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segunda-feira, junho 22, 2026
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Google libera passaporte digital no celular para brasileiros

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Passaporte digital no Google ID aparece em celular ao lado de passaporte brasileiro físico
Passaporte digital no Google ID permite guardar uma versão do documento no celular, mas não substitui o passaporte físico em viagens internacionais.

Passaporte digital no Google ID começa a ser liberado para brasileiros pela Carteira do Google e promete facilitar a identificação em serviços digitais. A novidade permite criar uma versão digital do passaporte dentro do celular, com validação do documento, leitura do chip eletrônico e reconhecimento facial.

A ferramenta chega como parte do avanço da digitalização de documentos no Brasil. No entanto, o ponto mais importante para o viajante é claro: o recurso não substitui o passaporte físico em viagens internacionais. Para embarque, imigração, controle de fronteira e entrada em outros países, o documento tradicional continua obrigatório.

Serviço digital

O que o passaporte digital permite fazer

A credencial digital fica salva na Carteira do Google e pode ajudar na confirmação de identidade ou idade em serviços compatíveis, sempre como complemento ao documento físico.

1

Documento no celularA versão digital fica armazenada na Carteira do Google.

NFC

Leitura do chipA tecnologia confere os dados do passaporte eletrônico.

Físico

Segue obrigatórioO passaporte físico continua exigido em viagens internacionais.

Como funciona o passaporte digital no Google ID

Na prática, o sistema transforma os dados do passaporte em uma credencial digital guardada no aparelho. O cadastro ocorre pela Google Wallet, também conhecida no Brasil como Carteira do Google, em celulares compatíveis com a tecnologia necessária para leitura do documento.

Passaporte digital no Google ID em smartphone ao lado de passaporte brasileiro físico
Passaporte digital no Google ID permite usar uma versão digital do documento em serviços compatíveis, mas não substitui o passaporte físico em viagens internacionais.

Durante o processo, o usuário precisa fotografar a página principal do passaporte, fazer a leitura do chip eletrônico e passar por reconhecimento facial em vídeo. Essas etapas servem para confirmar se o documento é verdadeiro e se pertence à pessoa que está criando o ID digital.

Validação

Etapas de criação do ID digital

01

Foto da página principal

O usuário registra a página principal do passaporte para iniciar a conferência.

02

Leitura do chip eletrônico

A validação usa NFC, tecnologia também presente em pagamentos por aproximação.

03

Reconhecimento facial em vídeo

Um vídeo ajuda a confirmar que a pessoa cadastrando o documento é a titular.

04

Confirmação dos dados biométricos

Os dados são conferidos antes de a credencial ficar disponível no celular.

Passaporte digital no Google ID não muda regras de viagem

Apesar do avanço, o passaporte digital no Google ID tem uso limitado. Ele pode facilitar a rotina em serviços digitais compatíveis, mas não libera o viajante de apresentar o passaporte físico quando isso for exigido pelas autoridades.

Isso significa que nada muda para embarques internacionais, imigração, controle de fronteira ou entrada em outros países. O documento físico continua sendo a referência oficial para viagens ao exterior. Portanto, quem pretende viajar deve manter o passaporte tradicional válido e em mãos.

Atenção ao viajante

O que muda e o que continua igual

A novidade melhora a rotina digital, mas não altera as regras oficiais de viagem, visto, embarque ou imigração.

Pode facilitar

Identificação digital

Ajuda na identificação em serviços digitais compatíveis e na confirmação de idade ou dados pessoais.

Continua obrigatório

Passaporte físico

O documento tradicional segue exigido para embarque internacional, imigração, controle de fronteira e entrada em outros países.

Segurança e privacidade no celular

Segundo as informações divulgadas sobre o recurso, a proposta envolve criptografia e armazenamento seguro dentro do aparelho. O sistema também prevê controle sobre quais dados serão compartilhados em cada verificação, permitindo apresentar apenas as informações necessárias em determinadas situações.

Passaporte digital no Google ID aparece em celular com bandeira do Brasil ao fundo
Passaporte digital no Google ID começa a ser liberado para brasileiros pela Carteira do Google, mas não substitui o documento físico em viagens internacionais.

Esse ponto é relevante porque documentos digitais precisam unir praticidade e proteção. A ideia é reduzir a exposição de dados pessoais quando a pessoa precisa comprovar identidade ou idade em serviços compatíveis.

O passaporte digital no Google ID acompanha uma tendência já usada ou testada em países como Estados Unidos, Reino Unido, Singapura e Taiwan. A lógica é levar documentos e credenciais para o celular, sem eliminar automaticamente os documentos físicos exigidos por lei ou por autoridades de fronteira.

Impacto prático

O que o brasileiro precisa guardar

O passaporte digital no Google ID pode tornar a identificação mais simples, mas precisa ser entendido como apoio digital, não como mudança nas regras de viagem.

Praticidade no dia a dia

O celular passa a concentrar mais uma credencial de identificação dentro da Carteira do Google.

Atenção antes de viajar

O viajante ainda deve conferir quais documentos são aceitos em aeroportos e processos de imigração.

Limite da tecnologia

O ID digital não interfere na aprovação de vistos nem nas regras de entrada em outros países.

Antes de viajar, atenção aos documentos

Quem vai sair do país deve tratar o passaporte digital no Google ID como uma ferramenta complementar. Ele pode ajudar no dia a dia, mas não substitui a preparação básica para uma viagem internacional.

Por isso, o viajante deve verificar a validade do passaporte físico, exigências de visto, regras do país de destino e documentos aceitos no aeroporto. A novidade melhora a experiência digital, mas a decisão sobre embarque, imigração e entrada em outro país continua seguindo as normas oficiais de cada autoridade.

Fonte da notícia: Só Notícia Boa

Mais leitura

Rondônia terá de devolver R$ 1,7 milhão ao Fundo Estadual de Saúde

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desvio de recursos do sus em rondônia
Ambulâncias na entrada de unidade de saúde em Rondônia; decisão judicial determina reposição de recursos ao SUS.

Desvio de recursos do SUS em Rondônia levou a Justiça Federal a determinar que o Estado devolva R$ 1.704.575,34 ao Fundo Estadual de Saúde. O valor se refere a verba do Sistema Único de Saúde que, segundo a decisão, foi usada em 2001 para pagar faturas da empresa Porto Seguro Cia de Seguros Gerais.

A cobrança ocorre na fase de cumprimento de sentença de uma Ação Civil Pública. O caso envolve atualização monetária, uso irregular de dinheiro vinculado à saúde e obrigação de fiscalização pela União quando o recurso voltar ao fundo estadual.

Painel financeiro

Valor atualizado passou de R$ 181,8 mil para R$ 1,7 milhão

A perícia técnica concluiu a atualização monetária em março de 2026. Com isso, o montante original ficou quase dez vezes maior.

R$ 1,7 mi
Valor atualizado
Montante que deve retornar ao Fundo Estadual de Saúde.
R$ 181,8 mil
Valor original
Quantia inicial apontada como desvio de finalidade.
2001
Ano do fato
Período em que a verba do SUS foi usada para pagar a seguradora.

Desvio de recursos do SUS em Rondônia envolveu pagamento a seguradora

A irregularidade ocorreu durante a gestão do ex-governador José Bianco. A prova central citada no processo foi a Ordem Bancária nº 2001OB03322, que comprovou o uso de verba da saúde para quitar dívida contratual com a seguradora.

O desvio de recursos do SUS em Rondônia foi tratado como violação à destinação legal da verba pública. Como os recursos transferidos para a saúde devem financiar ações e serviços da área, a decisão determinou a recomposição do valor ao fundo estadual.

Ambulâncias em frente a hospital de Rondônia em matéria sobre desvio de recursos do SUS
Ambulâncias na entrada de unidade de saúde em Rondônia; decisão judicial determina reposição de recursos ao SUS.
Linha do processo

Caso chegou à fase de cumprimento de sentença

1
Desvio apontado
Verba do SUS foi usada para pagamento de faturas da Porto Seguro.
2
Decisão definitiva
O trânsito em julgado ocorreu em 2022, encerrando a discussão principal.
3
Execução
A etapa atual cobra a reposição do valor atualizado ao Fundo Estadual de Saúde.

Ação citou crise administrativa na saúde

A Ação Civil Pública descreveu um quadro de desorganização administrativo-financeira nas unidades de saúde do estado. Segundo a matéria-base, os Ministérios Públicos afirmaram que o desvio de finalidade ocorreu em um contexto grave nos hospitais públicos de Rondônia.

A ação também apontou omissão da União na fiscalização dos repasses. Por isso, além da reposição pelo Estado, a União foi condenada a fiscalizar a aplicação efetiva do valor devolvido.

Comparativo do valor

Correção elevou a cobrança final

Antes da atualização
R$ 181,8 mil
Após atualização em 2026
R$ 1.704.575,34

Estado apresentou medidas de regularização

A ação também apontou que o Estado de Rondônia teria deixado de destinar o percentual mínimo da arrecadação estadual ao Fundo Estadual de Saúde, em período relacionado aos meses de outubro de 2000 a fevereiro de 2001. Segundo o material do MPF e do MPT, a irregularidade envolvia mais de R$ 18 milhões que deveriam reforçar a área da saúde.

Mesmo assim, a decisão definitiva manteve a obrigação de recompor o fundo. Dessa forma, o desvio de recursos do SUS em Rondônia chega à fase de cobrança do valor atualizado, com destinação vinculada à saúde pública.

Ambulâncias em hospital de Rondônia ilustram atendimento do SUS e saúde pública estadual
Ambulâncias estacionadas em unidade hospitalar de Rondônia ilustram matéria sobre recursos públicos destinados à saúde.
Destino obrigatório

Recurso deve voltar para a saúde pública

Reposição

Fundo Estadual de Saúde
O valor atualizado deve retornar ao fundo da saúde.

Fiscalização

União deve acompanhar
A aplicação efetiva do montante devolvido deve ser fiscalizada.

Uso legal

Ações e serviços públicos
A verba deve ser aplicada exclusivamente na saúde.

União deve fiscalizar aplicação do recurso

Com o trânsito em julgado ocorrido em 2022, o processo entrou na etapa de execução. Além da reposição pelo Estado, a União deve garantir que o montante devolvido seja usado somente em ações e serviços públicos de saúde.

O desvio de recursos do SUS em Rondônia, portanto, passa agora pela recomposição financeira e pela fiscalização da finalidade do dinheiro público. A decisão reforça que verba vinculada à saúde deve retornar à área para a qual foi originalmente destinada.

Fonte da notícia:

MPF/MPT

Ilha mais isolada do mundo entra em alerta após caso suspeito de hantavírus

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Hantavírus em Tristão da Cunha alerta ilha isolada no Atlântico Sul
Ilha remota no Atlântico Sul entrou em alerta após caso suspeito de hantavírus ligado a cruzeiro.

Hantavírus em Tristão da Cunha colocou em alerta uma das comunidades habitadas mais isoladas do mundo. A ilha fica no Atlântico Sul, tem apenas 216 moradores, não possui aeroporto e só pode ser acessada por navio.

O caso suspeito envolve um cidadão britânico e foi informado pela agência de segurança sanitária do Reino Unido. As autoridades rastreiam passageiros do cruzeiro MV Hondius e pessoas que tiveram contato com eles após a embarcação passar pela ilha, em 15 de abril.

Painel do alerta

Surto ligado a cruzeiro mobiliza rastreamento

O foco das autoridades está nos passageiros do MV Hondius e nas pessoas que tiveram contato com eles depois da passagem pela ilha.

8Casos suspeitosTotal identificado até agora dentro da investigação sanitária.
6ConfirmadosCasos já confirmados no surto associado à embarcação.
15/4Passagem do NavioData em que o MV Hondius passou por Tristão da Cunha.

Ponto central: o alerta envolve uma ilha pequena, de acesso difícil, e um rastreamento que depende de identificar contatos após a passagem do cruzeiro.

Hantavírus em Tristão da Cunha chama atenção pelo isolamento

Tristão da Cunha integra o território britânico ultramarino de Santa Helena, Ascensão e Tristão da Cunha. A terra habitada mais próxima é Santa Helena, a cerca de 2.400 quilômetros. Já a África do Sul fica a aproximadamente 2.800 quilômetros a leste.

Tristão da Cunha mostra relevo vulcânico e isolamento no Atlântico Sul
Vista aérea de ilha vulcânica remota ajuda a mostrar o isolamento de Tristão da Cunha no Atlântico Sul.

O isolamento ajuda a explicar a repercussão do hantavírus em Tristão da Cunha. Como não há aeroporto, a única forma de chegar ao arquipélago é pelo mar, em viagens que partem de Cidade do Cabo poucas vezes por ano. Dependendo das condições do oceano, a travessia pode levar quase uma semana.

Rota do isolamento

A ilha depende do mar para se conectar ao mundo

A localização remota transforma qualquer deslocamento em operação planejada, sujeita à rota marítima e às condições do Atlântico Sul.

1
Sem aeroporto
A ilha não recebe voos comerciais, equipes externas ou visitantes por via aérea.
2
Saída por Cidade do Cabo
As viagens partem da África do Sul e dependem das condições do oceano.
3
Travessia longa
A viagem pode se aproximar de uma semana, enquanto Santa Helena fica a cerca de 2.400 km.

Comunidade pequena vive alerta com hantavírus em Tristão da Cunha

Toda a população vive em Edinburgh of the Seven Seas. Segundo a administração local citada na reportagem original, a ilha tem 216 pessoas, muitas descendentes de colonos que se estabeleceram na região no século XIX.

As terras pertencem coletivamente à comunidade. A criação de animais também é controlada para preservar áreas de pastagem e evitar concentração de riqueza. Além disso, estrangeiros não podem comprar terras nem morar permanentemente na ilha.

Comunidade de Tristão da Cunha mostra isolamento da ilha no Atlântico Sul
Pequena comunidade costeira de Tristão da Cunha vive cercada pelo mar e por montanhas no Atlântico Sul.
Ficha da comunidade

Poucos moradores, regras próprias e território reduzido

A organização local combina população pequena, terra coletiva e controle sobre atividades que poderiam gerar desigualdade.

216

Moradores
População total informada pela administração do arquipélago.

98 km²

Área Total
Território cerca de 220 vezes menor que Sergipe.

Terra Coletiva

Propriedade Comunitária
As terras pertencem à comunidade local; estrangeiros não podem comprar terras nem morar permanentemente na ilha.

Economia local é simples e o turismo é reduzido

A economia de Tristão da Cunha é pequena e se baseia principalmente em agricultura de subsistência, pesca e venda de selos e moedas comemorativas para colecionadores. O turismo existe, mas em escala limitada, ligado à natureza e ao isolamento extremo.

Entre os pontos conhecidos está o vulcão Queen Mary’s Peak. Em 1961, uma erupção obrigou a população a deixar temporariamente a ilha e seguir para o Reino Unido. Meses depois, parte dos moradores retornou para reconstruir a comunidade.

Comunidade de Tristão da Cunha mostra isolamento no Atlântico Sul
Vista aérea mostra a pequena comunidade de Tristão da Cunha cercada pelo oceano e por relevo vulcânico.

O que se sabe sobre o hantavírus em Tristão da Cunha

O hantavírus em Tristão da Cunha faz parte de um surto investigado a partir do MV Hondius. O vírus causa a hantavirose e, em humanos, pode se manifestar como Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus.

Matriz sanitária

Sintomas, risco e forma comum de transmissão

A fonte original cita informações do Ministério da Saúde brasileiro sobre sintomas, agravamento e contato com roedores infectados.

Sintomas citados
Febre, fadiga, dores musculares, dor de cabeça, tontura, calafrios e problemas abdominais.
Forma comum
Inalação de partículas formadas a partir de urina, fezes e saliva de roedores infectados.
Quadros graves
A doença pode provocar comprometimento cardíaco e problemas pulmonares e cardiovasculares severos.
Observação da fonte: roedores silvestres podem eliminar o vírus pela urina, saliva e fezes sem adoecer.

De acordo com as informações citadas na reportagem, o hantavírus em Tristão da Cunha pode provocar comprometimento cardíaco em humanos. Em quadros mais graves, também pode levar a problemas pulmonares e cardiovasculares mais severos.

O caso ganhou destaque porque combina alerta sanitário e geografia extrema. O hantavírus em Tristão da Cunha colocou uma pequena comunidade oceânica no centro de uma investigação internacional, em um local onde o acesso limitado torna qualquer acompanhamento mais complexo.

Fonte da notícia: G1, com informações da Reuters.

Véspera do Dia das Mães: mousse fácil fecha série de receitas especiais

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Mousse para o Dia das Mães em taças transparentes com sabores de limão e maracujá
Mousse de limão e maracujá fecha a série de receitas com uma sobremesa simples, cremosa e preparada com carinho.

Mousse para o Dia das Mães é a nona e última sugestão da série especial do TVdoPOVO antes do resumo final. Na véspera da data, a proposta é uma sobremesa simples, cremosa e rápida, que pode ser feita com limão ou maracujá e deixada pronta na geladeira.

Como falta apenas 1 dia para o Dia das Mães, ainda dá tempo de comprar poucos ingredientes, preparar as taças, deixar a sobremesa gelar e completar o almoço com um toque doce. Depois de oito opções salgadas, a série fecha com uma receita prática para filhos que querem surpreender sem complicar.

Contagem regressiva

Receita 9 de 9 para o almoço das mães

A série chega à última receita com uma sobremesa fácil, econômica e perfeita para preparar na véspera. O mousse pode ser de limão ou maracujá, conforme o gosto da família.

Por que escolher mousse para o Dia das Mães?

O mousse para o Dia das Mães funciona muito bem porque é uma sobremesa simples, leve e fácil de servir. Diferente de receitas que precisam de forno, calda complicada ou muitos passos, o mousse pode ser preparado no liquidificador e finalizado em taças, travessa ou potes individuais.

Outro ponto positivo é a antecedência. Como a sobremesa precisa gelar, ela pode ser feita no dia anterior, deixando o domingo mais livre para o prato principal, os acompanhamentos e a organização da mesa. Isso ajuda muito quem quer preparar tudo com calma.

A receita também permite escolha de sabor. O mousse de limão tem sabor mais cítrico e refrescante. Já o mousse de maracujá traz uma acidez suave e uma aparência bonita quando recebe a polpa da fruta por cima. As duas versões combinam bem com almoço de família.

Ingredientes do mousse fácil

Para preparar o mousse para o Dia das Mães, escolha entre limão ou maracujá. A base é praticamente a mesma, e o que muda é o suco da fruta e a decoração final.

  • 1 lata ou caixa de leite condensado
  • 1 caixa de creme de leite
  • 1/2 xícara de suco de limão ou 1/2 xícara de suco concentrado de maracujá
  • Raspas de limão para decorar, se fizer a versão de limão
  • Polpa de maracujá para decorar, se fizer a versão de maracujá
  • Taças, potes pequenos ou uma travessa para servir

Quem quiser uma textura mais firme pode acrescentar gelatina incolor hidratada conforme as instruções da embalagem. No entanto, para uma versão mais rápida, o suco de limão costuma firmar bem a mistura. No caso do maracujá, a geladeira ajuda a dar consistência.

Ingredientes do mousse para o Dia das Mães com limão, maracujá, leite condensado e creme de leite
Ingredientes simples ajudam os filhos a preparar a sobremesa com antecedência para o almoço especial.

Ainda dá tempo de fazer hoje

Comprar pouco
Leite condensado, creme de leite e fruta já resolvem a base da sobremesa.
Preparar antes
O mousse pode ficar pronto na véspera e gelar até a hora do almoço.
Escolher o sabor
Limão fica mais cítrico; maracujá deixa a sobremesa mais tropical e decorativa.

Como preparar mousse para o Dia das Mães

Coloque o leite condensado, o creme de leite e o suco escolhido no liquidificador. Bata por cerca de 2 a 3 minutos, até a mistura ficar lisa, cremosa e bem uniforme. Se for fazer a versão de limão, use o suco aos poucos e prove para ajustar a acidez.

Para o mousse de maracujá, use suco concentrado ou polpa batida e coada. Quem gosta de um sabor mais marcante pode usar um pouco mais de suco, mas sem exagerar para não deixar a sobremesa ácida demais.

Depois de bater, transfira o creme para taças, potes individuais ou uma travessa. Cubra e leve à geladeira por pelo menos 3 horas. Se puder deixar de um dia para o outro, melhor ainda. A textura fica mais firme e o sabor mais equilibrado.

Na hora de finalizar, decore com raspas de limão, fatias finas da fruta ou polpa de maracujá por cima. Esse detalhe deixa o mousse para o Dia das Mães mais bonito e com aparência de sobremesa preparada com cuidado.

Toques personalizados para agradar a mãe

O mousse pode ganhar um toque especial com uma apresentação simples. Taças transparentes valorizam a textura cremosa e deixam a mesa mais bonita. Já potinhos individuais facilitam o serviço e evitam correria na hora da sobremesa.

Quem quiser deixar a receita mais elegante pode montar camadas com biscoito triturado no fundo, raspas de chocolate branco ou uma calda leve de maracujá. No entanto, a versão simples já funciona muito bem, especialmente quando está bem gelada e servida com carinho.

Retoques que fazem diferença

Como deixar o mousse com cara de sobremesa especial

  1. Use taças transparentes: elas valorizam a textura e deixam a mesa mais bonita.
  2. Deixe gelar bem: o descanso na geladeira melhora a consistência e o sabor.
  3. Finalize com fruta: raspas de limão ou polpa de maracujá deixam a sobremesa mais fresca.
  4. Prepare antes: fazer na véspera reduz a correria no Dia das Mães.

Como servir a sobremesa no almoço

O mousse para o Dia das Mães combina com praticamente todos os pratos da série, justamente por ser uma sobremesa leve e refrescante. Depois de receitas mais cremosas, assadas ou com carne, o sabor cítrico ajuda a fechar o almoço sem pesar.

Se a mesa tiver muitos convidados, a travessa única pode ser mais prática. Porém, se a ideia for deixar a apresentação mais delicada, as taças individuais funcionam melhor. Elas também facilitam a organização na geladeira.

Na hora de servir, coloque as taças em uma bandeja bonita, acrescente uma colher pequena e finalize com fruta fresca. Esse cuidado simples transforma uma receita de poucos ingredientes em uma sobremesa com clima de presente.

Taça de mousse para o Dia das Mães servida com limão, maracujá e colher em mesa clara
Taça servida mostra como a sobremesa pode fechar o almoço de Dia das Mães com leveza e praticidade.

Duas versões para escolher

Limão: mais cítrico, refrescante e fácil de firmar.
Maracujá: mais tropical, aromático e bonito com polpa por cima.
Para servir: taças individuais deixam a mesa mais delicada e organizada.

Receita para preparar na véspera

Como esta é a receita da véspera, o maior benefício é justamente a organização. O mousse pode ser feito hoje, ficar gelando durante a noite e chegar ao almoço de Dia das Mães com textura melhor e sabor mais equilibrado.

Também é uma boa receita para dividir tarefas. Uma pessoa pode bater a mistura, outra pode separar as taças e outra pode decorar antes de servir. Assim, a sobremesa vira parte do carinho da família, sem deixar todo o trabalho para uma pessoa só.

Para quem está começando na cozinha, o mousse para o Dia das Mães é uma das escolhas mais seguras da série. São poucos ingredientes, poucos passos e resultado bonito. Mesmo assim, a apresentação pode fazer toda a diferença.

O mais importante é lembrar que o almoço de Dia das Mães não precisa ser perfeito para ser especial. Um prato feito com atenção, uma sobremesa gelada, uma mesa limpa e um gesto de cuidado já mostram que a data foi preparada com afeto.

Especial Dia das Mães

A série de receitas chega à última sugestão

Esta é a nona das 9 receitas fáceis publicadas pelo TVdoPOVO até o Dia das Mães. No domingo, a série será reunida em um guia para o internauta escolher o prato ideal para preparar em casa.

Quer ver as outras sugestões já publicadas?

Acesse todas as receitas do especial de almoço de Dia das Mães

Depois de fricassê, lasanha, frango assado, strogonoff, macarrão cremoso, arroz de forno, escondidinho e churrasco na airfryer, a sobremesa fecha a seleção com uma opção leve, acessível e fácil de preparar.

Para hoje, a missão é simples: escolher entre limão ou maracujá, bater os ingredientes e deixar gelando. O mousse para o Dia das Mães encerra a contagem regressiva como uma sobremesa prática, bonita e cheia de carinho.

Para acompanhar a organização da data, o leitor também pode consultar o calendário de datas comemorativas no Calendarr.

Fonte da receita: Produção editorial TVdoPOVO.com.

Recurso da Ypê suspende bloqueio, mas Anvisa mantém alerta

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Ypê recorre à Anvisa
Arte editorial mostra produtos Ypê em primeiro plano, com referência visual à Anvisa, Justiça e regulação sanitária.

Ypê recorre à Anvisa e conseguiu suspender, temporariamente, os efeitos da resolução que havia determinado o recolhimento e a interrupção da fabricação, comercialização, distribuição e uso de produtos da marca com numeração de lote terminada em 1.

Mesmo assim, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária informou que não revisou a avaliação técnica de risco sanitário. Por isso, a recomendação ao consumidor continua: não usar os produtos indicados e procurar o Serviço de Atendimento ao Consumidor da empresa para orientações sobre recolhimento, troca, devolução, ressarcimento ou outras providências cabíveis.

Resumo do caso

O que muda quando Ypê recorre à Anvisa

1

Efeito suspensivo

O recurso paralisa os efeitos da medida até nova decisão da agência.

4

Categorias citadas

Lava-louças, lava-louças concentrado, lava-roupas líquido e desinfetantes.

Alerta

Uso não recomendado

A Anvisa mantém a orientação para consumidores não usarem os itens indicados.

Ypê recorre à Anvisa e suspende efeitos da medida

Segundo a empresa, a apresentação do recurso fez com que a proibição de fabricar e comercializar os produtos das categorias citadas ficasse automaticamente suspensa até novo pronunciamento da Anvisa. A fabricante afirma que baseia esse entendimento na RDC 266/2019 da própria agência.

Produtos Ypê em prateleira de supermercado após recurso à Anvisa
Produtos de limpeza da marca Ypê aparecem em prateleira de supermercado em meio à discussão sobre recurso à Anvisa.

A Anvisa confirmou que, pela legislação em vigor, recursos administrativos apresentados por empresas têm efeito suspensivo sobre as ações determinadas. No entanto, a agência destacou que a suspensão dos efeitos da resolução não significa mudança na avaliação sanitária feita após a inspeção.

Linha do tempo

Como o caso avançou

Novembro de 2025

A empresa anunciou recolhimento voluntário cautelar após identificar bactéria em lava-roupas líquidos.

27 a 30 de abril de 2026

A fiscalização avaliou linhas de produtos líquidos na unidade da Química Amparo, em Amparo (SP).

Após a resolução

A Ypê apresentou recurso e a Anvisa informou que a análise será feita pela Diretoria Colegiada.

Por que a Anvisa manteve o alerta

Como Ypê recorre à Anvisa, o processo administrativo entra em nova etapa. Porém, a agência afirmou que não houve revisão sobre a avaliação técnica do risco sanitário diante do quadro verificado na inspeção da linha de fabricação.

Anvisa VS Ypê em banner editorial com prédio da agência reguladora e produtos de limpeza em lados opostos.
Montagem editorial mostra a Anvisa e produtos Ypê em composição visual dividida, simbolizando disputa regulatória e análise sanitária.

De acordo com a Anvisa, a fiscalização identificou descumprimentos relevantes das Boas Práticas de Fabricação. Entre os pontos citados estão fragilidades nos sistemas de garantia da qualidade, controle de qualidade, limpeza, sanitização, validação e controle microbiológico.

Pontos da inspeção

O que foi avaliado

Amparo (SP)

Unidade fiscalizada

A inspeção ocorreu na unidade da Química Amparo, onde os produtos foram fabricados.

BPF

Boas Práticas

A agência apontou falhas em etapas ligadas à qualidade e ao controle microbiológico.

Risco

Avaliação mantida

A Anvisa informou que segue considerando possibilidade de contaminação microbiológica.

Produtos com lote final 1 estão no centro da medida

O caso envolve detergentes, sabões líquidos e desinfetantes com numeração de lote terminada em 1. A inspeção mais recente avaliou principalmente linhas de produtos líquidos, como lava-louças, lava-roupas e desinfetantes fabricados na mesma unidade.

Produto Ypê Neutro em macro, com destaque para rótulo, líquido amarelo e detalhes de lote e validade na embalagem.
Banner horizontal em estilo macro mostra o produto Ypê Neutro em close, com foco no rótulo frontal, no líquido amarelo e nos dados impressos na embalagem. A imagem reforça o contexto editorial sobre produtos de limpeza, identificação de lote, validade, fiscalização e acompanhamento sanitário.

A Anvisa informou que as medidas adotadas anteriormente foram preventivas e proporcionais diante do risco sanitário identificado. Embora o recurso tenha efeito suspensivo, a agência manteve a orientação para que consumidores não usem os produtos indicados.

Serviço ao consumidor

O que fazer com os produtos indicados

Não use

Orientação da Anvisa

A recomendação oficial é evitar o uso dos produtos indicados pela medida.

SAC

Contato com a empresa

O consumidor deve buscar orientação sobre recolhimento, troca, devolução ou ressarcimento.

Ypê recorre à Anvisa, mas recomendação segue igual

A principal diferença agora está no andamento administrativo. O recurso suspende os efeitos da resolução até nova análise, mas a Anvisa afirma que a avaliação de risco não foi alterada.

Mesmo após o movimento em que Ypê recorre à Anvisa, o alerta ao consumidor continua sendo o ponto mais importante da matéria. A agência recomenda não usar os produtos indicados e aguardar os próximos desdobramentos do processo.

Enquanto a Diretoria Colegiada não julga o recurso, a situação permanece em aberto. A empresa afirma que continuará em diálogo com a Anvisa e demais autoridades para buscar uma solução definitiva.

Fonte da notícia: G1

Davi Alcolumbre promulga Lei da Dosimetria e abre caminho para recálculo de penas

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Plenário do Congresso Nacional durante sessão sobre a Lei da Dosimetria e condenados pelo 8 de janeiro
Sessão institucional no Congresso Nacional marca nova etapa da Lei da Dosimetria, que pode alterar o cálculo das penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro.

Lei da Dosimetria foi promulgada pelo presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), nesta sexta-feira (8), após o Congresso derrubar o veto integral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão deve ser publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

A nova lei altera a forma de cálculo das penas aplicadas a condenados por crimes ligados aos atos de 8 de janeiro de 2023. Segundo a Agência Brasil, a mudança pode beneficiar réus condenados por tentativa de golpe de Estado no contexto da invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília.

Painel dos números

O alcance das condenações citadas pelo STF

Os dados reunidos pelo Supremo ajudam a dimensionar o impacto da medida sobre os processos ligados aos atos de 8 de janeiro.

1,4 mil
condenados

Total de pessoas condenadas por crimes contra a democracia.

431
penas de prisão

Número de condenações com cumprimento de pena privativa de liberdade.

552
acordos penais

Casos com acordos de não persecução penal, conforme levantamento citado.

Lei da Dosimetria muda cálculo das penas

A Lei da Dosimetria determina que os crimes de tentativa de acabar com o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, resultem na aplicação da pena mais grave. Com isso, as punições deixam de ser somadas nesses casos.

Manifestantes ocupam área externa do Congresso Nacional em Brasília durante os atos de 8 de janeiro
Manifestantes ocupam a área externa do Congresso Nacional, em Brasília, durante os atos de 8 de janeiro.

O texto tem como foco a mudança no cálculo das penas. A Agência Brasil informa que a proposta busca “calibrar” a pena mínima e a pena máxima de cada tipo penal, além da forma geral usada para definir a punição. Na prática, os condenados que quiserem ser beneficiados deverão apresentar pedido ao Supremo Tribunal Federal para recalcular a pena.

Como funciona

O que muda no cálculo

1. Mesmo contexto
A regra vale quando os crimes forem praticados dentro do mesmo conjunto de fatos.
2. Pena mais grave
Em vez da soma das penas, passa a ser considerada a punição mais pesada entre os crimes.
3. Pedido ao STF
Os condenados precisam solicitar o recálculo ao Supremo para tentar obter a redução.

Congresso derrubou veto de Lula

O projeto havia sido vetado integralmente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo a justificativa citada pela Agência Brasil, o governo avaliou que o texto violava o interesse público ao reduzir penas de crimes contra a democracia.

Plenário do Congresso Nacional durante votação relacionada à Lei da Dosimetria
Parlamentares acompanham sessão no plenário do Congresso Nacional durante análise de tema ligado à Lei da Dosimetria.

No entanto, o Congresso Nacional derrubou o veto na semana anterior. Após isso, coube ao presidente do Congresso promulgar a lei. Em nota, Davi Alcolumbre afirmou que, conforme a Constituição Federal, compete ao presidente do Senado Federal promulgar a lei quando o presidente da República não o faz no prazo constitucional de 48 horas.

Distribuição das penas

Os grupos citados no levantamento

404 réus
pena de 1 ano

Maior grupo de condenados, equivalente a 28% do total.

213 casos
pena de 14 anos

Grupo que representa 15,19% das condenações mencionadas.

27 anos
pena mais alta

Aplicada ao ex-presidente Jair Bolsonaro, segundo a fonte.

Quem pode ser beneficiado

A Lei da Dosimetria pode alcançar condenados pelo 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e militares citados pela reportagem, como Almir Garnier, Paulo Sérgio Nogueira, Walter Braga Netto e Augusto Heleno. A aplicação, porém, não ocorre de forma automática para todos os casos.

O ponto central está no recálculo individual das penas. Por isso, cada condenado interessado no benefício deverá acionar o Supremo Tribunal Federal. Caberá ao STF analisar os pedidos dentro do processo correspondente, conforme a situação de cada réu.

Impacto jurídico

Consequência direta da promulgação

A nova etapa não encerra os processos. Ela abre caminho para que condenados peçam ao Supremo a revisão do cálculo das penas.

Assim, a Lei da Dosimetria tem impacto potencial sobre condenações já aplicadas, mas depende de análise caso a caso pelo STF.

A promulgação marca uma nova fase na discussão sobre os condenados pelos atos de 8 de janeiro. O debate, que passou pelo veto presidencial e pela decisão do Congresso, agora se desloca para a aplicação concreta da regra nos processos em andamento ou já julgados.

Com a Lei da Dosimetria, o cálculo das penas passa a ser o principal ponto de atenção. A mudança não apaga as condenações, mas pode alterar o tempo de punição de parte dos réus, desde que o Supremo acolha os pedidos de recálculo apresentados pelas defesas.

Fonte da notícia: Agência Brasil

Vida Plena aborda depressão, diagnóstico, tratamento e rede de apoio

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Depressão é o tema deste episódio do Vida Plena, que traz uma conversa necessária sobre saúde mental, diagnóstico, tratamento e rede de apoio.

Participam do programa especialistas do Hospital de Amor: Dra. Gisele Zocoller, médica psiquiatra; Dr. Everaldo Donizeti Costa, médico especialista em medicina integrativa; e Lisa Ramos, psicóloga clínica.

Especialistas do Vida Plena debatem depressão, tratamento e rede de apoio
Faixa editorial destaca os especialistas do Vida Plena em conversa sobre depressão, acolhimento, tratamento e apoio familiar.

▶️ Ative o som e assista ao primeiro bloco.

Entenda por que a depressão não é frescura e precisa ser acolhida com seriedade, cuidado e informação.

Depressão exige atenção, acolhimento e diagnóstico

No primeiro bloco, o programa explica que a depressão não deve ser tratada como fraqueza, falta de vontade ou exagero. A condição envolve sofrimento real e pode afetar pensamentos, emoções, energia, sono, apetite, rotina e relações.

Os especialistas reforçam que o diagnóstico precisa ser feito por profissionais capacitados. Tristeza persistente, perda de interesse, isolamento, irritabilidade, sensação de vazio e dificuldade para realizar tarefas do dia a dia podem indicar que é hora de buscar ajuda.

Tratamento pode unir medicina, terapia e rotina

No segundo bloco, o Vida Plena aborda as formas de tratamento e a importância de olhar para a pessoa de forma integral. A conversa passa por acompanhamento médico, psicoterapia, medicamentos quando indicados, atividade física, sono, alimentação e construção de uma rotina possível.

O programa também reforça que cada caso precisa de avaliação individual. O tratamento da depressão pode ser ajustado conforme a intensidade dos sintomas, a história do paciente, a presença de outras doenças e o suporte disponível.

▶️ Assista também ao segundo bloco.

Veja como tratamento, acompanhamento e hábitos de cuidado podem ajudar na recuperação da saúde mental.

Rede de apoio faz diferença no cuidado

No terceiro bloco, os especialistas explicam que familiares, amigos e pessoas próximas têm papel importante no acolhimento. A rede de apoio ajuda a perceber mudanças, incentivar a busca por tratamento e reduzir o isolamento.

O programa destaca que frases de julgamento podem piorar o sofrimento. Em vez de cobranças, a orientação é oferecer escuta, presença e ajuda prática. A depressão pode ser tratada, mas o silêncio e a vergonha ainda impedem muitas pessoas de procurar atendimento.

▶️ Assista ao terceiro bloco.

Entenda como família, amigos e acolhimento podem ajudar quem enfrenta sofrimento emocional.

Depressão não precisa ser enfrentada em silêncio

Segundo o texto do programa, a Organização Mundial da Saúde estima que aproximadamente 322 milhões de pessoas vivam com depressão no mundo, o que representa entre 4% e 5% da população mundial.

O episódio reforça que falar sobre saúde mental salva vidas. Reconhecer sinais, procurar ajuda especializada e manter uma rede de apoio são passos importantes para enfrentar a depressão com mais segurança, humanidade e cuidado.

Vida Plena vai ao ar pela REDEVIDA+

O Vida Plena vai ao ar para todo o Brasil aos domingos, às 19h, com reprise às segundas, quartas e sextas-feiras, às 9h45 e às 23h15, pela REDEVIDA+.

Fonte da notícia:
Vida Plena no YouTube.

Mais leitura

Para informações oficiais sobre saúde mental e cuidado, acesse também o Ministério da Saúde.

Dia Livre de Impostos em Rondônia avança e depende de sanção

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Família observa preços em comércio durante debate sobre Dia Livre de Impostos em Rondônia
Projeto aprovado pela Alero propõe data anual para conscientizar consumidores sobre o peso dos impostos nos preços.

Dia Livre de Impostos em Rondônia avançou na Assembleia Legislativa e pode criar uma data anual para mostrar ao consumidor o peso dos tributos no preço de produtos e serviços. O Projeto de Lei Ordinária 1026/2025 foi aprovado pelos deputados estaduais e agora segue para sanção do Poder Executivo.

A proposta é de autoria do deputado estadual Delegado Camargo e prevê que a mobilização ocorra todos os anos na última quinta-feira de maio. A ideia é incentivar empresas e estabelecimentos comerciais a venderem, nesse dia, produtos e serviços com descontos equivalentes aos impostos incidentes sobre os valores cobrados.

Entenda a proposta

O que muda se o projeto virar lei

O texto aprovado pela Alero não cria uma redução automática de imposto. Ele institui uma data de conscientização e estimula o comércio a mostrar, na prática, quanto os tributos pesam no preço final.

1

Data anual
O Dia Livre de Impostos será realizado na última quinta-feira de maio.

2

Adesão do comércio
Empresas poderão participar com descontos equivalentes aos tributos incidentes.

3

Conscientização
A proposta busca mostrar ao consumidor como a carga tributária aparece no dia a dia.

Dia Livre de Impostos em Rondônia ainda depende de sanção

Apesar da aprovação na Assembleia Legislativa, o Dia Livre de Impostos em Rondônia ainda não está valendo. O projeto precisa passar pela análise do Poder Executivo, que poderá sancionar ou vetar a proposta. Só depois dessa etapa a medida poderá ser oficialmente transformada em lei estadual.

Esse ponto é importante porque a aprovação parlamentar representa avanço político, mas não significa aplicação imediata. Portanto, o consumidor ainda precisa aguardar a decisão final do governo para saber se a data será incorporada ao calendário oficial de Rondônia.

Na justificativa da proposta, o objetivo central é ampliar a conscientização sobre a carga tributária brasileira. Na prática, a medida tenta aproximar o debate sobre impostos da rotina do cidadão, especialmente em compras feitas no comércio, em serviços e em produtos consumidos pelas famílias.

Ponto de atenção

Desconto não é automático

O projeto incentiva a adesão de empresas e estabelecimentos comerciais, mas não significa que todos os produtos terão redução no mesmo dia.

Como explicar ao leitor

A proposta é educativa

A intenção é mostrar de forma visível quanto os impostos influenciam o preço final pago pelo consumidor.

Como os descontos do Dia Livre de Impostos em Rondônia poderão funcionar no comércio

Se o projeto for sancionado, o Dia Livre de Impostos em Rondônia deverá funcionar como uma campanha anual de conscientização fiscal. Nesse modelo, empresas interessadas poderão comercializar produtos e serviços com abatimentos equivalentes aos tributos que incidem sobre o preço cobrado do consumidor.

Família em comércio durante atendimento no caixa, representando como os descontos do Dia Livre de Impostos em Rondônia poderão funcionar
Se o projeto for sancionado, empresas poderão aderir à campanha e oferecer descontos equivalentes aos tributos em produtos e serviços.

O texto aprovado pela Alero usa a palavra “incentivando”, o que indica uma lógica de mobilização e adesão. Assim, a proposta não deve ser lida como uma obrigação geral para todo o comércio, mas como uma data em que empresas poderão participar para chamar atenção sobre o peso dos impostos.

Para o consumidor, o principal efeito será a possibilidade de encontrar produtos ou serviços com preços reduzidos em estabelecimentos participantes. Além disso, o Dia Livre de Impostos em Rondônia poderá abrir espaço para ações educativas, campanhas de comunicação e debates sobre carga tributária, consumo e transparência nos preços.

Leitura rápida

Quem pode ser impactado

Consumidores
Podem visualizar melhor o peso dos impostos no preço final.
Comércio
Pode aderir à campanha e usar a data para atrair clientes.
Empresas
Ganham oportunidade de reforçar transparência tributária.
Estado
Amplia o debate público sobre carga tributária e cidadania fiscal.

Projeto tenta aproximar debate sobre impostos da rotina do cidadão

O tema dos impostos costuma aparecer de forma técnica, distante e difícil para grande parte da população. Por isso, o Dia Livre de Impostos em Rondônia busca transformar essa discussão em algo mais concreto: o preço pago no caixa, no balcão, no serviço contratado e nas compras do mês.

Ao estimular descontos equivalentes aos tributos, a proposta tenta mostrar que parte do valor pago pelo consumidor não fica com o comerciante ou prestador de serviço. Uma parcela corresponde à carga tributária que incide sobre produtos, circulação de mercadorias, prestação de serviços e demais etapas da economia.

Família confere recibo e celular no caixa de um comércio, representando o debate sobre impostos na rotina do cidadão em Rondônia
Proposta do Dia Livre de Impostos em Rondônia busca tornar mais concreto para o consumidor o impacto da carga tributária nas compras do dia a dia.

Esse tipo de iniciativa também pode ganhar força no ambiente digital. Caso seja sancionada, a data poderá ser usada por lojistas, entidades comerciais e consumidores para comparar preços, divulgar ações participantes e discutir o impacto dos impostos no orçamento familiar.

Mesmo assim, a aplicação prática dependerá de regulamentação, adesão do setor produtivo e organização das empresas interessadas. Por isso, o tema deve ser acompanhado até a decisão do Executivo e, se aprovado, até a primeira edição oficial da campanha.

Caminho até virar lei

Próximas etapas do Dia Livre de Impostos

1. Aprovação na Alero

Os deputados estaduais aprovaram o Projeto de Lei Ordinária 1026/2025.

2. Análise do Executivo

A proposta segue para sanção ou veto do Poder Executivo estadual.

3. Possível inclusão no calendário

Se for sancionada, a data anual ficará marcada para a última quinta-feira de maio.

4. Mobilização do comércio

Empresas poderão aderir à campanha com ações voltadas ao consumidor.

O que o consumidor deve observar

O consumidor deve acompanhar a tramitação antes de esperar qualquer mudança nos preços. O projeto aprovado cria uma possibilidade de campanha, mas os efeitos práticos só devem aparecer se houver sanção, organização da data e participação efetiva dos estabelecimentos.

Também será importante observar como os descontos serão apresentados. Para cumprir a proposta educativa, o comércio participante precisará deixar claro que a redução está ligada ao valor aproximado dos tributos incidentes. Dessa forma, a ação poderá evitar confusão e reforçar o objetivo de transparência.

Se virar lei, o Dia Livre de Impostos em Rondônia poderá se tornar uma data de grande interesse para consumidores, empresários e entidades comerciais. Além de movimentar o comércio, a iniciativa coloca no centro do debate uma pergunta simples e direta: quanto dos preços pagos todos os dias corresponde a impostos?

Agora, a decisão está nas mãos do Executivo. Até lá, a proposta segue como uma pauta de interesse público, especialmente para quem acompanha custo de vida, comércio, economia e política tributária em Rondônia.

Famílias têm renda média recorde no Brasil em levantamento do IBGE

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Família brasileira organiza orçamento doméstico após renda média das famílias bater recorde em 2025
Renda média das famílias brasileiras chegou ao maior valor da série histórica em 2025, segundo dados da Pnad divulgados pelo IBGE.

A renda média das famílias brasileiras chegou a R$ 2.264 por pessoa em 2025, segundo dados da Pnad divulgados pelo IBGE. O valor representa uma alta real de 6,9% em relação a 2024, já descontada a inflação, e marca o maior patamar registrado desde o início da série histórica, em 2012.

O levantamento também mostra que o rendimento dos domicílios subiu pelo quarto ano consecutivo. Apesar do avanço nacional, os dados revelam diferenças importantes entre regiões e unidades da Federação, com maior renda no Distrito Federal, no Sul e no Sudeste, enquanto Norte e Nordeste seguem com os menores valores médios.

Painel da renda

O tamanho do recorde em 2025

Os principais números da Pnad mostram crescimento do rendimento domiciliar por pessoa e retomada consistente após os anos de queda.

R$ 2.264
Rendimento por pessoa
Valor médio mensal domiciliar per capita registrado em 2025.
6,9%
Alta real
Crescimento já descontado o efeito da inflação frente a 2024.
Ano seguido de alta
O rendimento dos domicílios voltou a avançar de forma consecutiva.

Renda média das famílias tem maior valor desde 2012

A renda média das famílias alcançou o maior nível da série da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. De acordo com os dados, o rendimento médio mensal por pessoa era de R$ 1.904 em 2019, antes da pandemia. Depois, caiu para R$ 1.820 em 2020 e chegou a R$ 1.692 em 2021.

Notas de real em close macro representam renda média das famílias brasileiras em 2025
Rendimento médio mensal das famílias brasileiras chegou a R$ 2.264 por pessoa em 2025, segundo a Pnad do IBGE.

A recuperação começou nos anos seguintes. Em 2022, o valor subiu para R$ 1.809. Em 2023, passou para R$ 2.018. Já em 2024, chegou a R$ 2.118. O resultado de 2025, com R$ 2.264, consolidou o maior rendimento já apurado pela pesquisa.

Para chegar ao cálculo, o IBGE soma todos os rendimentos recebidos pelos moradores de um domicílio e divide o total pelo número de pessoas da família. Entram nessa conta salários, bônus, aposentadorias, pensões, benefícios sociais, bolsa de estudo, seguro-desemprego, aluguel e aplicações financeiras.

Como o IBGE calcula

O rendimento vem da soma de várias fontes

1
Renda do trabalho
Inclui salários e bônus recebidos pelos moradores do domicílio.
2
Outras fontes
Aposentadoria, pensão, aluguel, benefícios sociais e seguro-desemprego entram no cálculo.
3
Divisão por morador
O total recebido pela família é dividido pelo número de pessoas que vivem no domicílio.

Renda média das famílias teve impulso do trabalho

Segundo a pesquisa, 75,1% do rendimento médio mensal vêm do trabalho. As chamadas outras fontes respondem por 24,9%. O analista do IBGE, Gustavo Geaquinto Fontes, destacou que o rendimento do trabalho teve peso muito grande no aumento observado em 2025.

O levantamento também relaciona o avanço ao cenário de níveis mínimos de desemprego no ano anterior e aos reajustes anuais do salário-mínimo. Assim, a renda média das famílias refletiu tanto o comportamento do mercado de trabalho quanto a composição de outras fontes de rendimento.

Entre os rendimentos que não vêm diretamente do trabalho, a maior parcela corresponde a aposentadorias e pensões, com 16,4%. Em seguida aparecem os programas sociais, com 3,5%, aluguel e arrendamento, com 2,1%, outros rendimentos, com 2%, e pensão alimentícia, doação e mesada de não morador, com 0,9%.

Diferenças pelo país

Onde o rendimento é maior e onde é menor

Maiores valores por unidade
Distrito Federal — R$ 4.401
São Paulo — R$ 2.862
Rio Grande do Sul — R$ 2.772
Menores valores por unidade
Ceará — R$ 1.379
Acre — R$ 1.372
Maranhão — R$ 1.231
Leitura regional: o Sul lidera entre as regiões, com R$ 2.734, seguido por Centro-Oeste e Sudeste. Os menores rendimentos regionais aparecem no Nordeste, com R$ 1.470, e no Norte, com R$ 1.558.

Regiões mostram realidades diferentes

O retrato regional ajuda a explicar por que a renda média das famílias não se distribui da mesma forma pelo país. O Distrito Federal lidera o ranking do rendimento domiciliar per capita, seguido por estados do Sul e do Sudeste. Já entre os menores valores aparecem Ceará, Acre e Maranhão.

Quando o recorte é por região, o maior rendimento médio está no Sul, com R$ 2.734. Depois aparecem Centro-Oeste, com R$ 2.712, e Sudeste, com R$ 2.669. O Norte, região de interesse direto para Rondônia, aparece com R$ 1.558, acima apenas do Nordeste.

Mapa do Brasil com contraste regional de renda média das famílias e elementos de orçamento doméstico em composição banner
Arte em banner representa as diferenças regionais da renda média das famílias no Brasil, com destaque para contrastes entre Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

No Nordeste, a composição do rendimento tem uma característica específica. A parcela que vem do trabalho é de 67,4%, abaixo da média nacional. Já as outras fontes respondem por 32,6% do orçamento das famílias. Aposentadorias, pensões e programas sociais têm peso maior na região.

Na média do país, aposentadorias e pensões representam 16,4% do rendimento. No Nordeste, essa proporção sobe para 20,4%. Quando a origem é programa social do governo, a participação nordestina chega a 8,8%, a maior entre as regiões.

Impacto social

Recorde de renda convive com desigualdade

143 milhões
Com algum rendimento
Total de pessoas com algum tipo de renda em 2025.
13,8 vezes
Diferença de renda
Rendimento dos 10% mais ricos frente aos 40% mais pobres.
18 milhões
Famílias com benefício
Domicílios que recebiam algum benefício social do governo.
O resultado indica melhora no rendimento médio, mas também mostra que a distribuição da renda continua desigual entre grupos sociais e regiões brasileiras.

Renda individual também teve recorde

A Pnad também detalhou a renda individual dos brasileiros. Em 2025, o país tinha 212,7 milhões de pessoas, das quais 143 milhões possuíam algum tipo de rendimento. Isso representa 67,2% da população e supera o recorde anterior, registrado em 2024.

A parcela de brasileiros com rendimento do trabalho chegou a 47,8% da população. Já o grupo que recebia alguma outra fonte alcançou 27,1%. As duas marcas também são recordes na série histórica.

Entre as outras fontes, aposentadoria e pensão previdenciária aparecem como a origem mais comum, alcançando 13,8% da população. O IBGE relaciona esse avanço ao envelhecimento populacional. Já os brasileiros que recebiam programa social do governo, como o Bolsa Família, eram 9,1%, leve queda diante de 2024, mas ainda acima do nível pré-pandemia.

O rendimento médio mensal do trabalho ficou em R$ 3.560 em 2025, alta real de 5,7% em comparação com 2024. Considerando todos os tipos de rendimento, a média mensal chegou a R$ 3.367, expansão de 5,4% no mesmo período.

Mesmo com o recorde da renda média das famílias, a pesquisa também aponta desigualdade. Os 10% mais ricos tinham rendimento 13,8 vezes maior que os 40% mais pobres. Além disso, 22,7% das famílias brasileiras, o equivalente a 18 milhões de domicílios, recebiam algum benefício social do governo em 2025.

O conjunto dos dados mostra que a renda média das famílias teve avanço importante em 2025, puxada principalmente pelo trabalho e pela ampliação do número de pessoas com renda. Ao mesmo tempo, o levantamento reforça que a melhora média não elimina as diferenças entre regiões, grupos sociais e fontes de rendimento no Brasil.

Fonte da notícia: Agência Brasil

Ações federais miram sanidade, rastreabilidade e bioeconomia na Amazônia

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Agro sustentável na Amazônia com pecuária, rastreabilidade rural e manejo do pirarucu
Ações federais conectam pecuária, tecnologia no campo e bioeconomia em cadeias produtivas da Amazônia.

Agro sustentável na Amazônia ganhou força com três ações federais recentes que conectam sanidade animal, rastreabilidade da produção rural e pagamento por serviços ambientais. Embora os anúncios tenham focos diferentes, todos apontam para uma mesma direção: produzir mais, comprovar boas práticas e valorizar atividades econômicas ligadas à conservação.

As medidas envolvem o Mapa, sigla usada para o Ministério da Agricultura e Pecuária, além da Conab e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Para Rondônia, o tema interessa porque o estado tem forte presença da pecuária, do café robusta, da agricultura familiar, das cadeias da sociobiodiversidade e de produtores que dependem cada vez mais de sanidade, regularidade ambiental e acesso a mercados.

Três frentes explicam o novo momento do campo amazônico

Sanidade

Brucelose bovina

Campanha federal reforça vacinação e prevenção nos rebanhos.

Rastreabilidade

AgroBrasil+Sustentável

Plataforma busca comprovar boas práticas e origem da produção.

Bioeconomia

PSA Pirarucu

Chamada pública remunera serviços ambientais no Amazonas.

Mapa mira brucelose bovina durante o Mês da Saúde Animal

Uma das frentes mais importantes para o campo é o Mês da Saúde Animal 2026, realizado pelo Mapa entre 1º e 31 de maio. Neste ano, a campanha tem como tema a brucelose bovina, doença que afeta rebanhos, reduz produtividade, traz riscos sanitários e pode gerar prejuízos econômicos para a pecuária.

O alerta tem conexão direta com Rondônia. O estado possui uma cadeia forte de pecuária de corte e produção de leite, com presença em municípios como Ji-Paraná, Jaru, Cacoal, Ariquemes, Rolim de Moura, Presidente Médici, Ouro Preto do Oeste e Vale do Guaporé. Por isso, qualquer campanha nacional de sanidade animal precisa ser observada com atenção pelos produtores locais.

Segundo o Mapa, a mobilização busca ampliar a vacinação obrigatória de bezerras bovinas e bubalinas entre 3 e 8 meses de idade. A pasta também informou que parte dos estados ainda não atingiu o percentual mínimo de 80% de cobertura vacinal previsto no Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal.

Rebanho bovino saudável em propriedade rural com manejo sanitário para prevenção da brucelose
Campanha federal reforça prevenção da brucelose bovina e orienta produtores sobre vacinação obrigatória.

O que o produtor precisa observar

Idade indicada

Vacinação de bezerras bovinas e bubalinas entre 3 e 8 meses.

Risco econômico

A doença pode causar perdas produtivas e restrições comerciais.

Saúde pública

A brucelose é uma zoonose e também preocupa a saúde humana.

Cobertura vacinal

O programa nacional prevê mínimo de 80% de cobertura.

AgroBrasil+Sustentável mira rastreabilidade e boas práticas

Outra medida federal que merece atenção é o aperfeiçoamento da plataforma AgroBrasil+Sustentável. A iniciativa do Mapa busca facilitar a comprovação de boas práticas no campo, com recursos como login pelo Gov.br, cadastro da propriedade rural e emissão de relatórios de conformidade socioambiental.

A plataforma foi testada em oficina com representantes das cadeias da soja, carne, madeira, café e cacau. O tema é estratégico para Rondônia porque essas cadeias conversam com a realidade econômica da Amazônia, especialmente em um cenário de exigência crescente por rastreabilidade, origem livre de desmatamento e comprovação de regularidade para acesso a mercados.

Na prática, o agro sustentável na Amazônia passa a depender não apenas da produção em si, mas também da capacidade de demonstrar como essa produção ocorre. Para produtores de Rondônia, isso pode ter impacto em competitividade, exportação, financiamento, regularização e abertura de novas oportunidades comerciais.

Produtor rural usa tablet para acompanhar rastreabilidade e boas práticas em área produtiva da Amazônia
Plataforma federal busca facilitar a comprovação de boas práticas e relatórios de conformidade socioambiental.

Por que isso importa para Rondônia

Café

Ajuda a valorizar origem, qualidade e boas práticas.

Carne

Fortalece o controle sobre propriedade, cadeia produtiva e mercado.

Madeira e cacau

Reforça a comprovação de origem e conformidade socioambiental.

PSA Pirarucu mostra força da bioeconomia amazônica

A terceira frente vem da Conab e do MMA, que lançaram a Chamada Pública nº 01/2026 do Programa de Pagamentos por Serviços Ambientais da Sociobiodiversidade relacionado ao manejo comunitário do pirarucu no Amazonas. O edital é voltado a organizações comunitárias envolvidas no manejo sustentável da espécie.

Neste ponto, é importante contextualizar com cuidado: a chamada pública é direcionada ao estado do Amazonas, não a Rondônia. Mesmo assim, o assunto tem interesse regional porque apresenta um modelo de política pública para a Amazônia, baseado em renda, conservação, pesca manejada, comunidades tradicionais e manutenção dos ecossistemas aquáticos.

Segundo as informações oficiais, podem participar organizações formalmente constituídas, como associações, cooperativas e colônias de pescadores, desde que atendam aos critérios do edital e tenham vínculo com unidades de manejo autorizadas pelo Ibama. O cadastramento envolve o Portal Gov.br e o Sican, sistema da Conab.

Manejo sustentável do pirarucu em rio amazônico com foco em bioeconomia e conservação
Chamada pública no Amazonas remunera serviços ambientais ligados ao manejo comunitário do pirarucu.

O que entra no PSA Pirarucu

Monitoramento

Contagem e acompanhamento dos estoques da espécie.

Vigilância comunitária

Proteção territorial e ambiental em áreas manejadas.

Pesca controlada

Comercialização formal e uso sustentável do recurso.

Renda local

Remuneração por serviços ambientais prestados.

Agro sustentável na Amazônia depende de sanidade e rastreabilidade

Quando analisadas em conjunto, as três ações mostram que o agro sustentável na Amazônia está cada vez mais ligado a quatro palavras: sanidade, comprovação, conservação e mercado. A produção rural que deseja crescer precisará demonstrar qualidade, origem, segurança sanitária e responsabilidade ambiental.

Para Rondônia, esse movimento importa porque o estado tem uma economia fortemente rural e amazônica ao mesmo tempo. O desafio é ampliar produtividade, manter competitividade, preservar ativos ambientais e transformar boas práticas em valor econômico real para produtores, comunidades e municípios.

Além disso, a proximidade da Rondônia Rural Show reforça o interesse editorial desses temas. Sanidade animal, rastreabilidade, sustentabilidade e bioeconomia estão diretamente ligados ao futuro de cadeias como café, carne, leite, agricultura familiar, madeira legal, pescado e produtos da sociobiodiversidade.

Como Rondônia entra nessa agenda

  • A pecuária depende de sanidade para proteger rebanhos e manter competitividade.
  • A rastreabilidade pode pesar no acesso a mercados mais exigentes.
  • A bioeconomia mostra caminhos para transformar conservação em renda.
  • Modelos federais aplicados na Amazônia podem inspirar novas políticas regionais.

O ponto central é que o agro sustentável na Amazônia deixou de ser apenas um discurso ambiental. Ele passou a envolver vacinação, cadastro, relatórios, mercado, fiscalização, renda comunitária e instrumentos públicos de incentivo à produção responsável.

Para o produtor de Rondônia, a mensagem é direta: acompanhar essas mudanças ajuda a antecipar exigências, evitar perdas sanitárias, melhorar a imagem da propriedade e identificar oportunidades em programas federais que conectam produção, conservação e renda.

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