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domingo, outubro 25, 2026
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Defensoria recebe unidade do Hospital de Amor para exames sem agendamento

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Exames do Hospital de Amor em unidade móvel durante ação de saúde em Rondônia
Imagem ilustrativa representa atendimento em unidade móvel do Hospital de Amor durante ação de saúde em Rondônia.

Os exames do Hospital de Amor integram a Semana D da Saúde da Defensoria Pública de Rondônia entre 31 de agosto e 2 de setembro. A unidade móvel anunciada para a programação realizará mamografia e tomografia em demanda espontânea, sem necessidade de agendamento prévio, segundo a instituição.

A Semana D segue até 4 de setembro, mas a participação da unidade móvel ocorre apenas nos três primeiros dias. Para os exames do Hospital de Amor, o comunicado não informa horário de funcionamento, documentos exigidos, quantidade de exames, faixa etária ou critérios específicos de cada procedimento.

Exames do Hospital de Amor ficam disponíveis por três dias

Os exames do Hospital de Amor foram anunciados para 31 de agosto, 1º e 2 de setembro. A Defensoria informou que a unidade móvel oferecerá mamografia e tomografia, mas não detalhou o tipo de tomografia, a região do corpo examinada nem eventual necessidade de pedido médico.

Também não foi divulgada quantidade de vagas, senhas ou limite diário. Por isso, os exames do Hospital de Amor sem agendamento prévio não representam garantia de atendimento para todas as pessoas que comparecerem.

Exames na Semana D
PERÍODO31 de agosto a 2 de setembro.
EXAMESMamografia e tomografia.
AGENDAMENTONão é necessário previamente, segundo a Defensoria.
HORÁRIO E DOCUMENTOSNão informados no comunicado.

Demanda espontânea dispensa agendamento, mas não elimina triagem

Na divulgação dos exames do Hospital de Amor, demanda espontânea significa que a pessoa não precisa ter marcado previamente um horário. A informação não confirma ausência de critérios de elegibilidade, triagem, limite diário ou avaliação da equipe responsável.

A fonte específica também não apresenta lista de documentos. Regras usadas em outras campanhas do Hospital de Amor, como idade, Cartão SUS, comprovante de residência ou encaminhamento, não devem ser transferidas automaticamente para esta ação.

exames do Hospital de Amor em unidade móvel durante ação de saúde em Rondônia
Unidade móvel do Hospital de Amor integra a Semana D da Saúde com mamografia e tomografia anunciadas em demanda espontânea pela Defensoria Pública de Rondônia.
Antes de ir
Os exames do Hospital de Amor estão anunciados sem agendamento prévio, mas horário, documentos, critérios específicos e quantidade de atendimentos não constam no comunicado. Essas informações podem ser definidas pela organização conforme o fluxo da ação.

Mutirão jurídico da Defensoria atende outra demanda

A programação da Semana D também inclui um mutirão interinstitucional voltado à mediação, conciliação e solução administrativa de demandas de saúde. Os exames do Hospital de Amor são uma frente diferente e não devem ser confundidos com esse atendimento jurídico.

Segundo a Defensoria, o mutirão jurídico envolve casos administrativos e judiciais que já são acompanhados pela instituição. O comunicado não confirma abertura, em demanda espontânea, de novos processos de saúde durante essa atividade.

Duas frentes, objetivos diferentes
UNIDADE MÓVEL: mamografia e tomografia em demanda espontânea, conforme anúncio da Defensoria.
MUTIRÃO JURÍDICO: tratamento de demandas de saúde já acompanhadas pela Defensoria Pública.

Semana D mobiliza defensorias pelo direito à saúde

A mobilização integra a Semana D, iniciativa nacional voltada à garantia do direito à saúde. A ANADEP informa que defensorias de diferentes estados promovem ações de atendimento, educação em direitos e articulação institucional durante o período.

Em Rondônia, os exames do Hospital de Amor ampliam a programação com uma frente prática de atendimento. O Hospital de Amor mantém unidades de prevenção em Rondônia, mas critérios de outras unidades não devem ser usados para preencher lacunas desta ação específica.

Para esta edição, a informação confirmada é objetiva: os exames do Hospital de Amor incluem mamografia e tomografia entre 31 de agosto e 2 de setembro, sem agendamento prévio. Horário, documentos, quantidade de exames, faixa etária e critérios adicionais permanecem sem detalhamento no comunicado usado como base.

Fonte: Defensoria Pública de Rondônia.
Via: AgoraRO.

MP Eleitoral orienta órgãos sobre uso de repartições em campanhas em Rondônia

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Uso de repartições em campanhas é tema de orientação do MP Eleitoral em Rondônia
Imagem ilustrativa representa atendimento em repartição pública no contexto das orientações eleitorais para 2026 em Rondônia.

Uso de repartições em campanhas é o foco de uma orientação do Ministério Público Eleitoral enviada a órgãos federais, estaduais e municipais de Rondônia para as Eleições 2026. A recomendação busca impedir que servidores, veículos, equipamentos, sistemas e outros recursos custeados pelo poder público sejam utilizados para favorecer candidaturas.

O documento integra a Recomendação nº 07/2026, assinada eletronicamente em 19 de julho e divulgada oficialmente pelo Ministério Público Federal em 27 de agosto. A orientação sobre uso de repartições em campanhas é preventiva e não cria nova lei, decisão judicial ou condenação automática.

Uso de repartições em campanhas também alcança recursos digitais

A orientação sobre uso de repartições em campanhas não se limita a cartazes, faixas ou adesivos. Ela alcança veículos oficiais, telefones e celulares institucionais, computadores, redes e sistemas, e-mails, perfis oficiais em redes sociais, bancos de dados, cadastros, programas sociais e listas de usuários ou beneficiários.

Também entram materiais, equipamentos e recursos humanos, tecnológicos ou financeiros mantidos pelo erário. O objetivo é evitar que a estrutura pública seja empregada para beneficiar candidatura, partido, federação ou coligação.

Estrutura pública não deve virar recurso eleitoral
VEÍCULOSNão devem ser usados para beneficiar campanha.
RECURSOS DIGITAISE-mail, computadores, sistemas e redes sociais institucionais entram na orientação.
DADOS PÚBLICOSCadastros e listas de beneficiários não devem ser usados eleitoralmente.
EQUIPESAgentes públicos não devem ser mobilizados para campanha durante a jornada.

Atendimento ao cidadão deve continuar normalmente

Nas regras sobre uso de repartições em campanhas, o atendimento ao público não deve ser paralisado, interrompido ou retardado para receber pré-candidatos ou candidatos. Servidores, empregados públicos, terceirizados e estagiários também não devem ser mobilizados para atos político-eleitorais durante a jornada, ressalvadas as hipóteses previstas em lei.

A recomendação cita ainda camisetas, bótons, distintivos e outros objetos de apoio político quando usados por agentes públicos no exercício das funções. Isso não significa que todo visitante esteja automaticamente proibido de portar qualquer adereço político.

uso de repartições em campanhas durante atendimento em órgão público de Rondônia
A orientação também alcança computadores, telefones, sistemas, bancos de dados e equipes que atuam durante a jornada de trabalho.

Visitas e gravações não estão proibidas de forma genérica

A disciplina do uso de repartições em campanhas não estabelece proibição genérica de entrada de candidatos em órgãos públicos. O foco são reuniões, discursos, distribuição de material, visitas eleitorais, gravações para divulgação de campanha ou interação político-eleitoral com agentes públicos durante o expediente quando houver uso indevido da estrutura estatal.

Também não é correto tratar toda fotografia ou gravação em imóvel público como irregular. A jurisprudência do TSE citada na recomendação admite a captação de imagens quando o local é de livre acesso, está disponível aos demais candidatos, o serviço não é interrompido e não há interação direta com servidores ou usuários nem encenação.

A recomendação não significa que…
CANDIDATO: esteja proibido de entrar em qualquer órgão público.
GRAVAÇÃO: qualquer imagem feita em prédio público seja automaticamente irregular.
NOVA LEI: o MP tenha criado uma nova regra eleitoral.
PUNIÇÃO: multa ou prisão sejam consequências automáticas.
LEGISLATIVO: todas as dependências estejam submetidas à mesma regra sem ressalva.

Há uma exceção prevista para o Poder Legislativo dentro das regras sobre uso de repartições em campanhas. Nas dependências das casas legislativas, a veiculação de propaganda eleitoral fica a critério da Mesa Diretora, conforme a ressalva mencionada na própria recomendação com base na Lei das Eleições.

Multa e detenção citadas dependem do caso concreto

Em situações envolvendo uso de repartições em campanhas, o documento cita multa de R$ 2 mil a R$ 8 mil prevista na legislação para determinadas hipóteses de propaganda irregular em bens alcançados pela regra. Também menciona o artigo 346 do Código Eleitoral, que prevê detenção de até seis meses e multa para uso de serviço ou repartição pública em benefício político.

Essas consequências não são automáticas. O enquadramento depende das circunstâncias e da legislação aplicável a cada caso. O simples descumprimento da recomendação não equivale a condenação, embora o Ministério Público Eleitoral informe que poderá adotar medidas judiciais diante de eventual irregularidade.

A orientação sobre uso de repartições em campanhas foi encaminhada a órgãos das esferas federal, estadual e municipal em Rondônia. Entre os destinatários citados estão Governo de Rondônia, Assembleia Legislativa e estruturas federais instaladas no estado, além de prefeitos e presidentes de câmaras municipais comunicados por meio dos promotores eleitorais.

As regras sobre uso de repartições em campanhas podem ser conferidas na notícia oficial do Ministério Público Federal e na Recomendação nº 07/2026.

Fontes: Ministério Público Federal / Ministério Público Eleitoral.
Via: AgoraRO.

IFRO abre 40 vagas em formação de Python para participantes a partir de 12 anos

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IFRO abre 40 vagas para curso de Python em Porto Velho
Imagem ilustrativa representa mulheres em atividade de programação relacionada ao curso de Python do IFRO.

O Instituto Federal de Rondônia abriu seleção para 40 vagas no curso de Python do IFRO, ofertado pelo Campus Porto Velho Calama dentro do projeto Meninas na Programação. As inscrições seguem até 9 de setembro de 2026, às 23h59, por formulário eletrônico.

A formação é destinada a participantes com idade mínima de 12 anos e Ensino Fundamental I completo. O edital não exige experiência anterior. O projeto tem foco na inclusão e no protagonismo feminino em Tecnologia da Informação.

Curso de Python do IFRO aceita iniciantes a partir de 12 anos

Para disputar uma das 40 vagas do curso de Python do IFRO, é necessário ter pelo menos 12 anos e ter concluído o Ensino Fundamental I até o fim do período de inscrição. Não é exigido curso técnico, Ensino Médio, conhecimento de Python ou experiência anterior na área.

O objetivo do projeto menciona ampliar o acesso de meninas da rede pública à programação, enquanto o item de inscrição usa a expressão “qualquer pessoa” que cumpra a escolaridade exigida. Por isso, a matéria não trata vínculo com a rede pública nem gênero como requisito eliminatório inequívoco.

Serviço confirmado
VAGAS
40 vagas imediatas e até 40 nomes em cadastro de reserva
IDADE
a partir de 12 anos
ESCOLARIDADE
Ensino Fundamental I completo
PRAZO
9 de setembro, às 23h59

Inscrição é online e seleção segue ordem de envio

A inscrição no curso de Python do IFRO deve ser feita pelo formulário indicado no Edital nº 51/2026. É preciso anexar documento oficial com foto, CPF e comprovante de escolaridade.

A classificação considera a ordem de inscrição, respeitado o limite de 40 vagas. Se a mesma pessoa enviar mais de um formulário, prevalece o mais recente. Os excedentes podem compor cadastro de reserva. Não há prova, sorteio, entrevista ou análise curricular prevista para essa etapa.

Curso de Python do IFRO representado por mulheres em atividade de programação em laboratório
Imagem ilustrativa representa formação em programação e participação feminina em atividades de tecnologia relacionadas ao IFRO.

Formação terá 100 horas em formato híbrido

O curso de Python do IFRO terá 100 horas. A modalidade é híbrida, com atividades presenciais e 20% da carga em ambiente virtual de aprendizagem. A formação não deve ser descrita como totalmente online ou curso EAD.

As aulas presenciais estão previstas aos sábados, das 13h30 às 17h30, no Campus Porto Velho Calama, avenida Calama, nº 4985, bairro Flodoaldo Pontes Pinto. O início previsto é 19 de setembro, sujeito a alterações.

Para as atividades não presenciais do curso de Python do IFRO, é necessário acesso à internet e a equipamento tecnológico. O edital admite smartphone, computador, notebook ou tablet; notebook não é requisito obrigatório.

Conteúdo começa pela lógica e avança até projeto final

A programação prevista no curso de Python do IFRO inclui lógica e pensamento computacional, algoritmos, fundamentos de Python, estruturas de decisão e repetição, estruturas homogêneas de dados, modularização, funções e projeto final.

A proposta permite primeiro contato com programação. O foco institucional é aproximar mais participantes, especialmente meninas e mulheres, das áreas de Tecnologia da Informação sem exigir conhecimento prévio.

Resultado final está previsto para 14 de setembro

Inscrições: 28 de agosto a 9 de setembro.

Resultado preliminar: 10 de setembro.

Recursos: até 11 de setembro, às 23h59.

Resultado final: 14 de setembro.

Início previsto: 19 de setembro.

Quem ficar classificado dentro das 40 vagas do curso de Python do IFRO será automaticamente matriculado. No primeiro dia haverá confirmação da matrícula e entrega de termo de consentimento ou autorização do responsável legal, quando aplicável.

Certificado exige frequência e aproveitamento mínimos

Para receber certificado do curso de Python do IFRO, é necessário cumprir frequência mínima de 75% e aproveitamento de pelo menos 60%. O envio por e-mail está previsto em até 90 dias após a conclusão.

O edital não prevê taxa de inscrição, mensalidade ou cobrança, mas também não usa de forma expressa a formulação “curso gratuito”. A realização depende de disponibilidade financeira, docentes, formação suficiente da turma e condições adequadas do local.

Assim, o curso de Python do IFRO é uma oportunidade prevista pelo IFRO, sem que a abertura da seleção deva ser tratada como garantia incondicional de realização caso as condições do edital não sejam atendidas.

Antes de se inscrever, consulte novamente o edital do curso de Python do IFRO para conferir documentos, cronograma e possíveis comunicados do Campus Porto Velho Calama.

Fonte: Instituto Federal de Rondônia (IFRO), Edital nº 51/2026. Via: AgoraRO.

MPRO recomenda estudo antes da ativação definitiva de semáforos na BR-364 em Vilhena

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Semáforos na BR-364 em Vilhena instalados em trecho urbano da rodovia
Semáforos foram instalados em pontos da BR-364 no trecho urbano de Vilhena; ativação definitiva virou alvo de recomendação do Ministério Público de Rondônia.

O Ministério Público de Rondônia recomendou que a Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito de Vilhena não faça a ativação definitiva dos semáforos na BR-364 em Vilhena antes da apresentação de estudo técnico que demonstre segurança e eficácia. A recomendação foi expedida em 30 de agosto de 2026.

A Prefeitura havia anunciado que os equipamentos entrariam em operação permanente em 2 de setembro. A manifestação da Promotoria, porém, não é decisão judicial, liminar, cancelamento ou proibição definitiva. Ela recomenda que a Semtran apresente a análise técnica antes da ativação permanente.

MPRO pede estudo sobre semáforos na BR-364 em Vilhena

A 3ª Promotoria de Justiça de Vilhena acompanha as intervenções planejadas para o trecho urbano da rodovia. Segundo o material encaminhado pelo MPRO, a recomendação sobre os semáforos na BR-364 em Vilhena foi emitida depois da análise de informações, vídeos e relatos relacionados aos testes já realizados.

O ponto central é a comprovação técnica antes do funcionamento permanente. A Promotoria informou que, naquele momento, não tinha conhecimento de estudo técnico detalhado da Semtran demonstrando que a operação seria segura e eficaz. Isso não deve ser transformado em afirmação absoluta de que nenhum estudo exista.

O que a recomendação significa
É recomendação
não é decisão judicial nem liminar.
Equipamentos permanecem instalados
a manifestação trata da ativação definitiva.
Estudo técnico
é a comprovação solicitada antes da operação permanente.

Equipamentos estão em dois cruzamentos do trecho urbano

Os dois conjuntos dos semáforos na BR-364 em Vilhena já foram instalados nas interseções da rodovia com as avenidas Presidente Nasser e Brigadeiro Eduardo Gomes. A Prefeitura informou que a implantação ocorreu após autorização do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes.

A autorização do DNIT mencionada pelo Município integra o histórico da instalação. Ela não deve ser ampliada, sem documento específico, para uma suposta aprovação federal da eficácia operacional dos semáforos. A Semtran informou investimento municipal de R$ 179.190,01 na aquisição dos equipamentos.

Promotoria cita retenções observadas durante testes

Ao tratar dos semáforos na BR-364 em Vilhena, o MPRO relatou grandes retenções de veículos observadas durante testes, com reflexos na rodovia e em vias urbanas próximas. A recomendação busca avaliar se a operação permanente pode melhorar a circulação sem ampliar riscos aos usuários.

Trânsito e semáforos na BR-364 em Vilhena no trecho urbano da rodovia
Equipamentos já estão instalados; a recomendação do MPRO se concentra na comprovação técnica antes da ativação definitiva.

A previsão municipal divulgada antes da recomendação era colocar os semáforos na BR-364 em Vilhena em funcionamento definitivo em 2 de setembro. O documento do MPRO não determina retirada dos equipamentos nem permite concluir que eles nunca serão ativados.

Audiência discutiu quatro alternativas para a BR-364

Na audiência pública de 19 de agosto, foram apresentadas quatro alternativas para modernização do trecho urbano: viadutos em terra armada, trincheira, viaduto em formato de ferradura e reorganização do tráfego em nível. Os semáforos na BR-364 em Vilhena não apareciam nessa relação de quatro propostas técnicas.

Segundo o Ministério Público, a reorganização em nível teve maior aceitação nas discussões. Isso não significa que a alternativa já esteja contratada ou autorizada para execução. O debate sobre soluções estruturais segue separado da análise sobre a operação dos conjuntos semafóricos já instalados.

Levantamento citado pelo MPRO reúne 534 acidentes

Levantamento da Polícia Rodoviária Federal citado pelo MPRO aponta 534 acidentes no trecho urbano entre janeiro de 2022 e maio de 2026. Desse total, 97 foram classificados como graves e 14 resultaram em mortes.

Esses números descrevem o histórico de segurança viária do trecho e não podem ser atribuídos aos semáforos na BR-364 em Vilhena, que são uma intervenção recente. Os dados ajudam a explicar por que as mudanças na circulação estão sendo acompanhadas por Prefeitura, órgãos rodoviários e Ministério Público.

A discussão sobre os semáforos na BR-364 em Vilhena permanece concentrada em saber se e como a operação definitiva pode organizar o fluxo nos dois cruzamentos sem criar novos problemas de circulação ou segurança.

Até que a análise técnica seja apresentada e as próximas providências sejam informadas, os semáforos na BR-364 em Vilhena devem ser tratados como equipamentos instalados cuja ativação definitiva passou a ser objeto da recomendação do MPRO.

Fonte: Ministério Público de Rondônia (MPRO) e Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito de Vilhena. Via: AgoraRO.

US$ 24 milhões financiam busca por cura funcional da hepatite B; Porto Velho liderou taxa

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Pesquisa por cura funcional da hepatite B com contexto epidemiológico de Porto Velho
Consórcio liderado pela Johns Hopkins pesquisa uma cura funcional da hepatite B, enquanto Porto Velho aparece em destaque pelos indicadores recentes da doença.

A cura funcional da hepatite B é o objetivo de um novo consórcio internacional liderado pela Johns Hopkins Medicine. O Hepatitis B and HIV Cure Consortium, o BICC, recebeu US$ 24 milhões do NIH/NIAID para desenvolver pesquisas durante cinco anos, com participação de equipes do Brasil, Índia, Senegal, Uganda e Estados Unidos.

O tema tem relevância direta para Rondônia, mas é importante separar pesquisa e cenário local: Porto Velho não é sede do estudo. A capital aparece nesta reportagem porque teve em 2025 a maior taxa de detecção de hepatite B entre as capitais brasileiras, segundo dados preliminares do Ministério da Saúde.

Consórcio busca cura funcional da hepatite B durante cinco anos

O BICC é liderado pela infectologista Chloe Thio, da Johns Hopkins. A pesquisa combina virologia, imunologia, genética, biomarcadores e multiômica para entender a persistência do vírus e a resposta ao tratamento.

A Johns Hopkins informa que a primeira etapa inclui a formação de uma coorte internacional e de um repositório de amostras. O trabalho sobre cura funcional da hepatite B pretende identificar sinais de melhor controle viral e mecanismos que possam orientar novas estratégias terapêuticas, sem prometer resultado individual ou prazo para um tratamento curativo.

Pesquisa em resumo
US$ 24 milhões
financiamento do NIH/NIAID
5 anos
duração prevista do financiamento
5 países
Brasil, Índia, Senegal, Uganda e Estados Unidos
150 participantes
previstos no braço brasileiro

Brasil participa com Hucam-Ufes e USP

A participação brasileira envolve o Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes, da Universidade Federal do Espírito Santo, e a Universidade de São Paulo. O braço nacional prevê 150 participantes, incluindo pessoas com hepatite B e participantes com coinfecção por hepatite B e HIV.

Esse desenho reforça que a cura funcional da hepatite B é uma investigação multicêntrica. Não há informação oficial de recrutamento em Porto Velho ou de instalação de centro de pesquisa da Johns Hopkins em Rondônia.

Cura funcional da hepatite B representada por fígado, partículas virais e contexto visual de Porto Velho
Porto Velho aparece como contexto epidemiológico regional; o estudo internacional não é realizado na capital de Rondônia.

Cura funcional não significa eliminar todo o material viral

No protocolo brasileiro, a cura funcional da hepatite B está associada ao controle sustentado do vírus, incluindo perda persistente do HBsAg e supressão da replicação viral. Isso não equivale à eliminação completa de todo o DNA do HBV presente no organismo.

O vírus pode deixar material genético no fígado mesmo quando a atividade viral está controlada. Por isso, a pesquisa sobre cura funcional da hepatite B busca compreender como alcançar controle duradouro e quais biomarcadores podem indicar melhor resposta. A cura ainda não foi encontrada.

Porto Velho teve maior taxa entre capitais em 2025

Rondônia registrou 406 casos confirmados de hepatite B em 2025 e taxa de detecção de 23,2 por 100 mil habitantes, a segunda maior entre as unidades da Federação. Apenas o Acre apresentou taxa superior no recorte do boletim.

Porto Velho teve 199 casos confirmados e taxa de 38,4 por 100 mil habitantes, a maior entre as capitais. Esse ranking considera a taxa de detecção, e não o número absoluto de casos. Os dados recentes são preliminares e podem ser atualizados.

O cenário regional explica o interesse local pela cura funcional da hepatite B, mas os indicadores epidemiológicos não demonstram que moradores de Rondônia participem do consórcio nem que resultados futuros estejam disponíveis primeiro no estado.

Vacinação continua sendo a principal medida de prevenção

Enquanto a cura funcional da hepatite B permanece em investigação, a vacina contra hepatite B continua disponível gratuitamente no SUS. O Ministério da Saúde orienta conferir a situação vacinal e completar o esquema quando houver indicação.

Também ajudam a reduzir o risco o uso de preservativo e o não compartilhamento de objetos que possam ter contato com sangue. Testagem e acompanhamento devem seguir orientação da rede de saúde.

A cura funcional da hepatite B representa uma meta científica importante, mas não substitui prevenção, vacinação e tratamento já disponíveis para controlar a infecção crônica e reduzir o risco de complicações.

A cura funcional da hepatite B continua dependente de resultados científicos e validação clínica.

Fonte: AgoraRO. Dados oficiais: Johns Hopkins Medicine e Ministério da Saúde.

Anvisa aprova mosunetuzumabe subcutâneo para linfoma folicular após duas terapias

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Mosunetuzumabe para linfoma folicular recidivado ou refratário
Anvisa aprovou o Lunsumio SC, à base de mosunetuzumabe, para adultos com linfoma folicular recidivado ou refratário após duas ou mais linhas de terapia sistêmica.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou o mosunetuzumabe para linfoma folicular em uma indicação específica para adultos com doença recidivada ou refratária após duas ou mais linhas de terapia sistêmica anteriores. O medicamento registrado é o Lunsumio SC, uma formulação subcutânea do mosunetuzumabe.

A autorização amplia as opções regulatórias para pacientes que já passaram por tratamentos anteriores, mas não transforma o produto em terapia de primeira linha. O registro também não significa incorporação automática ao SUS, disponibilidade imediata em Rondônia, preço definido ou cobertura obrigatória por todos os planos de saúde.

Anvisa aprova mosunetuzumabe para linfoma folicular em casos específicos

O registro do Lunsumio SC foi publicado no Diário Oficial da União em 24 de agosto de 2026. Segundo a Anvisa, o produto é classificado como biológico e pertence à categoria dos anticorpos monoclonais.

O mosunetuzumabe para linfoma folicular foi autorizado para uma população delimitada: adultos com linfoma folicular que voltou depois de um tratamento ou que não respondeu adequadamente às terapias realizadas, desde que já tenham recebido ao menos duas linhas sistêmicas anteriores.

A aprovação em resumo
Adultos
público da indicação registrada
2 ou mais linhas
terapias sistêmicas anteriores
Via subcutânea
forma de administração do Lunsumio SC
CD20 + CD3
alvos do anticorpo biespecífico

Indicação não vale para qualquer paciente com linfoma

No contexto do mosunetuzumabe para linfoma folicular, recidivado significa que a doença retornou após um tratamento. Refratário é o termo usado quando o linfoma não responde adequadamente à terapia empregada. A indicação aprovada exige uma dessas condições e histórico de pelo menos duas linhas sistêmicas prévias.

O linfoma folicular é uma neoplasia maligna de células B e costuma ter evolução indolente, geralmente mais lenta. Ainda assim, pode apresentar múltiplas recaídas ao longo do tempo, especialmente em pacientes que já passaram por sucessivos tratamentos.

Mosunetuzumabe para linfoma folicular representado por Lunsumio SC e ligação entre células imunes
Lunsumio SC foi registrado para uso subcutâneo em adultos com linfoma folicular recidivado ou refratário após terapias anteriores.

Como funciona o anticorpo biespecífico CD20 e CD3

O mosunetuzumabe é um anticorpo monoclonal biespecífico do tipo IgG1. Ele foi desenvolvido para se ligar simultaneamente ao CD20, expresso nas células B malignas, e ao CD3, presente nos linfócitos T.

Essa ligação aproxima e ativa células T para reconhecer e atacar células B tumorais. Esse mecanismo caracteriza o mosunetuzumabe para linfoma folicular como uma terapia biespecífica, mas não significa que todos os pacientes terão a mesma resposta clínica.

Lunsumio SC é administrado por via subcutânea

A Anvisa informa que o produto é apresentado como solução injetável pronta para uso em frascos de 5 mg/0,5 mL e 45 mg/1 mL. A formulação é destinada à administração subcutânea.

A via subcutânea pode reduzir o tempo de administração em comparação com esquemas intravenosos, mas o mosunetuzumabe para linfoma folicular continua exigindo indicação médica, monitoramento e manejo dos riscos associados ao tratamento.

Eventos adversos relevantes

A Anvisa cita síndrome de liberação de citocinas, reações no local da aplicação, infecções e eventos hematológicos. O acompanhamento deve seguir a avaliação da equipe responsável pelo tratamento.

Aprovação regulatória não garante acesso imediato

A aprovação do mosunetuzumabe para linfoma folicular permite a comercialização dentro da indicação registrada, mas não equivale à incorporação automática ao Sistema Único de Saúde. Nas fontes oficiais usadas nesta reportagem, não há confirmação de inclusão do Lunsumio SC no SUS.

Também não há confirmação de preço ao paciente, estoque nacional, disponibilidade imediata em hospitais de Rondônia ou cobertura automática por todos os planos. O medicamento não deve ser apresentado como cura nem como opção indicada para qualquer pessoa com linfoma folicular.

A indicação do mosunetuzumabe para linfoma folicular depende do histórico terapêutico, da condição clínica e da avaliação especializada de cada paciente. O registro sanitário cria uma nova possibilidade regulatória, sem garantir resposta individual ao tratamento.

Por isso, o mosunetuzumabe para linfoma folicular deve ser entendido como uma opção aprovada para uma situação clínica específica, e não como substituto automático de outras terapias ou recomendação médica individual.

O uso do mosunetuzumabe para linfoma folicular deve seguir a indicação registrada e o acompanhamento da equipe de saúde responsável pelo caso.

Fonte: AgoraRO. Dados oficiais: Anvisa.

Rondônia registrou 7.519 notificações de acidentes de trabalho e 101 mortes em 2025

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Acidentes de trabalho em Rondônia em 2025 tiveram 7.519 notificações
Rondônia registrou 7.519 notificações de acidentes de trabalho em 2025, segundo boletim do CEREST/RO.

Rondônia registrou 7.519 notificações de acidentes de trabalho em Rondônia em 2025, segundo o boletim epidemiológico do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de Rondônia (CEREST/RO). O levantamento também contabilizou 101 óbitos relacionados aos acidentes notificados.

Os números precisam ser lidos com cautela. O próprio boletim classifica a base como parcial e provisória e chama atenção para a subnotificação, principalmente de doenças ocupacionais crônicas. Assim, 7.519 representa o volume registrado no sistema de vigilância, e não necessariamente todos os acidentes ocorridos no estado.

Acidentes de trabalho em Rondônia deixaram 101 óbitos registrados

Além das mortes, o boletim aponta 75 casos de incapacidade permanente: 62 parciais e 13 totais. A incapacidade temporária foi o desfecho mais frequente, com 3.664 registros, enquanto a categoria de cura aparece com 3.038 ocorrências na base analisada.

Os desfechos mostram a gravidade dos acidentes de trabalho em Rondônia, mas não devem ser somados para criar um novo total fora da metodologia do boletim.

Balanço de 2025
7.519
notificações de acidentes de trabalho
101
óbitos relacionados aos acidentes
75
casos de incapacidade permanente
3.664
registros de incapacidade temporária

Trabalhadores de 20 a 49 anos concentram mais de 75% das notificações

A faixa de 20 a 34 anos respondeu por 44% das notificações, enquanto pessoas de 35 a 49 anos representaram 30,7%. Juntas, as duas faixas concentraram mais de três quartos dos registros de acidentes de trabalho em Rondônia em 2025.

O dado mostra onde houve mais notificações, mas não mede sozinho o risco individual; comparar grupos exige considerar também o número de trabalhadores expostos.

Acidentes de trabalho em Rondônia representados por equipamentos de proteção e trabalhador em ambiente industrial
Boletim do CEREST/RO reúne notificações do SINAN e ressalta que os dados de 2025 são parciais e provisórios.

Pedreiros lideram entre as ocupações mais notificadas

Entre as ocupações com mais registros aparecem pedreiros, com 500 casos; trabalhadores agropecuários em geral, com 374; empregados domésticos nos serviços gerais, com 363; alimentadores de linha de produção, com 321; e trabalhadores volantes da agricultura, com 231.

O ranking de acidentes de trabalho em Rondônia não prova quais profissões são mais perigosas, porque o tamanho de cada grupo ocupacional influencia o volume de registros.

Boletim alerta para subnotificação de doenças relacionadas ao trabalho

O documento chama atenção para a baixa quantidade de notificações de agravos como LER/DORT, transtornos mentais relacionados ao trabalho, perda auditiva induzida por ruído, dermatoses e pneumoconioses. O próprio CEREST/RO aponta que doenças ocupacionais crônicas podem estar subnotificadas.

Números baixos dessas doenças não significam que sejam raras. A vigilância dos acidentes de trabalho em Rondônia depende de investigação e notificação adequadas.

Material biológico é categoria específica

O boletim registra 586 acidentes com exposição a material biológico. Esse indicador deve permanecer separado dos 7.519 acidentes de trabalho, sem soma automática, porque se trata de categoria específica de vigilância.

Na tabela geral de agravos, Porto Velho aparece com 2.077 notificações, Vilhena com 1.005 e Ji-Paraná com 929. Esses valores abrangem vários agravos e não devem ser apresentados como acidentes de trabalho exclusivamente.

Nova regra nacional prevê investigação de óbitos em até 180 dias

Em agosto de 2026, o Ministério da Saúde instituiu o Pacto Pela Vida do Trabalhador e da Trabalhadora, voltado à prevenção e vigilância de mortes relacionadas ao trabalho. A regra estabelece que a investigação de óbitos suspeitos ou confirmados deverá ser concluída em até 180 dias, salvo prorrogação com justificativa técnica.

A medida é posterior aos dados de acidentes de trabalho em Rondônia de 2025 e não altera retroativamente o balanço. A portaria prevê entrada em vigor 60 dias após a publicação.

O acompanhamento dos acidentes de trabalho em Rondônia exige notificação consistente e análise contínua dos dados de vigilância.

O acompanhamento dos acidentes de trabalho em Rondônia exige notificação consistente e análise contínua dos dados de vigilância.

O acompanhamento dos acidentes de trabalho em Rondônia exige notificação consistente e análise contínua dos dados de vigilância.

O acompanhamento dos acidentes de trabalho em Rondônia exige notificação consistente e análise contínua dos dados de vigilância.

Fonte: AgoraRO. Dados oficiais: CEREST/RO e Ministério da Saúde.

Roman já está no espaço e segue para L2 após lançamento da NASA

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Telescópio Roman da NASA é lançado ao espaço em missão científica
Telescópio Espacial Nancy Grace Roman foi lançado pela NASA em 30 de agosto de 2026.

O telescópio Roman da NASA foi lançado neste domingo, 30 de agosto, às 7h26 — o mesmo horário local em Rondônia e no Amazonas. O observatório decolou do Kennedy Space Center, na Flórida, a bordo de um SpaceX Falcon Heavy, em uma missão criada para estudar energia escura, matéria escura, galáxias e exoplanetas.

As etapas iniciais foram concluídas com sucesso: o Roman se separou do foguete, estabeleceu comunicação com as equipes em solo e abriu os painéis solares. O telescópio Roman da NASA agora segue para uma órbita ao redor do ponto de Lagrange Sol-Terra L2, enquanto passa por ativações, calibrações e testes.

Telescópio Roman da NASA já está voando por conta própria

O telescópio Roman da NASA começou a transmitir telemetria poucos minutos depois da decolagem. Após a separação do segundo estágio, o observatório passou a voar de forma independente, e a equipe confirmou a abertura dos painéis solares cerca de uma hora e 23 minutos após o lançamento.

Outras estruturas serão implantadas durante os primeiros dias. O telescópio Roman da NASA ainda está na fase inicial e não começou a operação científica completa; portanto, não há imagens científicas ou descobertas de exoplanetas produzidas pelo Roman até este momento.

Roman após o lançamento
30/08/2026 — 7h26
lançamento no mesmo horário local de Rondônia
Falcon Heavy
foguete usado na missão
Comunicação estabelecida
telemetria recebida pelas equipes
Painéis solares abertos
observatório segue para L2

Destino fica a cerca de 1 milhão de milhas da Terra

O telescópio Roman da NASA seguirá para uma órbita ao redor do ponto L2, localizado a aproximadamente 1 milhão de milhas da Terra. O percurso e o comissionamento devem levar cerca de três meses, com correções de trajetória, ativações, calibrações e testes dos instrumentos.

Esse cronograma é importante porque o telescópio Roman da NASA ainda precisa demonstrar que seus sistemas estão funcionando dentro dos parâmetros previstos antes de entrar na rotina científica. As primeiras imagens são esperadas somente após essa etapa.

Telescópio Roman da NASA após lançamento com destino à região orbital L2
Roman passará por cerca de três meses de comissionamento antes das primeiras imagens científicas.

Campo de visão será pelo menos 100 vezes maior que o do Hubble

O telescópio Roman da NASA e o Hubble usam espelhos principais de 2,4 metros. A grande diferença está na área registrada em cada observação: o Roman terá campo de visão pelo menos 100 vezes maior, mantendo resolução semelhante à do Hubble no infravermelho.

A câmera Wide Field Instrument, ou WFI, terá aproximadamente 300 megapixels. A NASA afirma ainda que o Roman poderá realizar grandes levantamentos do céu até 1.000 vezes mais rapidamente que o Hubble. Essa comparação se refere à velocidade de levantamento, não à velocidade de processamento ou deslocamento da nave.

Roman vai estudar energia escura, matéria escura e exoplanetas

Entre os objetivos do telescópio Roman da NASA estão investigar a expansão do universo, mapear estruturas cósmicas e ampliar o estudo de exoplanetas. O Coronagraph Instrument terá papel de demonstração tecnológica, testando técnicas de alto contraste para observar planetas gigantes próximos de suas estrelas.

A NASA estima mais de mil exoplanetas por microlente gravitacional e aproximadamente 100 mil por trânsitos. Os números pertencem a métodos diferentes e não devem ser somados como se representassem uma única contagem garantida. Também não há base para dizer que o Roman irá fotografar uma “segunda Terra”.

Primeiras imagens são esperadas para o início de 2027

As primeiras imagens do telescópio Roman da NASA são esperadas para o início de 2027, depois do comissionamento e das calibrações. Quando estiver em operação, a missão deverá gerar cerca de 1,4 terabyte de dados por dia, volume que exigirá processamento e análise em larga escala.

O telescópio Roman da NASA abre uma nova etapa para levantamentos de grandes áreas do céu, mas a missão ainda está no começo. Até que o comissionamento termine, qualquer descoberta científica atribuída ao Roman deve ser tratada como futura, não como resultado já obtido.

Fonte: AgoraRO. Dados oficiais: NASA.

Brasil aprova nipocalimabe para doença autoimune rara do sangue

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Nipocalimabe para anemia hemolítica autoimune aprovado no Brasil
Anvisa aprovou nova indicação do nipocalimabe para anemia hemolítica autoimune por anticorpos quentes.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma nova indicação do Imaavy (nipocalimabe) para adultos e adolescentes a partir de 12 anos com anemia hemolítica autoimune por anticorpos quentes, conhecida pela sigla AHAI-Q. O Brasil é o primeiro país do mundo a autorizar o medicamento para essa indicação específica.

O novo tratamento para anemia hemolítica autoimune é um medicamento biológico do tipo anticorpo monoclonal e tem administração intravenosa. A autorização regulatória vale nacionalmente, mas não confirma incorporação ao SUS, disponibilidade comercial imediata, preço definido ou oferta regular em hospitais e farmácias de Rondônia.

Anvisa aprova nova indicação do nipocalimabe

A nova indicação do Imaavy contempla pacientes com 12 anos ou mais diagnosticados com AHAI-Q. O produto já tinha registro no Brasil para outra condição, e a decisão anunciada em agosto de 2026 amplia formalmente as situações em que pode ser utilizado.

Segundo a Anvisa, a análise recebeu prioridade por envolver uma doença rara, séria e potencialmente debilitante. Esse tratamento para anemia hemolítica autoimune passa a ter indicação específica autorizada no país, mas a escolha terapêutica continua dependendo de avaliação médica individual.

A aprovação em resumo
12 anos ou mais
público da nova indicação
Uso intravenoso
medicamento biológico
1 a 3 casos
por 100 mil habitantes ao ano
Primeiro no mundo
Brasil para essa indicação específica

Brasil é o primeiro país a autorizar esse uso

O pioneirismo brasileiro se refere exclusivamente ao uso do nipocalimabe para AHAI-Q. Isso não significa que o Brasil tenha sido o primeiro país a aprovar o medicamento para qualquer finalidade.

A autorização de 2026 é uma ampliação de indicação terapêutica. Com ela, o tratamento para anemia hemolítica autoimune ganha respaldo regulatório para essa doença específica, dentro das condições estabelecidas pela Anvisa.

Tratamento para anemia hemolítica autoimune representado por hemácias, anticorpos e mapa do Brasil
Nova indicação do nipocalimabe foi aprovada para adultos e adolescentes a partir de 12 anos com AHAI-Q.

AHAI-Q é uma doença autoimune rara do sangue

Na anemia hemolítica autoimune por anticorpos quentes, autoanticorpos participam da destruição das hemácias. A Anvisa descreve a condição como rara, grave e potencialmente debilitante, com incidência estimada de aproximadamente 1 a 3 casos por 100 mil habitantes por ano.

Entre as manifestações citadas estão anemia, fadiga, falta de ar e necessidade de transfusões em alguns pacientes. A existência de um tratamento para anemia hemolítica autoimune aprovado para essa indicação não substitui diagnóstico, exames ou acompanhamento especializado.

Como o nipocalimabe atua no organismo

O nipocalimabe é um anticorpo monoclonal que bloqueia o receptor neonatal Fc, chamado FcRn. Segundo a documentação regulatória, esse bloqueio reduz a reciclagem da imunoglobulina G (IgG) e diminui níveis circulantes de IgG, incluindo autoanticorpos envolvidos na destruição das hemácias.

No estudo ENERGY, de fase 2/3, o regime aprovado registrou resposta duradoura de hemoglobina em 23,7% dos pacientes tratados, contra 7,7% no grupo placebo. O resultado sustenta o tratamento para anemia hemolítica autoimune, mas não representa resposta garantida para cada paciente.

O que sustentou a aprovação

O estudo ENERGY foi randomizado, duplo-cego e controlado por placebo. Os percentuais mostram resultados do grupo estudado e não permitem prever individualmente quem responderá ao tratamento.

Aprovação regulatória não significa acesso imediato

A decisão da Anvisa autoriza o novo tratamento para anemia hemolítica autoimune dentro das condições aprovadas. Ela não confirma que o medicamento já esteja disponível para compra imediata, nem estabelece preço, estoque nacional ou cronograma de chegada às unidades de saúde.

Também não há confirmação, nas fontes usadas nesta reportagem, de incorporação do nipocalimabe ao SUS ou de oferta regular em Rondônia. A aprovação não deve ser apresentada como cura e não elimina a necessidade de acompanhamento médico para avaliar benefícios, riscos e indicação clínica.

O acompanhamento do tratamento para anemia hemolítica autoimune deve considerar as condições aprovadas pela Anvisa e a avaliação clínica de cada paciente.

O acompanhamento do tratamento para anemia hemolítica autoimune deve considerar as condições aprovadas pela Anvisa e a avaliação clínica de cada paciente.

O acompanhamento do tratamento para anemia hemolítica autoimune deve considerar as condições aprovadas pela Anvisa e a avaliação clínica de cada paciente.

O acompanhamento do tratamento para anemia hemolítica autoimune deve considerar as condições aprovadas pela Anvisa e a avaliação clínica de cada paciente.

Fonte: AgoraRO. Dados oficiais: Anvisa.

Esclerose múltipla no SUS: veja diagnóstico, tratamento e acesso a medicamentos

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Esclerose múltipla no SUS com diagnóstico por ressonância e acompanhamento neurológico
Diagnóstico da esclerose múltipla envolve avaliação neurológica, histórico clínico e exames como ressonância magnética.

A esclerose múltipla no SUS pode ser investigada, acompanhada e tratada na rede pública, com avaliação clínica, exames, acompanhamento multiprofissional e medicamentos definidos conforme o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT). A doença é neurológica, imunomediada, inflamatória e crônica e afeta o sistema nervoso central.

Em conteúdo publicado em 29 de agosto, o Ministério da Saúde destacou nove medicamentos modificadores do curso da doença disponíveis no SUS. Isso não significa que nove remédios tenham sido incorporados agora nem que a rede pública tenha somente essas nove opções terapêuticas.

O que é esclerose múltipla

Na esclerose múltipla no SUS, o cuidado começa pela investigação de uma doença em que o sistema imunológico ataca estruturas do sistema nervoso central. Esse processo pode comprometer a comunicação entre cérebro, medula e outras partes do corpo, com evolução diferente de uma pessoa para outra.

O PCDT aponta prevalência média brasileira de aproximadamente 8,69 casos por 100 mil habitantes. Esse número é uma média nacional e não deve ser transformado em estimativa específica para Rondônia, Porto Velho ou qualquer outro município sem dados próprios.

Sintomas podem variar e não confirmam o diagnóstico sozinhos

Entre os sinais que podem levar à investigação de esclerose múltipla no SUS estão alterações visuais, visão dupla, fraqueza muscular, dormência, formigamento, fadiga intensa, perda de equilíbrio, dificuldade de coordenação e alterações na fala. Também podem ocorrer manifestações urinárias, intestinais, dolorosas e cognitivas.

Esses sintomas não confirmam a doença isoladamente. O protocolo define surto como o aparecimento de sintomas neurológicos novos ou a piora dos existentes por mais de 24 horas, sem febre, infecção ou outra causa alternativa que explique o quadro.

Como é feito o diagnóstico da esclerose múltipla no SUS

Não existe um único exame isolado capaz de confirmar a doença. O diagnóstico combina avaliação clínica e neurológica, histórico dos sintomas e critérios diagnósticos definidos no protocolo. A ressonância magnética é um dos principais exames de apoio, pois ajuda a identificar lesões compatíveis no sistema nervoso central.

Em determinadas situações, pode ser indicada a análise do líquido cefalorraquidiano, o líquor, incluindo a pesquisa de bandas oligoclonais. Na esclerose múltipla no SUS, a investigação também precisa excluir outras condições que podem produzir sinais semelhantes.

Esclerose múltipla no SUS representada por cérebro, medula, mielina e imagens de ressonância
Diagnóstico e acompanhamento dependem de avaliação clínica, exames e critérios previstos no PCDT.

Nove medicamentos modificadores foram destacados pelo Ministério

Para a esclerose múltipla no SUS, o Ministério destacou nove medicamentos modificadores do curso da doença disponíveis na rede pública: acetato de glatirâmer, alentuzumabe, betainterferona 1A, betainterferona 1B, cladribina oral, fingolimode, fumarato de dimetila, natalizumabe e teriflunomida.

Acetato de glatirâmer
Alentuzumabe
Betainterferona 1A
Betainterferona 1B
Cladribina oral
Fingolimode
Fumarato de dimetila
Natalizumabe
Teriflunomida

A relação não representa todas as possibilidades do protocolo. O PCDT também contempla azatioprina em situações específicas e metilprednisolona intravenosa para surtos. O tratamento da esclerose múltipla no SUS segue critérios clínicos e não funciona como escolha livre do medicamento pelo paciente.

Como funciona o acesso aos medicamentos pelo CEAF

O acesso aos medicamentos para esclerose múltipla no SUS segue o fluxo do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica, o CEAF. Depois da consulta, diagnóstico e prescrição, o usuário precisa reunir a documentação exigida para o medicamento indicado.

Caminho pelo CEAF

1. Consulta, diagnóstico e prescrição.

2. Preenchimento do LME e reunião dos documentos.

3. Solicitação à farmácia de referência do CEAF ou plataforma estadual.

4. Análise técnica da solicitação.

5. Autorização e dispensação quando os critérios forem atendidos.

LME significa Laudo para Solicitação, Avaliação e Autorização de Medicamentos. O documento reúne dados do paciente, diagnóstico e medicamento solicitado. A disponibilidade e o local de retirada da esclerose múltipla no SUS não devem ser presumidos para qualquer unidade: o usuário deve seguir a orientação da secretaria de saúde responsável pela farmácia de referência.

A esclerose múltipla não tem cura atualmente. O objetivo do tratamento é controlar a atividade inflamatória, reduzir surtos e diminuir o risco de progressão das incapacidades, com acompanhamento médico e multiprofissional conforme as necessidades de cada pessoa.

O acompanhamento da esclerose múltipla no SUS deve seguir o PCDT e a avaliação clínica de cada paciente.

Fonte: AgoraRO. Dados oficiais: Ministério da Saúde.

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