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sexta-feira, outubro 23, 2026
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Feirão do Emprego reúne mais de 100 empresas hoje em Porto Velho

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Imagem ilustrativa de atendimento em feira de empregos, com candidata entregando documentos a recrutadora em ambiente movimentado.
Imagem ilustrativa acompanha a notícia sobre o Feirão do Emprego realizado neste sábado em Porto Velho; a cena não identifica empresa ou participante real do evento.

O Feirão do Emprego acontece neste sábado (26) em Porto Velho com mais de 100 empresas reunidas para receber candidatos, analisar currículos e realizar entrevistas. O atendimento começou às 8h e está previsto para seguir sem interrupção até as 17h, na Escola Municipal Engenheiro Francisco Erse, a Escola Padrão, no bairro Cuniã.

A organização trabalha com expectativa superior a mil oportunidades para diferentes perfis profissionais. O número é uma estimativa divulgada para o evento e não representa garantia de vagas disponíveis durante todo o dia nem de contratação. A programação também oferece orientação, apoio para currículo e transporte gratuito.

Mais de 100 empresas recebem candidatos em Porto Velho

Equipes de Recursos Humanos estão concentradas no mesmo local para conversar com trabalhadores e realizar etapas de seleção. A proposta é permitir que o candidato tenha contato com diferentes empregadores durante a programação deste sábado.

A expectativa superior a mil oportunidades deve ser lida como previsão da organização. No Feirão do Emprego, cada empresa mantém seus próprios requisitos, critérios, quantidade efetiva de postos e ritmo de atendimento ao longo do dia.

Oportunidade não significa contratação automática
A presença no evento aproxima candidatos e empresas, mas a contratação depende dos requisitos de cada vaga e das etapas conduzidas pelos empregadores.

Entrevistas e apoio para currículo fazem parte da programação

Além da entrega de currículos, empresas participantes podem entrevistar candidatos diretamente na Escola Padrão. Quem avançar para outras fases dependerá do perfil profissional procurado e do processo adotado por cada equipe de recrutamento.

Quem chegar sem currículo pronto poderá buscar apoio da equipe do Sine Municipal para elaboração e impressão do documento. O serviço amplia o acesso de trabalhadores que querem participar do Feirão do Emprego, mas ainda precisam organizar as informações profissionais.

Currículo pode ser preparado no local
O Sine Municipal está previsto para orientar participantes e auxiliar na elaboração e impressão do currículo durante a programação.
Faixa da TVdoPOVO sobre o Feirão do Emprego em Porto Velho, com atendimento a candidato e assinatura Leia na TVdoPOVO.com.
O evento reúne empresas e candidatos neste sábado em Porto Velho. A imagem é ilustrativa e não identifica participante ou empresa real. Arte editorial / TVdoPOVO.

Seleções atendem diferentes perfis profissionais

As oportunidades anunciadas contemplam trabalhadores com experiência e também pessoas em busca da primeira colocação. Entre os públicos citados pela organização estão jovens aprendizes, estagiários, pessoas com deficiência e profissionais com mais de 50 anos.

O Feirão do Emprego é gratuito e aberto ao público. Escolaridade, experiência, disponibilidade, documentos e outros requisitos variam conforme a função e a empresa responsável pela seleção.

Ônibus gratuitos saem de três regiões da capital

Para facilitar o deslocamento, três ônibus gratuitos foram disponibilizados com trajetos de ida e volta até a Escola Padrão. Os veículos podem ser identificados pelo letreiro “FEIRÃO DO EMPREGO”.

Na região Leste, a saída ocorre pelo terminal do Orgulho do Madeira. Na região Sul, o ponto é o terminal do Morar Melhor. Na região Central, o ônibus sai da Praça do Baú. Os trajetos seguem por diferentes vias antes de chegar ao Feirão do Emprego.

Três pontos de saída
Orgulho do Madeira, Morar Melhor e Praça do Baú têm transporte gratuito com destino ao local do evento e trajetos de retorno programados.

Atendimento segue até as 17h na Escola Padrão

O atendimento está previsto até as 17h, de forma ininterrupta, na Escola Municipal Engenheiro Francisco Erse, conhecida como Escola Padrão. O endereço é avenida Amazonas, nº 6.363, bairro Cuniã, em Porto Velho.

Como entrevistas e atendimentos podem exigir espera, quem pretende participar do Feirão do Emprego deve considerar o tempo de deslocamento e de conversa com as empresas. A organização não informou um horário individual de encerramento das seleções de cada empregador.

Serviço deste sábado
Data: 26 de setembro. Horário: 8h às 17h. Local: Escola Padrão, avenida Amazonas, nº 6.363, Cuniã. Entrada: gratuita.

A expectativa superior a mil oportunidades é uma estimativa da organização e pode variar conforme o andamento das seleções. O Feirão do Emprego segue com atendimento previsto até as 17h.

Bets são proibidas no Brasil; veja até quando sacar o saldo

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Imagem ilustrativa de usuário diante de aplicativo de apostas bloqueado, para matéria sobre proibição das bets e retirada de saldo.
Imagem ilustrativa acompanha a notícia sobre a proibição das bets e o prazo de transição para retirada de saldos; a interface exibida não representa plataforma real.

A proibição das bets está em vigor no Brasil desde a publicação da Medida Provisória nº 1.394, em 25 de setembro de 2026. A norma impede novos aportes em apostas de quota fixa e estabelece uma transição para retirada de saldos, encerramento das plataformas e devolução dos valores que permanecerem nas contas.

Quem ainda tem dinheiro disponível pode solicitar o saque voluntário até 5 de outubro, às 23h59. A partir da zero hora de 6 de outubro, os sites e aplicativos destinados à oferta dessas apostas deverão ficar indisponíveis.

Proibição das bets: saque voluntário vai até 5 de outubro

Desde a publicação da MP, novos depósitos estão proibidos. A proibição das bets mantém uma janela de transição para o usuário acessar a conta e retirar o próprio saldo até as 23h59 de 5 de outubro.

Depois desse horário, o cronograma prevê a indisponibilidade dos sites e aplicativos a partir de 6 de outubro. Para o apostador, a orientação prática é conferir o valor disponível, solicitar a retirada dentro do prazo e guardar os comprovantes da operação.

Prazo principal
Saque voluntário: até 5 de outubro de 2026, às 23h59. Bloqueio das plataformas: a partir da zero hora de 6 de outubro.

Bancos terão calendário para devolver saldos remanescentes

Quem não conseguir retirar todo o dinheiro dentro da janela voluntária continuará com direito aos valores devidos. Em 6 e 7 de outubro, as operadoras deverão informar aos bancos os saldos individualizados por CPF e a conta de origem.

Segundo o cronograma oficial, as devoluções bancárias estão previstas entre 9 e 14 de outubro. A proibição das bets também prevê encaminhamento à Caixa Econômica Federal dos recursos que não puderem ser devolvidos diretamente nas etapas anteriores.

O saldo não desaparece com o bloqueio
O encerramento do acesso às plataformas não elimina o direito aos valores existentes na conta. O cronograma separa o saque voluntário da etapa posterior de devolução bancária.
Faixa da TVdoPOVO sobre proibição das bets, com celular bloqueado, calendário de outubro, cédulas de real e assinatura Leia na TVdoPOVO.com.
A transição prevê saque voluntário até 5 de outubro e devolução bancária de saldos remanescentes. Arte editorial / TVdoPOVO.

Apostas sem resultado podem ser anuladas com restituição integral

Se uma aposta permanecer em aberto e o resultado não tiver sido apurado até o fim da transição, ela será considerada sem efeito. Nesse caso, a proibição das bets determina a restituição integral do valor apostado, sem descontos.

Os prêmios de apostas cujo resultado tenha sido apurado dentro do prazo continuam devidos. A diferença é importante para não confundir aposta ainda sem desfecho com prêmio já definido antes do encerramento operacional.

Atenção ao status da aposta
Aposta sem resultado ao fim da transição: fica sem efeito e tem restituição integral. Resultado apurado dentro do prazo: eventual prêmio permanece devido.

Sites, autorizações e publicidade entram em encerramento

A proibição das bets alcança exploração, oferta, intermediação e publicidade de apostas de quota fixa. Novas ações publicitárias ficam vedadas, e o material já existente deve ser retirado dentro do prazo legal.

As autorizações atuais serão extintas ao fim de 30 dias contados da publicação da medida. A MP continua em tramitação no Congresso e, por isso, não deve ser descrita como uma proibição definitivamente aprovada pelo Legislativo. Outras modalidades lotéricas autorizadas por lei não estão abrangidas por essa regra.

O alcance da medida
O texto tratado nesta matéria se refere às apostas de quota fixa. A regra não deve ser ampliada para outras modalidades lotéricas que tenham autorização específica em lei.

Calendário federal também vale para usuários em Rondônia

A proibição das bets tem alcance nacional. Para usuários em Rondônia, os prazos são os mesmos: saque voluntário até 5 de outubro, indisponibilidade das plataformas a partir de 6 de outubro e devoluções bancárias previstas entre 9 e 14 de outubro.

Não há calendário estadual diferente indicado nas fontes do pacote de origem. O usuário deve conferir o saldo e manter comprovantes das solicitações e movimentações realizadas durante a transição.

A proibição das bets está em vigor, mas a Medida Provisória continua em tramitação. Artigo de origem: AgoraRO.

Safra de café de Rondônia chega a 2,88 milhões de sacas, estima Conab

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Imagem ilustrativa de lavoura de café conilon em Rondônia, com frutos maduros e trabalhador rural em colheita ao amanhecer.
Imagem ilustrativa acompanha a estimativa da Conab para a safra de café de Rondônia em 2026; a cena não representa propriedade rural identificada.

A safra de café de Rondônia em 2026 é estimada em 2,8763 milhões de sacas beneficiadas, ou 2,88 milhões no arredondamento editorial, segundo o 3º Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume projetado é 24% maior que as 2,3202 milhões de sacas registradas em 2025.

O avanço reúne aumento da área em produção e ganho de produtividade. O levantamento considera o conilon cultivado no estado e aponta 43.155 hectares em produção, rendimento médio de 66,7 sacas por hectare e 98% das áreas colhidas até o fim de agosto.

Café de Rondônia chega a 2,88 milhões de sacas na estimativa

A projeção atual para o café de Rondônia é de 2,8763 milhões de sacas de conilon. Na comparação anual, a alta é de 24%, porque a safra de 2025 foi calculada em 2,3202 milhões de sacas.

O número divulgado em setembro representa um novo estágio do acompanhamento da Conab. Embora a colheita esteja praticamente encerrada, o volume continua classificado como estimativa. Por isso, o dado não deve ser apresentado como produção final já consolidada nem como recorde estadual sem comprovação específica.

Safra em números
Produção estimada: 2,8763 milhões de sacas.
Alta em um ano: 24%.
Área em produção: 43.155 hectares.
Produtividade média: 66,7 sacas por hectare.

Produtividade cresce 17,1% e área aumenta 5,9%

A produtividade média do café de Rondônia passou de 56,9 sacas por hectare em 2025 para 66,7 sacas por hectare na estimativa de 2026. A variação corresponde a um avanço de 17,1%.

A área em produção também cresceu. O levantamento registra 43.155 hectares neste ciclo, diante de 40.762 hectares no ano anterior, aumento de 5,9%. A combinação entre expansão de área e maior rendimento ajuda a explicar o crescimento da produção total.

Comparação com 2025
Área em produção: de 40.762 para 43.155 hectares. Produtividade: de 56,9 para 66,7 sacas por hectare. Produção: de 2,3202 para 2,8763 milhões de sacas.
Faixa da TVdoPOVO sobre a safra de café de Rondônia, com lavoura ilustrativa, trabalhador rural e assinatura Leia na TVdoPOVO.com.
A Conab estima 2,88 milhões de sacas em 2026, com alta de 24%. A imagem é ilustrativa e não identifica propriedade rural específica. Arte editorial / TVdoPOVO.

Colheita chega a 98% das áreas em produção

Até o fim de agosto, 98% das áreas em produção haviam sido colhidas. A Conab considera o ciclo praticamente encerrado, mas não trata esse percentual como 100% e mantém a produção de 2,8763 milhões de sacas na condição de estimativa.

No café de Rondônia, as lavouras clonais tendem a antecipar o calendário. Segundo o boletim, a maior concentração da colheita ocorreu entre abril e maio, enquanto as atividades restantes avançaram ao longo de agosto.

O que significa 98%
O percentual mostra que a safra está próxima da conclusão, mas ainda não autoriza substituir a classificação de estimativa usada pela Conab. A produção final pode receber ajustes em levantamentos posteriores.

Clima, material genético e manejo ajudam a explicar o avanço

A Conab relaciona o desempenho do café de Rondônia às condições climáticas favoráveis, especialmente à distribuição das chuvas, e à renovação de material genético com plantas clonais mais produtivas.

O boletim cita ainda manejo de nutrição, irrigação e sanidade, monitoramento técnico das lavouras e aperfeiçoamento das técnicas de poda. Áreas mais tardias apresentaram resultados melhores e contribuíram para elevar a produtividade em relação ao levantamento anterior.

Pragas seguem sob monitoramento
O documento aponta baixa incidência geral de pragas e doenças com impacto significativo. Broca-do-café e cochonilha da roseta aparecem como pontos de atenção, com manejo adotado nas lavouras para reduzir danos.

Conab relata boa qualidade e rendimento dos grãos

A avaliação do café de Rondônia indica, em geral, boa qualidade e rendimento. O levantamento menciona lotes com poucos defeitos, além de uniformidade e presença de grãos graúdos.

No cenário nacional, a Conab estima 67,6 milhões de sacas de café em 2026, alta de 19,6% frente ao ano anterior. O dado serve apenas como contexto, porque o resultado brasileiro reúne diferentes estados e espécies e não deve ser atribuído isoladamente ao desempenho rondoniense.

Fontes e documentos
Dados do 3º Levantamento da Safra de Café 2026 da Conab, divulgado em setembro. A produção estadual permanece como estimativa, mesmo com 98% das áreas colhidas até o fim de agosto. Consulte também o boletim integral da safra.

Artigo de origem e referência editorial: AgoraRO.

STF barra retirada unilateral de benefício de ICMS que alcança Guajará-Mirim

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Imagem ilustrativa de porto amazônico e circulação de mercadorias, para matéria sobre decisão do STF envolvendo ICMS em Guajará-Mirim.
Imagem ilustrativa de porto amazônico e circulação de mercadorias, para matéria sobre decisão do STF envolvendo ICMS em Guajará-Mirim.

O Supremo Tribunal Federal decidiu que estados não podem retirar unilateralmente benefício fiscal de ICMS em Guajará-Mirim e em outras Áreas de Livre Comércio quando a vantagem foi incorporada com base em convênio do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). O julgamento foi concluído em 24 de setembro de 2026.

Em Rondônia, a ADI 7822 discutiu uma regra paulista relacionada a produtos nacionais destinados à Área de Livre Comércio de Guajará-Mirim. A decisão não cria um incentivo novo, não transforma todo o município em área sem ICMS e não autoriza concluir que haverá redução imediata de preços ao consumidor.

STF impede revogação unilateral de benefício de ICMS em Guajará-Mirim

Por maioria, o STF entendeu que, depois de incorporar um benefício previsto em convênio do Confaz, o estado deve observar a Constituição e a Lei Complementar nº 24/1975 para retirá-lo total ou parcialmente. O ponto do julgamento foi o procedimento de revogação, e não a criação de uma nova vantagem tributária.

A ADI 7822, relatada pela ministra Cármen Lúcia, trata de norma paulista que limitou benefício fiscal ligado às saídas de produtos nacionais para a Área de Livre Comércio de Guajará-Mirim. O entendimento firmado sobre ICMS em Guajará-Mirim protege a sistemática jurídica do incentivo já incorporado, dentro das condições previstas nas normas aplicáveis.

Ponto central do julgamento
O STF não criou um benefício fiscal novo. A controvérsia era se um estado poderia encerrar sozinho uma vantagem que havia sido incorporada com base em convênio do Confaz.

Como o ICMS em Guajará-Mirim entra na decisão

A Área de Livre Comércio de Guajará-Mirim foi criada pela Lei nº 8.210/1991. Já o Convênio ICMS 52/1992 alcança determinadas saídas de produtos nacionais destinadas à comercialização ou industrialização nas áreas previstas, razão pela qual a controvérsia paulista teve reflexo direto sobre Guajará-Mirim.

O alcance do ICMS em Guajará-Mirim depende da operação, da mercadoria, da origem, do destino e dos requisitos legais. Estar no município ou atuar na Área de Livre Comércio não significa, por si só, que qualquer compra ou venda tenha isenção automática.

Benefício tem alcance específico
A decisão preserva o procedimento jurídico aplicável ao benefício relacionado ao convênio. Ela não permite estender o incentivo para operações que não preencham os requisitos da legislação.
ICMS em Guajará-Mirim em faixa da TVdoPOVO sobre decisão do STF e benefício fiscal ligado ao Confaz.
A decisão trata da retirada unilateral de benefício de ICMS incorporado com base em convênio do Confaz e alcança a controvérsia envolvendo Guajará-Mirim. Arte editorial / TVdoPOVO, imagem ilustrativa gerada por IA.

Confaz define procedimento para retirada do benefício

O entendimento diferencia a adesão ao incentivo de sua retirada. Conforme a sistemática considerada no julgamento, a revogação total ou parcial precisa passar pela deliberação conjunta prevista para os convênios de ICMS, com aprovação de quatro quintos dos representantes presentes no Confaz.

Esse é o núcleo jurídico da decisão sobre ICMS em Guajará-Mirim: depois de internalizar o benefício, o estado não pode encerrá-lo isoladamente sem observar o procedimento constitucional e legal aplicável. O julgamento, portanto, limita a revogação unilateral, mas não amplia as hipóteses de utilização do incentivo.

O que muda na prática jurídica
Uma eventual alteração futura do benefício deve respeitar as regras aplicáveis aos convênios de ICMS. A decisão não substitui a análise tributária de cada operação realizada por empresas e contribuintes.

Decreto paulista restabeleceu a isenção até 30 de setembro

Antes da conclusão do julgamento, São Paulo editou o Decreto nº 70.348, de 29 de janeiro de 2026, restabelecendo a isenção para Áreas de Livre Comércio, inclusive Guajará-Mirim, com efeitos retroativos a 29 de dezembro de 2025 e vigência prevista até 30 de setembro de 2026.

O STF concluiu a análise poucos dias antes desse marco. A edição do decreto temporário não encerrou toda a controvérsia porque permaneceu a discussão sobre a possibilidade de o estado retirar unilateralmente o benefício. O prazo de 30 de setembro pertence ao decreto paulista e não foi criado pelo julgamento.

O que a decisão não significa para consumidores

A decisão sobre ICMS em Guajará-Mirim não permite afirmar redução imediata de preços, transferência de recursos para Rondônia ou desoneração de todo o comércio. O benefício está relacionado a operações específicas e continua condicionado às regras tributárias correspondentes.

Empresas e contribuintes precisam conferir origem, destino, mercadoria e demais requisitos antes de aplicar qualquer tratamento fiscal. O julgamento impede a revogação unilateral fora das regras do Confaz; ele não transforma o benefício em uma isenção geral nem elimina a necessidade de análise contábil e tributária.

Fonte e estágio da informação: julgamento do STF concluído em 24 de setembro de 2026, ADI 7822, legislação federal e Decreto paulista nº 70.348/2026. A decisão não cria isenção geral de ICMS em Guajará-Mirim. O tratamento de ICMS em Guajará-Mirim continua sujeito às operações e aos requisitos previstos na legislação. Artigo de origem: AgoraRO.

Canetas no SUS entram em nova análise para tratamento da obesidade

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Canetas no SUS entram em análise da Conitec para tratamento da obesidade
Semaglutida e liraglutida estão em avaliação para possível uso no SUS no tratamento da obesidade.

O Ministério da Saúde protocolou na Conitec um novo pedido para avaliar canetas no SUS no tratamento da obesidade. A solicitação, apresentada em 24 de setembro, envolve medicamentos à base de semaglutida ou liraglutida e abre uma nova etapa técnica antes de qualquer eventual incorporação.

A abertura da análise não significa que esses medicamentos já estejam disponíveis na rede pública. O processo ainda precisa avaliar evidências científicas, segurança, efetividade e impacto econômico, e eventuais critérios de acesso só poderão ser definidos se houver decisão favorável.

Canetas no SUS entram em nova avaliação para obesidade

O pedido para avaliar canetas no SUS envolve semaglutida e liraglutida no tratamento da obesidade. A publicação oficial não define idade, índice de massa corporal, comorbidades ou outros critérios clínicos de elegibilidade para uma eventual oferta.

Segundo o Ministério, 25 canetas desse tipo já têm registro no Brasil, sendo 14 registradas em 2026. A pasta também informou queda de aproximadamente 70% nos preços em menos de um ano, atribuída ao aumento da concorrência.

O que muda agora
Existe um novo pedido formal de avaliação. Ainda não há decisão final de incorporação nem oferta regular de semaglutida ou liraglutida pelo SUS para obesidade nesse novo processo.

Conitec ainda precisa avaliar evidências, segurança e custos

Antes de eventual oferta de canetas no SUS, a Conitec analisa eficácia, efetividade, segurança e impacto econômico e orçamentário das tecnologias submetidas à avaliação.

O prazo regulamentar de análise é de até 180 dias, prorrogável por mais 90 quando necessário. Esse limite não equivale a uma data de liberação, porque o processo pode incluir consulta pública e outras etapas técnicas.

Prazo não é garantia de incorporação
O calendário orienta a análise técnica. Ele não confirma que os medicamentos serão incorporados nem estabelece quando uma eventual oferta poderia começar.
Canetas no SUS seguem em análise para tratamento da obesidade
Semaglutida e liraglutida estão em nova etapa de avaliação, sem decisão final de incorporação ao SUS para obesidade. Imagem editorial ilustrativa.

Avaliações de 2025 tiveram indicações específicas

Em setembro de 2025, a semaglutida não foi incorporada para pacientes com obesidade graus II e III, sem diabetes, a partir de 45 anos e com doença cardiovascular estabelecida. A liraglutida também teve decisão de não incorporação para pacientes com obesidade e diabetes mellitus tipo 2.

Essas decisões anteriores não definem o alcance do novo pedido de canetas no SUS. O protocolo de 2026 abre uma avaliação distinta e ainda não tem critérios definitivos de acesso divulgados.

Histórico não é critério atual
As populações avaliadas em 2025 não devem ser apresentadas como regras atuais de acesso. Uma eventual incorporação dependerá de indicação clínica própria no novo processo.

Estudo com semaglutida não significa oferta regular

O Ministério também acompanha pesquisas realizadas no SUS. No Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre, o estudo Real-Bari utiliza semaglutida em pacientes com obesidade grave ou associada a outras morbidades.

A pasta informou que o projeto pretende acompanhar 250 pacientes. O uso do medicamento nesse estudo não significa que canetas no SUS estejam incorporadas ou disponíveis de maneira regular para a população.

Pesquisa não é distribuição pelo SUS
Participação em protocolo de pesquisa segue regras próprias e não substitui uma decisão da Conitec nem cria acesso regular ao medicamento na rede pública.

O que pacientes precisam saber neste momento

Para quem acompanha canetas no SUS, a mudança concreta é a abertura da nova análise. Ainda não há decisão final, protocolo de acesso, data de distribuição ou disponibilidade regular confirmada em Rondônia.

Semaglutida e liraglutida são medicamentos sujeitos a avaliação clínica e não devem ser usados por conta própria. Uma eventual oferta pública só poderá ser considerada confirmada depois de decisão formal e publicação dos critérios correspondentes.

Fonte e estágio da informação: Ministério da Saúde e Conitec. O pedido foi protocolado em 24 de setembro de 2026 e permanece em avaliação. Não há decisão final de incorporação de canetas no SUS para obesidade neste novo processo, nem distribuição regular ou critérios de acesso confirmados.

Greve dos Correios termina após decisão do TST; entregas entram em retomada

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Greve dos Correios termina após decisão do TST e trabalhadores retomam atividades
Após decisão do TST, trabalhadores retornam às atividades e a operação postal entra em processo de retomada.

A greve dos Correios chegou ao fim após julgamento do Tribunal Superior do Trabalho (TST), realizado em 24 de setembro. A paralisação foi considerada não abusiva, e o retorno dos trabalhadores foi determinado para esta sexta-feira, 25 de setembro, em todo o país.

Para quem aguarda encomendas ou correspondências, o principal efeito é a retomada das atividades. Isso não significa normalização imediata de todos os objetos acumulados, porque o processamento e a distribuição podem exigir alguns dias conforme o volume de cada unidade.

Greve dos Correios termina com retorno ao trabalho

A greve dos Correios começou em 10 de setembro e foi encerrada após o julgamento do dissídio coletivo. O TST determinou o retorno ao serviço em 25 de setembro, encerrando uma paralisação de 15 dias.

O movimento foi considerado não abusivo. O tribunal também definiu condições para o retorno ao trabalho, o reajuste salarial e a compensação do período de paralisação.

Retorno não significa operação normal instantânea
A volta das equipes permite recompor a rotina postal, mas objetos acumulados podem precisar de processamento adicional antes de seguir para entrega.

Entregas entram em retomada gradual

Com o fim da greve dos Correios, as atividades começam a ser recompostas. O TST autorizou a compensação dos dias parados, inclusive por meio de mutirões aos fins de semana, medida que pode contribuir para reduzir o estoque acumulado.

Não há base para afirmar que todos os atrasos desapareceram no primeiro dia de retorno. Quem tem encomenda pendente deve acompanhar o rastreamento e as atualizações oficiais relacionadas ao próprio objeto.

Nem todo atraso tem a mesma causa
Questões logísticas independentes da paralisação também podem afetar prazos. Um atraso atual não deve ser atribuído automaticamente à greve.
Greve dos Correios termina após decisão do TST e entregas voltam gradualmente
A retomada das atividades começa após a decisão do TST, mas a normalização das entregas pode ocorrer de forma gradual. Imagem editorial ilustrativa.

TST considerou a greve não abusiva e fixou reajuste

No julgamento, o TST considerou a greve dos Correios não abusiva e manteve a data-base da categoria em 1º de agosto de 2026. O reajuste definido foi de 4,09%, com efeito retroativo à data-base e repercussão nas parcelas salariais correspondentes.

O reajuste é uma questão trabalhista da categoria. Para o usuário dos serviços postais, o efeito mais imediato é a retomada da operação e o tratamento do volume acumulado durante a paralisação.

Dias parados poderão ser compensados

A decisão não deve ser resumida como desconto automático dos dias de paralisação. O TST autorizou a compensação do período, inclusive com mutirões de trabalho aos fins de semana para atualizar atividades e entregas.

Esse mecanismo ajuda a explicar por que a greve dos Correios pode produzir efeitos operacionais por alguns dias mesmo após a volta das equipes. O volume acumulado precisa ser redistribuído dentro da capacidade de cada unidade e rota.

O que acompanhar
Quem tem objeto em trânsito deve consultar o rastreamento oficial e observar atualizações sobre processamento, encaminhamento e saída para entrega.

Retomada também alcança operações em Rondônia

A decisão tem alcance nacional, e os efeitos do encerramento da greve dos Correios alcançam as operações atingidas pela paralisação em Rondônia. Isso não permite concluir que todas as agências ou rotas do estado já estejam normalizadas.

Até que haja confirmação operacional específica, o usuário deve verificar o rastreamento do objeto e os canais oficiais. O ritmo de normalização pode variar conforme o volume acumulado e as condições logísticas de cada região.

Serviço ao usuário
O fim da paralisação permite a retomada, mas não cria um prazo único para todos os objetos atrasados. Cada encomenda deve ser acompanhada individualmente.

Fonte e estágio da informação: julgamento da Seção Especializada em Dissídios Coletivos do Tribunal Superior do Trabalho, concluído em 24 de setembro de 2026 e divulgado pelo TST. A greve dos Correios foi considerada não abusiva, e o retorno ao trabalho foi determinado para 25 de setembro. A retomada das entregas não deve ser confundida com normalização imediata de todos os objetos.

Nova lei cria protocolo integrado para atendimento a vítimas de violência

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Imagem ilustrativa de acolhimento em saúde, com profissional médica atendendo mulher em ambiente reservado e respeitoso.
Imagem ilustrativa acompanha a notícia sobre a Lei 15.516/2026, que cria protocolo integrado de atendimento a vítimas; a cena não retrata caso real nem unidade oficial específica.

A Lei nº 15.516/2026 criou um protocolo nacional para integrar o atendimento a vítimas de estupro e outras formas de violência física. A norma organiza a atuação de serviços de saúde, segurança pública e perícia e está em vigor desde 23 de setembro de 2026, data de sua publicação.

O objetivo é conectar acolhimento, cuidados médicos, preservação de vestígios, perícia e proteção contra revitimização. A lei tem alcance nacional, inclusive em Rondônia, mas o texto não comprova que todas as unidades locais já tenham concluído adaptações de estrutura, treinamento e fluxo de atendimento.

Atendimento a vítimas passa a ter fluxo integrado

Quando o primeiro contato ocorrer com profissional de segurança pública, a lei determina o encaminhamento imediato à unidade pública de saúde e o registro da ocorrência. A partir desse ponto, o atendimento a vítimas deve seguir o protocolo intersetorial previsto na nova norma.

O fluxo reúne atendimento médico imediato, avaliação clínica e emocional, medidas profiláticas e terapêuticas, informação sobre direitos, assistência social e acesso a acompanhamento médico e psicológico especializado. A intenção é reduzir deslocamentos desnecessários e organizar a atuação dos diferentes serviços.

O que muda no fluxo
O primeiro atendimento não encerra o caso. A lei conecta saúde, segurança, assistência e perícia para organizar acolhimento, proteção e produção de provas, respeitando a privacidade da pessoa atendida.

Saúde deverá preservar vestígios e acionar a perícia

No atendimento a vítimas, profissionais de saúde devem preservar materiais e vestígios que possam integrar o corpo de delito. O material coletado na unidade de saúde deverá ser encaminhado ao órgão oficial de perícia criminal, conforme o procedimento previsto na lei.

A norma estabelece prioridade máxima para o exame de corpo de delito e prevê deslocamento do perito quando a pessoa não puder comparecer ao órgão pericial. Onde não houver órgão oficial disponível, a legislação admite a atuação de perito não oficial nos termos previstos.

Vestígios e identificação
A perícia oficial deverá realizar exame de DNA para identificação do agressor e inclusão no Banco Nacional de Perfis Genéticos, inclusive quando ainda não houver identificação do suspeito.
Faixa da TVdoPOVO sobre protocolo integrado de atendimento a vítimas, com cena de acolhimento ilustrativa e assinatura Leia na TVdoPOVO.com.
A Lei 15.516/2026 integra saúde, segurança pública e perícia no novo protocolo. A cena é ilustrativa e não representa vítima, atendimento ou unidade real. Arte editorial / TVdoPOVO, gerada por IA.

Violência sexual terá comunicação obrigatória em até 24 horas

A Lei nº 12.845/2013 foi alterada para determinar comunicação à autoridade policial em até 24 horas quando houver indícios ou confirmação de violência sexual. Essa obrigação integra o novo atendimento a vítimas e deve permitir as providências cabíveis e a produção de informações estatísticas.

A comunicação em 24 horas não significa envio automático do prontuário ou do laudo médico completo à polícia. O artigo 3º do projeto, que previa remessa automática do laudo médico, foi vetado com fundamentos ligados à intimidade, ao sigilo profissional, à proteção de dados e ao risco de revitimização.

Comunicação não é envio automático de prontuário
A lei exige a comunicação à autoridade policial nos casos previstos, mas não transforma a documentação médica completa em informação de remessa automática.

Salas reservadas e treinamento entram no protocolo

Unidades policiais e de saúde que realizam atendimento a vítimas deverão contar com salas reservadas para acolhimento multidisciplinar, com proteção da privacidade e da intimidade. Profissionais de saúde e segurança também deverão receber treinamento específico e periódico.

Quando a pessoa atendida for criança ou adolescente, o Conselho Tutelar deverá ser comunicado e poderá adotar ou autorizar procedimentos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente. O descumprimento do protocolo que cause revitimização ou prejuízo à investigação ou à proteção poderá configurar violência institucional, sem afastar outras sanções cabíveis.

Lei vale em Rondônia, mas implantação precisa ser verificada

As obrigações nacionais alcançam o atendimento a vítimas realizado por serviços públicos e órgãos competentes em Rondônia. Isso inclui deveres relacionados a encaminhamento, preservação de vestígios, capacitação profissional, privacidade e prevenção da revitimização.

A publicação da lei, porém, não comprova que todas as unidades do estado já disponham de salas reservadas, equipes treinadas ou fluxo integralmente adaptado. O estágio de implementação deve ser confirmado diretamente com cada órgão responsável.

O que já pode ser afirmado
A Lei 15.516/2026 está em vigor desde 23 de setembro. O atendimento a vítimas passa a seguir um protocolo nacional, mas a adequação operacional de cada serviço precisa ser verificada localmente.
Fontes e documentos

Multas da NR-1 ficam suspensas por mais 90 dias; obrigações continuam

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As multas da NR-1 relacionadas aos dispositivos sobre riscos psicossociais no trabalho permanecerão suspensas por mais 90 dias. A prorrogação mantém temporariamente bloqueadas as sanções abrangidas pela decisão enquanto seguem as tratativas no Supremo Tribunal Federal (STF).

A decisão não suspende a NR-1 nem elimina as obrigações de prevenção das empresas. A gestão dos riscos ocupacionais continua exigida, inclusive em relação aos fatores psicossociais associados ao trabalho.

Multas da NR-1 ficam suspensas por mais 90 dias

A nova decisão mantém suspensas por mais 90 dias as sanções alcançadas pela medida judicial e relacionadas aos dispositivos em discussão. Nesse período, as multas da NR-1 abrangidas pela decisão não poderão ser aplicadas com base nesses pontos.

O alcance, porém, é específico. A medida não representa suspensão geral da fiscalização trabalhista, não revoga a NR-1 e também não paralisa todo o conjunto de deveres relacionados à segurança e à saúde no trabalho.

O ponto central
A suspensão temporária alcança as sanções abrangidas pela decisão. A NR-1 continua em vigor e a prorrogação não deve ser interpretada como suspensão da norma.

Obrigações de prevenção continuam valendo

Mesmo com a suspensão das multas da NR-1, as empresas continuam sujeitas às regras de gerenciamento de riscos ocupacionais. Isso envolve identificar perigos, avaliar os riscos presentes no ambiente de trabalho e adotar medidas preventivas compatíveis com as situações encontradas.

Na prática, a prorrogação judicial não deve ser usada como motivo para retirar os fatores psicossociais das avaliações ou interromper procedimentos de prevenção já exigidos pelas normas de segurança e saúde ocupacional.

O que não mudou
Empregadores continuam responsáveis pelo gerenciamento dos riscos ocupacionais. A decisão sobre as sanções não elimina as medidas preventivas previstas na NR-1.

Riscos psicossociais seguem no gerenciamento ocupacional

Os fatores psicossociais relacionados ao trabalho continuam dentro do gerenciamento ocupacional. A discussão judicial envolvendo as multas da NR-1 não elimina a necessidade de observar situações de trabalho capazes de afetar a saúde e a segurança dos trabalhadores.

Por isso, é importante separar duas questões: uma é a aplicação das sanções temporariamente suspensas; outra é o cumprimento das obrigações de prevenção. A decisão do STF trata do primeiro ponto sem transformar o período adicional em dispensa geral das responsabilidades previstas na norma.

Multas da NR-1 suspensas por 90 dias com obrigações mantidas
Prorrogação mantém temporariamente suspensas as sanções abrangidas pela decisão, enquanto as obrigações de prevenção continuam. Imagem editorial ilustrativa.
Fiscalização não foi suspensa por completo
A decisão não deve ser interpretada como paralisação geral da fiscalização trabalhista. O bloqueio temporário está relacionado às sanções abrangidas pela medida judicial.

Novo prazo mantém espaço para conciliação no STF

A prorrogação por mais 90 dias mantém o período destinado às tratativas sobre os dispositivos questionados. Enquanto esse processo continua, as multas da NR-1 alcançadas pela decisão permanecem suspensas.

O período adicional não antecipa o resultado definitivo da discussão. Uma alteração posterior dependerá do andamento do processo, de eventual acordo ou de nova decisão judicial.

Prazo não é decisão final
Os 90 dias adicionais mantêm a situação temporária. O período não deve ser apresentado como encerramento definitivo da discussão sobre os dispositivos questionados.

Empresas devem manter procedimentos de prevenção

Para os empregadores, a principal orientação prática é não tratar a suspensão das multas da NR-1 como autorização para interromper o gerenciamento de riscos. Os procedimentos de identificação, avaliação e prevenção continuam relevantes durante o período adicional.

Também é necessário acompanhar novas decisões e orientações oficiais, porque o quadro poderá mudar ao fim dos 90 dias ou antes disso caso haja novo andamento no processo. Até lá, a distinção entre sanção suspensa e obrigação vigente continua essencial.

Fonte e estágio da informação: Supremo Tribunal Federal e Ministério do Trabalho e Emprego. A suspensão das sanções abrangidas pela decisão foi prorrogada por mais 90 dias. A medida não suspende a NR-1 nem elimina as obrigações de gerenciamento e prevenção dos riscos ocupacionais.

Bike Tour Porto Velho abre 300 vagas gratuitas para domingo

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Ciclistas participam de passeio ciclístico ao ar livre na região histórica e ribeirinha de Porto Velho.
Passeio ciclístico gratuito terá concentração no Mercado Cultural e percurso por pontos históricos de Porto Velho.

O Bike Tour Porto Velho abriu 300 vagas gratuitas para um passeio ciclístico marcado para este domingo, 27 de setembro. A concentração será às 7h30 no Mercado Cultural, na avenida Presidente Dutra, e a largada está prevista para as 8h.

As inscrições são feitas pelo PVH+ e permanecem disponíveis somente enquanto houver vagas. O passeio é voltado a clubes de ciclismo, grupos de pedal e ciclistas em geral, com roteiro por pontos históricos e turísticos da capital.

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Bike Tour Porto Velho tem inscrição gratuita pelo PVH+

As 300 vagas do Bike Tour Porto Velho estão disponíveis no evento nº 96 da plataforma municipal PVH+. A inscrição não tem cobrança, mas o limite de participantes significa que o cadastro pode ser encerrado antes de domingo caso todas as vagas sejam preenchidas.

O acesso oficial está no evento nº 96 do PVH+. A Prefeitura recomenda fazer o cadastro com antecedência e não informa outro prazo além da disponibilidade das vagas.

Serviço rápidoDomingo, 27/09. Concentração às 7h30. Largada às 8h. Local: Mercado Cultural. Vagas: 300. Inscrição gratuita pelo PVH+, enquanto houver disponibilidade.

Concentração começa às 7h30 no Mercado Cultural

A programação do Bike Tour Porto Velho começa às 7h30 no Mercado Cultural, na avenida Presidente Dutra. A largada está marcada para as 8h, segundo a publicação oficial divulgada nesta quinta-feira, 24 de setembro.

A fonte não informa duração total do passeio, horário previsto de chegada ou distância do trajeto. Também não detalha fornecimento de hidratação, bicicleta, capacete ou outras estruturas para os participantes.

O que não foi divulgadoDistância total, duração, idade mínima, regras específicas para menores, fornecimento de equipamentos e eventuais interdições de trânsito não aparecem na publicação oficial consultada.

Passeio passa por pontos históricos de Porto Velho

O roteiro do Bike Tour Porto Velho sai do Mercado Cultural e passa por referências como a Universidade Federal de Rondônia, Praça das Três Caixas d’Água, Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e região do Cai N’Água.

A Prefeitura também cita avenida Farquar, rua Rio Machado e a região dos trilhos. A publicação não apresenta uma sequência técnica completa de todas as vias, por isso o trajeto não deve ser interpretado como roteiro rua por rua.

Bike Tour Porto Velho com passeio por pontos históricos da capital
Passeio gratuito vai percorrer referências históricas e turísticas de Porto Velho neste domingo, com saída do Mercado Cultural. Imagem ilustrativa.
Pontos confirmadosMercado Cultural, Unir, Três Caixas d’Água, Madeira-Mamoré, Cai N’Água, avenida Farquar, rua Rio Machado e região dos trilhos aparecem na relação divulgada pela organização.

Evento é voltado a ciclistas e grupos de pedal

Segundo a Prefeitura, o Bike Tour Porto Velho é destinado a clubes de ciclismo, grupos de pedal e ciclistas em geral. Ao final do percurso, haverá sorteio de brindes entre os participantes.

A publicação não estabelece idade mínima nem detalha exigências específicas de participação além da inscrição. Também não confirma se é obrigatório levar bicicleta própria ou se haverá equipamento disponibilizado pela organização.

Contexto do passeioA atividade antecede a programação dos 112 anos de Porto Velho e ocorre no contexto do Dia Mundial do Turismo. Para quem participa, o foco é o passeio ciclístico gratuito e a visita a pontos históricos.

Antes de sair, confira se ainda há vaga no PVH+

Como as inscrições do Bike Tour Porto Velho dependem da disponibilidade das 300 vagas, o interessado deve conferir o evento nº 96 no PVH+ antes de se deslocar para a concentração. A gratuidade não elimina a necessidade de cadastro.

Informações adicionais sobre o Bike Tour Porto Velho ou mudanças operacionais podem ser publicadas pela organização. A referência principal permanece a página oficial da Prefeitura de Porto Velho.

Fonte e estágio da informação: Prefeitura de Porto Velho, publicação de 24 de setembro de 2026. O evento está marcado para domingo, dia 27, com 300 vagas gratuitas e inscrições pelo PVH+ enquanto houver disponibilidade.

Malária em Porto Velho sobe 8,8% e chega a 3.061 casos

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Profissional de saúde realiza teste de malária em morador de comunidade ribeirinha, em imagem ilustrativa sobre Porto Velho
Porto Velho registrou 3.061 casos de malária até 15 de setembro de 2026, segundo dados divulgados pela Semusa.

A malária em Porto Velho chegou a 3.061 casos registrados entre 1º de janeiro e 15 de setembro de 2026, segundo dados divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde (Semusa). O total representa alta de 8,8% em relação ao mesmo período de 2025.

O levantamento também mostra 213 notificações por Plasmodium falciparum e 31 infecções mistas por P. vivax e P. falciparum. Esses números não significam, por si só, casos graves, internações ou mortes, e a Semusa não classificou o cenário como surto ou epidemia.

Malária em Porto Velho soma 3.061 casos até setembro

Os dados da malária em Porto Velho cobrem o período até 15 de setembro. A comparação divulgada pela Semusa é de crescimento de 8,8% sobre o mesmo intervalo de 2025, mas o órgão não informou nessa publicação o total absoluto do ano anterior.

Em 17 de agosto, o município contabilizava 2.499 casos e, em abril, havia registrado 1.001. Esses marcos ajudam a acompanhar a evolução acumulada, mas não permitem concluir, isoladamente, que a velocidade de transmissão aumentou ou diminuiu.

Dados principais

3.061 casos até 15/09; alta de 8,8% sobre igual período de 2025; 213 notificações por P. falciparum e 31 infecções mistas.

Falciparum teve 213 notificações no período

No balanço da malária em Porto Velho, a Semusa chama atenção para as notificações por P. falciparum, espécie que exige cuidado redobrado. Foram 213 registros, além de 31 infecções mistas com P. vivax.

A publicação não apresenta número de internações, mortes ou casos graves. Por isso, não é correto somar as notificações de P. falciparum e as infecções mistas e tratá-las como ocorrências graves.

Leitura correta do dado

A espécie do parasita ajuda a orientar o cuidado clínico, mas não substitui avaliação médica e não permite classificar automaticamente a gravidade de cada caso.

Bacia Leiteira lidera localidades com mais registros

A distribuição da malária em Porto Velho não é uniforme. A Semusa informa concentração prioritária em áreas rurais, ramais e vilas, sem afirmar que somente esses locais tenham transmissão.

As dez localidades com mais registros são Bacia Leiteira (157), Terra Santa (123), KM 13/Santa Helena (96), Bairro Novo/BR-364 (91), Uberaba (71), Areia Branca (61), Vila Codaron/KM 13 (60), Fortaleza do Abunã (58), Colônia Viçosa (54) e Ramal Castanheira/KM 14 (53).

Atenção ao território

Quem mora, trabalha ou circula em áreas de mata, rios, balneários, ramais e zonas rurais deve reforçar as medidas de prevenção e procurar teste se apresentar sintomas.

Malária em Porto Velho: testagem, sintomas e prevenção
Semusa orienta atenção aos sintomas e procura rápida por testagem, especialmente após permanência em áreas de mata, rios e balneários.

Sintomas devem levar à procura por testagem

Entre os sintomas citados pela Semusa estão febre alta, calafrios e tremores, dor de cabeça, dores no corpo, cansaço e suor frio. A presença isolada de um desses sinais não confirma malária em Porto Velho nem substitui o exame.

Quem apresenta sintomas ou esteve em áreas de mata, rios e balneários deve procurar atendimento para fazer teste rápido ou gota espessa. O diagnóstico e o tratamento são oferecidos gratuitamente pelo SUS.

Prevenção recomendada

A orientação inclui uso de mosquiteiros, telas nas janelas, repelente e proteção reforçada nos horários de maior atividade do mosquito, especialmente ao entardecer e ao amanhecer.

Onde fazer o teste gratuito em Porto Velho

O exame para malária em Porto Velho está disponível gratuitamente em unidades notificantes. Entre os principais pontos estão PA Ana Adelaide, PA José Adelino, UPA Leste, UPA Sul, UPA Jaci-Paraná, CEPEM, DCV/Laboratório Base e a Maternidade Municipal Mãe Esperança, esta com atendimento direcionado a gestantes.

A rede também inclui UBS e USF urbanas, rurais e distritais. A relação completa está na publicação oficial da Prefeitura de Porto Velho. Para quem busca orientação rápida, a malária em Porto Velho exige confirmação laboratorial antes do início do tratamento.

Fonte e estágio da informação: Secretaria Municipal de Saúde de Porto Velho, com dados acumulados de 1º de janeiro a 15 de setembro de 2026 e publicação em 24 de setembro. Os números sobre a malária em Porto Velho podem ser atualizados em novos boletins epidemiológicos.

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