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sábado, outubro 31, 2026
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Ji-Paraná amplia tapa-buracos e começa restauração do Parque Ecológico

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ji-paraná recupera ruas
Montagem editorial destaca frentes de recuperação asfáltica e restauração de espaço verde em Ji-Paraná.

Ji-Paraná recupera ruas em diferentes bairros e também iniciou a restauração do Parque Ecológico Municipal, em duas frentes de trabalho voltadas à mobilidade urbana, segurança no trânsito e recuperação de espaços públicos.

As ações foram divulgadas pela Prefeitura de Ji-Paraná nesta segunda-feira (11) e envolvem a operação “Tapa-Buracos”, executada pela Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp), além da recuperação da passarela e das praças do Parque Ecológico Municipal, espaço interditado desde dezembro de 2024.

SERVIÇO PÚBLICO EM ANDAMENTO

Ji-Paraná recupera ruas e avança na restauração do Parque Ecológico

A prefeitura atua em duas áreas que mexem diretamente com a rotina da população: circulação nas vias e uso de um espaço ambiental urbano.

FRENTE 1

Tapa-buracosEquipes aplicam massa asfáltica em pontos danificados para melhorar o tráfego e reduzir riscos nas vias.

FRENTE 2

Parque EcológicoA restauração contempla passarela e praças do espaço, fechado para visitação desde dezembro de 2024.

Leitura editorial:
a pauta une uma demanda imediata das ruas com a tentativa de recuperar um equipamento público importante para lazer e convivência.

Ji-Paraná recupera ruas com operação tapa-buracos

A operação “Tapa-Buracos” foi intensificada em diversos pontos da cidade. Segundo a prefeitura, as equipes atuam em bairros diferentes, com aplicação de massa asfáltica para recuperar trechos danificados da malha viária.

Trabalhadores e maquinário atuam em obra de recuperação asfáltica em rua urbana de Ji-Paraná
Equipe realiza aplicação de massa asfáltica em via urbana durante ação de recuperação de ruas em Ji-Paraná.

Entre os locais atendidos estão a rua Santa Clara, próxima à BR-364, no bairro Riachuelo, e a avenida Transcontinental, no bairro Vila Jotão. Os serviços também avançaram na rua Dois de Abril, entre as ruas Menezes Filho e Monte Castelo, no Jardim dos Migrantes, além da rua Menezes Filho, entre as ruas dos Seringueiros e das Flores, no bairro Dois de Abril.

A recuperação desses trechos tem impacto direto na rotina de motoristas, motociclistas, pedestres e moradores que dependem das vias para trabalhar, estudar, acessar serviços públicos e circular pela cidade. Por isso, quando Ji-Paraná recupera ruas, o benefício aparece primeiro na segurança e na mobilidade dos bairros.

MAPA DA OPERAÇÃO

Onde Ji-Paraná recupera ruas nesta etapa

Os pontos divulgados pela prefeitura mostram atuação em vias de bairros diferentes e reforçam o caráter de manutenção urbana da operação.

01

Rua Santa Clara
Trecho próximo à BR-364, no bairro Riachuelo.

02

Avenida Transcontinental
Serviço realizado no bairro Vila Jotão.

03

Rua Dois de Abril
Entre Menezes Filho e Monte Castelo, no Jardim dos Migrantes.

04

Rua Menezes Filho
Entre as ruas dos Seringueiros e das Flores, no bairro Dois de Abril.

Serviço ao cidadão: moradores podem indicar pontos com buracos pelo telefone ou WhatsApp (69) 99289-1163, enviando fotos e localização.

Moradores podem informar pontos que precisam de reparo

A Semosp informou que a população pode colaborar indicando locais que necessitam de manutenção. As solicitações devem ser enviadas com fotos e localização do ponto que precisa de reparo, o que ajuda a organizar o cronograma das equipes.

O prefeito Affonso Cândido afirmou que os serviços seguem planejamento da secretaria e destacou que cada rua recuperada representa mais segurança, mobilidade e qualidade de vida. Na prática, a gestão defende que Ji-Paraná recupera ruas para responder a demandas antigas de infraestrutura urbana.

Parque Ecológico Municipal começa a ser restaurado

Passarela de madeira em área verde do Parque Ecológico Municipal em Ji-Paraná
Passarela em meio à vegetação representa a área verde do Parque Ecológico Municipal, espaço de lazer e preservação em Ji-Paraná.

Além da frente de trabalho nas vias, a prefeitura iniciou a restauração da passarela e das praças do Parque Ecológico Municipal. O local está interditado desde dezembro de 2024 e é considerado uma das áreas urbanas de contato com a natureza em Ji-Paraná.

Segundo a administração municipal, os trabalhos são executados por administração direta, com recursos próprios, e contam com o uso de madeiras apreendidas que foram doadas pela Justiça.

ESPAÇO AMBIENTAL URBANO

Restauração busca devolver segurança ao Parque Ecológico

A intervenção mira a passarela e as praças do espaço, com foco na retomada segura da visitação pública.

700m

Passarela em recuperaçãoA parte superior de madeira precisou ser demolida, enquanto a base de concreto foi mantida.

Interditado desde 2024O parque não recebe visitantes desde dezembro.
Criado em 2001A área foi instituída para preservar fauna e flora em ambiente urbano.
Recursos própriosA obra é feita por administração direta.
Madeira apreendidaMaterial doado pela Justiça será usado na recuperação.

De acordo com a Secretaria Municipal de Planejamento, a parte superior da passarela de 700 metros, construída em madeira, precisou ser completamente demolida. A base de concreto foi mantida. A prefeitura também informou que estuda a criação de novos espaços de visitação no parque.

O Parque Ecológico Municipal foi criado pela Lei Municipal nº 1.091, de 14 de julho de 2001, com a finalidade de preservar a fauna e a flora em área urbana. O espaço foi revitalizado em 2018, mas, segundo a prefeitura, passou depois por serviços paliativos até ser interditado para visitas em 2024.

Obras conectam mobilidade e lazer urbano

As duas ações têm naturezas diferentes, mas se conectam pelo impacto direto no cotidiano da população. Enquanto Ji-Paraná recupera ruas para responder a uma necessidade imediata de tráfego e segurança, a restauração do Parque Ecológico busca recuperar uma área de convivência, lazer e preservação ambiental.

Com isso, Ji-Paraná recupera ruas e também tenta avançar na requalificação de espaços urbanos que estavam sem uso pela população. A continuidade dos serviços será ponto importante para medir o resultado das ações anunciadas.

Fonte da notícia: Prefeitura de Ji-Paraná

Tesouro lança investimento de R$ 1 para quem quer formar reserva

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Pessoa usando celular com aplicativo financeiro, notas e moedas sobre a mesa para representar o Tesouro Reserva com aplicação a partir de R$ 1.
Novo título do Tesouro Direto busca facilitar o acesso do pequeno investidor, com aplicação inicial de R$ 1 e operação digital.

Tesouro Reserva é o novo título do Programa Tesouro Direto lançado para permitir aplicações a partir de R$ 1. A modalidade foi apresentada nesta segunda-feira (11), na Arena B3, em São Paulo, com foco em investidores que buscam uma forma mais simples de começar a investir ou montar uma reserva de emergência.

O produto foi anunciado pela Secretaria do Tesouro Nacional, pela B3 e pelo Banco do Brasil. Segundo as informações divulgadas, o Tesouro Reserva terá rendimento indexado à taxa básica de juros, a Selic, e poderá ser negociado em qualquer hora do dia, todos os dias da semana.

Painel de lançamento

Tesouro Reserva entra no mercado com acesso a partir de R$ 1

O novo título reduz a barreira de entrada no Tesouro Direto e combina aplicação mínima baixa, rendimento pela Selic e negociação contínua.

R$ 1
Entrada mínima
Valor informado para começar a investir no novo título.
24/7
Negociação
Disponível em qualquer hora do dia, todos os dias da semana.
Selic
Rendimento
Rentabilidade indexada à taxa básica de juros.
BB
Fase inicial
Disponível primeiro para correntistas do Banco do Brasil.

Tesouro Reserva mira pequeno investidor

O foco declarado do Tesouro Reserva é atender o pequeno investidor e quem deseja organizar uma reserva financeira para situações de emergência. A proposta é facilitar o acesso ao investimento público federal, especialmente para quem ainda não aplica valores maiores ou prefere começar com quantias reduzidas.

Inicialmente, o título ficará disponível apenas para a base de 80 milhões de correntistas do Banco do Brasil. A operação será feita pelo aplicativo Investimentos BB, com investimentos e resgates realizados por meio de transação via PIX. Outras instituições poderão oferecer o produto posteriormente, após a fase de testes.

Fluxo do investimento

Como será a primeira fase do Tesouro Reserva

O lançamento começa com operação concentrada no Banco do Brasil, usando aplicativo próprio e transações via PIX.

1
Correntistas do Banco do Brasil
A primeira etapa será aberta à base de 80 milhões de clientes do banco.
2
Aplicativo Investimentos BB
Investimentos e resgates serão feitos pelo ambiente digital informado no lançamento.
3
Transações via PIX
A movimentação usará PIX nesta fase inicial do novo título.
4
Expansão após testes
Outras instituições poderão oferecer o Tesouro Reserva depois da etapa inicial.

Diferença para o Tesouro Selic

Uma das principais diferenças informadas é que o Tesouro Reserva não terá marcação a mercado. Na prática, isso significa que o título não deve oscilar diariamente conforme as mudanças das taxas de juros do mercado, ao contrário do que ocorre com o Tesouro Selic.

A nova modalidade mantém a lógica de rendimento ligada à Selic, mas foi apresentada com uma proposta operacional mais simples. De acordo com Daniel Leal, secretário do Tesouro Nacional, o investimento funciona de forma semelhante aos demais títulos, mas tem ticket inicial menor e operação disponível 24 horas por dia, sete dias por semana.

Comparativo essencial

O ponto que diferencia o novo título

A fonte destaca que o Tesouro Reserva terá rendimento pela Selic, mas sem a oscilação diária causada pela marcação a mercado.

Tesouro Reserva
Sem marcação a mercado
Não deve oscilar diariamente conforme as mudanças das taxas de juros do mercado.
Referência
Indexado à Selic
O rendimento acompanha a taxa básica de juros, conforme informado pelo Tesouro.
Uso sugerido pela fonte
Reserva de emergência
O foco está no pequeno investidor e em quem pretende montar uma reserva.

Tributação segue regras do Tesouro Direto

Segundo a Secretaria do Tesouro Nacional, o Tesouro Reserva seguirá as mesmas regras dos demais títulos do Tesouro Direto. Haverá incidência de Imposto de Renda apenas sobre os rendimentos, no momento do resgate ou do vencimento.

As alíquotas do Imposto de Renda serão regressivas. Isso significa que, quanto mais tempo o dinheiro permanecer aplicado, menor será o percentual de imposto sobre os rendimentos. Para aplicações resgatadas em até 30 dias, poderá haver cobrança de IOF, também de forma regressiva, com zeragem após esse período.

A cobrança dos impostos será automática, feita pela própria instituição financeira. Portanto, de acordo com o Tesouro, não haverá necessidade de pagamento adicional por parte do investidor. O limite de aplicação será de R$ 500 mil por investidor ao mês, sem restrição para resgates.

Tributação e limite

Regras que o investidor precisa observar

A cobrança segue o padrão do Tesouro Direto, com impostos automáticos e limite mensal de aplicação informado pelo Tesouro Nacional.

IR
Sobre rendimentos
Incide no resgate ou no vencimento, conforme as regras regressivas.
30 dias
Possível IOF
Resgates nesse período podem ter cobrança regressiva, zerada depois.
R$ 500 mil
Limite mensal
Valor máximo de aplicação por investidor ao mês, sem restrição para resgates.

Com o lançamento do Tesouro Reserva, o Tesouro Direto passa a contar com uma alternativa voltada especialmente à simplicidade de acesso. A fase inicial pelo Banco do Brasil permitirá testar o funcionamento do produto antes da expansão para outras instituições financeiras.

A medida também reforça a estratégia de aproximar pequenos investidores de produtos públicos de renda fixa. Para quem busca começar com pouco dinheiro, o principal diferencial anunciado é a combinação entre aplicação mínima de R$ 1, rendimento vinculado à Selic e movimentação digital.

Fonte da notícia: Agência Brasil

Internet em UBS deve levar telessaúde a áreas remotas da Amazônia

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Internet em UBS amplia telessaúde em unidade de saúde na Amazônia
Conexão em unidades básicas de saúde pode ampliar o atendimento digital e aproximar comunidades remotas de especialistas.

A internet em UBS deve ganhar nova etapa de expansão no Brasil com editais federais voltados à conexão de unidades básicas de saúde e ao fortalecimento da telessaúde no Sistema Único de Saúde (SUS). A medida mira principalmente regiões vulneráveis, distantes dos grandes centros e com dificuldade de acesso a especialistas.

Segundo o Ministério das Comunicações, a proposta é conectar até 3,8 mil Unidades Básicas de Saúde e beneficiar cerca de 2,5 milhões de brasileiros que ainda enfrentam problemas de conectividade. Na Amazônia, o tema tem impacto direto sobre comunidades rurais, ribeirinhas, indígenas, quilombolas e municípios onde a distância ainda pesa no acesso ao atendimento médico. Na prática, a internet em UBS pode aproximar pacientes de especialistas sem exigir grandes deslocamentos.

Impacto direto

O que muda com a internet em UBS

A conexão deve permitir teleconsultas, troca de informações em tempo real, acesso a ferramentas digitais, agendamento mais ágil e melhoria na gestão dos atendimentos.

3,8 mil
UBS podem ser conectadas
2,5 mi
pessoas podem ser beneficiadas
R$ 104 mi
previstos para conexão
30%
estimativa de redução na espera

Internet em UBS reforça atendimento em áreas isoladas

O edital voltado à internet em UBS prevê investimento de R$ 104 milhões para ampliar a conectividade das unidades básicas de saúde. A iniciativa deve atender municípios dos 26 estados e do Distrito Federal, com prioridade para locais onde o acesso à internet ainda é insuficiente ou instável.

A proposta é fazer com que a tecnologia ajude a reduzir desigualdades regionais no atendimento. Em regiões remotas da Amazônia, por exemplo, uma consulta especializada pode depender de deslocamento por estrada, barco ou longas viagens até centros urbanos maiores. Com a telessaúde, parte desse processo pode ser antecipada, orientada ou acompanhada por meios digitais.

De acordo com o Ministério das Comunicações, as empresas e provedores interessados deverão apresentar propostas que incluam não apenas a conexão por fibra óptica ou satélite, mas também a instalação de redes Wi-Fi internas nas unidades de saúde. Essa estrutura é considerada essencial para que equipes médicas e administrativas possam usar sistemas, prontuários, ferramentas de teleatendimento e comunicação interna.

Por que isso importa

Telessaúde pode encurtar distâncias no SUS

A ampliação da internet em UBS pode melhorar o contato entre equipes locais e especialistas, acelerar diagnósticos e reduzir deslocamentos desnecessários de pacientes.

Consultas
Apoio remoto para avaliação, triagem e encaminhamento.
Exames
Troca mais rápida de informações, imagens e laudos.
Gestão
Mais controle sobre agendamentos, medicamentos e dados.

Medida dialoga com a realidade da Amazônia

Embora o edital tenha alcance nacional, o tema tem peso especial na Região Norte. A internet em UBS pode ter efeito prático em áreas onde a presença de especialistas é limitada e onde a logística dificulta o acesso rápido a consultas, exames e cirurgias.

Em Rondônia, a pauta se conecta à realidade de distritos, comunidades rurais, áreas ribeirinhas e localidades afastadas dos centros urbanos. Nessas regiões, a conectividade não é apenas uma ferramenta tecnológica. Ela pode se tornar parte da estrutura básica para organizar atendimentos, reduzir filas e fortalecer a comunicação entre profissionais da saúde.

A ampliação também deve favorecer equipes que lidam diariamente com desafios de distância, transporte e infraestrutura. Com internet estável, a unidade pode consultar sistemas, registrar informações, enviar dados, receber orientações e organizar fluxos de atendimento com mais segurança.

Caminho da conexão

Como a internet em UBS pode chegar às unidades

O processo combina seleção por edital, infraestrutura de rede, instalação interna e uso prático no atendimento.

1

Seleção
Edital define regras para empresas e provedores interessados em atender as UBS.

2

Infraestrutura
A conexão pode usar fibra óptica ou satélite, conforme a realidade local.

3

Rede interna
As unidades também devem receber estrutura de Wi-Fi para uso das equipes.

4

Atendimento
Com conexão, a UBS pode ampliar teleconsultas, diagnósticos e apoio remoto.

Editais também miram pequenos provedores

Além da expansão da internet em UBS, o governo federal anunciou um segundo edital voltado ao programa Acessa Crédito Telecom. A medida prevê R$ 500 milhões em recursos para expandir a infraestrutura de internet em municípios remotos e de pequeno porte.

Essa frente busca fortalecer Prestadoras de Pequeno Porte, que têm papel importante na cobertura de internet em cidades menores e regiões afastadas. Na prática, pequenos provedores regionais podem ser decisivos para levar banda larga a áreas onde grandes empresas nem sempre chegam com a mesma velocidade.

O Ministério das Comunicações informou que os recursos são resultado de operação de financiamento junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A ideia é selecionar agentes financeiros que depois poderão abrir linhas de crédito para provedores interessados em investir na expansão da conectividade.

Leitura regional

Por que Rondônia deve acompanhar essa pauta

O avanço da conectividade em unidades de saúde e municípios pequenos pode atingir diretamente regiões com comunidades afastadas, baixa oferta de especialistas e dependência de deslocamentos longos.

UBS rurais
podem ter mais estrutura digital para atendimento diário.
Pacientes
podem evitar deslocamentos desnecessários para consultas e orientações.
Equipes de saúde
podem acessar sistemas com mais estabilidade e rapidez.
Municípios pequenos
podem atrair novos investimentos em conectividade.

Atendimento digital não substitui a unidade, mas pode fortalecer o serviço

A telessaúde não elimina a necessidade de médicos, enfermeiros, técnicos, medicamentos e estrutura física nas unidades. No entanto, a internet em UBS pode reforçar o trabalho das equipes e melhorar a organização do atendimento em locais onde a distância é um obstáculo permanente.

Para a população, o principal ganho esperado está na possibilidade de agilizar etapas do cuidado. Isso inclui orientação remota, análise de casos, marcação de exames, acompanhamento de pacientes e integração de informações entre unidades básicas e serviços especializados.

O desafio, agora, será transformar o anúncio em execução efetiva. Para regiões remotas da Amazônia, o resultado dependerá da qualidade da conexão, da manutenção da estrutura, da capacitação das equipes e da integração com os sistemas de saúde já usados pelos municípios.

Mesmo assim, a internet em UBS abre uma frente importante para reduzir desigualdades. Em áreas onde chegar ao médico pode exigir horas de deslocamento, a conectividade pode encurtar caminhos e tornar o SUS mais presente na rotina das comunidades.

Primeira morte por hantavírus em 2026 acende alerta de saúde

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Laboratório de saúde pública com amostras biológicas e profissional de saúde durante análise relacionada ao hantavírus em Minas Gerais
Imagem de laboratório ilustra a confirmação da primeira morte por hantavírus em Minas Gerais em 2026.

Hantavírus em Minas Gerais teve a primeira morte confirmada em 2026 pela Secretaria de Saúde do estado. O caso foi notificado em fevereiro, confirmado pela Fundação Ezequiel Dias e envolveu um homem de 46 anos, morador de Carmo do Paranaíba, no Alto Paranaíba.

Segundo a secretaria, o paciente tinha histórico de contato com roedores silvestres em área de lavoura. A pasta também informou que o caso não tem relação com o surto da doença registrado em um navio de cruzeiro que navegava pelo Oceano Atlântico.

Painel do caso

O que foi confirmado pelas autoridades

A confirmação reúne dados sobre o paciente, o local de residência e a investigação sanitária informada pela Secretaria de Saúde de Minas Gerais.

1ª
morte em 2026

Foi o primeiro óbito por hantavírus confirmado no estado neste ano.

46
anos

O paciente era homem e morava em Carmo do Paranaíba, no Alto Paranaíba.

2025
4 casos

No ano anterior, Minas Gerais contabilizou quatro casos confirmados e dois óbitos.

Hantavírus em Minas Gerais não tem relação com surto em navio

A Secretaria de Saúde de Minas Gerais informou que a cepa de hantavírus em Minas Gerais identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa. A pasta classificou o registro como um caso isolado, sem relação com outros casos da doença.

O comunicado também destacou que um segundo registro atribuído ao estado não foi confirmado. A secretaria informou que já pediu ao Ministério da Saúde a correção da informação nos sistemas oficiais.

Entenda a transmissão

Como a hantavirose chega aos humanos

Origem do risco

A transmissão ocorre, na maioria das vezes, pela inalação de partículas presentes na urina, nas fezes e na saliva de roedores silvestres infectados.

Ambientes mais associados

A secretaria informou que as infecções ocorrem principalmente em áreas rurais, ligadas à agricultura e a locais com roedores.

Forma clínica no Brasil

No país, a hantavirose se manifesta principalmente como Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus.

Sintomas do hantavírus em Minas Gerais e evolução dos casos

De acordo com a secretaria, os sintomas iniciais do hantavírus em Minas Gerais incluem febre, dores no corpo, cefaleia, dor lombar e dor abdominal. Em situações mais graves, a doença pode evoluir para dificuldade respiratória, tosse seca, aceleração dos batimentos cardíacos e queda da pressão arterial.

Não há tratamento específico para a hantavirose. O atendimento, segundo a informação divulgada, é baseado em medidas de suporte clínico, conforme avaliação médica.

Sinais citados

Do início dos sintomas à possível gravidade

Fase inicial

Febre, dores no corpo, dor de cabeça, dor lombar e dor abdominal podem aparecer no início.

Quadro grave

A evolução pode incluir dificuldade respiratória, tosse seca, taquicardia e queda de pressão.

Atendimento

A assistência informada pela secretaria é de suporte clínico, conforme avaliação médica.

Prevenção contra hantavírus em Minas Gerais

As medidas de prevenção reforçadas pela Secretaria de Saúde de Minas Gerais têm foco especial em áreas rurais. A orientação inclui manter alimentos armazenados em recipientes fechados e protegidos de roedores, dar destino adequado ao lixo e entulhos e manter terrenos limpos e roçados ao redor das residências.

A pasta também orienta não deixar ração animal exposta e retirar diariamente restos de alimentos de animais domésticos. Outra medida citada é evitar plantações muito próximas das casas, mantendo distância mínima de 40 metros.

Prevenção rural

Cuidados contra hantavírus em Minas Gerais destacados pela secretaria

Alimentos fechados

Guardar alimentos em recipientes protegidos para reduzir contato com roedores.

Lixo e entulho

Dar destino adequado a resíduos e manter o entorno das casas limpo.

Ração animal

Não deixar ração exposta e retirar restos de alimentos todos os dias.

Distância da lavoura

Evitar plantações muito próximas das casas, com referência mínima de 40 metros.

Para reduzir riscos relacionados ao hantavírus em Minas Gerais, locais fechados, como paióis, galpões, armazéns e depósitos, devem ser ventilados antes da entrada. Antes da limpeza desses espaços, a secretaria recomenda umedecer o chão com água e sabão, evitando varrer a seco.

A medida busca reduzir o risco de suspensão de partículas no ar. O alerta sobre hantavírus em Minas Gerais reforça a importância de cuidados simples, especialmente em áreas rurais com presença de roedores silvestres.

Impacto do alerta

Caso isolado, mas com atenção para áreas rurais

A secretaria afirma que o caso não tem relação com o surto em navio e reforça que a cepa identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa.

Mensagem central:

O foco informado pelas autoridades está no contato com ambientes rurais, roedores silvestres e medidas de prevenção dentro e ao redor das residências.

Em 2024, Minas Gerais teve sete casos confirmados de hantavirose e quatro óbitos. Em 2025, foram quatro casos confirmados e dois óbitos, conforme dados citados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação.

A confirmação da primeira morte por hantavírus em Minas Gerais em 2026 mantém o tema no radar da saúde pública, principalmente para moradores e trabalhadores de áreas rurais.

Fonte da notícia: Agência Brasil

Acelero Baixo Madeira leva cursos gratuitos e qualificação a comunidades ribeirinhas

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Acelero Baixo Madeira leva cursos gratuitos a comunidades ribeirinhas com barco, rio e sala de capacitação
Projeto da Escola do Legislativo leva cursos gratuitos, inclusão social e qualificação profissional a comunidades do Baixo Madeira.

Acelero Baixo Madeira já começou a levar cursos gratuitos, oficinas e atividades de qualificação profissional a comunidades ribeirinhas e segue com programação até o dia 16 de maio. A ação é promovida pela Escola do Legislativo de Rondônia (Elero) e busca ampliar o acesso ao conhecimento para moradores do Baixo Madeira, região onde o deslocamento até os centros urbanos muitas vezes representa um desafio.

Com foco em formação profissional, desenvolvimento pessoal e geração de oportunidades, o projeto percorre localidades como Demarcação, Calama, Nazaré e São Carlos. A proposta é aproximar educação, cidadania e inclusão social de quem vive em áreas mais afastadas, levando capacitações gratuitas com apoio de profissionais especializados.

Faixa panorâmica mostra rio, comunidade ribeirinha e deslocamento do projeto Acelero Baixo Madeira
Projeto percorre comunidades do Baixo Madeira levando conhecimento, qualificação e inclusão social.

Acelero Baixo Madeira aproxima educação de comunidades ribeirinhas

A iniciativa faz parte do programa “Acelero da Elero” e foi pensada para atender moradores que nem sempre conseguem acessar cursos presenciais em áreas urbanas. Ao levar a estrutura de capacitação até as comunidades, o Acelero Baixo Madeira reforça o papel da educação como ferramenta de transformação social e ampliação de oportunidades.

O projeto também dialoga com a realidade econômica e social da região. Além de oferecer formação técnica e conteúdos voltados ao mercado, a ação busca incentivar o empreendedorismo local e ampliar o repertório dos participantes em áreas que podem gerar renda, fortalecer atividades comunitárias e melhorar a inserção no mundo do trabalho.

Cursos ofertados

Capacitações atendem formação, comunicação e cidadania

Comunicação e imagem
Fotografia, filmagem e edição de vídeo no celular.
Educação e estudo
Redação para o Enem, informática e Libras.
Trabalho e renda
Educação financeira para agricultura familiar e oratória.

Durante a programação, o Acelero Baixo Madeira oferece cursos nas áreas de fotografia, filmagem e edição de vídeo no celular, redação para o Enem, informática, Libras, educação financeira voltada para a agricultura familiar e oratória. As atividades são gratuitas e conduzidas por profissionais especializados.

Esse conjunto de capacitações mostra que o projeto não se limita a um único perfil de público. Jovens em busca de preparação, trabalhadores que desejam qualificação, moradores interessados em comunicação digital e famílias que atuam na agricultura poderão encontrar conteúdos úteis dentro da programação.

Moradores acompanham curso da Escola do Legislativo em comunidade atendida pelo Acelero Baixo Madeira
Cursos e oficinas buscam aproximar qualificação profissional das comunidades ribeirinhas.

Projeto aposta em transformação social e mais oportunidades

De acordo com o diretor-geral da Escola do Legislativo, Welys Assis, o projeto representa um investimento importante no fortalecimento das comunidades do interior. Segundo ele, a proposta vai além da capacitação e busca gerar impacto social concreto para moradores que historicamente enfrentam mais barreiras de acesso a serviços educacionais.

Destaque da fala

“É uma oportunidade de transformação social”

“O Acelero Baixo Madeira é mais do que um projeto de capacitação. É uma oportunidade de transformação social. Estamos levando conhecimento, inclusão e novas perspectivas para as comunidades ribeirinhas, valorizando os moradores e oferecendo ferramentas que podem gerar renda, desenvolvimento pessoal e mais oportunidades para todos”, destacou Welys Assis.

O diretor-geral também ressaltou que a meta da Elero é ampliar o alcance das ações educacionais em Rondônia. Segundo ele, o compromisso da instituição é fazer com que a educação chegue a diferentes regiões do estado, em linha com a orientação da presidência da Assembleia Legislativa.

Na avaliação da Escola do Legislativo, investir em qualificação significa investir diretamente na melhoria da vida das pessoas. Por isso, o Acelero Baixo Madeira foi estruturado para unir acesso, inclusão e atendimento em uma região onde o deslocamento por vezes depende de trajetos longos e da logística fluvial.

Faixa panorâmica mostra atividades de capacitação e participação de alunos no projeto Acelero Baixo Madeira
Capacitações gratuitas incluem conteúdos voltados à formação profissional, comunicação e cidadania.

Cronograma do Acelero Baixo Madeira reúne quatro comunidades

Além do conteúdo educacional, a ação tem forte caráter de serviço público. O cronograma divulgado pela organização define datas e horários para atendimento em cada localidade, permitindo que moradores acompanhem a programação e se organizem para participar das atividades que ainda seguem até o dia 16 de maio.

Cronograma das atividades

Datas e horários do atendimento nas comunidades

11 de maio — Demarcação
Manhã: 7h30 às 11h30
Tarde: 13h30 às 17h
12 e 13 de maio — Calama
Manhã: 7h30 às 11h30
Tarde: 13h30 às 17h
14 de maio — Nazaré
Manhã: 7h30 às 11h30
Tarde: 13h30 às 17h
15 de maio — São Carlos
Manhã: 7h30 às 11h30
Tarde: 13h30 às 17h
16 de maio — São Carlos
Atendimento das 8h às 13h

A expectativa é atender dezenas de moradores em cada localidade, ampliando o acesso à educação, à cidadania e à inclusão social. A programação também pretende estimular o empreendedorismo local, especialmente por meio das oficinas de comunicação e dos conteúdos de educação financeira voltados à agricultura familiar.

Mais informações sobre inscrições e participação podem ser obtidas no site da Elero, nas redes sociais da instituição e também pelo WhatsApp (69) 99336-2732, informado pela organização.

Faixa panorâmica mostra serviço, cronograma e atendimento do projeto Acelero Baixo Madeira
Cronograma do projeto reúne atendimento em Demarcação, Calama, Nazaré e São Carlos.

Queimadas na Amazônia voltam ao radar em 2026 e acendem alerta em Rondônia

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Queimadas na Amazônia colocam Rondônia em alerta com fumaça sobre área rural e floresta
Fumaça sobre área rural e floresta reforça alerta para o risco de queimadas na Amazônia em Rondônia.

Queimadas na Amazônia voltam ao centro das preocupações ambientais em 2026 e colocam Rondônia em estado de atenção antes do período mais crítico do ano. A combinação entre seca, calor, baixa umidade, pressão sobre áreas rurais e risco de fumaça pode afetar diretamente a saúde da população, a produção no campo, as rodovias e comunidades mais vulneráveis.

Queimadas na Amazônia geram fumaça sobre área rural e floresta em Rondônia
Fumaça sobre floresta e área rural reforça o alerta para queimadas na Amazônia durante o período seco.

O alerta ganha força após monitoramentos recentes indicarem mudança nas condições climáticas da Região Norte. Embora parte do país tenha registrado redução da seca em abril, o Cemaden apontou expansão da estiagem no Amazonas e ocorrência de seca excepcional principalmente em assentamentos rurais de Rondônia. Esse cenário reforça a necessidade de prevenção antes do avanço da estação seca na Amazônia.

Alerta ambiental

Por que Rondônia entra no radar

A atenção não se limita à floresta. O fogo também pode atingir áreas rurais, margens de estrada, assentamentos, propriedades produtivas e regiões próximas a comunidades.

Seca
Baixa umidade aumenta a vulnerabilidade da vegetação.
Fumaça
A qualidade do ar pode piorar em cidades e áreas rurais.
Campo
Produtores precisam reforçar manejo e prevenção.

Queimadas na Amazônia preocupam antes do período seco

As queimadas na Amazônia costumam ganhar força quando a vegetação fica mais seca e as chuvas diminuem. Em Rondônia, esse risco merece atenção porque o estado está em uma área sensível da Amazônia Legal, com forte presença de propriedades rurais, estradas, comunidades tradicionais, assentamentos e áreas de floresta.

O problema não aparece apenas quando há grandes incêndios. Focos menores, quando se espalham, podem atingir pastagens, reservas, áreas de preservação permanente, linhas de transmissão, margens de rodovias e regiões próximas a moradias. Por isso, o período que antecede a seca é decisivo para reduzir riscos.

Segundo o monitoramento de secas do Cemaden, a Região Norte exige acompanhamento contínuo das condições hidrometeorológicas. O órgão registrou, entre março e abril de 2026, expansão de áreas sob seca moderada no Amazonas. Também apontou ocorrência de seca excepcional principalmente em Rondônia, no recorte de assentamentos rurais.

Leitura climática

O que acende o sinal de atenção

Estação seca mais longa
Pesquisas lideradas por cientistas do Inpe indicam mudança no padrão de chuvas na Amazônia.
Pressão sobre áreas rurais
Assentamentos, pastagens e propriedades precisam de prevenção antes do auge da estiagem.
Temporada de incêndios
Estados da Amazônia Legal já articulam ações de prevenção e combate em 2026.

Queimadas na Amazônia podem afetar saúde, estradas e rotina nas cidades

Quando as queimadas na Amazônia se espalham, a fumaça pode se tornar um problema regional. Em anos críticos, cidades amazônicas registram piora da qualidade do ar, redução de visibilidade e aumento de desconfortos respiratórios. Crianças, idosos, gestantes e pessoas com asma, bronquite ou outras doenças respiratórias ficam entre os grupos mais sensíveis.

Queimadas na Amazônia geram fumaça próxima a estrada e área rural em Rondônia
Fumaça próxima à estrada reforça o risco das queimadas na Amazônia para saúde, transporte e áreas rurais.

Nas rodovias, a fumaça também representa risco. Trechos da BR-364 e de estradas estaduais podem ficar mais perigosos quando há queimada próxima à pista. A visibilidade cai, o tempo de reação diminui e o risco de colisões aumenta. Por isso, o alerta ambiental também tem impacto direto na segurança viária.

No campo, as queimadas na Amazônia podem provocar prejuízos econômicos. O fogo fora de controle atinge cercas, pastagens, lavouras, áreas de reserva, equipamentos e estruturas produtivas. Além disso, pode gerar responsabilização ambiental quando há uso irregular do fogo ou dano a áreas protegidas.

Efeito em cadeia
Fogo não fica isolado

Uma queimada pode começar pequena, mas atingir saúde, transporte, produção rural e meio ambiente.

Saúde
Fumaça agrava sintomas respiratórios.
Estradas
Baixa visibilidade aumenta riscos.
Agro
Fogo ameaça pastagens e lavouras.
Floresta
Áreas naturais perdem biodiversidade.

Prevenção contra queimadas na Amazônia precisa começar antes da estiagem

O Ministério do Meio Ambiente informou que a Câmara Técnica de Articulação Interfederativa do Comitê Nacional de Manejo Integrado do Fogo definiu agenda para a temporada de incêndios de 2026. A articulação envolve estados da Amazônia Legal e busca fortalecer ações preventivas, estrutura dos bombeiros e resposta integrada.

Esse tipo de planejamento é essencial porque o combate às queimadas na Amazônia fica mais difícil quando o fogo já se espalhou. A prevenção envolve orientação a produtores, fiscalização, monitoramento por satélite, brigadas preparadas, comunicação rápida com moradores e atenção especial a áreas próximas de unidades de conservação, terras indígenas, assentamentos e rodovias.

Em Rondônia, a pauta tem valor de serviço público. Moradores devem evitar qualquer prática que possa iniciar fogo em vegetação seca, como descarte de bitucas, queima de lixo, limpeza de terreno com fogo e fogueiras mal apagadas. Já produtores precisam buscar orientação técnica antes de qualquer manejo e observar regras ambientais.

Serviço ao leitor

Como reduzir riscos no período seco

Evite fogo em limpeza
Queima de lixo, folhas e terrenos pode sair do controle rapidamente.
Proteja áreas rurais
Aceiros, orientação técnica e vigilância ajudam a reduzir danos.
Atenção à fumaça
Pessoas com sintomas respiratórios devem procurar orientação de saúde.
Avise as autoridades
Focos próximos a casas, estradas e áreas protegidas exigem comunicação rápida.

Alerta não significa pânico, mas exige vigilância

Os dados disponíveis não indicam que Rondônia já esteja diante de uma crise generalizada de fogo. No entanto, o conjunto de sinais climáticos mostra que o estado precisa acompanhar de perto a evolução da seca, especialmente no segundo semestre. As queimadas na Amazônia dependem de fatores ambientais, mas também de ações humanas.

A queda de focos em determinados períodos não elimina o risco futuro. Em cenário de vegetação mais seca, qualquer ignição pode se transformar em ocorrência de maior impacto. Por isso, a prevenção feita agora pode reduzir danos ambientais, prejuízos econômicos e pressão sobre serviços públicos durante os meses mais sensíveis.

Para Rondônia, o avanço das queimadas na Amazônia une meio ambiente, saúde, agro, transporte e segurança. A atenção deve se concentrar em áreas com histórico de fogo, assentamentos rurais, margens de rodovias, propriedades produtivas e regiões próximas a florestas. O desafio é agir antes que a fumaça e o fogo voltem a dominar a paisagem amazônica.

Fonte da notícia: Cemaden/MCTI, Ministério do Meio Ambiente, Agência Fapesp/Inpe e Programa Queimadas do INPE/TerraBrasilis.

Dia das Vítimas de Trânsito vira lei e reforça alerta nas rodovias

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Dia das Vítimas de Trânsito com avenida movimentada ao entardecer, carros, motos, ônibus e pedestres na faixa
Nova data nacional reforça a memória das vítimas e a importância da prevenção no trânsito.

Dia das Vítimas de Trânsito virou lei nacional e passará a integrar o calendário oficial de mobilização no Brasil. A nova data, criada pela Lei nº 15.403, será lembrada todos os anos no terceiro domingo de novembro, com foco na memória das pessoas que perderam a vida em sinistros de trânsito e no reforço das ações de prevenção.

A norma foi publicada no Diário Oficial da União e também altera a Lei nº 13.614/2018, que criou o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, conhecido como Pnatrans. Com isso, a mobilização passa a ter ligação direta com políticas públicas voltadas à redução de mortes, feridos e comportamentos de risco nas vias brasileiras.

Dia das Vítimas de Trânsito será lembrado em novembro

A criação do Dia das Vítimas de Trânsito busca transformar a memória das vítimas em uma agenda nacional de conscientização. A data não deve funcionar apenas como homenagem simbólica, mas também como momento de alerta sobre atitudes que aumentam o risco de mortes, como excesso de velocidade, direção após consumo de álcool, ultrapassagens perigosas e falta de equipamentos de segurança.

Segundo o texto divulgado pelo governo federal, a nova lei também reforça a participação da sociedade nas metas estabelecidas pelo Pnatrans. Essa atuação deverá ser apoiada por órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito, com uso de recursos próprios disponíveis e também com a alocação de recursos específicos para projetos ou eventos previamente programados.

O que muda

Nova lei cria uma data nacional de mobilização

3º domingo
de novembro será a data anual de mobilização
Lei 15.403
institui a data nacional em memória das vítimas
Pnatrans
plano nacional também é atualizado pela nova norma

Dados da PRF mostram peso dos sinistros nas rodovias

O anúncio da nova data ocorre em meio a um cenário ainda preocupante nas rodovias federais. Balanço divulgado pela Polícia Rodoviária Federal apontou que, em 2025, foram registrados 72.483 sinistros de trânsito e 6.044 mortes. Em 2024, haviam sido contabilizados 73.201 sinistros e 6.163 óbitos.

Embora os números indiquem redução nos principais indicadores, o volume de ocorrências segue alto. Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná aparecem entre os estados com maiores acumulados de sinistros em rodovias federais. No recorte de mortes, Minas Gerais e Paraná permanecem entre os maiores registros, enquanto a Bahia aparece na terceira colocação.

Alerta nas rodovias

Mais de 6 mil mortes ainda mostram a gravidade do trânsito

72.483
sinistros registrados nas rodovias federais em 2025
6.044
mortes contabilizadas pela PRF no último ano
6.163
óbitos haviam sido registrados em 2024

Faixa do Dia das Vítimas de Trânsito mostra avenida brasileira com trânsito intenso, motos, ônibus e pedestres
Movimento nas vias reforça a necessidade de prevenção, fiscalização e respeito à vida.

Fiscalização também mira álcool ao volante

Além da criação do Dia das Vítimas de Trânsito, os dados oficiais reforçam a importância da fiscalização permanente. Em 2025, a PRF informou ter fiscalizado mais de 4,6 milhões de veículos e 5,4 milhões de pessoas nas rodovias federais de todo o país.

No combate à alcoolemia ao volante, foram realizados mais de 3,5 milhões de testes. Essas ações resultaram em 51 mil infrações e 3.643 pessoas detidas por embriaguez. O tema tem relação direta com a nova data, já que a condução sob efeito de álcool continua entre os fatores de risco mais observados em ações de segurança viária.

Fiscalização em 2025

Números mostram o tamanho da operação nas rodovias

4,6 milhões de veículos
foram fiscalizados pela PRF nas rodovias federais.
5,4 milhões de pessoas
passaram por ações de fiscalização ao longo do ano.
3,5 milhões de testes
foram feitos no combate à alcoolemia ao volante.

Mobilização busca transformar memória em prevenção

A criação do Dia das Vítimas de Trânsito amplia o espaço para campanhas educativas, ações de fiscalização, eventos públicos e iniciativas de conscientização. A data também pode ajudar famílias, entidades e órgãos públicos a manterem viva a memória das vítimas, ao mesmo tempo em que reforça a responsabilidade coletiva pela segurança nas vias.

Na prática, a nova lei coloca o tema em uma agenda nacional fixa. Isso pode fortalecer ações em escolas, rodovias, áreas urbanas, campanhas de comunicação, operações educativas e projetos voltados à redução de mortes e lesões no trânsito.

Por que importa

Memória, fiscalização e educação caminham juntas

A data nacional reforça que a redução de mortes no trânsito depende de políticas públicas, fiscalização contínua e mudança de comportamento. Ao transformar a memória das vítimas em mobilização, a lei também amplia o debate sobre responsabilidade ao volante, proteção de pedestres, uso de equipamentos de segurança e combate à mistura entre álcool e direção.

Plano nacional segue como referência para reduzir mortes

O Pnatrans foi criado para orientar metas de redução de mortes e lesões no trânsito. Com a alteração trazida pela nova lei, a participação social passa a ser reforçada com apoio dos órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito. A intenção é permitir que projetos e eventos de mobilização tenham respaldo dentro da estrutura e do orçamento dos próprios órgãos responsáveis.

Dessa forma, o Dia das Vítimas de Trânsito não se limita a uma marca no calendário. A data passa a funcionar como ponto de convergência entre memória, prevenção, educação, fiscalização e planejamento público. Para motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres, o recado é direto: segurança viária depende de escolhas diárias e de ações permanentes.

Fonte da notícia:
Agência Gov, via Planalto.

Novas regras levam “Luz para Todos” a comunidades e produção rural

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luz para todos
Casas de uma comunidade rural remota da Amazônia Legal aparecem iluminadas ao entardecer após ampliação do acesso à energia elétrica.

Luz para Todos mudou suas regras para ampliar o acesso à energia elétrica em regiões remotas do país, sobretudo na Amazônia Legal. O decreto publicado nesta segunda-feira (11) atualiza prioridades do programa e permite que a iniciativa alcance também estruturas comunitárias e produtivas em áreas rurais e isoladas.

A mudança assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva busca fortalecer o atendimento a famílias em situação de maior vulnerabilidade e a comunidades tradicionais. Além das residências, o programa poderá atender espaços ligados à bioeconomia, ao agroextrativismo, à produção de alimentos e a empreendimentos comunitários.

Painel do decreto

A nova fase do programa em números

A atualização do Luz para Todos aparece dentro de uma agenda maior de expansão do setor elétrico.

Concessões
14
distribuidoras renovadas
Contratos foram renovados pelo governo federal.
Investimento
R$ 130 bi
até 2030
Valor exigido como contrapartida no setor.
Alcance esperado
41,8 mi
de famílias
Estimativa de famílias beneficiadas pelos novos contratos. 

Luz para Todos passa a atender estruturas comunitárias

Com a nova regra, o Luz para Todos deixa de mirar apenas a ligação elétrica tradicional em áreas isoladas e passa a alcançar estruturas que sustentam a vida comunitária e produtiva. O texto permite atendimento a iniciativas rurais e remotas da Amazônia Legal, desde que estejam relacionadas às atividades previstas no decreto.

Na prática, isso inclui espaços usados em atividades de bioeconomia, agroextrativismo, produção de alimentos e empreendimentos comunitários. A lógica do decreto é ampliar a presença da energia elétrica onde ela pode apoiar a organização local, a produção e a permanência de famílias em regiões distantes dos centros urbanos.

Como muda

O novo caminho do atendimento

O decreto amplia o foco do programa e organiza o atendimento em áreas rurais e isoladas.

1
Chegada a áreas remotas
O foco permanece em regiões rurais e isoladas, com destaque para a Amazônia Legal.
2
Energia para produção comunitária
A medida inclui estruturas ligadas à bioeconomia, ao agroextrativismo e à produção de alimentos.
3
Prioridade para grupos vulneráveis
O decreto define quem deve ter preferência no atendimento do Luz para Todos. 

Prioridade inclui mulheres no CadÚnico e famílias com BPC

O decreto também estabelece prioridade para núcleos familiares chefiados por mulheres inscritas no Cadastro Único. O mesmo vale para famílias com pessoas com deficiência, idosos dependentes ou beneficiários do Benefício de Prestação Continuada, o BPC.

O Luz para Todos também prioriza comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas, extrativistas, agricultores familiares e povos tradicionais. Esses grupos aparecem no texto como públicos centrais da nova etapa, especialmente por estarem ligados a regiões onde o acesso à energia ainda enfrenta barreiras geográficas, econômicas e operacionais.

Prioridade social

Quem entra na frente do atendimento

A nova regra organiza grupos com preferência, especialmente famílias vulneráveis e comunidades tradicionais.

01

Mulheres no CadÚnico
Núcleos familiares chefiados por mulheres inscritas no cadastro social.

02

Famílias com BPC
Inclui pessoas com deficiência, idosos dependentes e beneficiários do benefício.

03

Povos tradicionais
Indígenas, quilombolas, ribeirinhos, extrativistas e agricultores familiares.

Leitura central: o decreto tenta direcionar o Luz para Todos a quem enfrenta maior dificuldade de acesso à energia em áreas isoladas. 

Concessões renovadas exigem investimento no setor elétrico

Na mesma semana da atualização do Luz para Todos, o governo federal renovou a concessão de 14 distribuidoras de energia elétrica. Como contrapartida, foi exigido investimento de R$ 130 bilhões no setor até 2030.

A medida abrange distribuidoras que atuam em 13 estados, incluindo Pará, Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, interior de São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Relançado há dois anos, o Luz para Todos busca ampliar o acesso à energia elétrica em áreas rurais e regiões isoladas do Brasil. Segundo a informação publicada, a expectativa é que os novos contratos beneficiem cerca de 41,8 milhões de famílias.

Impacto da medida

Energia como acesso, produção e inclusão

A atualização amplia o papel do programa ao conectar eletrificação, atendimento social e atividades comunitárias em regiões remotas.

Moradia

Acesso básico
Energia para famílias que vivem em áreas rurais e isoladas.

Comunidade

Apoio produtivo
Atendimento a estruturas ligadas à produção e à economia local.

Prioridade

Foco social
Preferência para famílias vulneráveis e povos tradicionais.

Síntese fiel: o Luz para Todos passa a combinar energia elétrica, inclusão social e suporte a atividades comunitárias em regiões remotas. 

A atualização do Luz para Todos reforça a tentativa de ampliar a presença da energia elétrica onde o acesso ainda é limitado. O decreto organiza prioridades, inclui estruturas ligadas à produção comunitária e mantém foco em populações que vivem em áreas remotas, especialmente na Amazônia Legal.

Com isso, o Luz para Todos passa a ter uma atuação mais ampla, combinando atendimento residencial, apoio a atividades produtivas e prioridade para grupos sociais específicos. A execução prática dependerá da aplicação das novas regras e dos contratos do setor elétrico nos próximos anos.

Fonte da notícia: Metrópoles

Skunk na BR-364: PRF apreende quase 175 kg após abordagem

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Skunk na BR-364 apreendido pela PRF durante fiscalização com viatura, carro abordado e tabletes de droga
Apreensão de quase 175 kg de skunk ocorreu após abordagem da PRF durante fiscalização na BR-364.

Skunk na BR-364 foi apreendido pela Polícia Rodoviária Federal durante uma fiscalização que terminou com dois homens presos e quase 175 kg de droga retirados de circulação. A ocorrência começou após uma manobra considerada suspeita feita pelo motorista de um carro preto durante patrulhamento ostensivo.

De acordo com a PRF, a equipe realizava fiscalização no km 103 da BR-364 quando visualizou um Renault Kwid preto. Ao perceber a aproximação da viatura, o condutor realizou uma mudança brusca de direção, atitude que motivou a abordagem imediata do veículo.

Skunk na BR-364 foi encontrado em carro preto

Durante a fiscalização, os agentes notaram que o motorista apresentava sinais visíveis de embriaguez. Além disso, o passageiro demonstrava nervosismo excessivo, segundo a corporação. Por isso, os policiais aprofundaram a vistoria no interior do automóvel.

Na checagem, a PRF encontrou 165 tabletes de substância análoga a skunk espalhados pelo banco traseiro e pelo porta-malas. Ao todo, a carga pesou aproximadamente 174,77 kg. A droga foi descrita pela corporação como maconha de alto teor de pureza.

Dados da ocorrência

O que foi apreendido durante a fiscalização

174,77 kg
aproximadamente de substância análoga a skunk
165
tabletes localizados dentro do veículo abordado
2 presos
por tráfico de drogas e embriaguez ao volante

Motorista passou por teste do etilômetro

Além da apreensão de skunk na BR-364, a ocorrência também envolveu suspeita de embriaguez ao volante. O condutor foi submetido ao teste do etilômetro, que confirmou a alteração, agravando a situação criminal relatada pela PRF.

Segundo a corporação, os suspeitos informaram que a carga seria entregue em um posto de combustíveis no perímetro urbano. A informação foi registrada durante a ocorrência e passou a integrar os encaminhamentos adotados após a abordagem.

Agente da PRF observa tabletes de skunk na BR-364 após apreensão durante fiscalização
Fiscalização encontrou 165 tabletes no banco traseiro e no porta-malas do veículo.

Apreensão de skunk na BR-364 terminou com dois presos

Diante dos fatos, os dois homens receberam voz de prisão. Conforme a PRF, eles foram enquadrados pelos crimes de tráfico de drogas, previsto no artigo 33 da Lei 11.343/06, e embriaguez ao volante, prevista no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro.

Depois da prisão, os suspeitos, o veículo e o entorpecente foram encaminhados à Delegacia de Flagrantes para a formalização do flagrante. A apreensão de skunk na BR-364 chamou atenção pelo volume da carga e pela forma como os tabletes estavam distribuídos dentro do automóvel.

Como a abordagem avançou

Manobra suspeita levou à vistoria do veículo

1. Mudança brusca
O motorista alterou a direção ao notar a aproximação da viatura.
2. Sinais observados
A PRF relatou embriaguez do condutor e nervosismo do passageiro.
3. Droga localizada
Os tabletes estavam no banco traseiro e no porta-malas do carro.

BR-364 segue como rota estratégica de fiscalização

A BR-364 é uma das principais rotas rodoviárias da região Norte e concentra fluxo intenso de veículos, transporte de cargas e deslocamentos entre municípios e estados. Por esse motivo, operações de fiscalização em pontos estratégicos da rodovia costumam ter papel importante no combate ao transporte de drogas, armas, produtos ilegais e outras ocorrências criminais.

Para a PRF, a fiscalização ostensiva ajuda a identificar situações suspeitas durante o patrulhamento e permite resposta rápida quando há tentativa de fuga, mudança brusca de direção ou comportamento incompatível com uma abordagem comum. Nesse caso, a combinação entre a manobra do motorista, os sinais de embriaguez e o nervosismo do passageiro levou os agentes a ampliar a vistoria.

A apreensão de skunk na BR-364 reforça a relevância da rodovia nas ações de segurança pública. Além de ligar áreas urbanas, zonas rurais e corredores interestaduais, a via também exige atenção constante das forças de fiscalização por causa do volume de circulação e da possibilidade de transporte de cargas ilícitas.

Com a retirada de quase 175 kg de entorpecente de circulação, a ocorrência passa a integrar o conjunto de ações de combate ao tráfico nas rodovias federais. A PRF informou que os procedimentos legais foram adotados e que o caso foi encaminhado à unidade policial responsável pela formalização do flagrante.

Fonte da notícia:
Polícia Rodoviária Federal.

Chuvas intensas em Rondônia acendem alerta para ventos e alagamentos

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Chuvas intensas em Rondônia deixam avenida molhada durante alerta meteorológico
Alerta meteorológico chama atenção para chuva, vento forte e risco de transtornos em Rondônia.

Chuvas intensas em Rondônia acenderam o alerta para moradores de várias cidades do estado, após aviso meteorológico atribuído ao Instituto Nacional de Meteorologia, o INMET. A previsão indica possibilidade de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora, acumulado de até 50 milímetros ao dia e ventos que podem variar entre 40 e 60 km/h.

O aviso exige atenção porque, mesmo com classificação de risco moderado, há possibilidade de transtornos como queda de galhos, descargas elétricas, alagamentos pontuais e interrupções no fornecimento de energia. Por isso, moradores devem acompanhar as atualizações oficiais e evitar situações de risco durante tempestades.

Alerta ao cidadão

O que o alerta indica

30 mm/h
Chuva por hora pode ocorrer em pontos atingidos pelo aviso.
50 mm/dia
Acumulado diário pode elevar o risco de pontos de alagamento.
60 km/h
Rajadas de vento podem causar queda de galhos e transtornos.

Chuvas intensas em Rondônia atingem várias cidades

Entre os municípios citados no alerta estão Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal, Jaru, Vilhena, Rolim de Moura, Pimenta Bueno e Ouro Preto do Oeste, além de outras localidades rondonienses. A recomendação é que a população acompanhe os canais oficiais, pois os avisos meteorológicos podem ser atualizados conforme a evolução das nuvens, dos ventos e das áreas de instabilidade.

Chuvas intensas em Rondônia atingem cidades com vento forte, raios e pista molhada
Alerta meteorológico chama atenção para chuva forte, rajadas de vento e risco de transtornos em municípios de Rondônia.

Em situações de chuvas intensas em Rondônia, o risco não se limita ao volume de água. Rajadas de vento podem derrubar galhos, deslocar objetos soltos e aumentar o perigo para motoristas, motociclistas e pedestres. Além disso, descargas elétricas exigem cuidado especial em áreas abertas, zonas rurais, margens de rios e locais com pouca proteção.

Cuidados imediatos

Como reduzir riscos durante a tempestade

Pequenas decisões ajudam a evitar acidentes quando há chuva forte, vento e raios.

  • Evite se abrigar debaixo de árvores durante rajadas de vento.
  • Não estacione veículos perto de torres, placas e estruturas metálicas.
  • Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada durante descargas elétricas.
  • Redobre a atenção em vias alagadas, pontes, bueiros e áreas de enxurrada.

Alerta exige atenção de motoristas e moradores

O alerta de chuvas intensas em Rondônia também deve ser observado por quem precisa pegar estrada ou circular em trechos urbanos com histórico de alagamento. Durante chuva forte, a visibilidade pode cair rapidamente, enquanto a pista molhada aumenta o risco de aquaplanagem, colisões e quedas envolvendo motociclistas.

Chuva forte em avenida de Rondônia com pista molhada, carros, motociclista e risco de alagamento
Chuvas intensas em Rondônia reduzem a visibilidade, deixam a pista escorregadia e aumentam o risco para motoristas, motociclistas e moradores de áreas vulneráveis.

Para motoristas, a orientação é reduzir a velocidade, manter distância segura do veículo da frente e evitar atravessar áreas com água acumulada. Já moradores de regiões mais baixas devem observar sinais de enxurrada, retorno de água por ralos, risco de erosão e movimentação anormal de barrancos ou margens de igarapés.

Serviço público

Quando pedir ajuda

199
Defesa Civil, em casos de alagamento, risco estrutural, erosão ou ameaça a imóveis.
193
Corpo de Bombeiros, em emergências com risco à vida, queda de árvore ou acidente.

Monitoramento deve continuar ao longo do dia

Como o tempo pode mudar rapidamente na Amazônia, o aviso sobre chuvas intensas em Rondônia deve ser acompanhado em tempo real pelos canais oficiais do INMET, Defesa Civil e órgãos locais. A classificação amarela costuma indicar perigo potencial, mas isso não elimina a necessidade de cuidado, principalmente em locais vulneráveis a alagamentos.

A população também deve observar orientações das prefeituras, especialmente quando houver interrupção de vias, queda de árvores, falta de energia ou registro de áreas afetadas. Em caso de risco imediato, a recomendação é buscar abrigo seguro e acionar os serviços de emergência.

Fonte da notícia: INMET, com informações via Portal SGC

Policial e bombeiro conversam em ambiente de trabalho, em imagem ilustrativa sobre o cuidado com a saúde mental dos profissionais da segurança pública.

Saúde mental na segurança pública avança em comissão da Câmara

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Comissão aprova medidas de prevenção e apoio psicológico a profissionais da segurança, mas projeto ainda não virou lei.
Composição ilustrativa sobre adicional de fronteira, com profissionais de fiscalização analisando documentos e mapa em área fluvial amazônica.

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