apresentar experiências desenvolvidas em outras regiões do país, com foco em caminhos para organizar a atividade de forma responsável.

Temas da programação

Turismo: turismo de base comunitária será abordado por representante do Ministério do Turismo.

Ordenamento: gestão e regras da pesca amadora e esportiva terão participação técnica do MPA.

Experiências: o fórum deve apresentar práticas de outras regiões do país.

Pesca esportiva exige regras, manejo e sustentabilidade

O Fórum Amazônico de Pesca Esportiva não deve ser lido como incentivo à pesca sem controle. A proposta informada pela fonte é discutir gestão, ordenamento, manejo da atividade e práticas sustentáveis alinhadas à legislação ambiental.

Na Amazônia, o turismo ligado aos rios precisa considerar conservação dos recursos naturais, respeito às comunidades locais, períodos permitidos, áreas autorizadas e práticas que reduzam impacto ambiental.

Por isso, o debate técnico é importante para aproximar visitantes, trabalhadores locais, empreendedores e poder público em torno de uma agenda responsável.

O que não pode ficar fora do debate
Manejo
A atividade precisa considerar regras, períodos, áreas permitidas e conservação dos recursos naturais.
Sustentabilidade
O turismo ligado aos rios deve evitar práticas predatórias e respeitar a legislação ambiental.
Comunidade
O ordenamento pode integrar visitantes, trabalhadores locais e empreendedores do setor.

Cadeia produtiva envolve turismo, serviços e economia local

Segundo a fonte oficial, o Fórum Amazônico de Pesca Esportiva deve discutir caminhos para a cadeia produtiva do setor, envolvendo condutores de pesca, hotéis, restaurantes, transportadores e demais empreendedores.

Em Porto Velho, o debate conversa com a economia de serviços, pequenos negócios, turismo de experiência e atividades que dependem da organização responsável dos atrativos naturais.

O evento pode contribuir para a construção de uma agenda técnica, mas o impacto econômico real dependerá de planejamento, regras claras, participação da comunidade e continuidade das ações.

Economia local

Operadores, guias, condutores, hotéis, restaurantes e transportadores podem ser impactados pela organização do setor, mas o fórum não deve ser tratado como garantia automática de renda ou empregos.

Porto Velho busca consolidar agenda sustentável

O Fórum Amazônico de Pesca Esportiva apresenta a pesca esportiva como tema de turismo e desenvolvimento local, mas o eixo central é a construção de uma atividade organizada, responsável e integrada ao território amazônico.

A fonte não informa limite de vagas, certificado, espécies de peixes ou locais específicos de pesca. Assim, a cobertura deve permanecer concentrada nos dados confirmados: data, local, inscrição gratuita, programação técnica e temas do debate.

Para quem atua no turismo ou acompanha o setor em Rondônia, o evento será uma agenda de serviço no Teatro Banzeiros, com participação gratuita e debate técnico sobre turismo sustentável, pesca esportiva e ordenamento da atividade.

Outras notícias sobre turismo, economia local e eventos em Rondônia podem ser acompanhadas na editoria Turismo da TVdoPOVO.

Mais informações institucionais podem ser consultadas nos canais oficiais da Agência de Notícias da Prefeitura de Porto Velho.

Com informações da Prefeitura Municipal de Porto Velho, Semtel e Agência de Notícias Porto Velho, via AgoraRO.

Porto Velho implanta Residências Terapêuticas para reforçar saúde mental

0
Residências Terapêuticas em Porto Velho oferecem moradia assistida e cuidado em liberdade no SUS
Serviço de Residências Terapêuticas oferece moradia assistida, acompanhamento multiprofissional e apoio à reinserção social. Foto: Secom/Porto Velho.

As Residências Terapêuticas em Porto Velho passaram a integrar a rede municipal de saúde mental como serviço voltado a pessoas egressas de longas internações psiquiátricas.

Segundo as informações divulgadas pela Prefeitura Municipal de Porto Velho e pela Semusa, o Serviço de Residências Terapêuticas, SRT, oferece moradia assistida, acompanhamento multiprofissional e cuidado em liberdade dentro da política de saúde mental do SUS.

Cuidado em liberdade

O serviço não deve ser confundido com hospital, abrigo comum ou casa de passagem. A proposta é oferecer moradia assistida, cuidado contínuo, convivência comunitária e construção gradual de autonomia.

Residências Terapêuticas em Porto Velho ampliam cuidado no SUS

As Residências Terapêuticas em Porto Velho são voltadas a pessoas que permaneceram por longos períodos internadas em hospitais psiquiátricos e que não possuem vínculos familiares ou condições imediatas de retorno ao convívio social.

O serviço faz parte da Rede de Atenção Psicossocial, RAPS, e segue diretrizes do Sistema Único de Saúde para o cuidado em liberdade, com apoio territorial, comunitário e multiprofissional.

Na prática, a implantação cria uma alternativa de moradia assistida para pessoas que precisam de acompanhamento contínuo, sem retomar o modelo de internação prolongada.

Quem pode ser atendido
Perfil
Pessoas egressas de longas internações psiquiátricas.
Condição
Ausência de vínculos familiares ou impossibilidade de retorno imediato ao convívio social.
Objetivo
Apoiar autonomia, cidadania, convivência comunitária e continuidade do cuidado em saúde mental.

Como o serviço foi estruturado pela Semusa

A implantação das Residências Terapêuticas em Porto Velho teve coordenação técnica da Gerência de Saúde Mental, vinculada ao Departamento de Média e Alta Complexidade, DMAC.

De acordo com a fonte oficial, o processo envolveu estudos técnicos, planejamento, organização dos fluxos assistenciais, elaboração do processo administrativo, credenciamento público e contratação de empresa especializada para execução do serviço.

Após o credenciamento público, foi firmado o Contrato nº 032/PGM/2026. O investimento anual estimado informado é de R$ 816.424,80.

Cuidado editorial

A implantação deve ser tratada como serviço público de saúde mental, sem promessa de reinserção automática. O acompanhamento depende das necessidades de cada morador, da equipe, do Projeto Terapêutico Singular e da rede de apoio.

Moradias assistidas funcionam como lares integrados à comunidade

As Residências Terapêuticas em Porto Velho funcionam como lares assistidos, em ambiente seguro e integrado à comunidade. O serviço oferece suporte para a rotina dos moradores e para a continuidade do cuidado.

Entre os apoios informados estão alimentação, medicação, transporte para consultas, atividades de lazer, apoio às atividades da vida diária e incentivo ao fortalecimento de vínculos sociais.

As unidades seguem orientações do Ministério da Saúde para Residências Terapêuticas Tipo I e Tipo II, dentro da lógica de cuidado territorial e substitutivo à internação psiquiátrica prolongada.

Como funcionam as moradias

Ambiente: lares assistidos, seguros e integrados à comunidade.

Apoio diário: alimentação, medicação, consultas, lazer e atividades da rotina.

Diretriz: cuidado em liberdade, com acompanhamento no território e respeito à autonomia possível.

RAPS e PTS organizam o cuidado dos moradores

Cada morador das Residências Terapêuticas em Porto Velho deve contar com acompanhamento contínuo, Projeto Terapêutico Singular, PTS, e acesso à Rede de Atenção Psicossocial, RAPS.

O PTS ajuda a organizar o cuidado conforme a história, as necessidades e o ritmo de cada pessoa. Já a RAPS articula os serviços de saúde mental e o cuidado contínuo no território.

Esse modelo evita tratar a moradia assistida como solução única ou como nova forma de internação. O eixo é cuidado individualizado, convivência social, vínculo comunitário e acompanhamento no SUS.

Acompanhamento dentro da rede
PTS
Organiza o cuidado individual e acompanha necessidades específicas de cada morador.
RAPS
Articula o acesso aos serviços de saúde mental e ao cuidado no território.
SUS
Sustenta a lógica de atenção pública, comunitária, territorial e integrada.

Equipe multiprofissional acompanha a rotina

O atendimento nas Residências Terapêuticas em Porto Velho é realizado por equipe multiprofissional formada por coordenadores, cuidadores, técnicos de enfermagem, enfermeiros, cozinheiros e auxiliares de serviços gerais.

Esse acompanhamento busca garantir assistência conforme as necessidades de cada residência, com atenção à rotina, à convivência comunitária e ao desenvolvimento gradual da autonomia.

O serviço também exige integração com a rede pública, porque moradores podem precisar de consultas, medicação, acompanhamento clínico, apoio psicossocial e atividades de reinserção social.

Diferença entre SRT e Casa Bem Viver Saúde

A fonte oficial diferencia as Residências Terapêuticas em Porto Velho da Casa Bem Viver Saúde. Os dois serviços integram a RAPS, mas possuem funções diferentes dentro da política municipal de saúde mental.

A Casa Bem Viver Saúde é destinada ao acolhimento transitório de adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade em decorrência do uso de substâncias psicoativas.

Já o SRT é moradia assistida voltada a pessoas egressas de longas internações psiquiátricas, com acompanhamento contínuo e promoção de autonomia, cidadania e reinserção social.

Funções diferentes

Residência Terapêutica: moradia assistida para egressos de longas internações psiquiátricas. Casa Bem Viver Saúde: acolhimento transitório de adolescentes e jovens em vulnerabilidade pelo uso de substâncias psicoativas.

Serviço substitui internações prolongadas por cuidado no território

As Residências Terapêuticas em Porto Velho integram a política nacional de saúde mental e funcionam como estratégia de substituição ao modelo de internações prolongadas.

A proposta é priorizar o cuidado em liberdade, a convivência comunitária e o respeito aos direitos das pessoas com sofrimento mental, sem transformar a moradia assistida em hospital ou internação.

Com a implantação do serviço, Porto Velho amplia a Rede de Atenção Psicossocial e passa a contar com uma estrutura especializada de moradia assistida alinhada às diretrizes do SUS.

Outras notícias sobre saúde pública, SUS e atendimento em Porto Velho podem ser acompanhadas na editoria Saúde da TVdoPOVO.

Mais informações institucionais podem ser consultadas na publicação oficial da Semusa sobre as Residências Terapêuticas em Porto Velho.

Com informações da Prefeitura Municipal de Porto Velho, Semusa e Agência de Notícias Porto Velho, via AgoraRO.

Rondônia deve ter semana de tempo firme e sem chuva, aponta INMET

0
Previsão do tempo em Rondônia mostra produtor rural em área de campo durante semana sem chuva
Previsão do tempo em Rondônia indica tempo firme entre 06 e 13 de julho, segundo o INMET.

A previsão do tempo em Rondônia indica uma semana de tempo firme e sem chuva entre 06 e 13 de julho de 2026, segundo boletim do Instituto Nacional de Meteorologia, INMET.

As informações constam no Informativo Meteorológico nº 27/2026 e ajudam moradores, produtores rurais, motoristas, trabalhadores externos e serviços públicos a organizar a rotina durante os próximos dias.

Semana sem chuva

O boletim aponta tempo firme no estado, mas não indica emergência climática. A informação deve ser usada como orientação de serviço para planejamento no campo, nas estradas e nas atividades ao ar livre.

Previsão do tempo em Rondônia aponta semana sem chuva

De acordo com o INMET, a previsão do tempo em Rondônia mostra que o estado deve permanecer com tempo firme durante a semana observada. O boletim não aponta acumulado de chuva para Rondônia nesse período.

O cenário deve ser lido com equilíbrio. A ausência de chuva ajuda no planejamento de atividades, mas não transforma a semana em alerta extremo. O foco da informação é orientar a rotina da população e de setores que dependem do clima.

O que o INMET indica
Período
A semana analisada vai de 06 a 13 de julho de 2026.
Condição
Rondônia deve permanecer com tempo firme ao longo da semana.
Chuva
O boletim não indica previsão de chuva para o estado no período.

Chuva fica concentrada fora de Rondônia

Na Região Norte, os maiores acumulados de chuva devem ficar concentrados em outras áreas. O INMET aponta volumes mais elevados no noroeste do Amazonas, em Roraima e no noroeste do Pará, com possibilidade de acumulados pontuais acima de 100 milímetros na semana.

No litoral do Pará, no Amapá e no centro do Amazonas, os volumes previstos são menores, de até 40 milímetros. Já no leste do Acre, no sul do Amazonas e no centro do Pará, a previsão é de precipitações pouco significativas, próximas de 5 milímetros.

No oeste do Acre, no Tocantins, em Rondônia e no sul do Pará, a indicação é de tempo firme. Por isso, a previsão do tempo em Rondônia reforça uma semana sem chuva prevista no estado.

Onde a chuva aparece no boletim

Acima de 100 mm: noroeste do Amazonas, Roraima e noroeste do Pará podem registrar os maiores acumulados.

Até 40 mm: litoral do Pará, Amapá e centro do Amazonas aparecem com volumes menores.

Cerca de 5 mm: leste do Acre, sul do Amazonas e centro do Pará têm previsão de chuva pouco significativa.

Tempo firme ajuda produtores, transporte e serviços externos

Para produtores rurais, trabalhadores de estrada, transporte e equipes que atuam ao ar livre, a previsão do tempo em Rondônia ajuda a organizar atividades que dependem de solo seco, deslocamento e menor risco de interrupção por chuva.

No campo, a semana de tempo firme pode favorecer manejo, manutenção, deslocamentos e tarefas externas. Nas cidades, o cenário também ajuda a planejar serviços, viagens curtas, obras leves e atividades que dependem de estabilidade no tempo.

Mesmo sem chuva prevista, a população deve manter cuidados básicos. Hidratação, proteção solar e atenção aos horários de maior exposição seguem importantes, principalmente para quem trabalha ou se desloca por longos períodos em áreas abertas.

Atenção ao leitor

A fonte usada nesta matéria não informa baixa umidade generalizada para todo o estado. Portanto, esse dado não deve ser tratado como regra estadual sem confirmação em boletim específico.

Previsão do tempo em Rondônia ajuda na rotina da semana

A previsão do tempo em Rondônia também interessa ao comércio, ao agro e a serviços públicos que dependem de planejamento operacional. A ausência de chuva pode facilitar deslocamentos, mas exige atenção com sol, poeira e atividades externas prolongadas.

Para quem vive em área rural, o ideal é acompanhar atualizações meteorológicas antes de organizar tarefas de campo, transporte de produção, manutenção de propriedade ou viagens por estradas de chão.

Cuidados na semana
Campo
Produtores podem organizar tarefas conforme a janela de tempo firme.
Transporte
Deslocamentos devem considerar sol, poeira e ausência de chuva.
Saúde
Hidratação e proteção solar seguem como cuidados básicos em atividades externas.

Mínimas de 18°C aparecem em áreas da Amazônia ocidental

Em boletim complementar para terça-feira, 07, e quarta-feira, 08, o INMET informou que temperaturas mínimas em torno de 18°C continuam sendo registradas em áreas de Rondônia, Acre e sul do Tocantins.

Esse dado não muda o eixo da matéria. A informação principal continua sendo a semana de tempo firme e sem chuva no estado, e não um novo episódio de friagem.

Boletins oficiais devem ser acompanhados

Quem precisa acompanhar a previsão do tempo em Rondônia, trabalhar ao ar livre, dirigir por longos trechos ou cumprir rotina em áreas rurais deve verificar as atualizações meteorológicas nos canais oficiais.

Boletins podem ser ajustados conforme novos dados. Por isso, decisões locais sobre viagens, atividades no campo, transporte ou serviços externos devem observar as informações mais recentes.

Serviço ao leitor

O boletim não aponta emergência climática para Rondônia nesta semana. A orientação é acompanhar os canais oficiais antes de viagens, deslocamentos rurais e atividades externas.

A previsão do tempo em Rondônia deve ser acompanhada como informação de serviço para produtores, motoristas, trabalhadores externos e moradores que precisam organizar a rotina durante a semana sem chuva.

Outras notícias sobre clima, agro e rotina no campo podem ser acompanhadas na editoria previsão do tempo e clima na TVdoPOVO.

Mais informações meteorológicas podem ser consultadas no portal oficial do Instituto Nacional de Meteorologia.

Com informações do Instituto Nacional de Meteorologia, INMET, via AgoraRO.

Café nota 100 em Rondônia: Daniel Suruí no RuralCast

0
Capa da TVdoPOVO sobre café nota 100 em Rondônia com Daniel Suruí no RuralCast e a juventude Paiter Suruí
Daniel Suruí, barista Paiter Suruí e filho de Rafael Suruí, participa do RuralCast em episódio sobre café nota 100, barismo e sucessão familiar em Cacoal.

Café nota 100 em Rondônia, barismo indígena e sucessão familiar foram os temas centrais de um novo episódio do RuralCast. A entrevista foi gravada durante o Dia de Campo Paiter Suruí, na Comunidade Lapetanha, dentro da Terra Indígena Sete de Setembro, em Cacoal.

O convidado foi Daniel Suruí, barista da comunidade Paiter Suruí e filho de Rafael Suruí, produtor do café que alcançou a histórica nota 100 e colocou a cafeicultura indígena de Rondônia em evidência.

Na conversa com Adalto Costa, Daniel contou como o reconhecimento do café da família despertou nele o interesse pelo preparo da bebida, pela extração, pela valorização da origem e pelo futuro dos jovens dentro da aldeia.

O episódio mostra que o café nota 100 em Rondônia não representa apenas uma conquista técnica. A história também fala de família, tradição, inovação, juventude e novas oportunidades para a comunidade Paiter Suruí.

▶️ Ative o som e assista ao episódio completo

Daniel Suruí fala sobre café nota 100, barismo, sucessão familiar e o futuro da cafeicultura Paiter Suruí em Cacoal.

Café nota 100 em Rondônia colocou a família Suruí em destaque

No início da entrevista, Daniel Suruí é apresentado como filho de Rafael Suruí, produtor do café que alcançou nota 100 e ganhou destaque pela qualidade. A conquista fortaleceu o nome da família e ampliou a visibilidade da cafeicultura indígena produzida em Rondônia.

Daniel explica que a relação da família com o café vem de gerações. Segundo ele, o trabalho começou antes do reconhecimento dos cafés especiais, mas ganhou novo significado depois da participação em concursos e da valorização da qualidade.

O resultado alcançado por Rafael Suruí motivou produtores indígenas e também produtores não indígenas. Para Daniel, a nota 100 abriu caminhos e fez com que ele próprio passasse a se interessar mais pelo universo do café.

Nesse contexto, o café nota 100 em Rondônia aparece como símbolo de origem, identidade e oportunidade. A conquista não ficou limitada à lavoura: ela ajudou a criar novas possibilidades para a juventude Paiter Suruí.

▶️ Assista ao trecho sobre o café nota 100

Daniel Suruí fala sobre o café da família, a conquista de Rafael Suruí e a motivação gerada dentro da comunidade.

Pontos do episódio
A entrevista mostra como o café especial fortalece a família, incentiva jovens e amplia a valorização da origem Paiter Suruí.
Família
a conquista de Rafael Suruí estimulou maior participação dos filhos
Barismo
Daniel buscou formação para preparar melhor o café produzido na aldeia
Futuro
o café abre novas possibilidades para jovens Paiter Suruí

Daniel Suruí decidiu valorizar o café também na xícara

Um dos momentos mais importantes da conversa é quando Daniel conta que o café produzido pelo pai despertou nele o desejo de entender melhor o preparo da bebida. A partir daí, o jovem passou a olhar para o barismo como uma forma de agregar valor ao produto da família.

Daniel participou de curso de barista promovido pela Três Corações, em Cacoal. A formação ajudou a aproximar o trabalho da lavoura da experiência de quem consome o café.

Com isso, a família passou a atuar em mais de uma etapa da cadeia. Além da produção, o preparo também passou a ter importância para apresentar o sabor, a origem e a história por trás do café.

O episódio mostra que o barismo pode ser um caminho para jovens indígenas participarem mais da cafeicultura. Daniel representa uma geração que une tradição familiar e novas técnicas de valorização do produto.

▶️ Assista ao trecho sobre o curso de barista

Daniel explica como o reconhecimento do café da família o incentivou a buscar formação como barista.

Sucessão familiar ganha força com os cafés especiais

Daniel relata que, antes, o trabalho com o café era mais concentrado no pai. Depois da conquista da nota 100, a família passou a se envolver mais na atividade e a enxergar novas possibilidades dentro da cafeicultura.

Esse envolvimento mostra a importância da sucessão familiar. Quando os jovens participam da produção, do preparo e da apresentação do café, a atividade ganha continuidade e passa a ter mais chances de permanecer dentro da comunidade.

O impacto também alcança outros produtores. Segundo Daniel, a conquista incentivou pessoas da família e da comunidade a trabalharem mais com café e a valorizarem o produto local.

Assim, o café nota 100 em Rondônia se torna uma referência que vai além do prêmio. Ele passa a funcionar como exemplo de qualidade, organização familiar e fortalecimento da produção indígena.

▶️ Assista ao trecho sobre família e produção

Daniel conta como o café especial passou a envolver mais a família na rotina produtiva.

Leitura do episódio

A força do café está na origem e na continuidade

Origem: o produto está ligado à história da família e ao território Paiter Suruí.

Preparo: o barismo ajuda a apresentar a qualidade do café para novos públicos.

Juventude: a sucessão familiar fortalece a permanência e o trabalho dentro da comunidade.

Família quer receber visitantes para apresentar o café na aldeia

Daniel também falou sobre os projetos para estruturar melhor o trabalho com café e receber visitantes interessados em conhecer o produto dentro da própria aldeia.

A proposta aproxima produção, preparo e turismo de experiência. A ideia é que as pessoas possam conhecer o café no território onde ele nasce, entendendo a história, o manejo e a importância da origem.

Esse caminho pode ampliar o valor do produto e criar novas formas de renda para a comunidade. Ao mesmo tempo, exige respeito à cultura local, à organização da aldeia e à preservação do território.

Ao apresentar o café dentro da própria comunidade, a família reforça que a bebida carrega identidade. O produto não é apenas grão ou xícara: é também memória, trabalho coletivo e pertencimento.

▶️ Assista ao trecho sobre receber visitantes

Daniel comenta os planos para preparar o café e receber pessoas interessadas em conhecer o produto na aldeia.

Cafeicultura abre caminhos para jovens Paiter Suruí

O episódio também mostra a importância do Dia de Campo Paiter Suruí como espaço de troca de conhecimento. O evento reuniu produtores, lideranças e instituições para discutir cadeias produtivas dentro da comunidade.

Daniel afirmou que participar do encontro foi uma novidade importante. Para ele, preparar o café da família e ver outras pessoas provando a bebida representa reconhecimento e incentivo.

A presença de jovens nesse processo é um ponto central da entrevista. Quando a juventude participa do cultivo, do preparo e da apresentação do café, a atividade ganha força e continuidade.

No encerramento, o RuralCast destaca o trabalho de Daniel, Rafael Suruí e da família. A história reforça como o café nota 100 em Rondônia se tornou símbolo de qualidade, orgulho indígena e futuro para novas gerações.

▶️ Assista ao trecho sobre juventude e Dia de Campo

Daniel fala sobre a experiência no evento e a alegria de preparar o café para o público.

Resumo rápido
Convidado:
Daniel Suruí, barista Paiter Suruí e filho de Rafael Suruí.
Local:
Dia de Campo Paiter Suruí, Comunidade Lapetanha, Terra Indígena Sete de Setembro, em Cacoal.
Tema:
café nota 100, barismo, sucessão familiar, jovens indígenas e valorização da origem.

Fonte da notícia:
RuralCast no YouTube.

MEIs de Rondônia entram no prazo nacional para renegociar dívidas

0
Desenrola MEI em Rondônia orienta microempreendedora com documentos e notebook em pequeno negócio
MEIs podem consultar débitos inscritos em Dívida Ativa da União e verificar opções de negociação pelo Regularize.

O Desenrola MEI em Rondônia entrou no calendário nacional de renegociação e pode ser consultado por microempreendedores individuais que tenham débitos inscritos em Dívida Ativa da União.

A adesão ao Desenrola MEI em Rondônia deve ser feita entre 6 de julho e 30 de setembro, exclusivamente pelo portal Regularize, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, PGFN, com acesso pela conta Gov.br.

Serviço ao microempreendedor

O Desenrola MEI em Rondônia vale para débitos inscritos em Dívida Ativa da União. A medida não deve ser confundida com dívida de banco, cartão, fornecedor ou débito municipal.

Como funciona o Desenrola MEI em Rondônia

Segundo as informações da base consultada, o Desenrola MEI em Rondônia deve ser entendido como uma alternativa oficial de consulta e negociação para microempreendedores com pendências na Fazenda Nacional.

Na prática, o programa é voltado para quem atua como MEI e possui débitos já inscritos em Dívida Ativa da União. Como a base nacional não informa quantos empreendedores de Rondônia podem ser alcançados, o caminho correto é verificar cada situação diretamente no ambiente oficial.

O acesso ao sistema não significa aprovação automática de desconto ou parcelamento. O Desenrola MEI em Rondônia depende das regras aplicadas pela PGFN e das opções realmente disponíveis para cada CNPJ no portal.

O que o MEI precisa saber
Público
Microempreendedores individuais com débitos inscritos em Dívida Ativa da União.
Canal
A consulta e a adesão são feitas pelo portal Regularize, com login Gov.br.
Cuidado
O programa não inclui automaticamente dívidas de bancos, fornecedores, cartões ou tributos municipais.

Prazo do Desenrola MEI em Rondônia vai até 30 de setembro

O prazo de adesão ao Desenrola MEI em Rondônia começou em 6 de julho e segue até 30 de setembro. O procedimento é totalmente digital e precisa ser feito dentro desse período para que o microempreendedor consiga verificar as opções disponíveis.

Ao acessar o sistema, o MEI pode consultar os débitos inscritos, analisar as modalidades de negociação e emitir o documento necessário para formalizar a adesão, quando decidir seguir com a renegociação.

Esse cuidado é importante porque a negociação só avança depois da escolha da opção disponível e da emissão da primeira parcela, quando exigida no fluxo do sistema.

Desenrola MEI em Rondônia pode oferecer descontos e parcelamento

As condições informadas pela via consultada indicam que o Desenrola MEI em Rondônia pode envolver renegociação de débitos de até R$ 20 mil, com descontos que podem chegar a 70% sobre juros, multas e encargos.

Também há possibilidade de parcelamento em até 145 meses, com parcela mínima de R$ 25. Esses valores, no entanto, não devem ser tratados como garantia para todos os casos.

O percentual de desconto, o número de parcelas e o valor final dependem da situação fiscal do CNPJ e das regras aplicadas pela PGFN dentro do Regularize.

Antes de aderir

A adesão ao programa não deve ser tratada como recomendação financeira automática. O MEI precisa analisar valor total, desconto, parcela inicial, prazo de pagamento e impacto no caixa do negócio.

Como aderir ao Desenrola MEI em Rondônia pelo Regularize

A adesão ao Desenrola MEI em Rondônia é feita exclusivamente pelo portal Regularize. O microempreendedor precisa entrar com a conta Gov.br vinculada ao titular do CNPJ.

Depois do acesso, o sistema permite consultar os débitos inscritos em Dívida Ativa da União, avaliar as opções disponíveis e seguir para a formalização da negociação, quando houver interesse.

O principal cuidado é evitar links recebidos por mensagem, redes sociais ou intermediários não verificados. O processo deve ocorrer apenas no ambiente oficial da PGFN.

Passo a passo básico

1. Acesse o portal Regularize da PGFN.

2. Entre com a conta Gov.br do titular.

3. Consulte os débitos inscritos em Dívida Ativa da União.

4. Analise as opções e formalize a adesão apenas se fizer sentido para o negócio.

Desenrola MEI em Rondônia deve ser separado de outros programas

Um ponto importante é não confundir o Desenrola MEI em Rondônia com programas de renegociação municipais ou estaduais. O programa nacional trata de débitos inscritos em Dívida Ativa da União.

Isso significa que pendências de IPTU, ISS ou outros débitos municipais seguem outra lógica e, quando houver programa local, precisam ser tratadas em ambiente próprio. O mesmo vale para dívidas com fornecedores, bancos e cartões.

Essa separação é importante para o MEI entender exatamente qual pendência está sendo negociada e não tomar decisões com base em comparação errada entre programas diferentes.

O que isso significa para os MEIs de Rondônia

Para os pequenos negócios, o Desenrola MEI em Rondônia pode ser uma alternativa útil para organizar pendências fiscais federais, recuperar regularidade e avaliar caminhos para manter o CNPJ em situação mais estável.

Na prática, microempreendedores de Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal, Vilhena e de outras cidades do estado podem consultar individualmente sua situação e verificar se há opções compatíveis com a realidade do negócio.

O Desenrola MEI em Rondônia deve ser tratado como informação de serviço. Antes de aderir, o ideal é comparar as condições disponíveis, entender o impacto financeiro e usar apenas os canais oficiais.

Outras notícias sobre pequenos negócios, economia e orientação ao empreendedor podem ser acompanhadas na editoria Economia da TVdoPOVO.

A consulta oficial deve ser feita pelo portal Regularize da PGFN.

Com informações do Governo Federal / PGFN, via Portal Contábeis e AgoraRO.

ANP monitora combustíveis no Norte durante estiagem; Rondônia entra em acompanhamento

0
Caminhão-tanque em área fluvial durante monitoramento de combustíveis no Norte na estiagem
Logística de combustíveis no Norte é acompanhada de forma preventiva durante a estiagem. Imagem ilustrativa.

Os combustíveis no Norte estão sob acompanhamento preventivo da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, ANP, durante o período de estiagem de 2026.

Para Rondônia, a informação deve ser lida com cautela. A fonte oficial não aponta desabastecimento no estado, não informa postos sem produto e não confirma aumento de preços. O objetivo do monitoramento é antecipar possíveis riscos logísticos ligados à redução da navegabilidade dos rios.

Monitoramento preventivo

A ANP acompanha planos de contingência e reuniões técnicas para reduzir riscos durante a seca. A informação sobre combustíveis no Norte deve ser tratada como pauta de prevenção e logística, não como alerta de crise em Rondônia.

Combustíveis no Norte são monitorados pela ANP

Segundo a ANP, o acompanhamento dos combustíveis no Norte ocorre antes do período mais crítico da estiagem. A agência informou que o trabalho mira potenciais impactos logísticos associados ao risco climático e à baixa dos rios na Região Norte.

A atuação preventiva é importante porque parte do abastecimento regional depende de hidrovias, bases, terminais, estoques, rotas de transporte e planejamento das empresas que operam em áreas mais sensíveis à seca.

A ANP também informa que realiza esse tipo de acompanhamento desde 2023 e que monitorou as duas maiores secas já registradas na região sem ocorrências de desabastecimento de combustíveis.

O que está em análise
Planos de contingência
A ANP solicitou documentos dos principais agentes que atuam no abastecimento regional.
Riscos logísticos
A redução da navegabilidade dos rios pode exigir ajustes no transporte, nas rotas e na operação.
Relatório técnico
As informações devem subsidiar o Relatório de Abastecimento da Região Norte 2026.

Planos de contingência estão em análise

Para 2026, a ANP solicitou a apresentação dos planos de contingência dos principais agentes que atuam com combustíveis no Norte. Os documentos estão em análise e devem ajudar a orientar medidas preventivas durante a estiagem.

Segundo a publicação oficial, foram enviados planos por empresas como Amazongás, Fogás, Atem’s, Vibra, Raízen, Ipiranga, Equador, REAM e Petrobras.

A próxima etapa envolve reuniões individuais para avaliar as ações previstas e eventuais medidas adicionais. Esse acompanhamento técnico busca organizar respostas antes que a seca alcance o período mais sensível para a navegação regional.

Sem alarme

A fonte oficial não registra falta de combustível em Rondônia, filas em postos, produto indisponível ou anúncio de aumento de preço. A pauta é de monitoramento, logística e prevenção.

Rios baixos exigem atenção à logística regional

A estiagem pode reduzir a navegabilidade dos rios e dificultar operações de transporte em áreas da Região Norte. Por isso, os combustíveis no Norte exigem atenção de empresas, órgãos reguladores e instituições responsáveis pelo acompanhamento do setor.

Na prática, o abastecimento depende de planejamento de rotas, estoques, transporte fluvial, terminais, bases e capacidade de resposta dos agentes que operam em regiões afetadas pela seca.

Essa análise não significa que consumidores devam antecipar compras ou estocar combustível. A orientação segura é acompanhar informações oficiais e evitar boatos sobre falta de produto, filas em postos ou aumento de preços.

O que a informação não significa

Não há falta confirmada: a fonte não aponta desabastecimento em Rondônia.

Não há alerta de filas: não há indicação oficial de postos sem produto.

Não há anúncio de preço: a publicação não confirma aumento de gasolina, diesel, etanol ou gás.

Rondônia aparece em discussão sobre sistemas isolados

A regionalização para Rondônia precisa ser feita com precisão. A ANP informou que participou de reuniões coordenadas pela ANEEL sobre planos de contingência dos sistemas isolados de energia elétrica, incluindo discussões relacionadas a Amazonas, Acre e Rondônia.

A agência também realiza reuniões com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, ANA, para acompanhar condições hídricas e possíveis impactos na logística.

Além disso, a ANP informou participação nos trabalhos de uma sala de acompanhamento coordenada pelo Ministério de Minas e Energia, MME, com foco na estiagem da Região Norte.

Agenda de acompanhamento
ANA
Reuniões para acompanhar condições hídricas e possíveis impactos logísticos.
ANEEL
Discussões sobre sistemas isolados, incluindo Acre e Rondônia.
MME
Sala de acompanhamento voltada à estiagem na Região Norte.

O que isso significa para consumidores em Rondônia

Para consumidores, transportadores e empresas em Rondônia, a principal mensagem é que os combustíveis no Norte estão sendo acompanhados de forma preventiva pela agência reguladora.

O monitoramento envolve planos de contingência, reuniões técnicas e consolidação de informações para orientar decisões durante a estiagem. A medida busca reduzir riscos logísticos e melhorar a capacidade de resposta dos agentes regulados.

Em caso de dúvidas sobre abastecimento, preços ou disponibilidade de produto, o consumidor deve buscar fontes oficiais e evitar compartilhar mensagens sem confirmação.

Orientação ao leitor

O acompanhamento dos combustíveis no Norte deve seguir como medida preventiva durante a estiagem, com foco em logística, planejamento e informação oficial.

Outras notícias sobre logística, economia e serviços públicos em Rondônia podem ser acompanhadas na editoria Economia em Rondônia da TVdoPOVO.

Mais informações institucionais podem ser consultadas no comunicado oficial da ANP sobre o monitoramento do abastecimento na Região Norte.

Com informações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, ANP, via AgoraRO.

Refis 2026 em Porto Velho tem prazo final para negociar dívidas municipais

0
Refis 2026 em Porto Velho orienta contribuinte com documentos, boletos e notebook sobre a mesa
Refis 2026 permite negociar débitos municipais em Porto Velho até 31 de julho.
O Refis 2026 em Porto Velho segue com prazo aberto para moradores e empresas que precisam negociar dívidas municipais. A adesão pode ser feita até 31 de julho, conforme as regras do programa de regularização fiscal.Segundo as informações divulgadas pela Prefeitura Municipal de Porto Velho, o programa contempla débitos vencidos até 31 de dezembro de 2025, incluindo pendências de IPTU, ISS, taxas municipais e dívida ativa.

Serviço ao contribuinte

O prazo final para aderir ao Refis 2026 é 31 de julho. A negociação deve ser formalizada presencialmente, e cada débito precisa ser analisado conforme as regras do programa municipal.

Refis 2026 em Porto Velho termina em 31 de julho

O Refis 2026 em Porto Velho é voltado a contribuintes pessoas físicas e jurídicas com débitos municipais em aberto. A adesão precisa ser feita dentro do prazo estabelecido pela legislação municipal.

A Lei Complementar-DL nº 1.057, de 05 de maio de 2026, institui o Programa de Estímulo à Regularização Fiscal de Contribuintes do Município de Porto Velho. A regra abrange débitos de natureza tributária ou não tributária vencidos até 31 de dezembro de 2025.

Prazo e atendimento
Data limite
A adesão ao programa segue até 31 de julho.
Forma de adesão
O pedido deve ser presencial e formalizado pelo contribuinte.
Local
Procuradoria-Geral do Município, na Avenida Sete de Setembro, nº 1.044, Centro, Porto Velho.

Quais dívidas podem entrar na negociação

No Refis 2026 em Porto Velho, podem ser avaliados débitos municipais vencidos até 31 de dezembro de 2025. A lista inclui IPTU, ISS, taxas municipais e outras pendências inscritas em nome do contribuinte.

Também podem ser analisados débitos em cobrança judicial, desde que o contribuinte procure o atendimento indicado pelo município e formalize o pedido de adesão. Isso não significa aprovação automática, porque cada caso depende do enquadramento nas regras do programa.

Débitos que podem ser avaliados

IPTU: pendências imobiliárias municipais vencidas dentro do prazo do programa.

ISS: débitos do Imposto Sobre Serviços, quando enquadrados nas regras municipais.

Taxas e dívida ativa: outras pendências municipais podem ser verificadas, inclusive valores inscritos em dívida ativa.

Descontos variam conforme a forma de pagamento

O Refis 2026 em Porto Velho prevê possibilidade de redução dos valores cobrados a título de juros e multa de mora. O percentual de desconto varia de acordo com a modalidade escolhida pelo contribuinte.

Quem opta pelo pagamento à vista concentra o maior abatimento. Já o parcelamento permite dividir o débito em até 36 parcelas mensais, com desconto ajustado à modalidade.

Atenção antes de aderir

O parcelamento não deve ser tratado como recomendação financeira automática. Cada contribuinte precisa avaliar renda, capacidade de pagamento, valor total da dívida e condições oferecidas no atendimento.

Regularização pode ajudar na emissão de CND

A adesão ao Refis 2026 em Porto Velho pode ajudar contribuintes a regularizar pendências perante o município, conforme a situação do débito e a formalização da negociação.

A regularização pode permitir acesso à Certidão Negativa de Débitos, CND, documento exigido em financiamentos, compra e venda de imóveis, participação em licitações e outras situações que dependem de regularidade fiscal.

Débitos não negociados continuam sujeitos à cobrança administrativa. Caso não haja regularização, podem ser encaminhados para execução fiscal, com possibilidade de protesto, restrições de crédito e outras medidas previstas em lei.

Antes de procurar atendimento
Confira o titular
Verifique se a dívida está em nome da pessoa física ou jurídica correta.
Veja a data do débito
O programa considera dívidas vencidas até 31 de dezembro de 2025.
Analise a modalidade
Compare pagamento à vista e parcelamento antes de formalizar a adesão.

Atendimento é presencial na Procuradoria-Geral do Município

A adesão ao Refis 2026 em Porto Velho deve ser feita presencialmente na Procuradoria-Geral do Município, localizada na Avenida Sete de Setembro, nº 1.044, Centro.

O contribuinte deve buscar atendimento com documentos e informações da dívida para confirmar enquadramento, forma de pagamento e condições disponíveis. A formalização é etapa necessária para que a negociação tenha validade.

Outras notícias sobre impostos, serviços digitais, economia e orientação ao contribuinte podem ser acompanhadas na editoria Economia em Rondônia da TVdoPOVO.

Mais informações institucionais sobre o programa podem ser consultadas na página oficial do Refis 2026 da Prefeitura de Porto Velho.

Com informações da Prefeitura Municipal de Porto Velho, via AgoraRO.

Pé-de-Meia 2026 paga 4ª parcela e orienta estudantes de Rondônia

0
Pé-de-Meia 2026 orienta estudantes de Rondônia sobre frequência escolar e pagamento
Estudantes beneficiários do Pé-de-Meia 2026 devem acompanhar frequência escolar e pagamento pelos canais oficiais. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.

O Pé-de-Meia 2026 entrou em nova etapa de pagamento da 4ª parcela do incentivo frequência, com orientação para estudantes e famílias de Rondônia acompanharem os dados pelos canais oficiais do programa.

A parcela é de R$ 200 e depende do registro mínimo de 80% de frequência escolar. O pagamento é feito em conta da Caixa Econômica Federal aberta em nome do estudante beneficiário.

Ponto central

Estudantes de Rondônia devem verificar frequência escolar, CadÚnico, CPF e situação do pagamento diretamente nos canais oficiais, com login Gov.br, ou buscar orientação na escola em caso de divergência.

Pé-de-Meia 2026 paga 4ª parcela do incentivo frequência

Segundo a Agência Brasil, a 4ª parcela do Pé-de-Meia 2026 corresponde ao incentivo frequência. O pagamento desta etapa foi organizado conforme o mês de nascimento dos estudantes beneficiários.

O grupo de nascidos em novembro e dezembro encerra o calendário desta etapa. Para receber, é necessário que o estudante tenha alcançado a frequência mínima exigida nas aulas do período considerado.

Como a reportagem nacional não informa quantos estudantes de Rondônia recebem a parcela, a orientação correta é que cada aluno ou responsável consulte a situação individualmente pelos canais oficiais.

Quem recebe nesta etapa
Valor
A parcela do incentivo frequência é de R$ 200.
Frequência
O estudante precisa ter pelo menos 80% de presença nas aulas.
Pagamento
O depósito é feito em conta da Caixa em nome do estudante beneficiário.

Calendário do Pé-de-Meia 2026 foi organizado por nascimento

O calendário da 4ª parcela do Pé-de-Meia 2026 começou em 29 de junho e foi escalonado conforme o mês de nascimento dos estudantes. A organização busca distribuir os pagamentos ao longo dos dias previstos.

De acordo com a base informada, estudantes nascidos em janeiro e fevereiro receberam no início da etapa. Em seguida, foram contemplados os grupos de março e abril, maio e junho, julho e agosto, setembro e outubro, até chegar aos nascidos em novembro e dezembro.

Calendário informado

29/06: nascidos em janeiro e fevereiro.

30/06 a 03/07: grupos de março a outubro, conforme mês de nascimento.

06/07: nascidos em novembro e dezembro encerram a etapa.

Critérios exigem CadÚnico, CPF regular e frequência

A participação no Pé-de-Meia 2026 ocorre de forma automática para estudantes que atendem aos critérios do programa. Não há necessidade de cadastro específico, mas as informações precisam estar corretas nos sistemas oficiais.

Entre os requisitos estão matrícula na rede pública, inscrição ativa no CadÚnico, renda familiar dentro dos limites do programa, CPF regular e frequência mínima de 80% nas aulas.

Para estudantes da Educação de Jovens e Adultos, também há regras próprias de faixa etária e vínculo com a rede pública. Por isso, cada situação deve ser acompanhada com atenção no sistema oficial.

Atenção ao estudante

O pagamento não deve ser tratado como automático para todos. O recebimento depende de enquadramento nos critérios do programa, dados corretos e frequência escolar mínima registrada.

Como consultar o benefício em Rondônia

Estudantes e famílias de Rondônia devem consultar o Pé-de-Meia 2026 pela página eletrônica do estudante, usando login Gov.br e senha da conta do próprio aluno.

Nesse ambiente, aparecem informações sobre pagamentos, dados escolares, frequência e situação no programa. Em caso de divergência nos dados de presença, a escola deve ser procurada para orientação.

A Caixa Econômica Federal é responsável pela abertura das contas e pelo pagamento dos valores repassados pelo Ministério da Educação aos estudantes aptos.

Onde buscar informação
Consulta oficial
Acompanhar a situação do benefício com login Gov.br na página do programa.
Escola
Procurar a unidade de ensino quando houver dúvida sobre frequência ou dados escolares.
MEC
O Fale Conosco do Ministério da Educação atende pelo telefone 0800-616161.

Estudantes de Rondônia devem conferir dados oficiais

Em Rondônia, o principal cuidado é acompanhar os dados escolares, a frequência registrada, a situação do CadÚnico e o CPF. Sem informação estadual específica, não é correto divulgar número de beneficiários no estado sem fonte oficial.

O programa também prevê outras modalidades de incentivo, como matrícula, conclusão e participação no Enem, mas esses pagamentos não devem ser confundidos com a 4ª parcela do incentivo frequência.

Mensagens sobre pagamento, antecipação, valores diferentes ou cadastro por links desconhecidos devem ser verificadas antes de qualquer compartilhamento. A recomendação é usar apenas canais oficiais.

Programa busca permanência no ensino médio

O Pé-de-Meia 2026 funciona como incentivo financeiro para apoiar a permanência de jovens no ensino médio. O objetivo é reduzir abandono escolar e estimular a conclusão dos estudos.

Para as famílias, o benefício deve ser acompanhado como informação de serviço: calendário, valor, frequência, CadÚnico, CPF e consulta oficial. A escola continua sendo referência importante quando houver dúvida sobre presença ou dados enviados.

Outras notícias sobre educação, serviços públicos e programas federais podem ser acompanhadas na editoria Educação Brasil da TVdoPOVO.

Mais informações sobre o programa podem ser consultadas na página oficial do Pé-de-Meia no Ministério da Educação.

Com informações da Agência Brasil.

Jardim de chuva urbano ilustra manutenção preventiva de estruturas de drenagem em Porto Velho.

Porto Velho inicia limpeza de jardins de chuva e retira 2 mil litros de...

0
Limpeza em duas estruturas retirou 2 mil litros de resíduos e desobstruiu entradas de água.
Composição digital ilustrativa de quatro participantes à mesa de entrevistas do Vida Plena, com microfones e tela temática sobre neurodesenvolvimento ao fundo.

Vida Plena debate TDAH e autismo, terapias e inclusão

0
Episódio do Vida Plena reúne especialistas para falar sobre TDAH, autismo, terapias e inclusão.
Ambiente institucional ilustrativo de gestão escolar relacionado à eleição do CME em Porto Velho.

Eleição para o Conselho de Educação teve 85,4% de participação em Porto Velho

0
Semed registra 117 votantes entre 137 aptos; resultado ainda depende de etapas previstas no edital.
Ilustração de equipamentos oftalmológicos em ambiente clínico para notícia de entrega ao Hospital de Base de Rondônia.

Hospital de Base recebe dois aparelhos para tratamentos dos olhos

0
Hospital de Base recebe dois aparelhos para tratamentos dos olhos; início da utilização ainda não foi confirmado.
Extração de látex de uma seringueira em imagem ilustrativa sobre a retomada da cadeia da borracha em Porto Velho.

Porto Velho prevê até R$ 400 mil para retomar cadeia da borracha

0
Edital da SEMA prevê até R$ 400 mil para futura parceria voltada à borracha e até 60 famílias.