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quarta-feira, outubro 28, 2026
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Porto Velho aparece em 6º lugar no país em roubos e furtos de celular

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Roubo e furto de celular exige bloqueio rápido e proteção das contas em Porto Velho
Bloqueio do aparelho, registro da ocorrência e troca de senhas ajudam a reduzir prejuízos.

Porto Velho registrou a sexta maior taxa de roubo e furto de celular entre os municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes. O indicador chegou a 1.123,2 aparelhos subtraídos por 100 mil moradores em 2025.

A taxa serve para comparar cidades com populações diferentes. Ela não significa que ocorreram exatamente 1.123 casos, que houve 1.123 vítimas ou que esse foi o número absoluto de aparelhos levados na capital de Rondônia.

Os dados de roubo e furto de celular reúnem registros policiais das duas modalidades. Para o morador, a orientação prática é não reagir, bloquear rapidamente o aparelho e as contas, registrar a ocorrência e alterar senhas. Outras notícias de segurança podem ser acompanhadas no TVdoPOVO.

Neste artigo, você vai ver:
  • como interpretar a taxa de roubo e furto de celular;
  • quais cidades aparecem antes de Porto Velho;
  • a diferença entre roubo e furto;
  • o que fazer logo após perder o aparelho;
  • como reduzir o acesso indevido a contas e dados.

Porto Velho é 6ª em roubo e furto de celular

São Luís lidera a lista, seguida por Belém, São Paulo, Salvador e Lauro de Freitas. Porto Velho aparece logo depois, com taxa de 1.123,2 por 100 mil habitantes. Manaus ocupa a posição seguinte, com 1.107,1.

O indicador de roubo e furto de celular não informa, por si só, quais bairros, horários ou perfis foram mais atingidos em Porto Velho. Também não explica automaticamente por que a capital alcançou a sexta posição. Para essas conclusões, seriam necessários dados locais mais detalhados.

Como ler o ranking
Posição: Porto Velho ficou em sexto lugar.
Taxa: 1.123,2 aparelhos por 100 mil habitantes.
Período: registros policiais realizados em 2025.
Recorte: cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes.

Roubo e furto de celular têm diferenças

Roubo envolve violência ou grave ameaça durante a abordagem. Furto ocorre sem confronto direto e pode ser percebido somente depois, como em locais movimentados, filas, transporte coletivo ou estabelecimentos comerciais.

No Brasil, o roubo e furto de celular somou 792.284 ocorrências em 2025, com taxa nacional de 371,2 por 100 mil habitantes. O total caiu 7,7% em relação a 2024. Os roubos recuaram 18,6%, enquanto os furtos cresceram 0,9% e responderam por seis em cada dez aparelhos subtraídos.

O que fazer após roubo e furto de celular

A prioridade é preservar a integridade física. Não reaja, não tente perseguir quem levou o aparelho e procure um local seguro. Em seguida, acione os mecanismos de bloqueio para reduzir o risco de acesso a mensagens, aplicativos bancários, e-mail e redes sociais.

O programa Celular Seguro permite registrar roubo, furto ou extravio, solicitar o bloqueio do aparelho e da linha e comunicar instituições parceiras. Quem não utiliza a plataforma deve procurar diretamente a operadora e os bancos pelos canais oficiais.

Se levaram o aparelho
Integridade: não reaja nem confronte o autor.
Bloqueio: emita o alerta e avise operadora e bancos.
Registro: faça o boletim de ocorrência.
Contas: altere senhas e encerre sessões abertas.

Em Rondônia, a Delegacia Virtual da Polícia Civil permite registrar ocorrências como roubo, furto e extravio pela internet. O boletim não garante a recuperação do aparelho, mas formaliza o fato e pode contribuir para bloqueios e investigações.

Prevenção reduz danos após roubo e furto de celular

Antes de sair, guarde o número IMEI e a nota fiscal em local separado do telefone. Ative senha forte, biometria, bloqueio automático curto e autenticação em duas etapas. Evite repetir senhas entre e-mail, aplicativos bancários, mensagens e redes sociais.

Na compra de um aparelho usado, consulte se existe restrição por roubo, furto ou extravio. A consulta oficial usa uma base integrada com registros do Celular Seguro, da Anatel e de boletins de ocorrência.

Proteção antes de sair
IMEI: guarde o número fora do aparelho.
Tela: use senha forte, biometria e bloqueio rápido.
Contas: ative autenticação em duas etapas.
Compra usada: consulte restrições antes do pagamento.

Os dados de roubo e furto de celular colocam Porto Velho em posição de atenção, mas a leitura correta depende do ano, da taxa e do recorte populacional. Para o morador, a resposta prática combina prevenção, proteção das contas, registro oficial e a orientação de nunca confrontar quem levou o aparelho.

Porto Velho tem 6ª maior taxa de roubo e furto de celular do país

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Roubo e furto de celular exige bloqueio rápido e proteção das contas em Porto Velho
Bloqueio do aparelho, registro da ocorrência e troca de senhas ajudam a reduzir prejuízos.

Porto Velho registrou a sexta maior taxa de roubo e furto de celular entre os municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes. O indicador chegou a 1.123,2 aparelhos subtraídos por 100 mil moradores em 2025.

A taxa serve para comparar cidades com populações diferentes. Ela não significa que ocorreram exatamente 1.123 casos, que houve 1.123 vítimas ou que esse foi o número absoluto de aparelhos levados na capital de Rondônia.

Os dados de roubo e furto de celular reúnem registros policiais das duas modalidades. Para o morador, a orientação prática é não reagir, bloquear rapidamente o aparelho e as contas, registrar a ocorrência e alterar senhas. Outras notícias de segurança podem ser acompanhadas no TVdoPOVO.

Neste artigo, você vai ver:
  • como interpretar a taxa de roubo e furto de celular;
  • quais cidades aparecem antes de Porto Velho;
  • a diferença entre roubo e furto;
  • o que fazer logo após perder o aparelho;
  • como reduzir o acesso indevido a contas e dados.

Porto Velho é 6ª em roubo e furto de celular

São Luís lidera a lista, seguida por Belém, São Paulo, Salvador e Lauro de Freitas. Porto Velho aparece logo depois, com taxa de 1.123,2 por 100 mil habitantes. Manaus ocupa a posição seguinte, com 1.107,1.

O indicador de roubo e furto de celular não informa, por si só, quais bairros, horários ou perfis foram mais atingidos em Porto Velho. Também não explica automaticamente por que a capital alcançou a sexta posição. Para essas conclusões, seriam necessários dados locais mais detalhados.

Como ler o ranking
Posição: Porto Velho ficou em sexto lugar.
Taxa: 1.123,2 aparelhos por 100 mil habitantes.
Período: registros policiais realizados em 2025.
Recorte: cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes.

Roubo e furto de celular têm diferenças

Roubo envolve violência ou grave ameaça durante a abordagem. Furto ocorre sem confronto direto e pode ser percebido somente depois, como em locais movimentados, filas, transporte coletivo ou estabelecimentos comerciais.

No Brasil, o roubo e furto de celular somou 792.284 ocorrências em 2025, com taxa nacional de 371,2 por 100 mil habitantes. O total caiu 7,7% em relação a 2024. Os roubos recuaram 18,6%, enquanto os furtos cresceram 0,9% e responderam por seis em cada dez aparelhos subtraídos.

O que fazer após roubo e furto de celular

A prioridade é preservar a integridade física. Não reaja, não tente perseguir quem levou o aparelho e procure um local seguro. Em seguida, acione os mecanismos de bloqueio para reduzir o risco de acesso a mensagens, aplicativos bancários, e-mail e redes sociais.

O programa Celular Seguro permite registrar roubo, furto ou extravio, solicitar o bloqueio do aparelho e da linha e comunicar instituições parceiras. Quem não utiliza a plataforma deve procurar diretamente a operadora e os bancos pelos canais oficiais.

Se levaram o aparelho
Integridade: não reaja nem confronte o autor.
Bloqueio: emita o alerta e avise operadora e bancos.
Registro: faça o boletim de ocorrência.
Contas: altere senhas e encerre sessões abertas.

Em Rondônia, a Delegacia Virtual da Polícia Civil permite registrar ocorrências como roubo, furto e extravio pela internet. O boletim não garante a recuperação do aparelho, mas formaliza o fato e pode contribuir para bloqueios e investigações.

Prevenção reduz danos após roubo e furto de celular

Antes de sair, guarde o número IMEI e a nota fiscal em local separado do telefone. Ative senha forte, biometria, bloqueio automático curto e autenticação em duas etapas. Evite repetir senhas entre e-mail, aplicativos bancários, mensagens e redes sociais.

Na compra de um aparelho usado, consulte se existe restrição por roubo, furto ou extravio. A consulta oficial usa uma base integrada com registros do Celular Seguro, da Anatel e de boletins de ocorrência.

Proteção antes de sair
IMEI: guarde o número fora do aparelho.
Tela: use senha forte, biometria e bloqueio rápido.
Contas: ative autenticação em duas etapas.
Compra usada: consulte restrições antes do pagamento.

Os dados de roubo e furto de celular colocam Porto Velho em posição de atenção, mas a leitura correta depende do ano, da taxa e do recorte populacional. Para o morador, a resposta prática combina prevenção, proteção das contas, registro oficial e a orientação de nunca confrontar quem levou o aparelho.

Fogo atinge barracão na Vila Princesa e é controlado

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Incêndio na Vila Princesa é controlado após atingir barracão e materiais recicláveis
Aceiro, limpeza e apoio com caminhão-pipa impediram que as chamas avançassem.

O incêndio na Vila Princesa, em Porto Velho, atingiu um barracão e materiais recicláveis na tarde de terça-feira, 21 de julho de 2026. O fogo foi controlado após o combate do Corpo de Bombeiros e o apoio de equipes municipais.

A operação reuniu caminhão-pipa, abertura de aceiro e limpeza do terreno para impedir que as chamas avançassem para outros pontos. A informação confirmada é que o barracão e os recicláveis foram atingidos; não foram divulgados área total queimada, duração exata do combate ou valor dos prejuízos.

A causa do incêndio na Vila Princesa ainda depende de apuração. A referência preliminar a possível ação criminosa não equivale a laudo pericial, identificação de autoria ou responsabilização. O leitor também pode acompanhar outras notícias de Porto Velho no TVdoPOVO.

Neste artigo, você vai ver:
  • o que foi atingido pelo incêndio na Vila Princesa;
  • quais equipes participaram da resposta;
  • como o aceiro e a limpeza ajudaram no controle;
  • por que a área ainda exige monitoramento;
  • o que permanece sem confirmação.

Incêndio na Vila Princesa mobilizou resposta integrada

O Corpo de Bombeiros iniciou o combate direto às chamas. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente deslocou um caminhão-pipa, enquanto as áreas municipais de Agricultura e Infraestrutura deram suporte à operação no entorno do barracão.

No atendimento ao incêndio na Vila Princesa, as equipes combinaram água, retirada de materiais combustíveis e isolamento do terreno. Essas ações reduziram a possibilidade de propagação para áreas próximas e ajudaram a proteger a comunidade e o meio ambiente.

Como o fogo foi contido
Combate direto: bombeiros atuaram sobre as chamas e os focos identificados.
Caminhão-pipa: ampliou a disponibilidade de água na operação.
Aceiro: criou uma faixa de separação para dificultar o avanço do fogo.
Limpeza: retirou resíduos que poderiam alimentar novos focos.

Aceiro e limpeza diminuíram o risco de propagação

O aceiro é uma faixa limpa ou com pouca vegetação criada para reduzir o material disponível para a queima. Na ocorrência, a medida foi acompanhada da limpeza da área e do controle dos focos que alcançaram os materiais recicláveis.

Essas medidas limitaram o incêndio na Vila Princesa, mas controle não deve ser confundido com encerramento definitivo. Calor acumulado, brasas e resíduos podem favorecer o reaparecimento de focos, razão pela qual a observação do terreno continua importante.

O que ainda não foi confirmado
Causa: não há conclusão pericial divulgada sobre a origem do fogo.
Autoria: não foi identificada pessoa responsável pela ocorrência.
Dimensão: não foram informados área total, duração ou prejuízo.
Responsabilização: não há informação sobre prisão ou medida aplicada.

Causa do incêndio na Vila Princesa segue em apuração

A possibilidade de ação criminosa apareceu como informação preliminar na comunicação oficial. Sem laudo, evidência técnica divulgada ou identificação de suspeito, a ocorrência deve continuar descrita como incêndio de causa ainda não definida.

Essa cautela evita transformar hipótese em fato. O que está confirmado sobre o incêndio na Vila Princesa é o atingimento do barracão e dos materiais recicláveis, a mobilização das equipes e o controle do avanço das chamas.

Período seco exige prevenção em Porto Velho

Durante a estiagem, vegetação seca, resíduos acumulados e uso inadequado do fogo favorecem a propagação. A campanha municipal de prevenção às queimadas orienta a população a descartar resíduos corretamente e a não usar fogo para limpar terrenos ou eliminar lixo.

O incêndio na Vila Princesa reforça a importância de manter áreas limpas de forma segura, afastar chamas e brasas da vegetação e acionar o socorro quando o fogo estiver fora de controle. Pessoas não devem entrar em áreas com fumaça intensa nem tentar combater grandes focos sem treinamento.

Cuidados no período seco
Resíduos: descarte nos locais adequados e evite acúmulo perto da vegetação.
Terrenos: faça limpeza segura, sem usar fogo.
Vegetação seca: mantenha fagulhas, brasas e chamas afastadas.
Risco imediato: afaste-se e acione o Corpo de Bombeiros pelo 193.

Após o incêndio na Vila Princesa, o ponto principal é acompanhar o esclarecimento da causa e manter a prevenção. O controle das chamas encerrou a fase crítica da resposta, mas não autoriza concluir, sem apuração, como o fogo começou ou quem poderia ser responsabilizado.

Remessa de insulina glargina chega a Rondônia; troca será gradual

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Insulina glargina em Rondônia exige avaliação e acompanhamento na Unidade Básica de Saúde
Mudança do tratamento depende de prescrição, avaliação clínica e acompanhamento profissional.

Rondônia recebeu 1.848 tubetes e 505 canetas reutilizáveis para a implantação da insulina glargina em Rondônia pelo Sistema Único de Saúde. A chegada dos insumos inicia uma etapa logística, mas não significa substituição automática do tratamento usado atualmente.

A chegada da insulina glargina em Rondônia também não confirma que o medicamento já esteja disponível para retirada imediata em todas as Unidades Básicas de Saúde. Cada rede municipal precisa organizar o cadastro, a distribuição, a avaliação dos pacientes e o acompanhamento da transição.

Quem pode acessar a insulina glargina em Rondônia deve primeiro procurar a UBS de referência, apresentar a prescrição e passar por avaliação individual. A população também pode acompanhar outras notícias de saúde no TVdoPOVO.

Neste artigo, você vai ver:
  • o que representa a chegada dos tubetes e das canetas;
  • quem pode receber a insulina glargina em Rondônia;
  • como procurar avaliação na Unidade Básica de Saúde;
  • por que a mudança depende de prescrição;
  • quais cuidados devem ser mantidos durante a transição.

Transição da insulina glargina em Rondônia será gradual

A implantação da insulina glargina em Rondônia faz parte da ampliação nacional do medicamento pelo SUS. A glargina possui ação prolongada e, em muitos casos, é aplicada uma vez ao dia, mas a frequência, a dose e a associação com outras insulinas dependem da prescrição.

A pessoa não deve interromper a insulina NPH, alterar horários ou converter unidades por conta própria. Mesmo pacientes incluídos nos grupos definidos pelo Ministério da Saúde precisam aguardar a orientação da equipe responsável pelo acompanhamento.

O que chegou ao estado
Tubetes: 1.848 unidades destinadas à implantação.
Canetas: 505 dispositivos reutilizáveis para aplicação.
Atenção: recebimento estadual não garante retirada imediata.

Quem poderá receber insulina glargina em Rondônia

O público inicial da insulina glargina em Rondônia inclui crianças e adolescentes com diabetes tipo 1, a partir de 2 anos e antes de completar 18 anos. Também estão incluídas pessoas com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou tipo 2.

Quem completar 18 anos durante a implementação poderá permanecer no esquema estabelecido, conforme a orientação nacional. A idade e o diagnóstico, entretanto, não substituem a avaliação clínica nem garantem a mudança automática.

Público da etapa inicial
Crianças e adolescentes: de 2 a 17 anos com diabetes tipo 1.
Pessoas idosas: 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou tipo 2.
Condição: prescrição válida, avaliação clínica e acompanhamento.

Como buscar avaliação para insulina glargina em Rondônia

O primeiro contato deve ocorrer na UBS de referência da residência. Pais, responsáveis, cuidadores e pacientes devem levar a receita disponível e informar como o tratamento atual está sendo realizado.

A equipe poderá revisar a prescrição, analisar o histórico, verificar o monitoramento da glicemia e orientar a técnica de uso da caneta reutilizável. Casos de maior complexidade podem ser encaminhados para atendimento especializado.

Caminho até a avaliação
Primeiro contato: procure a UBS da área onde mora.
Prescrição: apresente a receita para conferência da equipe.
Avaliação: o quadro será analisado individualmente.
Orientação: receba instruções sobre aplicação e armazenamento.

Mudança sem acompanhamento pode trazer riscos

Dose, horário e necessidade de associação com outras insulinas devem ser definidos conforme a resposta de cada paciente. Alterar o tratamento sem avaliação pode causar perda do controle glicêmico ou episódios de hipoglicemia.

Nas primeiras semanas, a equipe pode solicitar monitoramento e reavaliações mais frequentes. A pessoa deve comunicar sintomas, dúvidas sobre a aplicação ou dificuldades com a caneta, sem realizar correções por conta própria.

Não altere o tratamento sozinho
NPH: não interrompa antes da orientação profissional.
Dose: não aumente, reduza ou converta unidades sozinho.
Horário: siga o esquema indicado na prescrição.
Monitoramento: mantenha consultas e controle da glicemia.

A insulina glargina em Rondônia amplia uma opção de tratamento para públicos definidos pelo SUS, mas a segurança depende de prescrição, acompanhamento e organização da rede municipal. O caminho adequado é procurar a UBS, apresentar a receita e seguir a orientação da equipe.

Acordo obriga controle de peso antes da saída de caminhões em Rondônia

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Excesso de peso em caminhões será controlado antes da saída das unidades
Acordo prevê pesagem e conferência dos dados antes de os caminhões entrarem na rodovia.

O excesso de peso no transporte de cargas levou o Ministério Público Federal e a Amaggi Exportação e Importação a firmarem um Termo de Acordo Extrajudicial em Rondônia. O compromisso cria controles antes da saída dos caminhões e prevê registro dos dados da carga nas notas fiscais.

Como parte do acordo sobre excesso de peso, a empresa também assumiu a obrigação de destinar R$ 97,8 mil em equipamentos à Superintendência da Polícia Rodoviária Federal no estado. A entrega, porém, não deve ser tratada como concluída: o prazo de 30 dias começa somente após a homologação do termo.

O acordo não é sentença nem condenação judicial. Ele foi celebrado no âmbito de um inquérito civil, cujo arquivamento depende do cumprimento das obrigações. Outras notícias sobre rodovias podem ser acompanhadas na página de Rondônia do TVdoPOVO.

Neste artigo, você vai ver:
  • como será feito o controle do excesso de peso na origem;
  • quais dados deverão constar nas notas fiscais;
  • o valor previsto em equipamentos para a PRF;
  • quando começa o prazo de entrega;
  • por que a sobrecarga afeta veículo e rodovia.

Acordo cria controle contra o excesso de peso

O inquérito civil apurava infrações reiteradas relacionadas ao transporte de cargas acima dos limites permitidos em rodovias federais de Rondônia. A composição extrajudicial criou obrigações de prevenção, sem afastar as regras de trânsito e a fiscalização feita pelos órgãos competentes.

O documento tem força de título executivo extrajudicial. Isso permite que as obrigações sejam cobradas judicialmente caso não sejam cumpridas. A negociação também reduziu em 25% o valor inicialmente apurado como passivo, embora a notícia oficial não informe o montante original.

Caminhões de carga trafegam por rodovia de Rondônia após controle de peso na origem
Controle das cargas contribui para a segurança viária e para a conservação das rodovias.

Controle começa antes de o caminhão deixar a unidade

Para impedir o excesso de peso, a empresa deverá conferir a carga antes de autorizar a saída de veículos de estabelecimentos próprios ou alugados. O compromisso alcança o transporte de granéis sólidos citados no acordo, como milho, fertilizantes e sementes.

O controle documental do excesso de peso exige que o peso líquido exato e as placas dos veículos constem no corpo das notas fiscais. O alcance descrito não deve ser ampliado automaticamente a fornecedores, transportadores independentes ou unidades de terceiros que não estejam incluídos nas condições do termo.

Obrigações assumidas
Saída dos veículos: impedir a liberação acima do peso bruto permitido.
Notas fiscais: registrar peso líquido exato e placas.
Cargas citadas: milho, fertilizantes, sementes e outros granéis sólidos.

Doação à PRF depende da homologação

O acordo prevê R$ 97,8 mil em equipamentos para a PRF em Rondônia. O MPF deverá indicar os itens após consulta técnica à corporação. Portanto, o anúncio não significa que os materiais já tenham sido comprados, entregues ou incorporados ao patrimônio público.

O prazo de até 30 dias será contado após a homologação do termo. A multa de R$ 5 mil também não foi aplicada antecipadamente: ela está prevista para cada nova hipótese de descumprimento das regras sobre excesso de peso.

Valores e prazos do acordo
Equipamentos: R$ 97,8 mil destinados à PRF de Rondônia.
Definição: itens serão indicados após consulta técnica.
Prazo: até 30 dias após a homologação.
Multa prevista: R$ 5 mil por nova ocorrência de descumprimento.

Por que o excesso de peso aumenta os riscos

A sobrecarga aumenta o esforço sobre pneus, freios e suspensão, pode alterar a estabilidade do caminhão e exigir maior distância de frenagem. Também acelera a deterioração do pavimento, ampliando custos e riscos para todos os usuários da rodovia.

A fiscalização do excesso de peso também faz parte da segurança viária. A orientação da ANTT sobre fiscalização de peso relaciona o respeito aos limites à segurança do motorista, à redução do desgaste do veículo e à preservação da pista.

Efeitos da sobrecarga
Estabilidade: o controle do veículo pode ficar mais difícil.
Frenagem: aumenta a exigência sobre o sistema.
Componentes: pneus, freios e suspensão sofrem maior esforço.
Pavimento: a carga acima do limite acelera danos na pista.

Arquivamento depende do cumprimento integral

O inquérito civil não deve ser tratado como definitivamente encerrado apenas pela assinatura. O arquivamento foi condicionado ao cumprimento total da doação e das obrigações iniciais assumidas pela empresa.

O controle do excesso de peso começa antes de o caminhão entrar na rodovia e depende de conferência, documentação e respeito aos limites legais. Se houver descumprimento, o acordo permite a cobrança das obrigações previstas.

Vai pegar a estrada? Veja o que revisar no carro antes da viagem

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Técnico confere componentes básicos do carro antes de uma viagem em Rondônia
Pneus, freios, iluminação, fluidos e equipamentos devem ser verificados antes de pegar a estrada.

Quem vai retornar das férias ou pegar a estrada deve fazer a revisão preventiva do veículo antes da partida. A orientação do Detran-RO vale especialmente para viagens pela BR-364, rodovias estaduais e estradas que conectam os municípios de Rondônia.

A checagem ajuda a encontrar desgaste nos pneus, falhas na iluminação, problemas nos freios, vazamentos e outras condições que podem provocar panes ou ampliar riscos. Ela não elimina todos os imprevistos, mas permite corrigir sinais de problema com antecedência.

A revisão preventiva do veículo precisa ser acompanhada de planejamento da rota, descanso e comportamento responsável ao volante. Outras orientações de serviço e trânsito podem ser consultadas nas notícias do TVdoPOVO.

Neste artigo, você vai ver:
  • por que a revisão preventiva do veículo deve vir antes da viagem;
  • quais itens mecânicos precisam de atenção;
  • o que conferir nos documentos e equipamentos;
  • como planejar o trajeto em Rondônia;
  • quais atitudes reduzem riscos na estrada.

Por que a revisão preventiva do veículo deve vir antes da viagem

Um problema simples pode se tornar mais difícil quando o carro percorre longas distâncias, enfrenta calor intenso, chuva, pista simples ou mudança de pavimento. Conferir o automóvel antes do horário de saída oferece tempo para procurar uma oficina e decidir se a viagem pode ocorrer com segurança.

A revisão preventiva do veículo não deve ser tratada como garantia contra pane ou acidente. Ruídos incomuns, vazamentos, alertas no painel, falhas na partida ou alteração na resposta dos freios exigem avaliação de profissional qualificado, sem reparos improvisados.

Revisão preventiva do veículo inclui conferência do motor, fluidos e componentes básicos
Motor, fluidos e componentes básicos devem ser verificados antes de pegar a estrada.

Checklist da revisão preventiva do veículo

Pneus e estepe precisam estar calibrados de acordo com a recomendação do fabricante, sem cortes, deformações ou desgaste excessivo. Os freios merecem atenção quando aparecem ruídos, vibração, perda de eficiência ou resposta diferente do habitual.

Na revisão preventiva do veículo, faróis, lanternas, luzes de freio e setas devem funcionar corretamente. Também é necessário conferir óleo, líquido de arrefecimento, bateria e palhetas. O reservatório de arrefecimento nunca deve ser aberto enquanto o motor estiver quente.

Itens que merecem atenção
Pneus e estepe: desgaste, danos aparentes e calibragem.
Freios: resposta, ruídos, vibração e condição do sistema.
Iluminação: faróis, lanternas, luzes de freio e setas.
Motor e visibilidade: óleo, arrefecimento, bateria e limpadores.

Documentos e equipamentos também entram na preparação

A revisão preventiva do veículo deve incluir a conferência da CNH e do licenciamento. A Central de Serviços do Detran-RO oferece consultas relacionadas ao automóvel e acesso ao documento digital.

Estepe, macaco, triângulo e chave de roda precisam estar disponíveis, organizados e em condições de uso. Uma falha simples pode se tornar mais difícil de administrar quando o equipamento necessário está danificado, inacessível ou não está no carro.

Antes de fechar o porta-malas
Documentos: confira habilitação e licenciamento.
Troca de pneu: verifique estepe, macaco e chave de roda.
Sinalização: mantenha o triângulo acessível e utilizável.

Planejamento completa a revisão preventiva do veículo

Antes de sair, consulte as condições do trajeto, verifique obras e retenções e planeje pontos seguros para parada. Cronogramas de Pare e Siga na BR-364 podem aumentar o tempo de deslocamento e exigem paciência nas filas e respeito às equipes de sinalização.

Todos os ocupantes devem usar o cinto, inclusive no banco traseiro. O motorista precisa respeitar a velocidade, ultrapassar somente onde houver permissão e visibilidade e interromper a viagem ao perceber sono ou cansaço. Quem consumiu bebida alcoólica não deve dirigir.

Antes de pegar a estrada
Rota: consulte o percurso e reserve tempo adicional.
Descanso: não inicie nem continue a viagem com sono.
Proteção: exija o cinto de todos os ocupantes.
Condução: respeite limites, sinalização e ultrapassagens seguras.

A revisão preventiva do veículo é uma parte do preparo e não uma promessa de viagem sem problemas. Manutenção, planejamento, descanso, atenção e direção responsável precisam caminhar juntos nas rodovias de Rondônia.

Hemorrede convoca doadores após estoque crítico de O+ e O-

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Estoque de sangue crítico mobiliza doadores na Hemorrede de Rondônia
Tipos O positivo e O negativo chegaram ao nível crítico, segundo o alerta da Hemorrede.

O estoque de sangue dos tipos O positivo e O negativo chegou ao nível crítico na Hemorrede Estadual de Rondônia. A convocação busca ampliar as doações e reforçar o abastecimento das unidades hospitalares atendidas pela rede.

A prioridade atual está concentrada em O+ e O-, mas pessoas de outros tipos sanguíneos também podem procurar os hemocentros. Todo candidato passa por cadastro, entrevista e triagem antes da coleta, etapa que define a aptidão e protege tanto o doador quanto quem receberá os componentes.

Quem deseja ajudar a recompor o estoque de sangue deve verificar o horário da unidade escolhida e comparecer alimentado, descansado e com documento oficial com foto. Outras orientações podem ser acompanhadas na página de Saúde do TVdoPOVO.

Veja nesta matéria:
  • por que o estoque de sangue precisa de reposição;
  • quem pode procurar a Hemorrede;
  • quais cuidados observar antes da coleta;
  • onde estão as unidades de atendimento;
  • por que a triagem continua obrigatória.

Reposição do estoque de sangue mantém o atendimento hospitalar

Hospitais dependem de reposição contínua para cirurgias, emergências, tratamentos e outros atendimentos. O alerta de nível crítico não significa que as reservas estejam totalmente zeradas nem confirma suspensão de procedimentos na rede estadual.

Doar com regularidade ajuda a reduzir oscilações mais severas. Neste momento, a prioridade é ampliar a entrada de O positivo e O negativo, sem excluir voluntários de outros grupos, porque a Hemorrede organiza o processamento e a distribuição conforme a necessidade hospitalar.

Quem pode procurar a Hemorrede
Saúde: estar em boas condições no dia da doação.
Idade: ter de 16 a 69 anos, respeitando as regras específicas.
Peso: pesar pelo menos 50 quilos.
Documento: apresentar identificação oficial com foto.

Triagem protege o doador e o estoque de sangue

Os requisitos gerais ajudam o interessado a se preparar, mas não garantem a coleta. Jovens de 16 e 17 anos precisam apresentar consentimento formal do responsável legal. Pessoas de 60 a 69 anos só podem doar caso já tenham realizado a primeira doação antes dos 60.

A entrevista avalia condições de saúde, uso de medicamentos, procedimentos recentes e outras situações que podem exigir adiamento. Quem pretende contribuir para o estoque de sangue deve responder com clareza e seguir a orientação da equipe.

Onde reforçar o estoque de sangue em Rondônia

A Fhemeron mantém unidades em Porto Velho, Ariquemes, Cacoal, Ji-Paraná, Rolim de Moura e Vilhena. Os horários variam conforme a cidade e alguns hemocentros possuem atendimento ampliado às quartas-feiras.

Antes de viajar, o doador deve consultar o horário oficial da Hemorrede. A conferência é especialmente importante para quem depende de transporte coletivo ou se desloca de outro município para ajudar o estoque de sangue.

Horários oficiais divulgados
Porto Velho: segunda a sexta, 7h15 às 18h; sábado, 7h15 às 12h.
Ariquemes: segunda, terça, quinta e sexta, 7h às 12h; quarta, 7h às 18h.
Cacoal: segunda a sexta, 7h30 às 13h15; quarta, 7h30 às 17h.
Demais unidades: consulte Ji-Paraná, Rolim de Moura e Vilhena na página oficial.

Como se preparar antes da doação

O candidato não deve ir em jejum. A recomendação é dormir pelo menos seis horas, fazer alimentação leve e evitar comidas gordurosas antes da coleta. Também é necessário levar documento oficial com foto.

As orientações nacionais sobre doação de sangue reforçam que a avaliação é individual. Mesmo quem atende aos critérios gerais pode receber orientação para adiar a coleta após a entrevista.

Antes de sair de casa
Horário: confirme o funcionamento da unidade escolhida.
Alimentação: não vá em jejum e evite gordura em excesso.
Descanso: durma pelo menos seis horas.
Triagem: a aptidão será definida durante o atendimento.

A mobilização para recompor o estoque de sangue não precisa ocorrer somente durante alertas. A doação regular ajuda a sustentar a rede hospitalar durante todo o ano e reduz a dependência de campanhas emergenciais.

Neste momento, reforçar o estoque de sangue dos tipos O positivo e O negativo é a prioridade divulgada pela Hemorrede. Quem estiver em boas condições pode procurar uma das unidades, apresentar o documento e passar pela triagem.

Motoristas devem se preparar para bloqueios parciais na BR-364

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Pare e Siga na BR-364 exige atenção de motoristas em trechos de Rondônia
Circulação poderá ser alternada nos pontos ocupados pelas equipes de manutenção.

Motoristas que trafegam entre Vilhena e Porto Velho devem encontrar frentes de serviço com possibilidade de Pare e Siga na BR-364 até sábado, 25 de julho de 2026. O cronograma reúne intervenções de pavimento, drenagem, sinalização e conservação das margens.

Os trabalhos estão distribuídos por 11 municípios e também incluem o Anel Viário de Ji-Paraná. A janela geral divulgada vai das 7h às 18h, mas isso não significa bloqueio contínuo durante todo o período nem retenção simultânea em todos os pontos.

O Pare e Siga na BR-364 será implantado somente quando uma equipe, máquina ou material precisar ocupar parte da pista. Quem acompanha as condições das estradas pode consultar outras notícias de Rondônia no TVdoPOVO.

Veja nesta matéria:
  • até quando os serviços estão previstos;
  • quais municípios aparecem no cronograma;
  • como funciona o Pare e Siga na BR-364;
  • quais tipos de manutenção foram anunciados;
  • como atravessar os trechos com mais segurança.

Trechos com possibilidade de Pare e Siga na BR-364

As frentes de trabalho estão previstas para Vilhena, Pimenta Bueno, Cacoal, Presidente Médici, Ji-Paraná, Jaru, Ouro Preto do Oeste, Ariquemes, Itapuã do Oeste, Candeias do Jamari e Porto Velho. O Anel Viário de Ji-Paraná também aparece na programação.

A inclusão de um município na lista não quer dizer que haverá retenção durante o dia inteiro. O Pare e Siga na BR-364 poderá ser ativado conforme a necessidade de cada frente, com liberação alternada dos sentidos e sinalização temporária.

Municípios no cronograma
Trecho sul: Vilhena, Pimenta Bueno, Cacoal e Presidente Médici.
Trecho central: Ji-Paraná, Anel Viário, Jaru e Ouro Preto do Oeste.
Trecho norte: Ariquemes, Itapuã do Oeste, Candeias do Jamari e Porto Velho.

Horário das intervenções pode mudar

A faixa geral de execução vai das 7h às 18h. Chuva, condição do pavimento, segurança operacional e avanço das equipes podem alterar o horário ou transferir determinadas atividades para outro momento.

Quem fará viagem longa não deve considerar um tempo fixo de espera, porque o cronograma não estabelece duração única para as retenções. O Pare e Siga na BR-364 pode permanecer ativo por intervalos diferentes conforme o serviço executado.

Serviços incluem pavimento, drenagem e sinalização

As equipes poderão executar tapa-buracos, fresagem, recomposição asfáltica, microrrevestimento e reparos profundos. Também estão previstas limpeza e manutenção da drenagem, conservação da sinalização, retirada de resíduos e manejo da vegetação nas margens.

O cronograma corresponde a serviços de conservação e recuperação. Ele não representa duplicação da rodovia nem indica que todos os tipos de intervenção serão realizados em cada município incluído na programação.

Trabalhos previstos
Pavimento: reparos, fresagem e recomposição asfáltica.
Drenagem: limpeza e manutenção do escoamento.
Sinalização: implantação e conservação de dispositivos.
Margens: limpeza, retirada de resíduos e manejo da vegetação.

Como dirigir durante o Pare e Siga na BR-364

Ao visualizar cones, placas ou trabalhadores, o motorista deve reduzir a velocidade de forma gradual e manter distância segura do veículo à frente. A fila não deve ser ultrapassada, mesmo quando o sentido contrário aparentar estar livre.

No Pare e Siga na BR-364, um sentido fica parado enquanto o outro avança. Ignorar o comando da equipe pode colocar veículos frente a frente dentro do trecho parcialmente ocupado e aumentar o risco para trabalhadores e usuários.

Antes de atravessar o trecho
Velocidade: diminua ao perceber a sinalização temporária.
Distância: mantenha espaço para frenagem segura.
Orientação: obedeça aos comandos das equipes.
Ultrapassagem: não avance sobre a fila de veículos.

A programação do Pare e Siga na BR-364 segue até sábado, mas pode ser ajustada por clima ou necessidade operacional. Durante o Pare e Siga na BR-364, motoristas devem reservar tempo adicional, manter a calma e evitar manobras bruscas nas aproximações.

A Nova 364 é responsável pelo trecho concedido da BR-364 entre Vilhena e Porto Velho. Informações institucionais sobre a concessão também estão disponíveis na página oficial da ANTT.

Rondônia Cidadã leva saúde e documentos ao Distrito de Rio Branco

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Rondônia Cidadã oferece serviços gratuitos no Distrito de Rio Branco
Moradores poderão buscar documentação, saúde e orientação previdenciária nos dias 25 e 26.

Moradores do Distrito de Rio Branco, em Campo Novo de Rondônia, poderão procurar o Rondônia Cidadã nos dias 25 e 26 de julho de 2026. A ação reunirá serviços gratuitos de documentação, previdência, assistência social e saúde.

O atendimento será realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Ruth Rocha, na Rua Castro Alves, s/n. No sábado, as equipes atenderão das 8h às 16h. No domingo, o serviço funcionará das 8h às 12h.

Quem pretende utilizar o Rondônia Cidadã deve organizar os documentos pessoais que já possui e confirmar, no local, as exigências específicas do atendimento procurado. Outras ações de cidadania podem ser acompanhadas na página de Cidadania do TVdoPOVO.

Veja nesta matéria:
  • onde será realizado o Rondônia Cidadã;
  • os horários de sábado e domingo;
  • quais serviços foram anunciados;
  • como funciona a orientação sobre benefícios;
  • o que organizar antes de sair de casa.

Rondônia Cidadã será realizado na Escola Ruth Rocha

A escola concentrará as equipes em um único ponto de atendimento. A organização em dois dias busca facilitar o acesso de moradores do distrito a serviços que normalmente exigem deslocamento para outras localidades ou para a sede do município.

No Rondônia Cidadã, o fluxo pode variar conforme a procura, a equipe disponível e o tipo de solicitação. Chegar dentro do horário divulgado não elimina a necessidade de verificar filas, senhas ou documentos exigidos para cada serviço.

Serviço do Rondônia Cidadã
Local: Escola Estadual Ruth Rocha.
Endereço: Rua Castro Alves, s/n, Distrito de Rio Branco.
Sábado, 25: das 8h às 16h.
Domingo, 26: das 8h às 12h.

Documentação e previdência estão na programação

A programação prevê emissão e regularização de documentos, além de solicitação e orientação relacionadas a benefícios previdenciários. O morador poderá apresentar a demanda e receber instruções sobre documentos, etapas e encaminhamentos necessários.

O atendimento no Rondônia Cidadã não significa aprovação automática de benefício. A concessão depende dos critérios legais, dos documentos apresentados e da análise do órgão responsável. A equipe pode orientar e receber a solicitação, mas não substituir o procedimento próprio de decisão.

Saúde terá triagem e orientação multiprofissional

Na área da saúde, foram anunciadas consultas e orientações, aferição de pressão arterial e testes de glicemia. A programação também inclui atendimento de psicologia, fisioterapia, fonoaudiologia e nutrição.

A disponibilidade deve ser confirmada durante a ação. A presença de diferentes áreas profissionais não garante que todos os serviços funcionarão continuamente durante cada hora dos dois dias, pois o fluxo depende da organização das equipes e da procura do público.

Atendimentos previstos no Rondônia Cidadã
Documentação: emissão e regularização de documentos.
Previdência: solicitação e orientação sobre benefícios.
Saúde: consultas, pressão arterial e glicemia.
Áreas profissionais: psicologia, fisioterapia, fonoaudiologia e nutrição.

O que levar para buscar atendimento

Como não existe uma lista única de documentos para toda a programação, a orientação é levar identidade, CPF, comprovante de residência, cartões e documentos relacionados ao serviço desejado, quando estiverem disponíveis. Cada equipe poderá solicitar informações específicas.

Para utilizar o Rondônia Cidadã, o morador também deve considerar o tempo de espera, levar água e verificar se crianças, idosos ou pessoas com mobilidade reduzida precisarão de apoio durante o deslocamento e o atendimento.

Antes de sair de casa
Documentos: organize os registros pessoais que já possui.
Horário: observe o período divulgado para cada dia.
Exigências: confirme no local o que cada serviço pede.
Benefícios: orientação não significa concessão imediata.

A etapa anterior ocorreu no Distrito de Jacinópolis, em Nova Mamoré, e registrou 1.547 atendimentos. Esse número pertence exclusivamente àquela edição e não deve ser usado como previsão de público para o Distrito de Rio Branco.

No Distrito de Rio Branco, o Rondônia Cidadã terá atendimento no sábado e no domingo. A recomendação é conferir o horário, organizar os documentos disponíveis e verificar na escola as condições do serviço procurado.

Clínica pública soma 6,6 mil atendimentos a pets em Porto Velho

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Clínica do Bem-Estar Animal registra atendimentos veterinários gratuitos em Porto Velho
Unidade municipal registrou 6.670 atendimentos nos primeiros seis meses.

A Clínica do Bem-Estar Animal registrou 6.670 atendimentos veterinários nos primeiros seis meses de funcionamento em Porto Velho. O balanço municipal também reúne mais de 100 animais resgatados, mais de 250 adoções e cinco feiras realizadas no período.

Os atendimentos foram oferecidos gratuitamente e envolveram consultas, avaliações clínicas e acompanhamento especializado. O total representa o volume de serviços realizados e não significa, necessariamente, que 6.670 animais diferentes passaram pela unidade.

A Clínica do Bem-Estar Animal integra uma frente de cuidado veterinário e acolhimento. Denúncias de maus-tratos e fiscalização fazem parte de outro fluxo da proteção pública. O leitor também pode acompanhar outras notícias de serviço no TVdoPOVO.

Veja nesta matéria:
  • como interpretar os 6.670 atendimentos;
  • quais serviços veterinários foram divulgados;
  • como atuam resgate e acolhimento;
  • quantas adoções ocorreram no semestre;
  • como a Clínica do Bem-Estar Animal participa desse fluxo.

Clínica do Bem-Estar Animal registra 6.670 atendimentos

O balanço considera consultas, retornos, avaliações e acompanhamentos realizados durante o semestre. Um mesmo cão ou gato pode precisar de mais de uma etapa de cuidado, por isso o número não deve ser interpretado automaticamente como total de animais únicos.

Na Clínica do Bem-Estar Animal, a primeira avaliação permite observar o quadro apresentado e definir se haverá necessidade de retorno ou acompanhamento. A publicação oficial não apresenta uma divisão detalhada entre consultas iniciais e atendimentos posteriores.

Números do primeiro semestre
Atendimentos: 6.670 serviços veterinários realizados.
Resgates: mais de 100 animais acolhidos.
Adoções: mais de 250 cães e gatos encaminhados.
Feiras: cinco eventos realizados no período.

Como interpretar os números da Clínica do Bem-Estar Animal

Atendimento veterinário, resgate e adoção são indicadores diferentes. Uma consulta mede um serviço prestado; um resgate registra o acolhimento de um animal em situação de vulnerabilidade; e uma adoção representa o encaminhamento para um novo responsável.

O balanço da Clínica do Bem-Estar Animal precisa ser lido respeitando essas diferenças. Não é correto somar os números como se todos representassem animais distintos ou afirmar que cada atendimento terminou em resgate ou adoção.

Serviços divulgados
Consultas: avaliação inicial do quadro apresentado.
Avaliações clínicas: observação das condições de saúde.
Acompanhamento: continuidade do cuidado quando necessária.
Gratuidade: atendimentos citados oferecidos sem cobrança.

Resgates ampliam a atuação da Clínica do Bem-Estar Animal

Mais de 100 animais foram resgatados durante os primeiros seis meses. Esses casos envolvem cães e gatos que precisaram de acolhimento e proteção antes de uma possível recuperação e apresentação a famílias interessadas.

Na Clínica do Bem-Estar Animal, o resgate pode ser seguido por avaliação clínica e acompanhamento, conforme a condição do animal. Isso não significa que todo pet atendido tenha sido resgatado nem que todos os resgatados estejam imediatamente disponíveis para adoção.

Cinco feiras reuniram mais de 250 adoções

As cinco feiras realizadas no semestre resultaram em mais de 250 adoções de cães e gatos. A média divulgada foi de 50 adoções por edição, aproximando animais acolhidos de pessoas interessadas em assumir os cuidados de forma responsável.

A adoção não deve ser tratada como entrega automática. A família precisa considerar espaço, alimentação, acompanhamento veterinário, segurança, adaptação e compromisso durante toda a vida do animal.

Não confunda as etapas
Atendimento: serviço veterinário prestado ao animal.
Resgate: retirada ou acolhimento em situação de vulnerabilidade.
Adoção: encaminhamento responsável para um novo lar.

Os resultados da Clínica do Bem-Estar Animal mostram uma estrutura pública atuando em diferentes etapas do cuidado com cães e gatos, desde a avaliação veterinária até o encaminhamento para adoção.

Os números correspondem ao balanço dos primeiros seis meses. Informações sobre acesso, funcionamento e disponibilidade de serviços devem ser confirmadas nos canais oficiais antes do deslocamento.

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