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quarta-feira, outubro 28, 2026
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Vacina contra gripe segue até 30 de julho em Porto Velho

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Vacinação contra Influenza em Porto Velho segue disponível até 30 de julho
Dose gratuita ajuda a reduzir complicações, internações e mortes associadas à Influenza.

A vacinação contra Influenza em Porto Velho entrou na reta final e segue disponível gratuitamente até 30 de julho. Moradores que ainda não receberam a dose anual podem procurar as salas de vacinação da rede municipal ou o Espaço Saúde instalado no shopping da capital.

A campanha ganha importância durante o período seco amazônico, quando fumaça, baixa umidade, calor e mudanças bruscas no tempo podem irritar as vias respiratórias. A vacina não impede todos os casos de gripe, mas ajuda a reduzir complicações, internações e mortes associadas à doença.

Na vacinação contra Influenza em Porto Velho, a orientação é levar CPF ou Cartão do SUS para o registro. A caderneta deve ser apresentada quando estiver disponível. Outras informações podem ser acompanhadas na página de saúde do TVdoPOVO.

Veja nesta matéria:
  • até quando a vacinação contra Influenza em Porto Velho continua;
  • onde procurar a dose gratuita;
  • quais documentos levar;
  • quem precisa de atenção redobrada;
  • como reduzir o risco de complicações.

Vacinação contra Influenza em Porto Velho segue até 30 de julho

Quem ainda não recebeu a dose pode procurar uma unidade de saúde do município. O Espaço Saúde, localizado no shopping, funciona como ponto adicional para quem circula pela área central e precisa de uma alternativa às salas de vacinação dos bairros.

Os horários podem variar entre as unidades. Por isso, antes de sair de casa, o morador deve confirmar a rotina do ponto escolhido. A vacinação contra Influenza em Porto Velho é gratuita e o registro pode ser agilizado com a apresentação dos documentos.

Serviço para o morador
Prazo: até 30 de julho.
Rede: unidades de saúde do município.
Ponto adicional: Espaço Saúde no shopping.
Documentos: CPF ou Cartão do SUS e caderneta, se tiver.

Por que a vacinação contra Influenza em Porto Velho importa

A Influenza é uma infecção viral aguda que atinge o sistema respiratório e possui alta transmissibilidade. A dose anual é atualizada porque os vírus mudam ao longo do tempo. A estratégia busca proteger especialmente contra formas graves, hospitalizações e mortes.

Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação anual ajuda a reduzir internações, complicações e óbitos. A vacinação contra Influenza em Porto Velho não oferece proteção total, mas pode diminuir o risco de agravamento.

Período seco exige atenção com a respiração

Fumaça, poeira, baixa umidade e calor podem piorar sintomas de quem convive com asma, bronquite e outras condições respiratórias. A vacina faz parte da prevenção, mas não substitui avaliação de saúde quando surgem falta de ar, febre persistente ou piora rápida.

A vacinação contra Influenza em Porto Velho merece atenção especial de famílias com crianças, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades. Moradores de distritos e trabalhadores expostos à fumaça também devem conferir a situação vacinal antes do fim da campanha.

Quem deve ter mais atenção
Crianças: podem evoluir com maior rapidez em alguns quadros.
Idosos: apresentam maior risco de agravamento e internação.
Gestantes: devem manter acompanhamento e caderneta em dia.
Comorbidades: doenças crônicas podem favorecer complicações.

Vacina reduz complicações, mas não elimina todos os riscos

Mesmo depois da aplicação, a pessoa pode ter gripe. A proteção mais importante está na redução do risco de formas graves. A vacinação contra Influenza em Porto Velho deve ser combinada com higiene das mãos, ventilação dos ambientes e redução do contato próximo com pessoas sintomáticas, quando possível.

Quem apresentar falta de ar, confusão, febre que não melhora, fraqueza intensa ou piora respiratória deve procurar atendimento. Esses sinais podem ter diferentes causas e não devem ser avaliados apenas em casa.

O que a vacina faz
Complicações: ajuda a reduzir formas graves.
Internações: contribui para diminuir hospitalizações.
Óbitos: faz parte da prevenção de mortes por Influenza.
Limite: não impede todos os casos de gripe.

Quem ainda não tomou a dose deve organizar a ida à rede municipal antes de 30 de julho. A vacinação contra Influenza em Porto Velho também permite apresentar a caderneta e receber orientação sobre outras vacinas que possam estar atrasadas.

A publicação municipal de 20 de junho apontava cobertura de aproximadamente 23% entre os grupos prioritários. Esse percentual corresponde àquele levantamento e não deve ser tratado como atualização diária da campanha.

Favelas de Rondônia mostram onde a cidade ainda não chega

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Mariana Monteiro e Sarah Habersack debatem favelas em Rondônia e desigualdade urbana
Mariana Monteiro entrevista Sarah Habersack sobre infraestrutura, reurbanização, permanência e mobilidade.

As favelas em Rondônia mostram que água, saneamento, transporte e serviços públicos ainda não chegam com a mesma força a todos os bairros.

Esse é o ponto de ligação entre a realidade regional e o quinto episódio da série “Ocupação Urbana”, do programa PontoDeVista. Mariana Monteiro entrevista Sarah Habersack, diretora do Programa de Transformação Urbana da GIZ Brasil.

O programa tem abordagem nacional, mas cita diretamente as cidades amazônicas e a Região Norte. A conversa ajuda a entender por que as favelas em Rondônia precisam de políticas adaptadas às condições locais, sem copiar modelos criados para outras partes do país.

▶️ Ative o som e acompanhe o episódio completo

Quando a casa vira investimento, morar fica mais caro

Sarah explica que a moradia é reconhecida como um direito, mas também é negociada como produto. Terrenos e imóveis são comprados para valorizar, gerar renda e ampliar patrimônio.

O problema aparece quando essa lógica aumenta o aluguel e reduz as opções de quem recebe salário baixo. Famílias passam a procurar terrenos mais distantes, onde o preço é menor, mas a infraestrutura costuma ser incompleta.

Esse mecanismo ajuda a entender por que as favelas em Rondônia podem crescer em áreas onde a moradia é mais acessível, mas água, pavimentação, iluminação, transporte e serviços demoram mais para chegar.

▶️ Veja o trecho sobre moradia, mercado e expulsão

Por que as favelas em Rondônia exigem atenção regional

O Censo 2022 registrou 83.295 moradores em favelas e comunidades urbanas no estado. Em Porto Velho, 25.020 domicílios ocupados estavam dentro desses territórios.

O acesso à água revela uma diferença ainda mais profunda. Em Rondônia, somente 27,8% dos domicílios particulares permanentes dessas comunidades possuíam ligação à rede geral de distribuição.

Rondônia em números

83.295 moradores: população registrada em favelas e comunidades urbanas no estado.

25.020 domicílios: unidades ocupadas nesses territórios em Porto Velho.

27,8%: parcela dos domicílios rondonienses com ligação à rede geral de água.

A entrevistada destaca que o desenvolvimento urbano da Amazônia ainda é pouco compreendido. As comunidades do Norte têm formas diferentes de ocupação, relação com rios e igarapés, condições climáticas e distâncias maiores.

A realidade das favelas em Rondônia precisa, portanto, ser analisada comunidade por comunidade. Uma solução criada para uma grande metrópole pode não funcionar em Porto Velho ou em municípios menores do estado.

▶️ Assista ao trecho sobre desigualdade e cidades amazônicas

Infraestrutura precisa chegar às favelas em Rondônia

Uma família pode construir a própria casa aos poucos. Ela não consegue, sozinha, implantar uma rede de esgoto, organizar coleta de lixo, criar uma linha de ônibus ou construir escola e unidade de saúde.

Urbanizar as favelas em Rondônia exige um conjunto de ações. Moradia, água, saneamento, drenagem, pavimentação, calçada, iluminação, transporte e equipamentos públicos precisam avançar juntos.

A participação dos moradores é importante para identificar prioridades e evitar projetos que não combinam com o território. Isso não significa transferir para a comunidade obrigações que pertencem ao poder público.

▶️ Veja o debate sobre responsabilidade do governo e da comunidade

Bairro melhora, mas família precisa conseguir permanecer

Pavimentação, saneamento, iluminação e espaços públicos aumentam a qualidade de vida. Essas melhorias também podem elevar o valor dos imóveis e dos aluguéis.

Nas favelas em Rondônia, a urbanização precisa vir acompanhada de regularização, segurança jurídica e medidas que protejam os moradores contra a expulsão provocada pela valorização.

Melhorar sem expulsar

Permanência: famílias precisam participar das decisões sobre obras e reassentamentos.

Regularização: documentação ajuda a proteger direitos e organizar investimentos.

Nova moradia: remoções necessárias devem oferecer localização e condições adequadas.

Existem casos em que a remoção é necessária, principalmente quando a residência está em área de risco grave. A alternativa oferecida precisa ter transporte, escola, saúde, comércio e possibilidade de manter os vínculos da família.

Em 2026, Porto Velho firmou cooperação com a União para avançar na regularização de áreas como Centro, Caiari, Baixa da União, Triângulo e Terra Prometida. O trabalho envolve cadastro, análise técnica, regularização jurídica e entrega de títulos.

As informações sobre as ações municipais podem ser acompanhadas no portal da Prefeitura de Porto Velho.

▶️ Assista ao trecho sobre reurbanização, valorização e remoções

Mobilidade também pesa nas favelas em Rondônia

Na parte final do episódio, Sarah relaciona transporte, gênero, raça e desigualdade. Mulheres e pessoas negras estão entre os grupos que mais usam transporte coletivo e também enfrentam viagens longas, insegurança e pontos sem estrutura.

Quem mora longe gasta mais tempo e dinheiro para trabalhar, estudar, buscar atendimento ou cuidar da família. O problema aumenta quando ônibus passam com pouca frequência e os pontos não têm iluminação ou acessibilidade.

O que acompanhar em Rondônia

Água e saneamento: expansão das redes e funcionamento contínuo.

Regularização: cadastros, vistorias, análise e entrega de documentos.

Transporte: linhas, horários, acessibilidade e segurança nos pontos.

Permanência: proteção para que a valorização não afaste os moradores.

A entrevistada defende que melhorar o transporte de mulheres e pessoas negras também fortalece as cidades diante das mudanças climáticas. Quanto melhor o serviço coletivo, menor a dependência do transporte individual.

▶️ Veja o trecho sobre mobilidade antirracista e feminista

O episódio mostra que enfrentar a desigualdade nas favelas em Rondônia exige mais do que entregar casas. Água, esgoto, drenagem, mobilidade, regularização, serviços e proteção contra remoções precisam fazer parte da mesma política.

O programa completo está disponível no canal da Câmara dos Deputados no YouTube.

Candidatos têm até as 23h para entrar no concurso do CREA-RO

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Concurso CREA-RO encerra inscrições para cargos de nível médio e técnico
Candidatos têm até as 23h desta segunda para concluir o cadastro pela internet.

Candidatos de níveis médio e técnico têm até as 23h desta segunda-feira, 20 de julho, para concluir a inscrição no concurso CREA-RO. O cadastro deve ser feito pela internet, na página oficial do Instituto Quadrix.

A taxa poderá ser paga até terça-feira, 21 de julho. O edital reúne 630 oportunidades, entre vagas efetivas e cadastro reserva, para Assistente Administrativo e Agente Fiscal. Preencher o formulário, sozinho, não confirma a participação.

O concurso CREA-RO exige atenção ao cargo, à cidade de lotação, aos dados pessoais e ao boleto gerado. Quem acompanha outras seleções pode consultar a página de concursos no TVdoPOVO.

Veja nesta matéria:
  • o horário final do concurso CREA-RO;
  • o prazo para pagamento da taxa;
  • os cargos de níveis médio e técnico;
  • as cidades previstas para as provas;
  • os cuidados para a homologação.

Inscrições do concurso CREA-RO terminam às 23h

O candidato precisa acessar a área de inscrição, escolher o cargo e a cidade de lotação, preencher o formulário e gerar o boleto. Como o sistema fecha às 23h pelo horário de Rondônia, tentativas feitas depois desse limite não serão aceitas.

No concurso CREA-RO, falha de conexão, cadastro incompleto ou escolha incorreta podem impedir a conclusão. A orientação mais segura é revisar todas as informações antes de enviar e guardar o comprovante gerado pelo sistema.

Serviço para o candidato
Inscrição: até 20 de julho, às 23h.
Pagamento: até 21 de julho, conforme o horário do banco.
Taxas: R$ 60 para nível médio e R$ 62 para nível técnico.
Prova objetiva: prevista para 16 de agosto.

Cargos do concurso CREA-RO, salários e cidades de lotação

Assistente Administrativo exige nível médio e tem salário-base de R$ 1.621. O cargo aparece em Ariquemes, Cacoal, Guajará-Mirim, Jaru, Ji-Paraná, Pimenta Bueno, Porto Velho, Rolim de Moura e Vilhena.

Agente Fiscal exige formação técnica prevista no edital e tem salário-base de R$ 2.221,71. No concurso CREA-RO, esse cargo está listado para oito cidades e não aparece para Guajará-Mirim. Cidade de lotação não deve ser confundida com cidade de prova.

Salários e benefícios
Assistente Administrativo: salário-base de R$ 1.621.
Agente Fiscal: salário-base de R$ 2.221,71.
Vale-alimentação: R$ 1.200 mensais, conforme o edital atualizado.
Outros benefícios: auxílio-saúde parcial, auxílio-faculdade e vale-transporte.

Provas estão previstas para agosto

As fases serão realizadas em Ji-Paraná, Porto Velho e Vilhena. A prova objetiva está prevista para 16 de agosto para todos os cargos, enquanto a prova discursiva será aplicada somente aos candidatos a Agente Fiscal.

O cronograma do concurso CREA-RO prevê divulgação dos locais e horários em 11 de agosto, gabarito preliminar em 17 de agosto e resultado preliminar da prova objetiva em 9 de setembro. O candidato deve conferir o comprovante definitivo no portal da banca.

Pagamento correto é necessário para homologação

A inscrição somente será homologada depois da confirmação do pagamento ou do deferimento da isenção. Valor inferior, pagamento depois do vencimento ou transação não identificada podem deixar o candidato fora da seleção.

Antes de pagar, o participante do concurso CREA-RO deve confirmar se o beneficiário é o Instituto Quadrix. No PIX, a orientação é utilizar o código individual gerado no boleto, e não uma chave geral encontrada em outro canal.

Antes de finalizar
Escolha: confirme cargo e cidade de lotação.
Cadastro: revise nome, CPF, RG, telefone e e-mail.
Boleto: gere o documento correto e confira o beneficiário.
Comprovante: guarde os registros da inscrição e do pagamento.

O edital reúne 630 oportunidades, mas a maior parte corresponde a cadastro reserva. Isso significa que a classificação permite possível convocação durante a validade do certame, sem criar garantia de contratação para todos os aprovados.

Para participar do concurso CREA-RO, o ponto decisivo é concluir o cadastro até as 23h desta segunda e pagar a taxa dentro do prazo. Comunicados, retificações e resultados devem ser acompanhados somente no canal oficial do Instituto Quadrix.

Transporte gratuito leva produção rural às feiras de Porto Velho

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Agricultores familiares organizam caixas de alimentos para transporte em Porto Velho
Agricultores familiares organizam caixas de alimentos para transporte até feiras e pontos de entrega.

Agricultores familiares de Porto Velho contam com apoio gratuito para levar alimentos das propriedades até feiras e pontos de entrega. O transporte da produção rural atendeu 145 produtores no primeiro semestre de 2026 e movimentou mais de 587 toneladas.

O balanço oficial informa que os veículos percorreram mais de 10 mil quilômetros. Entre os produtos transportados estão banana, mandioca, milho, café, melancia, pupunha, inhame, polpas e mudas cultivadas em comunidades da zona rural da capital.

O transporte da produção rural é gratuito, mas depende de cadastro, documentação e confirmação da rota pela Semagric. Quem acompanha a agricultura familiar pode consultar outras notícias do agro no TVdoPOVO.

Veja nesta matéria:
  • como funciona o transporte da produção rural;
  • quais números foram registrados no semestre;
  • como o serviço ajuda feiras e programas de alimentos;
  • quais documentos devem ser apresentados;
  • por que a rota precisa ser confirmada antes da carga.

Como funciona o transporte da produção rural

O programa recolhe cargas em propriedades e comunidades rurais e leva os produtos até feiras livres, pontos de comercialização e locais vinculados a iniciativas como o Programa de Aquisição de Alimentos. O atendimento alcança áreas como Itacoã, União Bandeirantes, Nova Califórnia, Rio Pardo, Joana D’Arc e Nova Mutum.

O serviço funciona como apoio entre a colheita e a entrega. Ele não substitui o planejamento do produtor, não garante compra automática dos alimentos e não significa que todas as propriedades serão atendidas em qualquer data solicitada.

Agricultores familiares organizam caixas de alimentos para transporte em Porto Velho
Agricultores familiares organizam caixas de alimentos para transporte até feiras e pontos de entrega.

Por que o transporte da produção rural reduz dificuldades

Para pequenos agricultores, pagar frete particular pode comprometer parte da renda, principalmente quando a propriedade fica distante da área urbana ou quando o volume de uma viagem é reduzido. O transporte da produção rural ajuda a diminuir essa barreira e facilita entregas organizadas.

A regularidade também interessa aos consumidores. Quando frutas, verduras, raízes e outros alimentos chegam aos pontos de venda, as feiras conseguem aproximar a produção do próprio município das famílias que vivem na área urbana.

Números do primeiro semestre
Produtores: 145 agricultores familiares atendidos.
Cargas: mais de 587 toneladas transportadas.
Rotas: mais de 10 mil quilômetros percorridos.

Transporte da produção rural abastece feiras e programas

Parte das cargas segue para feiras livres, enquanto outra parcela é direcionada a pontos de entrega de programas de aquisição de alimentos. Nessa cadeia, o serviço conecta propriedades, locais de comercialização e iniciativas públicas de abastecimento.

A confirmação do atendimento depende da organização do calendário, da situação cadastral do agricultor e da disponibilidade informada pela secretaria. O produtor deve buscar orientação antes de colher para uma entrega específica ou assumir compromisso de venda.

Produtores carregam bananas e caixas de alimentos em veículo de apoio rural
Produtores carregam bananas e caixas de alimentos em veículo de apoio ao escoamento da agricultura familiar.

Como solicitar o transporte da produção rural

Para solicitar o transporte da produção rural, o agricultor familiar deve realizar cadastro presencial na sede da Semagric. A orientação oficial é apresentar RG, CPF e o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar, o CAF, para que a equipe verifique a condição do produtor e organize o possível atendimento.

A secretaria fica na rua Mário Andreazza, nº 8.072, bairro JK II, ao lado da Semob. Informações sobre documentos, cadastro e disponibilidade podem ser solicitadas pelo telefone (69) 3901-6405.

Como buscar atendimento
Cadastro: procure a sede da Semagric.
Documentos: leve RG, CPF e CAF.
Confirmação: consulte rota e disponibilidade antes de preparar a carga.

O que confirmar antes de preparar os produtos

O cadastro permite que a Semagric organize a demanda, mas não garante viagem imediata. Distância, condição das estradas, capacidade do veículo, volume, destino e calendário de outras comunidades podem interferir na definição da rota.

O agricultor também precisa preparar caixas adequadas, separar produtos conforme a entrega e confirmar quem receberá a carga. Alimentos mal acondicionados podem sofrer perdas mesmo quando o deslocamento é oferecido sem cobrança.

Antes de preparar a carga
Rota: confirme a data e o local de coleta.
Embalagem: organize caixas compatíveis com cada alimento.
Destino: verifique feira, comprador ou ponto de entrega.

A extensão territorial de Porto Velho torna a logística um desafio permanente para quem produz longe da área urbana. O transporte da produção rural pode ampliar o acesso a mercados e programas, desde que o produtor mantenha o cadastro atualizado e confirme o atendimento.

O serviço reforça a ligação entre o campo e a cidade, mas não substitui a responsabilidade do agricultor de acompanhar prazos, documentação, conservação dos alimentos e orientações oficiais.

Seleção do SENAR Rondônia recebe inscrições com salários de até R$ 5 mil

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Processo seletivo SENAR Rondônia recebe inscrições para cargos de nível médio e superior
Inscrições para a seleção do SENAR Rondônia

Quem procura emprego em Rondônia já pode disputar vagas de níveis médio e superior no processo seletivo SENAR Rondônia. As inscrições começaram em 20 de julho e seguem até as 23h59 de 8 de agosto, exclusivamente pela internet.

A seleção oferece salários de R$ 2.749,59 para funções de nível médio e R$ 5.026,59 para cargos de nível superior. O edital reúne vagas imediatas e formação de cadastro reserva, com contratação pelo regime da CLT e jornada de 40 horas semanais.

O processo seletivo SENAR Rondônia será executado pelo IEL-RO e terá todas as etapas presenciais realizadas em Porto Velho. Quem acompanha outras oportunidades pode consultar a página de empregos no TVdoPOVO.

Veja nesta matéria:
  • como participar do processo seletivo SENAR Rondônia;
  • quais salários e taxas foram informados;
  • onde existem vagas imediatas;
  • como funciona o cadastro reserva;
  • quando serão realizadas as provas.

Como se inscrever no processo seletivo SENAR Rondônia

O cadastro deve ser concluído no portal oficial do IEL Rondônia. No processo seletivo SENAR Rondônia, a inscrição somente será confirmada depois do preenchimento do formulário eletrônico e da compensação do boleto correspondente ao cargo escolhido.

Antes de finalizar, o candidato deve conferir nome, CPF, contato, escolaridade, experiência exigida e município de lotação. Também é importante guardar o comprovante e evitar deixar o pagamento para as últimas horas, quando falhas de conexão ou demora bancária podem impedir a confirmação.

Prazos e valores
Inscrições: até 8 de agosto, às 23h59, no horário de Rondônia.
Nível superior: salário de R$ 5.026,59 e taxa de R$ 50.
Nível médio: salário de R$ 2.749,59 e taxa de R$ 40.

Quem pode participar do processo seletivo SENAR Rondônia

No nível superior, há oportunidades em áreas administrativas, jurídicas, contábeis, pedagógicas, técnicas, de tecnologia, comunicação e recursos humanos. O edital prevê duas vagas imediatas para Analista Administrativo-Financeiro e uma para Analista Supervisor Técnico em Cerejeiras, além de cadastro reserva em outras funções.

Para o nível médio, o processo seletivo SENAR Rondônia inclui uma vaga imediata de Assistente Administrativo-Financeiro em Ji-Paraná e cadastro reserva para funções de apoio em contabilidade, agronegócio e condução de veículos. Cada cargo possui requisitos próprios de escolaridade, experiência e atribuições.

Vaga imediata e cadastro reserva
Vaga imediata: existe posição prevista para preenchimento conforme o edital.
Cadastro reserva: permite convocação futura, sem contratação automática.
Convocação: depende da necessidade institucional e da ordem de classificação.

Benefícios e condições de contratação

As contratações serão feitas pelo regime da CLT, com jornada de 40 horas semanais. A publicação oficial do SENAR Rondônia informa auxílio-alimentação, assistência médica, assistência odontológica e seguro de vida. O candidato deve ler o edital para conhecer os critérios de cada benefício.

No processo seletivo SENAR Rondônia, a aprovação não garante escolha do município pelo candidato nem contratação imediata em todos os cargos. Quem mora fora de Porto Velho também deve considerar os gastos de deslocamento para provas, entrevistas e outras etapas presenciais.

Etapas do processo seletivo SENAR Rondônia

A seleção terá prova objetiva e discursiva, análise curricular, entrevistas presenciais e prova prática para o cargo de motorista. A primeira etapa está prevista para 23 de agosto, em Porto Velho, das 8h às 12h para nível superior e das 14h às 18h para nível médio.

O cronograma oficial prevê divulgação das inscrições homologadas em 18 de agosto e resultado final em 23 de outubro. As datas podem ser alteradas por comunicados oficiais, por isso o candidato deve acompanhar regularmente o portal do IEL-RO.

Antes de finalizar a inscrição
Edital: leia regras, etapas, atribuições e cronograma.
Documentos: revise os dados exigidos no formulário eletrônico.
Acompanhamento: consulte convocações e resultados somente no canal oficial.

O processo seletivo SENAR Rondônia interessa a profissionais administrativos e a candidatos com formação técnica, educacional, tecnológica ou ligada ao agronegócio. Participar da seleção exige planejamento, leitura completa do edital e atenção aos prazos.

Pressão alta, diabetes e obesidade aumentam risco para os rins

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Doença renal crônica exige acompanhamento de pessoas com hipertensão e diabetes
Pessoas com fatores de risco devem conversar com a UBS sobre exames e acompanhamento.

A doença renal crônica pode avançar sem sintomas claros, especialmente nas fases iniciais. Pessoas com pressão alta, diabetes, obesidade, doença cardiovascular ou histórico familiar precisam conversar com a equipe de saúde sobre acompanhamento dos rins.

Os rins filtram o sangue, ajudam no equilíbrio de líquidos e minerais e participam do controle da pressão arterial. Quando uma alteração é identificada cedo, a equipe pode ajustar o cuidado e reduzir o risco de perda progressiva da função renal.

Em Rondônia, a avaliação pode começar na Unidade Básica de Saúde de Porto Velho ou do município onde a pessoa mora. A doença renal crônica não deve ser investigada apenas quando aparecem dor, inchaço ou redução da urina. O leitor também encontra outras orientações de saúde no TVdoPOVO.

Veja nesta matéria:
  • quem tem maior risco de doença renal crônica;
  • como pressão alta e diabetes prejudicam os rins;
  • por que a obesidade também merece atenção;
  • quais exames podem ser solicitados na UBS;
  • quais cuidados ajudam na prevenção.

Quem corre mais risco de doença renal crônica

Hipertensão e diabetes estão entre os principais fatores de risco. A pressão alta pode danificar os pequenos vasos responsáveis pela filtração, enquanto a glicose elevada por muito tempo pode afetar estruturas delicadas dos rins.

A doença renal crônica também exige atenção entre idosos, pessoas com obesidade, fumantes, pacientes com doença cardiovascular e quem tem casos de problema renal na família. Ter um desses fatores não confirma diagnóstico, mas indica que a avaliação não deve ser adiada.

O que contar na consulta
Condições de saúde: informe hipertensão, diabetes e problemas cardiovasculares.
Medicamentos: leve a lista de remédios, inclusive os usados sem receita.
Histórico familiar: relate casos de diálise, transplante ou doença nos rins.

Como os exames ajudam a identificar a doença renal crônica

A creatinina no sangue ajuda no cálculo da taxa de filtração glomerular, uma estimativa de quanto os rins conseguem filtrar. O exame de urina pode apontar proteína, sangue ou outras alterações que precisam ser interpretadas pela equipe.

Na doença renal crônica, um resultado isolado não costuma ser suficiente para definir a situação. A equipe considera o histórico, a repetição dos exames e a permanência das alterações ao longo do tempo.

A orientação oficial do SUS recomenda avaliação periódica para pessoas com hipertensão e diabetes. A frequência e os exames dependem do risco individual, dos resultados anteriores e dos medicamentos utilizados.

Exames que podem ser avaliados
Creatinina: auxilia no cálculo da capacidade de filtração.
Exame de urina: pode mostrar proteína, sangue e outras alterações.
Albuminúria: pode ser indicada para acompanhar pessoas com diabetes.

Obesidade e doença renal crônica precisam ser acompanhadas sem estigma

A obesidade pode aumentar o risco de forma indireta, ao favorecer hipertensão e diabetes, e também pode sobrecarregar a filtração dos rins. O cuidado precisa ser individualizado, sem culpa ou constrangimento, com metas possíveis e acompanhamento profissional.

Emagrecer não deve ser tratado como solução única. Alimentação adequada, atividade física compatível com a condição da pessoa, controle da pressão e da glicemia e abandono do tabagismo fazem parte de um plano mais amplo de proteção.

Cuidados que fazem diferença
Acompanhamento: mantenha consultas e exames na frequência orientada.
Tratamento: não interrompa remédios nem altere doses por conta própria.
Automedicação: evite anti-inflamatórios e outros remédios sem orientação.

Quando procurar atendimento em Rondônia

Quem tem hipertensão, diabetes, obesidade, doença cardiovascular ou histórico familiar deve perguntar na UBS quando precisa avaliar a função renal. A doença renal crônica pode ser acompanhada na Atenção Primária, com encaminhamento para serviço especializado quando houver indicação.

Inchaço persistente, queda importante na quantidade de urina, falta de ar, náuseas, fraqueza intensa ou confusão exigem avaliação rápida. Esses sinais podem ter diferentes causas e não confirmam, sozinhos, um problema nos rins.

A prevenção da doença renal crônica depende do controle dos fatores de risco e de exames orientados pela equipe. Não existe quantidade única de água ou dieta igual para todos; as recomendações devem considerar a saúde e os medicamentos de cada pessoa.

Cooperativas podem dar mais proteção e renda a catadores em Rondônia

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Cooperativas de catadores organizam materiais recicláveis em Rondônia
Organização coletiva pode melhorar proteção, renda e participação dos catadores.

Um estudo divulgado pela Fundacentro mostra que a organização coletiva pode melhorar as condições de renda, saúde e segurança no trabalho da reciclagem. As cooperativas de catadores foram associadas a avanços importantes quando comparadas ao trabalho realizado de forma desorganizada em lixões.

A pesquisa analisou uma experiência em Presidente Prudente, no interior de São Paulo, e entrevistou 47 dos 90 cooperados. Entre os resultados estão maior uso de equipamentos de proteção, treinamentos, prevenção de acidentes, gestão coletiva e distribuição organizada da renda.

Mesmo tendo sido realizado fora da Região Norte, o estudo interessa diretamente a Rondônia. As cooperativas de catadores podem ajudar municípios a estruturar a coleta seletiva, melhorar a comercialização dos recicláveis e reduzir a exposição dos trabalhadores a objetos cortantes e materiais contaminados. O público também pode acompanhar outras notícias de meio ambiente no TVdoPOVO.

Neste artigo, você vai ver:
  • o que mudou com as cooperativas de catadores;
  • como a organização pode reduzir riscos;
  • por que o tema interessa a Rondônia;
  • como os moradores podem ajudar;
  • quais cuidados ainda são necessários.

O que mudou no trabalho organizado

Segundo a Fundacentro, as cooperativas de catadores analisadas trouxeram melhorias que vão além do dinheiro recebido no fim do mês. Os trabalhadores passaram a contar com equipamentos de proteção, programas de prevenção de acidentes e capacitações para atividades de triagem e operação.

A experiência também ampliou a participação nas decisões. Os próprios cooperados passaram a administrar áreas operacionais e administrativas, dividir responsabilidades e acompanhar a distribuição dos recursos obtidos com a venda dos materiais.

Mudanças identificadas
Proteção: uso de EPIs e medidas para prevenir acidentes.
Gestão: participação dos trabalhadores nas decisões.
Renda: distribuição organizada entre os integrantes.

Segurança precisa de estrutura e treinamento

O contato com resíduos pode expor trabalhadores a vidro quebrado, objetos perfurocortantes, poeira, substâncias contaminadas e esforço físico repetitivo. Por isso, as cooperativas de catadores precisam combinar proteção individual com galpões adequados, equipamentos seguros e orientação permanente.

A formalização de um grupo não elimina automaticamente todos os problemas. Falta de ventilação, máquinas sem proteção, ausência de água potável ou armazenamento inadequado podem manter riscos mesmo dentro de uma organização regularizada.

Proteção precisa continuar
Equipamentos: luvas, botas e proteção compatível com cada risco.
Treinamento: orientação para triagem, máquinas e rejeitos perigosos.
Ambiente: manutenção de esteiras, prensas e áreas de armazenamento.

Por que o estudo interessa a Rondônia

Em Rondônia, ainda existem desafios para ampliar a coleta seletiva e impedir que materiais recicláveis sejam misturados ao lixo comum. O fortalecimento das cooperativas de catadores pode ajudar na coleta, triagem, prensagem e venda dos materiais, desde que existam estrutura, contratos e acompanhamento.

Em Ji-Paraná, por exemplo, foi autorizado em 2026 um processo relacionado à contratação da Coocamarji para recebimento, coleta, triagem e processamento de recicláveis. A autorização administrativa, porém, não deve ser confundida com contrato concluído ou serviço plenamente funcionando.

Porto Velho e outros municípios também precisam combinar organização dos trabalhadores, educação ambiental e planejamento da coleta. Sem separação correta nas casas e empresas, parte do material perde valor ou chega contaminada aos galpões.

O que precisa ser organizado
Coleta: definir bairros, horários e materiais aceitos.
Triagem: oferecer espaço seguro e equipamentos adequados.
Contratação: garantir regras claras e remuneração pelo serviço.

Moradores também podem reduzir os riscos

O trabalho das cooperativas de catadores depende da forma como o material é separado. Restos de comida, vidro solto, lâminas, seringas e lixo de banheiro aumentam os riscos e podem inutilizar papel, papelão, plástico e outros recicláveis.

O morador pode colaborar separando os resíduos secos dos orgânicos. Embalagens devem estar vazias, enquanto vidro quebrado e objetos cortantes precisam ser protegidos conforme a orientação do serviço local.

Separação responsável em casa
Limpeza: retire restos de alimentos das embalagens.
Segurança: proteja materiais que possam cortar ou perfurar.
Informação: confirme o que a coleta seletiva recebe no município.

Cooperativa não resolve tudo sozinha

Os resultados indicam benefícios possíveis, mas não significam que todas as cooperativas de catadores garantam automaticamente renda justa, segurança e acesso completo a direitos. A experiência estudada possui condições próprias e não deve ser repetida como regra para todos os municípios.

Para gerar avanços duradouros em Rondônia, é necessário unir organização coletiva, apoio técnico, contratos transparentes, educação ambiental e participação dos moradores. Sem essas condições, a cooperativa pode existir apenas no papel.

Famílias de Vale do Paraíso têm três dias para inscrição habitacional no CRAS

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Habitação popular em Vale do Paraíso terá inscrições presenciais no CRAS
Famílias serão atendidas presencialmente nos dias 20, 21 e 22 de julho

A habitação popular em Vale do Paraíso terá inscrições exclusivamente presenciais nos dias 20, 21 e 22 de julho de 2026. O atendimento será feito no CRAS do município, das 7h às 17h, para famílias interessadas em participar do Programa de Habitação Popular.

Moradores de Vale do Paraíso, no interior de Rondônia, devem organizar os documentos de todos os integrantes. A inscrição é apenas a etapa inicial do processo: comparecer ao CRAS e entregar os documentos não significa aprovação automática, contemplação ou entrega de moradia.

Guia rápido da matéria
Neste artigo, você vai ver
•Quando procurar o atendimento presencial.
•Onde será feito o cadastro da família.
•Quais documentos precisam ser organizados.
•Como evitar pendências antes de sair de casa.
•Por que a habitação popular em Vale do Paraíso não representa contemplação imediata.

Quando serão as inscrições para habitação popular em Vale do Paraíso

O atendimento ocorrerá na segunda-feira, 20 de julho; na terça-feira, 21; e na quarta-feira, 22. Em todos os dias, a equipe receberá os interessados das 7h às 17h. A divulgação não prevê inscrição pela internet, envio por aplicativo ou outro formato remoto.

Habitação popular em Vale do Paraíso terá inscrições presenciais no CRAS
Famílias serão atendidas presencialmente nos dias 20, 21 e 22 de julho

O CRAS, sigla de Centro de Referência de Assistência Social, é uma unidade pública que orienta famílias sobre serviços socioassistenciais. No caso da habitação popular em Vale do Paraíso, o local funcionará como ponto de atendimento e entrega da documentação, não como espaço de entrega de casas ou divulgação de resultado.

Plantão de inscrição
Serviço confirmado para três dias
Datas: 20, 21 e 22 de julho de 2026.
Local: CRAS de Vale do Paraíso.
Horário: atendimento das 7h às 17h.
Formato: somente presencial.
Orientação: dúvidas devem ser levadas diretamente à equipe do CRAS.

Documentos para habitação popular em Vale do Paraíso

A família deve apresentar RG e CPF de todos os componentes, certidão de nascimento dos dependentes e certidão de casamento, divórcio ou óbito, conforme a situação familiar. Também entram na lista o comprovante de residência ou declaração atualizada e o comprovante de renda de todos os integrantes.

Para a habitação popular em Vale do Paraíso, os documentos ajudam a demonstrar corretamente quem compõe o grupo familiar, onde ele reside e quais rendimentos possui. A fonte não informa exigência de cópia autenticada nem autoriza acrescentar documentos diferentes dos divulgados.

Checklist documental
Cinco grupos para conferir
Identificação: RG e CPF de todos os componentes da família.
Dependentes: certidão de nascimento das crianças e demais dependentes.
Situação familiar: certidão de casamento, divórcio ou óbito, conforme o caso.
Moradia e renda: comprovante de residência ou declaração atualizada e comprovantes de renda.
Cadastro social: Cadastro Único atualizado.

Cadastro Único atualizado também será exigido

O Cadastro Único reúne dados usados para identificar famílias de baixa renda e apoiar o acesso a programas sociais. Estar com o cadastro atualizado ajuda na conferência das informações, porém não garante seleção no programa habitacional.

A relação complementar da habitação popular em Vale do Paraíso inclui extrato de benefício, quando a família recebe Bolsa Família, BPC ou outro benefício do INSS; certidão negativa de débitos municipais; certidão de bens do Detran; e laudo médico somente quando houver necessidade de comprovar deficiência.

Inscrição na habitação popular em Vale do Paraíso não garante contemplação

A inscrição deve ser entendida como um cadastro de interesse sujeito à análise da administração responsável. A publicação oficial não informa quantidade de casas, critérios detalhados de seleção, pontuação, renda mínima ou máxima, sorteio, lista de classificados, data de resultado ou previsão de entrega.

Depois de entregar os documentos, as famílias interessadas na habitação popular em Vale do Paraíso devem acompanhar apenas orientações oficiais. Cadastro completo evita pendências documentais, mas não substitui a avaliação do programa e não cria direito automático a uma unidade.

Antes de sair de casa
Faça uma última conferência
1. Organize: reúna documentos de adultos, dependentes e beneficiários.
2. Confira: revise nomes, datas, endereço e comprovantes atualizados.
3. Planeje: procure o CRAS dentro do horário e evite o fim do último dia.
Atenção: inscrição e entrega de documentos não garantem aprovação, contemplação ou moradia.

Como se organizar para o atendimento

Antes de sair de casa, confira os documentos de adultos e dependentes, inclusive as certidões adequadas. Quem recebe benefício deve separar o extrato correspondente, e quem precisa comprovar deficiência deve levar o laudo médico aplicável.

O atendimento da habitação popular em Vale do Paraíso termina em 22 de julho, às 17h. Como não foi anunciada prorrogação nem modalidade online, os moradores devem respeitar o período divulgado e procurar a equipe do CRAS para esclarecer dúvidas sobre a documentação.

PrevCast explica nutrição no câncer e cuidados durante o tratamento

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Nutrição no câncer é tema do PrevCast com orientações sobre alimentação e tratamento oncológico
PrevCast debate nutrição no câncer, alimentação saudável, ultraprocessados, suplementos e cuidados durante o tratamento.

A nutrição no câncer é o tema deste episódio do PrevCast, que aborda alimentação saudável, obesidade, ultraprocessados, suplementos, mitos da internet e cuidado nutricional durante o tratamento oncológico. O programa mostra que comer bem não deve ser tratado como fórmula milagrosa, mas como parte de uma estratégia de prevenção, suporte e recuperação.

Embora o episódio tenha abrangência nacional, o assunto também tem importância para Rondônia e para a Região Norte. Em Porto Velho, a presença do Hospital de Amor Amazônia, também conhecido como HC do Amor Amazônia, aproxima pacientes, famílias e profissionais de debates sobre prevenção, diagnóstico, tratamento, qualidade de vida e informação segura sobre câncer.

Participam da conversa o host e médico ginecologista do Hospital de Amor, Dr. Júlio Possati, o médico intensivista e nutrólogo hospitalar Dr. Luís Henrique Covello, e a nutricionista clínica Tatiane Garcia. A discussão percorre desde os fatores de risco ligados aos hábitos alimentares até os desafios enfrentados por pacientes durante o tratamento.

▶️ Ative o som e assista ao episódio

Entenda como alimentação, atividade física e acompanhamento profissional entram no cuidado oncológico.

Nutrição no câncer começa antes do diagnóstico

O episódio começa lembrando que, quando o assunto é câncer, a alimentação sempre entra em cena. Manter uma rotina saudável, porém, não é simples. A correria, o custo dos alimentos, o consumo de produtos prontos e a desinformação tornam esse cuidado um desafio diário.

O Dr. Luís Henrique Covello explica que sobrepeso e obesidade precisam entrar na conversa sobre prevenção. Segundo o especialista, o excesso de gordura corporal está relacionado a um ambiente de inflamação crônica e a alterações metabólicas que podem aumentar riscos à saúde.

No programa, a nutrição no câncer é apresentada de forma ampla: não se trata apenas de emagrecimento ou ganho de peso, mas de composição corporal, massa muscular, qualidade da alimentação, prática de atividade física e acompanhamento individualizado.

Obesidade e sobrepeso exigem atenção preventiva

A conversa destaca que a obesidade está associada a diferentes tipos de câncer, especialmente tumores gastrointestinais, ginecológicos e de mama. O sobrepeso também merece atenção quando aparece junto a fatores como hipertensão, diabetes, colesterol alto ou aumento da circunferência abdominal.

Tatiane Garcia reforça que a avaliação nutricional não deve se limitar ao peso na balança. Índice de massa corporal, circunferências, histórico alimentar, prática de atividade física e massa muscular ajudam a entender melhor a condição de cada paciente.

▶️ Assista ao trecho sobre obesidade e risco

Os especialistas explicam por que peso, inflamação e massa muscular também entram na prevenção.

Ultraprocessados são apontados como vilões

Ao falar de alimentação e prevenção, o PrevCast chama atenção para os alimentos ultraprocessados. Embutidos, salsicha, mortadela, presunto, linguiça, macarrão instantâneo e produtos prontos aparecem como exemplos de itens que devem ser reduzidos na rotina.

O episódio cita a preocupação com carnes processadas e alimentos ricos em conservantes, sódio, açúcar e aditivos. A orientação acompanha o caminho do Guia Alimentar para a População Brasileira, que recomenda priorizar alimentos in natura ou minimamente processados.

Dentro da nutrição no câncer, a recomendação não é criar medo em torno da comida, mas melhorar escolhas cotidianas. Arroz, feijão, legumes, verduras, frutas, ovos, leite, proteínas magras, mandioca, batata e preparações caseiras aparecem como base mais segura e acessível.

▶️ Assista ao trecho sobre ultraprocessados

Veja por que produtos prontos, embutidos e carnes processadas exigem atenção no prato.

Açúcar não deve ser tratado como explicação simples

O programa também aborda um mito comum: a ideia de que o açúcar “alimenta” diretamente o câncer. O Dr. Luís explica que o excesso deve ser evitado dentro de uma alimentação equilibrada, mas que a explicação não deve ser simplificada de forma alarmista.

A orientação é reduzir excesso de açúcar, observar rótulos e entender que muitos produtos aparentemente inofensivos escondem grandes quantidades de açúcar, gordura, sódio e aditivos. A leitura de embalagens é citada como uma atitude importante na hora da compra.

Suplementos exigem indicação profissional

Outro ponto importante do episódio é o crescimento do consumo de vitaminas, polivitamínicos e suplementos. Os especialistas alertam que a suplementação deve ser indicada quando há necessidade real, identificada por avaliação clínica, exames e acompanhamento profissional.

A nutrição no câncer não deve ser guiada por promessas de internet. O uso inadequado de suplementos pode gerar gastos desnecessários e, em alguns casos, atrapalhar a organização do cuidado. A prioridade deve ser corrigir a base da alimentação e avaliar cada caso com profissionais qualificados.

▶️ Assista ao trecho sobre suplementos

Entenda por que vitaminas e suplementos não devem ser usados sem avaliação adequada.

Tratamento oncológico pede cuidado individualizado

Quando o paciente já tem diagnóstico, a avaliação nutricional ganha ainda mais importância. Tatiane explica que é necessário observar ingestão alimentar, tolerância, calorias, proteínas, vitaminas, minerais e possíveis limitações provocadas pelo próprio tratamento.

Perda de apetite, alteração de paladar, náuseas e vômitos são queixas frequentes. Entre as estratégias citadas estão fracionar refeições, usar alimentos mais palatáveis, ajustar texturas, considerar utensílios de plástico quando há gosto metálico e buscar alternativas para melhorar a aceitação alimentar.

Para pacientes de Rondônia e de outras áreas da Amazônia, esse debate também ajuda familiares a compreender que a alimentação durante o tratamento precisa respeitar realidade social, acesso a alimentos, deslocamentos, renda e orientação da equipe de saúde. A nutrição no câncer deve ser possível, segura e adaptada ao contexto de cada pessoa.

▶️ Assista ao trecho sobre tratamento

Os convidados explicam como o suporte nutricional muda conforme a fase do tratamento.

Atividade física também faz parte do cuidado

Os especialistas reforçam que nutrição e exercício físico caminham juntos. A massa muscular ajuda o paciente a enfrentar melhor procedimentos, cirurgias, quimioterapia, internações e recuperação. Por isso, quando possível e indicado, atividade física deve fazer parte da estratégia de cuidado.

No ambiente hospitalar, o episódio mostra que a equipe multiprofissional é essencial. Nutricionistas, médicos, fonoaudiólogos, psicólogos e outros profissionais podem atuar em conjunto para preservar força, funcionalidade, sono, bem-estar e qualidade de vida.

Mitos alimentares podem prejudicar o tratamento

Na parte final, o PrevCast alerta para receitas milagrosas, chás, sucos, dietas extremas e informações sem base segura. Os convidados explicam que alguns produtos naturais podem até parecer inofensivos, mas a dose, a composição e a interação com medicamentos precisam ser consideradas.

A nutrição no câncer deve ser conduzida com cuidado porque o paciente em tratamento pode estar vulnerável a promessas falsas. A recomendação é buscar fontes confiáveis, conversar com a equipe de saúde e não substituir orientações profissionais por dicas de redes sociais.

▶️ Assista ao trecho sobre mitos e fake news

Veja por que soluções milagrosas podem atrapalhar o cuidado oncológico.

Prato colorido e comida de verdade são a base

Como mensagem final, Tatiane Garcia destaca a importância de escolhas simples e sustentáveis ao longo da vida. Arroz, feijão, proteína magra, verduras, legumes, frutas e preparações caseiras formam uma base mais equilibrada do que dietas radicais ou promessas prontas.

Dr. Luís Covello resume a orientação com uma frase conhecida: quanto mais colorido o prato, melhor. A diversidade de alimentos ajuda a ampliar fibras, vitaminas e nutrientes importantes para a saúde.

A nutrição no câncer, segundo o episódio, precisa ser vista como parte do cuidado integral: prevenção antes do diagnóstico, suporte durante o tratamento e reabilitação depois. Para o leitor de Rondônia, a mensagem é prática: informação segura, acompanhamento profissional e hábitos possíveis podem fazer diferença na qualidade de vida de pacientes e famílias.

Fonte da notícia:
PrevCast no YouTube.

Ação leva testes rápidos contra hepatites a trabalhadores e estudantes

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Julho Amarelo em Rolim de Moura oferece testes rápidos contra hepatites
Ação levou triagem sigilosa e orientações a trabalhadores e estudantes.

Trabalhadores e estudantes participaram de uma ação gratuita de prevenção às hepatites virais no frigorífico Distriboi. O Julho Amarelo em Rolim de Moura levou testes rápidos, orientações sobre transmissão e informações sobre a importância do diagnóstico precoce.

A atividade foi realizada em 15 de julho pela Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Serviço de Assistência Especializada, em parceria com a Escola Técnica Dekole. A triagem ocorreu de forma gratuita, segura e sigilosa, sem exposição individual dos participantes.

O Julho Amarelo em Rolim de Moura integra uma campanha de conscientização e não indica surto ou aumento de casos no município. Quem busca outras orientações pode acompanhar as notícias de saúde no TVdoPOVO.

Neste artigo, você vai ver:
  • onde ocorreu a ação do Julho Amarelo em Rolim de Moura;
  • como os testes rápidos ajudam na triagem;
  • por que as hepatites podem evoluir sem sintomas;
  • quais cuidados reduzem o risco de transmissão;
  • o que fazer após um resultado positivo.

Como foi a ação do Julho Amarelo em Rolim de Moura

No Julho Amarelo em Rolim de Moura, a equipe do SAE levou materiais educativos e disponibilizou testes rápidos para trabalhadores do frigorífico e estudantes da escola técnica. A iniciativa aproximou a prevenção de pessoas que nem sempre conseguem procurar uma unidade de saúde durante o horário de trabalho ou estudo.

Antes da testagem, os participantes receberam explicações sobre formas de transmissão, prevenção e acompanhamento. O atendimento foi individual e sigiloso. O teste rápido funciona como triagem e pode exigir avaliação profissional e exames complementares, especialmente diante de resultado positivo ou exposição recente.

Como funcionou a triagem
Antes: orientação sobre transmissão e formas de prevenção.
Durante: atendimento gratuito, seguro e com preservação do sigilo.
Depois: orientação para procurar a rede de saúde quando necessário.

Teste rápido ajuda, mas não encerra a avaliação

Os testes rápidos disponíveis no SUS ajudam na identificação inicial das hepatites B e C. O procedimento deve ser realizado por profissional capacitado. Um resultado reagente precisa ser acompanhado pela rede de saúde e pode levar à solicitação de exames complementares antes da definição do diagnóstico.

Um resultado não reagente também não elimina todos os cuidados. Quando houve exposição recente, o organismo pode ainda estar no período em que a infecção não aparece no teste. Nessa situação, a equipe pode orientar nova avaliação em momento adequado.

Hepatites virais podem evoluir sem sintomas

As hepatites virais atingem o fígado e podem causar alterações leves, moderadas ou graves. Muitas infecções permanecem silenciosas. Quando existem sintomas, podem surgir cansaço, febre, mal-estar, enjoo, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

O Julho Amarelo em Rolim de Moura tem importância regional porque a hepatite D ocorre com maior frequência na Região Norte. A informação não significa que todas as pessoas estejam expostas ao mesmo risco, mas reforça a necessidade de prevenção, vacinação quando indicada e testagem orientada.

Cuidados importantes
Vacinação: mantenha as doses recomendadas em dia.
Proteção: use preservativo nas relações sexuais.
Objetos pessoais: não compartilhe lâminas, agulhas ou materiais que cortem ou perfurem.

Resultado positivo precisa de acompanhamento

No Julho Amarelo em Rolim de Moura, quem recebeu resultado positivo foi orientado a buscar acompanhamento na rede de saúde. O cuidado pode incluir consulta, confirmação laboratorial, avaliação do fígado e definição da conduta adequada para cada tipo de hepatite.

A pessoa não deve se automedicar, interromper o acompanhamento ou divulgar o resultado de terceiros. O sigilo protege a privacidade e evita discriminação. O tratamento e o monitoramento devem seguir a orientação dos profissionais responsáveis.

Em caso de resultado positivo
Acompanhamento: procure o serviço indicado pela equipe.
Confirmação: realize exames complementares quando forem solicitados.
Sigilo: preserve a privacidade e siga a orientação profissional.

Prevenção continua depois do Julho Amarelo em Rolim de Moura

O Julho Amarelo em Rolim de Moura aproxima trabalhadores e estudantes do SUS, mas a prevenção precisa continuar durante todo o ano. Empresas e escolas podem apoiar ações educativas sem constranger participantes ou expor resultados individuais.

A Semusa informou que outras atividades de orientação e prevenção seguirão durante julho, sem apresentar um calendário detalhado. Moradores com dúvidas podem procurar a rede municipal de saúde para saber onde realizar testagem, atualizar a vacinação e receber aconselhamento.

Ao participar de ações do Julho Amarelo em Rolim de Moura, o cidadão deve entender que o teste é uma etapa do cuidado. Informação, prevenção, acompanhamento e respeito ao sigilo continuam necessários antes e depois da triagem.

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