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sábado, junho 27, 2026
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Amazon Now chega ao Brasil com supermercado em 15 minutos

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Entregador do Amazon Now realizando entrega de supermercado em até 15 minutos no Brasil
Amazon Now estreia no Brasil com promessa de supermercado entregue em até 15 minutos

A Amazon oficializou a chegada do Amazon Now ao Brasil com uma proposta ousada: entregar compras de supermercado em até 15 minutos. Com isso, a empresa inaugura uma nova etapa da disputa por conveniência no varejo digital. O serviço começa a operar de forma gradual em oito cidades e, ao mesmo tempo, sinaliza um movimento estratégico mais amplo da companhia no país.

Amazon Now estreia em oito cidades brasileiras

Inicialmente, o serviço está disponível em bairros selecionados de São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife e Belo Horizonte. Além disso, a empresa informou que a expansão ocorrerá nos próximos dias, ampliando a cobertura de forma progressiva. Dessa maneira, a Amazon busca testar a operação, ajustar a logística de entrega rápida e consolidar a proposta antes de avançar para novas regiões.

Supermercado em até 15 minutos muda o padrão de consumo

Com o Amazon Now, os consumidores podem comprar frutas, verduras, carnes, laticínios, bebidas, itens de higiene e produtos de limpeza diretamente pelo aplicativo. Assim, a promessa de entrega em 15 minutos eleva o nível de conveniência e pressiona concorrentes a acelerar seus próprios serviços de delivery de supermercado. Além disso, o sistema utiliza uma interface específica dentro da plataforma, separada do carrinho tradicional da Amazon. Dessa forma, a empresa cria uma experiência dedicada para compras urgentes, focada em rapidez e praticidade.

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Frete grátis para Prime e taxa reduzida para demais clientes

Clientes do Amazon Prime têm direito a frete grátis nas entregas. Por outro lado, os demais usuários pagam uma taxa de R$ 5,49 por pedido. Ainda assim, segundo a empresa, não haverá cobrança de taxa de serviço neste início de operação. Além disso, os clientes podem oferecer gorjeta aos entregadores, o que reforça a dinâmica já adotada por aplicativos de delivery.

Brasil se torna prioridade global para investimentos

De acordo com a presidente da Amazon no Brasil, o país passou a ocupar posição estratégica entre os mercados prioritários da companhia. Atualmente, a empresa já investiu R$ 55 bilhões no Brasil desde o início de suas operações, na década de 2010. Nesse contexto, o lançamento do Amazon Now reforça a estratégia de longo prazo. Paralelamente, a Amazon vem reduzindo taxas logísticas para vendedores parceiros e ampliando sua infraestrutura de distribuição.

Parcerias fortalecem expansão do Amazon Now

Para garantir entregas ultrarrápidas, a empresa conta com parceiros logísticos estratégicos, incluindo o aplicativo Rappi. Dessa maneira, amplia sua capacidade operacional e acelera a expansão da cobertura. Além disso, a companhia afirma que cada nova expansão de portfólio atrai mais parceiros, aumenta o tráfego na plataforma e fortalece sua base de clientes. Portanto, o Amazon Now no Brasil não representa apenas um novo serviço, mas sim uma peça central na estratégia de crescimento da gigante do e-commerce.

Fonte: Olhar Digital

Forbes revela as Mulheres Mais Poderosas do Brasil em 2026

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16 Mulheres Mais Poderosas do Brasil em 2026 segundo a Forbes
Forbes divulga as 16 Mulheres Mais Poderosas do Brasil em 2026, com líderes de destaque na economia, ciência e comunicação.

A revista Forbes Brasil revelou a lista das Mulheres Mais Poderosas do Brasil em 2026, reunindo 16 lideranças que ocupam posições estratégicas em diferentes setores da economia. Além disso, a seleção considera critérios como impacto nos negócios, capacidade de liderança e influência institucional. Dessa forma, o levantamento avalia o alcance das decisões tomadas por essas executivas, tanto no ambiente corporativo quanto em iniciativas com reflexos sociais. Assim, a edição deste ano destaca profissionais que movimentam mercados, influenciam políticas internas e ampliam a presença feminina em cargos de comando.

Do agronegócio à indústria de alimentos

No agronegócio, Camila Colpo Koch, presidente do conselho da Boa Safra Sementes, aparece entre os destaques, pois atua em um segmento estratégico para as exportações brasileiras. Ao mesmo tempo, Tania Zanella, presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras, representa cooperativas de diversos ramos e participa ativamente de debates sobre crédito, produção e sustentabilidade. Já na área de alimentação, Carla Bolla lidera o tradicional restaurante La Tambouille, que integra o circuito gastronômico corporativo da capital paulista.

Mercado financeiro e tecnologia

No mercado financeiro, Cristina Estrada, managing director e co-head de Investment Banking do Goldman Sachs Brasil, participa de operações de fusões, aquisições e ofertas públicas. Consequentemente, suas decisões impactam diretamente o mercado de capitais. No setor de tecnologia, Priscyla Laham, presidente da Microsoft Brasil, conduz investimentos em inteligência artificial e computação em nuvem. Além disso, a executiva amplia parcerias com empresas e órgãos públicos. Enquanto isso, Luana Ozemela, vice-presidente de impacto e sustentabilidade do iFood, coordena programas voltados à inclusão produtiva, segurança alimentar e redução de impacto ambiental.

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Comunicação, entretenimento e design

No setor de mídia, Manzar Feres atua como diretora-geral de negócios do Grupo Globo. Portanto, lidera estratégias comerciais que envolvem televisão aberta, canais pagos e plataformas digitais. Paralelamente, a apresentadora Angélica aparece na lista pela atuação como empresária e produtora, além da carreira consolidada na televisão brasileira. No campo do design corporativo, Ticiana Villas Boas é cofundadora e sócia da 55Design, especializada em arquitetura corporativa e projetos de interiores para grandes empresas.

Ciência, inovação e impacto social

Na ciência, Livia Eberlin, professora do Baylor College of Medicine, desenvolve tecnologias para diagnóstico molecular. Com isso, contribui para avanços em pesquisas na área de oncologia. Da mesma forma, a bióloga Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, criou a polilaminina, substância estudada em pesquisas sobre regeneração neural. Além dela, Ana Helena Ulbrich, cofundadora da NoHarm, atua na gestão de riscos e segurança hospitalar. Assim, trabalha para reduzir falhas assistenciais por meio de protocolos e tecnologia.

Cultura, investimento e negócios

Na cultura, Juliana dos Santos atua como artista plástica e arte-educadora, desenvolvendo projetos ligados à inclusão cultural. Ao mesmo tempo, Monique Evelle se destaca como investidora-anjo e estrategista de negócios, com foco em diversidade e inovação. Por fim, a lista inclui Sissi Freeman, diretora de marketing e vendas da Granado, e Stella Theodorakis, diretora-executiva da Athié Wohnrath, ambas com atuação relevante no setor corporativo.

A divulgação da Forbes reforça o protagonismo feminino em áreas estratégicas da economia brasileira. Além disso, evidencia a consolidação de mulheres em posições de comando e influência institucional no país.

Fonte: Só Notícia Boa

Câmara aprova regras para venda de remédios em supermercados

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Carrinho de supermercado com alimentos e caixa de medicamento em frente a setor de farmácia dentro de supermercado brasileiro
Projeto aprovado autoriza instalação de farmácias completas dentro de supermercados, com exigência de farmacêutico e normas sanitárias

A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (2) o Projeto de Lei 2158/2023, que autoriza a instalação de farmácias no interior de supermercados. O texto determina que o espaço seja físico, delimitado, segregado e exclusivo para a atividade farmacêutica. Agora, a proposta segue para sanção presidencial.

A medida reacende o debate sobre acesso a medicamentos, concorrência no setor e proteção à saúde pública.

Farmácias deverão cumprir todas as exigências sanitárias

Farmácia instalada dentro de supermercado brasileiro com farmacêutica atendendo cliente no balcão
Projeto aprovado pela Câmara permite instalação de farmácias completas em supermercados, com presença obrigatória de farmacêutico

A farmácia instalada dentro do supermercado poderá operar sob a mesma identidade fiscal do estabelecimento ou por meio de contrato com drogaria licenciada. No entanto, deverá cumprir integralmente todas as normas sanitárias e técnicas vigentes.

Entre as exigências obrigatórias estão:

  • Presença de farmacêutico habilitado durante todo o horário de funcionamento;
  • Estrutura física adequada, com consultório farmacêutico;
  • Controle rigoroso de temperatura, ventilação, iluminação e umidade;
  • Sistema de rastreabilidade e assistência farmacêutica.

Além disso, o projeto proíbe a venda de medicamentos em gôndolas abertas, bancadas ou caixas comuns do supermercado. A comercialização deverá ocorrer exclusivamente dentro do espaço da farmácia.

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Medicamentos de controle especial terão regras específicas

Para medicamentos de controle especial, que exigem retenção de receita, a entrega ao consumidor só poderá ocorrer após o pagamento.

O transporte do medicamento até o caixa deverá ocorrer em embalagem lacrada, inviolável e devidamente identificada, reforçando o controle sanitário.

Projeto permite comércio eletrônico com regras

O texto também autoriza que farmácias licenciadas contratem plataformas digitais e canais de comércio eletrônico para logística e entrega ao consumidor. Contudo, o cumprimento integral da regulamentação sanitária permanece obrigatório.

Debate divide parlamentares e entidades da área da saúde

O relator da proposta defendeu que a medida amplia o acesso da população a medicamentos, especialmente em municípios pequenos e regiões remotas onde faltam farmácias.

Por outro lado, parlamentares contrários ao projeto alertam para o risco de incentivo à automedicação e para possíveis impactos sobre o uso racional de medicamentos.

Entidades da área da saúde também se dividiram. Enquanto parte do setor avaliou que o texto manteve as exigências sanitárias e a presença obrigatória do farmacêutico, outras instituições manifestaram preocupação com possíveis impactos na saúde pública.

O que muda na prática

Caso o projeto seja sancionado, supermercados poderão instalar farmácias completas dentro de suas dependências. Entretanto, o modelo exigirá estrutura independente, presença constante de profissional habilitado e fiscalização sanitária rigorosa.

Assim, a decisão final agora depende da sanção presidencial.

Fonte: Agência Brasil

RuralCast estreia com episódio histórico que revela a geologia da Amazônia

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A estreia do RuralCast chega com um episódio especial em parceria com o Sindicato dos Engenheiros do Estado de Rondônia (SENGE/RO). O presidente da entidade, Eng. Ildefonso Madruga, conduz uma conversa aprofundada com o engenheiro geólogo Amilcar Adamy, um dos pioneiros da geologia na Amazônia.

Com mais de 50 anos de atuação em Rondônia, Adamy revisita marcos que ajudam a explicar a formação mineral do estado e a relação direta entre geologia, economia e história regional.

Geólogo Amilcar Adamy no RuralCast fala sobre a Amazônia antes da ocupação humana e preguiças gigantes em Rondônia
Episódio do RuralCast revela a Amazônia antes da ocupação humana e a descoberta da maior paleotoca da região.

Ao longo do episódio, ele compartilha relatos e dados que conectam descobertas científicas a fatos que moldaram o desenvolvimento rondoniense.

A descoberta que surpreendeu a Amazônia

Entre os momentos mais impactantes está o relato sobre a maior paleotoca da Amazônia, encontrada em 2005: uma estrutura subterrânea com cerca de 600 metros de extensão. Segundo o episódio, o local teria sido escavado por preguiças gigantes há mais de 10 mil anos, o que reforça o potencial arqueológico e científico da região.

Mineração, ouro e riquezas do subsolo

O episódio também mergulha na história da mineração em Rondônia, passando pela cassiterita e pelo ouro, e discute como esses ciclos influenciaram o crescimento do estado. Além disso, Adamy detalha a origem do ouro do Rio Madeira e explica por que a região se tornou estratégica no mapa mineral do país.

Outro tema que ganha destaque é o papel das terras raras e de outros minerais que hoje entram no centro do debate econômico e geopolítico. O episódio contextualiza por que esses recursos chamam atenção e quais são os desafios para conciliar exploração, fiscalização e desenvolvimento.

Patrimônios pouco conhecidos

A conversa também aponta áreas e sítios ainda pouco conhecidos do grande público, como a Serra da Muralha, citada como um ponto relevante para entender o território e o passado geológico da região. O tema amplia a visão sobre Rondônia e reforça que há muito a ser pesquisado e valorizado na Amazônia.

Assista ao episódio completo

Se você gosta de Rondônia, Amazônia e ciência explicada de forma clara, este episódio é uma aula que conecta passado, natureza e desenvolvimento. Assista ao RuralCast e acompanhe a conversa completa com o SENGE/RO.

▶️ Assista aqui: Geologia, História e Amazônia

Parceria: SENGE Rondônia
Produção: RuralCast | Rede AMAZUN

📌 Neste episódio você vai conhecer:

• A história da mineração em Rondônia
• A descoberta da maior paleotoca da Amazônia
• A origem do ouro do Rio Madeira
• A geologia e formação do território rondoniense
• Patrimônios naturais pouco explorados

🎙️ Parceria: SENGE Rondônia
📡 Produção: RuralCast | Rede AMAZUN

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Brasil tem saldo positivo de 112,3 mil postos de trabalho em janeiro

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Dados divulgados hoje (3) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que, em janeiro, o Brasil apresentou um saldo de 112.334 mil novos postos de trabalho com carteira assinada. O resultado foi obtido com a admissão de 2.208.030 pessoas e 2.095.696 desligamentos. O Caged é um indicador que mede a diferença entre contratações e demissões.

Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, o destaque do mês foi a indústria, que gerou 54.991 postos de trabalho.

Os dados trazem ajustes, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores e que são retificadas pelo ministério.

Setores

Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em janeiro. Apenas o comércio apresentou queda de 56.800 postos, devido a sazonalidade. Os demais tiveram aumentos.

Serviços: 40.525 postos

Comércio: – 56.800 postos

Indústria (de transformação, de extração e de outros tipos): 54.991 postos

Construção civil: 50.545 postos

Agropecuária: 23.0373

Regiões e estados

Em janeiro foram registrados saldos positivos em 18 das 27 unidades federativas , com destaque para Santa Catarina, com 19 mil postos de trabalho, seguido por Mato Grosso, com 18.731, e Rio Grande do Sul, com 18.421. 

Mega-Sena sorteia nesta terça prêmio acumulado em R$ 160 milhões

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Bilhete da Mega-Sena sendo preenchido com globo de sorteio ao fundo e prêmio acumulado de 160 milhões
Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 160 milhões nesta terça-feira.

A Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio acumulado em R$ 160 milhões, movimentando apostadores em todo o país. O concurso 2.979 será realizado às 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, na Avenida Paulista, em São Paulo.

Como o prêmio principal acumulou nos concursos anteriores, o valor estimado chegou a R$ 160 milhões. Portanto, a expectativa é de grande procura nas casas lotéricas e também nas apostas online.

Sorteio acontece às 21h em São Paulo

O sorteio da Mega-Sena será transmitido ao vivo pelo canal oficial da Caixa no YouTube e nas redes sociais das Loterias Caixa. Além disso, a realização ocorre em um dos principais espaços de eventos das loterias federais, o Espaço da Sorte, que costuma receber público e cobertura da imprensa.

Como resultado do acúmulo, o prêmio se tornou um dos maiores já registrados neste ano. Dessa forma, a disputa promete intensa movimentação até o encerramento das apostas.

Apostas seguem até as 20h

Os interessados podem registrar seus jogos até as 20h (horário de Brasília). As apostas podem ser feitas:

  • Nas casas lotéricas credenciadas

  • Pelo portal oficial das Loterias Caixa

  • Pelo aplicativo oficial da Caixa

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6. No entanto, quem deseja aumentar as chances pode optar por apostas com mais dezenas, o que eleva o valor do bilhete.

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O que fazer com R$ 160 milhões?

Caso apenas um apostador acerte as seis dezenas, o prêmio de R$ 160 milhões pode render mais de R$ 1 milhão por mês em aplicações conservadoras, segundo simulações financeiras de mercado.

Além disso, o valor permite aquisição de imóveis de alto padrão, investimentos em empresas ou até mesmo formação de carteira robusta de investimentos. Por isso, o concurso desperta tanto interesse popular.

Como funciona a Mega-Sena

A Mega-Sena premia quem acerta quatro (quadra), cinco (quina) ou seis (sena) números entre os 60 disponíveis no volante. Contudo, o maior valor vai para quem acerta as seis dezenas sorteadas.

Quando ninguém acerta a faixa principal, o prêmio acumula para o concurso seguinte. Foi exatamente o que ocorreu nas rodadas anteriores, elevando o valor atual para R$ 160 milhões.

Expectativa de alta procura

Tradicionalmente, prêmios acima de R$ 100 milhões impulsionam as vendas de apostas em todo o Brasil. Consequentemente, filas costumam se formar nas lotéricas nas últimas horas antes do encerramento.

Portanto, especialistas recomendam que os apostadores não deixem para registrar o jogo nos minutos finais, a fim de evitar instabilidades ou atrasos.

Fonte: Agência Brasil

PIB do Brasil cresce 2,3% em 2025 e mantém ciclo positivo, aponta IBGE

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Gráfico de crescimento econômico sobre mapa do Brasil com barras ascendentes representando alta do PIB em 2025
Arte ilustrativa mostra crescimento do PIB brasileiro em 2025 com gráfico ascendente sobre o mapa do Brasil.

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 2,3% em 2025, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (3). O resultado confirma a continuidade da recuperação econômica, embora mostre desaceleração em relação a 2024, quando a economia avançou 3,4%.

Os dados constam na divulgação oficial do IBGE publicada nesta manhã.

Apesar da perda de ritmo, o crescimento registrado em 2025 marca o quinto ano consecutivo de expansão da atividade econômica brasileira, consolidando um ciclo positivo iniciado após a pandemia.

Crescimento menor que em 2024

Em comparação ao desempenho do ano anterior, a economia perdeu força. Em 2024, o PIB havia avançado 3,4%, percentual superior ao registrado agora.

Ainda assim, o resultado de 2,3% mantém o país em trajetória de crescimento. Analistas avaliam que fatores como juros elevados, cenário internacional instável e desaceleração global influenciaram o desempenho ao longo do ano.

Além disso, o ambiente externo permaneceu pressionado por conflitos geopolíticos e volatilidade nos mercados, o que impactou exportações, investimentos e decisões empresariais.

O que é o PIB e por que ele importa

O Produto Interno Bruto representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país em determinado período. Ele funciona como o principal indicador da atividade econômica.

Quando o PIB cresce, em geral, há aumento na produção, geração de empregos, renda e consumo. Por outro lado, quando o indicador desacelera, a economia tende a perder dinamismo.

Portanto, mesmo com expansão menor do que em 2024, o resultado de 2025 sinaliza estabilidade e continuidade no processo de crescimento.

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Impactos para empresas e trabalhadores

O crescimento de 2,3% indica que a economia seguiu ativa, ainda que em ritmo mais moderado. Para o setor produtivo, isso significa manutenção da atividade, mas com menor aceleração.

Já para trabalhadores e consumidores, o cenário sugere estabilidade no mercado de trabalho, porém com desafios relacionados ao crédito e ao poder de compra, especialmente em um contexto de juros elevados.

Além disso, investidores acompanham de perto os dados do PIB, pois eles influenciam decisões do Banco Central, política monetária e expectativas do mercado financeiro.

Próximos passos da economia

Agora, o foco do mercado se volta para os próximos trimestres e para as projeções de 2026. Economistas analisam se o país manterá a trajetória de crescimento ou se enfrentará novo ciclo de desaceleração.

A evolução da inflação, o comportamento dos juros, o cenário internacional e os investimentos internos serão fatores decisivos para o desempenho econômico nos próximos meses.

O dado divulgado hoje reforça que, embora o ritmo tenha diminuído, a economia brasileira segue em expansão.

Fonte: G1

Mais de 52 mil brasileiros vivem em área de tensão no Oriente Médio

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Mapa do Oriente Médio mostra área de tensão com destaque para países onde vivem brasileiros
Mais de 52 mil brasileiros residem em países afetados pela escalada militar no Oriente Médio

Mais de 52 mil brasileiros vivem atualmente em países diretamente envolvidos ou impactados pela escalada militar no Oriente Médio. Atualmente, a crise envolve Estados Unidos, Israel e Irã e elevou o nível de alerta em toda a região. Como resultado, milhares de famílias no Brasil acompanham a situação com preocupação.

O levantamento considera apenas moradores fixos. Ou seja, turistas e viajantes temporários não entram nessa estatística.

Onde estão os brasileiros na região em conflito

Ao todo, 52.545 brasileiros vivem nos países ligados à atual escalada militar. Segundo os dados consolidados, a distribuição revela forte concentração no Levante e no Golfo:

  • Líbano: 22.000

  • Israel: 14.000

  • Emirados Árabes Unidos: 10.365

  • Jordânia: 3.500

  • Catar: 2.000

  • Bahrein: 300

  • Kuwait: 280

  • Iraque: 100

  • Irã: 85

Nesse cenário, Líbano e Israel lideram a lista. Juntos, os dois países reúnem mais da metade da comunidade brasileira localizada na área de tensão. Além disso, os Emirados Árabes Unidos aparecem como o terceiro maior polo de brasileiros na região.

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Escalada militar amplia clima de insegurança

A crise ganhou força após ataques coordenados contra o Irã. Em seguida, houve retaliação com mísseis e drones. Consequentemente, a resposta iraniana atingiu não apenas Israel, mas também países que abrigam bases militares norte-americanas.

Por causa disso, sistemas de alerta foram acionados em diferentes cidades. Moradores relataram notificações de emergência em celulares. Ao mesmo tempo, famílias buscaram abrigo preventivo dentro de casa. Dessa forma, o clima de insegurança se espalhou entre estrangeiros e comunidades locais.

Emirados Árabes e Jordânia ganham atenção estratégica

Os Emirados Árabes Unidos concentram mais de 10 mil brasileiros. Além da presença militar estrangeira, o país abriga um dos maiores hubs aéreos do mundo. Portanto, qualquer instabilidade pode afetar rotas internacionais e conexões globais.

No campo econômico, a relação comercial com o Brasil é relevante. Em 2024, as exportações brasileiras aos Emirados Árabes Unidos superaram US$ 4,5 bilhões. Principalmente, açúcar e carnes lideraram as vendas. Por outro lado, o petróleo foi o principal produto importado pelo Brasil.

Já a Jordânia, que abriga 3.500 brasileiros, mantém cooperação ativa com o Brasil. Especialmente, há parcerias em áreas como segurança e defesa. Além disso, o comércio bilateral registra fluxo expressivo, impulsionado sobretudo por alimentos.

Preocupação com brasileiros no Irã

Embora o número de brasileiros no Irã seja menor — 85 residentes —, a ofensiva em Teerã ampliou a apreensão de familiares no Brasil. Desde o início dos bombardeios, surgiram relatos de dificuldade de comunicação. Por esse motivo, parentes acompanham atentamente as atualizações oficiais.

No total, o Oriente Médio abriga mais de 63 mil brasileiros. Assim, mesmo quem vive fora dos países diretamente atingidos pode sofrer reflexos indiretos da crise.

Cenário segue incerto

O governo brasileiro defendeu a interrupção das ações militares e acompanha a situação por meio das representações diplomáticas na região. Autoridades alertam para riscos globais caso o conflito se prolongue.

Enquanto isso, a comunidade brasileira no Oriente Médio enfrenta um cenário de incerteza. Se a escalada continuar, os impactos podem atingir a segurança, as viagens internacionais e o comércio. Portanto, os próximos dias serão decisivos para medir o alcance real da crise.

Fonte: G1

Licença-paternidade de 20 dias entra na pauta do Senado

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Pai segura recém-nascido no colo com Congresso Nacional ao fundo representando ampliação da licença-paternidade para 20 dias
Projeto amplia afastamento dos pais para até 20 dias de forma gradual após votação no Senado

O Senado pode votar nesta quarta-feira (4), a partir das 14h, o projeto que amplia de 5 para 20 dias a licença-paternidade de 20 dias no Brasil. A proposta já passou pela Câmara dos Deputados e foi aprovada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Agora, retorna ao Plenário para decisão final. Apresentado originalmente em 2008 pela então senadora Patrícia Saboya (CE), o PL 5.811/2025 recebeu alterações na Câmara. Por isso, precisou de nova análise dos senadores. A relatoria está com a senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA).

Ampliação será gradual até 20 dias

O projeto estabelece um cronograma progressivo para a ampliação do benefício. Inicialmente, nos dois primeiros anos de vigência da lei, o prazo passará para 10 dias. Em seguida, no terceiro ano, chegará a 15 dias. Por fim, a partir do quarto ano, os pais terão direito à licença-paternidade de 20 dias. Além disso, o texto permite o fracionamento do período. Dessa maneira, o pai poderá dividir os dias de afastamento conforme a necessidade da família. Assim, a proposta amplia a flexibilidade e fortalece o cuidado nos primeiros dias de vida da criança.

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Criação do salário-paternidade

Outro ponto central da proposta é a criação do salário-paternidade como benefício previdenciário. Com isso, o trabalhador passa a ter garantia formal de remuneração durante o afastamento. Ao mesmo tempo, o projeto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e dispositivos da seguridade social. Dessa forma, o texto busca equiparar a proteção dada ao pai àquela já assegurada à mãe. Atualmente, o governo federal, o Senado e empresas que participam do Programa Empresa Cidadã já concedem 20 dias de afastamento. No entanto, a nova lei pretende transformar essa prática em regra nacional.

Outros temas na pauta do Plenário

Além da licença-paternidade de 20 dias, os senadores devem analisar outras propostas relevantes. Entre elas, está o projeto que institui o Dia Nacional do Orgulho Autista, a ser celebrado em 18 de junho. Também está prevista a votação do Dia Nacional da Reflexão do Cantando as Diferenças, marcado para 22 de julho. Por outro lado, consta na pauta o texto do Acordo Provisório de Comércio entre o Mercosul e a União Europeia. A relatora, senadora Tereza Cristina (PP-MS), destacou que o acordo pode fortalecer o setor agrícola brasileiro no médio prazo. Segundo ela, a competitividade do agronegócio nacional tende a crescer com a abertura de novos mercados.

Impacto social e equilíbrio familiar

A ampliação da licença-paternidade de 20 dias representa um avanço na política de proteção à primeira infância. Isso porque a presença ativa do pai nos primeiros dias contribui para o desenvolvimento emocional da criança. Além disso, a medida pode promover maior equilíbrio nas responsabilidades domésticas. Consequentemente, tende a reduzir desigualdades de gênero no ambiente de trabalho.

Por fim, ao regulamentar o benefício como direito previdenciário, o projeto oferece segurança jurídica tanto para trabalhadores quanto para empregadores. Caso seja aprovado, o texto seguirá para sanção presidencial.

Fonte: Senado Federal

Estreito de Ormuz entra em risco e ameaça o petróleo global

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Navio petroleiro atravessa o Estreito de Ormuz sob cenário de guerra com explosões e fumaça no Oriente Médio.
Escalada do conflito no Oriente Médio coloca em risco a principal rota de escoamento do petróleo mundial.

Conflito fecha uma das rotas mais importantes do planeta

A guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã fechou o Estreito de Ormuz, principal corredor marítimo do petróleo mundial. Como resultado, os mercados reagiram de imediato e os preços da energia dispararam.

A passagem entre Omã e Irã concentra cerca de 20% de todo o petróleo negociado no planeta. Além disso, navios que transportam gás natural do Catar utilizam a rota diariamente.

Logo após o fechamento, o petróleo saltou cerca de 13% e superou US$ 82 por barril, alcançando o maior patamar desde janeiro de 2025.

Por que o Estreito de Ormuz é tão estratégico

O Estreito de Ormuz liga o Golfo Pérsico ao Oceano Índico e sustenta o comércio global de energia. Ao longo da história, impérios e potências europeias disputaram o controle da região. No século XX, a descoberta de grandes reservas no Golfo ampliou ainda mais sua relevância.

Hoje, Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Iraque escoam a maior parte da produção por essa rota.

Entre 2022 e maio deste ano, navios transportaram diariamente de 17,8 milhões a 20,8 milhões de barris pela região. Por isso, qualquer bloqueio impacta imediatamente os mercados internacionais.

Guerra atinge produção de gás e petróleo

Além de comprometer a navegação, o conflito interrompeu operações estratégicas no setor de energia.

Os principais efeitos incluem:

  • O Catar suspendeu parte da produção de gás após ataque com drones

  • A Arábia Saudita interrompeu temporariamente a refinaria de Ras Tanura

  • O Curdistão iraquiano paralisou quase toda a produção

  • Israel interrompeu atividades nos campos de gás Leviatã e Tamar

  • Explosões atingiram áreas próximas à ilha iraniana de Kharg

Diante desse cenário, o mercado financeiro iniciou a semana sob forte tensão.

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O que pode acontecer agora

O Irã já ameaçou fechar o Estreito de Ormuz em outras crises, mas recuou para evitar retaliações internacionais. Desta vez, entretanto, o envolvimento direto de grandes potências elevou o nível de risco.

Analistas consideram o cenário mais sensível devido à intensidade dos confrontos.

Se as forças militares restabelecerem rapidamente a navegação, os preços podem recuar parcialmente. Porém, caso o bloqueio continue, o barril pode atingir novas máximas e pressionar ainda mais a inflação global.

Impacto direto no Brasil

O Brasil não depende do petróleo do Golfo Pérsico para abastecer o mercado interno. Ainda assim, a alta internacional do barril afeta diretamente a economia nacional.

Como consequência:

  • Combustíveis sobem

  • Custos logísticos aumentam

  • Produtos importados encarecem

  • A pressão inflacionária cresce

Portanto, mesmo distante do conflito, o consumidor brasileiro pode sentir os reflexos nos preços.

Crise pode redefinir preços globais

O Estreito de Ormuz sustenta o fluxo de energia que abastece o mundo. Quando a rota sofre interrupções, os mercados reagem imediatamente.

Agora, o mundo acompanha cada movimento no Oriente Médio. Afinal, a duração do bloqueio definirá o tamanho da crise energética e o impacto sobre a economia global.

Fonte: G1

Soja em Rondônia entra em vazio sanitário com fiscalização no campo para prevenir ferrugem asiática.

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Produtores devem eliminar plantas voluntárias e evitar soja viva no campo durante o vazio sanitário.
Limite do MEI pode subir para R$ 140 mil e ampliar margem de faturamento para pequenos negócios.

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Proposta em estudo pode ampliar a margem de receita anual para microempreendedores formalizados.
Limpeza de igarapés em Porto Velho retira entulhos de canal urbano para prevenir alagamentos.

Limpeza de igarapés em Porto Velho passa de 16 km e mira alagamentos

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Frente retira entulhos e móveis dos canais para melhorar o escoamento e reduzir riscos de alagamento.
Dívida de Rondônia terá custo menor após adesão ao Propag e renegociação do passivo do antigo Beron.

Rondônia reduz custo de dívida antiga e mira novos investimentos

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Renegociação reduz encargos de dívida do antigo Beron e pode abrir espaço para novos investimentos.
Mototaxistas em Rondônia têm novas regras para incluir EAR na CNH com menos burocracia.

Mototaxistas em Rondônia têm novas regras para incluir EAR na CNH

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Mudança facilita inclusão da atividade remunerada na CNH para quem trabalha sobre duas rodas.