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sexta-feira, outubro 23, 2026
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PrevCast #16 explica prevenção do câncer de mama e papel da mamografia

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PrevCast 16 aborda prevenção do câncer de mama, mamografia e diagnóstico precoce
PrevCast #16 reúne especialistas do Hospital de Amor para falar sobre prevenção do câncer de mama, mamografia e fatores de risco.

A prevenção do câncer de mama é o tema do PrevCast #16, episódio especial do Hospital de Amor que discute mamografia, diagnóstico precoce, fatores de risco e dúvidas que costumam surgir antes ou depois de um exame. O programa foi dividido em duas partes e esta primeira concentra a conversa sobre rastreamento e investigação.

Apresentado pelo Dr. Júlio Possati, o episódio recebe a médica radiologista Dra. Anapaula Uema Watanabe e o mastologista Dr. Idam de Oliveira Jr.. Os especialistas explicam por que conhecer o próprio corpo ajuda a perceber mudanças, mas não substitui exames capazes de identificar alterações ainda não palpáveis.

▶ Assista ao PrevCast #16

A primeira parte do especial explica como mamografia, percepção de alterações, fatores de risco e avaliação médica se complementam na prevenção.

Neste episódio, você vai ver:
• por que a mamografia consegue encontrar alterações antes de serem palpáveis;
• como o autocuidado e os exames de rastreamento se complementam;
• por que idade, risco e protocolo podem mudar a orientação sobre exames;
• quais fatores de risco e situações familiares aparecem na conversa;
• como próteses, exames complementares e biópsias entram na investigação.

Mamografia pode encontrar alterações antes de serem palpáveis

Um dos pontos centrais do episódio é a diferença entre rastreamento e investigação de sintomas. No rastreamento, a mulher pode não sentir nenhuma alteração e ainda assim realizar mamografia conforme a orientação indicada para seu perfil. O objetivo é identificar lesões pequenas ou calcificações que ainda não são percebidas ao toque.

Os convidados destacam que essa capacidade do exame tem importância no diagnóstico precoce do câncer de mama. Quando existe um nódulo, mudança na pele, alteração no mamilo ou outro sinal percebido pela mulher, a situação deixa de ser apenas rastreamento e passa a exigir avaliação clínica e investigação direcionada.

▶ Veja por que não sentir nada não elimina o valor do exame

Os especialistas explicam como a mamografia pode mostrar alterações que ainda não provocam sintomas nem são percebidas pela palpação.

Conhecer o próprio corpo ajuda, mas não substitui o rastreamento

O episódio também diferencia autocuidado de rastreamento. Observar as mamas durante atividades do dia a dia pode ajudar a perceber nódulos, mudanças na pele, alterações no mamilo ou outras diferenças. Isso não transforma a própria mulher em responsável por fazer um diagnóstico.

No câncer de mama, a percepção de mudanças e a mamografia cumprem funções diferentes. O exame de imagem pode identificar alterações não palpáveis, enquanto conhecer o próprio corpo pode facilitar a procura por avaliação diante de uma mudança nova.

▶ Entenda a diferença entre autocuidado e exame de rastreamento

A conversa mostra por que observar o próprio corpo é importante, mas não substitui os exames indicados para cada situação.

Idade e periodicidade dos exames podem variar conforme o protocolo

Durante o episódio, os convidados discutem mamografia a partir dos 40 anos e diferentes intervalos de realização. A própria conversa ressalta, porém, que existem protocolos distintos e que idade, sintomas, achados anteriores e risco individual podem modificar o acompanhamento.

Também é feita uma distinção entre rastreamento e controle de uma alteração já identificada. Um exame solicitado em intervalo menor pode estar sendo usado para acompanhar um achado específico e não significa que todas as mulheres devam repetir mamografia com a mesma frequência.

Informação de saúde

A periodicidade dos exames não deve ser definida apenas por uma fala isolada do programa. Idade, histórico, sintomas, risco individual e protocolos adotados pelo serviço de saúde precisam ser considerados.

Fatores de risco não se resumem ao histórico familiar

Atividade física, alimentação, consumo de bebidas alcoólicas, tabagismo e aspectos da história reprodutiva aparecem entre os assuntos discutidos pelos especialistas. Ao mesmo tempo, o episódio explica que uma mulher pode desenvolver câncer de mama mesmo sem parentes próximos que tenham recebido o mesmo diagnóstico.

Os casos hereditários representam uma parcela específica. Diagnóstico em idade jovem, doença em ambas as mamas, câncer de mama em homens na família e associação com determinados outros tipos de câncer podem levar a equipe médica a considerar investigação genética. O teste, porém, não é apresentado como necessário para todas as mulheres.

▶ Veja a conversa sobre fatores de risco e hereditariedade

O trecho diferencia casos esporádicos de situações familiares que podem justificar uma investigação especializada.

Prótese de silicone não elimina a necessidade de mamografia

Mulheres com prótese de silicone também aparecem entre as dúvidas respondidas no PrevCast. A radiologista explica que a realização da mamografia pode exigir imagens adicionais para deslocar a prótese e permitir melhor visualização do tecido mamário.

Ultrassom e ressonância podem complementar a avaliação em situações específicas, mas o programa reforça que um método não deve ser entendido automaticamente como substituto do outro. Na investigação do câncer de mama, a escolha depende do objetivo do exame e das características de cada paciente.

▶ Veja como a mamografia é realizada em mulheres com prótese

A especialista detalha por que podem ser necessárias imagens adicionais e quando exames complementares entram na avaliação.

Biópsia investiga uma alteração e não confirma câncer por si só

O medo de ser chamada para complementar uma mamografia ou realizar uma biópsia também é discutido. A radiologista explica que muitos achados investigados acabam apresentando resultado benigno e que pedir uma biópsia significa que determinada alteração precisa ser esclarecida.

Dependendo da lesão, o procedimento pode ser guiado por ultrassom ou pelo próprio mamógrafo e costuma utilizar anestesia local. No contexto do câncer de mama, a indicação de uma biópsia é uma etapa da investigação e não deve ser interpretada previamente como confirmação da doença.

▶ Entenda por que uma biópsia pode ser necessária

O trecho explica como a coleta é guiada por imagem e por que investigar uma alteração não significa que o diagnóstico esteja definido.

Prevenção do câncer de mama combina informação, exames e acompanhamento

A primeira parte do PrevCast #16 reforça que a prevenção do câncer de mama não depende de uma única medida. Conhecer o próprio corpo, manter acompanhamento, realizar exames indicados e investigar alterações suspeitas são ações que se complementam.

O programa também alerta para informações falsas sobre mamografia e outros exames. Dúvidas sobre dor, periodicidade, próteses, ultrassom, ressonância ou necessidade de biópsia devem ser discutidas com profissionais de saúde. O conteúdo do episódio é educativo e não substitui consulta ou orientação médica individualizada.

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Anvisa publica guia para reduzir infecções no parto e pós-parto

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Mãe com recém-nascido e profissional de saúde em maternidade sobre prevenção de infecções no parto e pós-parto
Guia da Anvisa reúne orientações para prevenir infecções relacionadas à assistência no parto e no pós-parto.

A Anvisa publicou um novo guia com medidas para reduzir infecções no parto, no pós-parto e em outros momentos da assistência obstétrica. O Caderno 8 da Série Segurança do Paciente reúne orientações voltadas a maternidades, equipes de saúde, gestores e estruturas responsáveis pelo controle de infecções no parto.

O material trata das chamadas Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde, as IRAS. Em linguagem simples, são infecções que podem aparecer durante ou depois do atendimento de saúde e que, na obstetrícia, podem envolver gestante, puérpera e recém-nascido.

O que são infecções relacionadas à assistência

As IRAS podem surgir durante ou depois de cuidados prestados em hospitais e outros serviços de saúde. Na atenção obstétrica, isso inclui pré-parto, parto vaginal, cesariana, período pós-parto e assistência ao recém-nascido.

Essas infecções no parto e no pós-parto podem ser prevenidas com cuidados adequados e atenção às práticas recomendadas.

O novo material da Anvisa busca reforçar práticas para reduzir esses riscos, melhorar a organização dos serviços e aumentar a segurança de mães e bebês.

GUIA NÃO SIGNIFICA SURTO

A publicação é uma orientação nacional de prevenção. Ela não indica que exista surto de infecção obstétrica em Rondônia.

Por que parto e pós-parto exigem cuidado

As infecções no parto e no pós-parto podem aumentar o tempo de internação, exigir tratamento e elevar o risco de complicações. Por isso, a Anvisa inclui o período após o nascimento entre os momentos que merecem acompanhamento atento.

A conscientização sobre infecções no parto é fundamental para garantir a segurança das mães e dos bebês.

Feridas cirúrgicas, região genital após parto vaginal, útero no puerpério, procedimentos invasivos e cuidados com o recém-nascido fazem parte das situações consideradas no conjunto de prevenção.

PREVENÇÃO CONTINUA DEPOIS DO PARTO

O nascimento encerra uma etapa da assistência, mas a observação da mãe e do recém-nascido continua importante durante o pós-parto.

Faixa sobre prevenção de infecções no parto e pós-parto segundo guia da Anvisa
Novo Caderno 8 da Anvisa reúne medidas para prevenção de infecções na atenção obstétrica. Arte editorial / TVdoPOVO.

O que maternidades devem reforçar

O documento destaca práticas como higiene das mãos, organização dos processos de trabalho, capacitação das equipes e monitoramento das medidas adotadas.

Núcleos de Segurança do Paciente e comissões responsáveis pelo controle de infecções também aparecem como estruturas importantes para integrar prevenção, acompanhamento e melhoria contínua da assistência.

O FOCO É REDUZIR RISCOS

O Caderno 8 funciona como apoio técnico aos serviços e não deve ser tratado automaticamente como criação de uma nova obrigação legal específica.

Por que cesárea e procedimentos merecem atenção

A prevenção de infecções no parto deve incluir a adoção de protocolos rigorosos durante todo o processo de atendimento.

Procedimentos cirúrgicos e invasivos exigem protocolos rigorosos para reduzir risco de infecção. Na cesariana, isso inclui cuidados antes, durante e depois do procedimento.

Cuidados específicos para evitar infecções no parto são essenciais para uma recuperação saudável.

O material-base desta pauta registra que a cesárea merece atenção especial, mas não traz nesta produção uma taxa de risco revalidada na versão final do documento. Por isso, não é seguro transformar essa orientação em números comparativos.

Quando procurar atendimento depois do parto

Depois do parto, sinais como febre persistente, dor importante, secreção purulenta, piora de ferida ou mal-estar intenso merecem avaliação profissional. Esses sintomas não confirmam, sozinhos, uma infecção, mas justificam procurar um serviço de saúde.

Identificar sinais de infecções no parto pode ser crucial para um tratamento adequado e rápido.

Para maternidades públicas e privadas de Rondônia, a orientação da Anvisa funciona como referência nacional de segurança. Isso não significa que exista um problema específico confirmado nos serviços do estado.

As orientações da Anvisa visam esclarecer como prevenir infecções no parto e garantir a segurança na assistência obstétrica.

SINTOMA NÃO É DIAGNÓSTICO

A presença de um sinal de alerta exige avaliação profissional, mas não permite concluir, sem exame, que exista uma infecção.

Artigo de origem: AgoraRO.

Fonte e estágio da informação: a Anvisa publicou em 2 de outubro de 2026 o Caderno 8 com orientações para prevenção de infecções relacionadas à assistência na atenção obstétrica. O documento é referência nacional e não indica surto em Rondônia. Publicação oficial da Anvisa.

Creches e pré-escolas vão escolher novos acervos do PNLD; entenda como funciona

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Livros infantis e professora com crianças em sala de aula sobre o PNLD Educação Infantil
Guia do PNLD Educação Infantil 2026–2029 reúne obras e acervos que serão escolhidos pelas redes de ensino.

Creches, pré-escolas e professores da rede pública terão uma nova etapa do PNLD Educação Infantil em outubro. O Guia oficial já está disponível para consulta e reúne as obras que poderão ser escolhidas pelas escolas para o ciclo 2026–2029.

Na prática, o programa não funciona como uma compra feita pelas famílias nem significa que cada criança receberá um livro individual. Nas categorias de creche e pré-escola, a escola escolhe conjuntos completos de obras, chamados de acervos, que passam a integrar bibliotecas e espaços de leitura.

O que é o PNLD em linguagem simples

O PNLD Educação Infantil faz parte do programa federal que compra e distribui livros e outros materiais para escolas públicas. Nesta etapa, estão incluídas creches, pré-escolas e obras de apoio para professores.

Participam escolas de redes que aderiram ao programa e possuem estudantes registrados na Educação Infantil no Censo Escolar de 2025.

Quem recebe

O atendimento depende da adesão da rede ao PNLD e do registro dos alunos no Censo Escolar de 2025.

Como as escolas fazem a escolha

A seleção deve envolver professores e gestão escolar. O Guia traz resenhas, informações das obras e orientações para que cada equipe analise o que faz sentido para a realidade pedagógica da escola.

Depois da discussão, a decisão precisa ser registrada no sistema PNLD Gestão. O simples preenchimento da ata no Guia não conclui o processo.

Registro no sistema é o que vale

A escolha só é considerada pelo FNDE depois de concluída e gravada no PNLD Gestão.

Faixa sobre o PNLD Educação Infantil 2026–2029 e etapa de escolha de acervos
Escolas escolhem conjuntos de obras para creche e pré-escola, enquanto professores também terão livros de apoio pedagógico. Arte editorial / TVdoPOVO.

Como funcionam os acervos

Nas categorias destinadas às crianças, a escola não escolhe livro por livro. No PNLD Educação Infantil, creches de 0 a 3 anos e pré-escolas de 4 a 5 anos selecionam acervos completos.

Isso significa que o conjunto escolhido chega com todas as obras que fazem parte daquele acervo. A quantidade enviada varia conforme o número de estudantes atendidos pela escola.

Não é um livro por criança

Os acervos são destinados às bibliotecas e aos espaços de leitura das escolas.

O que muda para professores e famílias

Além dos livros para as crianças, o programa oferece obras de apoio pedagógico para professores. Essa categoria reúne materiais voltados à formação continuada e ao trabalho em creches e pré-escolas.

Para as famílias, a mudança aparece de forma indireta: elas não fazem a escolha, mas os acervos definidos pelas escolas passam a influenciar os livros disponíveis, as atividades de leitura e parte do trabalho pedagógico.

Se uma escola apta não acessar o sistema ou não concluir o registro, o FNDE informa que poderá enviar obras conforme critérios técnicos do próprio programa.

PNLD Educação Infantil: prazo final ainda diverge

O PNLD Educação Infantil terá a escolha aberta a partir de 13 de outubro. Duas páginas centrais do FNDE informam encerramento em 30 de outubro, enquanto uma página de orientações do Guia exibe 31 de outubro.

Enquanto essa diferença permanecer, escolas de Rondônia devem considerar 13 de outubro como abertura confirmada e verificar novamente o sistema e a página oficial antes do último dia, evitando deixar o registro para a data final.

Prazo oficial divergente

As fontes oficiais consultadas concordam com a abertura em 13 de outubro, mas divergem entre 30 e 31 de outubro para o encerramento.

Fonte e estágio da informação: o Guia do PNLD Educação Infantil 2026–2029 está disponível e a escolha ainda será aberta em 13 de outubro. As páginas oficiais consultadas divergem entre 30 e 31 de outubro para o encerramento, por isso o prazo final precisa ser revalidado antes da publicação.

Medo de envelhecer: especialistas explicam como lidar com essa fase

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Vida Plena reúne especialistas em episódio sobre medo de envelhecer
Programa Vida Plena reúne especialistas para conversar sobre medo de envelhecer, autonomia, saúde e qualidade de vida.

O programa Vida Plena, do Hospital de Amor, reuniu três especialistas para conversar sobre medo de envelhecer e sobre as mudanças que acompanham o passar dos anos. O episódio de 27 de setembro discute saúde, autonomia, finitude, relações sociais, imagem corporal e a forma como cada pessoa interpreta uma nova fase da vida.

Participam da conversa a geriatra Larissa Fogaça, da Santa Casa de Barretos; a cardiologista Nirvana Silvia Rodrigues Camilo; e a psicóloga Níldila Villa Casemiro, da Unidade de Cuidados Paliativos do Hospital de Amor. Em três blocos, elas relacionam o tema a rotina, saúde mental, funcionalidade, vínculos e escolhas de autocuidado.

Medo de envelhecer pode envolver corpo, saúde e finitude

No primeiro bloco, as convidadas explicam que o medo de envelhecer pode aparecer quando a pessoa percebe mudanças físicas, pensa na perda de autonomia ou se depara com a passagem do tempo. O programa também cita pressões sociais e estéticas, especialmente em um ambiente de redes sociais, filtros e comparações constantes.

A conversa diferencia preocupações comuns de situações em que o medo se torna intenso e começa a prejudicar a vida. O episódio menciona o termo gerascofobia para quadros extremos, mas não apresenta o termo como diagnóstico automático para quem simplesmente pensa sobre envelhecimento ou teme algumas de suas mudanças.

Ponto central do bloco
Compreender as mudanças e conversar sobre elas ajuda a transformar medo em informação, adaptação e cuidado.
Faixa do bloco 1 do Vida Plena sobre medo de envelhecer e saúde emocional
Bloco 1 apresenta por que o medo de envelhecer pode aparecer e como mudanças no corpo, saúde e autonomia entram nessa percepção.

Autonomia e participação ajudam a dar sentido à rotina

No segundo bloco, o medo de envelhecer aparece ligado à independência e à sensação de utilidade. As especialistas observam que familiares podem confundir proteção com retirada de atividades que ainda são possíveis, reduzindo a participação do idoso em tarefas, decisões, passeios e relações que fazem parte de sua rotina.

O programa propõe adaptar em vez de excluir. Uma atividade pode ser reorganizada para respeitar limitações sem eliminar totalmente a participação. A conversa também passa por aposentadoria, viuvez, trabalho, atividades prazerosas e convivência, mostrando que funcionalidade e vínculos precisam ser observados de forma individual.

Cuidado não é isolamento
Preservar autonomia dentro do que é seguro pode ser tão importante quanto evitar riscos desnecessários.
Faixa do bloco 2 do Vida Plena sobre medo de envelhecer, autonomia e mudanças no corpo
Bloco 2 aborda saúde, autonomia, participação social e adaptações que podem ajudar a preservar funcionalidade e qualidade de vida.

Movimento, sono e vínculos entram na conversa sobre envelhecer bem

No terceiro bloco, a discussão sobre medo de envelhecer avança para hábitos e estilo de vida. As convidadas falam sobre movimento dentro das possibilidades de cada pessoa, qualidade do sono, alimentação, estímulo cognitivo, saúde auditiva e visual e manutenção de uma rede de apoio.

A mensagem não é criar uma fórmula única para envelhecer bem, mas observar o conjunto. Mudanças de rotina, condições de saúde, ambiente familiar e estado emocional exigem avaliação individual. O programa também destaca que ajuda profissional pode ser importante quando ansiedade, tristeza, medo ou dificuldade de adaptação começam a comprometer o cotidiano.

Faixa do bloco 3 do Vida Plena sobre medo de envelhecer e envelhecimento ativo
Bloco 3 reúne reflexões sobre atividade física, saúde mental, relações sociais e atitudes que favorecem um envelhecimento mais ativo.

Ao reunir os três blocos, o Vida Plena trata o medo de envelhecer como um tema que envolve corpo, mente, relações e expectativas. A proposta é olhar para o envelhecimento de forma menos rígida, reconhecer limites reais e preservar, sempre que possível, atividades, vínculos e decisões que mantenham sentido e qualidade de vida.

Fonte e estágio da informação: conteúdo elaborado a partir dos três blocos do programa Vida Plena exibidos em 27/09/2026. As orientações apresentadas sobre esse tema têm caráter informativo e não substituem avaliação médica ou psicológica individual.

Mapa disponibiliza 14,5 milhões de doses contra clostridioses; entenda por que isso importa para Rondônia

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Trabalhador rural prepara vacina para bovino em curral, em imagem ilustrativa sobre vacina contra clostridioses
Composição editorial ilustra a vacinação de bovinos em conteúdo sobre a disponibilidade nacional de doses contra clostridioses e a importância da sanidade animal em Rondônia.

O Ministério da Agricultura e Pecuária disponibilizou 14.578.612 doses de vacina contra clostridioses ao mercado brasileiro em setembro. Do total, 66,93% vieram de importações e 33,07% foram produzidas no país. A nova oferta ocorre depois de meses de ajuste no abastecimento desses imunizantes.

Para Rondônia, o tema tem peso porque o estado reúne cerca de 17 milhões de bovinos em aproximadamente 113,7 mil propriedades rurais. Isso não significa, porém, que as 14,5 milhões de doses tenham sido destinadas ao estado: o Mapa não divulgou a distribuição por unidade da Federação.

O que são clostridioses

Clostridioses são um grupo de doenças provocadas por bactérias do gênero Clostridium. Entre as formas associadas ao grupo estão carbúnculo sintomático, também chamado de manqueira, gangrena gasosa, enterotoxemia, tétano e botulismo.

São doenças diferentes entre si e a composição das vacinas também varia. Por isso, uma vacina contra clostridioses não deve ser entendida automaticamente como proteção contra todas as formas existentes.

Podem evoluir rapidamente
Algumas clostridioses podem causar quadros graves e morte rápida, o que torna a prevenção especialmente importante dentro do manejo sanitário do rebanho.

Por que a vacina contra clostridioses importa

Material técnico do Mapa coloca a vacinação entre as principais medidas de prevenção. O produtor, no entanto, precisa conferir quais doenças estão cobertas pelo produto utilizado e seguir o esquema indicado na bula e pela orientação veterinária.

A vacina contra clostridioses também não deve ser confundida com vacinação contra febre aftosa. São doenças distintas, imunizantes diferentes e estratégias sanitárias próprias.

Vacina não funciona sozinha
Armazenamento, aplicação correta, manejo sanitário e orientação profissional continuam importantes para reduzir riscos no rebanho.
Faixa editorial da TVdoPOVO sobre vacina contra clostridioses e proteção do rebanho bovino
Nova oferta nacional ocorre após um período de dificuldade no abastecimento de vacina contra clostridioses. Arte editorial / TVdoPOVO.

O que mudou no abastecimento

O número de setembro ganha importância quando comparado ao cenário observado no primeiro semestre. Em maio, o Mapa informou que havia escassez de vacinas contra clostridioses após fabricantes interromperem produção e comercialização entre o fim de 2025 e janeiro de 2026.

Desde então, o Ministério passou a estimular produção nacional, importações e liberação de lotes. Em setembro, foram disponibilizadas 9.757.872 doses importadas e 4.820.740 de fabricação nacional.

Recomposição do mercado
As 14,5 milhões de doses fazem parte da resposta ao problema de abastecimento, mas o dado nacional não permite concluir qual é a disponibilidade em cada município ou revenda de Rondônia.

Por que isso importa para Rondônia

Rondônia possui aproximadamente 17 milhões de bovinos distribuídos por cerca de 113,7 mil propriedades rurais, segundo dados consolidados pela Idaron. Em uma cadeia desse tamanho, a disponibilidade de insumos veterinários afeta diretamente a rotina sanitária das propriedades.

A nova oferta de vacina contra clostridioses interessa ao produtor rondoniense porque reduz uma pressão observada no mercado nacional, mas não há informação oficial de quantas doses chegaram ao estado.

Também não há, nas fontes desta pauta, indicação de surto de clostridioses em Rondônia. O fato novo é de abastecimento de vacina, e não de ocorrência epidemiológica estadual.

O que o produtor precisa conferir

Antes de utilizar uma vacina contra clostridioses, o produtor deve avaliar o histórico sanitário da propriedade, conferir a bula, observar as condições de armazenamento e aplicação e buscar orientação de médico-veterinário.

Não existe um calendário genérico que sirva automaticamente para todas as propriedades, categorias animais e produtos. O esquema depende do imunizante, da situação do rebanho e da recomendação técnica aplicável.

Confira a bula e a orientação veterinária
A composição da vacina e o esquema de aplicação precisam corresponder às doenças que se pretende prevenir e à realidade sanitária da propriedade.

Fonte e estágio da informação: o Mapa informou em 2 de outubro que 14.578.612 doses foram disponibilizadas ao mercado nacional em setembro, dentro do processo de recomposição do abastecimento da vacina contra clostridioses. A publicação não informa quantas doses foram destinadas a Rondônia.

Mapa lança plataforma com orientações sobre El Niño e reúne ferramentas de proteção ao produtor rural

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Produtor rural consulta mapa climático sobre El Niño no agro
Produtores rurais podem usar previsões, alertas e ferramentas oficiais para acompanhar riscos associados ao El Niño no agro.

Produtores passaram a contar com uma nova página oficial sobre El Niño no agro, lançada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para concentrar informações climáticas, alertas e ferramentas de gestão de riscos. A iniciativa foi desenvolvida em parceria com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

O serviço reúne previsão do tempo, avisos meteorológicos, Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), seguro e crédito rural, assistência técnica, Plano Safra, Painel El Niño, notas técnicas e tecnologias da Embrapa. Para Rondônia, a utilidade está no acompanhamento de cenários e no planejamento de decisões no campo.

O que o produtor encontra na nova página

A página sobre El Niño no agro funciona como ponto de acesso para bases que antes precisavam ser consultadas separadamente. O produtor encontra avisos de eventos severos, previsão do tempo para capitais, Painel El Niño e materiais técnicos para atividades agrícolas e pecuárias.

Também estão disponíveis orientações da Embrapa, informações sobre assistência técnica e instrumentos de proteção da produção. A proposta é facilitar a consulta antes de decisões que dependem de chuva, temperatura, umidade e disponibilidade de água.

Informação para decidir

A plataforma reúne ferramentas de prevenção e planejamento. Ela não elimina o risco climático nem garante resultado de safra.

Como Zarc, seguro e crédito entram na prevenção

No planejamento do El Niño no agro, o Zarc ajuda a identificar períodos de menor risco climático para determinadas culturas conforme município, solo e características da cultivar. O zoneamento não é previsão do tempo e precisa ser combinado com acompanhamento meteorológico e orientação técnica.

A página também direciona para seguro e crédito rural. O Mapa informa que legislação publicada no fim de setembro aperfeiçoou o marco do seguro rural e o integrou ao conjunto de garantias das operações de crédito. Benefícios concretos de juros, prazos ou prioridade dependem das regras de cada operação.

Faixa sobre El Niño no agro com produtor rural e monitoramento climático
Ferramentas oficiais ajudam produtores a acompanhar cenários climáticos sem transformar risco em certeza de seca.

O que o cenário significa para Rondônia

Para a Região Norte e a Amazônia, o material do Mapa aponta aumento do risco de períodos de estiagem em cenários associados ao fenômeno. Isso coloca El Niño no agro entre os fatores que produtores de Rondônia podem acompanhar na preparação da safra e no manejo pecuário.

Esse cenário não permite afirmar que haverá seca em Rondônia ou que perdas agrícolas ocorrerão necessariamente. O impacto real depende da distribuição das chuvas, duração de períodos secos, tipo de cultura, solo, fase da lavoura e condições locais.

Risco não é certeza

A indicação para o Norte é de maior risco de estiagem. O acompanhamento meteorológico continua necessário para saber o que efetivamente ocorrerá em Rondônia.

Como usar as informações no planejamento

Produtores podem usar a página de El Niño no agro como porta de entrada para consultar previsão do tempo, avisos meteorológicos e instrumentos de planejamento antes de decisões de plantio, manejo, contratação de seguro ou financiamento.

Em Rondônia, a consulta ao Zarc pode ajudar no planejamento de culturas como soja e outros grãos porque combina município, solo, cultivar e período de semeadura para estimar níveis de risco climático.

As informações também podem ser combinadas com assistência técnica e monitoramentos estaduais. Uma ferramenta não substitui a outra: o planejamento depende da leitura conjunta de clima, solo, cultura, calendário e condições da propriedade.

O que muda com a gestão permanente de riscos

Além da página, o Mapa informou que criará um núcleo permanente de gestão de riscos climáticos. A proposta surgiu após a conclusão do grupo de trabalho que analisou possíveis impactos do El Niño no agro e medidas de prevenção, preparação e mitigação.

O grupo temporário foi instituído em junho e concluiu relatório em setembro. Segundo o Ministério, o trabalho reuniu áreas do Mapa, Embrapa e Inmet para identificar vulnerabilidades e propor medidas para diferentes cadeias produtivas.

Para produtores de Rondônia, o principal ganho imediato é ter em um mesmo ambiente acesso a ferramentas oficiais para acompanhar El Niño no agro sem transformar projeções climáticas em certezas sobre a próxima safra.

Fonte e estágio da informação: a plataforma foi lançada pelo Mapa em 2 de outubro de 2026, em parceria com o Inmet. O material trabalha com cenários e prevenção e não confirma que estiagem ou perdas ocorrerão em Rondônia.

TJRO terá mamografia e Papanicolau gratuitos com Hospital de Amor; agendamento vai até 13 de outubro

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Unidade móvel do Hospital de Amor em ação ilustrativa sobre exames gratuitos no TJRO
Composição editorial ilustra a ação com mamografia e Papanicolau gratuitos no TJRO em parceria com o Hospital de Amor.

O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) e o Hospital de Amor realizarão exames gratuitos de mamografia e Papanicolau nos dias 14 e 15 de outubro, em Porto Velho. O agendamento deve ser feito até 13 de outubro por formulário eletrônico da Campanha Outubro Rosa TJRO-2026.

A ação terá 30 mamografias e 30 exames de Papanicolau por dia, totalizando até 120 procedimentos nos dois dias. O público interno do TJRO tem prioridade; pessoas de fora da instituição poderão ser atendidas somente se houver vagas disponíveis.

Quando e onde serão os atendimentos

Os exames gratuitos serão realizados em dois pontos do TJRO. No dia 14 de outubro, a unidade móvel do Hospital de Amor ficará no Fórum Geral. No dia 15, o atendimento será no edifício-sede do Tribunal, ambos em Porto Velho.

O comunicado divulgado pelo TJRO não informa, no material consultado, os horários exatos dos atendimentos. Por isso, quem fizer o agendamento deve conferir a orientação recebida no formulário ou em eventual confirmação posterior.

Duas datas e dois locais
14 de outubro: Fórum Geral do TJRO. 15 de outubro: edifício-sede do TJRO.

Quais exames serão oferecidos

A ação prevê exames gratuitos de mamografia e colpocitologia oncológica, conhecida como Papanicolau. Em cada um dos dois dias estão previstos 30 procedimentos de cada tipo.

Isso significa capacidade de até 60 procedimentos por dia e até 120 ao longo da ação. O número não deve ser interpretado automaticamente como 120 mulheres diferentes, já que uma mesma participante pode estar enquadrada para mais de um procedimento.

Até 120 procedimentos
O total divulgado é de procedimentos possíveis nos dois dias e não de pacientes distintas confirmadas.
Faixa editorial da TVdoPOVO sobre exames gratuitos no TJRO e atendimento do Hospital de Amor
A ação prevê mamografia e Papanicolau nos dias 14 e 15 de outubro; a imagem é uma composição editorial ilustrativa. Arte editorial / TVdoPOVO.

Quem pode participar

Os exames gratuitos têm como público prioritário integrantes do próprio TJRO. Mulheres que não fazem parte do quadro da instituição também podem tentar agendamento, mas o atendimento externo está condicionado à existência de vagas.

Para mamografia, a faixa informada é de 40 a 69 anos, desde que a mulher não tenha realizado o exame há menos de um ano. Para Papanicolau, o público indicado é de 25 a 64 anos.

Público externo depende de vaga
A divulgação não garante atendimento para todas as pessoas de fora do TJRO que preencherem o formulário.

Quais documentos levar

Para realizar os exames gratuitos, a orientação divulgada é apresentar RG ou CNH, CPF, Cartão SUS e comprovante de residência.

Separar a documentação com antecedência ajuda a evitar problemas no atendimento dos exames gratuitos. O comunicado não acrescenta outros documentos obrigatórios além dessa lista.

Como fazer o agendamento

O agendamento dos exames gratuitos é obrigatório e deve ser feito pelo formulário eletrônico da Campanha Outubro Rosa TJRO-2026 até 13 de outubro.

A publicação consultada confirma a existência do formulário, mas o link direto não apareceu no material de origem usado para esta reportagem. Por isso, a matéria não reconstrói nem inventa o endereço eletrônico.

Prazo: 13 de outubro
O preenchimento do formulário é necessário, mas para o público externo a realização do exame continua sujeita à disponibilidade de vaga.

Quem pretende participar dos exames gratuitos deve observar os critérios de idade, verificar se está dentro do intervalo exigido para cada exame e acompanhar as orientações do próprio TJRO após o cadastro.

Fontes oficiais

Tribunal de Justiça de Rondônia — divulgação institucional da ação em parceria com o Hospital de Amor.

Fonte e estágio da informação: conteúdo adaptado do AgoraRO a partir de divulgação da Assessoria de Comunicação Institucional do TJRO em parceria com o Hospital de Amor. Estão confirmadas as datas, capacidade de procedimentos, critérios de idade, documentos e prazo de agendamento; o horário exato e o número de vagas externas não foram informados no material consultado.

El Niño no agro: veja 6 cuidados para produtores de Rondônia

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Produtor observa lavoura com irrigação em imagem ilustrativa sobre El Niño no agro em Rondônia
Imagem ilustrativa representa atenção climática no campo, com produtor diante da lavoura e sistema de irrigação ao entardecer.

El Niño no agro passou a contar com uma nova central de orientação do Ministério da Agricultura e Pecuária para apoiar decisões diante do risco climático. A página reúne ZARC, seguro rural, crédito, assistência técnica, previsão do tempo e prevenção.

Para Rondônia, o ponto de atenção é a inserção do estado no recorte Norte/Amazônia, onde o material federal indica maior risco de períodos de estiagem. Isso não comprova perda agrícola nem permite afirmar seca severa em todo o estado; o objetivo é antecipar decisões.

El Niño no agro: 6 cuidados para o produtor de Rondônia

A orientação federal transforma o acompanhamento do clima em uma sequência prática. O produtor deve conferir o ZARC, acompanhar previsões, avaliar proteção e revisar a disponibilidade de água.

No contexto do El Niño no agro, também entram reserva de forragem, prevenção de incêndios e procura por assistência técnica antes de alterar manejo ou contratar financiamento. As medidas são preventivas e precisam ser adaptadas à realidade de cada propriedade.

Checklist do produtor
1. Conferir o ZARC vigente.
2. Acompanhar previsões e boletins meteorológicos.
3. Avaliar Proagro ou seguro rural quando aplicáveis.
4. Rever água disponível e reserva de forragem.
5. Reforçar prevenção de incêndios.
6. Buscar assistência técnica antes de decisões financeiras.

ZARC ajuda a decidir quando e onde plantar

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático identifica janelas de plantio com menor probabilidade de perdas por fatores climáticos, considerando município, cultura, solo e ciclo da cultivar. Ele é instrumento de planejamento, não uma previsão do tempo para os próximos dias.

Por isso, o ZARC deve ser usado junto com informações meteorológicas atualizadas e orientação técnica. No El Niño no agro, esse cruzamento ajuda a reduzir exposição a decisões tomadas apenas com base em tendências sazonais.

ZARC não é previsão do tempo
O zoneamento trabalha com risco climático e janelas de plantio. A decisão final precisa considerar a condição meteorológica atual e a orientação técnica da propriedade.
Faixa editorial da TVdoPOVO sobre El Niño no agro com lavoura, irrigação e chamada para leitura
Imagem editorial ilustrativa sobre planejamento e gestão de risco climático no campo; a cena não representa perda agrícola confirmada em Rondônia. Arte editorial / TVdoPOVO.

Seguro rural ganha peso na relação com o crédito

O MAPA destaca que o seguro rural passou a integrar de forma mais clara o conjunto de garantias associado às operações de crédito. Em determinadas situações, operações protegidas poderão receber tratamento favorecido conforme as regras aplicáveis.

Isso não significa indenização automática, crédito aprovado ou desconto garantido de juros. No El Niño no agro, instrumentos como Pronaf, Pronamp, Proagro, PSR e linhas de investimento precisam ser avaliados conforme o perfil do produtor e da operação.

Norte exige atenção a água, forragem e incêndios

Para Norte e Amazônia, o material federal aponta maior risco de períodos de estiagem. Entre as medidas sugeridas estão reserva estratégica de água e forragem, estruturas de retenção, ajuste de lotação quando necessário e prevenção de incêndios.

O cenário do El Niño no agro deve ser tratado como gestão de risco. A indicação regional não permite afirmar antecipadamente que haverá quebra de safra, seca severa em todo o estado ou perda determinada para uma cultura específica em Rondônia.

MAPA amplia gestão permanente do risco climático

Depois do trabalho do grupo criado para acompanhar o fenômeno, o Ministério anunciou uma estrutura permanente de gestão de riscos climáticos. A proposta é integrar monitoramento, análises, alertas e apoio técnico para decisões que vão além de um único episódio climático.

Para acompanhar o El Niño no agro e reduzir decisões no escuro, o produtor pode consultar a central oficial do MAPA e combinar as informações com assistência técnica local antes de decidir plantio, crédito ou contratação de proteção financeira.

Fonte e estágio da informação: central de orientação do MAPA publicada em 2 de outubro de 2026. No El Niño no agro, as medidas tratam de prevenção e gestão de risco; não confirmam perda agrícola ou seca severa em todo Rondônia.

Via: AgoraRO.

Anvisa proíbe gel íntimo falsificado, antitranspirante e saneantes

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Fiscalização ilustrativa de cosméticos e saneantes relacionada a produtos proibidos pela Anvisa
Composição editorial ilustra a fiscalização de cosméticos, itens de higiene e saneantes atingidos por medidas da Anvisa.

Os produtos proibidos pela Anvisa nesta sexta-feira (2) incluem um lote falsificado de gel hidratante intravaginal, dois lotes de antitranspirante, produtos para próteses e alongamentos capilares e dois saneantes. As medidas foram publicadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária e têm alcance nacional.

Para o consumidor, o ponto central é conferir exatamente nome, marca e lote. Produto irregular não significa dano já confirmado, e proibição nacional também não comprova que o item tenha sido vendido em Rondônia. Em alguns casos, a medida atinge somente um lote específico.

Produtos proibidos pela Anvisa: veja a lista

Entre os itens estão o Hidrafemme – Gel Hidratante Intravaginal, lote 2 2511006, os lotes 614323 e 614326 do Perspirex Strong Antitranspirante Axilar, o MAV C-22 Solvente Removedor de Cola Mega Hair e a cola GhostBond XL para próteses capilares.

Também aparecem entre os produtos proibidos pela Anvisa o Desincrustante Ácido DX 1:40 Mult-Cap Mult Jet e a Água Sanitária Mult Jet. As decisões alcançam fabricação, venda, distribuição, divulgação e uso conforme a medida aplicada a cada produto.

Confira lote antes de descartar ou interromper o uso
No caso do Hidrafemme e do Perspirex, a identificação do lote é essencial. A medida não deve ser ampliada automaticamente para todos os produtos legítimos da mesma marca.

Hidrafemme teve um lote falsificado identificado

A Anvisa determinou o recolhimento do lote 2 2511006 depois que a empresa detentora do registro identificou unidades à venda pela internet com embalagem diferente da original. A decisão vale para esse lote falsificado, e não para toda a linha legítima do produto.

Como a composição do item falsificado não pode ser tratada como equivalente à fórmula original, existe incerteza sobre qualidade e segurança. Isso é risco potencial: não há, nas fontes usadas nesta matéria, confirmação de que o lote tenha causado infecção, queimadura ou intoxicação.

Lote específico, não toda a marca
O alerta do Hidrafemme está vinculado ao lote 2 2511006. Consumidores devem comparar a identificação da embalagem com a decisão oficial.
Faixa editorial sobre produtos proibidos pela Anvisa com itens genéricos de higiene, cosméticos e limpeza
Imagem editorial ilustrativa. As embalagens mostradas são genéricas e não representam apreensão real nem produtos específicos citados pela Anvisa. Arte editorial / TVdoPOVO.

Antitranspirante, produtos capilares e saneantes também entram nas medidas

Nos lotes 614323 e 614326 do Perspirex Strong, a empresa cujos dados aparecem no rótulo informou que não reconhece a fabricação. Entre os produtos proibidos pela Anvisa também estão o removedor MAV C-22 e a cola GhostBond XL, atingidos por problemas de origem ou regularização.

No grupo de saneantes, a medida alcança o Desincrustante Ácido DX 1:40 Mult-Cap Mult Jet e a Água Sanitária Mult Jet. Produto irregular não oferece a mesma garantia de composição, concentração, fabricação e eficácia de um item devidamente regularizado.

O que fazer com produtos proibidos pela Anvisa

Quem identificar um dos itens ou lotes atingidos deve interromper o uso e guardar embalagem, rótulo e, se possível, comprovante de compra. Esses dados ajudam na conferência do produto e em eventual contato com a Vigilância Sanitária, a plataforma de venda, o fabricante ou órgãos de defesa do consumidor.

Se houver suspeita de intoxicação, o Disque-Intoxicação atende pelo número 0800 722 6001. Sintomas após contato com produtos de limpeza, especialmente após misturas indevidas, exigem afastamento do ambiente, ventilação e avaliação de saúde conforme a gravidade.

Como consultar produtos proibidos pela Anvisa

A situação de um produto pode ser conferida nos sistemas oficiais da Agência por nome, marca, empresa, registro ou número de processo. A página Como saber se um produto é autorizado pela Anvisa reúne orientações para a pesquisa.

Ao consultar produtos proibidos pela Anvisa, observe se a decisão atinge apenas um lote, um produto específico ou todos os itens de uma empresa. Essa diferença evita ampliar indevidamente o alcance de uma proibição e ajuda o consumidor a tomar uma decisão baseada na medida realmente publicada.

Fonte e estágio da informação: medidas publicadas pela Anvisa em 2 de outubro de 2026. Os produtos proibidos pela Anvisa são apresentados com distinção entre irregularidade, falsificação, risco potencial e dano clínico confirmado.

Via: AgoraRO.

PGFN abre opções para MEI e dívidas do FGTS; veja regras

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Negociação PGFN para MEI e FGTS com documentos, calculadora e itens de trabalho
PGFN abriu modalidades de negociação para MEIs e para dívidas ativas do FGTS, com regras e condições diferentes.

A negociação PGFN ganhou duas modalidades voltadas a públicos diferentes: microempreendedores individuais com débitos de pequeno valor e empregadores com dívida ativa do FGTS. As condições foram divulgadas para adesão pelo portal Regularize e têm prazos, limites e descontos próprios.

As regras não alcançam qualquer dívida. Para o MEI, a modalidade considera débitos elegíveis de até cinco salários mínimos, referência de R$ 8.105 divulgada pela PGFN. No FGTS, o edital alcança empregadores com passivo consolidado de até R$ 45 milhões em dívida ativa do fundo ou da contribuição social prevista na LC nº 110/2001.

Negociação PGFN tem regras diferentes para cada público

A Portaria PGFN nº 2.970/2026 abriu a modalidade de pequeno valor para MEI. Já o Edital PGDAU nº 12/2026 trata da dívida ativa do FGTS e da contribuição social da LC nº 110/2001. Em ambos os casos, a adesão depende de a inscrição aparecer como elegível no sistema.

Condições principais

MEI: até R$ 8.105, desconto de 50% e pagamento em até 60 meses.
Prazo do MEI: de 1º de outubro de 2026 a 29 de janeiro de 2027.
FGTS: passivo consolidado de até R$ 45 milhões em dívida ativa elegível.
Prazo do FGTS: de 15 de outubro até 19h de 29 de janeiro de 2027.

MEI de pequeno valor pode ter 50% de desconto

Para o MEI, a negociação PGFN alcança apenas débitos identificados pelo código de receita 1537 e enquadrados como pequeno valor. O desconto de 50% não representa perdão total da dívida, e a condição não abrange débitos bancários, cartão, fornecedores ou qualquer obrigação fora da dívida ativa elegível.

O pagamento pode ser distribuído em até 60 meses. Antes de aderir, o microempreendedor deve consultar a inscrição e confirmar valores, enquadramento e condições exibidas no Regularize.

Faixa sobre negociação PGFN para MEI e dívida ativa do FGTS
MEIs e empregadores precisam verificar a modalidade disponível e as condições aplicáveis antes da adesão.

Empregadores têm modalidade para dívida ativa do FGTS

No FGTS, a negociação PGFN pode alcançar empregadores pessoas físicas ou jurídicas com passivo consolidado de até R$ 45 milhões. O edital prevê descontos de até 100% sobre juros não destinados ao trabalhador, multas e encargos legais, com abatimento total limitado a 65% do valor da dívida.

O FGTS rescisório pode ser pago em até 12 prestações. O saldo pode chegar a 108 ou 133 prestações, conforme a natureza do optante. Também pode haver migração de acordos ativos da Caixa, enquanto contribuintes inscritos no cadastro do Ministério do Trabalho por trabalho análogo à escravidão ficam excluídos.

Valor devido ao trabalhador não pode receber desconto

Na modalidade do FGTS, a negociação PGFN permite reduzir encargos da dívida do empregador, mas não os valores devidos diretamente aos trabalhadores. A renegociação, portanto, não pode ser apresentada como redução automática do direito individual do empregado.

Adesão não gera regularidade automática

A permanência em dívida ativa pode produzir efeitos como protesto, Cadin e execução fiscal. Entrar em uma negociação não elimina automaticamente todas as restrições; a regularização depende do cumprimento das condições e da situação de cada inscrição.

Como consultar a negociação PGFN no Regularize

O contribuinte deve acessar o Regularize, consultar a dívida inscrita, verificar se a modalidade aparece disponível e simular as condições antes de confirmar. Para MEI, a orientação é entrar com o CNPJ, e não com o CPF.

Para reduzir o risco de golpe, a negociação PGFN deve ser feita no ambiente oficial. O Regularize é o canal indicado pela PGFN para consultar, negociar e pagar dívidas inscritas com a União.

Em Rondônia, a negociação PGFN segue as mesmas regras nacionais: o ponto decisivo é a dívida estar inscrita e a modalidade aparecer como elegível para aquele contribuinte.

Consulte antes de confirmar
Confira a inscrição, a modalidade elegível, os valores e o prazo exibidos pelo sistema.


ACESSAR O REGULARIZE

Artigo de origem:

AgoraRO
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A versão do TVdoPOVO foi reescrita para serviço ao contribuinte e preserva as diferenças entre as duas modalidades.

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