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sábado, junho 20, 2026
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Internet em UBS deve levar telessaúde a áreas remotas da Amazônia

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Internet em UBS amplia telessaúde em unidade de saúde na Amazônia
Conexão em unidades básicas de saúde pode ampliar o atendimento digital e aproximar comunidades remotas de especialistas.

A internet em UBS deve ganhar nova etapa de expansão no Brasil com editais federais voltados à conexão de unidades básicas de saúde e ao fortalecimento da telessaúde no Sistema Único de Saúde (SUS). A medida mira principalmente regiões vulneráveis, distantes dos grandes centros e com dificuldade de acesso a especialistas.

Segundo o Ministério das Comunicações, a proposta é conectar até 3,8 mil Unidades Básicas de Saúde e beneficiar cerca de 2,5 milhões de brasileiros que ainda enfrentam problemas de conectividade. Na Amazônia, o tema tem impacto direto sobre comunidades rurais, ribeirinhas, indígenas, quilombolas e municípios onde a distância ainda pesa no acesso ao atendimento médico. Na prática, a internet em UBS pode aproximar pacientes de especialistas sem exigir grandes deslocamentos.

Impacto direto

O que muda com a internet em UBS

A conexão deve permitir teleconsultas, troca de informações em tempo real, acesso a ferramentas digitais, agendamento mais ágil e melhoria na gestão dos atendimentos.

3,8 mil
UBS podem ser conectadas
2,5 mi
pessoas podem ser beneficiadas
R$ 104 mi
previstos para conexão
30%
estimativa de redução na espera

Internet em UBS reforça atendimento em áreas isoladas

O edital voltado à internet em UBS prevê investimento de R$ 104 milhões para ampliar a conectividade das unidades básicas de saúde. A iniciativa deve atender municípios dos 26 estados e do Distrito Federal, com prioridade para locais onde o acesso à internet ainda é insuficiente ou instável.

A proposta é fazer com que a tecnologia ajude a reduzir desigualdades regionais no atendimento. Em regiões remotas da Amazônia, por exemplo, uma consulta especializada pode depender de deslocamento por estrada, barco ou longas viagens até centros urbanos maiores. Com a telessaúde, parte desse processo pode ser antecipada, orientada ou acompanhada por meios digitais.

De acordo com o Ministério das Comunicações, as empresas e provedores interessados deverão apresentar propostas que incluam não apenas a conexão por fibra óptica ou satélite, mas também a instalação de redes Wi-Fi internas nas unidades de saúde. Essa estrutura é considerada essencial para que equipes médicas e administrativas possam usar sistemas, prontuários, ferramentas de teleatendimento e comunicação interna.

Por que isso importa

Telessaúde pode encurtar distâncias no SUS

A ampliação da internet em UBS pode melhorar o contato entre equipes locais e especialistas, acelerar diagnósticos e reduzir deslocamentos desnecessários de pacientes.

Consultas
Apoio remoto para avaliação, triagem e encaminhamento.
Exames
Troca mais rápida de informações, imagens e laudos.
Gestão
Mais controle sobre agendamentos, medicamentos e dados.

Medida dialoga com a realidade da Amazônia

Embora o edital tenha alcance nacional, o tema tem peso especial na Região Norte. A internet em UBS pode ter efeito prático em áreas onde a presença de especialistas é limitada e onde a logística dificulta o acesso rápido a consultas, exames e cirurgias.

Em Rondônia, a pauta se conecta à realidade de distritos, comunidades rurais, áreas ribeirinhas e localidades afastadas dos centros urbanos. Nessas regiões, a conectividade não é apenas uma ferramenta tecnológica. Ela pode se tornar parte da estrutura básica para organizar atendimentos, reduzir filas e fortalecer a comunicação entre profissionais da saúde.

A ampliação também deve favorecer equipes que lidam diariamente com desafios de distância, transporte e infraestrutura. Com internet estável, a unidade pode consultar sistemas, registrar informações, enviar dados, receber orientações e organizar fluxos de atendimento com mais segurança.

Caminho da conexão

Como a internet em UBS pode chegar às unidades

O processo combina seleção por edital, infraestrutura de rede, instalação interna e uso prático no atendimento.

1

Seleção
Edital define regras para empresas e provedores interessados em atender as UBS.

2

Infraestrutura
A conexão pode usar fibra óptica ou satélite, conforme a realidade local.

3

Rede interna
As unidades também devem receber estrutura de Wi-Fi para uso das equipes.

4

Atendimento
Com conexão, a UBS pode ampliar teleconsultas, diagnósticos e apoio remoto.

Editais também miram pequenos provedores

Além da expansão da internet em UBS, o governo federal anunciou um segundo edital voltado ao programa Acessa Crédito Telecom. A medida prevê R$ 500 milhões em recursos para expandir a infraestrutura de internet em municípios remotos e de pequeno porte.

Essa frente busca fortalecer Prestadoras de Pequeno Porte, que têm papel importante na cobertura de internet em cidades menores e regiões afastadas. Na prática, pequenos provedores regionais podem ser decisivos para levar banda larga a áreas onde grandes empresas nem sempre chegam com a mesma velocidade.

O Ministério das Comunicações informou que os recursos são resultado de operação de financiamento junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A ideia é selecionar agentes financeiros que depois poderão abrir linhas de crédito para provedores interessados em investir na expansão da conectividade.

Leitura regional

Por que Rondônia deve acompanhar essa pauta

O avanço da conectividade em unidades de saúde e municípios pequenos pode atingir diretamente regiões com comunidades afastadas, baixa oferta de especialistas e dependência de deslocamentos longos.

UBS rurais
podem ter mais estrutura digital para atendimento diário.
Pacientes
podem evitar deslocamentos desnecessários para consultas e orientações.
Equipes de saúde
podem acessar sistemas com mais estabilidade e rapidez.
Municípios pequenos
podem atrair novos investimentos em conectividade.

Atendimento digital não substitui a unidade, mas pode fortalecer o serviço

A telessaúde não elimina a necessidade de médicos, enfermeiros, técnicos, medicamentos e estrutura física nas unidades. No entanto, a internet em UBS pode reforçar o trabalho das equipes e melhorar a organização do atendimento em locais onde a distância é um obstáculo permanente.

Para a população, o principal ganho esperado está na possibilidade de agilizar etapas do cuidado. Isso inclui orientação remota, análise de casos, marcação de exames, acompanhamento de pacientes e integração de informações entre unidades básicas e serviços especializados.

O desafio, agora, será transformar o anúncio em execução efetiva. Para regiões remotas da Amazônia, o resultado dependerá da qualidade da conexão, da manutenção da estrutura, da capacitação das equipes e da integração com os sistemas de saúde já usados pelos municípios.

Mesmo assim, a internet em UBS abre uma frente importante para reduzir desigualdades. Em áreas onde chegar ao médico pode exigir horas de deslocamento, a conectividade pode encurtar caminhos e tornar o SUS mais presente na rotina das comunidades.

Primeira morte por hantavírus em 2026 acende alerta de saúde

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Laboratório de saúde pública com amostras biológicas e profissional de saúde durante análise relacionada ao hantavírus em Minas Gerais
Imagem de laboratório ilustra a confirmação da primeira morte por hantavírus em Minas Gerais em 2026.

Hantavírus em Minas Gerais teve a primeira morte confirmada em 2026 pela Secretaria de Saúde do estado. O caso foi notificado em fevereiro, confirmado pela Fundação Ezequiel Dias e envolveu um homem de 46 anos, morador de Carmo do Paranaíba, no Alto Paranaíba.

Segundo a secretaria, o paciente tinha histórico de contato com roedores silvestres em área de lavoura. A pasta também informou que o caso não tem relação com o surto da doença registrado em um navio de cruzeiro que navegava pelo Oceano Atlântico.

Painel do caso

O que foi confirmado pelas autoridades

A confirmação reúne dados sobre o paciente, o local de residência e a investigação sanitária informada pela Secretaria de Saúde de Minas Gerais.

morte em 2026

Foi o primeiro óbito por hantavírus confirmado no estado neste ano.

46
anos

O paciente era homem e morava em Carmo do Paranaíba, no Alto Paranaíba.

2025
4 casos

No ano anterior, Minas Gerais contabilizou quatro casos confirmados e dois óbitos.

Hantavírus em Minas Gerais não tem relação com surto em navio

A Secretaria de Saúde de Minas Gerais informou que a cepa de hantavírus em Minas Gerais identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa. A pasta classificou o registro como um caso isolado, sem relação com outros casos da doença.

O comunicado também destacou que um segundo registro atribuído ao estado não foi confirmado. A secretaria informou que já pediu ao Ministério da Saúde a correção da informação nos sistemas oficiais.

Entenda a transmissão

Como a hantavirose chega aos humanos

Origem do risco

A transmissão ocorre, na maioria das vezes, pela inalação de partículas presentes na urina, nas fezes e na saliva de roedores silvestres infectados.

Ambientes mais associados

A secretaria informou que as infecções ocorrem principalmente em áreas rurais, ligadas à agricultura e a locais com roedores.

Forma clínica no Brasil

No país, a hantavirose se manifesta principalmente como Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus.

Sintomas do hantavírus em Minas Gerais e evolução dos casos

De acordo com a secretaria, os sintomas iniciais do hantavírus em Minas Gerais incluem febre, dores no corpo, cefaleia, dor lombar e dor abdominal. Em situações mais graves, a doença pode evoluir para dificuldade respiratória, tosse seca, aceleração dos batimentos cardíacos e queda da pressão arterial.

Não há tratamento específico para a hantavirose. O atendimento, segundo a informação divulgada, é baseado em medidas de suporte clínico, conforme avaliação médica.

Sinais citados

Do início dos sintomas à possível gravidade

Fase inicial

Febre, dores no corpo, dor de cabeça, dor lombar e dor abdominal podem aparecer no início.

Quadro grave

A evolução pode incluir dificuldade respiratória, tosse seca, taquicardia e queda de pressão.

Atendimento

A assistência informada pela secretaria é de suporte clínico, conforme avaliação médica.

Prevenção contra hantavírus em Minas Gerais

As medidas de prevenção reforçadas pela Secretaria de Saúde de Minas Gerais têm foco especial em áreas rurais. A orientação inclui manter alimentos armazenados em recipientes fechados e protegidos de roedores, dar destino adequado ao lixo e entulhos e manter terrenos limpos e roçados ao redor das residências.

A pasta também orienta não deixar ração animal exposta e retirar diariamente restos de alimentos de animais domésticos. Outra medida citada é evitar plantações muito próximas das casas, mantendo distância mínima de 40 metros.

Prevenção rural

Cuidados contra hantavírus em Minas Gerais destacados pela secretaria

Alimentos fechados

Guardar alimentos em recipientes protegidos para reduzir contato com roedores.

Lixo e entulho

Dar destino adequado a resíduos e manter o entorno das casas limpo.

Ração animal

Não deixar ração exposta e retirar restos de alimentos todos os dias.

Distância da lavoura

Evitar plantações muito próximas das casas, com referência mínima de 40 metros.

Para reduzir riscos relacionados ao hantavírus em Minas Gerais, locais fechados, como paióis, galpões, armazéns e depósitos, devem ser ventilados antes da entrada. Antes da limpeza desses espaços, a secretaria recomenda umedecer o chão com água e sabão, evitando varrer a seco.

A medida busca reduzir o risco de suspensão de partículas no ar. O alerta sobre hantavírus em Minas Gerais reforça a importância de cuidados simples, especialmente em áreas rurais com presença de roedores silvestres.

Impacto do alerta

Caso isolado, mas com atenção para áreas rurais

A secretaria afirma que o caso não tem relação com o surto em navio e reforça que a cepa identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa.

Mensagem central:

O foco informado pelas autoridades está no contato com ambientes rurais, roedores silvestres e medidas de prevenção dentro e ao redor das residências.

Em 2024, Minas Gerais teve sete casos confirmados de hantavirose e quatro óbitos. Em 2025, foram quatro casos confirmados e dois óbitos, conforme dados citados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação.

A confirmação da primeira morte por hantavírus em Minas Gerais em 2026 mantém o tema no radar da saúde pública, principalmente para moradores e trabalhadores de áreas rurais.

Fonte da notícia: Agência Brasil

Acelero Baixo Madeira leva cursos gratuitos e qualificação a comunidades ribeirinhas

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Acelero Baixo Madeira leva cursos gratuitos a comunidades ribeirinhas com barco, rio e sala de capacitação
Projeto da Escola do Legislativo leva cursos gratuitos, inclusão social e qualificação profissional a comunidades do Baixo Madeira.

Acelero Baixo Madeira já começou a levar cursos gratuitos, oficinas e atividades de qualificação profissional a comunidades ribeirinhas e segue com programação até o dia 16 de maio. A ação é promovida pela Escola do Legislativo de Rondônia (Elero) e busca ampliar o acesso ao conhecimento para moradores do Baixo Madeira, região onde o deslocamento até os centros urbanos muitas vezes representa um desafio.

Com foco em formação profissional, desenvolvimento pessoal e geração de oportunidades, o projeto percorre localidades como Demarcação, Calama, Nazaré e São Carlos. A proposta é aproximar educação, cidadania e inclusão social de quem vive em áreas mais afastadas, levando capacitações gratuitas com apoio de profissionais especializados.

Faixa panorâmica mostra rio, comunidade ribeirinha e deslocamento do projeto Acelero Baixo Madeira
Projeto percorre comunidades do Baixo Madeira levando conhecimento, qualificação e inclusão social.

Acelero Baixo Madeira aproxima educação de comunidades ribeirinhas

A iniciativa faz parte do programa “Acelero da Elero” e foi pensada para atender moradores que nem sempre conseguem acessar cursos presenciais em áreas urbanas. Ao levar a estrutura de capacitação até as comunidades, o Acelero Baixo Madeira reforça o papel da educação como ferramenta de transformação social e ampliação de oportunidades.

O projeto também dialoga com a realidade econômica e social da região. Além de oferecer formação técnica e conteúdos voltados ao mercado, a ação busca incentivar o empreendedorismo local e ampliar o repertório dos participantes em áreas que podem gerar renda, fortalecer atividades comunitárias e melhorar a inserção no mundo do trabalho.

Cursos ofertados

Capacitações atendem formação, comunicação e cidadania

Comunicação e imagem
Fotografia, filmagem e edição de vídeo no celular.
Educação e estudo
Redação para o Enem, informática e Libras.
Trabalho e renda
Educação financeira para agricultura familiar e oratória.

Durante a programação, o Acelero Baixo Madeira oferece cursos nas áreas de fotografia, filmagem e edição de vídeo no celular, redação para o Enem, informática, Libras, educação financeira voltada para a agricultura familiar e oratória. As atividades são gratuitas e conduzidas por profissionais especializados.

Esse conjunto de capacitações mostra que o projeto não se limita a um único perfil de público. Jovens em busca de preparação, trabalhadores que desejam qualificação, moradores interessados em comunicação digital e famílias que atuam na agricultura poderão encontrar conteúdos úteis dentro da programação.

Moradores acompanham curso da Escola do Legislativo em comunidade atendida pelo Acelero Baixo Madeira
Cursos e oficinas buscam aproximar qualificação profissional das comunidades ribeirinhas.

Projeto aposta em transformação social e mais oportunidades

De acordo com o diretor-geral da Escola do Legislativo, Welys Assis, o projeto representa um investimento importante no fortalecimento das comunidades do interior. Segundo ele, a proposta vai além da capacitação e busca gerar impacto social concreto para moradores que historicamente enfrentam mais barreiras de acesso a serviços educacionais.

Destaque da fala

“É uma oportunidade de transformação social”

“O Acelero Baixo Madeira é mais do que um projeto de capacitação. É uma oportunidade de transformação social. Estamos levando conhecimento, inclusão e novas perspectivas para as comunidades ribeirinhas, valorizando os moradores e oferecendo ferramentas que podem gerar renda, desenvolvimento pessoal e mais oportunidades para todos”, destacou Welys Assis.

O diretor-geral também ressaltou que a meta da Elero é ampliar o alcance das ações educacionais em Rondônia. Segundo ele, o compromisso da instituição é fazer com que a educação chegue a diferentes regiões do estado, em linha com a orientação da presidência da Assembleia Legislativa.

Na avaliação da Escola do Legislativo, investir em qualificação significa investir diretamente na melhoria da vida das pessoas. Por isso, o Acelero Baixo Madeira foi estruturado para unir acesso, inclusão e atendimento em uma região onde o deslocamento por vezes depende de trajetos longos e da logística fluvial.

Faixa panorâmica mostra atividades de capacitação e participação de alunos no projeto Acelero Baixo Madeira
Capacitações gratuitas incluem conteúdos voltados à formação profissional, comunicação e cidadania.

Cronograma do Acelero Baixo Madeira reúne quatro comunidades

Além do conteúdo educacional, a ação tem forte caráter de serviço público. O cronograma divulgado pela organização define datas e horários para atendimento em cada localidade, permitindo que moradores acompanhem a programação e se organizem para participar das atividades que ainda seguem até o dia 16 de maio.

Cronograma das atividades

Datas e horários do atendimento nas comunidades

11 de maio — Demarcação
Manhã: 7h30 às 11h30
Tarde: 13h30 às 17h
12 e 13 de maio — Calama
Manhã: 7h30 às 11h30
Tarde: 13h30 às 17h
14 de maio — Nazaré
Manhã: 7h30 às 11h30
Tarde: 13h30 às 17h
15 de maio — São Carlos
Manhã: 7h30 às 11h30
Tarde: 13h30 às 17h
16 de maio — São Carlos
Atendimento das 8h às 13h

A expectativa é atender dezenas de moradores em cada localidade, ampliando o acesso à educação, à cidadania e à inclusão social. A programação também pretende estimular o empreendedorismo local, especialmente por meio das oficinas de comunicação e dos conteúdos de educação financeira voltados à agricultura familiar.

Mais informações sobre inscrições e participação podem ser obtidas no site da Elero, nas redes sociais da instituição e também pelo WhatsApp (69) 99336-2732, informado pela organização.

Faixa panorâmica mostra serviço, cronograma e atendimento do projeto Acelero Baixo Madeira
Cronograma do projeto reúne atendimento em Demarcação, Calama, Nazaré e São Carlos.

Queimadas na Amazônia voltam ao radar em 2026 e acendem alerta em Rondônia

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Queimadas na Amazônia colocam Rondônia em alerta com fumaça sobre área rural e floresta
Fumaça sobre área rural e floresta reforça alerta para o risco de queimadas na Amazônia em Rondônia.

Queimadas na Amazônia voltam ao centro das preocupações ambientais em 2026 e colocam Rondônia em estado de atenção antes do período mais crítico do ano. A combinação entre seca, calor, baixa umidade, pressão sobre áreas rurais e risco de fumaça pode afetar diretamente a saúde da população, a produção no campo, as rodovias e comunidades mais vulneráveis.

Queimadas na Amazônia geram fumaça sobre área rural e floresta em Rondônia
Fumaça sobre floresta e área rural reforça o alerta para queimadas na Amazônia durante o período seco.

O alerta ganha força após monitoramentos recentes indicarem mudança nas condições climáticas da Região Norte. Embora parte do país tenha registrado redução da seca em abril, o Cemaden apontou expansão da estiagem no Amazonas e ocorrência de seca excepcional principalmente em assentamentos rurais de Rondônia. Esse cenário reforça a necessidade de prevenção antes do avanço da estação seca na Amazônia.

Alerta ambiental

Por que Rondônia entra no radar

A atenção não se limita à floresta. O fogo também pode atingir áreas rurais, margens de estrada, assentamentos, propriedades produtivas e regiões próximas a comunidades.

Seca
Baixa umidade aumenta a vulnerabilidade da vegetação.
Fumaça
A qualidade do ar pode piorar em cidades e áreas rurais.
Campo
Produtores precisam reforçar manejo e prevenção.

Queimadas na Amazônia preocupam antes do período seco

As queimadas na Amazônia costumam ganhar força quando a vegetação fica mais seca e as chuvas diminuem. Em Rondônia, esse risco merece atenção porque o estado está em uma área sensível da Amazônia Legal, com forte presença de propriedades rurais, estradas, comunidades tradicionais, assentamentos e áreas de floresta.

O problema não aparece apenas quando há grandes incêndios. Focos menores, quando se espalham, podem atingir pastagens, reservas, áreas de preservação permanente, linhas de transmissão, margens de rodovias e regiões próximas a moradias. Por isso, o período que antecede a seca é decisivo para reduzir riscos.

Segundo o monitoramento de secas do Cemaden, a Região Norte exige acompanhamento contínuo das condições hidrometeorológicas. O órgão registrou, entre março e abril de 2026, expansão de áreas sob seca moderada no Amazonas. Também apontou ocorrência de seca excepcional principalmente em Rondônia, no recorte de assentamentos rurais.

Leitura climática

O que acende o sinal de atenção

Estação seca mais longa
Pesquisas lideradas por cientistas do Inpe indicam mudança no padrão de chuvas na Amazônia.
Pressão sobre áreas rurais
Assentamentos, pastagens e propriedades precisam de prevenção antes do auge da estiagem.
Temporada de incêndios
Estados da Amazônia Legal já articulam ações de prevenção e combate em 2026.

Queimadas na Amazônia podem afetar saúde, estradas e rotina nas cidades

Quando as queimadas na Amazônia se espalham, a fumaça pode se tornar um problema regional. Em anos críticos, cidades amazônicas registram piora da qualidade do ar, redução de visibilidade e aumento de desconfortos respiratórios. Crianças, idosos, gestantes e pessoas com asma, bronquite ou outras doenças respiratórias ficam entre os grupos mais sensíveis.

Queimadas na Amazônia geram fumaça próxima a estrada e área rural em Rondônia
Fumaça próxima à estrada reforça o risco das queimadas na Amazônia para saúde, transporte e áreas rurais.

Nas rodovias, a fumaça também representa risco. Trechos da BR-364 e de estradas estaduais podem ficar mais perigosos quando há queimada próxima à pista. A visibilidade cai, o tempo de reação diminui e o risco de colisões aumenta. Por isso, o alerta ambiental também tem impacto direto na segurança viária.

No campo, as queimadas na Amazônia podem provocar prejuízos econômicos. O fogo fora de controle atinge cercas, pastagens, lavouras, áreas de reserva, equipamentos e estruturas produtivas. Além disso, pode gerar responsabilização ambiental quando há uso irregular do fogo ou dano a áreas protegidas.

Efeito em cadeia
Fogo não fica isolado

Uma queimada pode começar pequena, mas atingir saúde, transporte, produção rural e meio ambiente.

Saúde
Fumaça agrava sintomas respiratórios.
Estradas
Baixa visibilidade aumenta riscos.
Agro
Fogo ameaça pastagens e lavouras.
Floresta
Áreas naturais perdem biodiversidade.

Prevenção contra queimadas na Amazônia precisa começar antes da estiagem

O Ministério do Meio Ambiente informou que a Câmara Técnica de Articulação Interfederativa do Comitê Nacional de Manejo Integrado do Fogo definiu agenda para a temporada de incêndios de 2026. A articulação envolve estados da Amazônia Legal e busca fortalecer ações preventivas, estrutura dos bombeiros e resposta integrada.

Esse tipo de planejamento é essencial porque o combate às queimadas na Amazônia fica mais difícil quando o fogo já se espalhou. A prevenção envolve orientação a produtores, fiscalização, monitoramento por satélite, brigadas preparadas, comunicação rápida com moradores e atenção especial a áreas próximas de unidades de conservação, terras indígenas, assentamentos e rodovias.

Em Rondônia, a pauta tem valor de serviço público. Moradores devem evitar qualquer prática que possa iniciar fogo em vegetação seca, como descarte de bitucas, queima de lixo, limpeza de terreno com fogo e fogueiras mal apagadas. Já produtores precisam buscar orientação técnica antes de qualquer manejo e observar regras ambientais.

Serviço ao leitor

Como reduzir riscos no período seco

Evite fogo em limpeza
Queima de lixo, folhas e terrenos pode sair do controle rapidamente.
Proteja áreas rurais
Aceiros, orientação técnica e vigilância ajudam a reduzir danos.
Atenção à fumaça
Pessoas com sintomas respiratórios devem procurar orientação de saúde.
Avise as autoridades
Focos próximos a casas, estradas e áreas protegidas exigem comunicação rápida.

Alerta não significa pânico, mas exige vigilância

Os dados disponíveis não indicam que Rondônia já esteja diante de uma crise generalizada de fogo. No entanto, o conjunto de sinais climáticos mostra que o estado precisa acompanhar de perto a evolução da seca, especialmente no segundo semestre. As queimadas na Amazônia dependem de fatores ambientais, mas também de ações humanas.

A queda de focos em determinados períodos não elimina o risco futuro. Em cenário de vegetação mais seca, qualquer ignição pode se transformar em ocorrência de maior impacto. Por isso, a prevenção feita agora pode reduzir danos ambientais, prejuízos econômicos e pressão sobre serviços públicos durante os meses mais sensíveis.

Para Rondônia, o avanço das queimadas na Amazônia une meio ambiente, saúde, agro, transporte e segurança. A atenção deve se concentrar em áreas com histórico de fogo, assentamentos rurais, margens de rodovias, propriedades produtivas e regiões próximas a florestas. O desafio é agir antes que a fumaça e o fogo voltem a dominar a paisagem amazônica.

Fonte da notícia: Cemaden/MCTI, Ministério do Meio Ambiente, Agência Fapesp/Inpe e Programa Queimadas do INPE/TerraBrasilis.

Dia das Vítimas de Trânsito vira lei e reforça alerta nas rodovias

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Dia das Vítimas de Trânsito com avenida movimentada ao entardecer, carros, motos, ônibus e pedestres na faixa
Nova data nacional reforça a memória das vítimas e a importância da prevenção no trânsito.

Dia das Vítimas de Trânsito virou lei nacional e passará a integrar o calendário oficial de mobilização no Brasil. A nova data, criada pela Lei nº 15.403, será lembrada todos os anos no terceiro domingo de novembro, com foco na memória das pessoas que perderam a vida em sinistros de trânsito e no reforço das ações de prevenção.

A norma foi publicada no Diário Oficial da União e também altera a Lei nº 13.614/2018, que criou o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, conhecido como Pnatrans. Com isso, a mobilização passa a ter ligação direta com políticas públicas voltadas à redução de mortes, feridos e comportamentos de risco nas vias brasileiras.

Dia das Vítimas de Trânsito será lembrado em novembro

A criação do Dia das Vítimas de Trânsito busca transformar a memória das vítimas em uma agenda nacional de conscientização. A data não deve funcionar apenas como homenagem simbólica, mas também como momento de alerta sobre atitudes que aumentam o risco de mortes, como excesso de velocidade, direção após consumo de álcool, ultrapassagens perigosas e falta de equipamentos de segurança.

Segundo o texto divulgado pelo governo federal, a nova lei também reforça a participação da sociedade nas metas estabelecidas pelo Pnatrans. Essa atuação deverá ser apoiada por órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito, com uso de recursos próprios disponíveis e também com a alocação de recursos específicos para projetos ou eventos previamente programados.

O que muda

Nova lei cria uma data nacional de mobilização

3º domingo
de novembro será a data anual de mobilização
Lei 15.403
institui a data nacional em memória das vítimas
Pnatrans
plano nacional também é atualizado pela nova norma

Dados da PRF mostram peso dos sinistros nas rodovias

O anúncio da nova data ocorre em meio a um cenário ainda preocupante nas rodovias federais. Balanço divulgado pela Polícia Rodoviária Federal apontou que, em 2025, foram registrados 72.483 sinistros de trânsito e 6.044 mortes. Em 2024, haviam sido contabilizados 73.201 sinistros e 6.163 óbitos.

Embora os números indiquem redução nos principais indicadores, o volume de ocorrências segue alto. Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná aparecem entre os estados com maiores acumulados de sinistros em rodovias federais. No recorte de mortes, Minas Gerais e Paraná permanecem entre os maiores registros, enquanto a Bahia aparece na terceira colocação.

Alerta nas rodovias

Mais de 6 mil mortes ainda mostram a gravidade do trânsito

72.483
sinistros registrados nas rodovias federais em 2025
6.044
mortes contabilizadas pela PRF no último ano
6.163
óbitos haviam sido registrados em 2024

Faixa do Dia das Vítimas de Trânsito mostra avenida brasileira com trânsito intenso, motos, ônibus e pedestres
Movimento nas vias reforça a necessidade de prevenção, fiscalização e respeito à vida.

Fiscalização também mira álcool ao volante

Além da criação do Dia das Vítimas de Trânsito, os dados oficiais reforçam a importância da fiscalização permanente. Em 2025, a PRF informou ter fiscalizado mais de 4,6 milhões de veículos e 5,4 milhões de pessoas nas rodovias federais de todo o país.

No combate à alcoolemia ao volante, foram realizados mais de 3,5 milhões de testes. Essas ações resultaram em 51 mil infrações e 3.643 pessoas detidas por embriaguez. O tema tem relação direta com a nova data, já que a condução sob efeito de álcool continua entre os fatores de risco mais observados em ações de segurança viária.

Fiscalização em 2025

Números mostram o tamanho da operação nas rodovias

4,6 milhões de veículos
foram fiscalizados pela PRF nas rodovias federais.
5,4 milhões de pessoas
passaram por ações de fiscalização ao longo do ano.
3,5 milhões de testes
foram feitos no combate à alcoolemia ao volante.

Mobilização busca transformar memória em prevenção

A criação do Dia das Vítimas de Trânsito amplia o espaço para campanhas educativas, ações de fiscalização, eventos públicos e iniciativas de conscientização. A data também pode ajudar famílias, entidades e órgãos públicos a manterem viva a memória das vítimas, ao mesmo tempo em que reforça a responsabilidade coletiva pela segurança nas vias.

Na prática, a nova lei coloca o tema em uma agenda nacional fixa. Isso pode fortalecer ações em escolas, rodovias, áreas urbanas, campanhas de comunicação, operações educativas e projetos voltados à redução de mortes e lesões no trânsito.

Por que importa

Memória, fiscalização e educação caminham juntas

A data nacional reforça que a redução de mortes no trânsito depende de políticas públicas, fiscalização contínua e mudança de comportamento. Ao transformar a memória das vítimas em mobilização, a lei também amplia o debate sobre responsabilidade ao volante, proteção de pedestres, uso de equipamentos de segurança e combate à mistura entre álcool e direção.

Plano nacional segue como referência para reduzir mortes

O Pnatrans foi criado para orientar metas de redução de mortes e lesões no trânsito. Com a alteração trazida pela nova lei, a participação social passa a ser reforçada com apoio dos órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito. A intenção é permitir que projetos e eventos de mobilização tenham respaldo dentro da estrutura e do orçamento dos próprios órgãos responsáveis.

Dessa forma, o Dia das Vítimas de Trânsito não se limita a uma marca no calendário. A data passa a funcionar como ponto de convergência entre memória, prevenção, educação, fiscalização e planejamento público. Para motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres, o recado é direto: segurança viária depende de escolhas diárias e de ações permanentes.

Fonte da notícia:
Agência Gov, via Planalto.

Novas regras levam “Luz para Todos” a comunidades e produção rural

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luz para todos
Casas de uma comunidade rural remota da Amazônia Legal aparecem iluminadas ao entardecer após ampliação do acesso à energia elétrica.

Luz para Todos mudou suas regras para ampliar o acesso à energia elétrica em regiões remotas do país, sobretudo na Amazônia Legal. O decreto publicado nesta segunda-feira (11) atualiza prioridades do programa e permite que a iniciativa alcance também estruturas comunitárias e produtivas em áreas rurais e isoladas.

A mudança assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva busca fortalecer o atendimento a famílias em situação de maior vulnerabilidade e a comunidades tradicionais. Além das residências, o programa poderá atender espaços ligados à bioeconomia, ao agroextrativismo, à produção de alimentos e a empreendimentos comunitários.

Painel do decreto

A nova fase do programa em números

A atualização do Luz para Todos aparece dentro de uma agenda maior de expansão do setor elétrico.

Concessões
14
distribuidoras renovadas
Contratos foram renovados pelo governo federal.
Investimento
R$ 130 bi
até 2030
Valor exigido como contrapartida no setor.
Alcance esperado
41,8 mi
de famílias
Estimativa de famílias beneficiadas pelos novos contratos. 

Luz para Todos passa a atender estruturas comunitárias

Com a nova regra, o Luz para Todos deixa de mirar apenas a ligação elétrica tradicional em áreas isoladas e passa a alcançar estruturas que sustentam a vida comunitária e produtiva. O texto permite atendimento a iniciativas rurais e remotas da Amazônia Legal, desde que estejam relacionadas às atividades previstas no decreto.

Na prática, isso inclui espaços usados em atividades de bioeconomia, agroextrativismo, produção de alimentos e empreendimentos comunitários. A lógica do decreto é ampliar a presença da energia elétrica onde ela pode apoiar a organização local, a produção e a permanência de famílias em regiões distantes dos centros urbanos.

Como muda

O novo caminho do atendimento

O decreto amplia o foco do programa e organiza o atendimento em áreas rurais e isoladas.

1
Chegada a áreas remotas
O foco permanece em regiões rurais e isoladas, com destaque para a Amazônia Legal.
2
Energia para produção comunitária
A medida inclui estruturas ligadas à bioeconomia, ao agroextrativismo e à produção de alimentos.
3
Prioridade para grupos vulneráveis
O decreto define quem deve ter preferência no atendimento do Luz para Todos. 

Prioridade inclui mulheres no CadÚnico e famílias com BPC

O decreto também estabelece prioridade para núcleos familiares chefiados por mulheres inscritas no Cadastro Único. O mesmo vale para famílias com pessoas com deficiência, idosos dependentes ou beneficiários do Benefício de Prestação Continuada, o BPC.

O Luz para Todos também prioriza comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas, extrativistas, agricultores familiares e povos tradicionais. Esses grupos aparecem no texto como públicos centrais da nova etapa, especialmente por estarem ligados a regiões onde o acesso à energia ainda enfrenta barreiras geográficas, econômicas e operacionais.

Prioridade social

Quem entra na frente do atendimento

A nova regra organiza grupos com preferência, especialmente famílias vulneráveis e comunidades tradicionais.

01

Mulheres no CadÚnico
Núcleos familiares chefiados por mulheres inscritas no cadastro social.

02

Famílias com BPC
Inclui pessoas com deficiência, idosos dependentes e beneficiários do benefício.

03

Povos tradicionais
Indígenas, quilombolas, ribeirinhos, extrativistas e agricultores familiares.

Leitura central: o decreto tenta direcionar o Luz para Todos a quem enfrenta maior dificuldade de acesso à energia em áreas isoladas. 

Concessões renovadas exigem investimento no setor elétrico

Na mesma semana da atualização do Luz para Todos, o governo federal renovou a concessão de 14 distribuidoras de energia elétrica. Como contrapartida, foi exigido investimento de R$ 130 bilhões no setor até 2030.

A medida abrange distribuidoras que atuam em 13 estados, incluindo Pará, Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, interior de São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Relançado há dois anos, o Luz para Todos busca ampliar o acesso à energia elétrica em áreas rurais e regiões isoladas do Brasil. Segundo a informação publicada, a expectativa é que os novos contratos beneficiem cerca de 41,8 milhões de famílias.

Impacto da medida

Energia como acesso, produção e inclusão

A atualização amplia o papel do programa ao conectar eletrificação, atendimento social e atividades comunitárias em regiões remotas.

Moradia

Acesso básico
Energia para famílias que vivem em áreas rurais e isoladas.

Comunidade

Apoio produtivo
Atendimento a estruturas ligadas à produção e à economia local.

Prioridade

Foco social
Preferência para famílias vulneráveis e povos tradicionais.

Síntese fiel: o Luz para Todos passa a combinar energia elétrica, inclusão social e suporte a atividades comunitárias em regiões remotas. 

A atualização do Luz para Todos reforça a tentativa de ampliar a presença da energia elétrica onde o acesso ainda é limitado. O decreto organiza prioridades, inclui estruturas ligadas à produção comunitária e mantém foco em populações que vivem em áreas remotas, especialmente na Amazônia Legal.

Com isso, o Luz para Todos passa a ter uma atuação mais ampla, combinando atendimento residencial, apoio a atividades produtivas e prioridade para grupos sociais específicos. A execução prática dependerá da aplicação das novas regras e dos contratos do setor elétrico nos próximos anos.

Fonte da notícia: Metrópoles

Skunk na BR-364: PRF apreende quase 175 kg após abordagem

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Skunk na BR-364 apreendido pela PRF durante fiscalização com viatura, carro abordado e tabletes de droga
Apreensão de quase 175 kg de skunk ocorreu após abordagem da PRF durante fiscalização na BR-364.

Skunk na BR-364 foi apreendido pela Polícia Rodoviária Federal durante uma fiscalização que terminou com dois homens presos e quase 175 kg de droga retirados de circulação. A ocorrência começou após uma manobra considerada suspeita feita pelo motorista de um carro preto durante patrulhamento ostensivo.

De acordo com a PRF, a equipe realizava fiscalização no km 103 da BR-364 quando visualizou um Renault Kwid preto. Ao perceber a aproximação da viatura, o condutor realizou uma mudança brusca de direção, atitude que motivou a abordagem imediata do veículo.

Skunk na BR-364 foi encontrado em carro preto

Durante a fiscalização, os agentes notaram que o motorista apresentava sinais visíveis de embriaguez. Além disso, o passageiro demonstrava nervosismo excessivo, segundo a corporação. Por isso, os policiais aprofundaram a vistoria no interior do automóvel.

Na checagem, a PRF encontrou 165 tabletes de substância análoga a skunk espalhados pelo banco traseiro e pelo porta-malas. Ao todo, a carga pesou aproximadamente 174,77 kg. A droga foi descrita pela corporação como maconha de alto teor de pureza.

Dados da ocorrência

O que foi apreendido durante a fiscalização

174,77 kg
aproximadamente de substância análoga a skunk
165
tabletes localizados dentro do veículo abordado
2 presos
por tráfico de drogas e embriaguez ao volante

Motorista passou por teste do etilômetro

Além da apreensão de skunk na BR-364, a ocorrência também envolveu suspeita de embriaguez ao volante. O condutor foi submetido ao teste do etilômetro, que confirmou a alteração, agravando a situação criminal relatada pela PRF.

Segundo a corporação, os suspeitos informaram que a carga seria entregue em um posto de combustíveis no perímetro urbano. A informação foi registrada durante a ocorrência e passou a integrar os encaminhamentos adotados após a abordagem.

Agente da PRF observa tabletes de skunk na BR-364 após apreensão durante fiscalização
Fiscalização encontrou 165 tabletes no banco traseiro e no porta-malas do veículo.

Apreensão de skunk na BR-364 terminou com dois presos

Diante dos fatos, os dois homens receberam voz de prisão. Conforme a PRF, eles foram enquadrados pelos crimes de tráfico de drogas, previsto no artigo 33 da Lei 11.343/06, e embriaguez ao volante, prevista no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro.

Depois da prisão, os suspeitos, o veículo e o entorpecente foram encaminhados à Delegacia de Flagrantes para a formalização do flagrante. A apreensão de skunk na BR-364 chamou atenção pelo volume da carga e pela forma como os tabletes estavam distribuídos dentro do automóvel.

Como a abordagem avançou

Manobra suspeita levou à vistoria do veículo

1. Mudança brusca
O motorista alterou a direção ao notar a aproximação da viatura.
2. Sinais observados
A PRF relatou embriaguez do condutor e nervosismo do passageiro.
3. Droga localizada
Os tabletes estavam no banco traseiro e no porta-malas do carro.

BR-364 segue como rota estratégica de fiscalização

A BR-364 é uma das principais rotas rodoviárias da região Norte e concentra fluxo intenso de veículos, transporte de cargas e deslocamentos entre municípios e estados. Por esse motivo, operações de fiscalização em pontos estratégicos da rodovia costumam ter papel importante no combate ao transporte de drogas, armas, produtos ilegais e outras ocorrências criminais.

Para a PRF, a fiscalização ostensiva ajuda a identificar situações suspeitas durante o patrulhamento e permite resposta rápida quando há tentativa de fuga, mudança brusca de direção ou comportamento incompatível com uma abordagem comum. Nesse caso, a combinação entre a manobra do motorista, os sinais de embriaguez e o nervosismo do passageiro levou os agentes a ampliar a vistoria.

A apreensão de skunk na BR-364 reforça a relevância da rodovia nas ações de segurança pública. Além de ligar áreas urbanas, zonas rurais e corredores interestaduais, a via também exige atenção constante das forças de fiscalização por causa do volume de circulação e da possibilidade de transporte de cargas ilícitas.

Com a retirada de quase 175 kg de entorpecente de circulação, a ocorrência passa a integrar o conjunto de ações de combate ao tráfico nas rodovias federais. A PRF informou que os procedimentos legais foram adotados e que o caso foi encaminhado à unidade policial responsável pela formalização do flagrante.

Fonte da notícia:
Polícia Rodoviária Federal.

Chuvas intensas em Rondônia acendem alerta para ventos e alagamentos

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Chuvas intensas em Rondônia deixam avenida molhada durante alerta meteorológico
Alerta meteorológico chama atenção para chuva, vento forte e risco de transtornos em Rondônia.

Chuvas intensas em Rondônia acenderam o alerta para moradores de várias cidades do estado, após aviso meteorológico atribuído ao Instituto Nacional de Meteorologia, o INMET. A previsão indica possibilidade de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora, acumulado de até 50 milímetros ao dia e ventos que podem variar entre 40 e 60 km/h.

O aviso exige atenção porque, mesmo com classificação de risco moderado, há possibilidade de transtornos como queda de galhos, descargas elétricas, alagamentos pontuais e interrupções no fornecimento de energia. Por isso, moradores devem acompanhar as atualizações oficiais e evitar situações de risco durante tempestades.

Alerta ao cidadão

O que o alerta indica

30 mm/h
Chuva por hora pode ocorrer em pontos atingidos pelo aviso.
50 mm/dia
Acumulado diário pode elevar o risco de pontos de alagamento.
60 km/h
Rajadas de vento podem causar queda de galhos e transtornos.

Chuvas intensas em Rondônia atingem várias cidades

Entre os municípios citados no alerta estão Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal, Jaru, Vilhena, Rolim de Moura, Pimenta Bueno e Ouro Preto do Oeste, além de outras localidades rondonienses. A recomendação é que a população acompanhe os canais oficiais, pois os avisos meteorológicos podem ser atualizados conforme a evolução das nuvens, dos ventos e das áreas de instabilidade.

Chuvas intensas em Rondônia atingem cidades com vento forte, raios e pista molhada
Alerta meteorológico chama atenção para chuva forte, rajadas de vento e risco de transtornos em municípios de Rondônia.

Em situações de chuvas intensas em Rondônia, o risco não se limita ao volume de água. Rajadas de vento podem derrubar galhos, deslocar objetos soltos e aumentar o perigo para motoristas, motociclistas e pedestres. Além disso, descargas elétricas exigem cuidado especial em áreas abertas, zonas rurais, margens de rios e locais com pouca proteção.

Cuidados imediatos

Como reduzir riscos durante a tempestade

Pequenas decisões ajudam a evitar acidentes quando há chuva forte, vento e raios.

  • Evite se abrigar debaixo de árvores durante rajadas de vento.
  • Não estacione veículos perto de torres, placas e estruturas metálicas.
  • Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada durante descargas elétricas.
  • Redobre a atenção em vias alagadas, pontes, bueiros e áreas de enxurrada.

Alerta exige atenção de motoristas e moradores

O alerta de chuvas intensas em Rondônia também deve ser observado por quem precisa pegar estrada ou circular em trechos urbanos com histórico de alagamento. Durante chuva forte, a visibilidade pode cair rapidamente, enquanto a pista molhada aumenta o risco de aquaplanagem, colisões e quedas envolvendo motociclistas.

Chuva forte em avenida de Rondônia com pista molhada, carros, motociclista e risco de alagamento
Chuvas intensas em Rondônia reduzem a visibilidade, deixam a pista escorregadia e aumentam o risco para motoristas, motociclistas e moradores de áreas vulneráveis.

Para motoristas, a orientação é reduzir a velocidade, manter distância segura do veículo da frente e evitar atravessar áreas com água acumulada. Já moradores de regiões mais baixas devem observar sinais de enxurrada, retorno de água por ralos, risco de erosão e movimentação anormal de barrancos ou margens de igarapés.

Serviço público

Quando pedir ajuda

199
Defesa Civil, em casos de alagamento, risco estrutural, erosão ou ameaça a imóveis.
193
Corpo de Bombeiros, em emergências com risco à vida, queda de árvore ou acidente.

Monitoramento deve continuar ao longo do dia

Como o tempo pode mudar rapidamente na Amazônia, o aviso sobre chuvas intensas em Rondônia deve ser acompanhado em tempo real pelos canais oficiais do INMET, Defesa Civil e órgãos locais. A classificação amarela costuma indicar perigo potencial, mas isso não elimina a necessidade de cuidado, principalmente em locais vulneráveis a alagamentos.

A população também deve observar orientações das prefeituras, especialmente quando houver interrupção de vias, queda de árvores, falta de energia ou registro de áreas afetadas. Em caso de risco imediato, a recomendação é buscar abrigo seguro e acionar os serviços de emergência.

Fonte da notícia: INMET, com informações via Portal SGC

Dia das Mães: veja 9 receitas fáceis para preparar um almoço especial em casa

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Receitas fáceis para o Dia das Mães reunidas em mesa especial com pratos salgados e mousse
Mesa reúne pratos salgados e sobremesa da série especial para ajudar na escolha do almoço de Dia das Mães.

Receitas fáceis para o Dia das Mães ajudam filhos, filhas e familiares a prepararem um almoço especial em casa sem complicar a cozinha. Depois de uma série com 9 sugestões publicadas pelo TVdoPOVO, este guia reúne todas as opções para o internauta escolher o prato que mais combina com a família.

A seleção de receitas fáceis para o Dia das Mães traz pratos cremosos, opções de forno, receita com frango, almoço de travessa, churrasco prático na airfryer e uma sobremesa simples para preparar na véspera. A ideia é facilitar a decisão, mostrar alternativas para diferentes rotinas e ajudar quem quer transformar o domingo em um momento de carinho.

Especial Dia das Mães

Escolha a receita ideal para o almoço

O guia reúne as 9 receitas da série para quem ainda está decidindo o cardápio. Há opções para quem quer praticidade, cremosidade, prato de forno, carne, frango ou sobremesa gelada.

Quer navegar por todas as publicações do especial?
Veja todas as receitas de almoço de Dia das Mães.

Como escolher entre as 9 receitas fáceis para o Dia das Mães

Antes de escolher o prato, vale pensar em três pontos: o tempo disponível, o número de pessoas e a experiência de quem vai cozinhar. Quem quer algo rápido pode apostar em strogonoff, macarrão cremoso, churrasco na airfryer ou mousse. Já quem prefere uma travessa mais completa pode escolher lasanha, arroz de forno, escondidinho ou fricassê.

Também é importante considerar o gosto da mãe. Se ela prefere pratos cremosos, fricassê, macarrão e escondidinho são boas apostas. Se gosta de almoço tradicional, frango assado com batatas e lasanha funcionam muito bem. Para uma proposta diferente, o churrasco na airfryer entrega clima de domingo sem depender de churrasqueira.

Escolha pelo estilo do almoço

Mais cremoso
Fricassê, strogonoff, macarrão cremoso e escondidinho.
Mais tradicional
Lasanha, frango assado com batatas e arroz de forno.
Mais prático
Churrasco na airfryer, strogonoff e mousse de limão ou maracujá.

Veja as 9 receitas da série especial

Abaixo, o guia reúne as receitas fáceis para o Dia das Mães em ordem de publicação. Cada opção traz uma breve explicação para ajudar o leitor a decidir qual prato combina melhor com o almoço em casa.

Fricassê de frango, lasanha prática e frango assado com batatas para o Dia das Mães
Fricassê, lasanha e frango assado abrem o guia com opções de forno, travessa e almoço tradicional.

1. Fricassê de frango

Ideal para quem quer uma receita cremosa e segura. O fricassê combina frango desfiado, creme, milho e batata palha, criando uma travessa fácil de montar e com boa aceitação na mesa.

Ver receita de fricassê de frango

2. Lasanha prática

Ideal para quem quer almoço com cara de domingo. A lasanha com massa pronta facilita a montagem e entrega uma receita bonita, familiar e fácil de servir.

Ver receita de lasanha prática

3. Frango assado com batatas

Ideal para quem prefere um prato tradicional. O frango assado com batatas é simples, rende bem e combina com arroz, farofa e salada verde.

Ver receita de frango assado com batatas

Strogonoff, macarrão com molho branco e arroz de forno entre receitas fáceis para o Dia das Mães
Strogonoff, macarrão cremoso e arroz de forno formam opções práticas para quem quer sabor e facilidade.

4. Strogonoff

Ideal para quem quer rapidez e sabor familiar. O strogonoff é prático, combina com arroz branco e batata palha, e pode ser preparado sem muita experiência.

Ver receita de strogonoff

5. Macarrão com molho branco e bacon

Ideal para quem quer uma receita rápida e cremosa. O macarrão com molho branco e bacon usa poucos ingredientes e fica bonito quando servido em travessa.

Ver receita de macarrão cremoso

6. Arroz de forno preguiçoso

Ideal para aproveitar arroz pronto e montar uma travessa completa. A receita combina arroz, queijo, legumes e recheios simples, com preparo fácil e resultado bonito.

Ver receita de arroz de forno

Escondidinho de frango, churrasco na airfryer e mousse de limão ou maracujá para o Dia das Mães
Escondidinho, churrasco na airfryer e mousse fecham a série com prato cremoso, opção diferente e sobremesa.

7. Escondidinho de frango

Ideal para quem quer uma receita afetiva e cremosa. O escondidinho une frango desfiado, purê macio e queijo gratinado em uma travessa com sabor de comida feita em casa.

Ver receita de escondidinho de frango

8. Churrasco na airfryer

Ideal para quem quer sabor de churrasco sem churrasqueira. A opção reúne carne, linguiça, queijo coalho, pão de alho, farofa e salada em uma versão prática para preparar em casa.

Ver receita de churrasco na airfryer

9. Mousse de limão ou maracujá

Ideal para preparar na véspera e fechar o almoço com leveza. O mousse tem poucos ingredientes, pode ser feito com limão ou maracujá e fica bonito em taças individuais.

Ver receita de mousse de limão ou maracujá

Guia rápido

Escolha pelo tempo disponível

  1. Até 30 minutos: strogonoff, macarrão cremoso e mousse.
  2. Até 1 hora: fricassê, arroz de forno e churrasco na airfryer.
  3. Mais caprichado: lasanha, frango assado com batatas e escondidinho.
  4. Para preparar antes: mousse, arroz de forno, escondidinho e lasanha.

Cardápios prontos para facilitar a escolha

Quem ainda está em dúvida pode montar o almoço por combinação. Uma opção cremosa pode unir fricassê de frango, arroz branco, salada verde e mousse. Já uma opção mais tradicional pode trazer frango assado com batatas, farofa, arroz e sobremesa gelada.

Para quem quer uma mesa mais prática, o arroz de forno ou o escondidinho funcionam como prato principal de travessa. E, para uma proposta diferente, o churrasco na airfryer pode ser servido com farofa, pão de alho, salada e mousse de limão ou maracujá.

Sugestões de cardápio

Opção cremosa: fricassê de frango, salada verde e mousse.
Opção tradicional: frango assado com batatas, arroz, farofa e mousse.
Opção prática: arroz de forno, salada simples e sobremesa gelada.
Opção diferente: churrasco na airfryer, farofa, pão de alho e salada.

O almoço não precisa ser perfeito para ser especial

O mais importante é lembrar que o Dia das Mães não exige uma cozinha profissional. Uma receita simples, feita com atenção, pode ter mais valor do que um cardápio complicado. Preparar a mesa, organizar os ingredientes, dividir tarefas e deixar tudo limpo depois também fazem parte do presente.

As receitas fáceis para o Dia das Mães foram pensadas justamente para isso: ajudar o internauta a escolher uma opção possível, bonita e afetiva. Seja com frango, massa, arroz, carne ou sobremesa, o gesto principal está em preparar algo com carinho.

Veja a série completa

Todas as receitas em um só lugar

O TVdoPOVO reuniu as sugestões do especial para facilitar a escolha do almoço. A página da tag permite navegar pelas receitas já publicadas e comparar as opções com mais calma.

Ver todas as receitas do especial

Para acompanhar outras publicações relacionadas à data, o leitor também pode acessar a busca do TVdoPOVO sobre o tema em Dia das Mães.

Fonte da receita: Produção editorial TVdoPOVO.com.

Google libera passaporte digital no celular para brasileiros

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Passaporte digital no Google ID aparece em celular ao lado de passaporte brasileiro físico
Passaporte digital no Google ID permite guardar uma versão do documento no celular, mas não substitui o passaporte físico em viagens internacionais.

Passaporte digital no Google ID começa a ser liberado para brasileiros pela Carteira do Google e promete facilitar a identificação em serviços digitais. A novidade permite criar uma versão digital do passaporte dentro do celular, com validação do documento, leitura do chip eletrônico e reconhecimento facial.

A ferramenta chega como parte do avanço da digitalização de documentos no Brasil. No entanto, o ponto mais importante para o viajante é claro: o recurso não substitui o passaporte físico em viagens internacionais. Para embarque, imigração, controle de fronteira e entrada em outros países, o documento tradicional continua obrigatório.

Serviço digital

O que o passaporte digital permite fazer

A credencial digital fica salva na Carteira do Google e pode ajudar na confirmação de identidade ou idade em serviços compatíveis, sempre como complemento ao documento físico.

1

Documento no celularA versão digital fica armazenada na Carteira do Google.

NFC

Leitura do chipA tecnologia confere os dados do passaporte eletrônico.

Físico

Segue obrigatórioO passaporte físico continua exigido em viagens internacionais.

Como funciona o passaporte digital no Google ID

Na prática, o sistema transforma os dados do passaporte em uma credencial digital guardada no aparelho. O cadastro ocorre pela Google Wallet, também conhecida no Brasil como Carteira do Google, em celulares compatíveis com a tecnologia necessária para leitura do documento.

Passaporte digital no Google ID em smartphone ao lado de passaporte brasileiro físico
Passaporte digital no Google ID permite usar uma versão digital do documento em serviços compatíveis, mas não substitui o passaporte físico em viagens internacionais.

Durante o processo, o usuário precisa fotografar a página principal do passaporte, fazer a leitura do chip eletrônico e passar por reconhecimento facial em vídeo. Essas etapas servem para confirmar se o documento é verdadeiro e se pertence à pessoa que está criando o ID digital.

Validação

Etapas de criação do ID digital

01

Foto da página principal

O usuário registra a página principal do passaporte para iniciar a conferência.

02

Leitura do chip eletrônico

A validação usa NFC, tecnologia também presente em pagamentos por aproximação.

03

Reconhecimento facial em vídeo

Um vídeo ajuda a confirmar que a pessoa cadastrando o documento é a titular.

04

Confirmação dos dados biométricos

Os dados são conferidos antes de a credencial ficar disponível no celular.

Passaporte digital no Google ID não muda regras de viagem

Apesar do avanço, o passaporte digital no Google ID tem uso limitado. Ele pode facilitar a rotina em serviços digitais compatíveis, mas não libera o viajante de apresentar o passaporte físico quando isso for exigido pelas autoridades.

Isso significa que nada muda para embarques internacionais, imigração, controle de fronteira ou entrada em outros países. O documento físico continua sendo a referência oficial para viagens ao exterior. Portanto, quem pretende viajar deve manter o passaporte tradicional válido e em mãos.

Atenção ao viajante

O que muda e o que continua igual

A novidade melhora a rotina digital, mas não altera as regras oficiais de viagem, visto, embarque ou imigração.

Pode facilitar

Identificação digital

Ajuda na identificação em serviços digitais compatíveis e na confirmação de idade ou dados pessoais.

Continua obrigatório

Passaporte físico

O documento tradicional segue exigido para embarque internacional, imigração, controle de fronteira e entrada em outros países.

Segurança e privacidade no celular

Segundo as informações divulgadas sobre o recurso, a proposta envolve criptografia e armazenamento seguro dentro do aparelho. O sistema também prevê controle sobre quais dados serão compartilhados em cada verificação, permitindo apresentar apenas as informações necessárias em determinadas situações.

Passaporte digital no Google ID aparece em celular com bandeira do Brasil ao fundo
Passaporte digital no Google ID começa a ser liberado para brasileiros pela Carteira do Google, mas não substitui o documento físico em viagens internacionais.

Esse ponto é relevante porque documentos digitais precisam unir praticidade e proteção. A ideia é reduzir a exposição de dados pessoais quando a pessoa precisa comprovar identidade ou idade em serviços compatíveis.

O passaporte digital no Google ID acompanha uma tendência já usada ou testada em países como Estados Unidos, Reino Unido, Singapura e Taiwan. A lógica é levar documentos e credenciais para o celular, sem eliminar automaticamente os documentos físicos exigidos por lei ou por autoridades de fronteira.

Impacto prático

O que o brasileiro precisa guardar

O passaporte digital no Google ID pode tornar a identificação mais simples, mas precisa ser entendido como apoio digital, não como mudança nas regras de viagem.

Praticidade no dia a dia

O celular passa a concentrar mais uma credencial de identificação dentro da Carteira do Google.

Atenção antes de viajar

O viajante ainda deve conferir quais documentos são aceitos em aeroportos e processos de imigração.

Limite da tecnologia

O ID digital não interfere na aprovação de vistos nem nas regras de entrada em outros países.

Antes de viajar, atenção aos documentos

Quem vai sair do país deve tratar o passaporte digital no Google ID como uma ferramenta complementar. Ele pode ajudar no dia a dia, mas não substitui a preparação básica para uma viagem internacional.

Por isso, o viajante deve verificar a validade do passaporte físico, exigências de visto, regras do país de destino e documentos aceitos no aeroporto. A novidade melhora a experiência digital, mas a decisão sobre embarque, imigração e entrada em outro país continua seguindo as normas oficiais de cada autoridade.

Fonte da notícia: Só Notícia Boa

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